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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Tarifa do Transporte Público é ajustada abaixo da inflação

​A Secretaria Municipal de Transportes e a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos informam que, desde 09/01/2016, passaram a vigorar os novos valores das tarifas de transporte coletivo sobre pneus na capital paulista e de transporte coletivo sobre trilhos na Região Metropolitana de São Paulo.

A inflação acumulada desde o último reajuste, em 06/01/2015, foi de 10,49%, segundo o IPC-Fipe. No entanto, as duas Secretarias de Transportes decidiram, em conjunto, fixar reajuste menor que a inflação. O bilhete unitário foi reajustado em 8,57%, passando dos atuais R$ 3,50 para R$ 3,80. A tarifa com integração entre ônibus e trilhos, de R$ 5,45 para R$ 5,92.

Além de reajustar a tarifa abaixo da inflação, as duas Secretarias decidiram congelar, sem qualquer reajuste, os valores atuais dos bilhetes temporais:
  • Ônibus ou Trilhos
    24 horas: R$ 10,00
    Semanal: R$ 38,00
    Mensal: R$ 140,00
  • Integrado Ônibus e Trilhos
    24 horas: R$ 16,00
    Semanal: R$ 60,00
    Mensal: R$ 230,00
  • Trilhos (Metrô e CPTM)
    Madrugador: R$ 2,92
    Da Hora: R$ 2,92
EMTU 

Para os ônibus da EMTU, o percentual médio do reajuste irá variar em cada uma das cinco Regiões Metropolitanas vinculadas à empresa: São Paulo, Campinas, Baixada Santista, Sorocaba e Vale do Paraíba -- mas nenhum valor será reajustado acima da inflação.

Ações dos governos estadual e municipal visaram preservar orçamento familiar

As administrações municipal e estadual têm atuado no sentido de alinhar alguns aspectos das respectivas políticas tarifárias, visando a redução do peso do transporte no orçamento das famílias residentes na Região Metropolitana de São Paulo. Dentre as medidas tomadas em conjunto, desde então, cabe destacar:
  1. Foi criado o Bilhete Único de ônibus e trilhos mensal, que permite ao usuário frequente dos sistemas de transporte um desconto em relação à política tradicional do Bilhete Único. Nos dois reajustes desde então, as tarifas dessa modalidade não sofreram qualquer aumento, o que se reflete em um crescimento gradual de sua utilização.
  2. Também não sofrerá qualquer reajuste o usuário dos bilhetes Madrugador, válido no início da operação do Metrô, entre 4h40 e 6h15, e na CPTM, das 4h até as 5h35. Também ficará sem reajuste o bilhete Da Hora, que concede benefício entre as 9h e 10h da manhã nas Linhas 5-Lilás do Metrô e 9-Esmeralda da CPTM.
  3. A tarifa zero permanece para pessoas com deficiência e idosos (a gratuidade foi ampliada para pessoas com mais de 60 anos em Julho de 2012 – Lei 15.187) e alunos de escolas e universidades que comprovarem baixa renda. Além disso, todo estudante, da rede pública ou privada, já tem direito à meia tarifa e continuará com esse benefício.
  4. O trabalhador desempregado, usuário do transporte por ônibus no município, passará a contar com a gratuidade em moldes similares aos praticados no transporte sobre trilhos.
  5. Mais da metade dos usuários do sistema de transportes (53%) não será impactada pela mudança na tarifa unitária, porque são benificiários de gratuidades, usam bilhetes temporais que não terão aumento ou são trabalhadores que já pagam o limite legal de 6% do salário para o vale transporte.
Fonte da Notícia: CPTM

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Recarga de Bilhete Único aumenta 23,5% dias antes de reajuste de tarifa

A procura pela recarga do Bilhete Único disparou nesta semana, dias antes do aumento para R$ 3,80, que valerá a partir de amanhã (09/01/2016). Segundo a SPTrans, o total arrecadado entre 04 e 05/01/2016 com as recargas foi de R$ 48 milhões, 23,5% mais do que nos dois primeiros dias úteis de Dezembro de 2015.
Quem recarregar até as 23h59 de hoje (08/01/2016) o Bilhete Único Comum continuará pagando R$ 3,50 nas passagens de ônibus, trem e metrô até o final do crédito. Já os bilhetes mensal, diário, semanal e madrugador não terão alteração de valor.
Com isso, os postos de recarga em terminais de ônibus e Metrô estão registrando filas
 Bilhete Único tem um limite de armazenamento de R$ 250. O valor máximo de recarga aceito em uma única vez, porém, é um pouco menor, de R$ 230.
Quem depositar no Bilhete Único Comum os R$ 250 máximos de crédito poderá fazer seis viagens a mais do que quem depositar essa mesma quantia a partir do sábado.
A decisão de reajustar as tarifas de ônibus, metrô e trem a partir de 9 de janeiro foi tomada pelo Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e o Governador Geraldo Alckmi
Com a mudança, a tarifa com integração entre ônibus e trilhos aumentou de R$ 5,45 para R$ 5,92.
Outras modalidades
 
O Bilhete Único Mensal de ônibus, que custa R$ 140, agora vai valer a pena para quem fizer a partir de 37 viagens por mês. Isso porque quem fizer 36 viagens e comprar as passagens de forma avulsa por R$ 3,80 vai gastar R$ 136,80. Na prática, quem usar o Bilhete Único Mensal "viaja de graça" a partir da 37ª viagem.

Quem vai e volta de ônibus do trabalho, por exemplo, gastará R$ 167,20 durante um mês com 22 dias úteis se comprar as passagens avulsas por R$ 3,80. O valor é R$ 27,20 a mais do que custa o Bilhete Único Mensal. O preço de R$ 140,00 é o mesmo para o Bilhete Único Mensal na versão trilhos (Metrô e CPTM).
Aumentos
 
O último aumento ocorreu em Janeiro de 2015, quando Haddad autorizou que tarifa dos ônibus subisse de R$ 3,00 para R$ 3,50 após ficar mais de um ano congelada. Dias depois, Alckmin aumentou as passagens de trens e metrô para o mesmo valor. O Movimento Passe Livre fez protestos contra o reajuste.

Em 2013, o aumento das tarifas do transporte público gerou protestos emJunho . As manifestações fizeram o prefeito e o governador de São Paulo recuarem do reajuste de R$ 3,00 para R$ 3,20 naquele ano.
Pichações
 
Após o anúncio do reajuste das tarifas de ônibus, no último dia 30, vários pontos amanheceram pichados para protestar contra o aumento na cidade de São Paulo. Na Avenida Paulista, além dos pontos de ônibus, os vândalos picharam algumas calçadas.

A Otima, empresa responsável pela manutenção dos pontos de ônibus, disse que "realiza manutenção de forma rotineira e que iria trabalhar na higienização dos abrigos da região".
 
Fonte da Notícia: SP News Trans
Imagem: Feijaozão

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

ATENÇÃO! Recarregue seu Bilhete Único até amanhã (08/01/2016) para continuar pagando R$ 3,50 de tarifa

Os usuários do sistema público de transporte de São Paulo têm até as 23h59 de amanhã (08/01/2016) para recarregarem seus Bilhetes Únicos Comuns e continuarem pagando R$ 3,50 nas passagens de ônibus, trem e metrô, por mais algum tempo. A partir de 09/01/2016, a tarifa, com exceção da cobrada no Bilhete Único Mensal, passará a custar R$ 3,80.

Passageiros fizeram fila nesta terça-feira (05/01/2016) nos postos de recarga. A SPTrans disse que a procura pela recarga já cresceu 20% e deve aumentar até o fim da semana.

O Bilhete Único tem um limite de armazenamento de R$ 250. O valor máximo de recarga aceito em uma única vez, porém, é um pouco menor, de R$ 230. Caso o passageiro recarregue até sexta-feira, poderá utilizar todo esse crédito pagando o valor antigo da passagem, R$ 3,50.

Quem depositar no Bilhete Único Comum os R$ 250 máximos de crédito poderá fazer seis viagens a mais do que quem depositar essa mesma quantia a partir do sábado.

A decisão de reajustar as tarifas da SPTrans, CPTM e Metrô a partir de 09/01/2016 foi tomada pelo Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o Governador Geraldo Alckmi 

Com a mudança, a tarifa com integração entre ônibus e trilhos aumentou de R$ 5,45 para R$ 5,92. As tarifas dos bilhetes mensal, semanal, diário e madrugador permanecem congeladas.

O Bilhete Único Mensal de ônibus, que custa R$ 140,00, agora vai valer a pena para quem fizer a partir de 37 viagens por mês. Isso porque quem fizer 36 viagens e comprar as passagens de forma avulsa por R$ 3,80 vai gastar R$ 136,80. Na prática, quem usar o Bilhete Único Mensal "viaja de graça" a partir da 37ª viagem.

Quem vai e volta de ônibus do trabalho, por exemplo, gastará R$ 167,20 durante um mês com 22 dias úteis se comprar as passagens avulsas por R$ 3,80. O valor é R$ 27,20 a mais do que custa o Bilhete Único Mensal. O preço de R$ 140 é o mesmo para o Bilhete Único Mensal na versão trilhos (Metrô e trem).

O último aumento ocorreu em janeiro de 2015, quando Haddad autorizou que tarifa dos ônibus subisse de R$ 3 para R$ 3,50 após ficar mais de um ano congelada. Dias depois, Alckmin aumentou as passagens de trens e metrô para o mesmo valor. O Movimento Passe Livre fez protestos contra o reajuste.

Em 2013, o aumento das tarifas do transporte público geraram protestos em Junho de 2013, se espalhando para todo o país. As manifestações fizeram o Prefeito e o Governador de São Paulo recuarem do reajuste de R$ 3,00 para R$ 3,20 naquele ano.

Fonte da Notícia: G1-SP

Amanhã (08/01/2016) terá manifestação contra o reajuste do Transporte Público de SP

Integrantes do Movimento Passe Livre carregam bandeira contra catracas em protesto na Avenida Paulista, em São Paulo
Manifestação contra o reajuste da tarifa em Janeiro de 2015
O Movimento Passe Livre marcou um protesto amanhã (08/01/2016), na véspera do aumento da tarifa da SPTrans, Metrô e CPTM para R$ 3,80, anunciada no final de 2015

A informação foi confirmada pela militante do grupo, Luíze Tavares. O local, horário e trajeto ainda serão definidos. O Movimento diz que o ato do dia 8 é apenas o primeiro.

"O MPL encara o aumento de forma bem combatente. Nem nós nem as pessoas vão ficar à mercê. Porque as pessoas sentem no bolso e estão bem incomodadas. Vamos bater de frente com o aumento", disse Luíze.

Os bilhetes unitários, atualmente em R$ 3,50, vão passar para R$ 3,80 a partir do dia 09/01/2016.

O reajuste será de 8,6% e vai ficar abaixo da inflação, já que a previsão do IPCA é de 10,72%. Com o aumento, as tarifas de integração devem subir de R$ 5,45 para R$ 5,92.

De acordo com a militante, o MPL vai às ruas contra o aumento da tarifa e em defesa da principal bandeira do grupo, a tarifa zero.

"Transporte tem que ser tratado como direito social. Como a gente pode falar que uma educação e uma saúde são públicas se a gente paga R$3,50, e agora R$ 3,80, para chegar a esses lugares?", questionou.

Estudantes secundaristas que ocuparam escolas contra a reorganização proposta por Alckmin manifestaram apoio ao MPL e vão participar do protesto. É o caso da Escola Estadual Fernão Dias, em Pinheiros, que já se mobiliza para ir às ruas.

"O preço da tarifa do transporte público está sempre na agenda dos estudantes. Não podemos ter uma educação de qualidade sem ter a liberdade de ir e vir. Para ir ao cinema, teatro, museu ficamos emperrados por uma catraca. Então, essa luta é nossa, sim", disse o estudante do 3º ano, Heudes Cássio Oliveira, de 18 anos.

Nas redes sociais, o coletivo "Mal Educado", criado pelos secundaristas durante as ocupações, informou que o aumento é "mais um golpe contra estudantes e trabalhadores" e que "2016 é ano de luta". Já o Movimento Luta do Transporte no Extremo Sul publicou nota afirmando que "3,80 o trabalhador não aguenta".

O presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres Júnior, disse que o aumento dificulta o acesso da população, já "prejudicada com a crise econômica". 

"O que os governos fizeram foi uma maldade nesse fim de ano com a população, anunciando o aumento da passagem, quando poderiam estar discutindo a redução para ajudar as pessoas", afirmou.

Segundo Júnior, o Sindicato vai se mobilizar com o MPL contra o aumento. "Vamos discutir com os advogados todas as medidas possíveis e cabíveis para entrar na Justiça contra o reajuste. A nossa intenção é que o governo volte atrás", disse.

Representantes do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano não foram localizados pela reportagem.

Fonte da Notícia: Revista Exame
Imagem: Revista Exame

ATENÇÃO! Bilhete Único pode ser recarregado até amanhã (08/01/2016) pelo valor de R$ 3,50

Uma das formas de fugir do aumento das tarifas da SPTrans, CPTM e Metrô, que servem a capital paulista e, no caso dos transportes ferroviários, também a Grande São Paulo, é recarregar o Bilhete Único antes do reajuste que vai ocorrer neste sábado, 09/01/2016.

Sabendo disso, muitas pessoas já estão indo aos postos da SPTrans, estações de trem e de metrô para fazer a recarga. Por isso, é necessário ter muita paciência e disposição para enfrentar filas.

Quem recarregar o Bilhete Único antes do aumento vai continuar pagando a tarifa sem reajuste até o final dos créditos, sem prazo para utilização.

Somente entre 04 e 05/01/2016, a SPTrans São Paulo Transporte registrou aumento de 23,5% na recarga do Bilhete Único em comparação aos dois primeiros dias úteis de dezembro. A arrecadação foi de R$ 48 milhões.

O Bilhete Único pode armazenar na modalidade comum R$ 250 em créditos. O valor máximo de uma única recarga é de R$ 230.

Quem fizer a recarga agora e armazenar R$ 250 em créditos de passagens, até se esgotar esta recarga, pode fazer seis viagens a mais do que a pessoa que comprar os créditos depois do reajuste pagando os mesmos R$ 250.

Vale lembrar que a integração entre ônibus e sistema de trilhos terá também aumento, de R$ 5,45 para R$ 5,92, também no sábado. Hoje quem usa ônibus a R$ 3,50 e passa na catraca do metrô e do trem vê desconto de R$ 1,95 no bilhete registrado no validador. Depois do aumento, o valor que vai aparecer é de R$ 2,12.

As modalidades Diária, Semanal e Mensal do Bilhete Único não terão reajuste e podem ser vantagens para quem faz um número mínimo de viagens em cada um destes períodos. Acompanhe:

– Bilhete Único (só ônibus): R$ 3,80
– Bilhete Único (só trilhos): R$ 3,80
– Bilhete Único (integração ônibus e trilhos): R$ 5,92
– Bilhete Único Diário (só ônibus ou só trilhos): R$ 10 – permanece congelado e vale a pena para duas viagens pagas ou mais
– Bilhete Único Diário (integração ônibus e trilhos): R$ 16– permanece congelado e vale a pena para três viagens pagas ou mais.
– Bilhete Único Semanal (só ônibus ou só trilhos): R$ 38 – permanece congelado e vale a pena para dez viagens ou mais.
– Bilhete Único Semanal (intgração ônibus e trilhos):R$ 60 – permanece congelado e vale a pena para onze viagens ou mais.
– Bilhete Único Mensal (só ônibus ou só trilhos): R$ 140 – permanece congelado e vale a pena para 37 viagens ou mais.
– Bilhete Único Mensal (integração ônibus e trilhos): R$ 230 – permanece congelado e vale a pena para 39 viagens ou mais.
– Bilhete Madrugador CPTM:  R$ 2,92, permanece congelado, sendo que o horário vigente é das 04h00 às 05h35
– Bilhete Da Hora – Linha 9 Esmeralda CPTM: R$ 2,92 – permanece congelado, sendo que o horário vigente é das 09h00 às 10h00.
– Bilhete Madrugador Metrô: R$ 2,92 – permanece congelado, sendo que o horário vigente é 04h40 às 06h15.

Tanto para os trens da CPTM, Metrô e ônibus municipais de São Paulo, as modalidades de Bilhete Único devem ser solicitadas no site da SPTrans :http://bilheteunico.sptrans.com.br/

Tenha em mãos os seguintes documentos e dados: RG, CPF, CEP residencial e uma foto digitalizada 3X4.

O passageiro deve escolher a opção de envio do Bilhete quando estiver pronto para um posto de atendimento da SPTrans mais perto de casa, escola, faculdade ou  trabalho. A confirmação do cadastro será mandada pela SPTrans por e-mail.  Na hora de retirar o cartão, é necessário apresentar um documento original com foto.

Se não for possível fazer o cadastro pela internet, o passageiro deve imprimir o formulário e colar a foto 3X4  procurar um posto da SPTrans  ou enviar pelo o correio à SPTrans para seguinte endereço:
Rua Três de Dezembro, 34 – São Paulo – SP – CEP: 01014-020.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Sindionibus

Transporte Público passará a custar R$ 3,80 a partir de 09/01/2016

Manifestação contra o reajuste das passagens em Janeiro de 2015
O Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o Governador Geraldo Alckmin decidiram reajustar as tarifas de ônibus, metrô e trem a partir de 09/01/2016. A informação foi confirmada pelo Bom Dia São Paulo.

O bilhete unitário foi reajustado em 8,57%, passando dos atuais R$ 3,50 para R$ 3,80. A tarifa com integração entre ônibus e trilhos aumentou de R$ 5,45 para R$ 5,92. As tarifas dos bilhetes mensal, semanal, diário e madrugador permanecem congeladas.

O reajuste é menor do que a inflação acumulada no período, de 10,49%, segundo o IPC-Fipe.

Como vão ficar as tarifas a partir do dia 09/01/2016

- bilhete unitário de ônibus: reajustado para R$ 3,80
- bilhete unitário de metrô: reajustado para R$ 3,80
- bilhete unitário de trem: reajustado para R$ 3,80
- bilhete 24 horas de ônibus: mantido em R$ 10
- bilhete semanal de ônibus: mantido em R$ 38
- bilhete mensal de ônibus: mantido em R$ 140
- integração entre ônibus e trilhos: reajustado para R$ 5,92
- integração entre ônibus e trilhos 24 horas: mantido em R$ 16
- integração entre ônibus e metrô semanal: mantido em R$ 60
- integração entre ônibus e  trilhos mensal: R$ 230
- Trilhos madrugador: mantido em R$ 2,92
- Da Hora: mantido em R$ 2,92

- Para os ônibus da EMTU, o percentual médio do reajuste irá variar em cada uma das cinco regiões metropolitanas vinculadas à empresa - São Paulo, Campinas, Baixada Santista, Sorocaba e Vale Paraíba, mas nenhum valor será reajustado acima da inflação.

O último aumento ocorreu em Janeiro de 2015, quando Haddad autorizou que tarifa dos ônibus subisse de R$ 3,00 para R$ 3,50 após ficar mais de um ano congelada. Dias depois, Alckmin aumentou as passagens de trens e metrô para o mesmo valor. O Movimento Passe Livre (MPL) fez protestos contra o reajuste.

Em 2013, o aumento das tarifas do transporte público geraram protestos em junho de 2013, se espalhando para todo o país. As manifestações fizeram o prefeito e o governador de São Paulo recuarem do reajuste de R$ 3 para R$ 3,20 naquele ano.

Subsídio
 
Em Outubro de 2015, a Prefeitura de São Paulo publicou um decreto aumentando os subsídios pagos às empresas de ônibus em R$ 144 milhões. Os valores são compensações tarifárias previstas em contrato e que servem para “indenizar” as empresas pelo transporte de pessoas que não pagam a tarifa. É o caso dos estudantes, que desde o início do ano podem fazer viagens totalmente gratuitas, e de aposentados.

Os R$ 144 milhões foram retirados de projetos tidos como prioritários pela gestão Fernando Haddad (PT), como a construção e a modernização de corredores e terminais de ônibus, que vão perder R$ 33 milhões. Outros R$ 14 milhões virão da verba prevista para a construção de moradias populares.
emanejamento foi publicado em Dezemro de 2015 no Diário Oficial do município. Com a verba, a administração tenta resolver a dívida com as empresas de ônibus da cidade, que já chega a R$ 90 milhões.

A Prefeitura de São Paulo afirma que o Orçamento previsto anteriormente ficou “aquém do total de subsídios” necessário. O Orçamento deste ano previu R$ 1,4 bilhão para esse tipo de compensação. Para 2016, o valor deve ser ainda maior. Segundo projeto de lei enviado pela Prefeitura à Câmara, a previsão é gastar R$ 1,9 bilhão em 2016

A SPUrbanuss, que representa as empresas de ônibus da cidade, afirma que elas estão enfrentando dificuldades para honrar seus compromissos financeiros com os funcionários e fornecedores. Ressaltam, porém, que não haverá problemas com a operação.

"As empresas concessionárias esperam que essa situação se normalize o mais rápido possível e asseguram que não haverá problemas com a operação normal do serviço de transporte urbano."
No início de outubro, o prefeito negou que já tenha decidido sobre o possível congelamento do valor da tarifa de ônibus. Haddad disse que tem feito uma política metropolitana e que as decisões de aumento são tomadas em conjunto com o governo do estado e demais municípios.

“Na verdade tem dois fatores que precisam ser considerados: primeiro, que a gente tem feito uma política metropolitana que inclui inclusive o governo do estado, as decisões sobre tarifa de transporte público têm sido organizadas mediante conversas entre prefeitos e entre o prefeito e o governador. Então, as decisões têm sido tomadas na mesma data criando uma política metropolitana e não uma política casuística, em função de calendário ou de partidarização”, destacou.

Enquanto isso, a Prefeitura tenta contratar um novo serviço de ônibus para substituir o atual. Uma licitação foi lançada na última semana e tem previsão de abertura de envelopes para o mês de novembro. A licitação vai alterar o funcionamento do serviço de ônibus da capital pelos próximos 20 anos e vai mudar também a forma como a remuneração é feita.

Uma das alterações diz respeito à satisfação do consumidor, que passará a ser levada em conta nos valores repassados às concessionárias.

Preservar 'orçamento familiar'

Em nota, os governos estadual e municipal informaram que o objetivo de reajustar abaixo da inflação e manter os valores dos bilhetes para além de uma viagem é o de "preservar o orçamento familiar".
"As administrações municipal e estadual têm atuado no sentido de alinhar alguns aspectos das respectivas políticas tarifárias, visando a redução do peso do transporte no orçamento das famílias residentes na Região Metropolitana de São Paulo. Dentre as medidas tomadas em conjunto, desde então, cabe destacar:

1. Foi criado o Bilhete Único de ônibus e trilhos mensal, que permite ao usuário frequente dos sistemas de transporte um desconto em relação à política tradicional do Bilhete Único. Nos dois reajustes desde então, as tarifas dessa modalidade não sofreram qualquer aumento, o que se reflete em um crescimento gradual de sua utilização.

2. Também não sofrerá qualquer reajuste o usuário dos bilhetes Madrugador, válido no início da operação do Metrô, entre 4h40 e 6h15, e na CPTM, das 4h até as 5h35. Também ficará sem reajuste o bilhete Da Hora, que concede benefício entre as 9h e 10h da manhã nas linhas 5 do Metrô e 9 da CPTM.

3. A tarifa zero permanece para pessoas com deficiência e idosos (a gratuidade foi ampliada para pessoas com mais de 60 anos em julho de 2012 – Lei 15.187) e alunos de escolas e universidades que comprovarem baixa renda. Além disso, todo estudante, da rede pública ou privada, já tem direito à meia tarifa e continuará com esse benefício.

4. O trabalhador desempregado, usuário do transporte por ônibus no município, passará a contar com a gratuidade, em moldes similares aos praticados no transporte sobre trilhos.

5. Mais da metade dos usuários do sistema de transportes (53%) não será impactada pela mudança na tarifa unitária, porque são benificiários de gratuidades, usam bilhetes temporais que não terão aumento ou são trabalhadores que já pagam o limite legal de 6% do salário para o vale transporte", diz a nota.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Jornalismo Junior

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Primeira manifestação contra o reajuste do Transporte Público está marcada para dia 08/01/2016

Protesto contra a tarifa
Manifestações contra o reajuste no transporte público em Jan/2015
O Movimento Passe Livre marcou um protesto em 08/01/2016, na véspera do aumento da tarifa de ônibus, metrô e trem para R$ 3,80, anunciada ontem, 30/12/2015. A informação foi confirmada pela militante do grupo, Luíze Tavares. O local, horário e trajeto ainda serão definidos. O Movimento diz que o ato do dia 08/01/2016 é apenas o primeiro.

"O MPL encara o aumento de forma bem combatente. Nem nós nem as pessoas vão ficar à mercê. Porque as pessoas sentem no bolso e estão bem incomodadas. Vamos bater de frente com o aumento", disse Luíze.

Os bilhetes unitários, atualmente em R$ 3,50, vão passar para R$ 3,80 a partir do dia 09/01/2016. O reajuste será de 8,6% e vai ficar abaixo da inflação, já que a previsão do IPCA é de 10,72%. Com o aumento, as tarifas de integração devem subir de R$ 5,45 para R$ 5,92.

De acordo com a militante, o MPL vai às ruas contra o aumento da tarifa e em defesa da principal bandeira do grupo, a tarifa zero. "Transporte tem que ser tratado como direito social. Como a gente pode falar que uma educação e uma saúde são públicas se a gente paga R$3,50, e agora R$ 3,80, para chegar a esses lugares?", questionou.

Estudantes secundaristas que ocuparam escolas contra a reorganização proposta por Alckmin manifestaram apoio ao MPL e vão participar do protesto. É o caso da Escola Estadual Fernão Dias, em Pinheiros, que já se mobiliza para ir às ruas. 

Alckmin culpa preço da energia pelo aumento na tarifa de transporte

"O preço da tarifa do transporte público está sempre na agenda dos estudantes. Não podemos ter uma educação de qualidade sem ter a liberdade de ir e vir. Para ir ao cinema, teatro, museu ficamos emperrados por uma catraca. Então, essa luta é nossa, sim", disse o estudante do 3º ano, Heudes Cássio Oliveira, de 18 anos.

Nas redes sociais, o coletivo "Mal Educado", criado pelos secundaristas durante as ocupações, informou que o aumento é "mais um golpe contra estudantes e trabalhadores" e que "2016 é ano de luta". Já o Movimento Luta do Transporte no Extremo Sul publicou nota afirmando que "3,80 o trabalhador não aguenta".

O presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres Júnior, disse que o aumento dificulta o acesso da população, já "prejudicada com a crise econômica". "O que os governos fizeram foi uma maldade nesse fim de ano com a população, anunciando o aumento da passagem, quando poderiam estar discutindo a redução para ajudar as pessoas", afirmou.

Preços das tarifas de ônibus, trem e metrô subirão em São Paulo

Segundo Júnior, o Sindicato vai se mobilizar com o MPL contra o aumento. "Vamos discutir com os advogados todas as medidas possíveis e cabíveis para entrar na Justiça contra o reajuste. A nossa intenção é que o governo volte atrás", disse.

Representantes do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano não foram localizados pela reportagem.

Fonte da Notícia e Imagem: Veja SP

ATENÇÃO!!! Tarifas do Metrô e da CPTM terão reajuste a partir de 09/01/2016

Manifestações em Jan/2015 contra o reajuste das passagens
O Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o Governador Geraldo Alckmin decidiram reajustar as tarifas de ônibus, metrô e trem a partir de 09/01/2016. A informação foi confirmada nesta ontem (30/12/2015) pelo Bom Dia São Paulo.

O bilhete unitário foi reajustado em 8,57%, passando dos atuais R$ 3,50 para R$ 3,80. A tarifa com integração entre ônibus e trilhos aumentou de R$ 5,45 para R$ 5,92. As tarifas dos bilhetes mensal, semanal, diário e madrugador permanecem congeladas.

O reajuste é menor do que a inflação acumulada no período, de 10,49%, segundo o IPC-Fipe.

O último aumento ocorreu em janeiro deste ano, quando Haddad autorizou que tarifa dos ônibus subisse de R$ 3 para R$ 3,50 após ficar mais de um ano congelada. Dias depois, Alckmin aumentou as passagens de trens e metrô para o mesmo valor. O Movimento Passe Livre fez protestos contra o reajuste.

Em 2013, o aumento das tarifas do transporte público geraram protestos em junho de 2013, se espalhando para todo o país. As manifestações fizeram o prefeito e o governador de São Paulo recuarem do reajuste de R$ 3 para R$ 3,20 naquele ano.

Subsídio

Em Outubro de 2015, a Prefeitura de São Paulo publicou um decreto aumentando os subsídios pagos às empresas de ônibus em R$ 144 milhões. Os valores são compensações tarifárias previstas em contrato e que servem para “indenizar” as empresas pelo transporte de pessoas que não pagam a tarifa. É o caso dos estudantes, que desde o início do ano podem fazer viagens totalmente gratuitas, e de aposentados.

Os R$ 144 milhões foram retirados de projetos tidos como prioritários pela gestão Fernando Haddad, como a construção e a modernização de corredores e terminais de ônibus, que vão perder R$ 33 milhões. Outros R$ 14 milhões virão da verba prevista para a construção de moradias populares.

Remanejamento foi publicado no Diário Oficial do município. Com a verba, a administração tenta resolver a dívida com as empresas de ônibus da cidade, que já chega a R$ 90 milhões.

A Prefeitura de São Paulo afirma que o Orçamento previsto anteriormente ficou “aquém do total de subsídios” necessário. O Orçamento deste ano previu R$ 1,4 bilhão para esse tipo de compensação. Para 2016, o valor deve ser ainda maior. Segundo projeto de lei enviado pela Prefeitura à Câmara, a previsão é gastar R$ 1,9 bilhão no próximo ano.
A SPUrbanuss, que representa as empresas de ônibus da cidade, afirma que elas estão enfrentando dificuldades para honrar seus compromissos financeiros com os funcionários e fornecedores. Ressaltam, porém, que não haverá problemas com a operação.

"As empresas concessionárias esperam que essa situação se normalize o mais rápido possível e asseguram que não haverá problemas com a operação normal do serviço de transporte urbano."

No início de Outubro de 2015, o prefeito negou que já tenha decidido sobre o possível congelamento do valor da tarifa de ônibus. Haddad disse que tem feito uma política metropolitana e que as decisões de aumento são tomadas em conjunto com o governo do estado e demais municípios.

“Na verdade tem dois fatores que precisam ser considerados: primeiro, que a gente tem feito uma política metropolitana que inclui inclusive o governo do estado, as decisões sobre tarifa de transporte público têm sido organizadas mediante conversas entre prefeitos e entre o prefeito e o governador. Então, as decisões têm sido tomadas na mesma data criando uma política metropolitana e não uma política casuística, em função de calendário ou de partidarização”, destacou.

Enquanto isso, a Prefeitura tenta contratar um novo serviço de ônibus para substituir o atual. Uma licitação foi lançada na última semana e tem previsão de abertura de envelopes para o mês de novembro. A licitação vai alterar o funcionamento do serviço de ônibus da capital pelos próximos 20 anos e vai mudar também a forma como a remuneração é feita.

Uma das alterações diz respeito à satisfação do consumidor, que passará a ser levada em conta nos valores repassados às concessionárias.

Fonte da Notícia: G1-SP (Adaptado) 
Imagem: G1-SP

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

BOMBA!!!!!! Metrô e CPTM sobem para R$ 3,80 a partir de 09/01/2016

A Prefeitura de São Paulo e Governo do Estado vão reajustar as tarifas de ônibus, metrô e trens no dia 09/01/2016. As passagens vão passar dos atuais R$ 3,50 para R$ 3,80. Já integração entre ônibus, metrô e trem vai passar de R$ 5,45 para R$ 5,92.

O valor das modalidades mensal, semanal, diário do Bilhete Único e a tarifa do madrugador não tenham aumento.

Ônibus ou Trilhos
24 horas R$ 10,00
Semanal R$ 38,00
Mensal R$ 140,00

Integrado Ônibus e Trilhos
24 horas R$ 16,00
Semanal R$ 60,00
Mensal R$ 230,00

Trilhos (Metrô e CPTM)
Madrugador R$ 2,92
Da Hora R$ 2,92

O índice de reajuste é 8,57% , percentual menor que os 10,49% do acumulado da inflação, segundo o IPCA- Índice Nacional de Preços ao Consumidor- Amplo, desde o último reajuste em Janeiro de 2015.

A Prefeitura de São Paulo deve manter a previsão de subsídios de R$ 1,9 bilhão no próximo ano para complementar os custos das empresas de ônibus.

As tarifas de ônibus intermunicipais gerenciados pela EMTU também sobem, mas o valor depende da extensão das linhas e do tipo de serviço: comum ou seletivo.

Cidades da Grande São Paulo, como as que formam o ABC Paulista devem seguir a mesma data e os valores da capital.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Movimento Passe Livre fará 13 manifestações contra o aumento da passagem

Manifestação em São Paulo no último dia 09.01.2015
Protagonista das grandes manifestações de 2013, o Movimento Passe Livre fará pelo menos 13 atos até a próxima semana contra o aumento da tarifa do transporte público. Os maiores protestos devem acontecer em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, de acordo com as confirmações nas redes sociais.

Na página do Facebook de convocação do protesto em São Paulo, 33 mil pessoas confirmaram a presença. Em Belo Horizonte, foram 5,9 mil até ontem e no Rio, 3,4 mil.

O MPL está organizando manifestações e debates em cidades de São Paulo, Rio, Minas, Santa Catarina e Bahia. Desde 2014, 17 capitais aumentaram a passagem. Em São Paulo, o reajuste de R$ 3 para R$ 3,50 passou a vigorar ontem para ônibus, Metrô e CPTM. Hoje haverá atos em Salvador, Mauá (Grande ABC paulista) e Joinville (SC) - que tem tarifa de R$ 3,70. Além das cidades citadas, o MPL articula protestos Santo André, São Bernardo do Campo, Osasco, Praia Grande, Guarulhos - municípios paulistas - em Niterói (RJ) e Florianópolis.

Na capital paulista, o filho do Prefeito Fernando Haddad, Frederico, publicou ontem um artigo no Facebook defendendo o reajuste da tarifa e criticando a visão binária sobre o aumento. Na segunda-feira, Frederico foi à aula pública convocada pelo MPL para criticar o reajuste. No entanto, foi embora antes do fim do ato promovido pelo MPL.

No texto, Frederico disse que o aumento do subsídio público à tarifa beneficia mais o patrão do que o trabalhador. O aumento do subsídio orçamentário necessário para o congelamento da tarifa não apenas desfalca o orçamento de outras áreas como, em grande medida, é embolsado pelos empregadores que pagam menos Vale Transporte a seus funcionários, afirmou. 

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Amanhã, 1ª Manifestação contra o aumento da Tarifa será realizada em São Paulo

Manifestação dos 20 centavos em 2013
Após um intervalo de quase um ano e meio, as manifestações contra o reajuste das tarifas de transporte voltam à cena na cidade de São Paulo esta semana. No começo da semana, integrantes do Movimento Passe Livre realizarão uma “aula pública contra a tarifa” em frente à prefeitura da cidade, no Viaduto do Chá, região central. Amanhã, o movimento organiza um protesto em frente ao Theatro Municipal, também no centro.

As manifestações foram programadas após o Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, anunciar, no dia 26/12/2014, que dia 06/01/2015 a tarifa de ônibus iria subir de R$ 3,00 para R$ 3,50 (reajuste médio de 7,92%), enquanto as tarifas do bilhete único nas modalidades mensal, semanal e diário (validade de 24 horas) ficarão congeladas.

O valor do bilhete único integrado com o Metrô e os trens da CPTM ficará em R$ 5,45. Por outro lado, estudantes de escolas públicas e universitários do Prouni, Fies e cotistas serão beneficiados pelo passe livre.

As tarifas de Metrô e CPTM também serão reajustadas, confirmou o Governador Geraldo Alckmin .

“Cada vez que a tarifa sobe, aumenta o número de pessoas excluídas do transporte coletivo. Com menos gente circulando, novos aumentos serão necessários, numa espiral que diminui cada vez mais o direito à cidade da população. Entre nós e a cidade (que nós mesmos fazemos funcionar!) existe uma catraca que cobra cada vez mais caro. É que para os de cima, ninguém tem que sair da periferia se não for para trabalhar ou - se tiver dinheiro - para consumir. Além disso, nos obrigam a pagar por ônibus lotados em linhas e trajetos sobre os quais nada decidimos”, diz o MPL em trecho de um manifesto de convocação ao protesto de amanhã.

“Cobrar pelo transporte – que deveria ser público de verdade – e ainda aumentar esse preço é uma escolha política pela exclusão de pessoas e em favor do lucro dos empresários de ônibus. Este aumento soa mais absurdo quando constatamos que uma auditoria acaba de provar que milhões foram desviados pelas empresas do transporte. Reduzir seu lucro exorbitante e cobrar o dinheiro roubado seria suficiente para manter o preço da tarifa ou até mesmo reduzi-la”, finaliza o movimento, para quem o passe livre estudantil anunciado pela prefeitura “não é tarifa zero”.

Fonte da Notícia e Imagem: Portal Terra

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Aumento da passagem do Metrô e da CPTM é a maior dos últimos 5 anos

Manifestação dos 20 centavos em 2013
Sob o risco de retomada dos protestos que marcaram 2013, o valor das tarifas de ônibus, metrô e trem de São Paulo foi reajustado ontem, 06/01/2014, de R$ 3,00 para R$ 3,50. É o maior aumento em cinco anos. Desde o início do bilhete único, em 2004, essa variação, de 16,6%, é a maior no sistema sobre trilhos e a segunda mais alta nos coletivos da capital - em 2010, houve reajuste de 17,4%. O MPL e outras entidades prometem grandes mobilizações para tentar, como em 2013, reverter o aumento - por 22 dias, entre 02 e 24/06/2013, a tarifa ficou unificada em R$ 3,20.

As gestões Alckmin e Haddad destacaram, em notas, que o reajuste de hoje está abaixo dos 27% da inflação acumulada desde janeiro de 2011. Documentos da SPTrans apontam que a correção simples levaria a tarifa a ficar entre R$ 3,65 e R$ 3,81". A corrida dos táxis de São Paulo também ficará mais cara a partir de hoje. A bandeirada passa de R$ 4,10 para R$ 4,50. "Estrategicamente, os governantes anteciparam o reajuste para pegar o pessoal de férias e reduzir manifestações", disse o consultor de Transportes Flamínio Fichmann, para quem a decisão do aumento "é política" e poderia ser evitada. "Essa é a lógica da administração pública, infelizmente: quanto mais arrecadar, melhor."

O fato de o CMTT, criado após os protestos de 2013, não ter sido consultado sobre o aumento provocou uma crise. Sete integrantes do conselho divulgaram uma carta de repúdio à atuação do governo municipal.

Já Horácio Augusto Figueira, mestre em Transportes pela USP, diz que o aumento é inevitável. "O restaurante onde você come fica com o mesmo preço por quatro anos? Não."

Ainda para reduzir protestos, os governos estadual e municipal anunciaram o aumento conjuntamente com a concessão do passe livre estudantil - embora o benefício não comece a valer hoje. A ideia é beneficiar estudantes de escolas públicas e alunos de baixa renda ou cotistas de instituições privadas, mas a vantagem estará limitada a 48 viagens por mês. Haddad ainda tentará aproveitar o reajuste para ampliar a viabilidade dos cartões temporais. O valor dos bilhetes diário (R$ 10,00), semanal (R$ 38,00) e mensal (R$ 140) permanecerá congelado. No caso do bilhete único mensal integrado (transporte sobre trilhos e ônibus), que vai permanecer em R$ 230 por mês, o benefício compensará para quem fizer mais que 21 integrações por mês.

A Prefeitura e o governo do Estado esperam uma migração de cerca de 860 mil pessoas para os cartões temporais. A chefe da cozinheira Maria José Pereira, de 55 anos, já decidiu que os funcionários passarão a usar o bilhete único mensal. Moradora de São Miguel Paulista, na zona leste, Maria José pega em média 12 conduções por dia. "Por mês, esperamos ter uma economia de uns R$ 22 com o bilhete mensal integrado." O MPL fez ontem uma aula pública para falar sobre a passagem, no Vale do Anhangabaú, na frente da Prefeitura. Cerca de 350 pessoas, segundo a Polícia Militar, acompanharam a fala do ex-secretário municipal de transportes Lúcio Gregori. Ele cunhou o termo "tarifa zero" para o transporte público quando propôs, em 1990, que as pessoas pudessem locomover-se gratuitamente pela cidade de São Paulo. O filho do prefeito Fernando Haddad, Frederico Haddad, foi até o ato no Vale do Anhangabaú mas, reconhecido por jornalistas, ficou irritado e foi embora. "Só estou observando." Frederico disse ainda que não participará de atos contra a tarifa.

Para 09/01/2014 , o movimento já marcou o primeiro protesto contra a tarifa - até ontem, havia 27 mil adesões na internet. A ação terá apoio de outras entidades, como a UNE e o MTST. "Vamos dialogar para fazermos algo que seja sincronizado", disse Guilherme Boulos, da coordenação nacional do MTST, que já planeja ações em Campo Limpo, zona sul, e Guaianases, zona leste. "Vamos partir de bairros mais afastados desta vez", admitiu Andreza Delgado, do MPL. Segundo ela, outro ato já foi marcado para o dia 16/01/2015

Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Com o aumento das passagens, Bilhete Único Mensal é a melhor solução

Quase metade (47%) dos usuários do transporte coletivo na capital paulista será onerada pelo reajuste das tarifas de ônibus, trens e Metrô em São Paulo, que entra em vigor hoje, 06/01/2015. Segundo dados da SPTrans, dos 138,9 milhões de passageiros transportados em Novembro de 2014, 66 milhões pagaram a tarifa em dinheiro ou Bilhete Único Comum – modalidades que serão objeto do reajuste. Somente 4,3 milhões (3,1%) utilizaram as modalidades temporais do Bilhete Único – Mensal, Semanal ou Diário – que não terão reajuste.

Quem carregou o Bilhete Único Comum até ontem, 05/01/2014, terá o valor descontado com a tarifa antiga (R$ 3,00) até o final do crédito.

O dado divulgado pela prefeitura, de que somente 8% dos usuários seriam afetados pelo reajuste, é uma estimativa da SPTrans, considerando que a população e os empresários que pagam vale-transporte aos seus funcionários – equivalente a 30% dos pagamentos – vão aderir ao Bilhete Único Mensal, Semanal ou Diário. Estes vão ter o valor da tarifa mantido em R$ 140, R$ 38 e R$ 10 (Simples), respectivamente, ou R$ 230, R$ 60 e R$ 16 (Integrado), caso o usuário utilize a integração com Metrô ou com a CPTM.

Essas modalidades dependem de um cadastro gratuito na SPTrans e todos os modos de utilização ficam disponíveis no mesmo cartão. O valor tem de ser pago integralmente e a pessoa pode fazer quantas viagens quiser no período de validade do crédito. Este ponto tem sido apontado como o mais complicado da modalidade: nem todo mundo consegue desembolsar o valor do Bilhete Mensal de uma só vez, por exemplo.

O Bilhete Mensal vale 30 dias, o Semanal, sete, e o Diário, 24 horas. Ao completar o tempo, o cartão deixa de liberar a catraca. O cartão Mensal é válido para quem precisa fazer 48 embarques pagos (sem contar a integração) por mês. Se não for utilizado, o crédito perde a validade, como ocorre com os celulares.

Até o fim de Novembro de 2014, cerca de 920 mil pessoas aderiram ao Bilhete Único mensal, número que superou a meta da prefeitura, de 860 mil cadastros. O valor corresponde a 16,8% do total de bilhetes existentes: 5,5 milhões. No entanto, segundo os dados da SPTrans, somente 3,1% das viagens do mesmo mês foram realizadas com este tipo de cartão.

Já os estudantes representam aproximadamente 15,8 milhões (11,4%) dos passageiros pagantes. A prefeitura vai conceder gratuidade a cerca 550 mil estudantes de baixa renda das escolas públicas, para inscritos no Prouni e no Fies. O governo paulista também anunciou que concederá tarifa zero aos mesmos, acrescentando os estudantes das Etecs e das Fatecs, além da USP e da Unesp.

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos (estadual) estima que cerca de 65% dos estudantes que usam CPTM e Metrô terão direito ao benefício.

Porém, o passe livre estudantil terá o limite de 48 viagens mensais. Os requisitos ainda serão regulamentados pelos governos municipal e estadual, até o fim de janeiro. Quem não se enquadrar na tarifa zero ainda poderá utilizar o Bilhete Único Mensal Estudante, que custará metade da tarifa de cada formato do cartão – Simples ou Integrado.

Apesar de avançar na concessão de passe livre para estudantil para parte dos estudantes, o reajuste proposto é criticado pelo Movimento Passe Livre (MPL), que considera que o mesmo devia ser concedido para toda a população. O MPL convocou um ato para a próxima sexta-feira (9), com o objetivo de revogar o aumento, como ocorreu em junho de 2013.

Para o movimento, o transporte é o que garante a efetividade dos direitos fundamentais como saúde e educação, já que isso demanda deslocamento. E assim deve ser tratado como um direito também. “Um novo aumento irá excluir ainda mais gente do transporte coletivo – e da cidade. E não é porque um trabalhador recebe vale-transporte que ele não sentirá o impacto: o aumento restringe ainda mais a sua mobilidade à ida e vinda do trabalho e fecha as portas da cidade para qualquer outra atividade”, defende o movimento.

Na tarde de hoje, o Passe Livre realizou uma aula pública para discutir o transporte coletivo na capital paulista.

A prefeitura defende que o reajuste é necessário para manter o funcionamento do sistema. E que o mesmo ficou abaixo da inflação acumulada desde o último reajuste, em Janeiro de 2011. A inflação acumulada foi de 27% e o reajuste ficou em 16,67%. “Na média de todos os usuários pagantes, o reajuste (considerando os congelamentos dos temporais e a gratuidade para os estudantes) foi de 7,4%”, defende o governo municipal.

O orçamento paulistano para 2015 prevê ainda um subsídio de R$ 1,4 Bilhão para o transporte coletivo, pois o custo do sistema não é pago somente com a receita obtida das tarifas. O custo do transporte da capital foi de R$ 6 bilhões em 2014. No entanto, a consultoria Ernst&Young apontou a possibilidade de reduzir esse valor em cerca de R$ 693 milhões, adequando os custos de combustível, mão de obra e equipamentos aos padrões de mercado.

As tarifas do Metrô e da CPTM também terão reajustes de R$ 3,00 para R$ 3,50. Menos lembrados nas queixas cotidianas sobre o aumento, os dois sistemas têm um custo cotidiano menor que o sistema de ônibus municipal. E a receita do Metrô supera os gastos com alguma folga. Nos valores não estão computados os investimentos.

O gasto total de funcionamento do Metrô em 2013 foi de R$ 2 bilhões, enquanto as receitas foram de R$ 2,05 bilhões. Já na CPTM o custo anual foi de R$ 2,3 bilhões. Porém, com a queda do reajuste em 2013 a receita foi R$ 1,9 bilhão. O que levou o governo estadual a implementar uma forma de subsídio na companhia.

Fonte a Notícia: Diário da CPTM
Imagem: MobilidadeSP

Hoje, tarifa do Metrô e da CPTM passa a custar R$ 3,50

O governo Geraldo Alckmin confirmou o aumento de 16,67% nas tarifas de trem e metrô de São Paulo. Com o reajuste, o valor da passagem sobe de R$ 3,00 para R$ 3,50, mesmo acréscimo anunciado pela gestão Fernando Haddad para os ônibus da capital paulista. Todos os reajustes passam a valer a partir de hoje.

Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, o aumento da tarifa cheia do Metrô e da CPTM está abaixo dos 17% de inflação acumulada desde o último reajuste, aplicado em fevereiro de 2012. No caso dos ônibus municipais, a tarifa estava congelada há quatro anos. Com a medida, o valor da integração entre ônibus, trem e metrô passa de R$ 4,65 para R$ 5,45 a partir da semana que vem.

A exemplo de Haddad, Alckmin anunciou nesta segunda-feira que enviará um projeto de lei à Assembleia Legislativa propondo tarifa zero no Metrô, CPTM e nos ônibus da EMTU para todos os estudantes de escolas públicas estaduais, incluindo universidades públicas, como a USP, e das Etecs e das Fatec. A proposta também prevê isenção da tarifa para alunos de escolas e universidades privadas que comprovarem renda per capita de até R$ 1.550. 

Também terão direito ao benefício alunos de baixa renda cadastrados em programas estaduais que dão bolsas a universitários, como o Escola da Família e o Ler e Escrever, e os federais Prouni e Fies. O governo tucano estima que cerca de 65% dos estudantes que usam CPTM e Metrô terão isenção total no preço das passagens. A Assembleia está em recesso parlamentar e só deve votar projetos a partir de Março de 2015. 

A medida atende parcialmente o pleito do Movimento Passe-Livre e visa evitar uma nova onda de manifestações contra o aumento da passagem, como ocorreu em Junho de 2013, após a tarifa subir de R$ 3,00 para R$ 3,20. À época, Haddad e Alckmin anunciaram juntos a revogação do reajuste após uma série de protestos de rua organizados pelo MPL. 

O movimento, contudo, já havia classificado o projeto de tarifa zero anunciado por Haddad e aprovado neste mês pela Câmara Municipal como “insuficiente” porque a gratuidade não deveria valer apenas no trajeto até a escola ou universidade. 

O MPL já convocou em sua página na internet a população para o “1.º Grande Ato Contra a Tarifa”, marcado para dia 09.01.2015, três dias após o início do reajuste.
 
Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

ATENÇÃO: Carregando seu Bilhete Único até hoje (05/01), você continuará pagando R$ 3,00 de passagem até seus créditos terminarem

Os usuários de transporte público da Grande São Paulo têm até hoje (05/01/2015) para colocar créditos no Bilhete Único para continuar pagando R$ 3 pela passagem de trens, ônibus e Metrô por mais algum tempo. A partir de amanhã, 06/01/2015, a tarifa passará a custar R$ 3,50, mas o crédito inserido antes do aumento permitirá que a tarifa descontada na catraca seja a atual, de R$ 3,00 até o final do saldo.

Segundo a SPTrans, não há prazo para que os crédito inseridos nesta segunda sejam usados.

Quem tentava recarregar o Bilhete Único Mensal na Estação Consolação do Metrô era informado que o bilhete tem um limite de armazenamento de R$ 250. O valor máximo de recarga aceito, porém, é um pouco menor, de R$ 230.

Já o Bilhete Único de vale-transporte, cujo crédito é depositado pelas empresas, tem limite de armazenamento de R$ 500, e o valor máximo de recarga aceito de uma só vez é de R$ 350.
Quem conseguir deixar o Bilhete Único Comum com os R$ 250 máximos de crédito poderá fazer doze viagens a mais do que quem gastar essa mesma quantia a partir de amanhã, já com a passagem a R$ 3,50.

Sem informação

Poucas pessoas sabiam do aumento no valor da tarifa na manhã desta segunda. A assistente comercial Ana Renata Gianini tinha uma nota de R$ 10 na mão. Ao saber do aumento para R$ 3,50, tirou mais dinheiro da bolsa e carregou R$ 90 no Bilhete Único. Ela reclamou da falta de divulgação sobre o reajuste e disse considerar o valor de R$ 3,50 abusivo. "O povo precisa fazer manifestação de novo", disse.
A bancária Solange Avena e a estudante Flávia Melo também reclamaram da falta de divulgação sobre o aumento e da mudança nos primeiros dias do ano.

Aumento

Com o aumento das passagens, a integração entre ônibus e metrôs e trens vai subir para R$ 5,45. Já o valor dos bilhetes únicos na modalidade mensal, semanal e diária ficarão congelados. O Bilhete Único Mensal vai permanecer congelado em R$ 140. O mesmo vale para a versão apenas sobre trilhos. Já o bilhete integrado, entre ônibus e trilhos, ficará congelado em R$ 230.

O valor congelado fará que a modalidade mensal seja mais vantajosa do que antes. Apenas quem fazia a partir de 47 viagens por mês tinha benefício em usar o Bilhete Único Mensal que custa R$ 140 para ônibus ou trilhos. Agora, a modalidade vai compensar para quem fizer a partir de 41 viagens.

Um trabalhador que vai e volta para o trabalho de ônibus, por exemplo, durante 22 dias úteis por mês, terá benefícios se usar a modalidade mensal. Ele vai gastar agora R$ 154 para comprar as passagens avulsas. Porém, pagará R$ 140 para ter o Bilhete Único Mensal com viagens ilimitadas.

Para o Bilhete Único Integrado (trens, metrô e ônibus), a modalidade vale a pena para quem fizer a partir de 43 viagens por mês. Antes, era preciso fazer 50 viagens para esse tipo de cartão compensar.

Protestos

Os valores das tarifas de ônibus estão congelados há quatro anos. Em 2013, os governos estadual e municipal aumentaram as passagens de ônibus, trem e Metrô para R$ 3,20.
O aumento das tarifas foi o estopim para uma série de manifestações de estudantes e outros movimentos sociais pedindo a instituição do passe livre na capital. Várias destas manifestações terminaram em depredações dos patrimônios público e privado e em confrontos com policiais militares. A prefeitura e o governo do estado revogaram o reajuste.

Agora o governo de São Paulo e a prefeitura pretendem dar passe livre a estudantes. A Câmara de São Paulo já aprovou um projeto que autoriza a prefeitura a instituir o passe livre a estudantes de baixa renda. Já o governo do estado enviou um projeto para a Assembleia Legislativa e pretende aprová-lo até o início do ano letivo.

O texto do governo do estado prevê que todos os alunos de escolas públicas do estado, incluindo os alunos das universidades públicas, Etecs e Fatecs, serão beneficiados. Alunos de escolas particulares que comprovarem renda de até R$ 1.550 também serão beneficiados com a tarifa zero
 
Fonte da Notícia: Diário da CPTM