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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Estações República e Luz da Linha 4-Amarela ficarão parcialmente fechadas dia 26/05/2016

Estação da Luz (Linha 4-Amarela)
Na manhã de amanhã (26/05/2016), feriado de Corpus Christi, as estações República e Luz da Linha 4-Amarela estarão fechadas, das 4h40 às 8 horas. A restrição operacional ocorre para execução de serviços de melhoria no sistema de sinalização.

Os passageiros poderão utilizar o próprio sistema metroviário para realizar seus trajetos. Os usuários que entrarem nas estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima e Fradique Coutinho com destino às estações Paulista, República e Luz devem desembarcar em Paulista e seguir viagem usando a integração com a Linha 2-Verde.

Já os passageiros que estiverem na estação Luz devem utilizar a integração com a Linha 1-Azul do Metrô. Quem estiver na Estação República pode fazer a transferência para a Linha 3-Vermelha do Metrô para prosseguir sua viagem pelo sistema.

As Estações República (Linha 3-Vermelha) e Luz (Linha 1-Azul) do Metrô funcionam normalmente. A operação nas demais estações da Linha 4-Amarela no trecho entre as estações Paulista e Butantã será normal.

Fonte da Notícia: Via Quatro
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Linhas de Monotrilho demoram mais tempo para serem construídas do que linhas de Metrô

Obras do Monotrilho da Linha 15-Prata
O Governo do Estado de São Paulo suspendeu até pelo menos 2017, o começo da construção de dois trechos do Monotrilho da Linha 17-Ouro, que deveria ligar a região do bairro Jabaquara até área posterior do Morumbi, na zona sul da capital paulista.

As obras paralisadas envolvem a construção de dez quilômetros de linha que correspondem a 57% da extensão total do trecho que deveria ter 17,6 quilômetros de extensão.

Se as obras forem recomeçadas em 2017, a previsão é de que sejam concluídas em até 30 meses. Assim os trechos e estações devem ser entregues somente entre 2018 e Julho de 2019. Os trechos suspensos são dos extremos do trajeto, da Estação Morumbi, que faria conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, na região da Marginal Pinheiros, até a futura Estação Morumbi-São Paulo da Linha 4-Amarela do Metrô, que também está atrasada e só deve ser entregue em 2018.

No outro extremo estão suspensas as obras entre o Aeroporto de Congonhas e Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, que também faz conexão física com o Corredor Metropolitano ABD.

Assim apenas um trecho de 7,7 quilômetros entre Congonhas e a Linha 4-Amarela está em construção pelo consórcio das empresas Andrade Gutierrez e CR Almeida.

A Promessa inicial é de que esse trecho deveria estar pronto em 2010, mas agora somente deve sair do papel no segundo semestre de 2017.

De acordo com reportagem do Jornal O Estado de São Paulo, a gestão Alckmin responsabilizou a crise econômica financeira que o país atravessa, a alta da inflação, o crescimento do dólar, a queda do PIB e os juros altos para os atrasos.

Construções de monotrilhos têm significado fracassos e modelo de transporte é questionado:


A construção dos monotrilhos em São Paulo até o momento tem representado fracasso. Problemas financeiros e técnicos colocam em dúvida sobre se o monotrilho é a melhor escolha para os transportes na capital e região metropolitana.

Ao jornal O Estado de São Paulo, o especialista e mestre em Transportes pela USP Horácio Augusto Figueira, diz que o Monotrilho não é o melhor meio de transporte por atender poucas pessoas diante do custo de construção e operação. Ele usa como exemplo a própria Linha 17-Ouro

“A demanda por passageiros no trecho que o Metrô vai priorizar é “pífia”. Um corredor de ônibus à esquerda, com os coletivos entrando no aeroporto, ficaria bem mais acessível. Ele já estaria operando e com um custo bem menor.” 

No entanto, ele defende a conclusão do que foi iniciado.

Obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro
O insucesso do monotrilho é tão grande que a gestão Alckmin prometeu até o final de 2015 a conclusão de 38,6 quilômetros do modal de transporte que consiste em trens de média capacidade que circulam sobre elevados usando pneus.

Seriam três linhas de Monotrilho: a Linha 15-Prata, entre Vila Prudente e Cidade Tiradentes; a Linha 17-Ouro, do Jabaquara até a região posterior do Morumbi; e a linha 18 bronze, entre a região do ABC Paulista e a estação Tamanduateí de trem e metrô.

Destes 38,6 quilômetros, que deveriam ter sido concluídos até o final de 2015, apenas 2,9 quilômetros estão em operação e em horário reduzido, das 06h às 20h, na linha 17 Prata, entre as Estações Terminal Vila Prudente e Oratório.

Obras estão ficando cada vez mais caras

A lentidão para conclusão das obras do Monotrilho é tão grande que, de acordo com comparação feita pelo Jornal Estado de São Paulo, tem sido mais difícil a construção deste modal do que do próprio metrô subterrâneo, que transporta em torno de sete vezes mais passageiros, consegue desafogar o trânsito com maior eficiência e atrair mais pessoas para o transporte público.

“Se cumprido o novo cronograma da Linha 17, em seis anos de obras, a gestão Alckmin terá aberto sete estações e construído 7 km de monotrilho na capital. Para efeito de comparação, também ao longo de seis anos, entre 1968 e 1974, o Metrô abriu sete estações da Linha 1-Azul, com obras subterrâneas, consideradas mais complexas e mais caras.

A Linha 17-Ouro foi orçada inicialmente em R$ 3,9 bilhões, mas já está custando R$ 5,5 bilhões, um aumento real de 41%.” – releva a reportagem deste dia 31/12/2015, assinada pelos repórteres Bruno Ribeiro, Fabio Leite e Rafael Italiani.

Problemas não são apenas financeiros: 

Apesar de o governo do estado insistir na tese de que o problema principal dos monotrilhos é financeiro, a própria Companhia do Metrô admite que existem entraves técnicos que evidenciam a dificuldade para implantação do meio de transporte. Segundo o Metrô, além dos problemas ordem econômica no país, “há a necessidade de equacionar pendências e duplicação de vários trechos de vias para implementação das colunas e vigas dos monotrilhos das Linhas 15-Prata e 17-Ouro”

Além disso, sobre a Linha 17-Ouro do Monotrilho, o Metrô informou que faltam a emissão da Licença Ambiental de Instalação pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e o prolongamento da Avenida Hebe Camargo, além do remanejamento de 10 mil famílias que serão retiradas do trajeto por onde deveria passar o monotrilho.

Em relação à Linha 15-Prata do Monotrilho, segundo o Metrô ao TCE, falta o remanejamento da galeria do Córrego da Mooca, além da duplicação e adequação da Avenida Ragueb Chohfi. O Tribunal de Contas do Estado questionou os atrasos das obras.

O Monotrilho da Linha 18-Bronze, conhecido como monotrilho do ABC, não tem previsão para ser iniciado. O Governo do Estado de São Paulo também atribui o atraso a condições financeiras, mas também ocorrem problemas técnicos. Primeiro porque as obras só podem ser iniciadas depois de testes da Linha 17-Ouro, que não tem nenhum trecho em operação. Além disso, há dúvidas sobre a capacidade financeira da empresa MPE de fornecer os trens do monotrilho, reveladas pelo Metrô ao Ministério das Cidades. Há entraves também na construção da estrutura do modal, como galerias de água Avenida Brigadeiro Faria Lima, no centro de São Bernardo do Campo, que inicialmente não foram previstas no projeto desta linha de trens suspensos.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem 1: Sérgio Mazzi
Imagem 2: Nexo Jornal

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Canteiro de obras da Linha 17-Ouro do Metrô tem mato, sujeira, pichação e até carro roubado

Obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro
Sujeira, mato, pichação e até um carro roubado ocupam o canteiro de obras da Linha 17-Ouro do Metrô, que vai ligar o Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária. A linha chegou a ser prometida para a época da Copa do Mundo, mas só deve ficar pronta em 2017. Em nota, o Metrô informou que já notificou o consórcio responsável pelas obras para que providencie melhorias nas condições dos canteiros.

O carro abandonado foi encontrado na Avenida Washington Luiz, perto do acesso da rua Palmares, coberto com um plástico preto e sem as rodas. O veículo que pertence a uma empresa foi roubado na Avenida Santa Catarina, a poucos metros de onde ele foi abandonado.

No canteiro de obras da Linha 17-Ouro, peças que ainda nem foram instaladas já estão pichadas e muitas foram deixadas sem qualquer proteção. Algumas próximas ao Aeroporto de Congonhas estão servindo de abrigo para moradores de rua.

Um operário morreu no local há seis meses, depois que uma viga se soltou. E, desde então, o próprio Metrô admite, a obra nesse trecho está parada por questões legais. Um comerciante diz que o local ficou deserto e, por isso, ele foi obrigado a fechar o negócio.

Em outro trecho que também faz parte do canteiro de obras do Monotrilho, a placa de perigo foi jogada de lado. Moradores dizem que o número de usuários de drogas que ficam na área que deveria ser restrita aumentou muito nos últimos meses.

Além disso, uma faixa da avenida isolada por causa da obra está sendo ocupada irregularmente por carros, como se fosse um estacionamento.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: São Paulo Trem Jeito

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Canteiro de obras da Linha 17-Ouro vira ponto de entulho e drogas

Lixo amontoado ao lado do monotrilho (Foto: Márcio Pinho/G1)
Lixo acumulado ao redor do canteiro de obras da Linha 17-Ouro
O Monotrilho que está sendo construído há três anos na Avenida Jornalista Roberto Marinho, na Zona Sul de São Paulo, virou abrigo para moradores de rua e, em alguns trechos, para usuários de drogas. A obra, prometida inicialmente para 2013, tem trechos sem nenhuma intervenção e só deverá ficar pronta em 2017.

Enquanto isso, a área se parece cada vez mais ao degradado Minhocão, na região central de São Paulo. O espaço virou também um depósito de lixo e entulho. Entre roupas e pedaços de obras, é possível encontrar também pneus cheios de água, um ambiente favorável para a reprodução do mosquito que transmite a dengue.

Debaixo dos pilares e das futuras estações, os sem-teto montaram coberturas de papelão para dormir. Sob o monotrilho, os novos moradores vivem livres da chuva entre as duas pistas da Avenida Roberto Marinho e do Córrego Água Espraiada.

Um dos moradores afirma que está ali há um ano e que não quer sair. “É o que temos hoje. Estamos abandonados aqui. Mas melhor assim, porque prefeitura só aparece se for para tirar a gente”, afirmou ele, que pediu para não ser identificado com medo de ter de deixar o local.

No início do mês, havia barracas montadas no trecho entre as avenidas Washington Luís e Vereador José Diniz. O G1 encontrou cinco moradias em condições precárias, entre barracos de madeira e barracas de acampamento. Neste mês (Dez/2015), o SPTV denunciou o estado de abandono da área. Dia 17/12/2015, as barracas não estavam mais lá, e alguns funcionários cortavam a grama do canteiro central. O estado de degradação da área, porém, permanece.

O terreno é administrado pelo consórcio que toca a obra. O Metrô, responsável pelo empreendimento, afirma que já notificou o consórcio responsável pelas obras da Linha 17-Ouro para que providencie melhorias nas condições dos canteiros.

Outros problemas
 
O trecho próximo à Avenida Vereador José Diniz também virou local de descarte de entulho e uso de drogas. Usuários usam “cachimbos” a luz do dia, situação que incomoda os moradores do Campo Belo, que pedem providências. Os pilares, instalados a partir de 2012, estão em boa parte pichados. Alguns deles receberam veniz impermeabilizante que facilitará a remoção de tinta em caso de pichação.

Parte debaixo do monotrilho concentra barracos improvisados e barracas de acampamento (Foto: Márcio Pinho/G1)
Moradores de rua utilizam canteiro de obras para dormitórios
“É um novo Minhocão. Nos últimos meses, roubaram três vezes as câmeras de segurança da minha casa”, conta o gerente de marketing José Roberto Deolin. A comparação com o Elevado Costa Silva se deve ao fato de ambas as estruturas aéreas para facilitar o transporte na cidade servirem de abrigo para moradores de rua e usuários de drogas e sofrerem com a degradação.
 
Morador do bairro há dez anos, ele afirma que a situação piorou com a formação de um ponto de tráfico de drogas na Rua José dos Santos Júnior, paralela à Roberto Marinho. “Lá você vê carrão passando, o pessoal faz fila para comprar. São viciados em crack”, relata.

No trecho próximo da Avenida Washigton Luís, próximo ao local onde uma viga caiu há seis meses, matando um operário, outros moradores de rua dormem debaixo de estruturas abandonadas. Nesse trecho, a obra está parada por questão judicial.
 
Obra congelada
 
O Governador Geraldo Alckmin decidiu em agosto congelar a construção de 17 das 36 estações de Monotrilho previstas para as Linhas 17-Ouro e da Linha 15-Prata, na Zona Leste. Com isso, o Monotrilho não vai mais atender extremos da cidade, como a ligação Aeroporto de Congonhas a Estação Jabaquara ou o trecho até a futura estação São Paulo-Morumbi da Linha 4-Amarela do Metrô.

Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, “a prioridade é concluir os trechos que já possuem obras avançadas antes de abrir novas frentes de trabalho”. Questionada, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos não informou quantos dos 44,3 km anunciados ficam comprometidos com essa decisão.

Na Linha 17-Ouro, anunciada como serviço que atenderia o bairro de Paraisópolis, mas que não vai mais cruzar o Rio Pinheiros, são pelo menos 9,9 km congelados, segundo informações disponíveis no site do Metrô. A obra terá agora 7,7 km dos cerca de 17,7 km prometidos e ficará restrita ao trecho entre o Aeroporto de Congonhas e a Marginal Pinheiros.

A linha também vai perder o trecho que ligaria o Aeroporto até a Estação Jabaquara, onde faria conexão com a Linha 1-Azul do Metrô.

A linha foi anunciada quando ainda se discutia o uso do Estádio do Morumbi para a Copa do Mundo de 2014. Ela chegou a ser prometida para 2013, mas só deve ficar pronta em 2017 e com extensão menor que a prevista.

Ficam de fora até segunda ordem as Estações Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio do Morumbi, São Paulo-Morumbi, Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila Babilônia e Vila Paulista.

Fonte da Notícia e Imagens: G1-SP

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Justiça suspende multa de R$ 23,5 milhões a empresa que não concluiu obra da Linha 4-Amarela

Obras em trecho da Linha 4 Amarela do Metrô de SP (Foto: Fernando Nascimento/Sigmapress/Estadão Conteúdo)
Túnel em construção nas obras da Linha 4-Amarela
A Justiça de São Paulo suspendeu multas milionárias impostas pelo Metrô de São Paulo ao consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam, que era responsável por concluir a Linha 4-Amarela do Metrô, mas que teve o contrato quebrado pelo Metrô após as obras serem paralisadas.

As multas chegam a R$ 23,5 milhões e correspondem a 5% do valor correspondente ao que faltava executar das obras. O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue, e o Governo Estadual prepara uma nova licitação para dar andamento a obra.

O Metrô disse, em nota, que irá recorrer da decisão da Justiça
.
A decisão do desembargador Rubens Rihl, da 8ª Câmara de Direito Público, acatou a argumentação do consórcio de que há chance de “dano irreparável decorrente das penalidades aplicadas”, que incluem ainda o impedimento de contratar com a administração pública por um período de dois anos.

O consórcio pediu na Justiça que um tribunal arbitral previsto em contrato analise valores de indenizações do rompimento de contrato. Já o Metrô argumentou que a própria Justiça pode decidir sobre o tema.

A decisão do desembargador Rubens Rihl não é definitiva. Ele entendeu que a multa deve ficar suspensa até que essa e as outras questões entre o Metrô e a empresa no processo sejam julgadas. O despacho do desembargador, do dia 22/10/2015, derrubou decisão de primeira instância que já tinha cassado uma liminar obtida anteriormente pelo consórcio e que vedava a aplicação de multas.

A rescisão do contrato foi anunciada pelo Governador Geraldo Alckmin em Fevereiro de 2015. Agora, o governo corre para fazer uma nova licitação para a construção das estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia.

O Metrô rompeu os contratos de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais. Já o consórcio Isolux Corsán-Corvian disse que as empresas contratadas pelo Metrô atrasaram a entrega dos projetos e isso aumentou o prazo da obra em 50%.

“A Isolux está segura de que cumpriu todas as suas obrigações e que a inviabilidade do contrato não pode ser atribuída a qualquer falha ou quebra de contrato por sua parte”, disse a empresa. A Isolux afirma ainda que buscava um contrato amigável.

A empresa diz que valores referentes a indenizações devem ser decididos por um tribunal arbitral previsto em contrato.

Próximo ano: 2016
 
O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou em agosto que as obras nas estações da Linha 4-Amarela só irão recomeçar no ano que vem (2016). A expectativa da empresa é lançar ainda em 2015 o edital de licitação.

Para agilizar a entrega das estações que já estão atrasadas, a Secretaria de Transportes Metropolitanos negocia com o Banco Mundial, que financia a obra, pular o sistema de pré-qualificação anterior das empresas que participarão da nova licitação.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Fernando Nascimento

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Multa de consórcio responsável por abandonar obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela é suspensa

Composição da Linha 4-Amarela
A Justiça de São Paulo suspendeu multas milionárias impostas pelo Metrô de São Paulo ao consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam, que era responsável por concluir a Linha 4-Amarela do Metrô, mas que teve o contrato quebrado pelo Metrô após as obras serem paralisadas.

As multas chegam a R$ 23,5 milhões e correspondem a 5% do valor correspondente ao que faltava executar das obras. O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue, e o governo estadual prepara uma nova licitação para dar andamento a obra.

A decisão do desembargador Rubens Rihl, da 8ª Câmara de Direito Público, acatou a argumentação do consórcio de que há chance de “dano irreparável decorrente das penalidades aplicadas”, que incluem ainda o impedimento de contratar com a administração pública por um período de dois anos. 

O consórcio pediu na Justiça que um tribunal arbitral previsto em contrato analise valores de indenizações do rompimento de contrato. Já o Metrô argumentou que a própria Justiça pode decidir sobre o tema.

A decisão do desembargador Rubens Rihl não é definitiva. Ele entendeu que a multa deve ficar suspensa até que essa e as outras questões entre o Metrô e a empresa no processo sejam julgadas. O despacho do desembargador, do dia 22/11/2015, derrubou decisão de primeira instância que já tinha cassado uma liminar obtida anteriormente pelo consórcio e que vedava a aplicação de multas.

A rescisão do contrato foi anunciada pelo Governador Geraldo Alckmin em Fevereiro de 2015. 

Agora, o governo corre para fazer uma nova licitação para a construção das estações Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia.

O Metrô rompeu os contratos de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais. Já o consórcio Isolux Corsán-Corvian disse que as empresas contratadas pelo Metrô atrasaram a entrega dos projetos e isso aumentou o prazo da obra em 50%.

“A Isolux está segura de que cumpriu todas as suas obrigações e que a inviabilidade do contrato não pode ser atribuída a qualquer falha ou quebra de contrato por sua parte”, disse a empresa essa semana. A Isolux afirma ainda que buscava um contrato amigável.

A empresa diz que valores referentes a indenizações devem ser decididos por um tribunal arbitral previsto em contrato.

2016

O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou em agosto que as obras nas estações da Linha 4-Amarela só irão recomeçar em 2016. A expectativa da empresa é lançar ainda neste ano o edital de licitação.

Para agilizar a entrega das estações que já estão atrasadas, a Secretaria de Transportes Metropolitanos negocia com o Banco Mundial, que financia a obra, pular o sistema de pré-qualificação anterior das empresas que participarão da nova licitação.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem: Portal Via Trólebus

Comitiva irá vistoriar operação da Linha 15-Prata antes de iniciar construção da Linha 18-Bronze

Obras da Linha 15-Prata na Futura Estação Jardim Planalto
Visando minimizar possíveis problemas de execução em obras na Linha 17-Ouro e 18-Bronze, uma comissão deve vistoriar obras do Monotrilho da Linha 15-Prata, cujo as construções estão mais avançadas e com um trecho em operação de 2,9 quilômetros entre o Terminal Vila Prudente e a Estação Oratório.

O comitiva será formada por técnicos e integrantes da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara Federal, entre eles o deputado Alex Manente. Entre as questões que estão sendo observadas é a trepidação dos veículos.

“Estamos em processo de aprendizado com a Linha 15-Prata, pois trata-se de uma nova tecnologia. Ela não opera em 100%. Aí teremos de começar com a Linha 17-Ouro, que é outro modelo, pois não há padronização e não é o mesmo fornecedor (empresas contratadas são diferentes). Também haverá avaliações e adaptações no funcionamento. Como iremos começar a Linha 18 desse jeito? É melhor atrasar um pouco, mas fazer direito”, disse o secretário nacional de Transportes e de Mobilidade Urbana, Dario Rais Lopes.

Impasse

Governos Federal e Estadual trocam acusações referente ao andamento das obras da Linha 18-Bronze. O Governo Federal disse que o Estado não deu garantias referente as desapropriações, e que esta medida é crucial para liberação de recursos federais. Já o Governo Estadual diz que a união não enviou recursos para dar prosseguimento ao processo de desapropriação.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de Fernando Giolo

Justiça suspende multa de consórcio que abandonou as obras da Linha 4-Amarela

Composição da Linha 4-Amarela próximo a Futura Estação Oscar Freire
A Justiça de São Paulo suspendeu, em caráter provisório, as multas milionárias impostas pelo Governo do Estado de São Paulo ao consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam que estava responsável pelas obras da Linha 4-Amarela do Metrô. A gestão Alckmin decidiu cancelar o contrato devido o ritmo das obras estarem praticamente parado.

O valor das multas chegam a R$ 23,5 milhões. O consórcio estava responsável pela construção das estações Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia. Somente a Fradique foi entregue. O Metrô diz que vai recorrer da decisão.

Segundo a decisão do desembargador Rubens Rihl, da 8ª Câmara de Direito Público, acatou a argumentação do consórcio de que há chance de “dano irreparável decorrente das penalidades aplicadas”, que incluem ainda o impedimento de contratar com a administração pública por um período de dois anos. 

O consórcio pediu na Justiça que um tribunal arbitral previsto em contrato analise valores de indenizações do rompimento de contrato. Já o Metrô argumentou que a própria Justiça pode decidir sobre o tema.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Transportes Metropolitanos terão redução de investimentos em 2016

Obras da 2ª Fase da Linha 5-Lilás
O Governo Estadual deve reduzir os investimentos nos Transportes Metropolitanos em 2016, é o que indica proposta do Orçamento de 2016 enviada pelo governador Geraldo Alckmin à Assembleia Legislativa. O corte deve ser na ordem de 21,4% em 2016 na comparação com o orçamento previsto para 2015.

Em 2014 a previsão foi de investimentos de R$ 6,6 bilhões. Em 2016, a previsão é de R$ 5,2 bilhões, dos quais R$ 3,1 bilhões para o Metrô, R$ 1,6 bilhão à CPTM e o restante divido entre EMTU e outras obras de mobilidade metropolitana.

No geral, a previsão para investimentos em todas as áreas em 2015 era de 26,4 bilhões. Em julho, o governo refez as contas, e divulgou que em 2015 seria investidos R$ 22 bilhões. A previsão do ano que vem passou a ser de 24,5 bilhões, resultando em um aumento comparado a nova conta do meio do ano.

O Governo Estadual atribui a queda de investimentos à crise econômica, e falta de recursos enviados pela União.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de RMeier