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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Falha elétrica atingiu Linha 1-Azul na manhã de hoje (07/10/2016)

A operação na Linha 1-Azul teve problemas na manhã de hoje, 07/10/2016, por conta de falta de energia elétrica. A ocorrência teve início por volta das 8h30 da manhã, e somente após as 9h30 a circulação começou a ser normalizada.

O trecho entre as estações Sé e Luz chegou a ficar interrompido. Com a pane, as linha 2-Verde e 3-Vermelha chegaram a ter velocidades reduzidas e maior tempo de paradas.

Segundo o Metrô, o problema foi na região da Estação São Bento.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Metrô registra aumento de falhas operacionais em todas as linhas nos últimos anos.

O número de falhas graves no Metrô de São Paulo mais que dobrou em cinco anos, e a tendência de alta continua em 2016, segundo dados obtidos pela Folha de São Paulo por meio de Lei de Acesso à Informação.
Em 2010, houve 30 ocorrências notáveis —nomenclatura técnica para panes que resultam em paralisação das linhas, ainda que parcial. Em 2015, 76, aumento de 153%.
No primeiro semestre deste ano, já foram 44, praticamente uma a cada quatro dias.
Os números obtidos se referem às quatro linhas operadas pelo próprio Metrô (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata), a cargo do Governo Geraldo Alckmin.
Essas falhas graves podem ocorrer tanto nos trens como em equipamentos da rede.
Na prática, afetam a vida não só de quem fica preso nos vagões por pelo menos cinco minutos —tempo para caracterizar uma ocorrência notável— como dos demais usuários, já que há um efeito cascata nas linhas do metrô.
Uma falha aumenta os intervalos de viagem, a lotação dos trens e as filas para embarque. Em algumas dessas panes, os trens precisam ser encaminhados para manutenção corretiva, retirando composições de circulação.
Considerando apenas os problemas registrados nos trens, a quantidade passou de 22 para 42 nos últimos cinco anos, alta de 91%.
O Tribunal de Contas do Estado concluiu, com base em dados do Metrô, que cerca de 92 mil viagens de trens deixaram de ser feitas em 2015 em razão de falhas ou problemas de manutenção.
Nos últimos cinco anos, não houve aumento significativo da frota, que passou de 150 para 154 trens, tampouco no volume de quilômetros percorridos pelas composições, que subiu de 18,2 milhões para 18,9 milhões.
Além disso, não houve crescimento expressivo nessa malha metroviária gerenciada pelo Estado, que de 65,3 km chegou a 68,5 km.
O volume de passageiros transportados aumentou 45% no período, mas ainda assim em ritmo mais modesto que as panes graves.
A gestão Alckmin afirma que a alta das panes se deve à adaptação de trens modernizados recentemente.
Funcionários, porém, citam a redução de investimentos na operação, manutenção e modernização de linhas, trens e estações e, como revelou a Folha de São Paulo, a falta de peças e a terceirização no serviço em trens novos e reformados.
Em março, a reportagem mostrou a situação de cinco trens retirados de operação para servir de estoque de peças de reposição para outros. O Metrô tem enfrentado falta de recursos —em 2015, a gestão Alckmin deu calote de R$ 66 milhões na empresa, referente à verba de gratuidades.
O consultor Peter Alouche, especialista em trilhos e que trabalhou décadas no Metrô, ressalta que a rede é pequena para "um dos mais elevados números de passageiros por km de linha no mundo".
Para ele, a alta das falhas pode estar ligada à interferência da implantação nos últimos anos do CTBC, que promete reduzir os intervalos entre trens.
"Enquanto não estiver em operação adequada, isso interfere no sistema convencional e causa incidentes", afirma. O sistema só foi implantado integralmente na Linha 2-Verde. O cronograma de entrega hoje se estende até 2021.
Outro lado
Segundo o Metrô, o aumento de 153% nas panes graves em um período de cinco anos se deve ao retorno de trens do processo de modernização.
De 2010 a 2016, o Metrô colocou em operação 80 trens modernizados. O contrato prevê a entrega de outros 18, o que resultará em 98 composições renovadas.
Em nota, a empresa ligada à gestão Alckmin diz que "quanto mais novo for um trem, maior será o número de ocorrências apresentadas justamente porque equipamentos novos passam por fase controlada de estabilização de desempenho até alcançarem sua máxima eficiência".
Segundo a companhia, "a avaliação da variação das ocorrências notáveis não pode ser feita de forma isolada e simplista". "O total de falhas do período analisado está praticamente constante porque enquanto alguns trens novos entram em operação, outros já estão estabilizados", prossegue.
A empresa destaca que todo trem novo ou modernizado requer acompanhamento técnico em seu período inicial de operação.
Fonte da notícia: Revista Ferroviária.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Dobra número de falhas operacionais no Metrô nos últimos 5 anos

Um levantamento feito pelo jornal “Folha de São Paulo” aponta aumento no número de falhas registrados no Metrô de São Paulo, onde o índice mostra que quase dobraram o número de panes, que consequentemente afetam o deslocamento dos passageiros, as chamadas “velocidades reduzidas e maior tempo de parada”, quando a paralisação se dá mais que cinco minutos.

Em 2010 foram 30 ocorrências intituladas de “notáveis”. Já no primeiro semestre deste ano já foi atingido a casa dos 44. Este cenário corresponde a operação das Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata. Por outro lado, a rede não cresceu nem em número de quilômetros percorridos, e em extensão de rede cresceu pouco.

Confira ano a ano:

– 2010: 30 falhas pontuais;
– 2011: 56 falhas pontuais;
– 2012: 71 falhas pontuais;
– 2013: 71 falhas pontuais;
– 2014: 73 falhas pontuais;
– 2015: 76 falhas pontuais;

O Metrô de São Paulo disse em nota ao jornal que o aumento nas falhas está relacionado ao programa de modernização das composições. Os engenheiros explicam que quando uma composições retorna à operação, existe um período de adaptação, resultando nas falhas.

Os problemas em trens, segundo a série histórica vem apresentando discreta melhora. Confira:

– 2010: 22 falhas notáveis em trens;
– 2011: 33 falhas notáveis em trens;
– 2012: 49 falhas notáveis em trens;
– 2013: 45 falhas notáveis em trens;
– 2014: 43 falhas notáveis em trens;
– 2015: 42 falhas notáveis em trens;

O Metrô ainda discorda da maneira com que os dados foram interpretados pelo jornal. “O total de falhas no período analisado está praticamente constante porque enquanto trens novos entram em operação, outros já estão estabelecidos”. A companhia diz ainda que a avaliação do jornal é isolada e simplista.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Falha operacionais na Linha 2-Verde aumentam com a implantação do CBTC

O número de falhas na Linha 2-Verde aumentou em 2016, mesmo ano em que o Metrô concluiu a instalação de um sistema que deveria diminuir o intervalo entre os trens. Foram 10 falhas em 2016, mais que as 7 registradas em 2015 e as 5 de 2014. Os dados foram obtidos pelo SPTV por meio da Lei de Acesso à Informação e considera as falhas notáveis, quando atrasam a operação.
 
Em média, cada falha levou 23 minutos para ser resolvida.

A tecnologia chamada CBTC começou a ser instalada em 2008 e deveria ter sido concluída em 2011. Na Linha 2-Verde, a instalação acabou em Fevereiro de 2015. A situação é pior nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, que só terão o sistema de forma integral em 2021, segundo o Metrô.

O CTBC consiste em um sistema com antenas e transmissores dentro dos trens e nos túneis. Um computador controla toda a movimentação das composições. Na prática, isso poderia diminuir o intervalo entre as composições e também a superlotação.

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que é normal haver um período de maturação quando há a implantação de uma nova tecnologia. "Quando você faz uma modificação, você tem algum período de falha", diz.

A empresa contratada em 2008 para instalar o sistema foi a Alstom, que é investigada por suposta prática de cartel em licitações do Governo de São Paulo. O preço previsto para o serviço foi de R$ 780 milhões.

Fonte da Notícia: G1-SP

Falha prejudicou Linha 2-Verde na tarde de 05/08/2016

Uma interferência entre as Estações Terminal Vila Madalena e Paraíso da Linha 2-Verde causou tumulto e lotação em todas as estações do modal no fim da tarde de 05/08/2016. Durante cerca de trinta minutos, os trens circularam em velocidade reduzida. 

O tráfego comprometido, em plena hora do rush, prejudicou a locomoção de vários usuários. Na Estação Terminal Vila Prudente, por exemplo, usuários aguardam cerca de 13 minutos para embarcar no trem. Às 18h30, o problema foi resolvido e a circulação voltou a fluir normalmente.

Fonte da Notícia: Veja São Paulo

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Linha 2-Verde registra aumento nas falhas operacionais após a operação do CBTC

O Metrô de São Paulo registrou um aumento no número de falhas e atrasos na linha em que foi implantado um sistema que deveria melhorar a qualidade do serviço. O contrato é alvo de ação do Ministério Público.

No Metrô de São Paulo tem sempre alguém com uma história de trem parado na linha.

“Ele está funcionando normal. Aí, vai, ele para do nada. Ninguém sabe como, para do nada”, conta um passageiro.

Desde fevereiro, a linha tem um sistema digital de controle. As antenas de transmissão instaladas em cima dos trilhos registram quando o trem passa e enviam a informação para o sistema.

O sistema deveria melhorar o desempenho da linha, mas um relatório do Metrô revelou que de janeiro a junho aconteceram dez falhas, com atrasos de 23 minutos em média. Em 2015 inteiro, sem o sistema, foram sete. Em 2014, cinco. Em 2013, dez.

O contrato ainda prevê a instalação do sistema em outras duas linhas. Ele foi fechado em 2008, no Governo de José Serra com a empresa Alstom. O valor era de R$ 780 milhões e o prazo de entrega era 2010.

A Alstom não conseguiu cumprir o contrato. O governo de São Paulo, então, aplicou uma multa de R$ 78 milhões e ameaçou romper o negócio com a multinacional francesa.

A “Folha de S. Paulo” publicou dia 24/07/2016 que a Alstom alegou que o Metrô não tinha feito obras para implantação do sistema e que o Metrô exigiu mudanças que aumentaram o custo em R$ 173 milhões. Já o Metrô alegava que os atrasos da Alstom provocaram prejuízo de quase R$ 300 milhões.

O caso foi parar numa corte internacional de arbitragem, conforme estava previsto no contrato. Em Janeiro de 2016, eles chegaram a um acordo.

Segundo o jornal, o Governo de Geraldo Alckmin perdoou uma dívida de R$ 116 milhões: é a diferença entre o prejuízo que o Governo Estadual diz que teve com o atraso do sistema e o que a Alstom diz que gastou a mais em obras. A entrega final do equipamento ficou para 2021.

O contrato já estava sendo investigado pelo Ministério Público, que denunciou a Alstom em outras três ações civis.

“Essa implementação não se referia apenas à Linha 2-Verde, mas se referia também à Linha 1-Azul e à Linha 3-Vermelha, que não tem perspectiva nenhuma de ser implantado, tornando-se absolutamente lesivo ao estado”, disse o promotor de Justiça Marcelo Milani.

O Governo de São Paulo negou que o Metrô tenha perdoado a dívida.

“Tem um equívoco ao analisar essa questão de valores, são valores pedidos. O governo podia tanto ganhar valores a mais como perder. Ou rescindíamos o contrato, e depois teríamos que licitar novamente, ou fazíamos uma repactuação contratual, o que foi inclusive apoiado pela Procuradoria-Geral do Estado, que é a advocacia do estado”, afirmou o Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.

A Alstom declarou que a repactuação do contrato foi aprovada pelos órgãos competentes e homologada pelo Tribunal Arbitral e pela Corte da Câmara de Comércio Internacional, e que o contrato está sendo executado.

Fonte da Notícia: Rede Globo-Jornal Nacional

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Falhas afetaram Metrô e CPTM na manhã de ontem (09/06/2016)

Linhas 3-Vermelha do Metrô, 7-Rubi e 12-Safira da CPTM tiveram problemas na manhã desta ontem (09/06/2016)

No Metrô, uma interferência na via na Estação Bresser-Mooca atrasou a viagem, com as composições operando com velocidade reduzida e maior tempo de parada.

Já na CPTM, uma falha no sistema elétrico afetou a operação da Linha 7-Rubi, e uma falha em um equipamento de via prejudicou os passageiros da Linha 12-Safira.

As 8h30, os problemas nas Linhas 3-Vermelha e 12-Safira tinham sido solucionados, e a circulação estava em processo de normalização.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 24 de maio de 2016

Falha operacional atingiu Linhas 1-Azul e 2-Verde ontem (23/05/2016)

Passageiros da Linha 2-Verde enfrentaram problemas na tarde de ontem (23/05/2016). Por conta de falta de energia elétrica, a circulação está com restrição em todo o trecho da linha que liga a Vila Prudente até a Vila Madalena. A pane teve início por volta 16:48h, e a falha foi sanada às 17:21h.

Mais cedo, por conta de uma falha em equipamento de via, os trens da Linha 2-Verde operaram com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre 13:23h e 14:25h. Por medida de segurança, os trens da Linha 1-Azul também tiveram a circulação alterada.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Falha atingiu Linha 2-Verde no começo da noite de hoje (12/05/2016)

Passageiros da Linha 2-Verde enfrentaram problemas no final de tarde de hoje (12/05/2016). Uma falha em um trem na Estação Consolação causou transtornos na circulação das composições.

O problema foi registrado por volta das 17h00, e minutos depois o trem foi recolhido.

Mais cedo, por volta do meio dia, outro trem apresentou problemas. A ligação metroviária ficou com velocidade reduzida e maior tempo de parada por cerca de 10 minutos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Tempo de espera por composições aumentam nas estações de Metrô

Composição I05 na Estação Consolação (Linha 2-Verde)
Levantamento da “Folha de São Paulo” aponta aumento de espera dos passageiros no intervalo entre trens do metrô de São Paulo, no horário de pico. O texto diz que a companhia não conseguiu cumprir meta de diminuição de intervalo em partes das linhas. A pesquisa foi feita por meio da lei de Acesso à informação. Já o Metrô atribui a demora à falhas e problemas com chuvas

Linha 3-Vermelha

A espera na linha que liga Corinthians-Itaquera a Palmeiras-Barra Funda passou de 120 segundos em 2010 para 128 segundos em Janeiro de 2016, segundo o levantamento. No ano passado este número ficou em 129 segundos.

O Metrô, em nota ao jornal, atribui o problema às fortes chuvas que ocasionaram a um solapamento na Avenida Radial Leste, na altura da Estação Artur Alvim, o que na pratica não tem relação com problemas de falhas da frota administrada pelo Metrô.

Linha 1-Azul

O levantamento aponta que a média era de 127 segundos em 2010 na antiga linha Norte-Sul, e que em 2014 ficou em 144 segundos em 2014, e 132 segundos em 2015. Em Janeiro de 2016 a demora ficou em 129 segundos.

A companhia atribui o problema a uma falha de tração, que fez com que uma composição precisasse ser rebocada, prejudicando o funcionamento da linha no dia 08/01/2016, o que influencia no resultado.

O texto cita ainda aumento de espera na Linhas 5-Lilás, de dez segundos entre 2010 e 2015, e que na Linha 2-Verde, o tempo de demora diminuiu, de 157 segundos em 2010 em média, para 153 segundos em 2015.

CBTC

O jornal menciona ainda a implantação do CTBC, que traria redução de 120 para 100 segundos, comprado em 2008 com previsão inicial para operação em 2010.

Somente em 11/02/2016, a tecnologia passou a ser usada diariamente. A empresa alega dificuldades da fornecedora Alstom em implantar a nova sinalização, onde chegou até a aplicar multa pelos atrasos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem de Nicolas Gordiano

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Falha operacional atingiu Linha 2-Verde na noite de 12/04/2016

Estação Santos-Imigrantes (Linha 2-Verde) lotada após falha operacional
Os trens da Linha 2-Verde do Metrô operavam com velocidade reduzida e maior tempo de parada no final de tarde e começo de noite de 12/04/2016 por conta de uma interferência na via.

De acordo com o aplicativo “Direto do Metrô” a ocorrência foi registrada entre as estações Ana Rosa e Paraíso. O problema teve início por volta das 17h30. Por volta das 18h00 a falha havia sido sanada. Depois às 18h14, o site do Metrô voltou a informar que o problema persistia.

De acordo com a assessoria da companhia, uma falha em um equipamento de via tinha sido detectada no trecho. O problema foi resolvido às 21h11.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Último Segundo-IG

domingo, 10 de abril de 2016

Falha afetou Linha 1-Azul nesta sexta (08/04/2016)

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Estação Ana Rosa (Linha 1-Azul) lotada na noite de 08/04/2016
Uma falha com um trem na Estação Ana Rosa afetou a circulação das composições na Linha 1-Azul no começo de noite de 08/04/2016.

O problema teve início por volta das 18h40 e foi sanado às 20h06, quando a circulação começou a ser normalizada. As estações da linha tiveram restrições nos bloqueios por questões de segurança.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

terça-feira, 29 de março de 2016

Metrô implanta novo recurso para recarregar Bilhete Único em estações

O Metrô informa que as máquinas do BOM estão sendo adaptadas para a aceitarem a compra de créditos e recarga do Bilhete Único. A SPTrans credenciou a Autopass (operadora em bilhetagem eletrônica responsável pelo BOM) para realizar uma atualização tecnológica em seus equipamentos para que seja possível oferecer essa nova opção aos usuários.  

Até o momento, a Autopass já adaptou 60 máquinas para consulta e recarga (as chamadas "abelhinhas"). Na sequência, outros 60 terminais de autoatendimento do BOM estão sendo atualizados e também estarão aptos para aceitar compra e recarga do Bilhete Único. Além disso, mais 49 equipamentos novos serão instalados nas estações do Metrô para proporcionar maior disponibilidade deste serviço.

Novidades estão por vir 

Para promover agilidade na compra dos bilhetes unitários, o Metrô informa que o BID vai financiar a aquisição de 150 máquinas para venda dos bilhetes em papel, os chamados Edmonson. O edital de licitação deverá ser concluído ainda neste primeiro semestre de 2016 e os equipamentos devem ser instalados nas estações até o final de 2016.. 

Medidas para melhorar o serviço

Após o abandono dos pontos de venda por uma das empresas concessionárias, no final de Novembro de 2015, o Metrô adotou uma série de medidas: a ampliação da quantidade de bilheterias abertas para a venda dos bilhetes unitários nos horários de pico; a instalação de novas cabines e máquinas para venda de créditos do Bilhete Único e nas estações Sé, Tatuapé, Corinthians-Itaquera, Paraíso, Consolação e Ana Rosa foram abertos guichês exclusivos nas bilheterias para atender os usuários que estão com dinheiro trocado. 

Fonte da Notícia & Imagem: Metrô

segunda-feira, 28 de março de 2016

Máquinas de recarga do Cartão BOM aceitarão recarga de Bilhete Único no Metrô

onibus As máquinas de recarga do cartão BOM devem servir para venda de créditos de Bilhete Único.

A informação é do Metrô de São Paulo, que afirmou que a Promobom Autopass S.A. , do consórcio das empresas de ônibus metropolitanos, responsável pelo Cartão BOM, está atualizando os equipamentos.

A medida é para minimizar os impactos ainda sentidos pelos passageiros devido ao fim das operações da Rede Ponto Certo, que era responsável pelas máquinas de recarga em um terço das estações do Metrô.

O contrato com a Autopass foi assinado, como informa a SPTrans, em nota

“Iniciativa da SPTrans permite que o Bilhete Único e o BOM  possam ser carregados em uma mesma máquina. Serão beneficiados usuários de transporte coletivo em toda Região Metropolitana de São Paulo, incluindo os dos ônibus municipais de São Paulo,  dos ônibus intermunicipais, do Metrô e da CPTM.

A SPTrans finalizou o processo de credenciamento da Autopass, empresa de soluções e serviços em bilhetagem eletrônica, voltada para a mobilidade urbana como revendedora de créditos do Bilhete Único. A assinatura do contrato ocorreu nesta quarta-feira, dia 16 de março.

Com essa iniciativa, as máquinas de recarga atualmente dedicadas exclusivamente à venda de créditos do BOM passarão a carregar também os cartões do Bilhete Único. Esse compartilhamento agilizará o processo de venda de créditos.

A implantação dos novos equipamentos deverá ocorrer de forma gradativa e será concentrada inicialmente nas estações de Metrô, sendo uma contribuição efetiva para a solução dos problemas de fila no atendimento dos usuários do Bilhete Único.

O cronograma de implantação dos novos equipamentos será divulgado na próxima semana.

O acordo firmado entre SPTrans e Autopass integra esforços de todos os envolvidos na operação dos serviços de transporte na Região Metropolitana de São Paulo, no sentido de facilitar o acesso ao crédito eletrônico de transporte, colaborando com a redução do volume de dinheiro em circulação nos veículos e estações, em favor do menor tempo de viagem e maior segurança dos usuários.”

Desde o final de Julho de 2015, alegando defasagem na remuneração, a Rede Ponto Certo começou a suspender o funcionamento das máquinas. Em Dezembro de 2015, todos os equipamentos foram desligados pela Rede Ponto Certo, que teve o contrato rescindido pelo Metrô.

O Governo do Estado de São Paulo diz que até o final desse mês vai instalar 46 máquinas para compra e recarga e 67 terminais de consulta recarga de saldo, num total de 113 aparelhos, para substituir os equipamentos da Rede Ponto Certo .

Levantamento do jornal Folha de São Paulo mostra que o Metrô tem lucrando com desligamento dos aparelhos.

O número de bilhetes de papel vendidos teve crescimento de 16,5% em dezembro na comparação com novembro do ano passado, gerando arrecadação de R$ 36,6 milhões.
Em Fevereiro de 2016, o número de bilhetes unitários vendidos subiu 15% em relação ao mesmo mês de 2015.

Financeiramente a vantagem para o metrô é que a companhia fica com a tarifa cheia de R$ 3,80 paga pelos passageiros.

No caso do Bilhete Único, explica o Metrô, há categorias temporais em que a tarifa é mais baixa e também o desconto da comissão das empresas que vendem os créditos que em média são de 2%.

Fonte da Notícia & Imagem: Blog Ponto de Ônibus

terça-feira, 22 de março de 2016

Máquinas de recarga do Cartão BOM devem aceitar recarga de Bilhete Único em estações do Metrô

Passageiros do Metrô de São Paulo continuam a tendo problemas com a compra da passagem, seja com maquinas inoperantes, seja por grande filas para adquirirem o bilhete comum.

A novidade é que o consórcio responsável pelo BOM está atualizando seus equipamentos para comercializarem créditos do Bilhete Único. O Metrô disse ainda em entrevista ao jornal “Folha de São Paulo” que está dobrando a rede de atendimento para crédito do Bilhete Único. “Até o final de Março de 2016 será concluída a instalação de 46 máquinas para compra e recarga e de 67 terminais de consulta e recarga de saldo, totalizando 113 equipamentos”, diz nota à imprensa.

A notícia vem acompanhada de um fato onde o Metrô estaria lucrando com a venda de bilhetes de papel, segundo o jornal. Em Dezembro de 2015 a venda em bilhetes de papel teve a maior quantidade de repasses aos passageiros vendidos nos últimos dois anos.

Com este tipo de venda, os cofres do Metrô ficam com a tarifa cheia de R$ 3,80 paga pelos passageiros. A empresa diz em nota que foi surpreendida pela rescisão do contrato pela Rede Ponto Certo e afirma que uma nova licitação será lançada para a retomada dos serviços.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 14 de março de 2016

Com aumento da demanda, falhas no Metrô crescem 27%

O número de panes nas quatro principais linhas do Metrô de São Paulo cresceu 27% (de 58 para 74) entre 2011 (ano do retorno de Geraldo Alckmin ao Palácio dos Bandeirantes) e 2015.

É o que aponta levantamento inédito feito pelo Fiquem Sabendo com base em dados do Metrô de São Paulo obtidos por meio da Lei Federal nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação).

De acordo com as informações disponibilizadas pela empresa, nesse período, o número de ocorrências que causaram impacto significativo na circulação dos trens cresceu ano após ano: em 2012, houve 71; em 2013, 72 e em 2013, 73. 
Entre 2011 e 2015, a quantidade de passageiros transportados anualmente pelas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás, juntas, cresceu 3% (de 1,087 bilhão para 1,116 bilhão).

Na comparação entre 2014, quando 1,110 bilhão de passageiros utilizou o Metrô de São Paulo, e o ano passado, a variação foi 1%.

Com menos usuários, Linha 1-Azul tem recorde de panes

Em 2011, a Linha 1-Azul transportou 433,5 milhões de passageiros. Era a mais movimentada do sistema metroviário paulistano. Naquele ano, ela registrou 15 panes.

No ano passado, a Linha 1-Azul transportou 417,8 milhões de pessoas (3,76% a menos do que em 2011). A quantidade de panes explodiu: foram 29, praticamente o dobro de quatro anos antes.

Já na Linha 3-Vermelha, hoje a mais movimentada do Metrô, as panes têm diminuído nos últimos anos: em 2012, foram 35, em 2013, 26, em 2014, 23 e, no ano passado, 22.
Lotação na Linha 1-Azul devido a falha operacional

Por que isso é importante?

O Metrô de São Paulo conta com uma rede de 80,6 km. Os governos tucanos inauguram em média 2 km de novas linhas, por ano, segundo levantamento feito pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

A Lei nº 12.587/2012, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, define, no seu art. 5º, inciso IV, como um dos princípios do transporte público “a eficiência, a eficácia e a efetividade” de quem presta esse serviço.
Essa mesma lei diz, no seu art. 14, inciso I, que é direito do usuário do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana “receber o serviço adequado”.

Segundo essa lei, o Sistema Nacional de Mobilidade Urbana “é o conjunto organizado e coordenado dos modos de transporte, de serviços e de infraestruturas que garante os deslocamentos de pessoas e cargas no território do Município”. Isso inclui o Metrô de São Paulo.

Números mostram que Metrô é um sistema de transporte regular e seguro, afirma empresa

O Metrô de São Paulo disse por meio de nota enviada por sua assessoria de imprensa que as panes registradas ao longo dos últimos anos são proporcionais ao número de viagens realizadas, à quilometragem percorrida e à quantidade de passageiros transportados.

Leia, abaixo, a íntegra da nota que a empresa enviou à reportagem:

“Todos os sistemas de metrô do mundo estão sujeitos a falhas e elas são proporcionais ao número de viagens realizadas, à quilometragem percorrida e à quantidade de passageiros transportados. O Metrô de São Paulo transporta 4 milhões de passageiros diariamente, realizando mais de 3.500 viagens diárias, com 60 mil quilômetros percorridos.

No ano de 2015, o número de quilômetros percorridos aumentou na comparação ao realizado em 2014. Em 2015, foram percorridos 18,9 milhões de quilômetros pelos trens do Metrô. No ano de 2014, os trens haviam percorrido 18,1 milhões de quilômetros. Ou seja, um aumento de 4,5% na quilometragem percorrida.

Dessa forma, o número de incidentes notáveis apresenta estabilidade entre os anos de 2014 e 2015, mantendo-se dentro dos padrões internacionais de qualidade e segurança.
Os números mostram que o Metrô de São Paulo é um sistema de transporte regular, confiável e seguro, considerado internacionalmente como um dos dez melhores do mundo.”

Fonte da Notícia: Fiquem Sabendo
Gráfico: Dados fornecidos pelo Metrô de São Paulo
Imagem: Estadão

Falha atingiu Linha 2-Verde na manhã de hoje (14/03/2016)

Passageiros que utilizam a Linhas 2-Verde do Metrô enfrentaram problemas na manhã de hoje (14/03/2016). Por volta das 7h30, um trem apresentou falha na Estação Consolação, causando lentidão na operação. Mais tarde, um outro trem na Estação Paraíso teve uma avaria, por volta das 7h45.

Com a ocorrência, as composições da Linha 1-Azul, por questões operacionais, também tiveram velocidade reduzida e maior tempos de parada.

O problema persistia por volta de 8h00 

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 10 de março de 2016

Falhas afetaram as 3 principais linhas de Metrô dia 08/03/2016

Estação Sé (Linha 1-Azul) lotada após falha operacional
Uma série de oscilações na rede elétrica externa às estações do Metrô de São Paulo,dia 08/03/2016, provocavam velocidade reduzida na circulação de trens e maior tempo de parada em estações das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha.

As operações da Linha 2-Verde foram normalizadas por volta das 18h10. Às 18h15, a circulação padrão foi restabelecida na Linha 3-Vermelha. O mesmo aconteceu com os trens da Linha 1-Azul, às 18h25.

Segundo o Metrô, a medida foi adotada como parte de um procedimento de segurança depois que oscilações de energia impediram, às 17h13, a circulação de trens das linhas 3-Vermelha e 2-Verde, e às 17h30, o funcionamento do setor norte da Linha 1-Azul.

Na primeira linha, a circulação entre as estações Itaquera e Penha ficou impedida por cerca de sete minutos, até as 17h20. Já na segunda, a energia levou dois minutos para ser restabelecida, por volta das 17h15. O maior intervalo sem energia ocorreu na Linha 1-Azul, das 17h30 às 17h51.

Em nota, a AES Eletropaulo informou que houve uma oscilação no Sistema Interligado Nacional, “o que acarretou na interrupção do fornecimento de energia elétrica por até 2 minutos de 14 Subestações”. Isso afetou bairros da Zona Leste e “as estações do Metrô Tamanduateí, Tatuapé, Guilhermina-Esperança e da CPTM São Caetano”. Ainda de acordo com a concessionária, “o sistema foi normalizado às 17h15 e as causas deste evento estão sendo apuradas”.

Pouco depois, às 17h32, “houve o desligamento de uma linha de transmissão da AES Eletropaulo, o que acarretou a interrupção do fornecimento de energia elétrica por 2 minutos para 1 Subestação” que alimenta “parte da região central de São Paulo (Pari e Bom Retiro)”.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Band

domingo, 6 de março de 2016

Falhas no Metrô crescem 27% apenas em um ano

Estação Sacomã (Linha 2-Verde) após paralisação da linha
O número de problemas no funcionamento do Metrô paulista, com impacto significativo para os passageiros, tem aumentado nos últimos quatro anos. O sistema sofreu 74 panes em 2015, nas quatro linhas administradas pelo Governo Geraldo Alckmin – 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata. Em 2011, foram 58, o que representa aumento de 27,5% nas falhas do sistema.

Falha na Linha 2-Verde parou o sistema semana passada, e usuários ficaram sem acesso a várias estações. Problema, segundo trabalhadores, é com o novo sistema de operação dos trens   Segundo os dados, as ocorrências que causaram impacto significativo no sistema – com interrupção na circulação dos trens – cresceram ano a ano: 58 em 2011; 71 em 2012; 72 em 2013, 73 em 2014, e 74 em 2015. No mesmo período, a quantidade de passageiros transportados pelas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás, juntas, cresceu de 1,087 bilhão para 1,116 bilhão (3%).

A Linha 1-Azul foi a que teve maior número de falhas em 2015. Foram 29, quase o dobro das ocorridas em 2011: 15, apesar de o número de passageiros ter diminuído: 417,8 milhões de pessoas, em 2015. Em 2011, a mesma linha transportou 433,5 milhões de passageiros.

A Linha 3-Vermelha, a mais movimentada do Metrô atualmente, que liga a Palmeiras-Barra Funda a Coritnhians-Itaquera teve redução das panes: foram 35, em 2012; 26, em 2013; 23 em 2014, e 22 em 2015.

Problemas persistem

Dia 25/02/2016, a Linha 2-Verde, que liga a Vila Madalena à Vila Prudente sofreu uma pane que interrompeu a circulação dos trens por 45 minutos e deixou o sistema com velocidade reduzida por, pelo menos, duas horas. O Metrô chegou a restringir a entrada de passageiros nas estações. No dia 20/01/2016, uma falha em um trem entre as estações Penha e Carrão, da Linha 3-vermelha, deixou a circulação mais lenta e as estações lotadas.

Segundo os metroviários, a implementação do novo sistema de sinalização, o CBTC tem causado problemas no funcionamento do sistema da Linha 2-Verde. O CBTC passou a operar todos os dias da semana a partir do último dia 13, após oito anos da aquisição do sistema, por R$ 700 milhões. “O sistema deveria reduzir a distância entre os trens, possibilitando colocar mais carros nas linhas, com segurança. Mas nem isso está sendo possível”, afirmou Altino Melo Prazeres Júnior, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo.

Alckmin havia prometido instalar o sistema também nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha até o final de 2014. Na Linha 5-Lilás, 26 trens novos que possuem o sistema CBTC estão parados há quase dois anos porque o mesmo não foi implementado na via. Os trens foram comprados por R$ 630 milhões, mas não há previsão de quando vão passar a transportar os usuários.

No sistema atual, chamado ATO, a linha é dividida em setores de 150 metros. Quando dois trens ocupam o mesmo setor, o avanço do que está atrás é impedido por meio de um corte na energia elétrica. Com o sistema CBTC, a comunicação se dá por rádio, por meio de antenas colocadas nos trens e ao longo da via, o que garante maior segurança para reduzir a distância entre as composições. O novo sistema também controla a abertura de portas conjugadas entre o trem e a estação.

Metrô se diz seguro

O Metrô informou que as panes registradas ao longo dos últimos anos são proporcionais ao número de viagens realizadas, à quilometragem percorrida e à quantidade de passageiros transportados. E que o sistema é seguro.

“O Metrô de São Paulo transporta 4 milhões de passageiros diariamente, realizando mais de 3.500 viagens diárias, com 60 mil quilômetros percorridos. No ano de 2015, o número de quilômetros percorridos aumentou na comparação ao realizado em 2014. Dessa forma, o número de incidentes notáveis apresenta estabilidade entre os anos de 2014 e 2015, mantendo-se dentro dos padrões internacionais de qualidade e segurança. Os números mostram que o Metrô de São Paulo é um sistema de transporte regular, confiável e seguro, considerado internacionalmente como um dos dez melhores do mundo.” 

Fonte da Notícia: Rede Brasil Atual
Imagem: Veja SP

quinta-feira, 3 de março de 2016

Falhas no Metrô cresceram 27% em 5 anos

Gráfico com as panes separadas por linhas, disponibilizado no site "Fiquem Sabendo" Levantamento do site “Fiquem Sabendo” aponta que a quantidade de panes notáveis no sistema metroviário de São Paulo cresceu 27% no período entre 2011 e 2015. A pesquisa exclui a Linha 4-Amarela, que é operada por uma concessionária privada, a ViaQuatro.

De acordo com o estudo feito com base na lei de acesso as informações, o número de panes saltou de 58 em 2011 para 74 e 2015. Ao mesmo tempo, o número de passageiros transportados cresceu cerca de 3%, de 1,087 bilhão em 2011 para 1,116 bilhão em 2015, nas 4 linhas operadas pelo Metrô.

Panes por linhas

Os dados ainda revelam que a Linha 1-Azul foi a que mais registrou aumento no número de falhas. Em 2011 eram 15 enquanto em 2015 foram 29 falhas, ou seja, quase o dobro. Por outro lado, a Linha 3-Vermelha havia registrado em 2011, 14 falhas notáveis. No ano seguinte foram 35, e em 2015, 22 problemas, evidenciando redução no número de restrições na ligação entre Itaquera e Barra Funda.

Ao mesmo tempo em que aumentam as ocorrências na Linha 1-Azul, e diminuem na Linha 3-Vermelha, o número de composições novas e reformadas em ambas as linhas também são diferentes: Na Linha 1-Azul, ainda rodam 14 trens da Frota A da década de 1970 e 4 trens da Frota D de década de 1980.

Já na Linha 3-Vermelha, operam apenas trens novos ou reformados, inclusive com trens da Frota G, originalmente adquiridos para rodar na Linha 2-Verde. Neste período do levantamento, todos os trens da Frota H (7 composições) foram realocados da Linha 1-Azul para a Linha 3-Vermelha.

O que diz o Metrô?

Em resposta a publicação, o Metrô de São Paulo diz que o número de panes esta dentro do aceitável mundialmente. “No ano de 2015, o número de quilômetros percorridos aumentou na comparação ao realizado em 2014. Em 2015, foram percorridos 18,9 milhões de quilômetros pelos trens do Metrô. No ano de 2014, os trens haviam percorrido 18,1 milhões de quilômetros. Ou seja, um aumento de 4,5% na quilometragem percorrida”, diz a nota.

A companhia diz ainda que esta diferença no número de quilômetro percorrido, “apresenta estabilidade entre os anos de 2014 e 2015, mantendo-se dentro dos padrões internacionais de qualidade e segurança”. A empresa diz ainda que sua rede é considerada internacionalmente como um dos dez melhores do mundo.

Mesmo com o aumento no número de falhas, o sistema ainda é considerado confiável em relação aos demais meios de transporte. Segundo a pesquisa “Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (IRBEM)”, realizada pelo Ibope em 2014 com 1512 moradores, o Metrô de São Paulo é o terceiro colocado no ranking de confiança da população da capital paulista. Foram avaliadas 24 instituições e órgãos públicos.

O Metrô obteve 71% de confiança entre os paulistanos, ficando atrás dos Correios (com 82%) e pelo Corpo de Bombeiros (93%).

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem: Fiquem Sabendo