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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Trecho da Ciclovia do Rio Pinheiros será interditado hoje

Ciclovia do Rio Pinheiros
A partir de hoje, o Metrô disponibilizará vans, equipadas com carretas dotadas de paraciclo, para o transporte dos ciclistas em razão do início da interdição de um trecho de 4 km da ciclovia Rio Pinheiros, entre as estações Vila Olímpia e Granja Julieta para a continuidade das obras da Linha 17-Ouro. Essa operação, que atende às normas de segurança da obra, ocorrerá por cerca de três meses, prazo estipulado para a implantação de um desvio da atual ciclovia, cujo trecho será interditado por 24 meses.
 
Como não há como conciliar as obras com a passagem de ciclistas pelo local por questões de segurança, o Metrô fará um desvio da atual ciclovia nas pontes João Dias e Cidade Jardim, utilizando uma pista na área da EMAE na outra margem do rio. Essa ciclovia alternativa terá 5 m de largura e se estenderá por cerca de 8 km. Totalmente pavimentada e sinalizada, a rota usará o traçado da pista de servidão da EMAE e do projeto Pomar. O trecho será compartilhado com a passagem de carros de serviço.
Novos acessos

Na Ponte João Dias, o Metrô irá fazer um acesso exclusivo para os ciclistas, por meio de escada e canaleta para as bicicletas, da ciclovia, na margem CPTM, e uma rampa do outro lado do rio, que acessará a pista a ser pavimentada. Um trecho de cerca de 80 metros da ponte sobre o rio receberá alambrados nas laterais para propiciar total segurança aos ciclistas.

Na outra extremidade do desvio, na ponte Cidade Jardim, também serão colocados acessos, com escadas e canaletas. Vale lembrar que haverá controladores nos acessos, que funcionarão no mesmo horário da ciclovia da CPTM, das 5h00 às 19h30 (horário de verão). Os ciclistas que passam pela região estão recebendo folhetos informativos e orientativos, com o mapa das alternativas.

A alternativa para os ciclistas será implementada depois de ter sido apresentada para um grupo de cicloativistas e para o Ministério Público Estadual na última semana. Ambos aprovaram a solução elaborada pelo Metrô, com base em sugestões dos próprios cicloativistas, atendendo assim às necessidades dos ciclistas e do Metrô, que poderá dar continuidade à obra, que beneficiará mais de 400 mil pessoas quando concluída. Entre os cicloativistas que participaram das reuniões, estiveram representantes da ONG O Bicicreteiro, Instituto CicloBR e Ciclocidade, bem como dos blogs "Bike é Legal' (ESPN) e "Vá de Bike".

Mais transporte

Com 17,7 km de extensão e 18 estações, a Linha 17-Ouro fará conexão com as Linhas 1-Azul (Estação Jabaquara), 4-Amarela (Estação São Paulo-Morumbi), 5-Lilás (Estação Campo Belo) e com a Linha 9-Esmeralda, da CPTM (Estação Morumbi). As obras se concentram na sua primeira fase, entre a Estação Morumbi da CPTM e o Aeroporto de Congonhas, em 7,7 km de extensão, com previsão de início de operação no final de 2014.

Fonte da Notícia: Metrô

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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Metrô fará nova ciclovia para interditar trecho na Marginal Pinheiros

Depois da queda de braço entre ciclistas e o governo estadual por conta do fechamento da ciclovia da marginal Pinheiros para as obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro, o Metrô anunciou que será feita temporariamente uma outra ciclovia do outro lado do rio para atender os ciclistas durante as obras, que devem durar dois anos.

Segundo o Metrô, a nova ciclovia terá cinco metros de largura e cerca de oito quilômetros de extensão. Ela vai da ponte João Dias até a Cidade Jardim e será instalada no traçado de uma pista já existente.


Ciclovia da Marginal Pinheiros ficará fechada por 2 anos

A via é atualmente usada para serviços do Emae e será compartilhada com os ciclistas após ser reformada e sinalizada.

Apesar de não dar detalhamentos sobre custos e prazos, o Metrô diz que a mudança foi discutida e aprovada por cicloativistas.


Bike na Van

A nova ciclovia, no entanto, levará cerca de três meses para ficar pronta. Como há a necessidade de iniciar logo as obras do monotrilho e interditar o trecho entre Granja Julieta e Vila Olímpia, vans vão atender os ciclistas no trecho interditado nesse período.


Segundo o Metrô, serão quatro veículos que vão permitir que os ciclistas trafeguem com segurança no trecho em obras. Essas vans serão equipadas com uma espécie de carreta que fará o transporte de até 14 bicicletas cada.


A cicloativista Renata Falzoni, da Bike é Legal, participou das reuniões e disse que as vans são em caráter provisório e que a medida não é interessante nem para os ciclistas nem para o Metrô.


"Com certeza vão agilizar a entrega da nova ciclovia para desativarem esse serviço", acredita. Os ciclistas esperam que a nova ciclovia permaneça e seja ampliada com o término da obra e liberação da ciclovia original que tem, ao todo, 21,5 km de extensão. O Metrô não informou se isso poderá ser feito com o término das obras do monotrilho.


Segundo o Metrô, na ponte João Dias será feito um acesso exclusivo para os ciclistas, que vão ter uma escada e canaleta para subir com as bicicletas na margem da CPTM. No outro lado do rio, será feita uma rampa para quem for acessar a ciclovia, que será pavimentada.

O Metrô informa ainda que um trecho de cerca de 80 metros da ponte sobre o rio receberá alambrados nas laterais para propiciar segurança aos ciclistas.


Na outra extremidade do desvio, na ponte Cidade Jardim, também serão colocados acessos, com escadas e canaletas. Segundo o Metrô, haverá controladores nos acessos, que funcionarão no mesmo horário da ciclovia da CPTM, das 5h30 às 19h30.

Questionado de quando começará a interdição e o serviço de vans, o Metrô diz que aguarda uma reunião com o Ministério Público Estadual para aprovar a medida. Segundo o Metrô, a interdição de 4,2 km da ciclovia atual é necessária para implantar 66 pilares de sustentação e 132 vigas por onde passarão os trens do monotrilho.


A ciclovia, que foi inaugurada em fevereiro de 2010 pela CPTM, recebe nos dias úteis cerca de 600 ciclistas. Nos finais de semana, esse número sobe para 4.000. O Metrô diz que no trecho interditado passam 200 bicicletas nos dias de semana e 2.000 aos sábados e domingos.

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Após polêmica, Ciclovia do Rio Pinheiros terá acesso pela Ponte Cidade Jardim

Ponte Cidade Jardim
O Metrô de São Paulo apresentou ao MPE dia 31 de Outubro , sua proposta definitiva para criar um caminho alternativo para a ciclovia do Rio Pinheiros, que terá que ser fechada por dois anos para as obras da Linha 17-Ouro. A empresa pretende instalar, na margem oposta do rio, uma via para o deslocamento das bikes durante a construção do ramal. Para isso, duas pontes -- a João Dias e a Cidade Jardim, na zona sul -- serão usadas com o objetivo de permitir o acesso dos ciclistas ao outro lado do canal.
Segundo informações do presidente do Metrô, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, serão criados 6,5 km de ciclovia na margem oeste do Pinheiros. Ele disse que havia algumas alternativas estudadas para que a travessia dos ciclistas fosse feita sobre o rio. Uma delas previa até a construção de uma ponte flutuante, medida que não é a que mais agrada ao Metrô. Contudo, só o MPE poderá decidir se aceita ou não a recomendação da empresa.

No início deste mês, diversos cicloativistas se mobilizaram para forçar o Metrô a oferecer alternativas de traçado durante a interrupção para as obras da Linha 17. A decisão inicial do governo do Estado de fechar a via sem opções foi encarada como polêmica por quem utiliza a ciclovia para lazer ou trabalho.

"A nossa preferência é usar a Ponte João Dias e fazer a subida na Ponte Cidade Jardim. Faríamos o acesso dos dois lados da ponte, já que aquelas passarelas (de pedestres sobre a ponte) são mais estreitas", afirmou Pacheco ao Estado. Ele ainda disse que a nova ciclovia, do lado oposto do rio, "ficará como legado" depois que as obras do lado atual terminarem.

Na manhã desta quarta-feira, 30, técnicos do Metrô se reuniram com cicloativistas para debater a alternativa de usar as Pontes Cidade Jardim e João Dias para a travessia das bikes. Ficou acertado, de acordo com a cicloativista Renata Falzoni, que participou das discussões, que essa é a proposta que o Metrô defenderá no MPE, e não mais a de se fazer uma ponte flutuante.

"E até que as obras para garantir essa travessia pelas pontes para o outro lado do rio sejam concluídas, eles vão oferecer vans para levarem os ciclistas de um ponto interrompido da ciclovia até o outro", disse Falzoni. "Tem muita gente que usa essa ciclovia para ir trabalhar, não a lazer. Essa demanda tem que ser atendida enquanto houver interrupção total do trecho."

Ainda segundo ela, o Metrô falou em usar um asfalto "especial" para construir a ciclovia no lado oeste do Pinheiros. "Um que não seja danificado caso tenha que passar veículos ali."

Prazo. O presidente Pacheco revelou que as obras para permitir a travessia e a construção da nova ciclovia começam "imediatamente" depois da decisão do MPE. "É a própria construtora que vai fazer." Os trâmites após a aprovação devem levar cerca de uma semana. Ele não divulgou a previsão de gastos.

A cicloativista Renata Falzoni afirmou que os técnicos do Metrô informaram que a conversão da margem oeste do Rio Pinheiros em ciclovia pode levar dois meses. "Mas tudo vai depender das chuvas, que podem atrasar o cronograma."

O promotor de Habitação e Urbanismo Mauricio Antonio Ribeiro Lopes é o responsável por avaliar a proposta do Metrô. Ele oficiou a empresa a oferecer alternativas após o anúncio do fechamento da ciclovia, no fim de setembro.

Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo

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