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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Candidato a Prefeitura de São Paulo, João Dória, defende municipalização do Metrô de São Paulo

A equipe de Governo do candidato à Prefeitura de São Paulo do PSDB, o apresentador e empresário João Doria, propõe que em um eventual governo, a companhia do Metrô seja assumida pela administração municipal, de acordo com a Colunista da Folha de São Paulo Monica Bergamo.
Segundo a publicação, com a vitória de Dória, seriam propostos 15 novas linhas metroviárias, por meio de uma licitação internacional.
Atualmente, a expansão, assim como a responsabilidade do Metrô é a cargo do padrinho político de Doria, o Governador Geraldo Alckmin. São tocadas simultaneamente a expansão e construção de 3 linhas de Metrô, outras 2 de monotrilho e mais duas de trem. Em todos os casos foram registrados atrasos.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Governo do Estado de São Paulo irá privatizar Linhas 5-Lilás e 17-Ouro

As Linhas 5-Lilás e 17-Ouro, ambas do Metrô, vão ser privatizadas em conjunto e o edital deve sair até o final de 2016. O modelo foi fechado em reunião do conselho gestor do PED.


De acordo com o Secretário dos transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, a ideia é finalizar o processo de concessão até Julho de 2017, antes da entrega de 9 novas estações da Linha 5-Lilás. “Nós queremos que as novas estações já sejam operadas pelo concessionário”, enfatizou.

“Vai ser uma concessão única porque as linhas se cruzam no Campo Belo. Há uma sinergia de energia elétrica e integração na estação que está sendo construída lá. Será uma concessão por 30 anos na qual será cobrada uma outorga fixa de entrada e o concessionário receberá uma parcela da tarifa paga por passageiro transportado que continuará sendo arrecadada pelo Metrô. O Estado não vai mais aportar recurso nenhum”, disse o secretário.

Sobre a concessão da Linha 15-Prata, Clodoaldo disse que os estudos estão avançados e que é a próxima pauta a ser analisada.

O Governo ainda estuda a concessão das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, ambas da CPTM. O grupo Triunfo já fez uma proposta de PPP para elas.

“Nós percebemos pela proposta da empresa que o aporte do Estado ainda pode ser diminuído e aprovamos a continuidade dos estudos”, disse Pelissioni. “Nesse momento de crise econômica, é melhor fazer concessão do que PPP, que ainda exige contrapartidas do Estado”, completou.

Não foi informado se as obras das Fases 2 e 3, da Linha 17-Ouro, e a expansão da Linha 5-Lilás ao Jardim Angela seriam tocadas pela nova concessionária.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Estado muda estratégia para obras da Linha 18-Bronze

O Governo do Estado mudou de estratégia para tentar tirar do papel a Linha 18-Bronze, que ligará o Grande ABC ao sistema metroviário da Capital. Após esperar por um ano e três meses pelo aval do Governo Federal para captação de dinheiro internacional para início das desapropriações, a gestão paulista agora aposta na renegociação da dívida com a União para obter nova classificação na relação de capacidade de endividamento e, com isso, poder contrair empréstimos junto a bancos nacionais.

Com edital publicado em Julho de 2013 e contrato assinado em agosto de 2014, a obra tinha como prazo inicial o fim de 2018. O prazo foi descartado oficialmente no fim de 2015, quando o ex-governo de Dilma Rousseff indicou que questões técnicas sobre o monotrilho (modal escolhido para a Linha 18-Bronze) e problemas financeiros do governo paulista inviabilizariam autorização para que a gestão Geraldo Alckmin pudesse obter empréstimo internacional de US$ 182,7 milhões. A nova meta é inaugurar o Metrô no Grande ABC em 2021.

Em entrevista exclusiva ao Diário do Grande ABC, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que a repactuação da dívida dos Estados com a União trouxe outras perspectivas de negociações para a Linha 18-Bronze.

“Teremos prazo estendido para pagar nosso passivo em 20 anos. Com isso, o Estado volta a ter carta de crédito para obter empréstimos. Nossa intenção agora é conversar com bancos nacionais, buscar linhas de créditos no País. Estimamos que sejam necessários R$ 600 milhões para as desapropriações para começar os trabalhos no início do próximo ano. Com o canteiro colocado, o prazo de entrega é de quatro anos (em 2021)”, afirmou Pelissioni, após audiência com o presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, Deputado Estadual Orlando Morando.

O titular de Transportes Metropolitanos discorreu que fez reunião com técnicos do Banco do Brasil e que vai procurar a Caixa Econômica Federal para analisar as linhas de crédito oferecidas por essas instituições. Também buscará recursos do BNDES para a obra na região. “Outro fator que nos traz otimismo é o fato de o Presidente da República Michel Temer nomear um técnico do Metrô para a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana (o ex-diretor da estatal José Roberto Generoso).”

A Linha 18-Bronze tem programação de 15,7 km de extensão, passando por Santo André, São Bernardo, São Caetano e São Paulo, ao custo de R$ 4,26 bilhões, divididos entre recursos públicos e do Consórcio Vem ABC, privado.

Morando questionou a postura do ex-governo Dilma com relação à Linha 18-Bronze. “O projeto continua vivo, ao contrário dos que achavam que estava enterrado. Vejo que agora (com Temer) há boa vontade. Nos anos de Lula e Dilma não se investiu no Metrô de São Paulo, apenas no Ceará, Brasília ou Porto Alegre.”

Grupo italiano sinaliza interesse para a operação do Monotrilho

O Grupo Gavio, um dos maiores conglomerados de empresas de gestão de rodovias na Itália, manifestou interesse em investir na obra e, posteriormente, realizar a operação da Linha 18-Bronze (Tamanduateí-Djalma Dutra).

A holding italiana fez aporte financeiro no Grupo Privam, uma das companhias que compõem o Consórcio Vem ABC, parte privada da PPP. O bloco ficará responsável por arcar com R$ 1,92 bilhão do projeto do Metrô na região.

“Esse tipo de investimento traz segurança também que o setor privado dará conta de construir o modal”, salientou o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni. O Consórcio Vem ABC é composto também pelas empresas, Encalso, Cowan e a Benito Roggio.

Críticas Federais

Quando a União travou análise do aval ao pedido de empréstimo internacional para o Estado, o então secretário nacional de Mobilidade Urbana, Dario Rais Lopes, indicou que o governo federal não tinha segurança de que o modal de monotrilho era o indicado para a Linha 18-Bronze. Lopes, em novembro, afirmou que seria necessário estudo sobre as Linhas 15-Prata (Terminal Vila Prudente-Iguatemi) e 17-Ouro (que ligará Congonhas ao Estádio do Morumbi) antes de viabilizar recursos para a Linha 18-Bronze.

“A Linha 15-Prata é um sucesso. Funciona que é uma maravilha. Não temos críticas. O Monotrilho está em operação em duas estações, das 6h às 20h. É um sucesso na Linha 15-Prata, será um sucesso na Linha 18-Bronze”, concluiu Pelissioni. 

Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Projeto da Futura Estação Morumbi (Linha 17-Ouro) é alterado

Depois da retomada das obras das Estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, da Linha 17-Ouro, o foco fica para o Pátio Água Espraiada e a Estação Morumbi que ainda estão com as construções paradas.

O contrato para a retomada do pátio foi assinado em Junho de 2016 com a volta das obras para Julho de 2016. O governador disse que o contrato de sistema para a linha está a espera de uma decisão judicial para ser retomada.

Com relação a Estação Morumbi, que se conectará com a Linha 9-Esmeralda, da CPTM, o diretor de operações do Metrô, Mario Fioratti, disse que uma nova licitação deve ser feita em breve pois o projeto original foi reformulado. “O projeto original não previa acesso direto de rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM. Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído”, afirma o diretor.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Metrô assina contrato para conclusão de obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô de São Paulo assinou contrato com o consórcio TC-Linha, formado pelas empresas Tiisa S/A, Comsa S/A no prazo de 47 meses para finalizar as obras na Linha 4-Amarela, paradas desde 2015.

As construções devem finalizar as Estações Higinopolis-Mackenzie, a próxima a ser inaugura, Oscar Freire na sequencia, São Paulo-Morumbi, e por fim Vila Sônia, prevista para ser entregue em 2019, ou seja, 15 anos após o início das obras da linha, que focaram na primeira fase. Em Vila Sônia deve ser erguido também um terminal de ônibus para atender linhas municipais e metropolitanas.

A estação mais adiantada é a Higienópolis Mackenzie, com cerca de 60% dos trabalhos feitos, e que futuramente fará conexão com a Linha 6-Laranja, em meados de 2020. Já a parada Oscar Freire tem 40% dos trabalhos feitos. Uma nova conexão também é prevista em São Paulo-Morumbi, com a Linha 17-Ouro, no entanto as obras de extensão do monotrilho ainda não foram licitadas.

Com a conclusão, são previstos mais usuários para a Linha 4-Amarela, onde a demanda diária atual de 700 mil deve saltar para 981 mil passageiros.

O Governo de São Paulo ainda tem planos de uma 3ª Fase, rumo a Taboão da Serra, com duas estações novas, uma na divisa entre os municípios e outra no Jardim Jussara.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Após retomar obras da Linha 17-Ouro, Metrô muda projeto da Futura Estação Morumbi


O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.

As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em Janeiro de 2016 após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas anteontem, segundo informou o Governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse ontem, referindo-se a um lote de obras que prevê três estações: Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan. A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em Julho de 2016", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo Governo - para nós, estava tudo ordem -, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o País está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso
A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM", explicou Fioratti.

"Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô. Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da Linha 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras
A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 km de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda da CPTM. O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em Dezembro de 2015. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal do Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5- Lilás.

Fonte da Notícia: Revista Época

terça-feira, 12 de julho de 2016

Obras da Linha 17-Ouro são retomadas e Estação Morumbi tem projeto alterado

O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas nesta semana, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.
As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em janeiro após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas na terça-feira (21), segundo informou o governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse na quarta (22), referindo-se a um lote de obras que prevê três estações --Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan.

A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas Empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em julho", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo governo --para nós, estava tudo ordem--, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o país está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso

A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi (da CPTM)", explicou Fioratti. "Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô.

Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras

A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 quilômetros de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás (em obras) e 9-Esmeralda da CPTM.

O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em dezembro. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5-Lilás.
 
Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo 

ABC Paulista quer futuras Linhas 17-Ouro e 20-Rosa na região

Um documento apresentando pelo Consórcio Intermunicipal Grande ABC, que representa os sete municípios da região, elencou prioridades de investimentos à região, e entre as áreas está a mobilidade urbana. O documento com as demandas foi entregue ao deputado estadual Teonilio Barba, representando a Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa.

“Esse conjunto de propostas reflete o nosso Plano Plurianual Regional Participativo 2014-2017 e as necessidades da população das sete cidades dentro da lógica de atuação regional e metropolitana”, disse o Secretário Executivo do Consórcio, Luis Paulo Bresciani. As demandas superam R$ 7 bilhões.

Entre as propostas está o início da construção da Linha 18-Bronze e a modernização das estações ferroviárias da Linha 10-Turquesa. O consórcio quer também agilidade na construção de duas linhas para atender a região. Uma delas é a Linha 20-Rosa, que está prevista para ligar a Lapa até São Bernardo do Campo, passando por Pinheiros, região da Estação São Judas e Cursino.

A outra reivindicação é a extensão do Monotrilho da Linha 17-Ouro em Diadema. Seria uma extensão à futura expansão do trem ao bairro do Jabaquara.

O consórcio quer ainda a integração operacional e tarifária dos transportes metropolitanos e a duplicação de rodovias.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

domingo, 12 de junho de 2016

Projeto Arte na Rua leva música para estações da Linha 3-Vermelha na próxima semana

O Metrô de São Paulo pega carona no clima das festas juninas e será palco de manifestações artísticas de algumas das mais conhecidas artes da cultura popular caipira e nordestina, nos dias 13 e 17/06/2016.

Os usuários do sistema poderão assistir as apresentações musicais de forró, catira, orquestras de viola e Roda de Coco, além de um “correio elegante”, típica brincadeira onde o público poderá trocar mensagens.

Os eventos fazem parte do projeto “Arte na Rua”, uma iniciativa da TV Globo que conta com o apoio do Metrô de São Paulo.

Programação: 
 
Dia 13/06 - Estação Sé
Artista: Coco de Roda, das 17h30 às 18h
Artista: Trio de Forró, das 18h10 às 18h40
Artista: Quadrilha de Melão, das 18h50 às 19h20

Dia 17/06 - Estação Tatuapé
Artista: Catira Bota de Ouro, das 17h às 17h30
Artista: Festa do Boi, das 17h40 às 18h10
Artista: Orquestra Caipira de Registro e Violeiros Raízes da Viola de Guarulhos, das 18h20 às 19h
 
Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Edital para moradia em cima da Linha 3-Vermelha deve sair até Julho de 2016

Estação Bresser-Mooca (Linha 3-Vermelha)
Viabilizada com base na nova Lei de Zoneamento, a proposta prevê a construção de 7 mil moradias em cima e no entorno das estações de Metrô Bresser, Belém e Brás, todas na Linha 3-Vermelha, que corta a zona leste. As unidades serão erguidas no perímetro que vai do Parque Dom Pedro até o Viaduto Salim Farah Maluf, passando pela Avenida Celso Garcia e a Rua da Mooca.

A pretensão neste caso, como deve ocorrer na PPP do Tiquatira, é erguer unidades nos dois modelos existentes de construção popular: HIS e HMP.

Para o Secretário Estadual de Habitação, Rodrigo Garcia, a proposta representa a conjunção de vários objetivos, além da construção de moradia popular, como requalificação urbana e integração social.

A possibilidade de erguer torres sem limite de altura em cima de estações de metrô foi autorizada pelos vereadores no fim de Fevereiro de 2016, durante votação da revisão da lei que define quais os usos e ocupações do solo são permitidos na cidade. O Zoneamento agora prevê essa condição como forma de aumentar o adensamento em áreas da cidade dotadas de transporte público - foco também do Plano Diretor de 2014.

Nova York

A liberação dada pela Câmara Municipal de São Paulo vale tanto para as áreas operacionais, ou seja, sobre as estações e terminais já construídos, como para as áreas que ainda estão ociosas, mas que ainda pertencem ao Metrô ou à CPTM. O modelo pretendido pela gestão estadual tem como inspiração os condomínios populares erguidos sobre estações de Nova York. Lá, os prédios são "colados" às linhas.

Além das três estações citadas, outras podem despertar interesse do mercado, seja para projetos residenciais ou comerciais. Nessa lista estão áreas das estações Jabaquara e Tucuruvi, na Linha 1-Azul, e Barra Funda, na Linha 3-Vermelha.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Paulo Pinto

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Projeto de leitura distribui livros gratuitamente para usuários da Linha 4-Amarela

Para incentivar o hábito da leitura tanto na viagem de Metrô como nos momentos de lazer, a ViaQuatro realiza o projeto Leitura na Linha 4-Amarela, que distribui gratuitamente livros aos passageiros.

A ação cultural, em parceria com a Livraria Leitura, acontece nas estações República e Paulista até o dia 01/07/2016. Nessas estações, estarão estantes com 150 títulos de gêneros variados da literatura nacional e estrangeira.

Para viajar nas histórias de um bom livro, basta o passageiro retirar um volume de sua escolha e seguir viagem. Não é necessário fazer qualquer tipo de cadastro. Além do incentivo à leitura, a ação pretende estimular a cidadania, propondo aos passageiros que troquem e devolvam livros à estante após o uso.

A Livraria Leitura será responsável por manter as estantes abastecidas e monitorar o acervo.
 
Fonte da Notícia & Imagem: Diário da CPTM

terça-feira, 22 de março de 2016

Composições da Linha 6-Laranja devem operar sem condutores

Mapa da Futura Linha 6-Laranja
A operação dos trens na Futura Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo deve ser feita sem condutor, segundo informou a Concessionária Move São Paulo. O sistema de sinalização presente na nova ligação metroviária deve contar com a tecnologia CBTC. Atualmente as Linhas 2-Verde, 4-Amarela e 5 Lilás contam com esta funcionalidade.

De acordo ainda com a Move São Paulo, quando a linha laranja estiver operando em plena capacidade, o intervalo entre as composições será de até 75 segundos. Os 15,3 quilômetros da nova ligação entre o Centro e a Zona Norte devem transportar mais de 633 mil passageiros por dia.

No começo de Março de 2016, a concessionária informou, que os trens devem ser fornecidos pela Alstom.
 
Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Créditos do Mapa Reservados ao Autor

terça-feira, 15 de março de 2016

Integração entre as estações Paulista e Consolação poderá ganhar novo túnel de transferência

Estação Paulista (Linha 4-Amarela)
A concessionária ViaQuatro, que administra a Linha 4-Amarela do Metrô, vai construir mais um túnel para facilitar a baldeação entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da Linha 2-Verde do Metrô. A ideia é diminuir o tempo de travessia dos atuais 8 minutos e 20 segundos, em média, para 4 minutos e 40 segundos.
 
Os cálculos são do Metrô e da ViaQuatro. A obra deve começar até o início de 2017, sem previsão de entrega.
 
"O formato do túnel atual causa um gargalo", observa o Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni. Em média, 22,5 mil passageiros passam por ali por hora nos horários de pico. Os estudos da companhia apontam que essa quantidade pode saltar para mais de 35 mil pessoas em 2019, com a chegada dos futuros usuários da Linha 6-Laranja e das extensões das Linhas 5-Lilás e da própria Linha 4-Amarela.
 
Essa nova travessia substitui a antiga ideia de abrir uma saída para passageiros pela Rua Bela Cintra. As simulações feitas até agora também levaram ao abandono pelo Estado da ideia de alargar a passagem atual, que tem 300 metros.
 
O gargalo surge no "cotovelo" formado pelos corredores próximos do mezanino da Linha 4-Amarela, que recebem passageiros dos dois lados. Com a nova proposta, os usuários que desembarcam pela Estação Paulista terão acesso exclusivo pela passagem nova (que deve ter cerca de 50 metros a mais, apesar da redução no tempo final de trajeto) até a área das esteiras.
 
Da mesma maneira, quem desce na Consolação vai continuar usando o túnel que já existe na parte final do trajeto, mas não terá de dividir espaço com pessoas no fluxo contrário.
 
Na prática, o cenário só ficará igual ao atual nos cerca de 90 metros de esteiras, que continuarão sendo de "mão dupla". Procurada, a ViaQuatro explicou que, "até a presente data, há estudos de alternativas, porém, sem definição do traçado".
 
Para acelerar o novo túnel, o governo planeja passar a execução para a ViaQuatro. A proposta já teve parecer favorável da Procuradoria-Geral do Estado e aguarda posicionamento do Conselho Paulista das Parceria 
 
"A concessionária privada vai fazer o projeto. Eu aprovo tecnicamente, com a ajuda do Metrô, eles me apresentam os valores e podemos negociar se o pagamento vai ser em dinheiro ou ampliando o prazo da concessão (hoje de 30 anos)", afirmou Pelissioni. A expectativa é de que sejam feitos aditivos contratuais.
 
Lotação extrema na Estação Pinheiros (Linha 4-Amarela)
Aprovado
 
Especialistas consultados pela reportagem gostaram da ideia. O engenheiro Roberto Kochen, professor aposentado do Departamento de Infraestrutura da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), considera que "a melhor solução" é um novo túnel, em vez do alargamento do existente, o que poderia ser prejudicial para a operação da Linha 2-Verde.
 
"Precisa ampliar a capacidade porque chegou a uma situação de saturação. (A passagem) Foi subdimensionada e tem mais pessoas do que poderia absorver", explicou o especialista.
 
Nestor Tupinambá, representante do Metrô no sindicato dos engenheiros e arquitetos da companhia (Aeamesp), considera o alargamento até inviável. "Poderia afetar por onde os trens passam. Isso vale para qualquer túnel, em qualquer profundidade."
 
Lotação
 
Semana passada, uma pane elétrica da Linha 1-Azul prejudicou a circulação nas Linhas 2-Verde, 3-Vermelha e a fluidez na interligação entre as Estações Paulista e Consolação. A reportagem levou nove minutos entre as plataformas. Procurado, o governo estadual respondeu que o tempo habitual para o trajeto em horário de pico foi mantido mesmo com a falha.
 
Os passageiros dizem que a travessia lenta é normal, independentemente de haver problemas ou não no sistema de transporte sobre trilhos. Os esbarrões viram brigas em um ambiente sobrecarregado.
 
"Sempre lota. Já vi muita briga dentro do túnel, gente se empurrando e ameaçando bater porque encostou em outra pessoa", disse a analista de comércio exterior Bárbara Lima, de 22 anos. O gerente financeiro Laudeci Carpe, de 51 anos teme não ter "para onde correr", caso algo mais grave aconteça dentro do túnel.
 
"Se tem um tiroteio aqui dentro, uma briga mais complicada ou qualquer outra emergência, meu medo é ser pisoteado pelas pessoas desesperadas."
 
Escadas rolantes
 
Além dessa alteração na região da Avenida Paulista - considerada mais complexa -, a ViaQuatro também vai instalar mais escadas rolantes na Estação Pinheiros, na integração com a Linha 9-Esmeralda da CPTM que também tem problemas de lotação.
 
De acordo com a Secretaria Estadual, no pico da manhã são 25 mil usuários na baldeação e outros 26,9 mil no pico da noite, em ambos os sentidos.
 
Fonte da Notícia: Correio Popular
Imagem 1: IG
Imagem 2: YouTube

quinta-feira, 10 de março de 2016

Integração nas estações Paulista e Consolação deve ganhar um novo túnel de transferência

Túnel atual de transferência entre as estações Paulista e Consolação
Quem passa pela ligação entre as Estações Consolação, na Linha 2-Verde, e Paulista, na Linha 4-Amarela no Metrô de São Paulo, pode imaginar o que seria se o local ganhasse pelo menos 50% a mais no volume de usuários?

Este cenário esta previsto, onde atualmente passam pela estrutura 22,5 mil passageiros por hora, e em 2019 pode chegar em 35 mil, segundo o Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni em reportagem no jornal “O Estado de São Paulo”

Novo túnel

Prevendo este aumento de pessoas, a concessionária ViaQuatro, que administra a Linha Amarela, anunciou que vai construir mais um túnel. A previsão é que o tempo de deslocamento caia de 8 minutos e 20 segundos, em média, para 4 minutos e 40 segundos.

A nova passagem ligaria o final das escadas rolantes, próximo ao contador de acessos entre os dois sistemas, até o mezanino da Estação Paulista.

A obra já havia sido anunciada em 2015, e agora a nova previsão é que a construção comece até o início de 2017.

De acordo ainda com o secretário, o aumento na malha metroviária, com a entrega de estações das Linhas 6-Laranja, 5-Lilás e 4-Amarela devem atrair novos usuários.

O túnel seria uma alternativa na construção de uma saída para a Rua Bela Cintra.“A concessionária privada vai fazer o projeto. Eu aprovo tecnicamente, com a ajuda do Metrô, eles me apresentam os valores e podemos negociar se o pagamento vai ser em dinheiro ou ampliando o prazo da concessão (hoje de 30 anos)”, disse Pelissioni.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem de Raphael Comitre

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Governo planeja interligação entre linhas da CPTM e do Metrô

Frota E do Metrô de São Paulo
Tanto nos planos oficiais quanto para especialistas em trânsito e ambiente, há um consenso: o espaço para os carros precisa ser reduzido.

Não cabem mais carros em São Paulo. Nos dias de pior congestionamento, há 1 milhão de veículos na rua, diz Marcos Kiyoto, mestre em planejamento urbano.

Uma das previsões é que São Paulo terá, além do Rodoanel, outros dois círculos em torno da cidade, mas para o transporte sobre trilhos.

O Metrô planeja criar uma espécie de anel ao redor do centro expandido, ao somar a extensão da Linha 2-Verde (Vila Prudente-Dutra) às Futuras Linhas 23-Magenta (Dutra-Lapa) e 20 (Lapa-Moema).

No papel, essa seria a realidade de 2030. Pelo ritmo atual, no entanto, o anel metroviário deve ficar para bem depois disso. Hoje, há outras duas linhas do Metrô em construção (6-Laranja e 17-Ouro), quatro em ampliação (2-Verde, 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata) e atrasos acumulados. O mais recente deve-se à suspensão do contrato de construção da Linha 17-Ouro, de Monotrilho.

O outro arco, previsto pela CPTM, é mais amplo e ligará Alphaville a Guarulhos, passando pelo ABC.

As linhas circulares colaboram para reduzir o movimento na região central, destaca o plano Atualização de Rede Metropolitana, de 2013, que serve como referência para a expansão dos trilhos na Grande São Paulo.

Garagem

Para tentar facilitar a opção da população pelo transporte público, a construção de garagens próximas a terminais e estações é incentivada pelo Plano Diretor.

Nas áreas centrais, porém, o plano propõe o oposto: estipula que os novos prédios tenham menos pontos de estacionamento e que o espaço das vagas na rua seja transformado em ciclovias ou usado para ampliar calçadas.

Formas de restrição mais contundentes, como pedágio urbano e ampliação do rodízio, não são citadas. O projeto é investir pesado em ciclovia e transporte público. O uso do carro vai sendo desestimulado pelo custo de ficar no congestionamento, cuja tendência é piorar, avalia Jilmar Tatto, secretário municipal de Transportes.

Para os ônibus, a proposta é continuar a cortar linhas diretas entre bairro e centro. Nesse modelo, veículos menores levam passageiros até pontos de transferência, de onde seguem viagem em ônibus maiores por corredores.

Mais uma vez, o futuro deve chegar com certo atraso: a licitação que fará um rearranjo no sistema de ônibus foi suspensa pelo Tribunal de Contas do Município e está sendo reelaborada.

Para José Bento Ferreira, professor de engenharia civil da Unesp, contratos e projetos de má qualidade são os principais motivos da demora na expansão da rede de transporte público.

Parte-se de premissas otimistas e mal detalhadas. Durante a obra, surgem imprevistos que geram atrasos e conflitos entre Estado e construtoras sobre quem arcará com os custos extras, diz.

Por meio de políticas de uso do solo, os governos estadual e municipal planejam aproximar trabalho e moradia, o que diminuiria a necessidade de transporte.

Uma das metas do plano SP 2040, lançado na gestão Gilberto Kassab (2006-2012), é que o tempo médio de deslocamento na cidade seja de 30 minutos. Em 2007, quando foi feita a última pesquisa Origem e Destino, as viagens de ônibus duravam em média 68 minutos e as de carro, 37.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Eduardo Ganança

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Projeto de lei prevê tarifa mais barata fora do horário de pico em São Paulo

Lotação excessiva na Estação Sé (Linha 3-Vermelha)
Um projeto de lei de autoria do Deputado Igor Soares tem como objetivo reduzir o valor da passagem no transporte público em horários de menor movimento no Estado de São Paulo. A medida visa atrair usuários para os horários de menores movimentos, descongestionando o horário de pico. A proposta tramita na Alesp

Se for aprovada e implantada, a medida deve beneficiar os embarques antes das 6h e depois das 10h no período da manhã, e na tarde, antes das 17h e depois das 20h.

“A redução da tarifa em horários alternativos aos de grande fluxo traz a possibilidade de muitos trabalhadores deixarem seus veículos em casa e darem prioridade a esse tipo de transporte”, diz Soares na justificativa do projeto de lei. “Por outro lado, a redução do excesso de veículos nas ruas, além de garantir maior mobilidade nas vias públicas, contribuirá significativamente com o meio ambiente”, afirma.

Em relação ao impacto nas contas dos operadores do transporte, o deputado acredita que a “redução não implicará grande impacto financeiro no setor de transportes vez que se estima o aumento dos usuários no setor garantindo a equidade tarifária”.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Paulo Pinto

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Linha 4-Amarela será realmente expandida até Taboão da Serra?

As obras da conclusão da 2ª Fase da Linha 4-Amarela devem ser retomadas até Abril de 2016, e as inaugurações devem ser feitas entre 2017 e 2019, com as entregas de Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia. Houve problemas com o consórcio responsável pela construção, e o contrato entre as partes foi rompido, levando o Metrô a promover uma nova concorrência.

O Governo do Estado tem planos também para uma terceira fase, rumo ao município de Taboão da Serra, que assim como todo o restante da linha acabou tendo os prazos postergados. Em 2011, a promessa era para 2015, a chegada da linha nas imediações de um Hipermercado próximo a divisa dos dois municípios. Depois este prazo foi para 2019, e agora a administração estadual está mais cautelosa, não fixando uma data certa para a operação, como fez no passado.

Segundo o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, em entrevista a Rádio Jovem Pan, o projeto básico esta em andamento para a extensão. Pelissioni disse também que os esforços estão concentrados até Vila Sônia, o que mostra que a 3ª Fase da linha pode ficar para a década que vem.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Linha 2-Verde terá o dobro de tamanho após expansão até a Dutra


Linha do tempo linha 2 verde do metrôA extensão da Linha 2-Verde do Metrô até Guarulhos já está com o contrato assinado e as obras devem começar até o final desse ano.

O novo trecho contará com 13 novas estações e mais 14,5km de extensão, saindo da atual Estação Terminal Vila Prudente e seguindo até a Futura Estação Dutra, na cidade de Guarulhos.

Ainda serão adquiridos 35 novos trens para reforçar a frota atual e atender a demanda estimada de 1,5 milhão de passageiros por dia.

A linha teve sua última expansão em 2010, quando foram inauguradas as estações Sacomã, Tamanduateí e Vila Prudente.

A Linha 2-Verde

Atualmente a Linha 2-Verde possui 14 estações distribuídas num percurso total de 14,7km, saindo da estação Vila Madalena e indo até a estação Vila Prudente. Possui integração com as linhas 1, 4 e 15 do Metrô e Linha 10 da CPTM.

Conta com uma frota de 27 composições que circulam com intervalo mínimo de 144 segundos, chegando a transportar 591 mil passageiros em um único dia. O percurso total é realizado em aproximadamente 33 minutos.

Confusão de nomes e definição do traçado

Durante o período de estudos e definição do traçado, a extensão Vila Prudente – Dutra estava sendo chamada como “Linha 15-Branca” enquanto que o monotrilho até Cidade Tiradentes estava definido como “Linha 2-Verde”.

Essa confusão foi gerada provavelmente – e proposivalmente – para acelerar as obras do monotrilho, que utilizou uma antiga licitação
.
Somente quando as obras do monotrilho começaram é que a confusão foi resolvida ao adotarem o padrão atual, ou seja:
  • Linha 2-Verde: Trecho atual da linha somado à sua extensão, já que não haverá segmentação;
  • Linha 15-Prata: Trecho Vila Prudente – Cidade Tiradentes, seguindo a nomenclatura adotada para sistemas monotrilho.
O traçado também sofreu alterações. A ideia inicial era levar a Linha 2-Verde até o Metrô Tatuapé, mas após estudos o traçado foi alterado para a Estação Dutra, passando pelo Metrô Penha (Linha 3-Vermelha).
Extensão da Linha 2-Verde do Metrô
Mapa de expansão da Linha 2-Verde

Recentemente, ainda houve outra alteração: o local da Estação Dutra foi alterada para próximo ao Shopping Internacional de Guarulhos e houve a inclusão da Estação Ponte Grande antes dela.

A maior linha do Metrô de São Paulo

Com a expansão, a Linha 2-Verde passará a ter 29,2km de extensão e 27 estações, tornando-se a maior linha do Metrô. Hoje, esse título é da Linha 1-Azul, com 20,2km de extensão.

A obra está dividida em duas fases:
  • Primeira Fase: Vila Prudente – Anália Franco;
  • Segunda Fase: Anália Franco – Dutra;
O novo trecho da Linha 2-Verde fará integração com a Linha 3-Vermelha do Metrô, Linha 11-Coral e Linha 12-Safira da CPTM, somando-se as transferências do trecho atual: Linha 4-Amarela, Linha 1-Azul, Linha 15-Prata e em breve com a Linha 5-Lilás (em obras avançadas).

Ainda se considerarmos o Planejamento de Transportes elaborado pela STM (Secretaria de Transportes Metropolitanos) em 2014, a Linha 2-Verde também se integrará futuramente com a Linha 6-Laranja, Linha 13-Jade, Linha 19-Celeste, Linha 21-Grafite e Linha 23-Magenta.

Lembrando que os estudos elaborados pela STM são revisados periodicamente, podendo sofrer alterações consideráveis além de não possuírem prazos precisos para saírem do papel.

O novo trecho será totalmente subterrâneo e para sua escavação serão utilizado dois “tatuzões” além de escavações manuais através do método NATM.

A sinalização a ser implantada será o sistema CBTC, o que possibilitará a redução do intervalo mínimo de 144s para 90s. Os trens percorrerão o trajeto Vila Madalena – Dutra em 45 minutos.

Serão adquiridos 35 novos trens para complementar a frota atual e atender o novo trecho.

O custo da obra está estimado em 6,7 bilhões de reais e o prazo de conclusão oficial é 2020.

Não há informação oficial sobre o início das obras (previstas para começar em 2015), no entanto há relatos no fórum Skyscrapercity de desapropriações e demolições nos locais das futuras estações.

O melhor caminho para o Aeroporto de Guarulhos?
 
Estação Vila Prudente  - Linha 2-Verde
Estação Terminal Vila Prudente (Linhas 2-Verde e 15-Prata)
Como descrito no posto sobre a Linha 13-Jade, existe uma séria limitação quanto ao trajeto entre o maior aeroporto e maior centro financeiro do Brasil. E somente a conclusão Linha 13-Jade, no trecho Engº Goulart – Aeroporto, não contribuirá muito para resolver esse problema.

Com o futuro trecho da Linha 2-Verde até a Estação Dutra, o problema poderá até ser minimizado, mas não totalmente resolvido. O motivo é que ainda não haverá uma ligação direta entre a linha 2-Verde e a Linha 13-Jade, sendo necessário utilizar o trecho da já saturada Linha 12-Safira da CPTM.

Somente a possível extensão da Linha 13-Jade até a Estação Tiquatira possibilitará uma ligação rápida entre a Avenida Paulista e o Aeroporto de Guarulhos, com um tempo próximo de 45 minutos

Fugido do Centro de São Paulo

Talvez uma das principais vantagens do futuro trecho é a possibilidade dos moradores da Zona Leste irem até a região da Avenida Paulista através da integração na Estação Penha. Ou seja, não será mais necessário seguir até as lotadíssimas estações centrais – Sé, Brás e Luz – e utilizarem a Linha 1-Azul ou Linha 4-Amarela.

Além da Vila Madalena

Há estudos para estender o outro extremo da Linha 2-Verde para além da Estação Vila Madalena. A ideia é construir mais 3 estações – A primeira com nome indefinido, seguida pela estação Cerro Corá e terminando na Estação Boaçava, ao lado do Cemitério da Lapa.

Prolongamento até Cemitério da Lapa

A intenção é que a Estação Cerro Corá faça integração com a futura Linha 20-Rosa do Metrô e a Estação Boaçava faça integração com a talvez futura Linha “Piqueri-Monte Belo” (planejamento para 2030).

Fonte da Notícia: Portal Mobiness
Imagem 1: Créditos Reservados ao Autor
Imagem 2: Créditos Reservados ao Autor
Imagem 3: Stephanie Dantas

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

TCU afirma que faltou projeto básico e orçamento para obras da Linha 17-Ouro

monotrilho problema
Obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro
A Linha 17-Ouro do Monotrilho de São Paulo, prevista inicialmente para ligar o Jabaquara, Aeroporto de Congonhas até a região do Estádio do Morumbi, foi licitada de forma irregular: sem o projeto básico e sem orçamento.

É o que aponta o TCU em representação ao Ministério Público Federal.

A forma como foi conduzida a licitação da linha do trem que deve circular em elevados sustentados por pilastras não é condizente com a legislação brasileira, ainda aponta o TCU.

O relatório vai ser encaminhado ao TCEe ao MPE.

As obras receberam verbas da Caixa Econômica Federal por meio de empréstimo, por isso que são os órgãos estaduais que devem dar a palavra final sobre se a obra deve ser paralisada até a regularização ou se pode continuar. Se contasse com recursos do PAC por meio de investimento, o próprio TCU poderia recomendar a suspensão, como ocorreu com um trecho do Corredor de Ônibus Radial Leste, da administração de São Paulo.

Segundo o relatório, como não houve um projeto básico, o custo para as obras não poderia ter sido baseado em valores reais de mercado.

Também falta na Linha 17-Ouro o relatório por parte do governo do estado de São Paulo de sondagens geotécnicas, que apontaria as reais condições do solo para a instalação das vigas do monotrilho.

O Metrô, responsável pelas obras do Monotrilho, diz que vai esperar parecer do TCE e do MPE para responder eventuais questionamentos.

O Monotrilho da Linha 17-Ouro é um dos três que apresentam atrasos.

A Linha 17-Ouro do Monotrilho deveria ter 17,7 quilômetros de extensão, com 18 estações entre Jabaquara, Aeroporto de Congonhas e região do Estádio do Morumbi ao custo de R$ 3,9 bilhões com previsão de entrega total em 2012. Hoje, o orçamento está 41% mais caro somando R$ 5,5 bilhões e a previsão para a entrega de 8 estações até 2017. O Monotrilho, se ficar pronto, não deve num primeiro momento servir as regiões mais periféricas.  Assim, os trechos entre Jabaquara e a Aeroporto de Congonhas e entre depois da Marginal do Rio Pinheiros até a região do Estádio São Paulo-Morumbi, passando por Paraisópolis, estão com as obras congeladas. Com este congelamento, não haverá as conexões prometidas com a Linha 4-Amarela do Metrô na Futura Estação São Paulo-Morumbi, e nem com Estação Jabaquara e da Linha 1-Azul do Metrô e Terminal Metropolitano de Ônibus e Trólebus Jabaquara, do Corredor ABD.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem de Marco Staffa