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terça-feira, 9 de agosto de 2016

“Achei que fosse uma abelha”, diz mulher picada por seringa próximo a Estação Consolação

A divulgação do retrato falado de um homem suspeito de atacar mulheres usando uma seringa próximo a estações do Metrô de São Paulo, fez a escritora argentina Ivana Fabiani, de 48 anos, se dar conta de que aquela leve picada nas costas, ocorrida há cerca de dois meses, próximo à Estação Consolação, na Avenida Paulista, não havia sido uma simples ferida provocada por um inseto.

“A picada foi próxima ao ombro, no lado direito. Ficou uma marca, mas imaginei que fosse uma abelha. Não me preocupei e deixei para lá. Porém, quando o caso veio à tona, na semana passada, fiquei com medo”, disse Ivana em entrevista a Veja.  “Antes da picada, eu vi pelo canto do olho um morador de rua bem perto, mas nunca imaginaria que ele estivesse com uma seringa. Guardei o rosto dele. Tenho certeza de que é o homem que reconheci na delegacia”, afirma ela, que mora há 35 anos na capital paulista.

Quando Antônio Nogueira de Santana foi preso, policiais recolheram uma seringa, um frasco e um alicate que serão periciados pelo Instituto de Criminalística. No total, quatro mulheres procuraram o 78º DP, nos Jardins, onde o caso foi registrado, para relatar ataques.

Após a prisão de Santana, a Justiça concedeu prisão temporária, de trinta dias, para a polícia concluir o inquérito. O homem, que é morador de rua, responde a dois processos – por desacato e ato obsceno – , mas nunca foi localizado para se explicar perante o juiz. Os casos ocorreram em 2015.

Em Julho de 2016, Ivana Fabiani procurou um ambulatório municipal localizado no Centro para realizar exames, que não verificaram a existência de doenças como Hepatite B e C, sífilis e Aids. “Mesmo assim, ainda estou assustada. Terei de refazer os exames por um bom tempo”.

A polícia espera que mais vítimas compareçam à delegacia para reconhecer o preso. A Secretaria de Segurança afirma que mantém contato com o hospital Emílio Ribas, que atende casos de infecções, para obter informações de eventuais novas ocorrências.

Fonte da Notícia: Veja são Paulo

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Falha atingiu Linha 2-Verde no começo da noite de hoje (12/05/2016)

Passageiros da Linha 2-Verde enfrentaram problemas no final de tarde de hoje (12/05/2016). Uma falha em um trem na Estação Consolação causou transtornos na circulação das composições.

O problema foi registrado por volta das 17h00, e minutos depois o trem foi recolhido.

Mais cedo, por volta do meio dia, outro trem apresentou problemas. A ligação metroviária ficou com velocidade reduzida e maior tempo de parada por cerca de 10 minutos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 15 de março de 2016

Integração entre as estações Paulista e Consolação poderá ganhar novo túnel de transferência

Estação Paulista (Linha 4-Amarela)
A concessionária ViaQuatro, que administra a Linha 4-Amarela do Metrô, vai construir mais um túnel para facilitar a baldeação entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da Linha 2-Verde do Metrô. A ideia é diminuir o tempo de travessia dos atuais 8 minutos e 20 segundos, em média, para 4 minutos e 40 segundos.
 
Os cálculos são do Metrô e da ViaQuatro. A obra deve começar até o início de 2017, sem previsão de entrega.
 
"O formato do túnel atual causa um gargalo", observa o Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni. Em média, 22,5 mil passageiros passam por ali por hora nos horários de pico. Os estudos da companhia apontam que essa quantidade pode saltar para mais de 35 mil pessoas em 2019, com a chegada dos futuros usuários da Linha 6-Laranja e das extensões das Linhas 5-Lilás e da própria Linha 4-Amarela.
 
Essa nova travessia substitui a antiga ideia de abrir uma saída para passageiros pela Rua Bela Cintra. As simulações feitas até agora também levaram ao abandono pelo Estado da ideia de alargar a passagem atual, que tem 300 metros.
 
O gargalo surge no "cotovelo" formado pelos corredores próximos do mezanino da Linha 4-Amarela, que recebem passageiros dos dois lados. Com a nova proposta, os usuários que desembarcam pela Estação Paulista terão acesso exclusivo pela passagem nova (que deve ter cerca de 50 metros a mais, apesar da redução no tempo final de trajeto) até a área das esteiras.
 
Da mesma maneira, quem desce na Consolação vai continuar usando o túnel que já existe na parte final do trajeto, mas não terá de dividir espaço com pessoas no fluxo contrário.
 
Na prática, o cenário só ficará igual ao atual nos cerca de 90 metros de esteiras, que continuarão sendo de "mão dupla". Procurada, a ViaQuatro explicou que, "até a presente data, há estudos de alternativas, porém, sem definição do traçado".
 
Para acelerar o novo túnel, o governo planeja passar a execução para a ViaQuatro. A proposta já teve parecer favorável da Procuradoria-Geral do Estado e aguarda posicionamento do Conselho Paulista das Parceria 
 
"A concessionária privada vai fazer o projeto. Eu aprovo tecnicamente, com a ajuda do Metrô, eles me apresentam os valores e podemos negociar se o pagamento vai ser em dinheiro ou ampliando o prazo da concessão (hoje de 30 anos)", afirmou Pelissioni. A expectativa é de que sejam feitos aditivos contratuais.
 
Lotação extrema na Estação Pinheiros (Linha 4-Amarela)
Aprovado
 
Especialistas consultados pela reportagem gostaram da ideia. O engenheiro Roberto Kochen, professor aposentado do Departamento de Infraestrutura da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), considera que "a melhor solução" é um novo túnel, em vez do alargamento do existente, o que poderia ser prejudicial para a operação da Linha 2-Verde.
 
"Precisa ampliar a capacidade porque chegou a uma situação de saturação. (A passagem) Foi subdimensionada e tem mais pessoas do que poderia absorver", explicou o especialista.
 
Nestor Tupinambá, representante do Metrô no sindicato dos engenheiros e arquitetos da companhia (Aeamesp), considera o alargamento até inviável. "Poderia afetar por onde os trens passam. Isso vale para qualquer túnel, em qualquer profundidade."
 
Lotação
 
Semana passada, uma pane elétrica da Linha 1-Azul prejudicou a circulação nas Linhas 2-Verde, 3-Vermelha e a fluidez na interligação entre as Estações Paulista e Consolação. A reportagem levou nove minutos entre as plataformas. Procurado, o governo estadual respondeu que o tempo habitual para o trajeto em horário de pico foi mantido mesmo com a falha.
 
Os passageiros dizem que a travessia lenta é normal, independentemente de haver problemas ou não no sistema de transporte sobre trilhos. Os esbarrões viram brigas em um ambiente sobrecarregado.
 
"Sempre lota. Já vi muita briga dentro do túnel, gente se empurrando e ameaçando bater porque encostou em outra pessoa", disse a analista de comércio exterior Bárbara Lima, de 22 anos. O gerente financeiro Laudeci Carpe, de 51 anos teme não ter "para onde correr", caso algo mais grave aconteça dentro do túnel.
 
"Se tem um tiroteio aqui dentro, uma briga mais complicada ou qualquer outra emergência, meu medo é ser pisoteado pelas pessoas desesperadas."
 
Escadas rolantes
 
Além dessa alteração na região da Avenida Paulista - considerada mais complexa -, a ViaQuatro também vai instalar mais escadas rolantes na Estação Pinheiros, na integração com a Linha 9-Esmeralda da CPTM que também tem problemas de lotação.
 
De acordo com a Secretaria Estadual, no pico da manhã são 25 mil usuários na baldeação e outros 26,9 mil no pico da noite, em ambos os sentidos.
 
Fonte da Notícia: Correio Popular
Imagem 1: IG
Imagem 2: YouTube

segunda-feira, 14 de março de 2016

Falha atingiu Linha 2-Verde na manhã de hoje (14/03/2016)

Passageiros que utilizam a Linhas 2-Verde do Metrô enfrentaram problemas na manhã de hoje (14/03/2016). Por volta das 7h30, um trem apresentou falha na Estação Consolação, causando lentidão na operação. Mais tarde, um outro trem na Estação Paraíso teve uma avaria, por volta das 7h45.

Com a ocorrência, as composições da Linha 1-Azul, por questões operacionais, também tiveram velocidade reduzida e maior tempos de parada.

O problema persistia por volta de 8h00 

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 10 de março de 2016

Integração nas estações Paulista e Consolação deve ganhar um novo túnel de transferência

Túnel atual de transferência entre as estações Paulista e Consolação
Quem passa pela ligação entre as Estações Consolação, na Linha 2-Verde, e Paulista, na Linha 4-Amarela no Metrô de São Paulo, pode imaginar o que seria se o local ganhasse pelo menos 50% a mais no volume de usuários?

Este cenário esta previsto, onde atualmente passam pela estrutura 22,5 mil passageiros por hora, e em 2019 pode chegar em 35 mil, segundo o Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni em reportagem no jornal “O Estado de São Paulo”

Novo túnel

Prevendo este aumento de pessoas, a concessionária ViaQuatro, que administra a Linha Amarela, anunciou que vai construir mais um túnel. A previsão é que o tempo de deslocamento caia de 8 minutos e 20 segundos, em média, para 4 minutos e 40 segundos.

A nova passagem ligaria o final das escadas rolantes, próximo ao contador de acessos entre os dois sistemas, até o mezanino da Estação Paulista.

A obra já havia sido anunciada em 2015, e agora a nova previsão é que a construção comece até o início de 2017.

De acordo ainda com o secretário, o aumento na malha metroviária, com a entrega de estações das Linhas 6-Laranja, 5-Lilás e 4-Amarela devem atrair novos usuários.

O túnel seria uma alternativa na construção de uma saída para a Rua Bela Cintra.“A concessionária privada vai fazer o projeto. Eu aprovo tecnicamente, com a ajuda do Metrô, eles me apresentam os valores e podemos negociar se o pagamento vai ser em dinheiro ou ampliando o prazo da concessão (hoje de 30 anos)”, disse Pelissioni.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem de Raphael Comitre

quinta-feira, 3 de março de 2016

Estações de Metrô devem ter até o final de Março de 2016 113 novos equipamentos de recarga do Bilhete Único

O Governo do Estado de São Paulo prometeu que até o final de Março de 2016, 46 novas máquinas de recarga do Bilhete Único devem ser instaladas em estações do Metrô, além de 67 terminais para consulta de saldo e recarga.

Os problemas para recarga do Bilhete Único se agravaram no final do ano passado com a paralisação dos serviços da Rede Ponto Certo, que alegou falta de correção na remuneração desde 2011 e desligou os equipamentos.

No início de 2016, o Metrô rompeu o contrato com a Rede Ponto Certo, que era responsável por 2/3 dos equipamentos.

De acordo com o Metrô, outras empresas foram chamadas para assumir gradativamente a venda e recarga de créditos. Ainda segundo a companhia, todas as 68 estações do metrô hoje tem ao menos uma máquina para atender os passageiros.

O Metrô ainda afirmou que ampliou o número de bilheterias abertas nos horários de pico. Para os passageiros com dinheiro trocado, foram abertos guichês especiais nas estações Sé, Tatuapé, Corinthians-Itaquera, Paraíso, Consolação e Ana Rosa. Guichês semelhantes também foram abertos em estações da CPTM. Na Estação Sé, há um posto de troca de moedas, que também deve funcionar em outras estações.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Sindicado dos Aposentados

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Chefia do Metrô não libera as catracas e provoca confronto entre metroviários e manifestantes na Estação Consolação em 14/01/2016

Estação Consolação (Linha 2-Verde) depredada na noite de 14/01/2016
Cenas lamentáveis foram vistas depois do encerramento do terceiro ato contra o aumento das passagens em São Paulo na noite de 14/01/2016. O ato iniciado no Teatro Municipal havia transcorrido sem problemas até seu encerramento no Masp, quando os manifestantes que retornavam para suas casas encontraram as estações de metrô da Avenida Paulista fechadas, elevando desnecessariamente o nível de tensão entre manifestantes e metroviários. Na estação Consolação, depois que ela finalmente foi reaberta para o público, alguns manifestantes tentaram pular a catraca e chocaram-se com o corpo de segurança do Metrô. O que se seguiu foi uma ação equivocada, reconhecida como tática “Black Block”, de um setor minoritário dos manifestantes, canalizando sua revolta contra os agentes da segurança do Metrô e trabalhadores terceirizados, que em nenhum momento atuaram para reprimi-los, e estavam sendo expostos de maneira irresponsável pela Empresa, principalmente quando ocorreu a truculenta ação da tropa de choque da PM colocando todos ali presentes em risco.

Certamente a responsabilidade dessa situação recai sobre a direção do Metrô, descumprindo diversas orientações aprovadas nas Cipas da empresa e que respaldam o trabalhador a não cumprir qualquer função que coloque em risco sua integridade física desnecessariamente, descaracterizando o principal caráter da segurança do Metrô que é de prevenir a integridade física dos trabalhadores e da população. Alckmin disse durante a semana que os protestos contra o aumento tinham um caráter “seletivo”, porém o que vimos de “seletivo” na última quinta feira foram estações fechadas para os manifestantes e mais uma vez a repressão da PM, jogando bombas de gás dentro da estação, atitude bastante diferenciada que ocorreu na época dos atos da direita, onde a catraca foi liberada pela empresa a mando do Governo, fato que foi denunciado aqui e em diversos lugares, justamente sob a alegação de evitar tumultos e garantir a integridade dos funcionários.

Essa escolha do Metrô e do Governo do Estado não é gratuita pois Alckmin quer separar os metroviários da luta contra a tarifa e, ao fomentar situações de confronto como a de ontem, consegue gerar inimizade e desconfiança entre metroviários, manifestantes e uma crescente parcela da população que identifica os trabalhadores do Metrô com as forças repressivas do estado, afastando a possibilidade de união dessa poderosa categoria com outras lutas sociais. Atitudes corretas como a participação do Sindicato dos Metroviários na organização dos atos contra o aumento também são dificultadas por situações como essa, diminuindo a voz da categoria como um todo na sociedade.

A irresponsabilidade da Direção do Metrô, a mando do Governador Alckmin, é tamanha que até mesmo a privatizada Linha 4-Amarela, na dispersão do ato que iniciou-se no Largo da Batata e terminou no metrô Butantã não quis danos ao seu patrimônio e liberou a passagem gratuita aos manifestantes, como se pode ver neste vídeo, também com o objetivo de aproveitar para mostrar uma ação diferenciada do sistema estatal. O Metrô de São Paulo insiste nas orientações de enfrentamento com os manifestantes apenas para causar a discórdia e impedir a unidade dos metroviários com a luta contra o aumento, unidade que teria força para derrotar o governo Alckmin e criar um obstáculo maior para seu plano de privatizar o Metrô, como é o caso da ameaçada Linha 5 Lilás.

Contra os protestos, CUT e CTB fazem o jogo da direita! 

Em sintonia com o interesse de de seus respectivos partidos, que compõe o governo de Fernando Haddad na Prefeitura de São Paulo, e o governo federal de Dilma, CUT e CTB têm atuado fortemente entre os metroviários para criminalizar o movimento contra o aumento e criar a cisão deste com a categoria, inclusive fazendo coro com um discurso de direita visto nos principais meios de comunicação da imprensa oficial. Esse setor raivoso defende a repressão como método de lidar com qualquer problema com a população, o endurecimento do corpo de segurança com tasers, armas e ações ostensivas e a criminalização de qualquer movimento social, dentro da mais tacanha lógica corporativista, através da ideia que "não podemos nos meter nos problemas dos outros".

As centrais governistas se apoiam nesse na esperança talvez de conseguir uma nova base para atuar na categoria e que reverta o quadro de lenta e contínua decadência da sua influência entre os metroviários. Dessa forma, vão repetindo o script que vimos o PT e o PCdoB seguirem em diversos lugares, onde alimentam um setor conservador na defesa de seus interesses mais imediatos e criam futuros adversários, como fizeram no governo federal ao apoiar-se nas bancadas ruralista e evangélicas para governar e depois passou a chama-los de "onda conservadora" quando estes começaram a defender seus próprios interesses.

A CUT e a CTB aproveitam-se oportunisticamente do legítimo medo que a maior parte dos metroviários sente de se ver em uma situação de conflito como a que ocorreu ontem e jogam esse sentimento contra a população e os manifestantes para proteger os interesses dos seus partidos e das empresas de ônibus ansiosas por aumentarem ainda mais seus lucros convenientemente protegidos pelo prefeito que dizem ser "progressista".

O que fazer para superar a distância que existe entre metroviários e a população?

Não concordamos com as atitudes de alguns dos manifestantes que atacaram os metroviários de forma irresponsável, ameaçando a integridade física dos funcionários e dos outros usuários e fornecendo o “espantalho” que o Metrô e a mídia precisam para afastar os metroviários da luta. Assim como já foi feito diversas vezes em eventos e protestos que envolvem um número grande de manifestantes em espaços pequenos como das Estações, e assim como ocorreu no mesmo dia na Linha 4-Amarela, o que deveria ter sido feito para preservar a integridade física dos trabalhadores seria a liberação de catraca, porém essa ação por parte da empresa está provada que só será feita por ela quando convir com os interesses “seletivos” do Governador.

Chamamos o Sindicato dos Metroviários a ter maior protagonismo nessa luta e, junto a cipistas, delegados sindicais e ativistas da categoria, coordene a dispersão dos atos, acompanhando a entrada nas estações de Metrô, evitando o confronto entre manifestantes e trabalhadores, e lutando pela aliança dos metroviários com a população. Também já passou da hora de o Sindicato fazer uma ampla campanha para que os metroviários, principalmente os Agentes da Segurança que são os mais expostos, não atuem em protestos e manifestações, os respaldando através das resoluções das CIPAS em caso de risco, combatendo o assédio das chefias e conscientizando acerca da necessidade de aliança com os setores populares em luta. É necessário utilizar a mídia do sindicato para isso, para além da indispensável presença mais constante nas bases, lançando matérias no Plataforma, em Bilhetes, no site e até mesmo uma cartilha de prevenção de conflitos. A partir disso, estaremos construindo uma forte base dentro e fora da categoria, para que possamos seguir o exemplo de metroviários da Argentina, que em suas lutas, e quando há lutas do conjunto da população, sempre são protagonistas em liberar as catracas, para fortalecer ainda mais as mobilizações contra os ataques dos governos e patrões.

Fonte da Notícia: Esquerda Diário
Imagem de Glauco Araújo

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Uma pessoa segue detida após vandalismo na manifestação de ontem (14/01/2016)

Vidro quebrado na estação Consolação (Foto: Reprodução Twitter @pmesp)
Estação Consolação (Linha 2-Verde) vandalizada ontem (14/01/2016)
Sete pessoas das oito detidas após protesto contra o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo foram liberadas entre a madrugada e a manhã de hoje (15/01/2016).

O homem que segue detido deve responder por dano ao patrimônio da Estação Consolação do Metrô e não teve fiança arbitrada porque, segundo o Bom Dia São Paulo, o caso era mais grave e sua pena deve ser maior do que quatro anos.

Um dos detidos, que também responde por dano ao patrimônio, pagou fiança de um salário e foi liberado no fim da manhã desta sexta do 78º Distrito Policial, nos Jardins.

Segundo reportagem da CBN, uma repórter da rádio foi ferida por um tiro de bala de borracha. A SSP informou, por meio de nota, que "solicita o comparecimento da repórter para o registro da ocorrência, com os detalhes de horário e local, que possibilitem os dados necessários para a devida apuração e responsabilização".

Ontem (14/01/2016), os manifestantes convocados pelo Movimento Passe Livre realizaram o 3º ato do ano contra o aumento das tarifas. A concentração aconteceu em dois pontos da cidade: na região central, junto ao Theatro Municipal, e na Zona Oeste, no Largo da Batata, em Pinheiros.

A tarifa de ônibus, trens e metrô subiu de R$ 3,50 para R$ 3,80 no sábado (09/01/2016). Desde a semana passada, o MPL faz atos contra o reajuste.

O movimento divulgou durante a tarde os dois trajetos que foram seguidos nesta quinta-feira. Um grupo caminhou do Largo da Batata até a Estação Butantã do Metrô e outro andou do Theatro Municipal até a Avenida Paulista.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública criticou a proximidade entre a divulgação das rotas e a realização da manifestação, mas assegurou que iria "providenciar a segurança no trajeto das duas manifestações para garantir a tranquilidade da população paulistana".

No fim do ato, depois que o grupo que seguiu até o Masp se dispersou, alguns manifestantes quebraram vidros da Estação Consolação e abriram o acesso ao metrô, que estava fechado. Algumas pessoas tentaram pular as catracas e um jovem lançou um rojão dentro da estação. Houve correria e quem estava lá dentro saiu pelo outro acesso. A PM lançou uma bomba de efeito moral na Paulista para dispersar quem estava perto da estação.

Um dos detidos, segundo a PM, foi o homem que jogou um rojão dentro do Metrô.

Veja como foi a manifestação, minuto a minuto:
- 16h45: PMs revistam quem chega aos dois pontos de concentração
- 17h: começa concentração no Largo da Batata e no Theatro Municipal
- 17h40: Policiais formam cordão de isolamento na Rua Coronel Xavier de Toledo
- 18h10: PM aprovou o trajeto do Largo da Batata
- 18h15: Polícia aprovou também a rota do Theatro Municipal
- 18h40: Depois de um jogral, o grupo começa a caminhar no Centro
- 18h43: Manifestantes deixam o Largo da Batata
- 18h50: Secretário da Segurança olha passeata da janela de prédio
- 19h15: Manifestante picha "3,80 não" na porta de loja no Centro
- 19h33: Barulho de bomba é ouvido, mas ato segue pacífico
- 20h06: Manifestantes da Zona Oeste passam pela Ponte Cidade Universitária
- 20h08: Grupo que caminhou pelo Centro chega à Avenida Paulista
- 20h26: Manifestantes chegam ao Masp
- 20h30: Grupo que caminhou pela Zona Oeste chega à Av. Vital Brasil
- 20h40: Grupo da Região Central deixa o vão do Masp e segue pela Av. Paulista
- 20h43: Manifestantes da Zona Oeste chegam à Estação Butantã do Metrô
- 20h48: Grupo quebra vidros da estação Consolação do Metrô, no Centro
- 20h50: Manifestantes no Centro forçam entrada na estação Consolação
- 20h52: Grupo é forçado a sair da Estação Consolação; parte fica fechada no local
- 21h08: PM dispara bomba de gás lacrimogêneo na Av. Paulista
- 21h10: Acaba ato na Zona Oeste. PM libera aos poucos a entrada da Estação Butantã
- 21h15: Três são detidos pela PM próximo à Estação Consolação, no Centro
- 21h33: Catracas da Estação Butantã são liberadas após grupo ficar cerca de 30 minutos sentado em frente aos acessos
- 21h35: PM confirma que são oito os detidos durante a manifestação
- 21h45: Metrô libera acessos à Estação Consolação, na Paulista
- 22h03: Polícia dispersa manifestantes da região da Marginal Pinheiros

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Veja São Paulo

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Ligação entre as estações Paulista e Consolação ganhará novo túnel de transferência

Túnel de transferência entre as estações Paulista e Consolação
Passinho pra cá, passinho pra lá. Anda devagarinho, para, anda de novo. Arruma a bolsa, olha a tela do celular. Esbarra na pessoa da frente, encosta na pessoa de trás.

Quem usa a ligação entre as estações Paulista e Consolação do metrô paulista sabe como é um sufoco andar por aquele túnel na hora do rush.

São tantas pessoas tentando passar pela ligação de 195 metros entre as Linhas 4-Amarela e 2-Verde que esse caminho já foi apelidado por usuários de "marcha dos pinguins" -ave de pernas curtas e andar desengonçado que já foi citada até por um ex-presidente do Metrô para se referir a uma estação superlotada.

Para contornar esse aperto na ligação projetada para receber 263 mil pessoas por dia e que opera no limite desde a inauguração da Estação Paulista, em 2010, engenheiros do Metrô concluíram que será preciso um novo túnel.

Por isso, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Governo Alckmin decidiu autorizar a concessionária ViaQuatro, que opera a Linha 4-Amarela, a preparar um projeto básico dessa obra, segundo a Folha apurou.

A decisão saiu após estudo que analisou 12 alternativas. A opção escolhida foi a construção de um novo túnel embaixo do atual, para deixar cada um com sentido único.

Dessa forma, a nova ligação será usada pelos passageiros que saem da estação Paulista e vão para a Consolação. Pelo projeto preliminar, esse novo túnel será conectado ao atual um pouco antes do início das esteiras.

Quem estiver indo para a avenida Paulista usará uma nova saída -segundo técnicos, cerca de 10% das pessoas usam esse túnel só por conveniência, pois não fazem integração com a Linha 2-verde.
Já quem seguir para embarcar continuará pelas esteiras.

A intervenção deve demorar ao menos dois anos para ficar pronta depois que começar -ainda não há data de início porque, embora tenha dado aval ao projeto, a gestão tucana ainda estuda se será o próprio Estado ou a concessionária quem vai cuidar da execução da obra.

Mesmo que decida pela empresa, o governo terá que reembolsá-la de algum modo depois, pois é um custo não previsto no contrato.

A intenção de alterar a ligação chegou a ser anunciada pelo Metrô em 2013, com custo estimado, à época, em R$ 25 milhões e previsão de abertura até o final de 2015.

"Não tem jeito"

Em 2013, um problema em uma esteira chegou a deixar 20 feridos e causar tumulto entre os passageiros.

"Nossa, é muito lotado isso aqui, o fluxo é intenso o dia todo. Mesmo depois das 22h, quando volto para casa, fica cheio com o pessoal que sai da faculdade", diz a bancária Gláucia Fernanda, 28.

"Eu até mudo o horário para não ter que passar no túnel, espero ficar mais vazio. Das 17h30 às 18h30 é o inferno, então eu fico de boa e só volto para casa mais tarde. Acho que a solução é fazerem outro túnel mesmo, não tem jeito", afirma o estudante Renan de Oliveira, 17.

Além do novo túnel, também deve ser autorizada em breve uma outra saída da estação Paulista pela rua Bela Cintra -que chegou a ser anunciada para 2014.

A avaliação dos técnicos é que ela pode atender uma parte dos usuários do túnel, mas será insuficiente para resolver a superlotação.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Portal Via Trólebus

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Metrô autoriza construção de novo túnel entre as estações Paulista e Consolação

Atual passarela de transferência entre as estações Paulista e Consolação
A Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos de São Paulo decidiu autorizar a ViaQuatro a elaborar projeto básico para um novo túnel que ligará as estações Consolação, da Linha 2-Verde, e Paulista, da Linha 4-Amarela. Quem passa diariamente pelo túnel existente, principalmente nos horários de picos, sabe da dificuldade que é passar de uma estação a outra pelo túnel existente devido a aglomeração de pessoas.

A decisão saiu depois que 12 opções foram colocadas na mesa e a melhor foi a construção de um novo túnel. Este novo túnel seria abaixo do atual e cada um teria um sentido. As pessoas que saíram da linha amarela em direção à verde pegariam o novo túnel. O já existente serviria para o sentido contrário.

A obra deve durar 2 anos porém ainda não há data para que ela comece. Também não há definição quem irá tocar a obra, se vai ser o Metrô ou a ViaQuatro. Caso seja a concessionária, de qualquer forma o Metrô teria que reembolsá-la visto que esta obra não estava no contrato.

A novela em torno de um novo acesso entre as 2 estações já vem desde a inauguração da Estação Paulista porém, 5 anos depois, nada foi feito. Um novo acesso a estação pela Rua bela Cintra também já foi anunciado e que estaria pronto ano passado porém nada saiu do papel.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

terça-feira, 29 de julho de 2014

Passagem Alternativa entre Estações Consolação e Paulista começarão apenas no 2º Semestre de 2015

Atual Túnel de Transferência entre as Estações Paulista e Consolação
 
 
A construção de uma segunda passagem que liga as Estações Consolação, na Linha 2-Verde, e Paulista, na Linha 4-Amarela, do Metrô deve começar apenas no final de 2015 . A informação é da Secretaria dos Transportes Metropolitanos. A obra começará com dois anos de atraso, já que o Metrô havia anunciado, no ano passado, a construção da passagem para Maio de 2013.

O projeto consiste em escavar um túnel para ligar a plataforma de embarque da linha amarela à área de esteiras rolantes do corredor entre as estações, o que permitiria melhorar o fluxo de pessoas, diminuindo a lotação. O custo estimado da obra é de R$ 30 milhões.

Enquanto esta nova passagem não fica pronta, deverá ser construído um acesso à estação Paulista pela Rua Bela Cintra, como solução a curto prazo. As obras para isso devem começar em agosto e ficar prontas de três a quatro meses. O valor dessa obra não foi informado.

A Secretaria explicou que a demora nas obras da passagem alternativa, que serão feitas pela ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela , se deve à necessidade de estudos geológicos na região. Já que o túnel será escavado no subsolo, é preciso avaliar se isso afetará a estrutura dos prédios e da rua. 
 
Fonte da Notícia: Folha de São Paulo
Imagem: Revista Veja

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Polícia investiga Morte de Estudante que ontem caiu nos trilhos da Estação Consolação/Police Investigate Death of Student yesterday fell onto the tracks of Station Consolação

Imagem do jovem ferido foi divulgada em redes sociais  (Foto: Reprodução YouTube)
Estudante ficou gravemente ferido ao cair nos trilhos
Student was seriously injured when he fell on the rails
A Polícia Civil investiga a morte do estudante Victor Castro Rodrigues da Silva, de 20 anos, na linha férrea do Metrô de São Paulo. O  estudante foi atingido por uma composição por volta de 5 horas de ontem, na Estação Consolação, da Linha 2-Verde.

Um amigo do garoto tentou protegê-lo e acabou ferido. O colega foi socorrido na plataforma e levado para o Hospital das Clínicas. Imagens do ocorrido circulam em um vídeo divulgado nas redes sociais.

Segundo a polícia, duas testemunhas que estavam com os estudantes na estação contaram que voltavam de uma festa quando Victor, por motivo ainda não esclarecido, ultrapassou a linha de segurança da plataforma.

O amigo tentou impedir a aproximação dele, mas não conseguiu e foi atingido na cabeça pela composição. O caso foi registrado na 6ª Delegacia de Polícia do Metropolitano, para apurar as circunstâncias da morte. Em nota, o Metrô lamentou a ocorrência e informou que está colaborando com as investigações.

Fonte da Notícia e Imagem: G1 

The Civil Police investigate death of student Victor Castro Rodrigues da Silva, 20 years in the railroad São Paulo Metro. The student was hit by a composition about 5 pm yesterday, the Station Consolação, Line 2-Green.

A friend of the boy tried to protect him and was wounded. The colleague was rescued on the platform and taken to the Hospital das Clinicas. Pictures of the incident circulating in a video posted on social networks.

According to police, two witnesses who were with the students at the station told returning from a party when Victor, for reasons still unclear, crossed the line of platform security.

The friend tried to stop his approach, but failed and was hit in the head by the composition. The case was registered at the 6th Precinct of the Metropolitan Police, to determine the circumstances of death. In a statement, Metro regretted the incident and said it is cooperating with the investigations.


Source of News and Image: G1

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Passageiros se ferem ao cair em trilhos da Linha 2-Verde/ Passengers hurt themselves by falling on rails Line 2-Green

Pelo menos duas pessoas ficaram feridas após caírem nos trilhos da Estação Consolação, da Linha 2-Verde do Metrô, por volta das 5 da manhã, segundo ouvintes da BandNews FM.

O intervalo entre os trens da Linha 2-Verde foi maior no fim da madrugada, segundo o Metrô. O Metrô diz que o problema foi operacional, sem mencionar as quedas. 

Procurada pelo Portal da Band, a assessoria do Metrô não atendeu as ligações para confirmar a queda de passageiros.

Fonte da Notícia: Band 

At least two people were injured after falling on the tracks of Consolation Station, Line 2-Green Subway at about 5 am, according BandNews FM listeners.

The interval between trains on Line 2-Green was higher at the end of the morning, according to Metro. The Metro says that the problem has been operating without mentioning the falls.

Sought by Portal Band, the advising Metro did not answer calls to confirm the drop in passengers.


Source of News: Band

sexta-feira, 21 de março de 2014

2 Novos casos de estupro no Metrô e na CPTM

Mais dois suspeitos de abuso a mulheres e um terceiro por atentado ao pudor em estações do Metrô e da CPTM foram detidos e encaminhados à Delpom na manhã de hoje. Dois vão responder por importunação ofensiva ao pudor e o outro por atentado violento ao pudor, de acordo com o delegado titular do Delpom, Cícero Simão da Costa. Eles assinaram termos circunstanciados, por se tratarem de crimes de menor gravidade, e foram liberados.

Na Estação Sé do Metrô, duas adolescentes, uma de 15 e outra de 16 anos, reconheceram um homem que as teria apalpado em uma composição há cerca de um mês e chamaram os seguranças. Na ocasião, elas não prestaram queixa. O suspeito foi encaminhado em seguida ao Delpom.

Já na Estação Consolação, na Linha 2-Verde, uma mulher denunciou aos agentes de segurança um homem que teria acariciado as coxas dela na plataforma, enquanto aguardavam a chegada de uma composição. Os dois homens negaram as acusações.

O terceiro caso, de atentado ao pudor, aconteceu no banheiro da Estação Brás, da CPTM, às 6h35 desta quinta-feira. Um bancário de 38 anos foi flagrado quando se masturbava no local por um homem que estava acompanhado do filho. Depois de denunciado, ele também foi levado à Delpom, onde assinou um termo circunstanciado.

Fonte da Notícia: G1