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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Governo Estadual afirma que pode cancelar concessão das obras Linha 6-Laranja

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse no dia 27/09/2016, que não descarta a “caducidade” do contrato de concessão com a Move São Paulo, responsável pelas obras e posteriormente operação da Linha 6-Laranja do Metrô.
As construções estão paralisadas por conta de dificuldades na obtenção de recursos. Entre as empresas que formam o consórcio está a Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato.
“A caducidade não está descartada, mas na nossa avaliação é a última medida a ser tomada. Vamos trabalhar intensamente nesse final de ano para que a questão possa ser solucionada”, disse o Secretário.
O titular da pasta afirmou ainda que deve colaborar junto ao BNDES para que a instituição autorize o financiamento de longo prazo para as empresas. “Todo nosso esforço é para que neste final de ano possamos solucionar a questão para retomar as obras”, comentou.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Evento debateu sobre concessões e privatizações do Metrô de São Paulo

Entre os dias 13 e 16/09/2016, foi realizado pela AEAMESP, em paralelo à METROFERR EXPO, a 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

No mesmo evento foi realizada a cerimônia de entrega do 3º Prêmio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferroviários, logo após a abertura dos sete dias de encontros, das 14h às 15h30, com realização da ANPTrilhos e da CBTU com o apoio da AEAMESP.

Um dos temas debatidos foi sobre as concessões de sistemas metroviários. Na visão do consultor em Transportes, Peter Alouche, as PPPs envolvem riscos na implantação e operação das linhas. Os financeiros e os relativos à demanda, são levados em conta nos contratos de concessão.

“A relação contratual entre o Poder Público e os operadores, para se garantir uma operação eficaz e segura, é garantida, atualmente por uma Comissão subordinada à Secretaria de Transportes Metropolitanos, mas será gerenciada futuramente por uma Agência Reguladora do transporte público a ser criada. Em caso de problemas e de conflitos nos níveis estratégico e tático na integração do transporte, os responsáveis pelas decisões a tomar são o Poder Público e a Agência Reguladora. Esta terá um caráter de supervisão contratual e de arbitragem em caso de conflito, mas é no nível operacional que surgem problemas e conflitos que, normalmente, não são previstos nos contratos e que exigem medidas imediatas, “on-line”, para garantir a continuidade, a eficiência e a segurança do transporte”, afirma o consultor.

Alouche que teve uma apresentação, no dia 16/09/2016, das 10h40 às 12h20, sobre o tema “As PPPs e concessões da rede metroferroviária na Região Metropolitana de São Paulo: Riscos na Segurança Operacional”

Fonte da notícia: Diário do Transporte

Move-SP anuncia paralisação das obras da Linha 6-Laranja por tempo indeterminado

A concessionária responsável pelas obras da Linha 6-Laranja, do Metrô, Move SP, emitiu uma nota anunciando a paralisação das obras por tempo indeterminado.

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Veja a seguir a nota na íntegra:

São Paulo, 05 de setembro de 2016 – A Concessionária Move São Paulo, Empresa responsável pela construção, operação e manutenção da Linha 6-Laranja, que ligará a região noroeste ao centro da cidade anunciou hoje a suspensão das atividades de construção devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.

A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões (vide box abaixo).

No momento, a Concessionária negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da Parceria Público Privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.

Durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.

Segue inalterada a previsão de gerar 9 mil vagas durante o pico da obra e a criação de 1.000 novos postos de trabalho para início das operações da Linha 6-Laranja assim que as atividades forem retomadas, o que esperamos que ocorra no menor prazo possível.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Governo Estadual fez sua parte para que obras da Linha 6-Laranja não precisassem ser paralisadas


O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que o governo de São Paulo está fazendo a sua parte para a construção da Linha 6- Laranja do Metrô. No dia 05/09/2016, o consórcio responsável por construir a linha disse que vai parar a obra porque não consegue empréstimo para tocar o projeto.


Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto".

Segundo o Secretário Pelissioni, que é responsável pelo Metrô, a obrigação do Consórcio conseguir o dinheiro para a obra, e que o Estado está cumprindo com sua parte no contrato. Também disse que, se conseguir resolver o problema nos próximos meses, o prazo de entrega deve ser mantido para 2021.

"Por enquanto nós determinados uma auditoria nos canteiros para verificar a quantidade de pessoas e equipamentos trabalhando, estamos toda a semana sendo notificados disso e, junto com a Procuradoria-Geral do Estado, estudando medidas que vão desde multas e penalidades até eventualmente se um empréstimo de longo prazo não puder sair, uma rescrição de contrato, coisa que nós queremos evitar", afirmou o secretário.


Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021. Metade da obra está sendo paga pelo estado e outra metade, pela iniciativa privada, em um modelo de parceria público-privada. Se a linha ficar pronta, o consórcio ficaria com os lucros da bilheteria.


A Linha 6-Laranja, anunciada em 2008, está prevista para ligar a região noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.

O Consórcio Move São Paulo disse que, apesar da paralisação das obras, os processos de indenização seguem normalmente.


Fonte da notícia: G1-SP

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Metrô irá privatizar 17 terminais de ônibus interligados às estações.

O Metrô de São Paulo estuda conceder para a iniciativa privada 17 terminais de ônibus que são anexos a 13 estações das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha.
O objetivo é gerar uma receita extra de R$ 158 milhões por ano.
Nos espaços poderão ser construídos shoppings, hotéis, áreas de eventos, estacionamentos, escolas, moradias e laboratórios.
O Metrô deve se aproveitar do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo que incentiva empreendimentos em terrenos próximos a redes de metrofeereoviárias e de ônibus de alta capacidade.
Dos 17 terminais, nove possuem terrenos que podem ser identificados com potencial construtivo de 245 mil metros quadrados.
De acordo com reportagem de Bruno Ribeiro, do Jornal O Estado de São Paulo deve ocorrer uma audiência pública para detalhar como será a concessão.
A previsão é de que apenas um concessionário, que oferecer a maior contrapartida, assuma todos os espaços por até 40 anos.
Não será concedida a área interna das estações.
Pelos 17 terminais passam por dia em torno de 935 mil pessoas e 274 linhas de ônibus.
Os terminais que devem ser concedidos são:
Linha 1-Azul:Parada Inglesa, Santana, Armênia e Ana Rosa.
Linha 3-Vermelha:Artur Alvim, Patriarca Norte, Vila Matilde Norte, Penha Norte, Carrão Norte, Carrão Sul, Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Belém Norte, Belém Sul, Brás, Barra Funda Sul e Barra Funda Turística.
Fonte da notícia: Diário do Transporte.

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por tempo indeterminado.

O consórcio Move São Paulo anunciou no dia 05/09/2016 a suspensão das atividades de construção da Linha 6-Laranja do Metrô. Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto". Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021.
A Linha 6-Larajna vai ligar a Região Noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.
O consórcio negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da parceria público privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.
Ainda segundo a empresa, o processo de desapropriação será mantido durante o período de suspensão.
O Governo do Estado de São Paulo disse que já investiu R$ 1,6 bilhão na obra, que não deve nada ao contrato e que vai tomar as medidas cabíveis contra a concessionária.
Sobre a Linha 6-Laranja
A Linha 6-Laranja vai ligar o bairro da Brasilândia, na Zona Norte, até a Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul, no Centro da capital paulista. Mais de 600 mil passageiros devem circular pela linha diariamente. A obra da linha teve início em Abril de 2015.

O trajeto terá 15,9 km incluindo pátios e 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba - Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica - Pacaembu, Higienópolis - Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim. O governo projeta que 29 trens irão atuar ao longo do percurso. Ela fará conexão com outras linhas da CPTM e do Metrô, com a Linha 4-Amarela.
O percurso entre Brasilândia e São Joaquim, que hoje é feito em 90 minutos, passará a ser feito em 23 minutos.
O investimento previsto para a linha é de R$ 9,69 bilhões - metade disso sairá dos cofres do estado e a outra metade pelo consórcio que venceu a licitação.
Fonte da notícia: G1-SP

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Metrô realiza audiência pública amanhã (22/09/2016) para discutir privatização de 17 terminais de ônibus

O Metrô de São Paulo fará amanhã (22/09/2016), às 10h, audiência pública para apresentar a proposta de concessão à iniciativa privada de 17 terminais de ônibus anexos às estações das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha. O objetivo é melhorar a oferta de serviços aos usuários dos terminais, obter receitas acessórias e desonerar a Companhia.

A concessão dos terminais será feita mediante remuneração ao Metrô, além de encargos de administração, conservação, manutenção e vigilância do local. A exploração das áreas poderá ser aberta a novos tipos de negócios. No caso dos terminais edificáveis (9), poderá ser utilizado o espaço aéreo para empreendimentos como hospitais, laboratórios, escolas, shoppings, escritórios, consultórios, hotéis e unidades habitacionais para locação.  A ideia inicial é lançar um único lote de concessão, sendo vencedor quem oferecer a maior contrapartida à companhia. Nesse cenário, de comercialização integral dos terminais, pelo prazo de 40 anos, o Metrô espera obter mais de R$ 150 milhões, além da desoneração dos custos de manutenção dessas áreas.

Os 17 terminais de ônibus que serão alvo da licitação são: Parada Inglesa, Santana, Armênia, Ana Rosa, Artur Alvim, Patriarca Norte, Vila Matilde Norte, Penha Norte, Carrão Norte, Carrão Sul, Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Belém Norte, Belém Sul, Brás, Barra Funda Sul e Barra Funda Turística. 

Diariamente, cerca de 935 mil usuários circulam por esses terminais, que recebem 274 linhas de ônibus. Nove dos terminais poderão ser edificáveis. O potencial construtivo é de até 245 mil metros quadrados. 

A audiência pública será realizada no Instituto de Engenharia situado na Rua Dr. Dante Pazzanese, 120. Os avisos correspondentes ao edital da licitação serão publicados na forma da lei 8.666/93.

Fonte da Notícia: Metrô

Bicicletários da Linha 4-Amarela passam a exigir cadastro biométrico

Os usuários interessados em usar os bicicletários da Linha 4-Amarela tiveram até o último dia 18/09/2016 para realizar cadastramento biométrico. Desde essa data, o acesso é permitido somente para usuários registrados.
Primeiro é necessário preencher um pré-cadastro no site da empresa (www.viaquatro.com.br/bicicletario) com dados pessoais e aceitar o termo de uso. Para conclusão e confirmação do cadastro, o ciclista deve ir a um dos bicicletários da Linha 4-Amarela, localizados nas Estações Fradique Coutinho, Pinheiros ou Butantã, e apresentar documento original com foto, comprovante de residência e o número de protocolo gerado no pré-cadastro feito pela internet.
Vagas
Estação Pinheiros: 123 vagas
Estação Butantã: 150 vagas
Estação Fradique Coutinho: 86 vagas

Horário de Funcionamento
 
·       Bicicletário Estação Butantã: 6h às 22h Diariamente
·       Bicicletários estações Pinheiros e Fradique Coutinho: 4h40 à meia-noite - Domingo a sexta-feira e 4h40 à 1h – Sábado

Mais informações estão disponíveis no link http://www.viaquatro.com.br/guia-do-usuario/bicicletario ou podem ser obtidas na central de atendimento 0800 770 7100.
 
Fonte da Notícia: Diário da CPTM

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por falta de verbas

A concessionária Move SP, responsável pelas obras da Linha 6-Laranja do Metrô, anunciou a paralisação das obras por tempo indeterminado.

De acordo com a empresa, “a suspensão das atividades de construção é devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.”

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Ainda estão sendo providenciados junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo, alternativas para o reequilíbrio da PPP de implantação da Linha 6-Laranja. De acordo com a Move SP, “durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.”

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

Linha 6-Laranja do Metrô será inaugurada em 2021

A Linha 6-Laranja que fará a ligação entre a Vila Brasilândia e a Estação São Joaquim, na Linha 1-Azul só vai ficar pronta em 2021, ou seja, um ano a mais em relação a última promessa, que foi 2020.

A informação foi confirmada pelo Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e pelo Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.

O secretário atribuiu esse atraso na Linha 6-Laranja do Metrô à falta de repasse do Governo Federal.

“Nós tivemos por conta de um ano de atraso no recebimento do financiamento federal, da Caixa Econômica Federal, um pequeno atraso no pagamento das desapropriações” – disse em coletiva.

O Consórcio Move, responsável pela construção, quer entregar a linha até 2020, mas o cronograma oficial agora prevê a conclusão para 2021.

A linha deve custar R$ 9,7 bilhões, divididos entre o poder público e a iniciativa privada. Quando estiver pronta, a Linha 6-Laranja deve beneficiar 600 mil passageiros por dia.

São 15 estações em 15,9 quilômetros de extensão: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba-Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim.

A previsão é de que 29 trens circulem neste trajeto. Haverá integração com a CPTM e a Linha 4-Amarela do Metrô.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

Governo de São Paulo pretende iniciar obras da Linha 18-Bronze em 2017

O Governo de São Paulo espera poder iniciar as obras do Monotrilho da Linha 18-Bronze, entre São Paulo e São Bernardo do Campo, passando por Santo André e São Caetano, em 2017.

A afirmação é do Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, em entrevista à Rádio Estadão. “Pretendemos, quem sabe, em 2017, iniciar essas obras”, afirma o titula da pasta.

Iniciadas as obras, o consórcio Vem ABC, vencedor da disputa pública e responsável pelas obras e operação, terá até quatro anos para erguer o meio de transporte, ou seja, em meados de 2021.

A Linha 18-Bronze terá 14,9 Km de extensão e 13 estações, incluindo, ainda, um estacionamento para seis composições ao longo da linha e um pátio de estacionamento nas imediações da Estação Tamanduateí.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Privatização das Linhas 5-Lilás e 17-Ouro devem ser concluídas até o final de 2017

O Governo do Estado de São Paulo bateu o martelo em relação as concessões das Linhas 5-Lilás do Metrô e 17-Ouro do Monotrilho, em reunião ocorrida com o conselho gestor do PED.

Segundo o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, a intenção é finalizar o processo até Julho de 2017, antes da entrega de 9 novas estações da Linha 5-Lilás. “Nós queremos que as novas estações já sejam operadas pelo concessionário”, afirmou.

Em entrevista à imprensa, Pelissioni defendeu a concessão conjunta dos dois ramais. “Vai ser uma concessão única porque as linhas se cruzam no Campo Belo. Há uma sinergia de energia elétrica e integração na estação que está sendo construída lá. Será uma concessão por 30 anos na qual será cobrada uma outorga fixa de entrada e o concessionário receberá uma parcela da tarifa paga por passageiro transportado que continuará sendo arrecadada pelo Metrô. O Estado não vai mais aportar recurso nenhum”, disse o secretário.

O titular da pasta, no entanto, não deu detalhes se a concorrência exigirá das empresas expansão das linhas. No ano passado quando a notícia veio a público, comentou-se que a Linha 5-Lilás poderia ser levado ao Jardim Ângela, a cargo da concessionária que ganharia a disputa.

O Monotrilho da Linha 17-Ouro, tem como seu projeto original a ligação entre o Jabaquara e o Aeroporto de Congonhas, chegando até a Futura Estação São Paulo-Morumbi. Mas atualmente somente o trecho entre Congonhas e Morumbi da CPTM está em obras.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

Biometria passa a ser obrigatória em bicicletários na Linha 4-Amarela

A concessionária ViaQuatro, responsável pela operação da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, anunciou que desde ontem (18/09/2016), só terão acesso aos bicicletários de suas estações quem tiver feito o cadastro biométrico junto a empresa.
O cadastro já pode ser feito. Primeiro é necessário preencher um pré-cadastro no site da empresa com dados pessoais e aceitar o termo de uso. Para conclusão e confirmação do cadastro, o ciclista deve ir a um dos bicicletários da Linha 4-Amarela, localizados nas Estações Fradique Coutinho, Pinheiros ou Butantã, e apresentar documento original com foto, comprovante de residência e o número de protocolo gerado no pré-cadastro feito pela internet.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Governo Estadual irá privatizar Linhas 5-Lilás e 17-Ouro até o final de 2016

O Governo de São Paulo vai conceder as Linhas 5-Lilás do Metrô e 17-Ouro do monotrilho à iniciativa privada de forma conjunta.

Segundo o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, o edital deverá ser lançado a partir de outubro, e a expectativa é a de que o consórcio vencedor passe a operar as linhas a partir do 1º Semestre de 2017.

As linhas estão situadas na Zona Sul de São Paulo e vão compreender 27,5 km de trilhos e 25 estações quando concluídas. A Linha 5-Lilás já opera com sete estações entre Capão Redondo e Adolfo Pinheiro e está sendo expandida até a Estação Chácara Klabin. Já a Linha 17-Ouro, que chegou a ser prometida para 2014, deve ficar pronta apenas no início de 2019 e vai ligar, em formato de monotrilho, o aeroporto de Congonhas e a Marginal Pinheiros.

Pelissioni afirma que a concessão deverá proporcionar uma melhor gestão de recursos e maior eficácia no funcionamento da linha. “Tem uma sinergia de integração de pessoas que vão usar, de equipes, de compra de energia elétrica”, afirma. As linhas farão integração na Estação Campo Belo.O modelo da concessão será o de outorga fixa de entrada. Ou seja, o consórcio pagará um valor para assumir a operação das linhas, e o governo do estado, por sua vez, fará uma remuneração por passageiro transportado. Com isso, o modelo de operação por meio da iniciativa privada cresce nos Transportes Metropolitanos de São Paulo. A Linha 4-Amarela já é administrada por uma um consórcio de empresas. A intenção do governo de São Paulo é ainda conceder à iniciativa privada a operação de linhas da  CPTM.

Fonte da notícia: G1-SP

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

TCE vê irregularidades nas obras da Linha 6-Laranja

Suspensas por falta de dinheiro do parceiro privado, as obras da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo são alvo de questionamentos do Tribunal de Contas do Estado. Um relatório sobre a PPP do Governo do Estado de São Paulo para a construção do ramal ligando a Brasilândia, na zona norte, ao centro da capital aponta irregularidade na alteração do controle acionário do consórcio que executa a obra e nos pagamentos para as desapropriações. 

Segundo o TCE, as transferências de ações das empresas da concessionária Move São Paulo aconteceram sem a anuência prévia do Governo, descumprindo cláusula contratual. O consórcio foi constituído em 2013 pelas empresas Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC e pelo fundo de investimentos Eco Realty e foi o único a apresentar proposta para a PPP da Linha 6-Laranja, cujas obras tiveram início em Abril de 2014, a um custo estimado de R$ 9,6 bilhões, metade bancada pelo Estado.

O relatório mostra que no dia 09/12/2014, a Odebrecht transferiu as ações no consórcio para a Little Rock Participações, uma holding que ela havia comprado naquele ano e hoje leva o nome OM Linha 6 Participações. Em 2015, a UTC deixou o consórcio e transferiu sua parte a esta nova empresa da Odebrecht e para a Queiroz Galvão, que também já havia alterado a razão social na concessionária. 

Todas as mudanças foram feitas após o início da Operação Lava Jato, em Março de 2014, na qual os presidentes das três empreiteiras já foram presos ou condenados por pagar propina em troca de contratos públicos no escândalo da Petrobrás. Mas, segundo o TCE, as alterações só receberam a anuência do governo quase um ano e meio depois, em um despacho do secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, de abril de 2016.

O TCE também questiona o fato de o Governo ter desembolsado, entre 2014 e 2015, R$ 592,3 milhões em recursos do Tesouro (cofre do Estado) para pagar as desapropriações de imóveis necessárias para a construção da linha de metrô, sendo esses recursos cobertos por um financiamento no valor de R$ 690 milhões da Caixa Econômica Federal, que só foi firmado no dia 29 de setembro de 2015, ou seja, após os repasses à concessionária. No mês passado, a procuradora Élida Pinto, do Ministério Público de Contas, cobrou providências do governo sobre as falhas apontadas pelo tribunal.

Em nota, a Move São Paulo afirmou que as modificações no quadro societário “respeitaram o contrato e as leis e receberam anuência” do governo, que “corroborou” a alteração com um parecer da Procuradoria-Geral do Estado. Ainda segundo o consórcio, a OM Linha 6-Laranja é uma empresa controlada pelo Grupo Odebrecht e, por isso, “não houve alteração no controle acionário”.

Já a Secretaria destacou que a PGE se manifestou a favor da alteração “porque as empresas ingressantes atendiam os requisitos de habilitação e qualificação econômico-financeira necessários para assumir o serviço” e o pagamento das desapropriações com recursos do Tesouro foi feito por causa da demora na formalização do contrato com a Caixa. “Não houve prejuízo ao Governo do Estado de São Paulo, ao cronograma de execução das obras e, principalmente, àqueles que foram desapropriados”. 

Paralisação
 
As obras da Linha 6-Laranja foram suspensas anteontem por tempo indeterminado pela Move São Paulo, que alegou dificuldade na obtenção de financiamento de R$ 5,5 bilhões com o BNDES. “Por conta do envolvimento das empresas na Lava Jato e da situação econômica do País, elas estão tendo dificuldade em obter o financiamento. Isso é muito preocupante”, disse Pelissioni. Ele afirmou ainda que vai amanhã ao banco para tentar ajudar o consórcio e espera resolver o problema até o final de 2016. Segundo o secretário, a entrega de 15 km e 15 estações da Linha 6-Laranja ainda está mantida para Maio de 2021.
 
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária/O Estado de São Paulo

Governo do Estado de São Paulo irá privatizar Linhas 5-Lilás e 17-Ouro

As Linhas 5-Lilás e 17-Ouro, ambas do Metrô, vão ser privatizadas em conjunto e o edital deve sair até o final de 2016. O modelo foi fechado em reunião do conselho gestor do PED.


De acordo com o Secretário dos transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, a ideia é finalizar o processo de concessão até Julho de 2017, antes da entrega de 9 novas estações da Linha 5-Lilás. “Nós queremos que as novas estações já sejam operadas pelo concessionário”, enfatizou.

“Vai ser uma concessão única porque as linhas se cruzam no Campo Belo. Há uma sinergia de energia elétrica e integração na estação que está sendo construída lá. Será uma concessão por 30 anos na qual será cobrada uma outorga fixa de entrada e o concessionário receberá uma parcela da tarifa paga por passageiro transportado que continuará sendo arrecadada pelo Metrô. O Estado não vai mais aportar recurso nenhum”, disse o secretário.

Sobre a concessão da Linha 15-Prata, Clodoaldo disse que os estudos estão avançados e que é a próxima pauta a ser analisada.

O Governo ainda estuda a concessão das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, ambas da CPTM. O grupo Triunfo já fez uma proposta de PPP para elas.

“Nós percebemos pela proposta da empresa que o aporte do Estado ainda pode ser diminuído e aprovamos a continuidade dos estudos”, disse Pelissioni. “Nesse momento de crise econômica, é melhor fazer concessão do que PPP, que ainda exige contrapartidas do Estado”, completou.

Não foi informado se as obras das Fases 2 e 3, da Linha 17-Ouro, e a expansão da Linha 5-Lilás ao Jardim Angela seriam tocadas pela nova concessionária.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Governo anuncia privatização das Linhas 5-Lilás e 17-Ouro ainda em 2016

O Governo Geraldo Alckmin bateu o martelo na privatização conjunta das Linhas 5-Lilás do Metrô, que está sendo ampliada, e 17-Ouro do Monotrilho, ainda em construção, na zona sul de São Paulo. A Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos deve lançar ainda neste ano a licitação para conceder a operação de 27,5 km de trilhos e 25 estações à iniciativa privada por 30 anos.
O modelo foi sacramentado na reunião do conselho gestor do PED, responsável por definir as privatizações no Estado. Segundo o secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, a meta é concluir o processo de concessão das duas linhas até Julho de 2017, antes da entrega de 9 novas estações da Linha 5-Lilás, previstas para o segundo semestre de 2017. “Nós queremos que as novas estações já sejam operadas pelo concessionário”, disse. A décima estação (Campo Belo) ficou para Março de 2018.
Hoje, a Linha 5-Lilás opera com 9,3 km e 7 estações, ligando o Capão Redondo a Adolfo Pinheiro, na zona sul. Com a ampliação, a Linha 5-Lilás chegará até a Chácara Klabin, fazendo conexão com a Linha 1-Azul na Estação Santa Cruz e a Linha 2-Verde na Estação Chácara Klabin. Já o monotrilho da Linha 17-Ouro, prometido para 2014, deverá ser entregue pela metade (8 estações e 7,7 km) entre 2018 e 2019. As duas linhas farão conexão no Campo Belo (zona sul).
“Vai ser uma concessão única porque as linhas se cruzam no Campo Belo. Há uma sinergia de energia elétrica e integração na estação que está sendo construída lá”, explicou Pelissioni. “Será uma concessão por 30 anos na qual será cobrada uma outorga fixa de entrada e o concessionário receberá uma parcela da tarifa paga por passageiro transportado que continuará sendo arrecadada pelo Metrô. O Estado não vai mais aportar recurso nenhum”, completou.
Quando as obras estiverem totalmente concluídas, as duas linhas deverão receber cerca de 995 mil passageiros por dia, conforme estimativa feita pelo Metrô, atual responsável por operação e construção dos ramais. “Nós acreditamos que a operação privada é menos custosa. O Estado tem dificuldade de gerenciar porque tem a Lei de Licitações e certas burocracias necessárias porque se trata de empresa pública”, disse o secretário.
Segundo Pelissioni, o governo Alckmin também deve concluir até o fim do ano os estudos para a privatização da Linha 15-Prata do Monotrilho, que ligará a Vila Prudente até São Mateus, na zona leste da capital. O trecho também havia sido prometido para 2014 com distância mais longa, até Cidade Tiradentes, mas deve ser concluída com 16 km a menos em 2018. “Os estudos ainda estão sendo concluídos. Também queremos aprovar ali uma concessão dos serviços. É a próxima na pauta.”
Com a concessão das três linhas, São Paulo terá cinco das oito linhas de Metrô e Monotrilho sob operação da iniciativa privada. Hoje, a Linha 4-Amarela já é operada pelo Consórcio Via Quatro, e a Futura Linha 6-Laranja está sendo concluída no regime de PPP, no qual a operação também será feita pela setor privado.
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária/O Estado de São Paulo

ViaQuatro participa da 22ª Metroferr de 13 à 16/09/2016

A concessionária ViaQuatro, responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de Metrô, leva sua experiência de dez anos como operadora privada à 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, da AEAMESP, entre os dias 13 e 16/09/2016, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O encontro é referência para discussão de perspectivas e soluções do setor de transporte sobre trilhos.
O presidente da concessionária ViaQuatro, Harald Peter Zwetkoff, participa do painel “Os desafios da integração”, amanhã, 15/09/2016. Serão debatidos a importância da política tarifaria, incluindo a integração, as gratuidades e outros subsídios, além da necessidade de racionalização dos diversos meios de transporte para garantir a sustentabilidade do sistema. “O investimento em sistema de transporte, de alta capacidade aliado a outros modais que acrescentem a capilaridade necessária por meio de integração física e tarifária, é a resposta para a ampliação da mobilidade nas cidades de forma economicamente sustentável”, afirma Zwetkoff.
A mesa conta ainda com Maria Inês Garcia Lippe, diretora da empresa de transportes e mobilidade PTV Brasil, e Jurandir Fernandes, coordenador do Grupo de Trabalho de Mobilidade e Logística do SEESP e vice-presidente honorário UITP. A mediação é do jornalista Alencar Izidoro, da Folha de S.Paulo.
Técnicos da ViaQuatro ainda realizam duas apresentações no congresso. Hoje, 14/09/2016, a seção Trabalho Técnico apresentou o simulador de trem desenvolvido e implantado pela ViaQuatro para treinar os agentes de atendimento na condução manual do trem em caso de falhas. O equipamento é composto por uma réplica do primeiro carro do trem.
No dia 16/09/2016, sexta-feira, também na seção Trabalho Técnico, será apresentada outra inovação implantada pela concessionária: os cronômetros que informam nos monitores das plataformas da Linha 4-Amarela o tempo de chegada dos trens.
Serviço
Painel: Os desafios da integração
Data/horário: 15/09/2016, das 9h às 10h20
Local: Auditório
Apresentação: Cronômetros com horário de chegada dos trens nos monitores de plataforma da Linha 4-Amarela
Data/horário: 16/09/2016, das 15h20 às 16h
Local: Sala 4
Fonte da Notícia: ViaQuatro