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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Metrô irá privatizar 17 terminais de ônibus interligados às estações.

O Metrô de São Paulo estuda conceder para a iniciativa privada 17 terminais de ônibus que são anexos a 13 estações das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha.
O objetivo é gerar uma receita extra de R$ 158 milhões por ano.
Nos espaços poderão ser construídos shoppings, hotéis, áreas de eventos, estacionamentos, escolas, moradias e laboratórios.
O Metrô deve se aproveitar do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo que incentiva empreendimentos em terrenos próximos a redes de metrofeereoviárias e de ônibus de alta capacidade.
Dos 17 terminais, nove possuem terrenos que podem ser identificados com potencial construtivo de 245 mil metros quadrados.
De acordo com reportagem de Bruno Ribeiro, do Jornal O Estado de São Paulo deve ocorrer uma audiência pública para detalhar como será a concessão.
A previsão é de que apenas um concessionário, que oferecer a maior contrapartida, assuma todos os espaços por até 40 anos.
Não será concedida a área interna das estações.
Pelos 17 terminais passam por dia em torno de 935 mil pessoas e 274 linhas de ônibus.
Os terminais que devem ser concedidos são:
Linha 1-Azul:Parada Inglesa, Santana, Armênia e Ana Rosa.
Linha 3-Vermelha:Artur Alvim, Patriarca Norte, Vila Matilde Norte, Penha Norte, Carrão Norte, Carrão Sul, Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Belém Norte, Belém Sul, Brás, Barra Funda Sul e Barra Funda Turística.
Fonte da notícia: Diário do Transporte.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Metrô realiza audiência pública amanhã (22/09/2016) para discutir privatização de 17 terminais de ônibus

O Metrô de São Paulo fará amanhã (22/09/2016), às 10h, audiência pública para apresentar a proposta de concessão à iniciativa privada de 17 terminais de ônibus anexos às estações das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha. O objetivo é melhorar a oferta de serviços aos usuários dos terminais, obter receitas acessórias e desonerar a Companhia.

A concessão dos terminais será feita mediante remuneração ao Metrô, além de encargos de administração, conservação, manutenção e vigilância do local. A exploração das áreas poderá ser aberta a novos tipos de negócios. No caso dos terminais edificáveis (9), poderá ser utilizado o espaço aéreo para empreendimentos como hospitais, laboratórios, escolas, shoppings, escritórios, consultórios, hotéis e unidades habitacionais para locação.  A ideia inicial é lançar um único lote de concessão, sendo vencedor quem oferecer a maior contrapartida à companhia. Nesse cenário, de comercialização integral dos terminais, pelo prazo de 40 anos, o Metrô espera obter mais de R$ 150 milhões, além da desoneração dos custos de manutenção dessas áreas.

Os 17 terminais de ônibus que serão alvo da licitação são: Parada Inglesa, Santana, Armênia, Ana Rosa, Artur Alvim, Patriarca Norte, Vila Matilde Norte, Penha Norte, Carrão Norte, Carrão Sul, Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Belém Norte, Belém Sul, Brás, Barra Funda Sul e Barra Funda Turística. 

Diariamente, cerca de 935 mil usuários circulam por esses terminais, que recebem 274 linhas de ônibus. Nove dos terminais poderão ser edificáveis. O potencial construtivo é de até 245 mil metros quadrados. 

A audiência pública será realizada no Instituto de Engenharia situado na Rua Dr. Dante Pazzanese, 120. Os avisos correspondentes ao edital da licitação serão publicados na forma da lei 8.666/93.

Fonte da Notícia: Metrô

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Audiência Pública tenta por fim a impasse entre Estado e União sobre Linha 18-Bronze

Uma Audiência pública realizada na Câmara Federal, na Comissão de Desenvolvimento Urbano em Brasília, tentou por fim a um impasse entre o Governo Federal e o Estadual sobre a construção do Monotrilho da Linha 18-Bronze.

De acordo com o Ministério do Planejamento, o Estado ainda não liberou os R$ 407 milhões para a aquisição de terrenos que abrigaram a estrutura do trem elevado, e essa pendência tem travado a aprovação do financiamento de R$ 1,2 bilhão, por meio do BNDES. Já o Governo Estadual argumenta que o início da obra depende da liberação de verbas por parte da União. 

“Nosso objetivo é destravar o impasse, atribuindo as responsabilidades de cada um nesse processo. O mais importante é darmos andamento à obra, que é de fundamental importância para a Mobilidade Urbana do Grande ABC”, pontuou o Deputado Federal Alex Manente.

O contrato para construção da Linha 18-Bronze foi assinado em Agosto de 2014, e as desapropriações estavam previstas para ter início há dois meses pelo Consórcio ABC Integrado, que venceu a licitação. O prazo de entrega do Monotrilho da Linha 18-Bronze
era para 2018.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus