Pesquisa

Mostrando postagens com marcador Ameaças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ameaças. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Polícia prende suspeito terrorista no Metrô de São Paulo

A Polícia Civil de São Paulo prendeu ontem 03/08/2016, um homem suspeito de ameaçar explodir o Metrô por meio de trotes. De acordo com o Decade, um contador de 35 anos telefonava e enviava mensagens anonimamente dizendo que tinha avisado o Estado Islâmico onde ficava o CCO para que o grupo terrorista explodisse o local durante a Olimpíada.

Pela manhã, ocorreu outro caso envolvendo suspeita de bomba, dessa vez no entorno da Arena Corinthians, na Zona Leste. Um homem foi detido pela PM

"Rastreamos as ligações do sujeito e o prendemos nesta manhã em Itaquera", disse ao G1 o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, diretor do Decade. "Ele vinha fazendo isso há uns dez dias, enviando inclusive mensagens via WhatsApp escrevendo que avisou o Estado Islâmico para explodir o Metrô".

Por meio de nota enviada à imprensa, a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública informou que o detido usava um celular de outra pessoa, se dizendo membro do Estado Islâmico.

Apesar disso, Nico Gonçalves afirmou à reportagem que não há provas de que ele pertença ao grupo radical islâmico e, por esse motivo, será solto após assinar um Termo Circunstanciado, registro policial de menor potencial ofensivo.

"Ele vai ser responsabilizado por causar alarme e pânico e ainda por ameaça para responder em liberdade", falou o diretor do Decade. "Eram trotes que ele passava. Ele nos contou que não gostava do Metrô".

Procurada, a assessoria de imprensa do Metrô informou que, apesar das ameaças, o CCe funcionou normalmente ontem (03/08/2016).

O Governador Geraldo Alckmin falou sobre o caso durante coletiva sobre o Expresso Olimpíadas da CPTM para a Arena Corinthians. "Ele passava trote. Na dúvida, está preso. Não é possível fazer trote ameaçando ser terrorista. Todas as providências foram tomadas. Era uma pessoa que equivocadamente passava trote”, disse.

Fonte da Notícia: G1-SP

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Metroviários tem aumento acima da inflação em 9 dos últimos 10 anos

Sem metrô, passageiros esperam ônibus no terminal Parque Dom Pedro 2º, em São Paulo
Greve do Metrô em 2006
Os metroviários de São Paulo, que ameaçaram promover uma nova Greve semana passada, obtiveram reajuste acima da inflação em nove dos últimos dez anos. O ano de 2010 foi a única exceção, quando os trabalhadores do Metrô conseguiram somente a reposição do índice inflacionário. É o que mostra levantamento feito pela Folha durante mais uma negociação salarial entre a empresa e representantes da categoria, que terão nova audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho na tarde de 31/05/2016.

A primeira tentativa de acordo perante a Justiça, na semana passada, não foi bem-sucedida. O Metrô ofereceu 7,5% de reajuste nos salários, abaixo da inflação do período, enquanto os trabalhadores pediam 10,82% de recomposição, acrescido de 6,59% de aumento real. O piso salarial da categoria é de R$ 1.891,25. Dia 30/05/2016, o Metrô elevou sua proposta e ofereceu o reajuste da inflação segundo o IPC-Fipe, de 10,03%, parcelado em duas vezes, extensivo a todos os benefícios. "Com isso, a empresa espera chegar a um acordo com o Sindicato dos Metroviários que evite prejuízos aos milhões de usuários do sistema e à população de São Paulo", diz a empresa.


Representantes dos trabalhadores, contudo, já indicaram que a proposta não é suficiente. Caso o impasse continue, a paralisação de 24 horas começa a 0h de quarta. Nos últimos dez anos, os funcionários do Metrô promoveram cinco greves que levaram a cidade a suspender o rodízio de veículos: em agosto de 2006, em Junho e Agosto de 2007, em Maio de 2012 e em Junho de 2014 –uma semana antes da abertura da Copa do Mundo em São Paulo.


Em todas essas paralisações, os metroviários conseguiram obter mais do que a reposição da inflação medida pelo IPC/Fipe. Em nota, o Metrô diz que "sempre empenhou todos os esforços para atender da melhor maneira possível aos pleitos de seus funcionários". A empresa afirma que, neste ano, "continua buscando a melhor alternativa econômica que, ao mesmo tempo, atenda aos trabalhadores e seja suportada pela companhia para não comprometer seu equilíbrio financeiro".

Fonte da Notícia e Imagem: Folha de São Paulo

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Metroviários tem aumento acima da inflação em 9 dos últimos 10 anos

Os metroviários de São Paulo, que ameaçaram promover uma nova greve ontem (1/06/2016) , obtiveram reajuste acima da inflação em nove dos últimos dez anos. O ano de 2010 foi a única exceção, quando os trabalhadores do Metrô conseguiram somente a reposição do índice inflacionário.


Nos últimos dez anos, os funcionários do Metrô promoveram cinco greves que levaram a cidade a suspender o rodízio de veículos: em Agosto de 2006, em Junho e Agosto de 2007, em Maio de 2012 e em Junho de 2014 –uma semana antes da abertura da Copa em São Paulo.

Em todas essas paralisações, os metroviários conseguiram obter mais do que a reposição da inflação medida pelo IPC/Fipe. Em nota, o Metrô diz que "sempre empenhou todos os esforços para atender da melhor maneira possível aos pleitos de seus funcionários".

A empresa afirma que, neste ano, "continua buscando a melhor alternativa econômica que, ao mesmo tempo, atenda aos trabalhadores e seja suportada pela companhia para não comprometer seu equilíbrio financeiro".

A situação econômica do Metrô tem se deteriorado recentemente. No ano passado, a gestão Geraldo Alckmin deu um calote de R$ 66 milhões na empresa, um dinheiro que seria usado para cobrir os custos da política de gratuidades no transporte. Haverá novo corte nos repasses neste ano.

Outro calote do governo paulista ao Metrô, este de R$ 333 milhões, ocorreu para pagar obrigações contratuais com a operadora privada da Linha 4-Amarela. Sem essas verbas, a companhia é forçada a cortar custos e abrir mão de investimentos e de melhorias no serviço que presta à população e no quadro de funcionários.

Alex Fernandes, secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, diz que o salário não é o eixo principal das reivindicações: "O mais importante para nós é ter melhores condições de trabalho, mais contratações de funcionários e não haver aumento do preço da tarifa".

Fernandes também questiona o levantamento da Folha de São Paulo: "É preciso considerar que nossa reivindicação é sempre segundo o índice feito pelo Dieese, não pela Fipe. Nessa conta, nós nunca conseguimos ter o reajuste que pleiteamos".

O secretário-geral do sindicato diz ainda que a categoria estaria disposta a trabalhar no dia proposto para a greve, desde que o Metrô aceite manter catracas abertas para a população. O Metrô tem cerca de 9.500 funcionários, sendo que dois terços deles estão diretamente envolvidos na operação dos trens e estações.

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

terça-feira, 31 de maio de 2016

Metroviários aceitam rejauste e GREVE no Metrô é cancelada para amanhã (01/06/2016)

Em assembleia realizada na noite de hoje (31/05/2016), os metroviários decidiram aceitar a proposta salarial do Metrô. Assim, não acontecerá a paralisação prevista para amanhã (01/06/2016).

Mais cedo, durante audiência realizada no TRT da 2ª Região, o Metrô apresentou a proposta de reajuste salarial de 10,03%. O aumento será efetuado em duas parcelas: a primeira retroativa ao dia 01/05/2016 e a segunda em Novembro de 2016. O mesmo índice de 10,03% será aplicado para reajustar os demais benefícios, a exemplo do vale refeição.

A categoria dos trabalhadores pedia 10,82% de reajuste mais 6,59% de aumento real. Depois chegou a propor o aumento imediato de 10,03%, mas acabou por aceitar o reajuste salarial parcelado.

Fonte da Notícia: UOL

GREVE de amanhã (01/06/2016) é CANCELADA



GREVE no Metrô de São Paulo em 2014
NÃO HAVERÁ GREVE de Metrô em São Paulo. A decisão foi tomada na noite de hoje (31/05/2016) em assembleia no Sindicato dos Metroviários.

Os trabalhadores queriam inicialmente recomposição da inflação de 10,82% mais 6,59% de aumento real. A primeira proposta do Metrô foi de aumento de 7,5%. No decorrer das negociações, o Metrô ofereceu o reajuste da inflação segundo o IPC-Fipe, de 10,03%, parcelado em duas vezes.

Em reunião na tarde de ontem (30/05/2016) no TRT, os metroviários não aceitaram o parcelamento deste reajuste oferecido pelo Metrô.

Uma das propostas apresentadas pelo TRT, consiste em reajuste imediato de 7,5% para os salários e benefícios e o restante em outra parcela até completar os 10,03%.

Antes da assembleia, o Metrô ofereceu a primeira parcela de 7,5% de aumento retroativo a 01/05/2016, o que foi aceito pelos trabalhadores.

O sindicato representa os trabalhadores das Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata do Metrõ.

Já a Linha 4-Amarela é operada pela iniciativa privada.

O Metrô atende 3,8 milhões de pessoas por dia e as linhas do Governo do Estado reúnem 9.447 funcionários.

Os metroviários têm conseguido constantemente ganhos reais nos salários em relação à inflação.

Nos últimos dez anos, os metroviários receberam reajustes acima da inflação em 9 deles,  sendo que em sete vezes, os metroviários tiveram reajuste acima dos aumentos da média nacional dos salários.

O piso salarial da categoria é de R$ 1.891, mas a média é de R$ 4.750.

Do quando de trabalhadores, 109 funcionários do Metrô recebem salários maiores do que o Estado determina para diretores da empresa, ganhando por mês R$ 21,7 mil e R$ 35 mil. Os supersalários resultam num custo mensal de R$ 35 milhões em uma folha de pagamento total R$ 1,7 bilhão.

O teto do salário de um diretor é de R$ 20,5 mil. Os cargos cujos funcionários recebem acima dos diretores são assessor técnico III”, “especialista III”, “chefe de departamento” e “gerente”.

Estes supersalários também são beneficiados com os aumentos.

O Sindicato dos Metroviários também levanta bandeira contra eventual privatização das linhas.


Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Brasil Post

Metroviários cancelam GREVE prevista para amanhã (01/06/2016)

Estação Terminal Vila Madalena (Linha 2-Verde)
Funcionários do Metrô de São Paulo aceitaram proposta de reajuste salarial oferecida pela companhia e decidiram NÃO ENTRAR EM GREVE. Em assembleia realizada na noite de hoje (31/05/2016), os metroviários aprovaram reajuste de 10,03% (sendo 7,5% agora e o restante em Novembro de 2016).

Por volta das 14h desta tarde, representantes do Sindicato dos Metroviários e do Metrô se reuniram no TRT de São Paulo para a segunda audiência oficial de conciliação entre as partes.

A categoria pedia 10,82% de reajuste, mais 6,59% de aumento real imediatos, mas reviu a proposta durante a sessão e passou a exigir aumento de 10,03% em parcela única a partir de 01/05/2016. Já o Metrô oferecia 7,5% de reajuste, mas subiu a proposta para 10,03% em duas parcelas.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Felipe Golfeto

Greve no Metrô é cancelada amanhã (01/06/2016)

Os metroviários cancelaram uma eventual GREVE que ocorreria amanhã (01/06/2016), no Metrô de São Paulo.

A categoria decidiu por cancelar a paralisação após aceitar proposta da companhia. Uma assembleia na sede da entidade terminou na noite de hoje (31/05/2016), com a decisão.

O Metrô ofereceu o reajuste da inflação segundo o IPC-Fipe, de 10,03%, parcelado em duas vezes.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

URGENTE!!! Metrô decide hoje (31/05) se haverá GREVE AMANHÃ (01/06/2016)

Estação Sé (Linhas 1-Azul e 3-Vermelha)
A ameaça de GREVE no Metrô de São Paulo ainda não está descartada, e o sindicato da categoria deve promover uma nova assembleia às 18h30 de hoje (31/05/2016), para decidir sobre uma eventual paralisação amanhã (01/06/2016)

Os trabalhadores pedem aumento de 10,82% mais 6,59% de aumento real. O Ministério Público do Trabalho sugere que o reajuste salarial acompanhe o ÍPC/Fipe, que está em torno de 10,3%. Já o Metrô apresentou uma contraproposta de 10% de reajuste, parcelado em 2 vezes.

Uma audiência de conciliação no TRT deve ocorrer ainda nesta terça para tentar pôr fim ao impasse.

Caso se concretize a paralisação, usuários das Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata serão afetados.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor
 

Audiência com metroviários tentará evitar GREVE AMANHÃ (01/06/2016)

Uma segunda audiência de conciliação entre os trabalhadores e a empresa Metrô de São Paulo vai ocorrer na tarde de hoje (31/05/2016), no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, na capital paulista. Os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Metroviários, pedem reposição de 10,82%, além de 6,59% de aumento real. Na última assembleia, os funcionários decidiram adiar para AMANHÃ (01/06/2016) a GREVE que estava marcada para começar semana passada.

A última proposta oferecida aos empregados, semana passada, era de reajuste de 7,5%. O índice ficou abaixo do sugerido pelo Ministério Público do Trabalho, que defendeu a reposição de 10,3%, referente a inflação media pelo Índice de Preços ao Consumidor. 

Hoje (31/05/2016), após a audiência de conciliação, está marcada uma nova assembleia, que deverá apreciar a proposta apresentada durante a reunião. 

Fonte da Notícia e Imagem: Portal Terra

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Intransigência e atitude anti-sindical do Metrô esquentam clima de campanha salarial

No último dia 17/05/2016, quando ocorreu a terceira reunião de negociação da campanha salarial 2016, a direção do Metrô emitiu comunicado que reforça a postura anti-sindical que a empresa vem tendo nos últimos anos. Tenta proibir de maneira autoritária as medidas de mobilização históricas como a realização de setoriais da manutenção, a retirada de uniformes dos trabalhadores da estação e trens, e a realização de manifestações nas estações. Na mesma linha de intransigência, empresa rompeu temporariamente a negociação quando os demitidos políticos da greve de 2014 exigiram o cumprimento das duas decisões judiciais favoráveis a readmissão na reunião de negociação.
Na última assembleia da categoria, organizada no dia 10/05/2016 na sede do Sindicato dos Metroviários, foi deliberada a realização de setoriais (reuniões de base) da manutenção do lado de fora dos pátios de Jabaquara e Itaquera para permitir a participação dos demitidos políticos da Greve de 2014, que hoje são impossibilitados de entrarem nos pátios. A readmissão imediata se mantêm como um dos eixos da pauta de reivindicações, exigência que ganha ainda mais força depois que a decisão na justiça em 2ª Instância reafirmou a ilegalidade da justa causa, mas ainda mantém os demitidos fora do local de trabalho.
A direção da empresa, que é controlada a duas décadas pelos tucanos do PSDB e trabalha para privatizar o Metrô de São Paulo, aumenta a cada dia os ataques ao direito de greve e a postura anti-sindical. Além de manter as demissões ilegais, tenta agora intimidar os metroviários na campanha salarial para que não realizem as setoriais para organizar a mobilização da categoria.
Fonte da Notícia e Imagem: Esquerda Diário

terça-feira, 24 de maio de 2016

Greve no Metrô e na CPTM não foi realizada hoje (24/05/2016)

As composições do Metrô e da CPTM operaram normalmente hoje (24/05/2016). No caso da CPTM, a companhia elevou novamente a proposta, e os trabalhadores aceitaram reajuste de 10.44%. Houve também reajuste no Vale Refeição Vale Alimentação. 

Já no sindicato dos metroviários, a categoria decidiu adiar a paralisação para o próximo dia 01/06/2016, portanto a paralisação nas linhas metroviárias ainda não esta descartada. A categoria quer aumento de 10,82% mais 6,59% de aumento real. O Ministério Público do Trabalho sugere que o reajuste salarial acompanhe o IPC/Fipe, que está em torno de 10,3%. Já a proposta do Metrô é de 7,5% de reajuste.

Juntas, as empresas transportam cerca de 7 milhões de passageiros todos os dias.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Metrô descarta entrar em GREVE AMANHÃ (24/05/2016)

Metroviários durante assembleia no sindicato (Foto: Reprodução/TV Globo)
Assembleia dos metroviários na noite de hoje (23/05/2016)
Em assembleia na tarde de hoje (23/05/2016), os metroviários recusaram a proposta de reajuste oferecida pelo Metrô, mas descartaram paralisar os serviços a partir de amanhã, 24/05/2016. Uma nova rodada de negociações deve ocorrer nos próximos dias.

Nesta tarde, representantes do Sindicato dos Metroviários e do Metrô se reuniram no TRT para a primeira audiência de conciliação.

A categoria pleiteia 10,82% de reajuste mais 6,59% de aumento real. O Ministério Público do Trabalho sugere que reajuste salarial acompanhe o IPC/Fipe, que está em torno de 10,3%. Já a proposta do Metrô é de 7,5% de reajuste.

Uma nova audiência foi agendada para o próximo dia 31/05/2016, às 13h30. Até lá, haverá mais duas reuniões de negociações entre as partes, nos dias 24 e 30/05/2016, quando serão discutidos todos os pontos da campanha salarial, inclusive intervalo intrajornada, pagamento de 13º salário, adicional de horas extras, dentre outros.

Em caso de GREVE, o desembargador Willy Santilli concedeu, durante audiência desta segunda, liminar que determina a manutenção de 80% do efetivo em horário de pico e 60% nos demais períodos.

Fonte da Notícia e Imagem: G1-SP

ATENÇÃO!! GREVE no Metrô amanhã (24/05/2016) é descartada

Os metroviários de São Paulo decidiram em assembleia na noite de hoje (23/05/2016) não realizar greve. A categoria não aceitou proposta do Metrô, mas vai aguardar audiência de conciliação no dia 31/05/2016. Se não houver acordo, a paralisação pode ser dia 01/06/2016

Assim as Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás do Metrô e o trecho de 2,9 quilômetros do Monotrilho 15-Prata funcionarão normalmente amanhã (24/05/2016). Já a Linha 4-Amarela é operada pela iniciativa privada.

A categoria pleiteia 10,82% de reajuste mais 6,59% de aumento real. O Ministério Público do Trabalho sugere que o reajuste salarial acompanhe o Índice de Preços ao Consumidor, que está em torno de 10,3%. Já a proposta do Metrô é de 7,5% de reajuste.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

ATENÇÃO!!! Metroviários e ferroviários desistem de fazer GREVE AMANHÃ (24/05/2016)

NÃO haverá GREVE de funcionários do Metrô nem dos da CPTM amanhã (24/05/2016).

Os metroviários adiaram a paralisação e decidiram continuar a negociação com o Metrô. Já os funcionários da CPTM aceitaram proposta da empresa e desistiram definitivamente de GREVE.

Nos dois casos, as decisões se deram em assembleia na noite de hoje (23/05/2016).

Os metroviários aceitaram sugestão do TRT, dada em audiência de conciliação, segundo a qual uma nova reunião ocorrerá na outra terça (31/05/2016).

A categoria pede reajuste 10,82% (referente à inflação), mais 6,59% de aumento real. O Metrô propõe aumento de 7,5% no salário.

Na reunião de conciliação, o TRT propôs 10,03%, o que recompõe a inflação pelo índice Fipe. Tanto metroviários quanto o Metrô rejeitaram a proposta.

GREVE DIA 01/06/2016

Na assembleia, ficou decidido que, se não chegarem a um acordo na próxima semana, os metroviários FARÃO GREVE DIA 01/06/2016, na outra quarta-feira.

"Se não tiver acordo dia 31/05/2016, na quarta-feira a cidade de São Paulo pode parar", disse Altino Junior, presidente do sindicato.

"Vamos esgotar as negociações. Esgotou e não deu em nada? Vamos para a greve", afirmou.

O TRT havia estabelecido, em liminar, que 80% do efetivo do Metrô trabalhasse em caso de paralisação amanhã (24/05/2016), sob pena de multa. Decisões do tipo não necessariamente impediram a categoria de fazer greve.

CPTM

No caso da CPTM, houve uma reviravolta em relação ao começo do dia. Também em audiência no TRT, a empresa voltou atrás de proposta feita inicialmente, de 10,44%, e acenou com 7,5%.

Antes da assembleia, porém, a CPTM tornou a propor 10,44%, aceito pelos sindicatos que representam a categoria.

Fonte da Notícia e Imagem: Diário da CPTM

Funcionários do Metrô decidirão hoje (23/05/2016) destino da possível GREVE DE AMANHÃ (24/05/2016)

Estação Armênia (Linha 1-Azul)
Os metroviários de São Paulo realizam hoje, 23/05/2016, a partir das 18h30, uma assembleia no Tatuapé, zona leste de São Paulo para definir se cruzam os braços AMANHÃ (24/05/2016). A categoria está em campanha salarial e na última assembleia, realizada na semana passada, os trabalhadores votaram por uma paralisação de 24 horas na terça. Como parte das atividades da campanha, os metroviários trabalham nesta segunda sem uniforme.

De acordo com o sindicato da categoria, foram realizadas quatro reuniões de negociação com o Metrô que, segundo eles, não apresentou proposta de reajuste salarial e irá "retirar direitos trabalhistas".

As principais reivindicações dos metroviários são reajuste salarial de 10,82% mais 6,59% de aumento real e reintegração imediata dos demitidos. A categoria também realiza uma campanha contra a privatização da Linha 5-Lilás do Metrô.

Em nota, o Metrô informou que "lamenta a decisão do Sindicato dos Metroviários, que decretou, de forma prematura, Estado de Greve dentro do mês da data-base da categoria sem sequer ouvir as propostas da empresa". Ainda de acordo com o texto, "a empresa já manifestou a sua disposição para continuar as negociações, com a proposta de realizar mais uma reunião na próxima quarta-feira (25/05/2016) para atender a uma solicitação feita pelo próprio Sindicato. Nesse encontro, seria apresentado o índice econômico, que reajusta salários, benefícios, auxílios, adicionais e gratificações, além da discussão de demais pendências do Acordo Coletivo de Trabalho". Por fim, declara que "continua buscando uma alternativa econômica que, ao mesmo tempo, atenda aos trabalhadores e seja suportada pela Companhia para não comprometer seu equilíbrio financeiro e espera que a entidade reveja sua posição".

Fonte da Notícia: Portal R7
Imagem de Felipe Golfeto

Metroviários decidem hoje às 18h se realizarão GREVE AMANHÃ (24/05/2016)

Estação Clínicas (Linha 2-Verde)
Os funcionários do Metrô de São Paulo realizarão uma nova assembleia hoje (23/05/2016) para decidir se vão paralisar as suas atividades durante 24 horas AMANHÃ (24/05/2016). Em protesto, eles devem trabalhar sem uniforme hoje (23/05/2016)

Altino de Melo Prazeres Júnior, presidente do Sindicato dos Metroviários, afirmou que os funcionários vão se reunir novamente na sede da categoria, na zona leste da cidade, para deliberar se prosseguem com a greve.

Em assembleia realizada semana passada, os funcionários votaram pela paralisação das atividades na terça. Quatro reuniões com o Metrô, segundo o sindicato, foram realizadas sem ter chegado a uma proposta de reajuste salarial.

Os metroviários pedem 10,82% de reajuste mais 6,59% de aumento real e ainda acusam a companhia de querer retirar "vários direitos trabalhistas". Entre os pontos reclamados estão a mudança das datas de pagamento, o pagamento da participação nos lucros em duas vezes (era feito um único pagamento), o adiamento de férias e a redução do adicional de hora extra, de 100% para 50%.

A Companhia do Metropolitano de São Paulo informou que lamenta a decisão dos sindicalistas e a classificou de "prematura". A empresa disse ainda que foi proposta aos metroviários uma reunião para quarta (25/05/2016) na qual seria apresentado o índice econômico –que reajusta salários, benefícios, auxílios, adicionais e gratificações–, e seriam discutidas também outras pendências do acordo coletivo de trabalho.

Sobre a redução de direitos apontada pelo sindicato, o Metrô disse apenas que "vem honrando suas obrigações trabalhistas" e que busca uma alternativa econômica que atenda aos trabalhadores mas que seja suportada pela companhia, "para não comprometer seu equilíbrio financeiro". Na resposta oficial, o Metrô diz ainda esperar que o sindicato reveja sua posição.

Um ato público contra o "sucateamento do serviço público promovido pelo Governador Geraldo Alckmin" acontecerá na Praça Roosevelt, às 17h, na região central de São Paulo. Segundo o sindicato, o ato deve contar com a participação de servidores públicos estaduais de diversas categorias, incluindo os funcionários do Metrô, ferroviários, professores, trabalhadores da Sabesp e da Fundação Casa, além de estudantes.
 
Fonte da Notícia: Folha de São Paulo
Imagem de Felipe Golfeto

GREVE no Metrô pode ocorrer AMANHÃ (24/05/2016)!!!

Estação Sumaré (Linha 2-Verde)
Passageiros que utilizam o Metrô e os trens da CPTM em São Paulo e na Região Metropolitana devem estar atentos para a possibilidade de paralisação dos funcionários destas empresas a partir DE AMANHÃ (24/05/2016).

Nesta segunda-feira, os sindicatos das categorias realizam assembleias para decidirem se os trabalhadores cruzaram os braços.

A situação mais delicada é em relação ao Metrô ainda com menos avanços nas negociações que na CPTM, embora que no caso dos trens metropolitanos também há um novo impasse.

Os metroviários acusam o Metrô de não negociar com os trabalhadores que pedem 10,82% de reposição de inflação mais 6,59% de aumento real; Vale Alimentação de R$ 487,27 e Vale-Refeição de R$ 34,33.

O sindicato também diz que é contra privatizações no sistema.

Os trabalhadores que podem entrar em greve atuam nas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás do Metrô e no trecho de 2,9 quilômetros do Monotrilho 15-Prata.

A Linha 4-Amarela do Metrô não estaria envolvida na greve por ser privada. Em torno de 3,5 milhões de passageiros podem ser afetados.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

Em caso de GREVE, Metrô e CPTM deverão operar com frota mínima nos horários de pico

Estação Arthur Alvim (Linha 3-Vermelha)
Passageiros que dependem de trens da CPTM e do Metrô devem estar atentos sobre a possibilidade de greve dos trabalhadores A PARTIR DE AMANHÃ (24/05/2016).
 
Na manhã de hoje (23/05/2016), não houve acordo entre funcionários da CPTM e a companhia.

Diante da possibilidade de greve, que vai ser decidida em assembleias, a Justiça Trabalhista determinou frota mínima de operação de 80% nos horários de pico e 50% no restante do dia.

Há possibilidade de a CPTM oferecer novamente o reajuste de 10,44% sugeridos pelo Tribunal Regional do Trabalho na semana passada.

A CPTM recuou a proposta hoje (23/05/2016) e ofereceu 7,5%.

Confira a nota do TRT:

Não houve acordo em mais uma tentativa de conciliação envolvendo a CPTM e os quatro sindicatos que representam seus trabalhadores. A empresa retirou da mesa a proposta feita no encontro anterior, de 10,44% em duas parcelas. A nova oferta é de 7,5% sobre salários e benefícios, retroativos a Março de 2016, sem equiparação de benefícios aos valores pagos aos metroviários.

O encontro foi conduzido pelo vice-presidente judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, desembargador Wilson Fernandes, que concedeu prazo de 24 horas para apresentação de defesa e documentos. Na sequência, o processo segue para análise do Ministério Público do Trabalho e, depois, para o relator sorteado. Será então agendado o julgamento.

Diante da falta de acordo e possibilidade iminente de uma paralisação, Fernandes determinou a manutenção de 80% do efetivo de maquinistas. Em relação aos demais empregados, o contingente é de 60% nos horários de pico (entre 4h e 10h e entre 16h e 21h) e de 50% nos demais horários. A liminar proíbe ainda liberação de catracas. Em caso de descumprimento, há previsão de pagamento de multa diária no importe de R$ 100 mil.

A CPTM tem até o início das assembleias, que serão realizadas hoje (23/05/2016), às 18h, para informar se volta a ofertar o reajuste de 10,44%.

Os trabalhadores pleitearam inicialmente um aumento de 11,08% em salários e benefícios.
A primeira proposta da CPTM era reajuste de 5,22% nos salários, que seria concedido em duas parcelas.

A CPTM transporta diariamente três milhões de pessoas em seis linhas que somam 257,5 quilômetros operacionais, numa malha total de 260,8 quilômetros. O sistema atende 22 municípios, sendo 19 deles na Região Metropolitana de São Paulo e conta com 92 estações.

São em torno de 8.570 funcionários na CPTM

Os trabalhadores da CPTM são divididos em sindicatos diferentes de acordo com a origem histórica das linhas. A divisão é a seguinte:

– Sindicato dos Ferroviários de São Paulo: trabalhadores das Linhas 7-Rubi e 10-Turquesa
– Sindicato dos Ferroviários da Zona Sorocabana: funcionários das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda
– Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil: funcionários que atuam nas linhas 11-Coral e 12-Safira

Metrô

Os funcionários do Metrô também vão realizar assembleia para decidir possibilidade de GREVE AMANHÃ (24/05/2016)

Os metroviários acusam o Metrô de não negociar com os trabalhadores que pedem 10,82% de reposição de inflação mais 6,59% de aumento real; Vale Alimentação de R$ 487,27 e Vale-Refeição de R$ 34,33.

O sindicato também diz que é contra privatizações no sistema.
Os trabalhadores que podem entrar em greve atuam nas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás do Metrô e no trecho de 2,9 quilômetros do Monotrilho 15-Prata.

A Linha 4-Amarela do Metrô não estaria envolvida na greve por ser privada. Em torno de 3,5 milhões de passageiros podem ser afetados.

Reajuste também beneficiará quem tem super salário:

O Metrô tem 9.436, dos quais existe uma minoria privilegiada. São 109 funcionários do Metrô que recebem salários maiores do que o Estado determina para diretores da empresa, ganhando por mês R$ 21,7 mil e R$ 35 mil. Os supersalários resultam num custo mensal de R$ 35 milhões em uma folha de pagamento total R$ 1,7 bilhão.

O teto do salário de um diretor é de R$ 20,5 mil. Os cargos cujos funcionários recebem acima dos diretores são assessor técnico III”, “especialista III”, “chefe de departamento” e “gerente”.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos informa que estes supersalários são de funcionários antigos e que desde 2012 é estipulado um teto para os trabalhadores que ingressaram na companhia a partir daquele ano.

Se houver aumento para a categoria por causa da campanha salarial, esta minoria também será favorecida com o mesmo percentual aplicado aos vencimentos dos menores salários no Metrô.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem de Felipe Golfeto

ATENÇÃO!! GREVE pode atingir Metrô amanhã (24/05/2016)

Estação Bresser-Mooca (Linha 3-Vermelha)
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo aprovou em assembleia semana passada, estado de GREVE. A categoria pode cruzar os braços AMANHÃ (24/05/2016).

Os metroviários acusam o Metrô de não negociar com os trabalhadores que pedem 10,82% de reposição de inflação mais 6,59% de aumento real; Vale Alimentação de R$ 487,27 e Vale-Refeição de R$ 34,33.

O sindicato também diz que é contra privatizações no sistema.

Os trabalhadores que podem entrar em GREVE atuam nas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás do Metrô e no trecho de 2,9 quilômetros do Monotrilho 15-Prata.

A Linha 4-Amarela do metrô não estaria envolvida na greve por ser privada.

Em torno de 3,5 milhões de passageiros podem ser afetados.

Hoje (23/05/2016), os metroviários devem fazer uma assembleia para decidir se param ou não amanhã.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

domingo, 22 de maio de 2016

ATENÇÃO!!! Metrô pode entrar em GREVE dia 24/05/2016

Estação Saúde (Linha 1-Azul)
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo aprovaram em assembleia realizada dia 19/05/2016,  o estado de GREVE, com a possibilidade de paralisação total no próximo dia 24, terça-feira, com duração de 24 horas. O grupo reivindica reajuste salarial.

A entidade fez críticas ao governo estadual. “O Metrô se recusa a negociar com os trabalhadores, por isso uma ampla mobilização denunciando os ataques do governo Alckmin que não negocia com os trabalhadores”, informou a categoria por meio de nota.

Os metroviários pedem 10,82% de reposição de inflação mais 6,59% de aumento real; Vale Alimentação de R$ 487,27 e Vale-Refeição de R$ 34,33.
Caso os trabalhadores decidam pela greve, as Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-lilás e 15-Prata seriam afetadas. A Linha 4-Amarela operaria normalmente já que é administrada pela iniciativa privada. Cerca de 3,5 milhões de passageiros podem ser afetados.
Uma assembleia está marcada para amanhã (23/05/2016), entre os metroviários para decisão final sobre a paralisação.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Wikimapia