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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Governo Estadual afirma que pode cancelar concessão das obras Linha 6-Laranja

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse no dia 27/09/2016, que não descarta a “caducidade” do contrato de concessão com a Move São Paulo, responsável pelas obras e posteriormente operação da Linha 6-Laranja do Metrô.
As construções estão paralisadas por conta de dificuldades na obtenção de recursos. Entre as empresas que formam o consórcio está a Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato.
“A caducidade não está descartada, mas na nossa avaliação é a última medida a ser tomada. Vamos trabalhar intensamente nesse final de ano para que a questão possa ser solucionada”, disse o Secretário.
O titular da pasta afirmou ainda que deve colaborar junto ao BNDES para que a instituição autorize o financiamento de longo prazo para as empresas. “Todo nosso esforço é para que neste final de ano possamos solucionar a questão para retomar as obras”, comentou.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Move-SP anuncia paralisação das obras da Linha 6-Laranja por tempo indeterminado

A concessionária responsável pelas obras da Linha 6-Laranja, do Metrô, Move SP, emitiu uma nota anunciando a paralisação das obras por tempo indeterminado.

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Veja a seguir a nota na íntegra:

São Paulo, 05 de setembro de 2016 – A Concessionária Move São Paulo, Empresa responsável pela construção, operação e manutenção da Linha 6-Laranja, que ligará a região noroeste ao centro da cidade anunciou hoje a suspensão das atividades de construção devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.

A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões (vide box abaixo).

No momento, a Concessionária negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da Parceria Público Privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.

Durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.

Segue inalterada a previsão de gerar 9 mil vagas durante o pico da obra e a criação de 1.000 novos postos de trabalho para início das operações da Linha 6-Laranja assim que as atividades forem retomadas, o que esperamos que ocorra no menor prazo possível.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Governo Estadual fez sua parte para que obras da Linha 6-Laranja não precisassem ser paralisadas


O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que o governo de São Paulo está fazendo a sua parte para a construção da Linha 6- Laranja do Metrô. No dia 05/09/2016, o consórcio responsável por construir a linha disse que vai parar a obra porque não consegue empréstimo para tocar o projeto.


Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto".

Segundo o Secretário Pelissioni, que é responsável pelo Metrô, a obrigação do Consórcio conseguir o dinheiro para a obra, e que o Estado está cumprindo com sua parte no contrato. Também disse que, se conseguir resolver o problema nos próximos meses, o prazo de entrega deve ser mantido para 2021.

"Por enquanto nós determinados uma auditoria nos canteiros para verificar a quantidade de pessoas e equipamentos trabalhando, estamos toda a semana sendo notificados disso e, junto com a Procuradoria-Geral do Estado, estudando medidas que vão desde multas e penalidades até eventualmente se um empréstimo de longo prazo não puder sair, uma rescrição de contrato, coisa que nós queremos evitar", afirmou o secretário.


Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021. Metade da obra está sendo paga pelo estado e outra metade, pela iniciativa privada, em um modelo de parceria público-privada. Se a linha ficar pronta, o consórcio ficaria com os lucros da bilheteria.


A Linha 6-Laranja, anunciada em 2008, está prevista para ligar a região noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.

O Consórcio Move São Paulo disse que, apesar da paralisação das obras, os processos de indenização seguem normalmente.


Fonte da notícia: G1-SP

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Metrô corta investimentos devido à crise econômica.

Um levantamento feito pela “Folha da São Paulo” aponta queda em investimentos na malha metroviária e na operação. O repórter usou como base informações de execução orçamentária, onde é constatada uma redução nos últimos dois anos.
Na comparação entre o 1º Semestre de 2016 e 2014, o jornal da conta de que a redução em investimentos para manter as quatro linhas foi na ordem de 60%. Já na manutenção e modernização de trens e equipamentos, a retração foi 72% e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.
Em tom elevado de critica, o sindicato dos metroviários afirma que “é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas”.
Já a companhia contesta os dados apresentados pela Folha de São Paulo. “As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal”, diz o Metrô.
O Metrô também cita feitos como a modernização de composições, onde 80 das 98 já foram entregues, reforma de freios e estações. Diz também que crise econômica impactou na expansão da malha, e que foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas, no que diz respeito a ampliação da malha.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por tempo indeterminado.

O consórcio Move São Paulo anunciou no dia 05/09/2016 a suspensão das atividades de construção da Linha 6-Laranja do Metrô. Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto". Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021.
A Linha 6-Larajna vai ligar a Região Noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.
O consórcio negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da parceria público privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.
Ainda segundo a empresa, o processo de desapropriação será mantido durante o período de suspensão.
O Governo do Estado de São Paulo disse que já investiu R$ 1,6 bilhão na obra, que não deve nada ao contrato e que vai tomar as medidas cabíveis contra a concessionária.
Sobre a Linha 6-Laranja
A Linha 6-Laranja vai ligar o bairro da Brasilândia, na Zona Norte, até a Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul, no Centro da capital paulista. Mais de 600 mil passageiros devem circular pela linha diariamente. A obra da linha teve início em Abril de 2015.

O trajeto terá 15,9 km incluindo pátios e 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba - Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica - Pacaembu, Higienópolis - Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim. O governo projeta que 29 trens irão atuar ao longo do percurso. Ela fará conexão com outras linhas da CPTM e do Metrô, com a Linha 4-Amarela.
O percurso entre Brasilândia e São Joaquim, que hoje é feito em 90 minutos, passará a ser feito em 23 minutos.
O investimento previsto para a linha é de R$ 9,69 bilhões - metade disso sairá dos cofres do estado e a outra metade pelo consórcio que venceu a licitação.
Fonte da notícia: G1-SP

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por falta de verbas

A concessionária Move SP, responsável pelas obras da Linha 6-Laranja do Metrô, anunciou a paralisação das obras por tempo indeterminado.

De acordo com a empresa, “a suspensão das atividades de construção é devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.”

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Ainda estão sendo providenciados junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo, alternativas para o reequilíbrio da PPP de implantação da Linha 6-Laranja. De acordo com a Move SP, “durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.”

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Metrô sofre cortes drásticos de investimentos em obras e operação devido à crise econômica

Pressionado pela crise financeira, pela redução no número de passageiros pagantes e pelo aumento no total de beneficiários de gratuidades, o Metrô de São Paulo teve uma queda drástica em seus investimentos no primeiro semestre deste ano.
Levantamento baseado em informações de execução orçamentária da própria companhia aponta redução nos últimos dois anos no dinheiro desembolsado tanto para expandir como para manter linhas, trens e estações.
Em relação ao 1º Semestre de 2014, a queda foi de 60% nos recursos com operação das quatro linhas que administra, de 72% nos investimentos em manutenção e modernização de trens e equipamentos e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.
Se dedicou R$ 54 milhões à operação no primeiro semestre de 2014, incluindo verbas de manutenção e administração das linhas; nos primeiros seis meses de 2016, foram somente R$ 22 milhões.
No quesito melhorias da infraestrutura das linhas e qualidade dos trens, os gastos caíram de R$ 192 milhões para R$ 55 milhões nesse período.
O Governo Geraldo Alckmin atribui a diferença a fatores diversos –além da crise econômica, cita que parte das melhorias foi feita antes e que trabalha com cronograma de gastos do ano inteiro, e não apenas de um semestre.
Para os 4,7 milhões de passageiros do metrô, no entanto, existem indícios de impacto na qualidade dos serviços e atrasos em obras.
Como revelou a Folha, a companhia tinha 14 trens a menos disponíveis para operação em janeiro deste ano do que há cinco anos atrás.
Além disso, pelo menos cinco trens da empresa foram retirados de operação neste ano para servir de estoque de peças de reposição para outras composições —mais um sinal de que a manutenção estava em nível insuficiente.
Funcionários também afirmam que cada vez mais faltam peças para reposição. Com menos trens à disposição, mais lotados ficam os vagões, especialmente nos horários de pico, e maiores são os intervalos entre as viagens.
Os usuários precisam esperar mais neste ano do que em 2010 nas duas linhas mais utilizadas do sistema: a 1-Azul (onde a demora média foi de 122 para 129 segundos) e a 3-Vermelha (onde ela subiu de 112 para 128 segundos).
Freio na expansão
Além da queda nos gastos com operação e modernização, o Metrô colocou um freio nos investimentos dedicados ao seu plano de expansão.
Considerando apenas a expansão das Linhas 5-Lilás e 15-Prata e a construção do monotrilho da Linha 17-Ouro, os recursos investidos diminuíram de R$ 1,4 bilhão nos primeiros seis meses de 2014 para R$ 940 milhões em igual período deste ano. A maior redução ocorreu na Linha 17-Ouro, com queda de 76%: de R$ 236 milhões para R$ 58 milhões. Essas obras estão atrasadas e tiveram seus prazos postergados pela gestão Alckmin.
Diferentemente do que ocorreu em 2014 e 2015, o Metrô não desembolsou em 2016 nem um centavo na extensão da Linha 2-Verde ou em novos projetos de expansão.
Na Linha 4-Amarela, o ritmo de gastos também diminuiu, mas porque a empresa escolhida pelo governo rompeu o contrato, e houve necessidade de promover nova licitação, o que levou a uma longa paralisação nas obras.
O Sindicato dos Metroviários afirma que a redução nos investimentos "é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas". O Metrô planeja seis de suas nove linhas, a maioria em obras, sob gestão privada.
Outro lado
O Metrô cita vários fatores para a diminuição de gastos no primeiro semestre de 2016. Afirma que a crise econômica impactou na expansão da malha, que também foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas.
A companhia, da gestão Alckmin, diz ainda que considera as verbas de um ano fiscal completo, e não apenas de seis meses. Sobre manutenção e modernização, declara que já entregou diversas melhorias em anos anteriores.
"As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal", defende a empresa.
Segundo o Metrô, os recursos podem ser maiores ou menores de acordo com a etapa de execução das obras ou entrega de trens e serviços. Como exemplo, cita a expansão da Linha 5-Lilás, que já tem 100% dos 11,5 km de túneis escavados. Agora, "os serviços estão concentrados no acabamento das vias e das estações –o que implica num investimento muito menor".
Sobre os investimentos em modernização, a companhia diz que "a quantidade de recursos para a rubrica 'recapacitação e modernização das linhas' acompanha os grandes investimentos feitos nos últimos anos".
A empresa afirma que 80 das 98 composições contratadas já foram entregues e cita a implantação de sistema de freios ABS nos trens das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, além da revitalização de 21 estações.
Sobre a redução nos gastos com a expansão da malha, a companhia declara que "o governo do Estado mantém investimentos essenciais para a mobilidade urbana na capital, mesmo com alta da inflação e dos juros, queda do PIB e diminuição da arrecadação do ICMS, reflexos da crise econômica do país".
Por fim, o Metrô diz que a redução dos recursos para obras de expansão da Linha 4-Amarela e de construção da Linha 17-Ouro está relacionada ao abandono dos trabalhos pelas empresas.
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária/Folha de São Paulo 

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Projeto da Futura Estação Morumbi (Linha 17-Ouro) é alterado

Depois da retomada das obras das Estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, da Linha 17-Ouro, o foco fica para o Pátio Água Espraiada e a Estação Morumbi que ainda estão com as construções paradas.

O contrato para a retomada do pátio foi assinado em Junho de 2016 com a volta das obras para Julho de 2016. O governador disse que o contrato de sistema para a linha está a espera de uma decisão judicial para ser retomada.

Com relação a Estação Morumbi, que se conectará com a Linha 9-Esmeralda, da CPTM, o diretor de operações do Metrô, Mario Fioratti, disse que uma nova licitação deve ser feita em breve pois o projeto original foi reformulado. “O projeto original não previa acesso direto de rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM. Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído”, afirma o diretor.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Metrô assina contrato para conclusão de obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô de São Paulo assinou contrato com o consórcio TC-Linha, formado pelas empresas Tiisa S/A, Comsa S/A no prazo de 47 meses para finalizar as obras na Linha 4-Amarela, paradas desde 2015.

As construções devem finalizar as Estações Higinopolis-Mackenzie, a próxima a ser inaugura, Oscar Freire na sequencia, São Paulo-Morumbi, e por fim Vila Sônia, prevista para ser entregue em 2019, ou seja, 15 anos após o início das obras da linha, que focaram na primeira fase. Em Vila Sônia deve ser erguido também um terminal de ônibus para atender linhas municipais e metropolitanas.

A estação mais adiantada é a Higienópolis Mackenzie, com cerca de 60% dos trabalhos feitos, e que futuramente fará conexão com a Linha 6-Laranja, em meados de 2020. Já a parada Oscar Freire tem 40% dos trabalhos feitos. Uma nova conexão também é prevista em São Paulo-Morumbi, com a Linha 17-Ouro, no entanto as obras de extensão do monotrilho ainda não foram licitadas.

Com a conclusão, são previstos mais usuários para a Linha 4-Amarela, onde a demanda diária atual de 700 mil deve saltar para 981 mil passageiros.

O Governo de São Paulo ainda tem planos de uma 3ª Fase, rumo a Taboão da Serra, com duas estações novas, uma na divisa entre os municípios e outra no Jardim Jussara.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Após retomar obras da Linha 17-Ouro, Metrô muda projeto da Futura Estação Morumbi


O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.

As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em Janeiro de 2016 após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas anteontem, segundo informou o Governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse ontem, referindo-se a um lote de obras que prevê três estações: Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan. A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em Julho de 2016", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo Governo - para nós, estava tudo ordem -, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o País está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso
A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM", explicou Fioratti.

"Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô. Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da Linha 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras
A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 km de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda da CPTM. O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em Dezembro de 2015. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal do Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5- Lilás.

Fonte da Notícia: Revista Época

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Obras das Linhas 15-Prata e 17-Ouro atrasam e encarecem seu custo

As obras das duas linhas de Monotrilho de São Paulo, a Linha 15-Prata e Linha 17-Ouro do Metrô, tiveram prazo de conclusão adiados, suas extensões reduzidas e uma elevação de preços por quilômetro em até 83%.
 
O prazo para a conclusão dos dois monotrilhos foi adiado. E mesmo quando estiverem prontas, as duas linhas vão ficar menores do que o Governo do Estado prometeu e vão custar mais caro. As informações são do SPTV.
O SPTV faz esta semana uma série de reportagens sobre mobilidade urbana. É o Anda SP, que vau falar das obras do Metrô, corredores e terminais de ônibus que estão atrasadas, paradas ou suspensas na Grande São Paulo.

Na Linha 15-Prata, o trecho entre a Estação Iguatemi, em São Mateus, e a Cidade Tiradentes foi suspenso. São 16 km e 8 estações a menos. O preço do quilômetro da linha subiu 70%, de R$ 206 milhões para R$ 354 milhões.

A Linha 17-Ouro perdeu 10 km e 11 estações. O monotrilho agora vai ligar a Estação Morumbi da CPTM ao Aeroporto de Congonhas e não vai mais até o Estádio do Morumbi nem ao Jabaquara. O preço do quilômetro subiu 83%, de R$ 177 milhões para R$ 325 milhões.

A Linha 15-Prata foi anunciada em grande estilo. Seria o maior sistema de Monotrilhos do Mundo. Ganharia do Metrô em tempo de construção pisca imagens obras paradas e em preço da obra.

A ideia era entregar o trecho até Cidade Tiradentes em 2012. Mas hoje o trem fica nesse vai e volta num trecho de 3 km entras as Estações Oratório e Terminal Vila Prudente.

Para quem mora em um bairro da Zona Leste sobra só o ônibus como opção de transporte público.

O contador Diego da Silva Paixão diz que se pudesse viajar pelo monotrilho seria bem melhor, mais rápido e mais prático.

Outro esqueleto de Monotrilho rasga a Zona Sul. A Linha 17-Ouro, prometida para a Copa do Mundo de 2014, iria ligar o Estádio do Morumbi ao Aeroporto de Congonhas.

Nesse tempo todo, o canteiro de obras já virou abrigo pra usuários de drogas, ponto pra desova de carro roubado, sem falar que rouba uma faixa de cada pista da Avenida Jornalista Roberto Marinho.  Fora o prejuízo que essa obra tá dando para os comerciantes da região.

Na Rua Rafael Iório, no Cambo Belo, a obra esconde uma locadora de carros instalada bem antes da obra do monotrilho começar.

“Isso está atrasando investimentos da nossa parte. A gente quer fazer reforma de loja, a gente quer fazer melhorias aqui, mas a gente não consegue porque a gente não sabe quando acaba esse transtorno que atrapalha essa qualidade de atendimento”, diz o gerente Douglas Vicentini. “A poeira que a obra proporciona deixa os carros mais sujos, eu tive que contratar lavadores de carro pra que o carro saia limpo da loja já”.

Valdir Sampel, do conselho de segurança de São Mateus, por onde vai passar a linha prata, diz que já convidou várias autoridades para participar das reuniões no bairro e que nunca ninguém da secretaria dos transportes metropolitanos apareceu.

“Nós esperávamos por parte do governador que viesse o Metrô. Como o Metrô não veio, veio o monotrilho. Achávamos que iria valorizar a região. Só que não está acontecendo isso. Sentimos que fomos enganados. São só promessas e nada mais”, diz.

O Metrô explicou que o atraso nas obras do Monotrilho na Linha 15-Prata se deu porque os projetos de três estações que ficariam sobre o Córrego da Mooca tiverem de ser refeitos. "Durante o desenvolvimento do projeto básico imaginamos condições que mostraram que as fundações iriam interferir muito com a galeria. Foram condições estabelecidas durante o projeto executivo, que precisou fazer intervenção na galeria", explicou o diretor de engenharia Paulo Sérgio Amalfi Meca.

Na Linha 17-Ouro, segundo o Metrô, o problema foi com as empresas contratadas. "Rescindimos contrato com execução de obras de algumas das estações e do pátio porque as empresas não deram conta de cumprir as suas obrigações", disse o diretor.

Fonte da Notícia: G1-SP

Obras da Linha 17-Ouro podem sofrer novo atraso

O Monotrilho da Linha 17-Ouro, da Zona Sul de São Paulo, que deveria ligar a região do Aeroporto de Congonhas até a Marginal do Rio Pinheiros, deve sofrer novo atraso.

A obra completa entre o Jabaquara e a região do Paraisópolis, estava prevista para ser entregue até 2014. Agora a previsão é para depois de 2017.

O atraso da Linha 17-Ouro também pode impactar a Linha 18-Bronze do Monotrilho do ABC Paulista. Isso porque uma das cláusulas do contrato para liberação de recursos determina que a Linha 18-Bronze só poderá operar após testes já com passageiros na Linha 17-Ouro.

A interpretação é do Ministério das Cidades, mas o metrô tem uma visão diferente desta cláusula.

O atraso da Linha 17-Ouro desta vez se dá por causa da declaração de inidoneidade da construtora Mendes Júnior.

No dia 28/04/2016, a Controladoria Geral da União publicou no Diário Oficial da União declaração de inidoneidade proibindo a Mendes Júnior de assinar novos contratos com a administração pública. Até então o contrato com o Metrô não havia sido assinado.

A Mendes Júnior foi a opção do Metrô por causa da rescisão do contrato com as antigas empreiteiras, Andrade Gutierrez e CR Almeida, que tinham reduzido o ritmo de construção, praticamente parando as obras no final de 2015. A alegação foi dificuldades financeiras.

Em vez de realizar nova licitação, o Metrô optou por chamar a segunda colocada na licitação do Monotrilho da Linha 17-Ouro para a construção de um pátio de manobras de trens leves na Avenida Jornalista Roberto Marinho. Essa construtora foi justamente a Mendes Júnior.

Há uma discussão em relação à inidoneidade.

Uma interpretação jurídica diz que quando uma empresa é considerada inidônea, ela não pode assinar contratos com a esfera de poder que registrou eventual problema. Neste caso, a Mendes Júnior não poderia assinar contratos com a União, mas estaria liberada para o Estado.

No entanto, uma jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça diz que quando a lei declara que uma empresa não pode assinar contratos por inidoneidade, o termo administração pública vale para todos os entes federativos, incluindo empresas estaduais, como é o Metrô.

Segundo o Metrô, a possibilidade de assinatura de contrato com a Mendes Júnior está sendo estudada.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

terça-feira, 12 de julho de 2016

Obras da Linha 17-Ouro são retomadas e Estação Morumbi tem projeto alterado

O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas nesta semana, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.
As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em janeiro após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas na terça-feira (21), segundo informou o governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse na quarta (22), referindo-se a um lote de obras que prevê três estações --Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan.

A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas Empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em julho", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo governo --para nós, estava tudo ordem--, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o país está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso

A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi (da CPTM)", explicou Fioratti. "Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô.

Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras

A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 quilômetros de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás (em obras) e 9-Esmeralda da CPTM.

O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em dezembro. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5-Lilás.
 
Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo 

Obras da Linha 17-Ouro voltam a todo vapor

Foram retomadas no final de Junho de 2016, as obras em três estações do monotrilho da Linha 17-Ouro: Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Campo Belo, está última que fará conexão com extensão da Linha 5-Lilás, entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin.

As construções estavam paradas desde o ano passado, quando o Metrô rompeu com o consórcio responsável pelas obras. Os trabalhos foram assumidos pelo consórcio TIDP, formado pelas empresas Tiisa-Infraestrutura e Investimentos S/A e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, cujo o contrato foi assinado em abril deste ano.

O mesmo consórcio deve ainda assumir as obras do Pátio de Manobras Água Espraiada, em cima do piscinão de mesmo nome. “A terceira colocada do grupo Tiisa manifestou o interesse em assumir a obra. Nós imaginamos em um prazo de 30 dias ter o contrato assinado, para até o final de julho retomar as obras do pátio”, disse o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, ao G1.

A previsão é que as construções das três paradas estejam prontas em 17 meses, ou seja, final de 2017.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 1 de março de 2016

Linha 17-Ouro poderá ter suas obras retomadas em Março de 2016

Obras do monotrilho da linha 17-Ouro do Metrô na avenida Washington Luis, próximo ao Aeroporto de Congonhas (Foto: Nelson Antoine/Framephoto/Estadão Conteúdo)
Obras da Linha 17-Ouro paralisadas próximo ao Aeroporto de Congonhas
O Secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, afirmou que espera retomar as obras da Linha 17-Ouro até o final de Março de 2016. Em Janeiro de 2016, o Metrô rompeu os contratos com o consórcio responsável por parte da linha em razão da desaceleração das obras desde o final de 2015.

"No final deste mês, as empresas que ficaram em segundo lugar [na licitação], que já foram contatadas, vão responder formalmente se aceitam os termos ou não, porque elas devem aceitar o mesmo preço ofertado pela primeira colocada. Então nós estamos muito animados, as empresas estão interessadas. Espero até o final do mês de março retomar as obras nesses dois trechos", diz.

Segundo o secretário, a linha tem quatro contratos. Parte deles continua em andamento. O contrato relativo à construção de um pátio contrato de pátio de manobras foi rescindido. Uma multa de R$ 100 milhões foi aplicada.

Consórcio
 
A Andrade Gutierrez disse em comunicado que quem atrasou foi o Metrô e que ajuizou ação para rescindir as obras em 10/12/2015. “Há meses as empresas buscam uma negociação com o Metrô em relação aos problemas enfrentados nas obras, como a falta de liberações de frentes de serviço, fornecimento de projetos executivos e interfaces com demais contratos da Linha 17-Ouro, atividades estas de responsabilidade do Metrô de São Paulo.”

Em resposta à nota da empreiteira, o Metrô disse que as empresas "omitiram que foram derrotadas e que tiveram seus pedidos negados pela justiça".

Procurada, a assessoria da empresa CR Almeida, que com a Andrade Gutierrez forma os consórcios Monotrilho Pátio e Monotrilho Estações, não respondeu os questionamentos do G1 até a publicação desta reportagem.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: O Estado de São Paulo

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Obras da Linha 17-Ouro podem ser retomadas em Março de 2016

Canteiro de obras da Linha 17-Ouro abanadonado
Parte das obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro, da Zona Sul de São Paulo, que estão paradas desde o final de 2015 deve ser retomada no mês de Março de 2016.

A previsão é do Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, que semana passada, participou com o Governador Geraldo Alckmin da cerimônia de conclusão da abertura do túnel para a implantação do prolongamento da Linha 5-Lilás do Metrô.

As obras do Monotrilho às quais Pelissioni se referiu são relativas à construção de um pátio de manobras e de estruturas que estavam sob a responsabilidade do consórcio formado pelas empresas Andrade Gutierrez e CR Almeida.

Segundo o secretário, as empresas que ficaram em segundo lugar na concorrência se interessaram em assumir as obras.

No início deste ano, o Metrô rescindiu o contrato com Consórcio Monotrilho Pátio alegando que as empresas tinham reduzido os ritmos das obras.

Em nota, a Andrade Gutierrez, uma das responsáveis pelo consórcio, disse que os atrasos se deram por responsabilidade do Metrô e que no dia 10/12/2015 entrou na justiça para rescindir o contrato das obras.

“Há meses as empresas buscam uma negociação com o Metrô em relação aos problemas enfrentados nas obras, como a falta de liberações de frentes de serviço, fornecimento de projetos executivos e interfaces com demais contratos da Linha 17-Ouro, atividades estas de responsabilidade do Metrô de São Paulo.”

O Metrô respondeu dizendo que a construtora omitiu informações e que foi derrotada na Justiça.

O Monotrilho da Linha 17-Ouro deveria ter sido concluído em 2012, mas as obras seguem em ritmo muito lento e a escolha do modal passou a ser contestada.

O Governo do Estado de São Paulo, em Agosto de 2015, anunciou o congelamento da previsão de início das obras de 17 das 36 prestações que foram previstas inicialmente para os monotrilhos das Linhas 15-Prata e 17-Ouro.  As obras da Linha 18-Bronze estão sem previsão de início.

Estas estações ficam nos extremos das Linhas 15-Prata e 17-Ouro.

Na Linha 15-Prata, não devem ser iniciadas tão já as obras entre o Hospital Cidades Tiradentes e Iguatemi e entre o Terminal Vila Prudente e Ipiranga.

No caso da Linha 17-Ouro, as estações entre o Morumbi e a região da Favela do Paraisópolis e entre o Aeroporto de Congonhas e o Jabaquara estão sem cronograma definido.

Não há previsão para o início das obras nestes trechos das duas linhas.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Portal R7