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terça-feira, 3 de maio de 2016

Metrô irá instalar máquinas de comprar bilhetes em estações até o final de 2016

Estação Artur Alvim (Linha 3-Vermelha)
O Metrô deve ter, até de 2016, 150 equipamentos de venda de bilhetes unitários nas estações das Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás. O edital para aquisição das máquinas foi publicada dia 29/04/2016, no Diário Oficial do Estado.

As máquinas de autoatendimento vão reforçar e agilizar o serviço prestado pelas bilheterias. Os equipamentos aceitarão cédulas e moedas, com capacidade de devolução de troco aos usuários. O projeto conta com financiamento do BID. As propostas devem ser recebidas no dia 20/06/2016.

A medida foi tomada após as estações registrarem aumento de filas nos guichês de compra dos bilhetes. No fim de 2015, foi rompido um contrato entre uma empresa que prestava serviços para recarga do Bilhete Único e o Metrô, resultando no desligamento de parte dos maquinários. Ao mesmo tempo, com a nova passagem em vigor de R$ 3,80, o tempo de espera para a compra do bilhete unitário cresceu, por conta do troco. 

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Créditos da Imagem Reservados ao Auor

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Entenda como funciona o CBTC numa linha de Metrô

Composição J49 opera com CBTC na Linha 2-Verde
Você que acompanha nosso site deve já ter lido sobre o sistema de sinalização CBTC , sigla em inglês que traduzindo ao nosso português se refere a “Controle de Trens Baseado em Comunicação”. A nova funcionalidade vem sendo instalada mundo a fora, e atualmente esta presente em parte da Linha 2-verde, 4-Amarela e 15-Prata do Metrô de São Paulo, e esta em fase (longa) de implantação nas Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, e futuramente nas Linhas 5-lilás do Metrô e 8-Diamante, 10-Turquesa e 11-Coral da CPTM.

Nossa leitora “Ju” pediu maiores explicações no post “Linhas de Metrô de Nova York vão receber nova sinalização, o CBTC“, e aqui vamos nós:

Os sistema da a possibilidade de uma comunicação digital bilateral entre as composições e a infraestrutura de linha. As informações são trasmitidas em tempo real à central de controle e a cada trem. No sistema atual, a movimentações das composições é feita através de blocos. No CBTC, este movimento será feito virtualmente ou por meio de comunicação via frequência de rádio. O novo sistema além de aumentar a capacidade de transporte da linha, reforça a segurança.

Na explicação de Carlos Alberto de Freitas Timóteo, na revista Brasil Engenharia, o CBTC é tido como solução para automatizar a movimentação dos trens, e integra o sistema de comunicação onde há basicamente três redes: uma cabeada interligando todas as estações, pátio e centro de controle, uma rede de rádio comunicação wireless interligando trem e equipamentos de via (IEEE 802.11 g/a – 5.8 GHz) e uma rede Etehernet interligando os sistemas do trem.

No caso da implantação das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, o CBTC esta sendo implantado de forma a integrar outros sistemas como por exemplo, de transmissão digital,  monitoração eletrônica,  multimídia, controle de portas de plataforma e apoio à manutenção. Quando concluída, será possível que os trens operem sem condutores, no sistema driverless, o que não significa que de fato irá acontecer por envolver questões políticas.

No caso da manutenção, será permitido o monitoramento em tempo real de todos os equipamentos do sistema, como sistemas de frenagem, de tração, de portas e de alimentação elétrica, permitindo assim, que as principais causas de falhas que afetam o movimento do trem possam ser prontamente diagnosticadas.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de Eduardo Ganança