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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Confira a vencedora da licitação para obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

Túnel próximo a Futura Estação Oscar Freire (Linha 4-Amarela)
O Governo do Estado de São Paulo divulgou dia 07/06/2016, no Diário Oficial, o consórcio vencedor que tocará as obras da Linha 4-Amarela do Metrô. O TC-Linha 4 Amarela, formado pelas empresas TIISA – Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A, que fez a proposta no valor de R$ 858.743.546,73 e será responsável pela construção das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última e obras complementares no Pátio Vila Sônia.

Após a assinatura dos contratos, as empresas tem 12 meses para concluir a Estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a Estação Oscar Freire, 18 meses para a Estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a Estação Temrinal Vila Sônia. O Metrô recebeu 10 propostas para tocarem as obras, que passaram pela análise da comissão de licitação da companhia ligada ao Governo Estadual.

As obras da Linha 4-Amarela, estão paradas desde que o Metrô rescindiu o contrato com o consórcio Corsán-Corviam por não cumprimento por parte da construtora.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor
 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Metrô anuncia vencedor da licitação para prosseguir com as obras da Linha 4-Amarela

Estação Paulista (Linha 4-Amarela)
O Governo do Estado de São Paulo divulgou, no Diário Oficial, o consórcio vencedor que tocará as obras da Linha 4-Amarela do Metrô. O TC-Linha 4 Amarela, formado pelas empresas TIISA – Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A, que fez a proposta no valor de R$ 858.743.546,73 e será responsável pela construção das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última e obras complementares no Pátio Vila Sônia
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Após a assinatura dos contratos, as empresas têm 12 meses para concluir a Estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a Estação Oscar Freire, 18 meses para a Estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a Estação Terminal Vila Sônia. O Metrô recebeu 10 propostas para tocarem as obras, que passaram pela análise da comissão de licitação da companhia ligada ao Governo Estadual.

As obras da Linha 4–Amarela, estão paradas desde que o Metrô rescindiu o contrato com o consórcio Corsán-Corviam por não cumprimento por parte da construtora.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária 
Imagem: Veja São Paulo

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Empreiteiras e construtoras abandonaram as obras da Linha 17-Ouro

Obras da Linha 17-Ouro do Monotrilho
O Metrô de São Paulo rescindiu contrato com o consórcio formado por Andrade Gutierrez e CR Almeida para a construção de parte da Linha 17-Ouro, que liga o Aeroporto de Congonhas à Estação Morumbi da CPTM, na zona Sul da capital paulista. O Metrô diz que as empreiteiras abandonaram a obra e pode multar o consórcio em mais de R$ 100 milhões. É o segundo caso de abandono de obras do Metrô em seis meses. O primeiro foi anunciado em Julho de 2015, quando o governo rompeu, por atraso, contrato que tinha com a espanhola Isolux para a construção de estações da Linha 4-Amarela.

Segundo fontes ouvidas pelo Valor, a Andrade Gutierrez e a CR Almeida abandonaram as obras do monotrilho no fim do ano. As companhias eram responsáveis pela construção do pátio de manobras de trens e por três das oito estações. Procurada, a Andrade Gutierrez não quis comentar. Já a CR Almeida retornou os pedidos de entrevista. As duas empresas estão sendo investigadas pela Polícia Federal no âmbito da operação Lava-Jato, que apura desvios em contratos da Petrobras.

O ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Azevedo está preso desde junho. Na quinta-feira passada, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, negou habeas corpus a Azevedo e Elton Negrão, outro executivo da construtora.

A CR Almeida é uma das empresas citadas em planilha apreendida no escritório do doleiro e delator Alberto Youssef - peça central da Operação Lava-Jato - em São Paulo, que relaciona 747 projetos suspeitos de irregularidades em estatais, órgãos públicos estaduais, prefeituras e empresas privadas.

Vistorias feitas pelo Metrô no começo de dezembro indicaram o abandono da obra do monotrilho. Ao longo do mês, as empresas foram notificadas para retomar os trabalhos, o que não ocorreu. Na semana passada, as empresas formalizaram a saída alegando dificuldades para executar as obras dentro do orçamento previsto.

A construção do pátio era orçada em mais de R$ 268 milhões e recebeu aditivo superior a R$ 48 milhões. Já as três estações custariam mais de R$ 129 milhões, mas o valor da obra foi reduzido para quase R$ 120 milhões. Do total de R$ 436 milhões das obras, R$ 199 milhões foram pagos até Dezembro de 2015

O Valor apurou que o Metrô vai procurar o segundo colocado na licitação das obras para ver se há interesse em assumir os trechos abandonados pelas construtoras. No caso das estações da Linha 4-Amarela, o Governo Paulista foi obrigado a lançar um novo edital. O monotrilho foi prometido para ser entregue antes da Copa de 2014, ligando Congonhas ao bairro do Morumbi. Após adiamentos, a expectativa é que parte das obras seja concluída no ano que vem e outra em 2019.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária 
Imagem de Marco Staffa

Empreiteiras culpam Metrô por atraso nas obras da Linha 17-Ouro


Obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro
Após ter sido divulgado que o Governo do Estado de São Paulo cancelou contrato com empreiteiras responsáveis pela construção das estações e pátio sobre o piscinão Água Espraiada, da Linha 17-Ouro, o consórcio AG-CRA, formado pelas empresas Andrade Gutierrez e CR Almeida, diz que o Metrô atrasou frentes de serviço, fornecimento de projetos executivos e interfaces com demais contratos.

As empresas disseram ainda que antes da divulgação do cancelamento do contrato, já trabalhavam para quebrar o acordo. “…diante dos sucessivos atrasos por parte do Metrô e da sua falta de planejamento para as obras, [o consórcio] ajuizou ação no dia 10 de Dezembro de 2015 com o objetivo de rescindir o escopo das obras civis do contrato de Via da Linha 17-Ouro″, diz nota.

O consórcio diz ainda que falta mais da metade dos projetos sob a responsabilidade do Metrô de São Paulo, no que se refere ao pátio de manobras.

Segundo colocado

O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou que o Governo Estadual deve chamar o segundo colocado para realização das obras. “Vamos chamar os segundos colocados e ver se aceitam a tarefa pelo mesmo preço, como dita a lei,” explicou Clodoaldo, segundo informações do jornal “O Estado de São Paulo”.

Se o Governo Estadual não conseguir contratar a segunda colocada, deverá realizar uma nova licitação, o que atrasará ainda mais a entrega do monotrilho que vai ligar o Aeroporto de Congonhas com a Estação Morumbi da CPTM.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Metrô