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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Falhas afetaram Metrô e CPTM na manhã de ontem (09/06/2016)

Linhas 3-Vermelha do Metrô, 7-Rubi e 12-Safira da CPTM tiveram problemas na manhã desta ontem (09/06/2016)

No Metrô, uma interferência na via na Estação Bresser-Mooca atrasou a viagem, com as composições operando com velocidade reduzida e maior tempo de parada.

Já na CPTM, uma falha no sistema elétrico afetou a operação da Linha 7-Rubi, e uma falha em um equipamento de via prejudicou os passageiros da Linha 12-Safira.

As 8h30, os problemas nas Linhas 3-Vermelha e 12-Safira tinham sido solucionados, e a circulação estava em processo de normalização.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Colombianos são presos por furtarem celulares na Estação Sé

Estação Sé (Linhas 1-Azul e 3-Vermelha)
Cinco colombianos especializados em roubar celulares no Metrô foram presos ontem (11/05/2016) na Estação Sé depois de serem identificados por seguranças que trabalham sem uniforme, entre os passageiros. As informações são do SPTV.
 
“Um deles já é conhecido no sistema pela prática de furto de celulares, foi feito acompanhamento, quando chegou na Sé uma equipe já uniformizada veio em apoio e foi realizada a abordagem”, diz Ailton Ferraz, supervisor de segurança do Metrô.

Os assaltantes estavam com 11 celulares, sendo 8 roubados ontem (11/05/2016). Uma das vítimas estava dentro do vagão chegando à Estação Carrão.

“Ele ficou de pé na minha frente, empurrou até com um pouco de força. Como não dava pra reagir, eu fiquei com uma mão atrás e a outra em cima, segurando. Quando eu desci na parada seguinte, que é a Estação Bresser, eu senti falta. Aí não deu mais tempo de correr atrás deles”, relata José Ari Silva, que trabalha como mestre de obras.

As dicas para quem usa o Metrô são não desfilar com o celular na mão e evitar usar ao máximo usar o celular em lugares de grande aglomeração.

Fonte da Notícia: G1-SP
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Edital para moradia em cima da Linha 3-Vermelha deve sair até Julho de 2016

Estação Bresser-Mooca (Linha 3-Vermelha)
Viabilizada com base na nova Lei de Zoneamento, a proposta prevê a construção de 7 mil moradias em cima e no entorno das estações de Metrô Bresser, Belém e Brás, todas na Linha 3-Vermelha, que corta a zona leste. As unidades serão erguidas no perímetro que vai do Parque Dom Pedro até o Viaduto Salim Farah Maluf, passando pela Avenida Celso Garcia e a Rua da Mooca.

A pretensão neste caso, como deve ocorrer na PPP do Tiquatira, é erguer unidades nos dois modelos existentes de construção popular: HIS e HMP.

Para o Secretário Estadual de Habitação, Rodrigo Garcia, a proposta representa a conjunção de vários objetivos, além da construção de moradia popular, como requalificação urbana e integração social.

A possibilidade de erguer torres sem limite de altura em cima de estações de metrô foi autorizada pelos vereadores no fim de Fevereiro de 2016, durante votação da revisão da lei que define quais os usos e ocupações do solo são permitidos na cidade. O Zoneamento agora prevê essa condição como forma de aumentar o adensamento em áreas da cidade dotadas de transporte público - foco também do Plano Diretor de 2014.

Nova York

A liberação dada pela Câmara Municipal de São Paulo vale tanto para as áreas operacionais, ou seja, sobre as estações e terminais já construídos, como para as áreas que ainda estão ociosas, mas que ainda pertencem ao Metrô ou à CPTM. O modelo pretendido pela gestão estadual tem como inspiração os condomínios populares erguidos sobre estações de Nova York. Lá, os prédios são "colados" às linhas.

Além das três estações citadas, outras podem despertar interesse do mercado, seja para projetos residenciais ou comerciais. Nessa lista estão áreas das estações Jabaquara e Tucuruvi, na Linha 1-Azul, e Barra Funda, na Linha 3-Vermelha.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Paulo Pinto

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Polícia investiga tentativa de estupro na Linha 3-Vermelha

Estação Bresser-Mooca (Linha 3-Vermelha)
A polícia investiga caso de abuso sexual contra uma mulher na Estação Bresser-Mooca do Metrô, na Linha 3-Vermelha. Segundo relato divulgado nas redes sociais, um homem passou a mão em uma das passageiras nesta quinta (20/08/2015). A vítima chegou a procurar a segurança do Metrô, mas o suspeito já havia saído da estação.

Outras mulheres ouvidas pelo SPTV disseram que são constrangidas em diversos momentos enquanto estão no trem, principalmente nos horário de pico. A vendedora Erica Carolina da Silva informou que já sofreu abuso nos trens da CPTM. “A primeira sensação que eu tenho é um desconforto fora do comum, porque eu sei o que eu posso passar”, disse.

Ela disse ter sido abusada em uma manhã no final de julho. Erica desceu do ônibus e embarcou no trem. Na Estação Palmeiras-Barra Funda, o vagão encheu. “Eu começou a sentir uma movimentação estranha. Porém, tinha uma mãe com uma criança que se mexia muito. Então, na minha cabeça era a perna da criança e a mãe tentando segurar. Mas aí eu senti algo quente na minha calça”, contou.

Depois de notar que era vítima de abuso, Erica saiu do vagão e procurou um segurança. “Falei ‘moço, olha a minha mão, olha o meu estado. Não sei o que é, mas tá visível. É bem visível. Ele falou: ‘Você veio de trem?’ Eu falei ‘isso mesmo’. Ele completou ‘infelizmente, você viu quem foi?’ Eu disse que não”. Segundo Erika, o segurança disse que, como os trens não têm câmera, fica difícil de identificar os criminosos.

A auxiliar de limpeza Margarida Alves de Amorim disse que chegou a discutir com um dos homens na mesma estação de Erica. “O trem estava cheio e o homem encostou em mim. Eu belisquei ele, que achou porque belisquei. Xinguei ele de safado e sem vergonha. Tem muitos homens safados no trem que fazem isso”, disse.

Já a estudante Larissa do Nascimento Caetano conta que todos os passageiros chegaram a ver o assédio, mas ninguém ajudou. “Estava indo para a faculdade e pego um trem em Caieira às 6h. É um pouco cheio, mas consigo me movimentar. Tinha um moço que mora perto da minha casa e ele estava se encostando em mim”. Larissa contou que ficou incomodada e tentou sair de perto do homem. “Ele continuou atrás de mim. Aí uma outra moça viu e trocou de lugar comigo. Outro rapaz também viu e ninguém fez nada. Fiquei desesperada. Eu tremia. Fiquei nervosa”, disse.

A jovem ainda disse que, como ficou muito envergonhada, preferiu se preservar e não chegou a chamar outras pessoas e denunciar. Drieli Prado, operadora de telemarketing, é uma das testemunhas de casos de abuso nos vagões. “O cara abusou dela. Ele ejaculou, sujou toda a roupa dela. Ela desceu na estação, inclusive a mesma que eu desço, e denunciou para os guardas. Ninguém fez nada. O rapaz se recusou a descer do trem. O trem parado, o pessoal reclamando, querendo ir para casa e ficou por isso mesmo”, contou.

No começo de Abril de 2015, o Metrô lançou uma campanha “Você não está sozinha” contra o assédio sexual e divulgou um número de celular para os usuários poderem fazer denúncias. No final de julho, uma vítima ganhou ação na Justiça uma indenização de R$ 20 mil por assédio na Linha 1-Azul do Metrô.

Outros casos

Em Março de 2014, a Polícia Civil já investigava a ação de homens que abusavam de mulheres no metrô. Além de abusar e assediar mulheres no transporte público, os criminosos filmavam, fotografavam e divulgavam imagens na internet. Dezessete suspeitos foram presos. O fenômeno, conhecido como “frotteurismo” (ato de esfregar-se em outra pessoa), é chamado nas comunidades investigadas pelos termos “encoxadas” e “encoxadores”.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Felipe Golfeto

Metrô afirma não ter encontrado imagens que comprovem abuso sexual na Linha 3-Vermelha

O Metrô de São Paulo entrou em contato com o R7 na noite de 20/08/2015 para relatar que não encontraram nenhuma cena onde a suposta vítima de abuso coletivo e a jovem que a ajudou aparecessem. 

Além disso, não há registro de boletim de ocorrência nem de testemunhas do caso.

Nota é referente ao suposto caso de abuso sexual que aconteceu na manhã de quinta (20/08/2015), na Estação Bresser-Mooca da Linha 3-Vermelha do Metrô. De acordo com um relato publicado nas redes sociais, a jovem teria pedido para que o agressor parasse de encoxá-la, quando ele iniciou a discussão. Foi então que uma terceira pessoa teria gritado: “Estupra ela para ela saber o que é ser encoxada de verdade”. Então o suspeito e outro homem teriam agarrado no braço da vítima, embalados pelos gritos de um grupo de pessoas que dizia: “Estupra, estupra”.

A testemunha ajudou a vítima a sair do vagão e, junto com ela, procurou os funcionários do Metrô para pedir ajuda. Foi quando os funcionários teriam dito que nada poderia ser feito e que a jovem era a única que poderia depor, que o depoimento da testemunha não seria considerado. Acontece que, segundo o relato, a vítima estava em choque e em prantos, totalmente sem condições de falar.

A vítima então ligou para parentes e a testemunha aguardou a chegada deles para seguir viagem. O namorado da vítima está também em contato com o Metrô para conseguir explicações.
 
Fonte da Notícia: Portal R7

Mulher é estuprada na Linha 3-Vermelha

Manifestação contra os abusos sexuais no Metrô
Mais um suposto caso de negligência de atendimento do Metrô em caso de abuso aconteceu na manhã de 20/08/2015 na Estação Bresser-Mooca do Metrô. Uma jovem de cerca de 17 anos sofreu um abuso coletivo ao reclamar com um encoxador e os funcionários do Metrô teriam dito que "nada poderia ser feito".

De acordo com um relato publicado nas redes sociais, a jovem teria pedido para o agressor parar de encoxá-la, quando ele iniciou uma discussão. Foi então que uma terceira pessoa teria gritado: "Estupra ela para ela saber o que é ser encoxada de verdade". Então o suspeito e outro homem teriam agarrado no braço da vítima embalados pelos gritos de um grupo de pessoas que dizia: "Estupra, estupra".

A testemunha ajudou a vítima a sair do vagão e, junto com ela, procurou os funcionários do Metrô para pedir ajuda. Foi quando os funcionários teriam dito que nada poderia ser feito e que a jovem era a única que poderia depor, que o depoimento da testemunha não seria considerado. Acontece que, segundo o relato, a vítima estava em choque e em prantos, totalmente sem condições de falar.

A vítima então ligou para parentes e a testemunha aguardou a chegada deles para seguir viagem.

O namorado da vítima também está em contato com o Metrô para conseguir explicações.


A assessoria de imprensa do Metrô entrou em contato para afirmar que analisou todas as imagens da estação Bresser/Mooca e da SSO da estação, mas não encontrou nenhuma cena onde a suposta vítima e a jovem que a ajudou aparecessem. Além disso, não há registro de boletim de ocorrência nem de testemunhas do caso.



Fonte da Notícia e Imagem: Portal R7