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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ATENÇÃO!! Trecho da Av. Sapopemba é interditado para obras da Futura Estação Jardim Planalto (Linha 15-Prata) dia 25/09/2016

Neste domingo, dia 25/09/2016, das 6 às 22h, para continuidade das obras da Futura Estação Jardim Planalto, da Linha 15-Prata, será necessária a interdição do trânsito na Avenida Sapopemba nas pistas sentindo Centro/Bairro, entre as ruas Francisca Marinho e Milton da Cruz.


A intervenção é para facilitar o içamento da cobertura desta estação. A orientação aos motoristas e a adequação da sinalização viária no local durante a interdição ficará a cargo da CET.

Fonte da Notícia: Metrô

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ATENÇÃO!!! Avenida Sapopemba será interditada nas madrugadas de 21, 22 e 23/09/2016 para obras da 2ª Fase da Linha 15-Prata

Nos dias 21, 22 e 23/09/2016, sempre das 23h às 05h, a Avenida Sapopemba estará interditada totalmente no sentido bairro, pela continuidade das obras de implantação do Monotrilho da Linha 15-Prata.

A pista centro-bairro da Av. Sapopemba, entre as ruas Francisca Marinho e Milton da Cruz, será fechada ao trânsito de veículos. Esta interdição é necessária para possibilitar a instalação de estrutura metálica na Futura Estação Jardim Planalto.
 
A orientação aos motoristas e a adequação da sinalização viária no local durante a interdição ficará a cargo da CET.

Fonte da Notícia: Metrô

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Governo Estadual irá privatizar Linhas 5-Lilás e 17-Ouro até o final de 2016

O Governo de São Paulo vai conceder as Linhas 5-Lilás do Metrô e 17-Ouro do monotrilho à iniciativa privada de forma conjunta.

Segundo o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, o edital deverá ser lançado a partir de outubro, e a expectativa é a de que o consórcio vencedor passe a operar as linhas a partir do 1º Semestre de 2017.

As linhas estão situadas na Zona Sul de São Paulo e vão compreender 27,5 km de trilhos e 25 estações quando concluídas. A Linha 5-Lilás já opera com sete estações entre Capão Redondo e Adolfo Pinheiro e está sendo expandida até a Estação Chácara Klabin. Já a Linha 17-Ouro, que chegou a ser prometida para 2014, deve ficar pronta apenas no início de 2019 e vai ligar, em formato de monotrilho, o aeroporto de Congonhas e a Marginal Pinheiros.

Pelissioni afirma que a concessão deverá proporcionar uma melhor gestão de recursos e maior eficácia no funcionamento da linha. “Tem uma sinergia de integração de pessoas que vão usar, de equipes, de compra de energia elétrica”, afirma. As linhas farão integração na Estação Campo Belo.O modelo da concessão será o de outorga fixa de entrada. Ou seja, o consórcio pagará um valor para assumir a operação das linhas, e o governo do estado, por sua vez, fará uma remuneração por passageiro transportado. Com isso, o modelo de operação por meio da iniciativa privada cresce nos Transportes Metropolitanos de São Paulo. A Linha 4-Amarela já é administrada por uma um consórcio de empresas. A intenção do governo de São Paulo é ainda conceder à iniciativa privada a operação de linhas da  CPTM.

Fonte da notícia: G1-SP

terça-feira, 19 de julho de 2016

Futura Estação Jardim Planalto (Linha 15-Prata) começa a ganhar forma

Das sete estações em obras da Linha 15-Prata, a Estação Jardim Planalto é a mais adiantada. No começo de Julho de 2016 o fotografo Sergio Mazzi registrou imagens das construções. Segundo informações de bastidores, o lançamento das vigas-guias da plataforma devem ser içadas em breve, e novas máquinas estão previstas para chegarem até o final deste mês para acelerar a obra.

A 2ª Fase do Monotrilho da Linha 15-Prata está previsto para ser entregue em 2018. O Governo do Estado anunciou recentemente que deve conceder à operação da linha para a iniciativa privada. A medida deve fazer com que o estado arrecade dinheiro para o término de outras linhas e evite contratação de mais funcionários do Metrô.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Após atrasos, Estado planeja privatizar Monotrilho da Linha 15-Prata

A gestão do Governador Geraldo Alckmin, após passar por situações desconfortáveis por causa dos Monotrilhos estuda a privatização de ao menos uma linha, a Linha 15-Prata, da Zona Leste de São Paulo.

A decisão se dá pelo fato de o modal estar bem mais caro que o inicial, não haver recursos por causa da crise econômica, do contingenciamento de verbas federais, da queda de arrecadação pelo alto custo de implantação, e também por questões técnicas que dificultam o avanço dos monotrilhos.

A confirmação foi trazida pela edição do jornal Folha de São Paulo em reportagem de Rodrigo Russo e Eduardo Geraque.

“Inaugurada em 2014, a Linha 15-Prata foi a primeira do Estado a adotar a tecnologia de Monotrilho, um tipo de trem elevado, visto por especialistas com desconfiança. Ela sofreu seguidos atrasos, ficou mais cara e funciona hoje com 2,9 km entre as duas estações: Oratório e Terminal Vila Prudente.” – diz trecho da reportagem.

A Linha 15-Prata deveria ter em 2012, 26,7 km de extensão funcionando. Mas agora, a previsão para 2018 é que sejam entregues 16 km e oito estações a menos.

É justamente o trecho previsto para 2018 que o Governo do Estado quer entregar para a iniciativa privada, entre atual estação Oratório e São Mateus, na Zona Leste, que soma 10,1 km e tem oito sete estações: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstoi, Vila União, Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus.

O desafio do Governo do Estado é fazer com que a linha se torne atrativa do ponto de vista financeiro para que iniciativa privada venha participar.

Atualmente, a operação do sistema de trilhos em São Paulo do ponto de vista financeiro é deficitária. Com a implantação de mais quilômetros, de acordo com a reportagem, a malha pode ainda se tornar mais cara para funcionar.

“Com menos de 80 km construídos ao longo de mais de quatro décadas, a rede de metrô de SP é pequena em relação a outras metrópoles mundiais, mas bastante ocupada. A tendência é que, conforme sua expansão avance, haja diluição do número de passageiros por quilômetro, assim como maior ociosidade em alguns momentos –podendo encarecer a operação”

Algumas questões técnicas deixaram os monotrilhos mais lentos e mais caros. Houve também um impasse em relação às fabricantes de trens, com a saída da MPE. Como os monotrilhos precisam de pilastras altas em com base profunda, a intervenção é mais complexa e cara.

Ainda em relação especificamente à Linha 15-Prata, por causa de galerias de águas sobre a Estação Vila Tolstoi, o Metrô de São Paulo teve de parar as obras e desviar o curso do Córrego Mooca, que passa pelo local, para só depois poder fincar as estruturas que vão sustentar o monotrilho. O córrego, agora por causa do sistema, faz um desvio sob o local destinado à futura estação, seguindo 100 metros por baixo da própria Avenida Luiz Inácio de Anhaia Mello e depois voltando ao canteiro Central.

No buraco que ainda existe sob a futura estação é possível ver as bases dos 12 pilares que, feitos dentro do antigo córrego, sustentariam o edifício. Eles serão enterrados pela nova base de apoio do prédio. O córrego que “apareceu” no meio da construção da linha é apenas um dos problemas que se acumularam durante toda a fase de execução do projeto.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

Confira as novas datas de inauguração da 2ª Fase da Linha 15-Prata e da Linha 17-Ouro

O Governador Geraldo Alckmin, em entrevista ao Programa Pânico da Rádio Jovem Pan, fez projeções para entrega das linhas do sistema metroviário em construção.

Monotrilhos

O Monotrilho da Linha 15-Prata, nas projeções do Governador pode ser entregue em 2017, o que ele chamou de “chegar até Sapopemba”. Atualmente a linha segue em obras de Oratório até São Mateus.

Já sobre a Linha 17-Ouro, Alckmin diz que o segundo colocado retomou as obras em Maio de 2016, em três estações ao final de Julho de 2016 será retomada as construções do Pátio Água Espraiada. A previsão de entrega do trecho entre o Aeroporto de Congonhas e a Estação Morumbi, nas palavras de Alckmin, é em 2018.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Obras das Linhas 15-Prata e 17-Ouro atrasam e encarecem seu custo

As obras das duas linhas de Monotrilho de São Paulo, a Linha 15-Prata e Linha 17-Ouro do Metrô, tiveram prazo de conclusão adiados, suas extensões reduzidas e uma elevação de preços por quilômetro em até 83%.
 
O prazo para a conclusão dos dois monotrilhos foi adiado. E mesmo quando estiverem prontas, as duas linhas vão ficar menores do que o Governo do Estado prometeu e vão custar mais caro. As informações são do SPTV.
O SPTV faz esta semana uma série de reportagens sobre mobilidade urbana. É o Anda SP, que vau falar das obras do Metrô, corredores e terminais de ônibus que estão atrasadas, paradas ou suspensas na Grande São Paulo.

Na Linha 15-Prata, o trecho entre a Estação Iguatemi, em São Mateus, e a Cidade Tiradentes foi suspenso. São 16 km e 8 estações a menos. O preço do quilômetro da linha subiu 70%, de R$ 206 milhões para R$ 354 milhões.

A Linha 17-Ouro perdeu 10 km e 11 estações. O monotrilho agora vai ligar a Estação Morumbi da CPTM ao Aeroporto de Congonhas e não vai mais até o Estádio do Morumbi nem ao Jabaquara. O preço do quilômetro subiu 83%, de R$ 177 milhões para R$ 325 milhões.

A Linha 15-Prata foi anunciada em grande estilo. Seria o maior sistema de Monotrilhos do Mundo. Ganharia do Metrô em tempo de construção pisca imagens obras paradas e em preço da obra.

A ideia era entregar o trecho até Cidade Tiradentes em 2012. Mas hoje o trem fica nesse vai e volta num trecho de 3 km entras as Estações Oratório e Terminal Vila Prudente.

Para quem mora em um bairro da Zona Leste sobra só o ônibus como opção de transporte público.

O contador Diego da Silva Paixão diz que se pudesse viajar pelo monotrilho seria bem melhor, mais rápido e mais prático.

Outro esqueleto de Monotrilho rasga a Zona Sul. A Linha 17-Ouro, prometida para a Copa do Mundo de 2014, iria ligar o Estádio do Morumbi ao Aeroporto de Congonhas.

Nesse tempo todo, o canteiro de obras já virou abrigo pra usuários de drogas, ponto pra desova de carro roubado, sem falar que rouba uma faixa de cada pista da Avenida Jornalista Roberto Marinho.  Fora o prejuízo que essa obra tá dando para os comerciantes da região.

Na Rua Rafael Iório, no Cambo Belo, a obra esconde uma locadora de carros instalada bem antes da obra do monotrilho começar.

“Isso está atrasando investimentos da nossa parte. A gente quer fazer reforma de loja, a gente quer fazer melhorias aqui, mas a gente não consegue porque a gente não sabe quando acaba esse transtorno que atrapalha essa qualidade de atendimento”, diz o gerente Douglas Vicentini. “A poeira que a obra proporciona deixa os carros mais sujos, eu tive que contratar lavadores de carro pra que o carro saia limpo da loja já”.

Valdir Sampel, do conselho de segurança de São Mateus, por onde vai passar a linha prata, diz que já convidou várias autoridades para participar das reuniões no bairro e que nunca ninguém da secretaria dos transportes metropolitanos apareceu.

“Nós esperávamos por parte do governador que viesse o Metrô. Como o Metrô não veio, veio o monotrilho. Achávamos que iria valorizar a região. Só que não está acontecendo isso. Sentimos que fomos enganados. São só promessas e nada mais”, diz.

O Metrô explicou que o atraso nas obras do Monotrilho na Linha 15-Prata se deu porque os projetos de três estações que ficariam sobre o Córrego da Mooca tiverem de ser refeitos. "Durante o desenvolvimento do projeto básico imaginamos condições que mostraram que as fundações iriam interferir muito com a galeria. Foram condições estabelecidas durante o projeto executivo, que precisou fazer intervenção na galeria", explicou o diretor de engenharia Paulo Sérgio Amalfi Meca.

Na Linha 17-Ouro, segundo o Metrô, o problema foi com as empresas contratadas. "Rescindimos contrato com execução de obras de algumas das estações e do pátio porque as empresas não deram conta de cumprir as suas obrigações", disse o diretor.

Fonte da Notícia: G1-SP

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Linha 15-Prata e sua significativa evolução nas obras

Seguem as obras do Monotrilho da Linha 15-Prata da Estação Oratório rumo a São Mateus.

No final de Março de 2016, foram concluídas as obras de desvio do Córrego da Mooca, sob a avenida Luiz Inácio de Anhaia Mello, local onde devem abrigar as Futuras Estações São Lucas, Camilo Haddad e Vila Tolstói.

O fato do córrego foi determinante para os atrasos nas construções. Em entrevista recente à imprensa, um diretor do Metrô explicou que só foi possível constatar o córrego após o início das obras.

A previsão atual é que o Monotrilho da Linha 15-Prata chegue até São Mateus em 2018
 
Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Linha 15-Prata poderá ser concedida a iniciativa privada

De acordo com reportagem publicada no final de Junho de 2016, pela Folha de São Paulo, o conselho gestor das PPPs do Estado de São Paulo deu aval para que a Linha 15-Prata, do Metrô, seja concedida a iniciativa privada.

Hoje, a linha opera entre as Estações Terminal Vila Prudente e Oratório e segue em obras até São Mateus. Um córrego, passava por baixo de algumas futuras estações, foi desviado e já não atrapalha mais o andamento das obras. O trecho que irá conectar São Mateus a Cidade Tiradentes, que seria uma terceira etapa da obra, deverá ser tocada pela futura concessionária.

A privatização deve fazer com que o estado arrecade dinheiro para o término de outras linhas e evite contratação de mais funcionários do Metrô.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Monotrilhos de São Paulo atrasam e passam a custar 83% a mais do que o previsto inicialmente

Obras da 2ª Fase da Linha 15-Prata
As obras das duas linhas de Monotrilho de São Paulo, a Linha 15-Prata e Linha 17-Ouro do Metrô, tiveram prazo de conclusão adiados, suas extensões reduzidas e uma elevação de preços por quilômetro em até 83%.

O prazo para a conclusão dos dois monotrilhos foi adiado. E mesmo quando estiverem prontas, as duas linhas vão ficar menores do que o Governo do Estado prometeu e vão custar mais caro. As informações são do SPTV.

Na Linha 15-Prata, o trecho entre a Estação Iguatemi, em São Mateus, e a Cidade Tiradentes foi suspenso. São 16 km e 8 estações a menos. O preço do quilômetro da linha subiu 70%, de R$ 206 milhões para R$ 354 milhões.

A Linha 17-Ouro perdeu 10 km e 11 estações. O Monotrilho agora vai ligar a Estação Morumbi da CPTM ao Aeroporto de Congonhas e não vai mais até o estádio Morumbi nem ao Jabaquara. O preço do quilômetro subiu 83%, de R$ 177 milhões para R$ 325 milhões.

A Linha 15-Prata foi anunciada em grande estilo. Seria o maior sistema de monotrilhos do mundo. Ganharia do Metrô em tempo de construção pisca imagens obras paradas e em preço da obra.

A ideia era entregar o trecho até Cidade Tiradentes em 2012. Mas hoje o trem fica nesse vai e volta num trecho de 3 km entras as Estações Oratório e Terminal Vila Prudente.

Para quem mora em um bairro da Zona Leste sobra só o ônibus como opção de transporte público.

O contador Diego da Silva Paixão diz que se pudesse viajar pelo monotrilho seria bem melhor, mais rápido e mais prático.
Composição de Monotrilho da Linha 15-Prata em operação comercial

Outro esqueleto de Monotrilho rasga a Zona Sul. A Linha 17-Ouro, prometida para a Copa do Mundo de 2014, iria ligar o estádio do Morumbi ao Aeroporto de Congonhas.

Nesse tempo todo, o canteiro de obras já virou abrigo para usuários de drogas, ponto para a desova de carro roubado, sem falar que rouba uma faixa de cada pista da Avenida Jornalista Roberto Marinho.  Fora o prejuízo que essa obra está dando para os comerciantes da região.

Na Rua Rafael Iório, no Cambo Belo, a obra esconde uma locadora de carros instalada bem antes da obra do monotrilho começar.

 “Isso está atrasando investimentos da nossa parte. A gente quer fazer reforma de loja, a gente quer fazer melhorias aqui, mas a gente não consegue porque a gente não sabe quando acaba esse transtorno que atrapalha essa qualidade de atendimento”, diz o gerente Douglas Vicentini. “A poeira que a obra proporciona deixa os carros mais sujos, eu tive que contratar lavadores de carro para que o carro saia limpo da loja já”.

Valdir Sampel, do conselho de segurança de São Mateus, por onde vai passar a linha prata, diz que já convidou várias autoridades para participar das reuniões no bairro e que nunca ninguém da secretaria dos transportes metropolitanos apareceu.

“Nós esperávamos por parte do governador que viesse o Metrô. Como o Metrô não veio, veio o monotrilho. Achávamos que iria valorizar a região. Só que não está acontecendo isso. Sentimos que fomos enganados. São só promessas e nada mais”, diz.

O Metrô explicou que o atraso nas obras do Monotrilho na Linha 15-Prata se deu porque os projetos de três estações que ficariam sobre o córrego da Mooca tiverem de ser refeitos. "Durante o desenvolvimento do projeto básico imaginamos condições que mostraram que as fundações iriam interferir muito com a galeria. Foram condições estabelecidas durante o projeto executivo, que precisou fazer intervenção na galeria", explicou o diretor de engenharia Paulo Sérgio Amalfi Meca.

Na Linha 17-Ouro, segundo o Metrô, o problema foi com as empresas contratadas. "Rescindimos contrato com execução de obras de algumas das estações e do pátio porque as empresas não deram conta de cumprir as suas obrigações", disse o diretor.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Felipe Macedo
Imagem 2: Sérgio Mazzi

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Obras de Monotrilhos atrasos e encarecem seu custo

Obras da 2ª Fase da Linha 15-Prata
Reportagem da Rede Globo sobre atrasos em obras de Mobilidade Urbana afirma que as linhas de Monotrilho ficaram até 83% mais caras. Segundo a matéria, o quilômetro construído da Linha 15-Prata passou de 206 milhões para 354 milhões, representando um acréscimo de 70% do que foi projetado.

Já na Linha 17-Ouro, o acréscimo do custo por km foi de 83%, saltando de 176 para 325 milhões, de acordo com a reportagem da TV Globo.

O repórter ouviu um diretor do Metrô que explica que no caso da Linha 15-Prata, três estações sobre o córrego da Mooca tiveram seus projetos refeitos, e que este cenário só foi possível constatar após o início das obras. Já sobre a Linha 17-Ouro, o Metrô atribui a problemas com empresas contratadas e projetistas.

Outros atrasos

A série intitulada “Anda São Paulo” também abordou atrasos nas obras dos corredores de ônibus, prometidos pela atual gestão da prefeitura de São Paulo, onde a meta de 150 km até o final deste ano dificilmente será comprida.

Desta meta, apenas 23% deve ser cumprida. A administração municipal atribui a crise econômica sobre a demora nas construções.

Também foi abordado atrasos nas obras das Linhas 2-Verde, 4-Amarela e 6-Laranja do metrô, a cargo do Governo Estadual.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem de Fernando Giolo

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Novas composições do Metrô ficarão sem uso até conclusão das obras de expansão

Novas composições da Linha 15-Prata sem serviço no Pátio Oratório
A compra de trens para extensões de novas linhas do Metrô de São Paulo e a construções não seguiram o mesmo ritmo, e o resultado é que 46 composições podem ficar fora de operação comercial até o fim de 2016 nas Linhas 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata. As informações são do jornal “O Estado de São Paulo“.

No caso da Linha 4-Amarela, três trens foram entregues, dos 15 comprados para operação da segunda fase, com a entrega de mais quatro estações. Na Linha 5-Lilás são 15 trens a disposição, dos 26 adquiridos para extensão entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin. Parte das composições pode entrar em operação em 2016

Já na Linha 15-Prata, são, ao todo, 16 trens à disposição no Pátio Oratório, onde apenas uma composição cobre os quase 3 km de extensão operacional do Monotrilho. A Bombardier deve fornecer 32 trens ao todo para extensão entre Terminal Vila Prudente e São Mateus.

Metrô contesta reportagem

O Metrô disse à reportagem que “não é verdade que o Metrô de São Paulo terá 46 trens parados até Dezembro de 2016 pelo atraso de obras”. A empresa diz que os trens cheguem em testes, antes de iniciar o transporte aos passageiros.

Sobre a Linha 5-Lilás, “das composições entregues, seis trens já estão com os testes concluídos e outros seis passam por testes”. Sobre os Monotrilhos, “com trens especialmente projetados e desenvolvidos para o novo e inédito modal, os mesmos testes são necessários para garantir a operação segura do sistema”, diz a nota ao jornal.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem de Sérgio Mazzi

Com queda de investimentos, Governo sugere que Metrô busque receitas próprias

Estação Tamanduateí (Linha 2-Verde)
Se a crise econômica, que teve início na crise fiscal, afeta o desempenho da Prefeitura de São Paulo para a expansão da malha de corredores de ônibus, o mesmo fator interfere na arrecadação do Governo Estadual e, como consequência, no ritmo de obras de ampliação da malha de Metrô e para os três Monotrilhos.

Na LDO referente a 2017, enviada pela gestão de Geraldo Alckmin para a Assembleia Legislativa, o Governo do Estado de São Paulo prevê uma queda de arrecadação na ordem de R$ 16,5 bilhões.

A receita para 2017 será de R$ 193,5 bilhões. Para este ano, já com a correção da inflação, a receita prevista é de R$ 210 bilhões.

As previsões de despesas, como consequência, também tiveram queda.

Mantendo o ritmo de investimento para este ano, a gestão Alckmin deve aplicar R$ 205,6 bilhões. Já para 2017, a previsão é de R$ 191,7 bilhões.

Poderes relacionados ou indiretos à administração, mas que dependem de verbas estaduais, terão autonomia para cortar gastos por conta própria. Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Defensoria do Estado e Ministério Público do Estado de São Paulo podem publicar atos estabelecendo o total de verbas a serem contingenciadas caso haja necessidade ao longo de 2017.

Outra novidade no documento é que empresas e autarquias com participação do Estado, como o Metrô e a Sabesp, deverão buscar receitas próprias e outras alternativas para expansão das atividades. Esta previsão não constava nas últimas edições da LDO.

Assim, por exemplo, o metrô deverá buscar mais alternativas de receita.

Na proposta, o Governo do Estado colocou estimativas de avanço de obras e modernizações em diversas áreas.  Para transporte e mobilidade as principais previsões são:

– Linha 4-Amarela : avanço de 25% nas obras
– Linha 17-Ouro:  avanço de 20% nas obras linha
– Linha 15-Prata: avanço de 14% nas obras
– Linha 18-Bronze: sem previsão
– Construção da Rodovia do Contorno da Tamoios Litoral Norte: avanço de 30% nas obras
– Trecho Norte do Rodoanel: avanço de 27,5% nas obras
– Modernização de barcos de travessias litorâneas: 10% de renovação de frota 

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Galeria da Arquitetura

quinta-feira, 10 de março de 2016

Governo aplica calote de R$ 65 Milhões nas obras de expansão do Metrô de SP

Obras de expansão da Linha 5-Lilás do Metrô
A gestão do Governador Geraldo Alckmin deixou de repassar ao Metrô em 2015 aproximadamente R$ 66 milhões referentes às gratuidades destinadas, por exemplo, a idosos portadores de deficiência e estudantes.

A informação foi revelada semana passada, pelo Jornal "Folha de São Paulo".

De acordo com a reportagem, o Governo do Estado tinha uma previsão de orçamento de R$ 330 milhões para estas gratuidades, no entanto, o valor de fato desembolsado foi de R$ 264 milhões – 20% menos do que o previsto, e 9% menos que os custos das gratuidades em 2014, que foram de R$ 289 milhões.

Em 2014, o total de gratuidades era menor, o que mostra a gravidade do rombo em 2015.
O Governo do Estado diz que a companhia do Metropolitano é autossuficiente, no entanto, vale destacar que os valores correspondentes às gratuidades devem ser repassados pelo poder público.

Na prática a companhia, segundo a reportagem, teve de reduzir investimentos em melhorias no serviço, além de cortar custos em outras áreas para arcar com uma obrigação que é do Governo.

Em 2015, o Metrô transportou 1,12 bilhão de passageiros, dos quais 16,88% tinham direito a gratuidades.

Em nota ao jornal, o Metrô e a Secretaria dos Transportes Mmetropolitanos disseram que não houve prejuízos aos passageiros beneficiados pelas gratuidades em 2015

Segundo os órgãos, mais de 147 milhões de gratuidade foram concedidas em 2015 e, em 2016, este número deve chegar a 162 milhões.

Na nota, a secretaria e o Metrô dizem que os recursos de gratuidade podem ser alterados pelo Governador ao longo de 2016.

“o percentual de contingenciamento aplicado nos recursos da gratuidade, previsto no decreto de execução orçamentária, pode ser revisto (aumentado ou reduzido) à medida que a empresa precisar e o governo entender necessário”…”Mesmo diante da grave situação econômica que o país atravessa, com inflação de 10,71% registrada em 2015 e queda do PIB de 3,7%, o Governo do Estado realizou contingenciamento dos recursos previstos no seu orçamento para manter o equilíbrio das contas”

A informação sobre o suposto calote citado pelo jornal  veio à tona durante as negociações entre os metroviários e o Metrô a respeito da participação nos resultados da categoria.

Segundo representantes do sindicato, a participação de 2015 só foi acertada judicialmente, por R$ 59 milhões, valor menor que os recursos deixados de ser repassados do Governo para o Metrô.

Em reunião no Tribunal Regional do Trabalho sobre o tema, diretores do Metrô, segundo o jornal informaram os representantes dos trabalhadores que o Governo não estava fazendo os repasses das gratuidades conforme a previsão orçamentária inicial, o que impactaria na participação dos resultados.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem: Metrô

domingo, 6 de março de 2016

Relatório sobre os Transportes Metropolitanos em São Paulo expõe problemas e avanços tímidos


Obras da 2ª Fase da Linha 15-Prata
Relatório sobre as ações e perspectivas em relação aos Transportes Metropolitanos, enviado à Assembleia Legislativa no final do ano passado, mostra que até mesmo o próprio governo do Estado de São Paulo não tem convicção plena sobre o andamento de algumas intervenções, admitindo problemas financeiros e em cronogramas de obras e na fabricação de trens para o Monotrilho, por exemplo.

Sobre a Linha 17-Ouro do Monotrilho, previsto para atender parte da Zona Sul de São Paulo e que teve os extremos de obras congelados, consta na síntese dos principais planos e ações que as obras estão em ritmo menor que o desejado, o que todos sabem, e que há preocupação em relação também à fabricação dos trens leves que circulam em elevados com pneus de borracha. Recentemente a Scomi, empresa da Malásia, e a brasileira MPE anunciaram que vão acabar a parceria para fabricação destes veículos. Na ocasião, o metrô havia afirmado à imprensa que a produção de trens estava dentro do esperado, versão diferente do relatório.

“As obras estão com andamento aquém do desejado, assim como, a fabricação dos trens e sistemas fixos, estão implicando em reprogramação das metas visando colocar o trecho em operação em 2018. A demanda prevista para o trecho 1 é de 161.000 passageiros dia útil, no horizonte de 2018, interligando-se com a Linha 9-Esmeralda da CPTM na estação Morumbi, com a Linha 5-Lilás do Metrô na Estação Campo Belo, bem como o Aeroporto de Congonhas, e operando com 14 trens.”

No relatório também, é apresentada outra meta sobre monotrilho, no caso da Linha 15-Prata a respeito do aumento do horário de operação. Segundo a proposta do Governo do Estado, os trens leves deveriam operar já em janeiro da 5h até a meia noite, o que não ocorreu. Até agora, o único trecho de monotrilho em operação de 2,9 quilômetros funciona das 6h às 20h.

“O primeiro trecho, Vila Prudente-Oratório, encontra-se em operação comercial, desde 10/08/2015, tendo ampliado sua faixa de operação das 6h até às 20h, desde o dia 20 de Dezembro de 2015. Está prevista a entrada em operação comercial plena (das 5h até 24h), em Janeiro de 2016.”

A respeito do Metrô, no relatório, o Governo do Estado de São Paulo cita com otimismo o andamento das obras para ampliação da Linha 5-Lilás mantendo a estimativa. A previsão é de que a operação dos trechos Adolfo Pinheiro -Brooklin e Brooklin-Chácara Klabin tenha início em 2017. Também, segundo o governo, está dentro do prazo esperado, a implantação de tecnologia que permitirá a operação do novo trecho da Linha 5-Lilás

“Os serviços contratados para fornecimento dos Sistemas de Alimentação Elétrica, Auxiliares (escadas rolantes, elevadores, ventilação, etc.), de Telecomunicações, de Sinalização e Controle (CBTC- comunicações via rádio digital e CCO), de Controle de Arrecadação e de segurança dos passageiros (SCAP e portas de plataforma), estão em andamento conforme as metas estabelecidas para o início das operações.” – complementa a Secretaria de Transportes Metropolitanos no relatório.

Uma das metas atingidas pelo Metrô foi a mudança de sinalização para o sistema CBTC na Linha 2-Verde. De acordo com Portal Via Trolebus, em matéria de 12/02/2016, a Linha 2-Verde começou neste ano a contar com o sistema operando todos os dias da semana. O CBTC permite melhor controle dos trens, diminuindo o espaço entre uma composição e outra com margem de segurança e assim aumentando o fluxo e oferta de transportes. O intervalo entre as composições pode ser reduzido com a sinalização.

“Em 2015, a implantação do sistema CBTC teve evolução na Linha 2-Verde, onde estão sendo realizados os testes operacionais para finalização de ajustes de software, visando o início de operação plena nos dias úteis.” – aponta o relatório.

No mesmo relatório a secretaria de transportes metropolitanos prefere evitar previsões de datas sobre intervenções que ainda são incógnitas, por exemplo, o Monotrilho da Linha 18-Bronze do ABC Paulista, cujas obras não começaram. O projeto do sistema de trens sobre elevados é marcado por uma discussão contratual a respeito da vinculação do início das operações da Linha 17-Ouro com a fase inicial das obras da Linha 18-Bronze. Uma cláusula diz que somente após testes na Linha 17-Ouro, que não foi concluída, será possível começar a construção da Linha 18-Bronze. Já o metrô não interpreta desta maneira. O Monotrilho da Linha 18-Bronze apresenta outros entraves como a própria situação da parceria entre MPE e Scomi fabricantes dos trens, dificuldades financeiras e aspectos não previstos no projeto original e que ainda não têm solução definida, como galerias de água na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Bernardo do Campo. As galerias não foram contempladas no projeto e agora há dúvidas sobre em qual lado da avenida serão colocadas as vigas do elevado do Monotrilho.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
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Governo de SP deixa de repassar R$ 66 milhões em verbas para obras do Metrô

Lateral da Frota A da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo
A gestão do Governador de São Paulo Geraldo Alckmin deixou de repassar para o Metrô em 2015, 66 milhões de reais referentes aos custos das passagens gratuitas. Segundo a edição desta quarta-feira do jornal Folha de São Paulo, o Governo Estadual trabalhava com orçamento de 330 milhões de reais para esses gastos no início de 2015, mas apenas 264 milhões de reais foram desembolsados ao final do ano - 20% a menos.

Concedida por decisões políticas, a gratuidade no transporte público é válida para desempregados, idosos com mais de 60 anos, deficientes e estudantes. Em 2015, as pessoas que usufruíram do benefício representaram 16,88% do 1,12 bilhão de passageiros transportados, de acordo com a Folha.

Os custos das gratuidades no ano passado é 9% menor do que em 2014, quando foram repassados 289 milhões de reais para essas despesas.

Na prática, sem receber os recursos do governo, o Metrô precisa abrir mão de investimentos e melhorias no serviço e no quadro de funcionários para arcar com as despesas. Conforme explicou ao jornal o secretário-geral do sindicato dos metroviários, Alex Fernandes, o impacto se dá na folha de pagamento e na discussão sobre a participação nos resultados da empresa. O caso veio à tona justamente durante as negociações para pagamento da participação dos resultados.

Em nota enviada à Folha, o Metrô e a Secretaria dos Transportes Metropolitanos informaram que "não há qualquer prejuízo aos passageiros do Metrô beneficiados pela gratuidade". Disseram também que "o percentual de contingenciamento aplicado nos recursos da gratuidade, previsto no decreto de execução orçamentária, pode ser revisto [aumentado ou reduzido] à medida que a empresa precisar e o governo entender necessário".

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
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Investimentos no Metrô reduzem 1,3 bilhão em 2015

Obras da 2ª Fase da Linha 5-Lilás
Os investimentos na expansão do Metrô de São Paulo por parte do governo do Estado caíram 31% entre 2014 e 2015. É o que aponta levantamento inédito feito pelo "Fiquem Sabendo" com base em dados da empresa obtidos por meio da Lei Federal nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação).
A queda foi de R$ 1,3 bilhão - caiu de R$ 4,17 bilhões em 2014 para R$ 2,87 bilhões no ano passado. Parte dessa queda nos investimentos se deu em razão da interrupção de obras de expansão da Linha 4-Amarela, que teve o seu contrato rescindido pela gestão do Governador Geraldo Alckmin Julho de 2015.
Outro fator foi o ritmo lento da construção da Linha 17-Ouro, com processo de rescisão contratual iniciado pelo governo estadual em Janeiro de 2016 . 
De acordo com os dados disponibilizados pelo Metrô, o valor investido na expansão do sistema metroviário paulistano em 2015 ficou abaixo também do repasse realizado em 2013, quando foram gastos R$ 3,43 bilhões na ampliação das linhas do metrô. Já os anos de 2011 e 2012 registraram gastos superiores ao do ano passado

Em novas linhas

Não houve a inauguração de nova linha do Metrô em 2015. Em Agosto de 2014, o Monotrilho da Linha 15-Prata começou a sua operação comercial, entre as Estações Oratório e Terminal Vila Prudente, na zona leste. Esse trecho tinha sido inaugurado em 2014 e, desde então, estava em fase de testes, em horário reduzido, sem cobrança de tarifa.
O ano passado foi também marcado pela retração da economia do Estado de São Paulo, fortemente impactada pela crise econômica do país. O PIB paulista caiu 4,1% em relação a 2014, segundo a Fundação Seade, ligada ao governo estadual.
Na avaliação do consultor Horácio Figueira, mestre em Engenharia de Transporte pela USP (Universidade de São Paulo), os recorrentes atrasos no processo de expansão do metrô de São Paulo farão com que, em 2018, quando o início de sua construção completará 50 anos, "não cheguemos sequer ao número de dois quilômetros de linhas inaugurados por ano".
Hoje, a rede do Metrô de São Paulo possui 78,1 quilômetros. A extensão é baixa quando a comparação é feita com outras metrópoles mundiais de porte semelhante ao da capital paulista - Londres (408 quilômetros), Nova York (418 quilômetros), Paris (212 quilômetros) e Cidade do México (202 quilômetros), sendo que uma capital bem menor, Santiago, no Chile, tem 94 quilômetros de extensão em sua rede.
"O Metrô de São Paulo começou a ser construído em 1968 e iniciou a sua operação em 1974. Desde então, a população conta com um processo ampliação mais acelerado desse sistema, que, hoje, é o que tem a maior densidade de passageiros por quilômetro do mundo", diz Figueira.
Para o especialista, a aceleração do ritmo de expansão do Metrô requer mudanças nas regras de licitação, que, segundo ele, tem prazos muito longos. "Temos tecnologia para ampliarmos a rede. O que falta são recursos e a revisão do processo como as contratações dessas obras são feitas. Isso poderia se dar de forma mais rápida e transparente."
Obras da 2ª Fase da Linha 15-Prata

Menos dinheiro

Cerca de R$ 512 milhões deixaram de ser gastos após paralisação de obras. Parte da queda do valor investido na expansão do Metrô de São Paulo foi causada por problemas na construção das Linhas 4-Amarela e 17-Ouro. Isso levou o governo estadual a romper os contratos que tinham com os consórcios que tocavam essas obras.
Segundo o Metrô, dos R$ 290 milhões orçados em 2015 para a ampliação da linha 4-amarela, apenas R$ 88 milhões (30% do total) foram efetivamente utilizados, devido ao "abandono da obra pelo consórcio, em agosto", de acordo com a empresa - foram R$ 202 milhões que deixaram de ser aplicados.
Com relação à Linha 15-Prata, diz o Metrô, o orçamento de 2015 previa um gasto de R$ 582 milhões, dos quais apenas R$ 272 milhões foram executados - R$ 310 milhões deixaram de ser investidos.
Em nota oficial, o Metrô informou que os investimentos nas obras de expansão variam anualmente de acordo com as etapas das obras. De acordo com a empresa, o total investido em 2015 "não demonstra queda no investimento, e, sim, uma etapa diferente do avanço dos trabalhos".
Leia, abaixo, a íntegra da nota que da empresa:
"Os valores investidos pelo Metrô na expansão de sua rede seguem um planejamento anual e são maiores ou menores conforme a etapa de execução das obras. O total investido em 2015 não demonstra queda no investimento, e, sim, uma etapa diferente do avanço dos trabalhos.
No início da implantação de uma linha, os gastos costumam ser maiores. Após estágio avançado, o valor tende a diminuir, o que não significa gasto efetivamente menor.
Em 2015, é preciso considerar a diminuição na destinação de recursos para a expansão da Linha 4-Amarela devido ao abandono da obra em agosto pelo consórcio Corsán-Corviam, que teve o contrato rescindido.
O valor orçado para investimento era de R$ 290 milhões, dos quais apenas R$ 88 milhões (30%) foram utilizados.
O Monotrilho da Linha 17-Ouro também utilizou apenas R$ 272 milhões (46,8%) da verba total orçada de R$ 582 milhões para 2015, por conta da redução do ritmo da construção pelas empreiteiras contratadas.
O Metrô já deu início ao processo de rescisão dos contratos com a Andrade Gutierrez e CR Almeida de construção do pátio e de três estações.
Além do investimento feito pela Companhia do Metrô, o Governo do Estado destinou R$ 736,101 milhões para a implantação da Linha 6-Laranja, obra executada pela iniciativa privada.
Esse dinheiro não está diretamente ligado ao orçamento do Metrô, mas trata-se de uma obra de expansão metroviária que deve ser considerada pela reportagem nos investimentos da rede.
A Linha 18-Bronze não recebeu investimentos do Governo do Estado em 2015 porque a Secretaria dos Transportes Metropolitanos aguarda a autorização do Cofiex, órgão ligado ao Governo federal, para captar recursos externos destinados às desapropriações e dar início às obras."
Fonte da Notícia: UOL 
Imagem 1: RMeier
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quinta-feira, 3 de março de 2016

Investimentos em obras do Metrô caem R$ 1,3 bilhão em 2015


Obras na Futura Estação Jardim Planalto (Linha 15-Prata)
Os investimentos para a expansão da rede metroviária tiveram redução por parte do Governo do Estado de São Paulo de 31% entre 2014 e 2015. A queda dos recursos foi de R$ 1,3 bilhão, indo de R$ 4,17 bilhões em 2014 para R$ 2,87 bilhões em 2015.
É o que aponta levantamento feito pelo site Fiquem Sabendo, com base nos dados do próprio Metrô obtidos por meio da Lei de acesso à Informação.
De acordo com os dados, uma parcela significativa desta redução se deveu ao rompimento de contrato entre o Metrô e o Consórcio Isolux Corsán-Corviam para o prolongamento da Linha 4-Amarela, que ocorreu em Julho de 2015.
Dos R$ 290 milhões previstos para serem aplicados em 2015 para ampliação da Linha 4-Amarela, apenas R$ 88 milhões, ou 30% do total, foram de fato utilizados. De acordo com o Metrô, R$ 202 milhões deixaram de ser aplicados pelo que classificou de abandono do consórcio responsável pelas obras.
Outro problema em relação a obras e que também, de acordo com Governo do Estado, explica parte desta redução, são dificuldades para a implantação dos monotrilhos em São Paulo.
Apesar de Monotrilho não ser Metrô, os projetos são de responsabilidade da Companhia do Metropolitano.
Na Linha 17-Ouro, que deveria atender a zona Sul de São Paulo, o orçamento em 2015 previa gastos de R$ 582 milhões, mas apenas R$ 272 milhões foram aplicados. R$ 310 milhões deixaram de ser investidos.
Os monotrilhos, que deveriam ter ficado prontos entre 2012 e 2014, dependendo da linha, são os modais que mais apresentam dificuldades técnicas e financeiras atualmente.
Obras da 2ª Fase da Linha 5-Lilás
Em relação à Linha 17-Ouro ainda, o Metrô rompeu contratos com o consórcio da Andrade Gutierrez  e da CR Almeida que deveriam atuar na construção de três estações e um pátio para os trens leves. O ritmo das obras estava lento e o Metrô disse que os canteiros foram abandonados no final de 2015. As empresas negam o abandono, mas admitem que passavam por dificuldades financeiras em relação às obras que impediram o cumprimento do cronograma.
Já a Linha 18-Bronze do Monotrilho, que deveria atender à região do ABC Paulista, também é outro grande problema. Em 2015, não recebeu nenhum investimento porque o Metrô alega que aguarda autorização do Cofiex, órgão ligado ao governo federal, para captar recursos externos destinados a desapropriações. Só a partir deste momento daria início às obras. Os entraves da Linha 18-Bronze, entretanto, não se limitam à realidade financeira. Existem problemas técnicos que não foram previstos no projeto, como galerias de águas Avenida Brigadeiro Faria Lima, no centro de São Bernardo do Campo. Não há definição sobre qual lado da avenida serão colocadas as vigas de sustentação do elevado por onde passarão os trens com pneus de borracha e sobre os procedimentos executados para as obras.  Além disso, uma cláusula contratual causa divergência. De acordo com o Ministério das Cidades, as obras da Linha 18-Bronze só podem sair do papel depois de testes da Linha 17-Ouro que ainda não teve nenhum trecho concluído. O Metrô não interpreta desta maneira e diz que as obras não são vinculadas. 
A Linha 15-Prata do Monotrilho, na zona leste de São Paulo, também não avança. Somente em Agosto de 2015 é que o único trecho de 2,9 quilômetros, entre as estações Oratório e Vila Prudente, começou a funcionar comercialmente e em horário reduzido. Em Janeiro de 2016, as operações deveriam ser das 5h às 24h, o que também não ocorreu. 
Mas em relação a Metrô de fato, de alta capacidade e maior velocidade, não se enquadrando os Monotrilhos, São Paulo também registrou poucos avanços em 2015.
Projetos como a expansão da Linha 2-Verde até Guarulhos foram congelados por falta de verbas.
Segundo o Governo Estado, a crise econômica pesa em dois aspectos:  a União diminui os repasses para obras de mobilidade e o Estado registrou uma queda de 4,1% no PIB Paulista em 2015 em relação ao ano de 2014 impactando a capacidade para investimentos.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem de Lucas Souza 
Imagem 2: Edson Lopes Jr