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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

TCE afirma que Metrô se arriscou ao construir Linha 17-Ouro agora

O Tribunal de Contas do Estado questiona o Governo Estadual sobre as obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro, em cerca de 60 pontos que deverá ser esclarecido pelo Metrô. Assinado pelo Conselheiro Antônio Roque Citadini, o documento questiona a escolha do modal, que deveria ter sido entregue em 2014.

“Os atos praticados na execução dos serviços descaracterizaram o objeto (sistema de transporte por monotrilho), cujas características são a rapidez da instalação, baixa quantidade de desapropriação e menor interferência na rotina urbana”, diz o relator.

Uma das justificativas do Governo do Estado na escolha do modal, quando foi anunciado as obras da Linha 17-Ouro, era a rapidez nas construções, em comparação com outros sistemas.

Citadini fez duras criticas ao projeto em si, afirmando que o Metrô “embarcou em uma aventura”. “Os elementos existentes no processo demonstram que o Metrô de São Paulo embarcou em uma aventura, quando decidiu construir a Linha 17-Ouro“, afirma.

Outro ponto levantado é referente ao custo da obra, que na avaliação do TCE saltou de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,17 bilhões, sem incluir as estações.

O Metrô terá o prazo de 30 dias para encaminhar suas respostas ao TCE-SP. Em resposta ao jornal “O Estado de São Paulo“, o Metrô disse que consórcios abandonaram as obras, causando paralisação nas construções, e posteriormente tiveram contratos rescindidos.

O Metrô afirma também que as obras que estavam paralisadas em quatro estações foram retomadas, e que em breve os trabalhos que dizem respeito a trens e vias deverão ser retomados em breve. O Metrô diz ainda que deve prestar todos esclarecimentos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Metrô contrata consórcio para retomar obras de pátio da Linha 17-Ouro

O Metrô de São Paulo contratou um novo consórcio para tocar obras do Monotrilho que vai ligar o Aeroporto de Congonhas à Marginal Pinheiros e que estavam paradas pelo menos desde Janeiro de 2016. Trata-se da construção de um pátio de manobras na Avenida Jornalista Roberto Marinho, nas proximidades da Avenida Washington Luís, e que é essencial para que a linha possa funcionar.
As responsáveis pela obra serão as construtoras Tiisa, Triunfo e DP Barros, que receberão R$ 162 milhões para tocar a obra. O Metrô prevê emitir a ordem de serviço ainda nesta semana. Com isso, o consórcio terá um prazo de até 30 dias para começar os trabalhos. O prazo de vigência do contrato é de 24 meses.
A previsão atual do Metrô é colocar o monotrilho em funcionamento em 2018, quatro anos após a previsão inicial do governo de São Paulo de inaugurar o serviço em 2014.
Diversos atrasos dificultaram o andamento das obras do monotrilho, e as frentes de trabalho foram totalmente paralisadas nos últimos 12 meses por problemas na execução dos contratos. A construção de estações já havia sido retomada em Junho de 2016 e, agora, o Metrô faz um novo contrato para a retomada da construção do pátio de manobras
O Metrô tenta ainda retomar a construção dos pilares e da via em si, já que o contrato está em renegociação judicial.
A Linha 17-Ouro terá 7,7 km e 7 estações. A gestão Geraldo Alckmin congelou a construção dos outros trechos previstos para a linha e que atenderia regiões da periferia. Um deles iria da Estação Morumbi da CPTM e passaria por Paraisópolis e pelo estádio do Morumbi. A outra ligação começaria na Vila Santa Catarina, perto do aeroporto de Congonhas, e chegaria à Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul.
Atrasos
Em Janeiro de 2016, o Metrõ anunciou o rompimento do contrato com o Consórcio Pátio Monotrilho, responsável pelo pátio de manobras, e trocou acusações com a empresa Andrade Gutierrez, alegando abandono dos canteiros. Já o consórcio afirmou que o Metrô era o responsável pelos atrasos e que não fornecia, por exemplo, projetos executivos necessários à obra. O Metrô negou.
Uma das dificuldades para retomar a construção do pátio de manobras foi a declaração de inidoneidade da empresa Mendes Júnior pelo governo federal nas investigações da Operação Lava Jato. Assim, a Mendes Júnior, que tinha sido a segunda colocada na licitação para a construção do pátio de manobras, não pôde assumir a obra. O consórcio contratado agora, formado por Tiisa, Triunfo e DP Barros, tinha ficado em terceiro.
O secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, prevê que o monotrilho deverá funcionar apenas com operação assistida em 2018. Isso significa que os trens deverão operar inicialmente apenas em parte do dia, possivelmente em intervalos de menor fluxo.
"Em 2018 ainda a gente quer ter trens sendo testado, pelo menos trens sendo testados, pelo menos operação assistida, com as obras já concluídas", afirmou Clodoaldo Pelissioni ao SPTV. A operação comercial, ou seja, durante todo o dia, é uma "possibilidade", segundo o secretário. "Vamos trabalhar para isso".
A operação assistida também foi adotada no trecho já inaugurado do Monotrilho da Zona Leste, a Linha 15-Prata. A linha funcionou em horário reduzido por cerca de um ano, entre 2014 e 2015, no trecho entre as Estações Oratório e Terminal Vila Prudente.
 
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária/G1

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Empresa Mendes Júnior será encarrega de construir pátio de manobra das composições da Linha 17-Ouro

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Obras da Linha 17-Ouro do Monotrilho paralisadas
De acordo com notícia divulgada pelo jornal Valor Econômico, a construtora Mendes Junior deve tocar as obras do Pátio de manobras da Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo. Ela foi a segunda colocada na licitação, perdendo para o consórcio Andrade Gutierrez e CR Almeida que rescindiu contrato. Falta uma certidão negativa de débito prometida para hoje. A ideia é assinar o contrato ainda em abril e retomar o canteiro de obras em Maio de 2016.

A parte de obras civis dele, como pilares e vigas, está a cargo das empreiteiras Andrade Gutierrez e CR Almeida e será reformulada. De acordo com o secretário dos transportes metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, após a Justiça ter negado pedido de reequilíbrio feito pela Andrade Gutierrez, a empresa propôs ao governo terminar sua parte, mas com um escopo menor que o original. Irá implementar as 132 vigas que já tinha produzido, as vigas curvas, e fabricar mais 250 vigas que faltam. Depois teremos de licitar praticamente só a colocação das vigas, disse Pelissioni.

Com isso, ficará pendente agora a Estação Morumbi, que conecta com a Linha 9-Esmeralda e o restante da implantação das vigas. Para estes casos, haverá uma nova licitação.

O consórcio TIDP foi o único que não teve problema até o momento em tocar as obras do Monotrilho. Responsável pela construção das estações Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, fez acordo com o Metrô e realizará também as obras das estações Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan.

Já o grupo brasileiro MPE anunciou que vai sair das obras da linha. O consórcio participa como um dos fornecedores de material rodante, sistemas e sinalização. A empresa da Malásia Scomi, parceira da MPE no projeto, vai assumir toda a encomenda. O monotrilho é um sistema de transporte que circula em vias elevadas com os trens movidos a propulsão elétrica sobre pneus de borracha.

A Scomi diz que houve um acordo entre as partes e que a decisão de assumir toda a encomenda está inserida na estratégia de posicionamento da empresa no mercado brasileiro, onde pretende alçar voos maiores, com o fornecimento de trens da Linha 18-Bronze do Metrô.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Metrô recebe licença ambiental para novo pátio de trens para a Linha 15-Prata

Novo Trem da Linha 15-Prata no Pátio Oratório
O Metrô informou na manhã de hoje que recebeu da Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo , a licença ambiental de instalação para o trecho 3B da Linha 15-Prata.  O trecho engloba o pátio de manutenção e estacionamento de trens Ragueb Chohfi. O pátio terá uma área de 55 mil m², e servirá como pátio auxiliar, sendo que o pátio Oratório será o principal com capacidade para abrigar 54 trens em 5.600 metros de vias. 

A Linha 15-Prata é uma linha de Monotrilho que está em construção, quanto completada contará com 24,6 km de extensão e 17 estações e ligará os distritos de Vila Prudente e Cidade Tiradentes.


Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Créditos da Imagem reservados ao autor

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