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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Jovem skatista é agredido na Estação Sé por seguranças

Gabriel Pacheco, skatista agredido no Metrô de São Paulo (Foto: TV Globo/Reprodução)
Depoimento de Gabriel Pacheco, o skatista agredido na Estação Sé
O skatista Gabriel Lima Pacheco, de 20 anos, agredido com chutes e golpes de cassetete por dois seguranças do Metrô de São Paulo, disse ao Bom Dia São Paulo que foi a primeira vez que sofreu uma agressão por causa de skate. "Preconceito a gente nota muito, na rua no mercado, no shopping. Mas, agressão, foi a primeira vez", afirmou o jovem.

Ele relatou que os seguranças o chamaram de vagabundo quando ele comprava bilhetes na Estação Sé. "Eles falaram: 'Tira esse skate de chão, vagabundo!'", relata Gabriel.

O caso ocorreu dia 26/05/2016. Gabriel deixou o skate no chão para comprar o bilhete do metrô quando foi abordado. Os seguranças, segundo o rapaz, pediram para ele segurar o equipamento. O jovem afirma que pediu que esperassem um pouco e, em seguida, começou a ser golpeado.

Um amigo dele que passava pela Estação Sé, no Centro, registrou o flagrante de violência. No vídeo, um dos seguranças chuta o jovem, que em seguida leva golpes de cassetete. Quem gravou a agressão tenta convencer a parar, e também leva um golpe. O skatista vai em direção a um dos seguranças e é novamente agredido. O Metrô informou que os agentes de segurança foram afastados até a apuração final da ocorrência.

A agressão só parou com a chegada de um homem que se apresenta como superior dos dois agentes. “Não via da onde vinha, percebi que eram várias seguidas. Apanhei mais ainda depois que tentei me defender", disse Gabriel.

Após ser contido, o jovem pergunta o nome do agente que o agrediu. O segurança, porém, esconde a identificação. Ele procurou a polícia apenas dia 31/05/2016.

Gabriel é estudante de história e trabalha como administrador de pequenas obras junto com o pai. Ele teve ferimentos na cabeça e no pescoço após ser agredido pelos seguranças. O caso foi registrado como lesão corporal

Fonte da Notícia e Imagem: G1-SP

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Skatista é agredido na Estação Sé durante feriado de Corpus Christi

Estação Sé (Linhas 1-Azul e 3-Vermelha)
Dois seguranças do Metrô agrediram um jovem de 20 anos com chute e golpes de cassetete em São Paulo, informou o SPTV. Um homem que passava pela Estação Sé, no Centro, registrou o flagrante de violência.
 
No vídeo, um dos seguranças chuta o jovem, que em seguida leva golpes de cassetete. Quem gravou a agressão tenta convencer a parar, e também leva um golpe. O skatista vai em direção a um dos seguranças e é novamente agredido. O Metrô informou que os agentes de segurança foram afastados até a apuração final da ocorrência.

O caso ocorreu dia 26/05/2016. Gabriel Lima Pacheco, de 20 anos, deixou o skate no chão para comprar o bilhete do metrô quando foi abordado. Os seguranças, segundo o rapaz, pediram para ele segurar o equipamento. O jovem afirma que pediu que esperassem um pouco e, em seguida, começou a ser golpeado.

A agressão só parou com a chegada de um homem que se apresenta como superior dos dois agentes. “Não relei a mão em você. Se eu tivesse relado a mão em você, você tinha razão", disse.

Após ser contido, o jovem pergunta o nome do agente que o agrediu. O segurança, porém, esconde a identificação. Ele procurou a polícia apenas no último dia 31/05/2016. Como teve ferimentos na cabeça e no pescoço, o caso foi registrado como lesão corporal.

Fonte da Notícia: G1-SP 
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Greve do Metrô em 2014 finalmente foi considerada abusiva

Imagem da GREVE abusiva do Metrô em 2014
O Tribunal Superior do Trabalho considerou como abusiva a greve realizada em Maio de 2014 pelos metroviários de São Paulo. A categoria parou poucos dias antes da Copa do Mundo, apesar de uma decisão judicial que previa 100% dos funcionários do Metrô atuando nos horários de pico.

O tema foi analisado pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos do TST, que, por quatro votos a dois, aplicou multa de R$ 50 mil por dia de descumprimento da decisão que ordenava a volta ao trabalho. A punição foi imposta ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e em Empresas Operadoras de Veículos Leves Sobre Trilhos no Estado de São Paulo e ao Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. 

Na SDC, os debates giraram em torno de uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) de Maio de 2014, que determinou que apesar da greve 100% dos funcionários do metrô deveriam trabalhar nos horários de pico. A relatora do caso no TST, ministra Kátia Magalhães Arruda, considerou que a ordem judicial “incompatibiliza o próprio direito de greve”, presente no artigo 9º da Constituição Federal.

A maioria dos magistrados, porém, seguiu a ministra Maria Cristina Peduzzi, que entendeu que o descumprimento da decisão judicial tornou a greve abusiva. “Cientes dessa ordem judicial os sindicatos optaram por continuar a greve”, disse.

A magistrada considerou ainda que a atitude dos sindicatos vai contra o artigo 11 da lei 7.783, de 1989. A norma diz que “nos serviços ou atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade”.

Em 2014 os metroviários entraram em greve pedindo aumento salarial. A paralisação durou cinco dias, chegando às vésperas do início da Copa do Mundo no Brasil.

Fonte da Notícia: Jota- UOL
Imagem: Diário da CPTM

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Polícia investiga morte de jovem na Estação Sé

A Polícia Civil investiga a morte de um adolescente de 17 anos dia 01/09/2015, dentro da Estação Sé do Metrô de São Paulo, no Centro da capital paulista. O pai do jovem disse à polícia que ele foi atingido por um soco por um segurança do Metrô, que nega. Segundo a empresa, o rapaz teve um mal súbito após pular a catraca com um grupo aparentemente sob o efeito de drogas. Ele foi socorrido por funcionários da estação, mas acabou morrendo no Pronto-Socorro da Santa Casa de Misericórdia, na região central.

"Essa versão da agressão foi o pai que trouxe para a gente. A gente vai apurar, vai ouvir. Mas não está confirmado nada disso. A outra versão, com testemunhas, é de que o segurança só segurou ele pelo braço e ele teve uma convulsão e faleceu. Vou ouvir os dois lados para não cometer nenhuma injustiça", disse o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, da Delpom, em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes.

Segundo Nico, testemunhas afirmam que o jovem entrou na estação da Sé, que faz a conexão entre as Linhas 1-Azul e 3-Vermelha do Metrô, com quatro amigos. Todas estariam muito alterados sob efeito de drogas e pularam a catraca, quando foram abordados por seguranças do Metrô. A partir desse momento, as versões apresentadas são contraditórias. O delegado está tentando localizar os colegas da vítima para ouvi-los sobre o ocorrido.

Em nota, o Metrô informou que a morte ocorreu na manhã desta terça-feira e que os agentes de segurança da companhia "atenderam um jovem com mal súbito na Estação Sé". Segundo a empresa, o jovem foi levado pelos funcionários do Metrô ao Pronto-Socorro da Santa Casa, onde acabou morrendo.
 
Fonte da Notícia: Yahoo

"Mataram meu filho" diz pai de adolescente morto na Estação Sé

O pai do jovem que morreu após ser abordado no Metrô de São Paulo, na terça-feira (01/09/2015), disse acreditar que uma suposta agressão de um segurança da companhia causou a morte do filho. A empresa nega a acusação e diz que o adolescente sofreu um mal súbito. “Mataram meu filho”, disse ao G1 o pedreiro Gilberto do Nascimento, de 47 anos.

Isaac Tomé do Nascimento, de 17 anos, discutiu com seguranças na manhã daquele dia após pular a catraca da Estação Anhangabaú. Depois de pagar a passagem, ele e mais três amigos foram acompanhados pelos vigias até a Estação Sé, também na Linha 3-Vermelha. Lá, o jovem passou mal e foi levado até o pronto-socorro da Santa Casa, mas não resistiu.

O caso foi registrado na Polícia Civil como morte suspeita. Segundo o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, que acompanha o caso, um médico-legista informou não ter encontrado sinais internos ou externos de lesões graves no corpo do jovem. “Ele tinha uma doença chamada 'coração grosso', que com substância alcoólica, com droga ou excitação, ela pode levá-lo a óbito a qualquer momento." Laudos complementares vão confirmar a causa da morte.

O pai disse desconhecer a doença, mas confirmou que o jovem fumava maconha. Apesar de o corpo de Isaac não apresentar sinais de violência, Gilberto acredita na versão dada pelos amigos do rapaz de que ele apanhou. “Se porventura tivesse esse problema de saúde, ele [segurança] causou a morte do meu filho. Ele deu um soco no peito do meu filho e ele caiu morto.” O segurança disse à polícia que só segurou o braço do adolescente.

Segundo o advogado Ariel de Castro Alves, coordenador paulista do Movimento Nacional de Direitos Humanos, a “morte do jovem é bastante suspeita”. “A polícia precisa investigar também se o Metrô encaminhou para a delegacia todas as imagens que dispunha, sem edições e cortes”, acrescentou, referindo-se às câmeras de segurança presentes nas estações. O Metrô enviou aos policiais imagens que mostram a abordagem dos seguranças e o momento em que o jovem é levado em uma maca

O enterro de Isaac estava previsto para acontecer na manhã de ontem, 03/09/2015, no Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo. A família não faria velório por não ter dinheiro para pagar a cerimônia.

Fonte da Notícia: G1-SP

Jovem morto na Estação Sé possuia problemas cardíacos

Câmera de segurança registrou grupo conversando com segurança do Metrô após pular catraca em São Paulo (Foto: Reprodução TV Globo)
Imagem de segurança da cena do crime na Estação Sé

"O delegado que preside o inquérito teve um contato preliminar com o médico legista, e ele afirma que não tem lesões graves internas ou internas. Ele tem uma doença chamada 'coração grosso', que com substância alcoólica, com droga ou excitação, ela pode levá-lo a óbito a qualquer momento", relatou o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, que também acompanha o caso. Laudos complementares vão confirmar a causa da morte.

Duas adolescentes que estavam com Isaac do Nascimento na estação relataram, na delegacia, agressão de seguranças do Metrô. "Já pegou ele dentro do metrô, já foi enforcando. Ai chegou na Praça da Sé. A hora que eles deram uma paulada nele, ele caiu no chão", afirmou a estudante Maria Gabriela Oliveira de Almeida.
 
'Pula-catraca' e discussão
 
O jovem morreu na manhã de terça-feira  após ele passar mal na Estação Sé do Metrô. Há informações de que o rapaz discutiu com seguranças da Estação Anhangabaú, que também fica na Linha 3-Vermelha. A polícia irá analisar câmeras de segurança para saber o que aconteceu, mas já foi constatado que alguns pontos da estão não são monitorados.

O adolescente estava acompanhado de três amigos. Imagens mostraram o grupo de jovens pulando a catraca da Estação Anhangabaú por volta das 9h30 de 01/09. Os seguranças viram e houve uma discussão. Isaac retorna para o guichê e paga a passagem, segundo O SPTV. Depois, os vigias acompanharam o grupo até a Estação Sé, onde o jovem teve um mal súbito. Ele chegou a ser socorrido ao pronto-socorro da Santa Casa, mas morreu.

O segurança disse à polícia que só segurou o braço do adolescente e nega qualquer agressão. O pai do rapaz, Gilberto Silveira do Nascimento, não estava no local, mas disse ter ouvido uma informação dos outros jovens que a vítima teria recebido um soco no peito. Ele pede que a Polícia Civil busque outras imagens que possam ter registrado o ocorrido.

"Quem não diz que essa fita foi adulterada? Que tiraram a imagem e colocaram só o que a gente que ver?", cobrou o pai do adolescente. As imagens das câmeras de segurança serão analisadas para verificar se houve alguma agressão.

Confira a nota do Metrô na íntegra:

“Informamos que na manhã desta terça-feira, dia 01/09/2015, agentes de segurança do Metrô atenderam um jovem com mal súbito na estação Sé. O jovem foi levado pelos funcionários  do Metrô ao PS da Santa Casa, onde veio a falecer. A ocorrência está sendo registrada na Delpom e será investigada pela Polícia Civil.”

Fonte da Notícia & Imagem: G1-SP

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Estudante diz ter sido agredida por segurança da Estação Butantã/Student says she was assaulted by security Station Butantã

Uma estudante de 24 anos diz ter sido agredida por um segurança do Metrô de São Paulo na manhã de 24.06.2014. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra a garota no chão, com o rosto ensanguentado, e um segurança sendo afastado do local aos gritos de "desgraçado."

O caso, que foi registrado pela Polícia Civil, ocorreu na Estação Butantã, da Linha 4-Amarela. O ramal é administrado por uma empresa privada, a ViaQuatro.

 A estudante relatou à polícia que havia colocado crédito em seu Bilhete Único em uma máquina de autoatendimento da estação. No entanto, quando tentou passar pela catraca, a máquina informou que não havia créditos no bilhete.

 A passageira argumentou com um segurança da estação, dizendo que havia algum erro. Segundo o relato, o vigilante pediu para ela procurar o SAC.

 A estudante, então, passou pela catraca sem pagar a tarifa. Na versão dela, a estudante foi perseguida e agredida no rosto por um segurança.

 No vídeo divulgado no Facebook, a mulher aparece no chão, com o rosto ensanguentado. Ela foi socorrida por passageiros e seguranças da própria estação. Ainda segundo a versão da jovem, ela foi levada a um hospital e em seguida liberada.

 A reportagem entrou em contato com a irmã da estudante. Ela confirmou a agressão, mas não quis dar entrevistas. O nome da estudante foi preservado a pedido da família.

 As imagens do vídeo foram gravadas pela assistente de vendas Mayara Lúcia, 22. "Vi o segurança batendo nela. Ele estava muito exaltado e teve que ser retirado pelos colegas."

 À polícia seguranças afirmaram que tentaram deter a jovem após ela passar pela catraca sem pagar. Eles disseram que a estudante tentou agredi-los. O relato não diz, no entanto, se eles ficaram feridos.

O caso foi registrado em uma delegacia do Butantã. Em nota, a ViaQuatro, empresa que administra a linha, informa está apurando o episódio.

 "Caso fique comprovado que houve excesso na conduta de funcionários da estação, a concessionária agirá com rigor, uma vez que condena qualquer tipo de comportamento inadequado no atendimento aos seus clientes", diz a nota.

 A Polícia Militar relatou no boletim de ocorrência que com a garota foi encontrada uma porção de maconha. A quantidade não foi divulgada.

A pessoa indicada pela família da garota para falar com a imprensa alega que, mesmo que a droga tenha sido encontrada com a garota, a agressão sofrida não seria justificada.

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo 

A 24 year old student says she was assaulted by a security São Paulo Metro on the morning of 6/24/2014. A video posted on social networks shows the girl on the floor with a bloody face, and a security guard being removed from the site shouting "bastard."

The case, which was registered by the Civil Police, occurred on Butanta Station, Line 4-Yellow. The station is run by a private company, ViaQuatro.

The student told police he had put credit on your Single Ticket machine in a self-service station. However, when he tried to pass through the turnstile, the machine reported that there was no credits on the ticket.

The passenger argued with a security station, saying that there was some mistake. According to the report, the guard asked her to seek the SAC.

The student then went through the turnstile without paying the fare. In her version, the student was harassed and assaulted by a security guard in the face.

In the video posted on Facebook, a woman appears on the floor with a bloody face. She was bailed out by passengers and security guards the station itself. Also according to the version of the young, she was taken to a hospital and then released.

The report came in contact with the sister of the student. She confirmed the attack, but declined to give interviews. The name of the student has been preserved at the request of the family.

The video images were recorded by the sales assistant Mayara Lucia, 22. "Saw the security beating her. He was very exalted and had to be removed by colleagues."

For security police said they tried to stop the girl after she passed through the turnstile without paying. They said the student tried to attack them. The report does not say, however, if they were injured.

The case was registered at a police station of Butantan. In a statement, ViaQuatro, the company that manages the line, informs is investigating the episode.

"Should it be proven that there was excess in the conduct of employees of the station, the licensee shall act with care, since it condemns any kind of inappropriate behavior in service to their customers," the statement said.

The Military Police reported the arrest report that the girl with a lot of marijuana was found. The amount was not disclosed.

A person named by the girl's family to speak to the media claims that, even though the drug has been found with the girl, the aggression would not be justified.

Source of News: Folha de São Paulo