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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Confira as novas datas de inauguração da 2ª Fase da Linha 15-Prata e da Linha 17-Ouro

O Governador Geraldo Alckmin, em entrevista ao Programa Pânico da Rádio Jovem Pan, fez projeções para entrega das linhas do sistema metroviário em construção.

Monotrilhos

O Monotrilho da Linha 15-Prata, nas projeções do Governador pode ser entregue em 2017, o que ele chamou de “chegar até Sapopemba”. Atualmente a linha segue em obras de Oratório até São Mateus.

Já sobre a Linha 17-Ouro, Alckmin diz que o segundo colocado retomou as obras em Maio de 2016, em três estações ao final de Julho de 2016 será retomada as construções do Pátio Água Espraiada. A previsão de entrega do trecho entre o Aeroporto de Congonhas e a Estação Morumbi, nas palavras de Alckmin, é em 2018.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Licitação para obras da Linha 4-Amarela irá sair em Fevereiro de 2016

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em entrevista a Rádio Capital, confirmou que no próximo dia 11/02/2016 será reaberta a licitação para a conclusão da 2ª Fase da Linha 4-Amarela, do Metrô, que inclui as estações Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do Pátio Vila Sônia.

A previsão, segundo o Governador, é que depois de serem retomadas as obras, o que deve acontecer em Abril de 2016, a Estação Higienópolis-Mackenzie fique pronta em 1 ano, Oscar Freire em 15 meses e São Paulo-Morumbi em 1 ano e meio. Vila Sônia ainda levaria 3 anos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólrbus

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Licitação para continuidade das obras da Linha 4-Amarela será reaberta dia 11/01/2016

Seis meses após a paralisação das obras da Linha 4-Amarela, do Metrô, o Governo Geraldo Alckmin vai reabrir nesta segunda-feira (11/01/2016), a licitação para o término das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além de uma extensão do pátio de manobras do ramal. O contrato com o consórcio formado pelas empresas Isolux, Corsán e Corvian, foi rompido em Julho de 2015 por causa de atrasos.

A informação foi confirmada pelo Governador na manhã de ontem (07/01/2016). "Dia 11/01/2016 (segunda), reabre a licitação para entregar as quatro estações: Higienópolis, Oscar Freire, Morumbi e Vila Sônia", afirmou Alckmin em entrevista à Rádio Globo.

Em novembro do ano passado, o governo havia lançado edital para qualificar as empresas interessadas em participar da concorrência. Na ocasião, o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou que previsão é de que as obras sejam retomadas a partir de abril deste ano.

"Após ser retomada, a Estação Higienópolis-Mackenzie deve ficar pronta em 12 meses", disse Pelissioni. "A Oscar Freire, em 15 meses. Já a Estação São Paulo-Morumbi termina em 18 meses. E a Vila Sônia, em 36 meses. Mas vamos trabalhar muito para antecipar esse prazo", prometeu. O ramal começou a ser construído em 2004 e deve ligar a região central à zona oeste. A conclusão estava prevista para 2014, mas as Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo/Morumbi e Vila Sônia ainda não foram entregues.

"Infelizmente o Consórcio Isolux-Corsán-Corviam ganhou os dois lotes e só conseguiu entregar uma Estação, que foi a Fradique Coutinho. Uma hora não tinha funcionário e quando tinha funcionário não tinha material de trabalho", disse Alckmin, na época do rompimento do contrato.

Já o consórcio criticou a "falta de gestão" por parte do Estado para a obra. Em julho, as empresas reclamaram da falta de regularização de vários itens dos dois contratos em vigência, como a celebração de aditivos relacionados a prazos e obras.

Entre as reclamações, o grupo espanhol afirmava que, além de demorar 27 meses para entregar o projeto executivo das estações (de responsabilidade do Metrô) e liberar as licenças, os relatórios vieram incompletos e com falhas até mesmo de concepção do projeto. Para resolver as pendências, foram enviadas 99 correspondências relatando os problemas, sem uma solução objetiva.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Linha 15-Prata acumula falhas e atrasos em sua operação e expansão



Apresentado como uma solução rápida e barata para ligar a Vila Prudente até a Cidade Tiradentes, no extremo leste de São Paulo, o Monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô virou uma obra demorada e cada vez mais cara do Governo Geraldo Alckmin.

Uma entre outras obras atrasadas do Metrõ, esse projeto completo prevê um total de 18 estações, em um trajeto de 26,7 km.

Mas há exatamente um ano apenas um trecho de 2,9 km, entre as Estações Terminal Vila Prudente e Oratório, opera em sistema de testes.

Ontem. 10/08/2015, no mesmo trecho entre as duas únicas estações concluídas, o horário de funcionamento foi ampliado (das 7h às 19h), e a tarifa de R$ 3,50 está sendo cobrada.

A promessa de entrega da obra já mudou algumas vezes. Inicialmente, antes mesmo do atual edital, falou-se em 2012. A seguir, o prazo foi lançado para o final de 2015.

A obra não ficará completa antes do final de 2018 lá, a previsão oficial é concluir até nove estações.

O governo estima que gastará R$ 7,1 bilhões, mas já há ao menos dez aditivos de preço que vão encarecer a obra.

"Vantagens apresentadas, como a agilidade da obra e a interferência menor no viário, por exemplo, já deixaram de existir", afirma o consultor em transporte Flamínio Fichmann. Para ele, um BRT (tipo de corredor de ônibus com maior capacidade) teria sido mais barato e eficaz.

A reportagem conversou com pessoas ligadas à execução da linha do Metrô, que revelaram uma série de problemas, que vão de falhas tecnológicas a erros de projeto.

Entre eles, um erro no projeto obrigou a deslocar galerias subterrâneas de águas para a construção de estações, caso revelado pela Folha e que ampliou os custos.

Mas esse é apenas um dos problemas. A licitação fatiada, com a construção da linha separadamente das estações, atrapalhou o andamento da obra, segundo engenheiros que atuam no monotrilho.

Série de problemas

Também houve atraso na chegada dos trens e problemas com sistemas de energia e softwares. Recentemente, técnicos resolviam falhas em um chip que passa informações dos pneus do trem para a central. Outro ponto problemático foi um sensor da porta, que emitia sinal incorreto.

A linha foi fechada nesta semana e, neste sábado e domingo, serão feitos os últimos testes. Usuários rotineiros reclamam da forte trepidação.

Quem mora próximo da linha afirma que, após um longo período com as obras paradas, os operários passaram a ser vistos com mais intensidade nos últimos três meses.

"Com esse começa e para só fica pronto em 2020", diz o pintor Marco Antonio Santos, 54, que mora perto da futura estação Camilo Haddad.

Dono de um bar perto da futura estação Vila União, Expedito Alves Coelho, 83, afirma que os sucessivos atrasos vêm causando prejuízo.

"Com essa obra na Av Anhaia Mello, as pessoas não conseguem chegar aqui. Eu também não consigo trabalhar todos os dias, porque o barulho é muito alto", diz. "Quando inaugurar, vai ser bom para mim. Mas já estou no fim da vida, não sei se vou ver isso não."


Outro lado

O Metrô de São Paulo nega que tenha cometido erros no projeto da Linha 15-Prata e diz que as vigas estão prontas até a futura estação Iguatemi.

Segundo a companhia, estão em andamento as obras de oito estações dessa ligação –de São Lucas a São Mateus.

A previsão é que o trecho até Iguatemi esteja em funcionamento até 2018.

As obras do trecho até Cidade Tiradentes necessitam de outra medida, de acordo com o próprio Metrô.

"É necessário o alargamento das avenidas Ragueb Chohfi, Estrada do Iguatemi e dos Metalúrgicos, em tratativas com Prefeitura de São Paulo, desapropriações e recursos financeiros", afirmou a companhia, em nota enviada pela assessoria de imprensa, sem estipular um prazo.

Um dos entraves é a área de um pátio de manobras, próxima à Ragueb Chohfi.

A companhia afirma também que está em andamento o remanejamento da galeria de águas abaixo das futuras estações São Lucas, Camilo Haddad e Vila Tolstoi.

"O Metrô tem conhecimento da existência da galeria do córrego da Mooca desde o projeto básico do monotrilho", afirma a companhia.

Segundo a nota, durante o desenvolvimento do projeto executivo da linha 15-prata, verificou-se a necessidade de soluções de engenharia. A opção de menor impacto, então, foi o remanejamento.

A obra abrange diversas melhorias, segundo o Metrô, como terminais de ônibus, sistema viário e ciclovia.

Sobre a trepidação, o Metrô afirma que o monotrilho tem características específicas por utilizar pneus.

Obras atrasadas da Linha 15-Prata

2010
Assinatura do contrato

Fim de 2015
Era o prazo para término das obras, que foi adiado para depois de 2018

Outros problemas da Linha 15-Prata

Falha
Houve problemas na rede com os sistemas de energia e softwares

Veículos
Trens demoraram para serem entregues

Galeria de Águas
Uma galeria de águas pluviais sob a avenida Anhaia Mello terá de ser desviada para construir algumas das estações

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo
Imagem: Folha de SP