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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Metrô é eleito o melhor transporte público de São Paulo pelo segundo ano consecutivo

Assim como tantos vizinhos de obras do Metrô, Paulo Menezes, 56, é adepto da "vistoria via janela". Do imóvel onde mora no Campo Belo, na zona sul paulistana, o presidente da empresa de trens costuma dar uma olhada em um dos pontos de obra da 2ª Fase da Linha 5-Lilás. "Sábado, vou fazer feira e dou uma passadinha lá também. E ali andou bem, está quase pronto."

Três estações dessa linha devem ser as próximas a serem abertas na cidade. "Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin", diz Menezes, com uma mapinha da rede em mãos. "Essas estão programadas para entrar em operação em Julho de 2017."

O executivo responde, mesmo antes de ser perguntado, à ansiedade dos moradores, que querem saber quando terão novas linhas à disposição. Isso porque o metrô é considerado pelos paulistanos o melhor serviço de transporte de São Paulo por 54% dos entrevistados das classes A e B.

O favoritismo acentua-se entre moradores da zona norte (63%) e pessoas com mais 41 anos (59%) e ensino superior (60%). Trata-se do segundo ano em que o Metrô aparece no topo.

"A rapidez do sistema ainda é o chamariz para o usuário do transporte público", diz Menezes. "Ele sabe que pegará o metrô aqui e descerá lá no prazo esperado. Aliás, quando isso não acontece, é que vem a reclamação." Mas, é claro, ainda há muito o que melhorar. São Paulo, diz ele, está entre os melhores no intervalo de circulação dos trens, limpeza e custo de energia, mas fica para trás na segurança dentro dos trens e das estações e na venda de bilhetes. Reduzir filas e ter um atendimento melhor também constam das metas.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Sanitários da Linha 1-Azul são reabertos ao público após limpeza

Depois de quase duas semanas fechados, os banheiros da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo foram reabertos na manhã de ontem (24/02/2016). Após romper o contrato com a Empresa Higilimp, o Metrô assinou o contrato com uma nova empresa para limpar as estações da linha que liga o Jabaquara ao Tucuruvi

A interrupção no serviço ocorreu no dia 12/02/2016 após os 420 funcionários da empresa Higilimp entrarem em Greve após atraso nos salários. Em seguida, o governo do estado rescindiu o contrato com a Higilimp Ambiental Ltda. porque ela não estava cumprindo o que firmou nos contratos. Os sanitários da estação ficaram fechados desde que funcionários da empresa entraram em Greve em Janeiro de 2016 devido ao atraso nos pagamentos.

Nesta manhã, na Estação Armênia o banheiro foi aberto por volta das 6h, quando os funcionários da empresa Soluções chegaram para assumir o serviço e iniciar a limpeza
 
Fonte da Notícia: G1-SP

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Nova empresa terceirizada deve assumir limpeza de estações da Linha 1-Azul essa semana

Frota A da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo
A Empresa Soluções deve assumir essa semana o serviço de limpeza da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo. Ela foi a segunda colocada na licitação ocorrida para prestação do serviço.
 
A interrupção no serviço ocorreu há uma semana após os 420 funcionários da Empresa Higilimp entrarem em greve após atraso nos salários. Em seguida, o governo do estado rescindiu o contrato com a Higilimp.

“Hoje nós devemos concluir o processo de rescisão e a segunda colocada se prontificou a fazer o serviço, se interessou inclusive com o preço. O Metrô está analisando a documentação, porque a empresa tem que estar com a documentação toda em ordem. Nós esperamos para o início da próxima semana já ter a solução do problema para a gente voltar a reabrir os banheiros da Linha 1-Azul”, afirmou o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.

Há uma semana, o Metrô informou que iria rescindir contrato com a Higilimp Limpeza Ambiental Ltda. porque ela não estava cumprindo o que firmou nos contratos. Os sanitários da estação estão fechados desde que funcionários da empresa entraram em greve em Janeiro de 2016. Eles reclamam de salários atrasados.

O Governador Geraldo Alckmin também comentou o descumprimento do contrato. “Empresa ganha concorrência, pregão eletrônico e tem que cumprir o contrato. Se a empresa abandona ela vai sofrer todas as punições, ser proibida de participar de licitação, ser multada, ser condenada. O Metrô já está verificando as demais empresas que trabalham pra ele para suprirem provisoriamente até a nova licitação ", disse o governador, na semana passada.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Eduardo Ganança

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Metrô vai rescindir contrato com empresa de limpeza

Estação da Linha 1-Azul suja após Greve dos funcionários de limpeza
O Metrô informou hoje (12/02/2016) que vai romper o contrato com a empresa terceirizada responsável pela limpeza dos banheiros públicos das estações da Linha 1-Azul. A informação é do SPTV.

O Metrô quer rescindir contrato com a Higilimp Limpeza Ambiental Ltda. porque ela não está cumprindo o que firmou nos contratos. Os sanitários da estação estão fechados desde que funcionários da empresa entraram em greve em janeiro. Eles reclamam de salários atrasados. De acordo com a reportagem, a empresa Higilimp não foi encontrada para comentar o assunto.

O Governador Geraldo Alckmin também comentou o descumprimento do contrato. “Empresa ganha concorrência, pregão eletrônico e tem que cumprir o contrato. Se a empresa abandona ela vai sofrer todas as punições, ser proibida de participar de licitação, ser multada, ser condenada. O Metrô já está verificando as demais empresas que trabalhampra ele para suprirem provisoriamente até a nova licitação ", disse o governador na manhã de ontem (11/02/2016) em evento em São Paulo.

Segundo o SPTV, o Metrô vai entrar em contato com a segunda empresa vencedora da licitação para saber se ela poderá assumir o serviço de limpeza por meio de contrato. A empresa tem até esta sexta-feira para se posicionar.

No caso de eventual negativa dessa empresa, o Metrô deverá deslocar funcionários das Linhas 2 e 3 para limpar temporariamente os banheiros. Até que se faça uma nova licitação para encontrar uma empresa que assuma o trabalho.

Enquanto isso, sem funcionários para limpar os banheiros, eles ficam fechados com avisos de que a situação é temporária. Quem sofre são os usuários, que não podem usá-los.

Na internet, a Higilimp lista entre seus principais clientes, órgãos públicos estaduais, como o Metrô, a USP, o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), o Centro Médico da Polícia Militar (PM) e o Corpo de Bombeiros. Ela também presta serviço para a Prefeitura de São Paulo.

A equipe de reportagem visitou alguns dos locais atendidos pela Higilimp. No Cemitério Municipal de Perus, os banheiros estavam em ordem. Mas na Assembleia Legislativa, os banheiros estavam com papéis no chão
.
Se o Metrô romper o contrato com a Higilimp, será o quinto contrato entre o estado e empresas privadas rompido nos últimos meses. Todos ligados ao Metrô.

O primeiro contrato rompido foi com o consórcio Isolux Corsam Corviam, que era responsável por fazer as quatro estações da Linha Amarela que faltam.

Depois foi rompido contrato com a Rede Hora Certa, empresa responsável pelas máquinas de recarga do bilhete único nas estações.

Em Janeiro de 2016, o Estado quebrou dois contratos com o consórcio Andrade Gutierrez - CR Almeida, responsável por fazer boa parte da Linha 17-Ouro do Monotrilho.

Nesta tarde, o presidente do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo, falou que não sabe porque essas empresas não honraram o contrato com o governo.

“O estado, via Metrô, que é o responsável pela obra, aplicou as multas, rescindiu os contratos”, disse Figueiredo. “Acredito que há uma situação do mercado, as empresas estão sem crédito, na questão do Metrô, os pagamentos estão sendo feitos em dia. Eu não poderia te dizer aqui o por que isso esta acontecendo.”

Fonte da Notícia: G1-SP 
Imagem: Diário de SP

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Funcionários da limpeza entram em Greve e banheiros da Linha 1-Azul são interditados

Estação Armênia (Linha 1-Azul)
Os funcionários da empresa terceirizada responsável pela limpeza dos banheiros da Linha 1-Azul do Metrô estão com salários atrasados e entraram em greve em janeiro e, por isso, os sanitários estão fechados.

O Bom Dia São Paulo visitou nove estações da Linha 1-Azul e só tem banheiro aberto em duas, No entanto, os sanitários das Estações Armênia e Santana não estão funcionando.

"A empresa não pagou os funcionários, os caras entraram em greve e não vieram", disse um funcionário.

Inicialmente, o Metrô afirmou ao Bom Dia São Paulo que paga a empresa de limpeza e que os serviços estão sendo feitos, sem afetar os usuários. Depois, o Metrô admitiu que alguns banheiros “podem” estar fechados por falta de limpeza. O Metrô disse que vai multar a empresa responsável pela limpeza caso não retome os serviços.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Felipe Golfeto

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Após recebimento de pagamento, funcionários de limpeza do Metrô voltam ao trabalho

metrô
Estação da Linha 1-Azul suja devido a greve dos funcionários de limpeza
Depois de dois dias de paralisação, funcionários da empresa terceirizada Higilimp, responsável pela limpeza das estações da Linha 1 Azul, retornaram ao trabalho.

A limpeza das estações, no entanto, está sendo normalizada.

A Higilimp, segundo os funcionários, atrasou salários de dezembro, vale-refeição e o 13º. Os depósitos foram realizados ontem.

A Higilimp responsabilizou os atrasos ao Metrô. Segundo a empresa, a companhia do Metrô não fez o pagamento devido referente ao mês de Dezembro de 2015, comprometendo as condições financeiras para a terceirizada honrar os compromissos com os funcionários. São cerca de 420 trabalhadores que atuam nas estações.

Este pagamento já foi regularizado pelo Metrô

No entanto, ainda hoje (13/01/2016), passageiros que estavam na Linha 1-Azul registraram sujeira em algumas estações, no período da manhã.

Fonte da Notícia e Imagem: Blog Ponto de Ônibus

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Funcionários terceirizados do setor de limpeza do Metrô entram em Greve por tempo indeterminado

Estação do Metrô de São Paulo suja ontem (11/01/2016)
Conhecido por ser um dos meios de transporte mais limpos do mundo, o Metrô da cidade de São Paulo estava bastante diferente na tarde de ontem (11/01/2016).  Lixeiras lotadas, papel jogado no chão, poças de água e trens sujos era o cenário que os passageiros encontraram na Linha 1-Azul, que vai do Tucuruvi, na Zona Norte,  ao Jabaquara, na Zona Sul.

Por volta das 17h, a estação Santana tinha lixo espalhado pela plataforma e no vagão do trem. “Nunca vi isso, logo esse Metrô, que é exemplo para o mundo”, afirma a dona de casa Mariluce Gimenez, 60 anos.

“Na Estação Jardim São Paulo-Ayrton Senna, as poças de água eram tantas que os funcionários tiveram de colocar uma fita para isolar a área e evitar acidentes”, relatou a empresária Sueli Paixão, 57.

No trajeto entre as paradas Santana e Ana Rosa, a reportagem encontrou mais sujeira e lixeiras lotadas em estações como São Bento, Armênia, Ana Rosa e Tiradentes.

Greve

Segundo Raimundo Cordeiro, um dos diretores do Sindicato dos Metroviários, os funcionários da limpeza da linha entraram em greve por falta de pagamento do salário. “Estamos solidários com a categoria e apoiamos a causa”.

Cordeiro contou que os grevistas ganham pouco mais de um salário mínimo (R$ 880,00) e têm sofrido há meses com atrasos de benefícios como os vales transporte e refeição, e até da entrega da cesta-básica.

O Metrô informou que já notificou a empresa terceirizada (que não teve o nome divulgado) “para que retome imediatamente a prestação de serviços”, sob pena de multas previstas em contrato.

Fonte da Notícia & Imagem: Diário de São Paulo
Imagem de Almeida Rocha

Funcionários da limpeza do Metrô de São Paulo entram em Greve

Frotas A e D do Metrô (Linha 1-Azul)
Funcionários responsáveis pela limpeza da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo entraram em Greve ontem (11/01/2016), informaram os sindicatos dos metroviários e dos profissionais da limpeza urbana (SiemacoSP). Procurado, o Metrô disse que já notificou a empresa Higilimp, responsável pelos trabalhadores, para que retome imediatamente a prestação de serviços, "sob pena de aplicação das sanções previstas em contrato".

Segundo o SiemacoSP, a paralisação ocorre porque os funcionários não receberam o salário integral de dezembro nem alguns benefícios, como vale-refeição e cesta básica.

De acordo com o SiemacoSP, 420 funcionários trabalham na limpeza das estações da Linha 1-Azul. Procurada, a empresa Higilimp não respondeu até a publicação desta reportagem.

Uma audiência na Superintendência Regional do Trabalho com os funcionários, o Metrô e a empresa terceirizada está marcada para a manhã de amanhã (13/01/2016)

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: G1-SP

segunda-feira, 24 de março de 2014

Trens do Metrô passam por rigoroso processo de limpeza

Frota G do Metrô de SP sendo lavada
Desde o início da operação comercial do Metrô de São Paulo, em setembro de 1974, a limpeza dos trens é uma característica internacionalmente reconhecida. A atual frota de 150 trens da Companhia é submetida a um rigoroso processo de limpeza. Nos transcorrer dos 40 anos de existência, com o crescimento da frota, alguns procedimentos foram aperfeiçoados e algumas tecnologias incorporadas.

A limpeza dos trens do Metrô, com seis carros cada, é efetuada em cinco locais da Companhia: no Pátio Jabaquara (linhas 1-Azul), Pátio Tamanduateí (Linha 2-Verde), Pátio Itaquera (Linha 3-Vermelha), Pátio Belém (Linha 3-Vermelha) e Pátio Capão Redondo (Linha 5-Lilás). 

Todos os procedimentos utilizados na higienização são controlados para garantir a segurança dos funcionários e dos equipamentos. Além disso, o Metrô se preocupa em controlar o tempo gasto durante a tarefa para que não haja interferência na oferta de trens na operação comercial. Um exemplo de otimização ocorreu em 1996, com a instalação de uma máquina industrial  para agilizar a lavagem dos panos, que gerou economia de tempo e reduziu o esforço dos funcionários. Antes, todo esse processo era feito manualmente.

Tipos de limpeza

A higienização das composições ocorre por módulos programados ou eventuais: limpeza entre viagens, limpeza interna de conservação, limpeza interna profunda, limpeza externa profunda, lavagem de teto, limpeza de sopra, limpeza de veículo de serviço e máquina de lavar trens.

A limpeza entre viagens é realizada, em média, por uma equipe de 46 funcionárias, em rodízio, que atuam em trechos próximos às estações terminais. Essa atividade é responsável pela retirada de resíduos deixados pelos passageiros durante as viagens.  A rapidez e a eficiência das funcionárias estão aliadas a instrumentos específicos utilizados para esse trabalho: um exemplo é a "vassourinha" adaptada com cabo longo e a pá portátil denominada "bituqueira". Em casos específicos, como vômitos ou líquidos derramados, no interior dos trens, quem executa os serviços são as empresas contratadas para limpeza das estações, utilizando um Kit composto por caixa portátil de plástico, luva descartável de látex para procedimento, uma pá, uma escova, um óculos de proteção, uma máscara, um avental descartável, sacos de lixo branco para resíduos biológicos, papéis absorventes ou panos multiuso (ALKLIN ou similar) e produto adequado de limpeza.

Outra modalidade é a Limpeza interna de conservação. Diariamente, são limpas, em média, oitenta e quatro composições, sendo: sete composições, com revezamento de 15 pessoas, no período das 6h às 22h e setenta e sete composições, com revezamento de 66 pessoas, no período das 22h às 6h, para faxinarem bancos, vidros, paredes, piso, cabine, pega-mão e lateral.

A limpeza interna profunda exige a participação de 41 funcionários, que chegam a limpar 10 trens no turno da noite. Os itens contidos nessa modalidade são semelhantes ao da limpeza interna de conservação; só que ela mais meticulosa e há o acréscimo de limpeza do teto. O trabalho é tão minucioso que as frestas das janelas são limpas com escovas de dente, os cantos das portas com pequenas hastes de madeira e as cabines recebem atenção especial. Por isso, o tempo médio gasto para executar todo o serviço é de 1h30.

Responsável por deixar a lataria de aço inox dos trens brilhando, a limpeza externa profunda também é realizada nos pátios com periodicidade semanal. Dezoito pessoas participam dessa atividade, que envolve a limpeza lateral dos carros, dos vidros externos e da máscara frontal. Por semana, a equipe consegue limpar 15 composições.

Nem o teto dos trens escapa, ele passa por uma limpeza rigorosa. Na lavagem de teto, o responsável prepara o produto, dezoito funcionários espalham o detergente alcalino em toda a extensão do carro e, depois, o esfregam com vassoura. A ação é repetida várias vezes nos seis carros até o enxague e a duração média desse processo é de 3h30. 

Para completar, há mais uma etapa em que os trens passam pela máquina de lavar, uma espécie de lava-rápido. A máquina possui dois escovões laterais e um superior que auxiliam na retirada de resíduos acumulados por um período de dez dias e deixados nos processos de lavagem externa.

Programação dos trens

Antes do processo de limpeza é realizada a programação dos trens pelo operador de torre nos pátios. Nessa agenda estão previstas a quantidade de trens que passará pela limpeza e a modalidade a ser executada. 

Em paralelo a essa programação, o supervisor de linha operacional, responsável pela limpeza no pátio, coordena as atividades operacionais relacionadas à operação, como priorizar trens para a limpeza.

O próximo passo fica por conta do controlador de serviços de tráfego, que acompanha a limpeza e avalia a qualidade do serviço.

São mais de 18 mil litros de xampu neutro

A limpeza é um item muito importante para o Metrô e os números demonstram isso. Por ano, são utilizadas 240 mini-vassouras, 120 bituqueiras (armazenadores portáteis de lixo) e 2.400 buchas. E, para lavagem dos trens, são gastos mais de 18 mil litros de xampu.

Fonte da Notícia: Metrô
Créditos da Imagem Reservados ao Autor