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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Carro colide com viga de obra da Linha 17-Ouro e fica destruído



Um carro bateu em uma pilastra do Monotrilho da Linha 17-Ouro na Avenida Washington Luís, na Zona Sul da capital, na manhã do dia 18/09/2016, de acordo com a CET. O motorista passou por um buraco e perdeu o controle do veículo, que ficou destruído, segundo a Polícia Militar.


O motorista e outras duas pessoas que estavam no carro foram levadas para o Hospital Municipal Arthur Ribeiro de Saboya, no Jabaquara, também na Zona Sul, e já receberam alta, informou a PM.

De acordo com a corporação, a ocorrência foi registrada no 27º Distrito Policial. O carro continuava no local até as 15h30 para ser guinchado. Uma das faixas da via sentido bairro permanece interditada para os demais veículos.

Fonte da notícia: G1-SP

terça-feira, 24 de maio de 2016

Metrô é condenado a pagara indenização para cega que caiu nos trilhos da companhia em 2011

Estação Guilhermina-Esperança (Linha 3-Vermelha)
A Justiça de São Paulo condenou o Metrô a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais a uma mulher com deficiência visual que, sem o auxílio de funcionários para desembarcar, caiu nos trilhos e sofreu ferimentos graves. O caso ocorreu em 21/07/2011. A informação é da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça. O Metrô de São Paulo informa que já recorreu da decisão judicial e aguarda novo julgamento.

Os desembargadores Achile Mario Alesina Junior, relator, e Spencer Almeida Ferreira e César Santos Peixoto, da 38ª Câmara de Direito Privado do TJ, entenderam que o Metrô deixou de dar auxílio a uma mulher cega quando ela desembarcou na Estação Guilhermina-Esperança.

De acordo com o TJ, a mulher alegou que, ao descer na estação, esperou ajuda de funcionários do Metrô por 40 minutos. Como não apareceu ninguém, tentou caminhar sozinha, mas acabou caindo nos trilhos e sofreu diversas contusões, hematomas e fraturas. Alegou, ainda, que foi socorrida por pessoas que estavam no local, e não por funcionários.

Para Alesina Junior, “a análise dos fatos por si já revela que a ré, responsável pelo transporte de pessoas, deveria ter dado especial atenção à autora, colocando à disposição funcionários para o devido auxílio”.

Segundo o magistrado, no caso em questão se aplica a responsabilidade objetiva e exclusiva do Metrô, que não prestou o atendimento necessário. “Restou incontroverso a ocorrência do acidente da autora pela negligência da ré”, escreveu.

Fonte da Notícia: G1-SP 
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Linha 3-Vermelha volta a ter velocidade normal próximo a Estação Arthur Alvim

A Linha 3-Vermelha do Metrô circulou com velocidade reduzida das 4h40 da manhã de ontem (26/01/2016) até a madrugada de hoje (27/01/2016) na Zona Leste de São Paulo. A demora foi reflexo do solapamento do solo na Radial Leste, próximo ao muro da Estação Artur Alvim, após o temporal que atingiu a região na segunda-feira (25/01/2016).

Com o afundamento do solo, a circulação entre as Estações Carrão e Itaquera ficou mais lenta por medida de segurança. A ciclovia foi interditada no local do solapamento.

A operação Paese foi acionada e ônibus foram colocados para atender a grande demanda de passageiros e auxiliar na transferência até a Estação Tatuapé, durante os horários de pico. O Metrô trabalha junto da Subprefeitura da Penha na recomposição da galeria de águas pluviais sob a Radial Leste, que originou o buraco.

Fonte da Notícia: G1-SP


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

ATENÇÃO: Metrô opera com velocidade reduzida próximo a Estação Arthur Alvim

Passageiros da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo enfrentam lentidão desde a manhã de hoje (26/01/2016). Um solapamento de solo próximo ao muro da Estação Arthur Alvim na Radial Leste, afetou a circulação dos trens, por medida de segurança. O problema também afeta a ciclovia Caminho Verde.

A operação Paese foi acionada a partir das 5h30 com ônibus que tiveram os itinerários de suas linhas estendidos, e o atendimento passou a ser realizado da estação Itaquera para a estação Carrão.

As obras de reparo estão a cargo da prefeitura de São Paulo. O Metrô informa em nota que “colabora com a Subprefeitura da Penha na recomposição da galeria de águas pluviais sob a Radial Leste, na altura da estação Artur Alvim”. Até as 16h30 a situação não havia sido normalizada.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Solo afunda próximo a Estação Arthur Alvim (Linha 3-Vermelha)

Abertura de cratera próximo a Estação Arthur Alvim
Parte do solo afundou na Avenida Doutor Luiz Ayres (Radial Leste), na altura da rua Dr. Moacir Tavolaro, em frente ao Metrô Arthur Alvin, da Linha 3-Vermelha, na zona leste da Capital, por volta das 22h de ontem (25/01/2016).

De acordo com a CET, havia no local uma obra de galeria pluvial. Por conta da forte chuva desta segunda-feira, parte do solo começou a ceder.

Na madrugada de hoje (26/01/2016), a situação piorou: houve o afundamento de solo e parte do lastro de sustentação do muro do Metrô caiu. O buraco, segundo a CET, tem cinco metros de profundidade e cinco de largura.

Segundo informações da assessoria do Metrô, funcionários já estão pelo local para tentar recuperar essa parte do muro que caiu. Por conta disso, a velocidade da Linha 3-Vermelha ficará reduzida.

De acordo com a CET, uma faixa da via permanece interditada, juntamente com a ciclovia e a calçada, no sentido centro. Apenas uma faixa ficará livre para o trânsito de veículos. Com isso, a circulação pode se complicar durante a manhã, devido ao tráfego intenso na região.

Equipes da Defesa Civil e da Subprefeitura também estão pelo local trabalhando para recuperar a via. Não há previsão de liberação da pista.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal R7

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Explosão causa pânico na Linha 1-Azul

Passageiros do Metrô de São Paulo postaram no Twitter, na noite de 18/08/2015, relatos sobre explosões na linha de transmissão dos trens da Linha 1-Azul.

De acordo com os usuários, a pane ocorreu por volta das 22h, entre as estações Ana Rosa e Saúde.

A reportagem tentou obter informações com o plantão da assessoria de imprensa do Metrô, mas não conseguiu contato.

Fonte da Notícia: Portal R7

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Como o Metrô lida com passageiros que caem nos trilhos?

Trilhos da Linha 2-Verde do Metrô
Diante do absurdo caso ocorrido semana passada com o vendedor ambulante Adílio Santos que, ao entrar na via (ou trilhos) dos trens da SuperVia carioca foi atropelado, abriu-se uma discussão sobre como tais ocorrências são tratadas nos meios de transporte “de massa” no Brasil.

Na ocasião, Adílio, que circulava pela via para, supostamente, fugir de fiscais da estação, foi atropelado por um primeiro trem e, após já estar estirado nos trilhos, foi novamente atropelado por um segundo minutos depois. O segundo atropelamento foi autorizado pelo centro de controle da SuperVia que, após o incidente, justificou a decisão baseando-se na quantidade de pessoas na estação (cerca de  6 mil) e na “prioridade para fazer o sistema circular”. 
 
Não fosse o bastante, Adílio, que após o primeiro atropelamento foi declarado “morto” pela SuperVia, mesmo sem nenhum médico ou bombeiro atestar sua morte, ficou por mais de 2 horas (!!!) até ser “recolhido” pelos bombeiros.[1]

Em qualquer local e em qualquer situação, caso um acidente ocorra, o procedimento médico e legal é o de acionar um serviço médico imediato que, chegando a tempo, possa propiciar o atendimento para salvar a vida da vítima ou, no mínimo, mantê-la viva para atendimento mais adequado.

Do ponto de vista legal, igualmente, em qualquer situação, é necessário que, para se atestar a morte de alguém, haja a presença de um profissional treinado, de preferência um médico ou bombeiro que, não apenas poderá pela via de exames “imediatos” atestar o óbito, como isolar a via para a perícia analisar as causas do acidente.

Sem tal procedimento, o indivíduo não pode ser considerado de forma adequada como morto e, assim, em diversos casos, como o de Adílio, pode ser que nem mesmo estivesse e com ações como esta, completamente por fora de qualquer norma que priorize a vida, tenha perdido a vida. 
 
A situação do transporte metroferroviário brasileiro é tão bárbara que há centenas de metros (ou alguns quilômetros) de distância, um centro de controle, com chefes que não são médicos, nem bombeiros, atestam a morte de um indivíduo e não contentes, passam por cima de qualquer procedimento legal, mandando um trem passar por cima do corpo para garantir que os demais trens sigam circulando, impedindo qualquer perícia para analisar as causas do acidente.

Ao usar o argumento hipócrita de que “haviam muitos usuários que poderiam também se acidentar”, a diretoria da SuperVia, como a do Metrô de SP, desvia a atenção do problema incontornável da superlotação dos sistemas metroferroviários, sua péssima qualidade, o stress e caos cotidiano que provoca na vida dos trabalhadores tentando, assim, jogar a população, como sempre, contra si mesma, como no caso da enquete sobre se era “certo ou errado” atropelar Adílio.

Não “atrapalhar o tráfego” para manter os lucros é a prioridade em oposição a vida humana.
 
Existe definição mais crua de barbárie?

No Metrô de SP a prioridade também é “circular o sistema”

Recentemente, além dos ataques de privatização de linhas de metrô, como a Linha 5-Lilás e trens, muitas denúncias tem saído do “baú escuro” do metrô de São Paulo, tendo destaque a investigação de executivos de grandes multinacionais envolvidos com superfaturamento e cartéis [3].

O metrô, nas mãos de um punhado de chefes ligados a administração de Geraldo Alckmin e PSDB, se transformou numa “galinha dos ovos de ouro”, lucrando milhões e, claro, sendo espaço de corrupção e enriquecimento de muitos burocratas, como denunciado nas investigações sobre cartéis.

O que, no entanto, não vem a tona, muitas vezes ofuscado pelos escândalos de corrupção, as obras atrasadas da Linha 4-Amarela pagas com dinheiro público mas de “ganhos privatizados” e as privatizações e possíveis demissões, são casos como o que ocorreu na SuperVia do Rio de janeiro.

O metrô de São Paulo, já é conhecido como uma empresa pouquíssimo transparente e que impede acesso a informações sobre acidentes e ocorrências internas, seja com pessoas ou trens[4].

Numa cidade sufocante, com um ritmo de trabalho exaustivo e salários baixíssimos para a maioria dos trabalhadores, em que as opções de lazer e cultura para a classe trabalhadora são restritas, o índice de stress e de “doenças da mente” são elevadíssimos.

Só em São Paulo 10% da população sofre de depressão e os casos de suicídio no Brasil chegam a mais de 10 mil casos por ano[5]. Diante desta realidade, são numerosos os casos de suicídios também no sistema metroferroviário. Estimativas divulgadas por fontes que tentam pesquisar os acidentes variam de 2 a 3 casos por mês no metrô, inclusos os casos que não terminam em morte.

No caso da SuperVia, uma das justificativas para atropelar o ambulante era a de que “uma manobra em ré seria muito complicada”. Por mais que não haja casos de atropelamento autorizado pelo centro de controle (no metrô conhecido como CCO) no metrô de SP a lógica é a mesma.

Se a prioridade de um sistema que lida com milhões e milhões de pessoas fosse a vida (o que deveria ser uma obviedade que não necessitaria sequer de discussão), medidas simples como “dar ré” para permitir análise adequada da situação de qualquer corpo caído na via; paralisação do sistema (e viabilização de ônibus para os passageiros) até a chegada de bombeiros e médicos que possam prestar auxílio e retirar a vítima dos trilhos ou debaixo dos trens; a instalação de portas automáticas (como a que existe em algumas poucas estações), que impedem quedas acidentais ou propositais; a contratação de mais funcionários que possam fiscalizar e “desenergizar” os trilhos caso haja alguma queda; a construção de mais estações e mais investimento (sob controle dos trabalhadores e não dos mafiosos dos cartéis) para construção de mais linhas desafogando a superlotação; tudo isto seriam medidas não apenas “fáceis” como desejáveis.

Para os governantes e diretores, muitos deles investigados por envolvimento com cartéis, desvios de verba e superfaturamento, no entanto, todas estas medida são inviáveis por razões “financeiras e de custeio”. O que é viável é colocar a culpa em quem “pulou ou caiu” e conduzir os trabalhadores a brigarem entre si chegando ao absurdo, em termos civilizatórios, de se verem obrigados a opinar se estava “certo ou errado” atropelar um corpo para “não prejudicar” o sistema (!!!).

Enquanto isto, ninguém pergunta o quanto prejudicou “o sistema” e impediu a ampliação de linhas, a manutenção e aquisição de equipamentos de segurança, contratação de mais funcionários e construção de mais estações, os milhões desviados e superfaturados pelos corruptos envolvidos em todos os escândalos.

Como é na prática?

No metrô de São Paulo, quem retira as pessoas que caem na via, são os agentes de estação (listrados de azul, que sequer recebem adicional de periculosidade) ou seguranças.

Após receberem um treinamento prático de um dia (isto mesmo, um dia!) em que supostamente se encena um “resgate” o mais rápido possível embaixo de um trem, com um treinamento teórico rápido, estes funcionários são lançados a tarefa de descer a via e retirar um corpo, agonizante ou já morto.

Segundo denúncias, respondendo a um código, vestem um macacão amarelo, se lançam embaixo do trem que muitas vezes decepou ou prensou uma pessoa e de lá devem constatar a morte ou não desta pessoa (e baseando-se em determinados critérios "genéricos"se determina se é o agente de estação ou de segurança quem resgata), arrancá-la debaixo de um trem sob uma temperatura de 60º, lançá-la dentro de um saco preto (e caso tenham algum membro decepado, lançar este membro dentro deste mesmo saco preto) e retirá-la, presa a uma maca, o mais rápido possível da estação. Caso o corpo esteja preso, sob autorização oficial, segundo denúncias, pode-se mover o trem para retirar a vítima da situação prensada.

Não são médicos, não são bombeiros, não há ambulâncias, perícia, serras para retirar vítimas prensadas, não há médicos para atestar a morte, não paralisam a estação para analisar a causa do acidente, não há bombeiros ou médicos de plantão (ao menos nas estações mais movimentadas), nada do “básico” em casos de acidente.
O que há são pessoas que receberam um dia de treinamento para decidir, estando sujeitos a todos os traumas, sob a vida ou a morte de alguém.

No fim das contas, no entanto, não é sua culpa, afinal para o metrô também a prioridade é “circular o sistema” uma vez que a pressão das chefias antes, durante e depois destes casos é para que os trabalhadores realizem rapidamente a retirada.

Diante desta pressão os trabalhadores, outras vítimas destes casos, se vêem pressionados a realizar esta ação que até mesmo para um paramédico seria difícil e ainda temem possíveis represálias.

Casos de depressão, ansiedade, pânico e distúrbios psicológicos se desenvolvem em numerosos trabalhadores envolvidos nestes “resgates” já que além do precário treinamento, não está necessariamente previsto acompanhamento psicológico, segundo denúncias de envolvidos.

Assim, como no RJ, em São Paulo, circular em um sistema saturado e superlotado é uma verdadeira tarefa de risco para quem ali trabalha ou utiliza e, claro, o lucro se sobrepõe a soluções simples que poderiam diminuir a incidência de casos.

Antes, no entanto, de dar a resposta mais pragmática possível, de que era um “ambulante” contra milhares de “trabalhadores”,pense bem: e se fosse você caindo na via? Gostaria que este fosse o atendimento?
 
Fonte da Notícia: Do Transe à Revolta.
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Vagões do Metrô se descolam na Estação Brás

Passageiros precisaram descer nos trilhos e caminhar até Estação Brás, na Linha 3-Vermelha; de acordo com sindicato, veículo que falhou recebeu o apelido de "trem problema"

Uma falha em um trem da Linha-3 Vermelha do Metrô prejudicou o fluxo em todas as estações da empresa e da CPTM, ontem, em São Paulo.

O Metrô afirma que, por volta das 17h30, o cabo responsável por unir um vagão ao outro de um trem que seguia em direção à estação Corinthians-Itaquera quebrou, impedindo o veículo de se mover.

A falha ocorreu próximo à estação Brás, quando os vagões estavam cheios. Passageiros precisaram descer do veículo e caminhar sobre os trilhos para evacuar o local, já que o trem ficou impossibilitado de seguir adiante. 

Apesar de ninguém ter ficado ferido, a falha gerou um efeito cascata em toda a malha ferroviária da cidade. Estações da linha Vermelha ficaram abarrotadas de pessoas tentando embarcar, já que o Metrô precisou fazer uma manobra entre as estações Brás e Pedro II para todos os trens circularem em via única compartilhada, afetando a velocidade das viagens.

Devido ao fato de o vagão afetado estar localizado bem na parte central trem, foram necessários dois veículos, um de cada lado, para rebocá-lo do local, o que só ocorreu por volta das 19h45, segundo o Metrô.

A situação só começou a se normalizar após esse horário, tornando a volta do paulistano para casa em pleno horário de pico longa e desgastante. As estações da CPTM também acabaram afetadas, já que houve grande fluxo de passageiros do Metrô em direção a elas.

"Trem problema"

O Metrô não confirma qual é a identificação trem que falhou ontem, mas, de acordo com fontes ouvidas pelo iG, foi o K24, conhecido entre os operadores da empresa como o "trem problema".

"O K24 é um trem famoso. Até brincamos com esse apelido de trem-problema, porque as falhas nele não são novidade para nós", afirma Altino dos Prazeres, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. "Os trens são compostos por seis carros, divididos em três blocos. E foi justamente o pedaço de ferro que dividia o bloco do meio que quebrou, desassociando-o do outro vagão. É uma situação grave."

Vice-presidente da Cipa, Alex Santana afirma que, apesar de a ocorrência não ter registrado nenhum ferido, ela poderia ter resultados "catastróficos". "Não foi só um cabo que quebrou, como diz a empresa. O engate é composto por dois ferros acoplados a uma estrutura que tem de aguentar toneladas. O trem ficou, literalmente, em duas partes", afirma ele. "Caso isso acontecesse em uma curva, o carro poderia até ter descarrilado."

De acordo com Santana, não há registro de casos semelhantes na história do Metrô de São Paulo. No entanto, o histórico negativo da Frota K, que transita pela Linha 3-Vermelha, a mais movimentada da capital paulista, é bastante conhecido. Foi nela que, em agosto de 2013, um trem descarrilou. E os casos não pararam por aí, em Setembro de 2014, o sindicato denunciou a ocorrência de quatro incêndios em trens da frota em um curto espaço de 15 dias. Em novembro, a Cipa afirmou que um trem da mesma frota precisou ser rebocado e recolhido devido a trepidações violentas, responsáveis por prejudicar usuários e funcionários. À época, os casos foram negados pelo Metrô.
 
Fonte da Notícia: Portal IG

Vagões do Metrô se soltam na Estação Brás (Linha 3-Vermelha)

Frota K "descolada" na Estação Brás
No fim da tarde ontem, vagões de um trem da Frota K se soltaram um do outro na Estação Brás da Linha 3-Vermelha do Metrô, o que causou diversas dificuldades para os usuários. O problema afetou toda a linha nos 2 sentidos. Usuários relataram que demoraram mais de uma hora para conseguir embarcar. As linhas 1-Azul e 2-Verde operaram com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido ao problema da Linha 3-Vermelha. A orientação do Metrô foi dar preferência a CPTM. Segundo o Metrô, o problema operacional na Linha 3 foi resolvido por volta das 19:57 e a circulação de trens das Linhas 1-Azul e 2-Verde também entraram em processo de normalização por volta das 20:02. A Estação da Luz ficou superlotada, e alguns usuários relataram brigas, empurra-empurra e pessoas querendo roubar as lojas da estação. O Terminal Parque Dom Pedro II também ficou superlotado, pois muitas pessoas recorreram a SPTrans para escapar dos problemas no Metrô.

Fonte da Notícia & Imagem: Mobilidade SP

terça-feira, 14 de abril de 2015

Polícia investiga morte de deficiente visual nos trilhos da Linha 3-Vermelha

Acidente metrô
Seguranças retirando corpo de deficiente visual morto nos trilhos da Estação Sé
Um deficiente visual morreu na noite de 12/04/2015 ao tentar embarcar em um trem da Linha 3-Vermelha do Metrô. Por volta das 21h50, o usuário caiu no vão entre as composições que partiam no sentido Palmeiras-Barra Funda, na estação Sé, e morreu no local. Ele foi retirado por agentes de segurança do Metrô.

Em nota, a assessoria do Metrô disse que está colaborando com a investigação, que "os funcionários do Metrô estão capacitados a auxiliar usuários portadores de deficiências" e "que todas as estações são acessíveis e dotadas de piso podotátil para que os usuários tenham autonomia de locomoção, se assim desejarem".

Ainda segundo o Metrô, a vítima não solicitou ajuda aos funcionários e teria embarcado na Estação Portuguesa-Tietê, da Linha 1-Azul, acompanhada de outro passageiro.

O caso está sendo investigado pela Delpom.

Fonte da Notícia: Veja São Paulo
Imagem de Fábio Baruk

Deficiente visual morre ao cair nos trilhos da Linha 3-Vermelha

Estação Sé (Linha 3-Vermelha)
Um deficiente visual de 35 anos morreu na noite de 12.04.2015 ao tentar embarcar em um trem do Metrô na Estação Sé. O acidente ocorreu às 21h40 na plataforma da Linha 3-Vermelha, sentido Barra Funda.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Delpom, André Herculano dos Santos estava desacompanhado e caiu no espaço entre um vagão e outro.

A Polícia Civil instaurou inquérito, requisitou imagens do acidente e perícia.  O caso foi registrado como homicídio culposo.

O Metrô informou que "está colaborando para que a polícia investigue a ocorrência". A empresa diz que o homem caiu entre os vagões de um trem que partia sentido Palmeiras-Barra Funda. Quando entrou na Estação Portuguesa-Tietê, a vítima estava acompanhada por outro passageiro, que o guiava, segundo o Metrô.

"Cabe esclarecer que os funcionários do Metrô estão capacitados a auxiliar usuários portadores de deficiências. Porém, todas as estações do Metrô são acessíveis e dotadas de piso podotátil para que os usuários com deficiência visual tenham autonomia de locomoção, se assim desejarem. Por dia, o Metrô transporta cerca de 2 mil usuários portadores de deficiência de um total de 4,7 milhões de passageiros", completa a nota da companhia.

Fonte da Notícia: G1-SP 
Imagem: Estadão

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Passageira é ferida por "porta silenciosa" na Linha 3-Vermelha

Frota K do Metrô de São Paulo
A jornalista Marise Catharine de Souza Oliveira, de 23 anos, disse que teve a cabeça presa pela porta do Metrô ao tentar sair da Estação Penha, na Linha 3-Vermelha, semana passada. Segundo Marise, ao sair, a porta fechou sem o aviso sonoro. “Não deu tempo de sair, a cabeça que saiu primeiro e eu fiquei presa”, relatou.

Procurado pelo G1, o Metrô disse "que não houve registro da ocorrência no sistema". Marise disse que os usuários que estavam dentro do vagão a ajudaram e a puxaram para dentro. Em seguida, a porta abriu novamente, ela saiu e ficou sentada até se sentir melhor.

“Fiquei muito tonta e com ânsia de vomito”. Segundo ela, não havia nenhum funcionário do Metrô no local, e a jornalista decidiu não solicitar ajuda. “Não pedi ajuda de ninguém, nem nada”.

O trem que Marise estava era o K176. Segundo ela, essa frota é alvo de muitas críticas pelos usuários nas redes sociais. Em 2014, o G1 publicou notícias sobre um descarrilamento de um trem da mesma frota.

A jornalista foi ao médico e exames não detectaram fraturas. No entanto, ela terá que usar um colar cervical por cinco dias e retornar após esse tempo para uma reavaliação. Ela disse que na manhã do dia seguinte foi procurada pelo Metrô pelo Twitter após publicar o caso na rede social. Marise disse que não pretende pedir indenização, que "só espera que o Metrô tome providências dessa Frota K pela segurança da população".

Em nota, o Metrô disse que "fez contato com a usuária para levantar as informações necessárias à apuração e solução, já que ela não solicitou a ajuda de empregados na ocasião. Vale lembrar que o Metrô oferece atendimento em primeiros socorros e, em caso de necessidade, realiza o encaminhamento para hospital da rede pública ou de convênio próprio mais próximo da estação."

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Samuel Tuzi

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Homem cai nos trilhos da Linha 3-Vermelha e passageiros são obrigados a descer da composição fora da plataforma

Passageiros andando nos trilhos da Linha 3-Vermelha ontem
Um usuário do Metrô caiu na linha do trem na Estação  Brás na tarde de ontem, 23.11.2014. A estação da Linha 3-Vermelha teve que suspender o funcionamento por cerca de 20 minutos.

Os passageiros que estava no trem que chegava à estação tiveram que descer na passarela, fora da plataforma.

Ainda não há informação sobre o que causou o acidente e nem a condição de saúde do usuário.
 
Fonte da Notícia e Imagem: Portal R7

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Mulher tenta de suicidar a Linha 1-Azul, mas é salva a tempo por funcionários

 
Mulher tenta suicídio na Linha 1-Azul do Metrô de SP
Metrô de São Paulo, 9h50 de 08.10.2014. O trem para, de repente, entre as estações Santana e Carandiru. As luzes se apagam, e o ar-condicionado é desligado.

Um, dois, três minutos se passam, até que uma mulher bem vestida e com aparentes 40 anos de idade passa correndo pela chamada passarela de emergência, um corredor estreito que fica entre os trilhos e a grade de proteção; nesse trecho da Linha 1-Azul do Metrô, os trens circulam em um elevado, passando por cima de uma avenida que liga a zona norte ao centro da cidade.

Jaqueta marrom, botas pretas e bolsa e sacola plástica na mão, a mulher para de correr e se volta para a grade. Agora está sob o olhar dos passageiros do trem parado, onde está a reportagem da Folha, e de pedestres e motoristas, lá embaixo, na avenida.

Um desses pedestres é o mineiro Altamiro de Souza, 52, motorista desempregado e que caminhava pela Avenida Cruzeiro do Sul.

"Eu vi que ela estava correndo lá em cima, e comecei a gritar pra voltar. Quando ela parou e olhou pra baixo, corri pro meio da avenida e parei o trânsito", afirma o motorista desempregado, natural de Teófilo Otoni.

"Não pula, não pula, Jesus te ama", gritava Souza.

A mulher, desorientada, desce da passarela e agora já anda em cima dos trilhos, devidamente desligados (ou desergenizados).

Encosto

No vagão em que está a reportagem, uma senhora de aproximadamente 60 anos começa a chorar: "Meu Deus, o que será que está passando pela cabeça dessa mulher".

Um outro passageiro parece preocupado com o horário: "Esse tipo de encosto é que atrasa a nossa vida".

A mulher começa a correr de volta para a Estação Carandiru assim que percebe a aproximação, pelos trilhos, de um grupo de seguranças a partir de Santana. Um deles é o paulistano José Beserra, 58, há pouco mais três décadas nesse mesmo serviço no metrô.

De uniforme preto e debaixo do forte sol da manhã, ele enfim se aproxima. O temor é que ela se jogue lá de cima a qualquer momento. E, na cabeça dele, passa um filme de 15 anos atrás, quando atuava na antiga Estação Ponte Pequena (hoje Armênia) e salvou uma mulher que acabara de se jogar no Rio Tamanduateí.

A mulher, agora, já está do lado de fora da grade. Pode cair a qualquer momento. Fica lá poucos segundo, até voltar para uma área segura. "Quando me aproximei da mulher, usei toda a minha experiência. Quando ela abaixou a cabeça [e voltou para uma área segura], dei o bote e a segurei", disse, emocionado e ainda bastante suado, enquanto era atendido pelo serviço médico do metrô por causa ferimento na canela causada na hora do bote.

"Isso aqui [machucado] não é nada. Estou feliz, é uma vida salva."

Já com a canela enfaixada, ainda numa salinha da Estação Carandiru, Beserra recebe um forte abraço do mineiro Souza, aquele que quase perdeu a voz para que a mulher não se jogasse no meio da avenida. 
Fonte da Notícia e Imagem: Folha de São Paulo

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Guindaste de obras "tomba" na Futura Estação Vila Sônia do Metrô

Foto do acidente da Futura Estação Vila Sônia semana passada
Um Guindaste tomou por volta das 15h40 de 08.08.2014 sobre o campo de obras para construção do Poço David Matarazzo que faz parte da ampliação da Linha 4 – Amarela do Metrô.  Segundo a assessoria do Metrô, não houve feridos e não haverá indenização, uma vez que apenas a propriedade do Metrô foi atingida.
O Metrô informou que pediu à construtora  responsável pela construção uma rápida apuração sobre as causas da ocorrência.  Segundo o Metrô, a Defesa Civil vistoriou o local e liberou o canteiro. A obra não sofrerá atrasos.

A assessoria da Viaquatro, responsável pela Linha 4- Amarela informou que as obras são de responsabilidade do Metrô. O contrato de concessão prevê apenas a operação e manutenção  da linha após a construção.

Fonte da Notícia e Imagem: G1

terça-feira, 15 de julho de 2014

Metrô de Moscou descarrila e causa mortes

Cena do descarrilamento em Moscou hoje
Um trem do Metrô de Moscou – o principal meio de transporte da capital da Rússia –, descarrilou hoje, deixando pelo menos 20 mortos e mais de 160 feridos, segundo agências internacionais.

"Dezenove pessoas morreram no local e uma vítima faleceu no hospital", declarou Oleg Salagai, porta-voz do ministério da Saúde, ao anunciar um balanço atualizado, de acordo com a France Presse.

De acordo com Salagai, 161 pessoas ficaram feridas e 129 delas foram hospitalizadas. O estado de 42 vítimas é considerado grave. Ao todo, pelo menos 200 pessoas foram retiradas do local do acidente.

O comitê de investigação da Rússia disse que está examinando as causas do acidente, mas parece não haver suspeita de crime.

Passageiros feridos eram levados para fora das estações em macas, ensanguentados e com ataduras. Helicópteros transportavam ao hospital as vítimas em estado mais grave. Passageiros estavam em estado de choque ou gritando quando foram levados para a superfície pelas equipes de socorro.

"Não há mais ninguém vivo para resgatar", disse o vice-prefeito de Moscou, Peter Biryukov. Ele acrescentou, entretanto, que ainda há corpos presos soterrados.

O acidente aconteceu na linha azul do metrô de Moscou às 8h30 (1h30 em Brasília), no trecho entre as estações Slavianski Bulvar e Park Pobedy, no oeste da cidade. Dezenas de ambulâncias foram enviadas à estação Slavianski Bulvar, que foi esvaziada.

Investigadores disseram que uma elevação repentina na tensão elétrica provocou a parada do trem e fez com que diversos vagões saíssem dos trilhos entre as estações. "O trem freou bruscamente. Saíram faíscas e havia muita fumaça. Fui empurrado contra algo, e todo mundo caiu do mesmo lado", relatou um passageiro, com o nariz ensanguentado, ao canal de televisão Moscou 24.

Histórico

O Metrô de Moscou, inaugurado em 1935, na época da ditatura de Josef Stalin, tem um dos maiores fluxos de passageiros do mundo. O meio de transporte é conhecido por sua eficácia e pontualidade, com poucos incidentes técnicos graves registrados. Em 2010, o Metrô foi alvo de um duplo atentado que deixou 40 mortos.

"Este é um dos acidentes mais graves da história recente", declarou o prefeito de Moscou, Serguei Sobianin.

As autoridades abriram uma investigação por violação das normas de segurança nos meios de transportes.

De acordo com o repórter especializado em transportes Alexei Jazbiev, do jornal "Expert", o metrô foi construído para transportar "de 3 a 4 milhões de pessoas por dia, 6 milhões no máximo". "Mas, atualmente, transporta mais de 9 milhões de pessoas por dia, e as antigas tecnologias não foram adaptadas para o tráfego", disse o jornalista.

Fonte da Notícia: G1
Imagem: G1

Jovem morre atingida por Metrô ao usar iPad em New York

Metrô de New York
Aracelis Ayuso, de 21 anos, morreu ao ser atingida por um Metrô de Nova York enquanto usava seu iPad, segundo relatou o Business Insider.

Oficiais disseram que ela se atrapalhou com o iPad e quase derrubou o tablet, o que a fez tropeçar e cair nos trilhos da Estação Union Square justo quando o trem estava chegando à plataforma da estação. O condutor do trem viu a garota, mas não conseguiu frear a tempo.

O namorado de Aracelis culpou o cansaço da jovem pela morte, e não o iPad. Ele disse que ela andava muito cansada, porque precisava acordar cedo para sustentar sua filha.

Cada vez mais dispositivos móveis são culpados por mortes e acidentes. Um estudo de 2013 do Hospital Americano Cohen Children’s Medical Center afirmou que enviar mensagens no volante causa mais mortes de adolescentes e acidentes do que quando eles dirigem alcoolizados.

Fonte da Notícia: Portal Terra
Imagem: Blog da Comunicação

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Polícia investiga Morte de Estudante que ontem caiu nos trilhos da Estação Consolação/Police Investigate Death of Student yesterday fell onto the tracks of Station Consolação

Imagem do jovem ferido foi divulgada em redes sociais  (Foto: Reprodução YouTube)
Estudante ficou gravemente ferido ao cair nos trilhos
Student was seriously injured when he fell on the rails
A Polícia Civil investiga a morte do estudante Victor Castro Rodrigues da Silva, de 20 anos, na linha férrea do Metrô de São Paulo. O  estudante foi atingido por uma composição por volta de 5 horas de ontem, na Estação Consolação, da Linha 2-Verde.

Um amigo do garoto tentou protegê-lo e acabou ferido. O colega foi socorrido na plataforma e levado para o Hospital das Clínicas. Imagens do ocorrido circulam em um vídeo divulgado nas redes sociais.

Segundo a polícia, duas testemunhas que estavam com os estudantes na estação contaram que voltavam de uma festa quando Victor, por motivo ainda não esclarecido, ultrapassou a linha de segurança da plataforma.

O amigo tentou impedir a aproximação dele, mas não conseguiu e foi atingido na cabeça pela composição. O caso foi registrado na 6ª Delegacia de Polícia do Metropolitano, para apurar as circunstâncias da morte. Em nota, o Metrô lamentou a ocorrência e informou que está colaborando com as investigações.

Fonte da Notícia e Imagem: G1 

The Civil Police investigate death of student Victor Castro Rodrigues da Silva, 20 years in the railroad São Paulo Metro. The student was hit by a composition about 5 pm yesterday, the Station Consolação, Line 2-Green.

A friend of the boy tried to protect him and was wounded. The colleague was rescued on the platform and taken to the Hospital das Clinicas. Pictures of the incident circulating in a video posted on social networks.

According to police, two witnesses who were with the students at the station told returning from a party when Victor, for reasons still unclear, crossed the line of platform security.

The friend tried to stop his approach, but failed and was hit in the head by the composition. The case was registered at the 6th Precinct of the Metropolitan Police, to determine the circumstances of death. In a statement, Metro regretted the incident and said it is cooperating with the investigations.


Source of News and Image: G1

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Passageiros se ferem ao cair em trilhos da Linha 2-Verde/ Passengers hurt themselves by falling on rails Line 2-Green

Pelo menos duas pessoas ficaram feridas após caírem nos trilhos da Estação Consolação, da Linha 2-Verde do Metrô, por volta das 5 da manhã, segundo ouvintes da BandNews FM.

O intervalo entre os trens da Linha 2-Verde foi maior no fim da madrugada, segundo o Metrô. O Metrô diz que o problema foi operacional, sem mencionar as quedas. 

Procurada pelo Portal da Band, a assessoria do Metrô não atendeu as ligações para confirmar a queda de passageiros.

Fonte da Notícia: Band 

At least two people were injured after falling on the tracks of Consolation Station, Line 2-Green Subway at about 5 am, according BandNews FM listeners.

The interval between trains on Line 2-Green was higher at the end of the morning, according to Metro. The Metro says that the problem has been operating without mentioning the falls.

Sought by Portal Band, the advising Metro did not answer calls to confirm the drop in passengers.


Source of News: Band

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Ministério do Trabalho interdita obras da Linha 17-Ouro após morte de operário/Ministry of Labour forbidden works of Line 17-Gold after death of worker

Desabamento de Viga matou operário semana passada
A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo interditou as operações de içamento e fixação das vigas em toda a extensão da construção da Linha 17 – Ouro do Monotrilho
Dia 09.06.2014, um operário morreu nessa obra após a queda de uma viga.

O Monotrilho, sistema de trens elevados, vai ligar o bairro do Morumbi ao do Jabaquara, passando pelo Aeroporto de Congonhas, que fica próximo ao local do acidente.

Serão ao todo 18 quilômetros de trilhos e 18 estações, com interligações com linhas do Metrô e da CPTM.

O primeiro trecho deve ficar pronto em 2014, fazendo a ligação do Aeroporto de Congonhas à rede de transporte metropolitano.

O anúncio da interdição ocorreu na noite de ontem, depois de uma reunião com técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas.

Segundo o superintendente Luiz Antônio de Medeiros, auditores fiscais que vistoriaram a obra depois do acidente concluíram que a maneira como o içamento e a fixação vem sendo feitos colocam os operários em risco.

“A conclusão é que não dá para continuar porque pode cair novamente.”

De acordo com ele, na colocação das vigas, não pode haver contato direto entre o concreto da viga e o da base.

Medeiros explicou que o Consórcio Monotrilho Integração, responsável pela obra, usa um pino para fazer essa ligação que não oferece segurança. “É um pino que balança, fica solto.”

O consórcio Monotrilho Integração informou que está cumprindo a determinação da Superintendência Regional do Trabalho.

“As atividades de lançamento e ajustes de vigas foram paralisadas imediatamente após o acidente, com o objetivo de garantir transparência e agilidade na apuração das causas”, diz a nota.

A empresa ressaltou ainda que segue todas as normas de segurança vigentes e que presta todo apoio à apuração dos fatos.

Fonte da Notícia: Revista Exame
Imagem: G1

The Regional Labour and Employment in Sao Paulo banned lifting operations and fixing the beams to the fullest extent of the construction of Line 17 - Gold Monorail
06/09/2014 day, a worker died this work after a falling beam.
The Monorail, elevated rail system will connect to the neighborhood of Morumbi Jabalpur, passing through the Congonhas Airport, which is near the crash site.
Are altogether 18 km of track and 18 stations, with connections to the subway lines and the CPTM.
The first section should be ready in 2014, linking from Congonhas Airport to the metropolitan transport network.
The announcement of the ban occurred yesterday evening, after a meeting with officials of the Technological Research Institute.
According to the superintendent Luiz Antonio de Medeiros, tax auditors who toured the work after the accident concluded that the way hoisting and fixing has been done put the workers at risk.
"The conclusion is that you can not continue because it can fall again."
According to him, the placement of the beams, there can be no direct contact between the concrete beam and the base.
Medeiros explained that the Monorail Integration, responsible for the project, the Consortium uses a pin to make that connection that offers no security. "It's a pin that balance gets loose."
The Integration Consortium reported that Monorail is fulfilling the determination of the Regional Labour.
"The launch activities and settings beams were halted immediately after the accident, in order to ensure transparency and flexibility in the determination of the causes," says the note.
The company also stressed that follows all safety standards and providing all the support to finding the facts.

Source of News: Revista ExamePicture: G1