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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Estado estuda privatizar 60% do Metrô de São Paulo

O Governo Geraldo Alckmin expandiu seus planos de privatizar a operação da rede de Metrô para 6 das 9 linhas existentes ou planejadas nos próximos anos.

Com isso, 60% da extensão de Metrôs e Monotrilhos em São Paulo deverão ser delegados à iniciativa privada.

O mais recente plano da gestão tucana nessa área é promover a primeira concessão de mobilidade urbana do Estado ainda neste semestre.

O mais provável nesse pacote é que a Linha 5-Lilás (hoje do Capão Redondo até Adolfo Pinheiro, mas que chegará até Chácara Klabin) e a Linha 17-Ouro (Monotrilho que passará por Congonhas) sejam licitadas em conjunto.

Além das duas linhas, a 15-Prata (Monotrilho da zona leste) também será objeto de concessão, como antecipou a Folha. O Metrô também fará PPP do Monotrilho da Linha 18-Bronze (que vai ao ABC).

A Linha 4-Amarela (Butantã-Luz) já é operada nesse modelo de parceria, e as obras e futuros serviços da Linha 6-Laranja (Brasilândia-São Joaquim) foram contratados de igual modo.

A diferença básica entre uma concessão e uma PPP é que, na concessão, a remuneração do setor privado vem só das tarifas cobradas pelos serviços públicos. Já nas PPPs uma parte dos pagamentos do parceiro privado podem ser bancados pelo Estado.

Juntas, todas essas linhas sob responsabilidade privada corresponderão a 84,6 km da rede do Metrô, 60% do total de 141,6 km planejados pelos próximos cinco anos.

A companhia pública quer controlar a operação de apenas 57 km da malha, a extensão somada das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha.

Cenário de crise

A opção pela privatização de uma fatia expressiva da rede metroviária se deve às dificuldades do governo para financiar obras de expansão e até para manter os serviços da rede em operação.

Os planos de expansão da Linha 2-Verde até Guarulhos, por exemplo, foram suspensos sob alegação de falta de capacidade financeira do Estado.

As verbas relativas às viagens desses grupos são o único apoio estatal que o Metrô recebe. Com menos recursos, o Metrô é forçado a cortar custos de operação, o que prejudica a manutenção de trens e a qualidade do serviço. Os investimentos em expansão da rede não são afetados, pois essas obras são pagas diretamente pelo governo.

Conforme a perspectiva de crescimento da malha aumenta, não dá para o Metrô fazer tudo, admite Karla Bertocco Trindade, subsecretária de parcerias e inovação da Secretaria de Governo do Estado. Para Trindade, a boa avaliação da Linha 4-Amarela entre usuários é mostra de sucesso do modelo privado.

Em sua avaliação, com mais parceiros privados no sistema, a definição do valor da tarifa para o usuário tende a ter critérios cada vez mais técnicos, e não políticos.

Com menos de 80 km, o Metrô de São Paulo é pequeno em relação ao de outras metrópoles – a malha de Londres, por exemplo, tem 408 km.

Linha 1-Azul (Estatal)
Tucuruvi - Jabaquara
Foi construída e é operada pelo Metrô
Inauguração: 1974
Extensão: 20,3 km

Linha 2-Verde (Estatal)
Vila Madalena - Vila Prudente
Foi construída e é operada pelo Metrô
Inauguração: 1991
Extensão: 14,7 km

Linha 3-Vermelha (Estatal)
Barra Funda - Itaquera
Foi construída e é operada pelo Metrô
Inauguração: 1975
Extensão: 22 km

Linha 4-Amarela (Privada)
Luz - Taboão da Serra
Foi a 1ª em modelo de PPP. A empresa ViaQuatro é responsável pela operação
Inauguração: 2011; as últimas quatro estações devem ficar prontas até 2019
Extensão: 12,8 km

Linha 5-Lilás (Privada)
Capão Redondo - Chácara Klabin
Metrô é responsável pelas obras até a Chácara Klabin; a operação será privada
Inauguração: 2002; as últimas dez estações devem ser concluídas até 2018
Extensão: 20,8 km

Linha 6-Laranja (Privada)
São Joaquim - Brasilândia
A linha está sendo construída e será operada pela concessionária Move São Paulo
Previsão: 2020
Extensão: 15,3 km

Linha 15-Prata (Privada)
Terminal Vila Prudente - São Mateus
Governo decidiu neste ano privatizar as operações do monotrilho
Inauguração: 2015; trecho de 10 km, até São Mateus, está previsto para 2018
Extensão: 13 km

Linha 17-Ouro (Privada)
Congonhas - Morumbi
Operação será feita pela iniciativa privada
Previsão: 2018
Extensão: 7,7 km

Linha 18-Bronze (Privada)
Tamanduateí - Paço Municipal
Contrato prevendo operação privada foi assinado no ano passado
Previsão: no mínimo 2020
Extensão: 15 km

Dois em Um

A Linha 5-Lilás, que hoje vai da Estação Capão Redondo à Adolfo Pinheiro, na zona sul, e o Monotrilho da Linha 17-Ouro, que ligará o Aeroporto de Congonhas, também na zona sul, ao Morumbi, na zona oeste, formarão um negócio inédito no governo do Estado de São Paulo.

O cenário preferido dentro da gestão Alckmin é conceder suas operações de modo conjunto à iniciativa privada. A licitação deve começar ainda neste semestre, e espera-se que o ganhador seja conhecido no início de 2017.

Conceder as duas linhas em conjunto parece fazer sentido para nós até porque haverá uma conexão entre elas [na Futura Estação Campo Belo], avalia Karla Bertocco Trindade, subsecretária de parcerias e inovação da Secretaria de Governo.

Esse será o primeiro pacote de concessões na área de mobilidade urbana no Estado. O negócio já obteve autorização do Programa Estadual de Desestatização e atraiu o interesse de seis empresas.

Cinco delas - CCR, CR Almeida, Odebrecht, Scomi e Triunfo– apresentaram estudos técnicos, fase que precede a licitação.

Depois que o governo bater o martelo sobre conceder as linhas em conjunto ou isoladamente, o que deve ocorrer até o fim deste mês, o projeto será tema de uma audiência pública. Em seguida, ficará aberto para consulta pública na internet por 30 dias.

Nesse modelo de concessão, as empresas não serão responsáveis por obras de engenharia e construção de linhas e estações.

Caberá ao próprio governo concluir a expansão da Linha 5-Lilás até a Chácara Klabin, assim como as obras do trecho que ligará a Estação Morumbi da CPTM ao Aeroporto de Congonhas na Futura Linha 17-Ouro.

No cenário atual, de crise econômica no país, o setor privado está ainda mais reticente de ter o Estado como sócio, é um fator adicional de risco. Precisamos oferecer projetos simples e atraentes, afirma Trindade.

Para a subsecretária, a vantagem do modelo de concessão das operações é permitir que o governo foque seus investimentos.

As obras das linhas têm financiamento internacional, que é até mais vantajoso para o setor público. É melhor se concentrar nisso, por exemplo, avalia.

Apesar do provável crescimento das operações sob controle de empresas privadas, Trindade descarta a possibilidade de o Metrô deixar de controlar algumas linhas da rede.

Defendo um modelo misto. É importante a companhia ter condição de operação, até mesmo para evitar sua desatualização. Além disso, se isso não ocorresse perderíamos a referência do que é uma boa operação, já que o Metrô de São Paulo é melhor do que o de muitas cidades no exterior, diz Trindade.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária/Folha de São Paulo

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela serão retomadas em Agosto de 2016 e Linha 5-Lilás será entregue em 2017

Em entrevista a Rádio Globo, o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que as obras da Linha 4-Amarela, do Metrô serão retomadas em Agosto de 2016. A Estação Higienópolis-Mackenzie deve ser entregue em 9 meses, Oscar Freire em 12 meses e São Paulo-Morumbi em 18 meses. Já a Vila Sônia demorará 2 anos e meio. Todas as 4 estações terão obras retomadas ao mesmo tempo.

Com relação a Linha 5-Lilás, do Metrô, o Governador prometeu entregar 10 estações em 2017. A exceção fica para Estação Campo Belo, que ficará para 2018.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Projeto da Futura Estação Morumbi (Linha 17-Ouro) é alterado

Depois da retomada das obras das Estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, da Linha 17-Ouro, o foco fica para o Pátio Água Espraiada e a Estação Morumbi que ainda estão com as construções paradas.

O contrato para a retomada do pátio foi assinado em Junho de 2016 com a volta das obras para Julho de 2016. O governador disse que o contrato de sistema para a linha está a espera de uma decisão judicial para ser retomada.

Com relação a Estação Morumbi, que se conectará com a Linha 9-Esmeralda, da CPTM, o diretor de operações do Metrô, Mario Fioratti, disse que uma nova licitação deve ser feita em breve pois o projeto original foi reformulado. “O projeto original não previa acesso direto de rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM. Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído”, afirma o diretor.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Após retomar obras da Linha 17-Ouro, Metrô muda projeto da Futura Estação Morumbi


O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.

As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em Janeiro de 2016 após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas anteontem, segundo informou o Governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse ontem, referindo-se a um lote de obras que prevê três estações: Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan. A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em Julho de 2016", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo Governo - para nós, estava tudo ordem -, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o País está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso
A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM", explicou Fioratti.

"Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô. Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da Linha 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras
A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 km de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda da CPTM. O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em Dezembro de 2015. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal do Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5- Lilás.

Fonte da Notícia: Revista Época

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Obras das Linhas 15-Prata e 17-Ouro atrasam e encarecem seu custo

As obras das duas linhas de Monotrilho de São Paulo, a Linha 15-Prata e Linha 17-Ouro do Metrô, tiveram prazo de conclusão adiados, suas extensões reduzidas e uma elevação de preços por quilômetro em até 83%.
 
O prazo para a conclusão dos dois monotrilhos foi adiado. E mesmo quando estiverem prontas, as duas linhas vão ficar menores do que o Governo do Estado prometeu e vão custar mais caro. As informações são do SPTV.
O SPTV faz esta semana uma série de reportagens sobre mobilidade urbana. É o Anda SP, que vau falar das obras do Metrô, corredores e terminais de ônibus que estão atrasadas, paradas ou suspensas na Grande São Paulo.

Na Linha 15-Prata, o trecho entre a Estação Iguatemi, em São Mateus, e a Cidade Tiradentes foi suspenso. São 16 km e 8 estações a menos. O preço do quilômetro da linha subiu 70%, de R$ 206 milhões para R$ 354 milhões.

A Linha 17-Ouro perdeu 10 km e 11 estações. O monotrilho agora vai ligar a Estação Morumbi da CPTM ao Aeroporto de Congonhas e não vai mais até o Estádio do Morumbi nem ao Jabaquara. O preço do quilômetro subiu 83%, de R$ 177 milhões para R$ 325 milhões.

A Linha 15-Prata foi anunciada em grande estilo. Seria o maior sistema de Monotrilhos do Mundo. Ganharia do Metrô em tempo de construção pisca imagens obras paradas e em preço da obra.

A ideia era entregar o trecho até Cidade Tiradentes em 2012. Mas hoje o trem fica nesse vai e volta num trecho de 3 km entras as Estações Oratório e Terminal Vila Prudente.

Para quem mora em um bairro da Zona Leste sobra só o ônibus como opção de transporte público.

O contador Diego da Silva Paixão diz que se pudesse viajar pelo monotrilho seria bem melhor, mais rápido e mais prático.

Outro esqueleto de Monotrilho rasga a Zona Sul. A Linha 17-Ouro, prometida para a Copa do Mundo de 2014, iria ligar o Estádio do Morumbi ao Aeroporto de Congonhas.

Nesse tempo todo, o canteiro de obras já virou abrigo pra usuários de drogas, ponto pra desova de carro roubado, sem falar que rouba uma faixa de cada pista da Avenida Jornalista Roberto Marinho.  Fora o prejuízo que essa obra tá dando para os comerciantes da região.

Na Rua Rafael Iório, no Cambo Belo, a obra esconde uma locadora de carros instalada bem antes da obra do monotrilho começar.

“Isso está atrasando investimentos da nossa parte. A gente quer fazer reforma de loja, a gente quer fazer melhorias aqui, mas a gente não consegue porque a gente não sabe quando acaba esse transtorno que atrapalha essa qualidade de atendimento”, diz o gerente Douglas Vicentini. “A poeira que a obra proporciona deixa os carros mais sujos, eu tive que contratar lavadores de carro pra que o carro saia limpo da loja já”.

Valdir Sampel, do conselho de segurança de São Mateus, por onde vai passar a linha prata, diz que já convidou várias autoridades para participar das reuniões no bairro e que nunca ninguém da secretaria dos transportes metropolitanos apareceu.

“Nós esperávamos por parte do governador que viesse o Metrô. Como o Metrô não veio, veio o monotrilho. Achávamos que iria valorizar a região. Só que não está acontecendo isso. Sentimos que fomos enganados. São só promessas e nada mais”, diz.

O Metrô explicou que o atraso nas obras do Monotrilho na Linha 15-Prata se deu porque os projetos de três estações que ficariam sobre o Córrego da Mooca tiverem de ser refeitos. "Durante o desenvolvimento do projeto básico imaginamos condições que mostraram que as fundações iriam interferir muito com a galeria. Foram condições estabelecidas durante o projeto executivo, que precisou fazer intervenção na galeria", explicou o diretor de engenharia Paulo Sérgio Amalfi Meca.

Na Linha 17-Ouro, segundo o Metrô, o problema foi com as empresas contratadas. "Rescindimos contrato com execução de obras de algumas das estações e do pátio porque as empresas não deram conta de cumprir as suas obrigações", disse o diretor.

Fonte da Notícia: G1-SP

Obras da Linha 17-Ouro podem sofrer novo atraso

O Monotrilho da Linha 17-Ouro, da Zona Sul de São Paulo, que deveria ligar a região do Aeroporto de Congonhas até a Marginal do Rio Pinheiros, deve sofrer novo atraso.

A obra completa entre o Jabaquara e a região do Paraisópolis, estava prevista para ser entregue até 2014. Agora a previsão é para depois de 2017.

O atraso da Linha 17-Ouro também pode impactar a Linha 18-Bronze do Monotrilho do ABC Paulista. Isso porque uma das cláusulas do contrato para liberação de recursos determina que a Linha 18-Bronze só poderá operar após testes já com passageiros na Linha 17-Ouro.

A interpretação é do Ministério das Cidades, mas o metrô tem uma visão diferente desta cláusula.

O atraso da Linha 17-Ouro desta vez se dá por causa da declaração de inidoneidade da construtora Mendes Júnior.

No dia 28/04/2016, a Controladoria Geral da União publicou no Diário Oficial da União declaração de inidoneidade proibindo a Mendes Júnior de assinar novos contratos com a administração pública. Até então o contrato com o Metrô não havia sido assinado.

A Mendes Júnior foi a opção do Metrô por causa da rescisão do contrato com as antigas empreiteiras, Andrade Gutierrez e CR Almeida, que tinham reduzido o ritmo de construção, praticamente parando as obras no final de 2015. A alegação foi dificuldades financeiras.

Em vez de realizar nova licitação, o Metrô optou por chamar a segunda colocada na licitação do Monotrilho da Linha 17-Ouro para a construção de um pátio de manobras de trens leves na Avenida Jornalista Roberto Marinho. Essa construtora foi justamente a Mendes Júnior.

Há uma discussão em relação à inidoneidade.

Uma interpretação jurídica diz que quando uma empresa é considerada inidônea, ela não pode assinar contratos com a esfera de poder que registrou eventual problema. Neste caso, a Mendes Júnior não poderia assinar contratos com a União, mas estaria liberada para o Estado.

No entanto, uma jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça diz que quando a lei declara que uma empresa não pode assinar contratos por inidoneidade, o termo administração pública vale para todos os entes federativos, incluindo empresas estaduais, como é o Metrô.

Segundo o Metrô, a possibilidade de assinatura de contrato com a Mendes Júnior está sendo estudada.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

terça-feira, 12 de julho de 2016

Obras da Linha 17-Ouro são retomadas e Estação Morumbi tem projeto alterado

O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas nesta semana, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.
As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em janeiro após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas na terça-feira (21), segundo informou o governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse na quarta (22), referindo-se a um lote de obras que prevê três estações --Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan.

A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas Empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em julho", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo governo --para nós, estava tudo ordem--, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o país está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso

A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi (da CPTM)", explicou Fioratti. "Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô.

Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras

A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 quilômetros de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás (em obras) e 9-Esmeralda da CPTM.

O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em dezembro. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5-Lilás.
 
Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo 

Obras da Linha 17-Ouro voltam a todo vapor

Foram retomadas no final de Junho de 2016, as obras em três estações do monotrilho da Linha 17-Ouro: Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Campo Belo, está última que fará conexão com extensão da Linha 5-Lilás, entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin.

As construções estavam paradas desde o ano passado, quando o Metrô rompeu com o consórcio responsável pelas obras. Os trabalhos foram assumidos pelo consórcio TIDP, formado pelas empresas Tiisa-Infraestrutura e Investimentos S/A e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, cujo o contrato foi assinado em abril deste ano.

O mesmo consórcio deve ainda assumir as obras do Pátio de Manobras Água Espraiada, em cima do piscinão de mesmo nome. “A terceira colocada do grupo Tiisa manifestou o interesse em assumir a obra. Nós imaginamos em um prazo de 30 dias ter o contrato assinado, para até o final de julho retomar as obras do pátio”, disse o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, ao G1.

A previsão é que as construções das três paradas estejam prontas em 17 meses, ou seja, final de 2017.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Consórcio TC-Linha 4-Amarela é a nova responsável pelas obras da 2ª Fase da linha

O Consórcio TC-Linha 4 Amarela foi o vencedor da licitação para as obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela do Metrô. Formado pelas empresas TIISA-Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A, o consórcio fez a proposta no valor de R$ 858.743.546,73 para execução dos serviços.

O resultado foi homologado e publicado no Diário Oficial do Estado e o prazo para recursos é de cinco dias úteis. O serviço licitado compreende a continuidade das obras civis das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última e obras complementares no Pátio Vila Sônia.

O contrato a ser assinado prevê os seguintes prazos para término dos trabalhos, após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a Estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a Estação Oscar Freire, 18 meses para a Estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a Estação Vila Sônia.

Fonte da Notícia: Metrô

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Confira a vencedora da licitação para obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

Túnel próximo a Futura Estação Oscar Freire (Linha 4-Amarela)
O Governo do Estado de São Paulo divulgou dia 07/06/2016, no Diário Oficial, o consórcio vencedor que tocará as obras da Linha 4-Amarela do Metrô. O TC-Linha 4 Amarela, formado pelas empresas TIISA – Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A, que fez a proposta no valor de R$ 858.743.546,73 e será responsável pela construção das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última e obras complementares no Pátio Vila Sônia.

Após a assinatura dos contratos, as empresas tem 12 meses para concluir a Estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a Estação Oscar Freire, 18 meses para a Estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a Estação Temrinal Vila Sônia. O Metrô recebeu 10 propostas para tocarem as obras, que passaram pela análise da comissão de licitação da companhia ligada ao Governo Estadual.

As obras da Linha 4-Amarela, estão paradas desde que o Metrô rescindiu o contrato com o consórcio Corsán-Corviam por não cumprimento por parte da construtora.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor
 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Metrô anuncia vencedor da licitação para prosseguir com as obras da Linha 4-Amarela

Estação Paulista (Linha 4-Amarela)
O Governo do Estado de São Paulo divulgou, no Diário Oficial, o consórcio vencedor que tocará as obras da Linha 4-Amarela do Metrô. O TC-Linha 4 Amarela, formado pelas empresas TIISA – Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A, que fez a proposta no valor de R$ 858.743.546,73 e será responsável pela construção das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última e obras complementares no Pátio Vila Sônia
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Após a assinatura dos contratos, as empresas têm 12 meses para concluir a Estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a Estação Oscar Freire, 18 meses para a Estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a Estação Terminal Vila Sônia. O Metrô recebeu 10 propostas para tocarem as obras, que passaram pela análise da comissão de licitação da companhia ligada ao Governo Estadual.

As obras da Linha 4–Amarela, estão paradas desde que o Metrô rescindiu o contrato com o consórcio Corsán-Corviam por não cumprimento por parte da construtora.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária 
Imagem: Veja São Paulo

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Metrô abre licitação para estações terem venda de bilhetes unitários de forma automática

Bilhete unitário do Metrô de São Paulo
Diante das dificuldades dos passageiros em carregar o Bilhete Único nas estações de Metrô, após a Rede Ponto Certo, que foi descredenciada dos serviços em Janeiro de 2016, ter desligado equipamentos a partir de Julho de 2015, e também com problemas em relação ao troco para a atual tarifa de R$ 3,80, o Metrô, anunciou semana passada, que abriu licitação para compra de máquinas de autoatendimento para vender bilhetes unitários do tipo Edmonson, que são os de papel com uma tarja magnética no meio.

O edital prevê a compra de 150 equipamentos que vão ser utilizados em instalações das Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata. A Linha 4-Amarela, que é privada, está de fora da licitação.

“As máquinas de autoatendimento vão reforçar e agilizar o serviço prestado pelas bilheterias. Os equipamentos aceitarão cédulas e moedas, com capacidade de devolução de troco aos usuários.” – explica o Metrô, em nota.

Para a compra, o Metrô vai contar com financiamento do BID -Banco Interamericano de Desenvolvimento, e aproveita crédito já aberto para a expansão da Linha 5-Lilás, da zona sul da capital paulista, conforme aviso de edital publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo

“O Estado de São Paulo (doravante denominado “Mutuário”) recebeu financiamento (doravante denominado “Recursos”) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (doravante denominado “Banco”), para o custeio do Projeto de Expansão da Linha 5-Lilás do Metrô de ão Paulo. O Mutuário pretende aplicar uma parcela dos Recursos para pagamentos elegíveis no âmbito dos Contratos para aquisição de equipamentos de venda de bilhetes padrão Edmonson, por meio de autoatendimento”

O edital completo foi publicado no site do Metrô.

A concorrência pública é internacional. A entrega e abertura das propostas estão previstas para o dia 20/06/2016. As estações devem começar a receber as primeiras máquinas já no final de 2016.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Metrô abre licitação para construção de via permanente nas obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô publicou no Diário Oficial a abertura da licitação para a contratação da empresa que vai construir a via permanente da 2ª Fase da Linha 4-Amarela.

O serviço será financiado pelo Banco Mundial e compreende a elaboração do projeto, execução da obra, homologação e testes da via que terá a extensão de cerca de dois quilômetros, permitindo chegar até a futura estação Vila Sônia.

A via permanente é a base de concreto instalada ao longo da linha, que recebe os trilhos por onde passam os trens. Na Linha 4-Amarela, serão instaladas sob esta base, o chamado sistema massa mola, que age como amortecedor, diminuindo as vibrações durante a passagem das composições e absorvendo ruídos.

O edital já está disponível para consulta no site do Metrô e a sessão de recebimento das propostas será no dia 02/06/2016. A empresa que ofertar o menor valor para a execução dos serviços, atendendo as exigências técnicas, será contratada.

Retomadas das obras das estações
 
Em Abril de 2016, o Metrô recebeu as propostas dos consórcios interessados em executar as obras civis das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia da Linha 4-Amarela. Ao todo, 10 consórcios apresentaram seus documentos e as respectivas ofertas financeiras. Agora, todas as propostas passam pela análise da comissão de licitação do Metrô e a expectativa é a de conhecer o vencedor e publicar a decisão no Diário Oficial ainda neste primeiro semestre.

As obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela começaram em 2012 e os contratos foram assinados no fim de 2011 com o consórcio Corsán-Corviam. Em Julho de 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o acordo, pelo não cumprimento por parte da construtora.

Quando completa, a Linha 4-Amarela vai operar de Luz à Vila Sônia, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente, a linha opera com 9 km e 7 estações, de Luz a Butantã.
 
Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

Empresa Mendes Júnior será encarrega de construir pátio de manobra das composições da Linha 17-Ouro

monotrilho-sergio-mazzi-l17-ouro-2016
Obras da Linha 17-Ouro do Monotrilho paralisadas
De acordo com notícia divulgada pelo jornal Valor Econômico, a construtora Mendes Junior deve tocar as obras do Pátio de manobras da Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo. Ela foi a segunda colocada na licitação, perdendo para o consórcio Andrade Gutierrez e CR Almeida que rescindiu contrato. Falta uma certidão negativa de débito prometida para hoje. A ideia é assinar o contrato ainda em abril e retomar o canteiro de obras em Maio de 2016.

A parte de obras civis dele, como pilares e vigas, está a cargo das empreiteiras Andrade Gutierrez e CR Almeida e será reformulada. De acordo com o secretário dos transportes metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, após a Justiça ter negado pedido de reequilíbrio feito pela Andrade Gutierrez, a empresa propôs ao governo terminar sua parte, mas com um escopo menor que o original. Irá implementar as 132 vigas que já tinha produzido, as vigas curvas, e fabricar mais 250 vigas que faltam. Depois teremos de licitar praticamente só a colocação das vigas, disse Pelissioni.

Com isso, ficará pendente agora a Estação Morumbi, que conecta com a Linha 9-Esmeralda e o restante da implantação das vigas. Para estes casos, haverá uma nova licitação.

O consórcio TIDP foi o único que não teve problema até o momento em tocar as obras do Monotrilho. Responsável pela construção das estações Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, fez acordo com o Metrô e realizará também as obras das estações Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan.

Já o grupo brasileiro MPE anunciou que vai sair das obras da linha. O consórcio participa como um dos fornecedores de material rodante, sistemas e sinalização. A empresa da Malásia Scomi, parceira da MPE no projeto, vai assumir toda a encomenda. O monotrilho é um sistema de transporte que circula em vias elevadas com os trens movidos a propulsão elétrica sobre pneus de borracha.

A Scomi diz que houve um acordo entre as partes e que a decisão de assumir toda a encomenda está inserida na estratégia de posicionamento da empresa no mercado brasileiro, onde pretende alçar voos maiores, com o fornecimento de trens da Linha 18-Bronze do Metrô.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Metrô define consórcio que deverá seguir com as obras da Linha 17-Ouro

O Metrô aprovou a contratação do consórcio TIDP formado pelas empresas Tiisa e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, para a construção das Estações Campo Belo (integrada com a Linha 5-Lilás do Metrô), Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, do Monotrilho da Linha 17-Ouro. O Metrô aguarda a apresentação da documentação para assinatura do contrato.

Orçado em cerca de R$ 74 milhões, o contrato contempla as obras civil bruta, de acabamento, comunicação visual, hidráulica e paisagismo das três estações que compõem o Lote 2 da linha. Os trabalhos devem iniciar neste 1º Semestre de 2016.

Quando concluídas, essas três estações deverão receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas / Jd. Aeroporto a Morumbi-CPTM. A previsão é que sejam entregues à população em 17 meses após a assinatura do contrato.

Este mesmo consórcio já está construindo as Estações Vereador José Diniz, Brooklin Paulista, Jardim Aeroporto e Congonhas, todas da mesma linha.

Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vencedor da licitação para obras da Linha 4-Amarela deve sair ainda no 1º Semestre de 2016

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O Metrô recebeu ao todo 10 propostas de empresas interessadas em tocar a conclusão da 2ª Fase na Linha 4-Amarela. A expectativa é que após a análise dos documentos, o vencedor seja conhecido ainda no primeiro semestre.

As obras são de conclusão das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. Sobre prazos, os contratos preveem o seguinte cronograma após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a estação Vila Sônia.

As construções desta fase tiveram início em 2012, mas em 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o contrato com o consórcio Corsán-Corviam.

A Linha 4-Amarela deve operar de maneira completa, da Luz à Vila Sônia, em 2019, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente a ligação metroviária atende a Luz ao Butantã.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Último Segundo

Novo consórcio é contratado para concluir obras da Linha 17-Ouro

Mapa arte monotrilho metrô sp (Foto: Editoria de Arte/G1)O Metrô de São Paulo divulgou que contratou o consórcio TIDP, formado pelas empresas Tiisa-Infraestrutura e Investimentos S/A e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, para a retomada da construção das Estações Campo Belo (integrada com a Linha 5-Lilás do Metrô), Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, do Monotrilho da Linha 17-Ouro. Os trabalhos devem recomeçar ainda no primeiro semestre de 2016.

Os trilhos são executados por outro consórcio, segundo o Metrô. A previsão é que as obras das três estações sejam entregues em 17 meses após a assinatura do contrato. Quando concluídas, em funcionamento, e com os trilhos também entregues, as estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan devem receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas/Jardim Aeroporto ao Morumbi-CPTM.

No começo do ano, o Metrô rescindiu contratos com os consórcios responsáveis pela obra porque os canteiros foram abandonados, segundo a companhia. O Metrô disse que notificou várias vezes as empresas para retomarem os trabalhos, mas que, mesmo assim, o consórcio desacelerou o ritmo das obras e não cumpriu os prazos estabelecidos. Já a Andrade Gutierrez disse em comunicado que quem atrasou foi o Metrô e que ajuizou ação para rescindir as obras em Dezembro de 2015

O consórcio TIDP ficou em terceiro lugar na licitação aberta pelo Metrô para a construção desse trecho do monotrilho e também já está construindo as estações Vereador José Diniz, Brooklin Paulista, Jardim Aeroporto e Congonhas, todas da mesma linha. O segundo colocado na licitação foi procurado pela companhia, mas não teve interesse em assumir a obra, de acordo com o Metrô.

Estações
 
Orçado em cerca de R$ 74 milhões, o contrato contempla as obras civil bruta, de acabamento, comunicação visual, hidráulica e paisagismo das três estações que compõem o lote 2 da linha. Quando concluídas, as estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan devem receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas / Jardim Aeroporto ao Morumbi-CPTM. A previsão é que as obras sejam entregues em 17 meses após a assinatura do contrato.
Obras da Linha 17-Ouro paralisadas

Extremos
 
Inicialmente, o Monotrilho da Linha 17-Ouro previa atender extremos da cidade, como a ligação entre o Aeroporto de Congonhas e a Estação Jabaquara, ou o trecho até a Futura Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela do Metrô.

Em Agosto de 2015, o Governador Geraldo Alckmin já tinha mandado congelar 17 das 36 estações inicialmente previstas da linha na Zona Sul da capital. À época, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos disse que a prioridade era “concluir os trechos que já possuem obras avançadas antes de abrir novas frentes de trabalho”.

Canteiro abandonado
 
O monotrilho que está sendo construído há três anos na Avenida Jornalista Roberto Marinho, na Zona Sul, virou abrigo para moradores de rua e, em alguns trechos, para usuários de drogas. Em dezembro de 2015, o G1 publicou reportagem que mostra que a área se parece cada vez mais ao degradado Minhocão, na região central de São Paulo.

O espaço virou também um depósito de lixo e entulho. Entre roupas e pedaços de obras, é possível encontrar também pneus cheios de água, um ambiente favorável para a reprodução do mosquito que transmite a dengue.

Debaixo dos pilares e das futuras estações, os sem-teto montaram coberturas de papelão para dormir. Sob o monotrilho, os novos moradores vivem livres da chuva entre as duas pistas da Avenida Roberto Marinho e do Córrego Água Espraiada.

Um dos moradores afirma que está ali há um ano e que não quer sair. “É o que temos hoje. Estamos abandonados aqui. Mas melhor assim, porque prefeitura só aparece se for para tirar a gente”, afirmou ele, que pediu para não ser identificado com medo de ter de deixar o local.

Fonte da Notícia & Imagem 1: G1-SP
Imagem 2: Metrô

terça-feira, 12 de abril de 2016

Metrô define novo consórcio para tocar as obras da Linha 17-Ouro

Obras da Linha 17-Ouro paralisadas
O Metrô de São Paulo informou que contratou o consórcio TIDP, formado pelas empresas Tiisa – Infraestrutura e Investimentos S/A e DP Barros Pavimentação e Construção LTDA, para as obras de três estações da Linha 17-Ouro do Monotrilho, na zona sul de São Paulo.

As estações são: Campo Belo (integrada com a Linha 5-Lilás do Metrô), Vila Cordeiro e Chucri Zaidan. As obras devem custar em torno de R$ 74 milhões e deverão ser concluídas entre o final de 2017 e início de 2018.

O contrato contempla as obras civil bruta, de acabamento, comunicação visual, hidráulica e paisagismo das três estações que compõem o Lote 2 da linha. Os trabalhos devem iniciar neste primeiro semestre de 2016.  Quando concluídas, essas três estações deverão receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas / Jd. Aeroporto a Morumbi-CPTM. A previsão é que sejam entregues à população em 17 meses após a assinatura do contrato. Informa o Metrô em nota.

Este mesmo consórcio já atua nas obras das estações Vereador José Diniz, Brooklin Paulista, Jardim Aeroporto e Congonhas, do Monotrilho da Linha 17-Ouro

A Linha 17-Ouro do monotrilho deveria ter 17,7 quilômetros de extensão, com 18 estações entre Jabaquara, Aeroporto de Congonhas e região do Estádio do Morumbi ao custo de R$ 3,9 bilhões com previsão de entrega total em 2012. Hoje, o orçamento está 41% mais caro somando R$ 5,5 bilhões e a previsão para a entrega de 8 estações até 2017. Atualmente, o custo por quilômetro seria de R$ 310 milhões. O monotrilho, se ficar pronto, não deve num primeiro momento servir as regiões mais periféricas.  Assim, os trechos entre Jabaquara e a Aeroporto de Congonhas e entre depois da Marginal do Rio Pinheiros até a região do Estádio São Paulo-Morumbi, passando por Paraisópolis, estão com as obras congeladas.

Com este congelamento, não haverá as conexões prometidas com a Linha 4-Amarela do Metrô na Futura Estação São Paulo-Morumbi, e nem com Estação Jabaquara e da Linha 1-Azul do Metrô e Terminal Metropolitano de Ônibus e Trólebus Jabaquara, do Corredor ABD. Segundo o site do próprio Metrô, quando estiver totalmente pronto, este sistema de Monotrilho atenderá 417 mil e 500 passageiros por dia.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Créditos da imagem Reservados ao Autor

domingo, 10 de abril de 2016

Metrô recebe propostas para dar continuidade às obras da Linha 4-Amarela

Interior de composição da Linha 4-Amarela
O Metrô de São Paulo recebeu nesta quarta-feira (06/04/2016) dez propostas dos consórcios interessados em executar as obras civis da 2ª Fase da Linha 4-Amarela. As propostas passarão pela análise da comissão de licitação do Metrô. A empresa espera definir o vencedor e publicar a decisão no Diário Oficial ainda no 1º Semestre de 2016.

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo liberou no final de Março de 2016 a licitação da conclusão da Linha 4-Amarela. O certame estava suspenso desde o dia 17/03/2016, após o tribunal receber manifestações apontando possíveis erros no edital. A sessão de recebimento de abertura das propostas chegou a ser suspensa. Nesta quarta, as manifestações feitas por uma empresa e um advogado foram julgadas improcedentes

As obras da segunda fase da Linha 4-Amarela começaram em 2012 e os contratos foram assinados no fim de 2011 com o consórcio Corsán-Corviam. Em Julho de 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o acordo, pelo não cumprimento por parte da construtora.

O serviço licitado agora compreende a continuidade das obras civis das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. O contrato a ser assinado prevê os seguintes prazos para término dos trabalhos, após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a Estação Terminal Vila Sônia.

Apresentaram propostas as seguintes empresas:

Salini Impregilo S.P.A. - R$ 1.076.595.699,48

Consorcio Linha 4-Amarela fase 2 (Construtora Norberto Odebrecht S.A. e Odebrecht Engenharia e Construção Internacional S.A.) - R$ 874.077.044,18

Consorcio Carioca/Ferrovial (Carioca Christiani-Nielse Engenharia S/A e Ferrovial Agroman S/A) - R$ 863.920.354,06

Construtora e Comércio Camargo Correa S.A. - R$ 1.009.469.498,47
Consórcio TC-Linha 4-Amarela (TIISA-Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A) - R$ 858.734.546,73

Consórcio Ferreira Guedes-Acciona-L4 (Construtora Ferreira Guedes S.A. e Acciona Infraestructuras S.A.) - R$ 988.102.070,42

Composição da Linha 4-Amarela
Consorcio Construcap-Copasa-Assignia Linha 4-Amarela Fase 2 (Construcap-CCPS Engenharia e Comércio S.A., Sociedad Anonima de Obras y Servicios Copasa e Assignia Infraestructuras S.A.) - R$ 849.900.000,00

Construtora Queiroz Galvão S.A. - R$ 939.570.541,21

Consorcio Nova Linha 4 (Andrade Gutierrez Engenharia S.A. e Andrade Gutierrez Europa Africa e Asia S.A.) - R$ 933.755.480,81

Power Construction Corporation of China LTD - R$ 1.328.617.218,31

A linha opera agora com 9 km e 7 estações, de Luz a Butantã. Quando completa, vai operar de Luz à Vila Sônia, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas.

As obras são orçadas em R$ 1,3 bilhão e têm financiamento do Banco Mundial.

A expectativa da Secretaria dos Transportes Metropolitanos é entregar as estações  Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire em 2017, três anos após a primeira estimativa feita pelo Metrô para a conclusão das obras: 2014. Já as estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia deverão ser entregues em 2018.

Contrato rompido
 
O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam era responsável por concluir a Linha 4-Amarela do Metrô, mas que teve o contrato quebrado pelo Metrô após as obras serem paralisadas. A rescisão do contrato foi anunciada pelo Governador Geraldo Alckmin em Fevereiro de 2015, mas ocorreu apenas em Julho.

O Metrô rompeu os contratos de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais. Já o consórcio Isolux Corsán-Corvian disse que as empresas contratadas pelo Metrô atrasaram a entrega dos projetos e isso aumentou o prazo da obra em 50%. “A Isolux está segura de que cumpriu todas as suas obrigações e que a inviabilidade do contrato não pode ser atribuída a qualquer falha ou quebra de contrato por sua parte”, disse
.
O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as Estações Terminal Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue.

A nova licitação prevê o pagamento de R$ 1,3 bilhão à empresa vencedora da licitação porque parte da obra, como as escavações das estações, já está concluída. O Metrô fez um levantamento do que está pronto e calculou o que era necessário para concluir a linha.
 
Fonte da Notícia: G1-SP 
Imagem 1: Créditos Reservados ao Autor
Imagem 2: O Estado de São Paulo