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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Metrô assina contrato para conclusão de obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô de São Paulo assinou contrato com o consórcio TC-Linha, formado pelas empresas Tiisa S/A, Comsa S/A no prazo de 47 meses para finalizar as obras na Linha 4-Amarela, paradas desde 2015.

As construções devem finalizar as Estações Higinopolis-Mackenzie, a próxima a ser inaugura, Oscar Freire na sequencia, São Paulo-Morumbi, e por fim Vila Sônia, prevista para ser entregue em 2019, ou seja, 15 anos após o início das obras da linha, que focaram na primeira fase. Em Vila Sônia deve ser erguido também um terminal de ônibus para atender linhas municipais e metropolitanas.

A estação mais adiantada é a Higienópolis Mackenzie, com cerca de 60% dos trabalhos feitos, e que futuramente fará conexão com a Linha 6-Laranja, em meados de 2020. Já a parada Oscar Freire tem 40% dos trabalhos feitos. Uma nova conexão também é prevista em São Paulo-Morumbi, com a Linha 17-Ouro, no entanto as obras de extensão do monotrilho ainda não foram licitadas.

Com a conclusão, são previstos mais usuários para a Linha 4-Amarela, onde a demanda diária atual de 700 mil deve saltar para 981 mil passageiros.

O Governo de São Paulo ainda tem planos de uma 3ª Fase, rumo a Taboão da Serra, com duas estações novas, uma na divisa entre os municípios e outra no Jardim Jussara.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 12 de julho de 2016

Obras da Futura Estação 14 Bis (Linha 6-Laranja) começarão em Julho de 2016

Quem passa pela Praça 14 Bis, na Bela Vista, já viu que há tapumes ao redor da praça para as obras da Futura Estação da Linha 6-Laranja no local. De acordo com publicação da Veja São Paulo, as obras ali começam em Julho de 2016

Outra notícia é que a escola de samba, Vai Vai, que seria desapropriada para as obras da estação não será mais. O objetivo era abrir espaço ao poço de acesso à Estação 14 Bis. Mas a Secretaria dos Transportes Metropolitanos decidiu transferir a estrutura para um posto de gasolina desativado. A previsão é que a praça fique fechada por quatro anos para a construção do Metrô. Após esse prazo, ela será reaberta com novo paisagismo e equipamentos de ginástica.

Quando concluída, a Futura Linha 6-Laranja terá 16 estações, ligando São Joaquim a Vila Brasilândia com conexões nas Linhas 7-Rubi e 8-Diamante, da CPTM, e 1-Azul e 4-Amarela do Metrô.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vencedor da licitação para obras da Linha 4-Amarela deve sair ainda no 1º Semestre de 2016

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O Metrô recebeu ao todo 10 propostas de empresas interessadas em tocar a conclusão da 2ª Fase na Linha 4-Amarela. A expectativa é que após a análise dos documentos, o vencedor seja conhecido ainda no primeiro semestre.

As obras são de conclusão das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. Sobre prazos, os contratos preveem o seguinte cronograma após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a estação Vila Sônia.

As construções desta fase tiveram início em 2012, mas em 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o contrato com o consórcio Corsán-Corviam.

A Linha 4-Amarela deve operar de maneira completa, da Luz à Vila Sônia, em 2019, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente a ligação metroviária atende a Luz ao Butantã.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Último Segundo

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Edital para dar continuidade às obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela é publicado

Obras da Linha 4-Amarela em túnel
O Metrô de São Paulo publicou essa semana o edital de licitação da concorrência internacional para a execução das obras para a conclusão da Linha 4-Amarela. O governo rompeu em julho o contrato com o consórcio responsável pela construção após atrasos na entrega de quatro estações e paralisação nas obras. O novo edital está disponível no site da Secretaria de Transportes Metropolitanos desde o dia 26/11/2015.

O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam, que teve o contrato rompido, poderá participar da nova licitação, segundo o Metrô, porque uma cláusula que impedia a presença em concorrências futuras da companhia foi derrubada pela Justiça no início deste mês. Na mesma decisão, uma multa de R$ 23,5 milhões aplicada pela paralisação das obras foi suspensa (leia mais abaixo). O Governo de São Paulo recorreu.
As obras são orçadas em R$ 1,3 bilhão e têm financiamento do Banco Mundial. Os serviços contemplam a conclusão das obras civis e o acabamento das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia (incluindo o terminal de ônibus) e o pátio Vila Sônia de estacionamento e manutenção de trens.

Também está inserida na contratação a implantação de 2 quilômetros de túnel de ligação com o pátio Vila Sônia.

A expectativa do governo de São Paulo é que as obras sejam iniciadas em abril. Caso o prazo seja mantido, as estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire e São Paulo-Morumbi deverão ser entregues em 2017, três anos após a primeira estimativa feita pelo Metrô para a conclusão das obras: 2014.

Já a Vila Sônia (incluindo terminal de ônibus e pátio), ficará pronta em 2019. O Metrô lançará ainda, até o final do ano, um outro edital para contratação do complemento da via permanente dos túneis e no pátio Vila Sônia, orçado em R$ 60 milhões.

Contrato rompido
 
O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam era responsável por concluir a Linha 4-Amarela do Metrô, mas que teve o contrato quebrado pelo Metrô após as obras serem paralisadas. A rescisão do contrato foi anunciada pelo Governador Geraldo Alckmin em Fevereiro de 2015, mas ocorreu apenas em Julho de 2015.

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O Metrô rompeu os contratos de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais. Já o consórcio Isolux Corsán-Corvian disse que as empresas contratadas pelo Metrô atrasaram a entrega dos projetos e isso aumentou o prazo da obra em 50%. “A Isolux está segura de que cumpriu todas as suas obrigações e que a inviabilidade do contrato não pode ser atribuída a qualquer falha ou quebra de contrato por sua parte”, disse.

O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as Estações Terminal Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue.

A nova licitação prevê o pagamento de R$ 1,3 bilhão à empresa vencedora da licitação porque parte da obra, como as escavações das estações, já está concluída. O Metrô fez um levantamento do que está pronto e calculou o que era necessário para concluir a linha.

Por causa do horário, o Metrô disse ao G1 por volta das 19h que não poderia informar o valor pago ao consórcio que teve o contrato cancelado e o custo total da obra até o momento.

Multas suspensas
 
A Justiça de São Paulo suspendeu no início deste mês multas milionárias impostas pelo Metrô ao consórcio, que chegam a R$ 23,5 milhões - 5% do valor correspondente ao que faltava executar das obras. O Metrô disse que recorreu da decisão da Justiça.

A decisão do desembargador Rubens Rihl, da 8ª Câmara de Direito Público, acatou a argumentação do consórcio de que há chance de “dano irreparável decorrente das penalidades aplicadas”, que incluem ainda o impedimento de contratar com a administração pública por um período de dois anos.

O consórcio pediu na Justiça que um tribunal arbitral previsto em contrato analise valores de indenizações do rompimento de contrato. Já o Metrô argumentou que a própria Justiça pode decidir sobre o tema.

A decisão do desembargador Rubens Rihl não é definitiva. Ele entendeu que a multa deve ficar suspensa até que essa e as outras questões entre o Metrô e a empresa no processo sejam julgadas. A empresa diz que valores referentes a indenizações devem ser decididos por um tribunal arbitral previsto em contrato.

Linha 4-Amarela
 
A Linha 4-Amarela terá 11 estações, ao longo de quase 13 km entre a Luz e a Vila Sônia. O contrato para início da primeira fase das obras foi assinado em Novembro de 2006. As primeiras estações inauguradas foram Paulista e Faria Lima, em Maio de 2010. A segunda fase de obras teve licitação fechada em 2012 por R$ 1,8 bilhão. Mas, dentro desta etapa, apenas a Estação Fradique Coutinho foi aberta, em Novembro de 2014.

Depois de ficarem suspensos em 2014, somente os trabalhos nas Estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire foram retomados em abril deste ano, quando o Metrô e a construtora fecharam um acordo. O Governo já havia ameaçado romper o contrato por causa de atrasos na obra, mas decidiu pagar mais R$ 20 milhões para o consórcio responsável.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem 1: Fernando Nascimento
Imagem 2: Garciaex

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela serão retomadas em Abril de 2016

Estação Faria Lima (Linha 4-Amarela)
O Governo de São Paulo lançou dia 24/11/2015 o edital para a retomada das obras da Linha 4-Amarela, do Metrô, que incluem as Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi, Vila Sônia e além de uma extensão do Pátio Vila Sônia.

De acordo com o Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, a previsão é que a licitação leve de 120 a 180 dias para terminar, fazendo com que as obras sejam retomadas em abril do próximo ano.

“Após ser retomada, a Estação Higienópolis-Mackenzie deve ficar pronto em 12 meses. A Oscar Freire, em 15 meses. Já a Estação São Paulo-Morumbi termina em 18 meses. E a Vila Sônia, em 36 meses. Mas vamos trabalhar muito para antecipar esse prazo”, disse o secretário.

Se as previsões de Clodoaldo estiverem certas, a Estação Terminal Vila Sônia só sera entregue em 2019, 15 anos após o início das obras da Linha 4-Amarela.

A liberação para a retomada veio do Banco Mundial que emitiu a chamada “não objeção”, atestado que diz que o Governo pode seguir com o processo de licitação.

O valor previsto para obra é de R$ 1,3 Bilhão e vem de recurso do Banco Mundial. O Estado já tinha uma linha de crédito aprovada para a Linha 5-Lilás junto ao Banco que nunca foi usada e agora vai ser utilizada para a Linha 4-Amarela

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Wikimapia

Metrô lança edital para concluir obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

Obras da Linha 4-Amarela na Futura Estação São Paulo-Morumbi
Foi publicado nesta terça-feira, dia 24/11/2015, pelo Metrô, o edital de licitação da concorrência internacional para a execução das obras civis para conclusão da 2ª Fase da Linha 4-Amarela.  O edital estará disponível hoje (26/11/2015) para as empresas ou consórcio de empresas interessadas.

Orçadas em cerca de R$ 1,3 bilhão, com financiamento do BIRD, os serviços a serem realizados contemplam a conclusão das obras civis e acabamento das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia (incluindo o terminal de ônibus) e o pátio Vila Sônia de estacionamento e manutenção de trens. Também está inserida na contratação a implantação de 2 quilômetros de túnel de ligação com o pátio Vila Sônia.

A entrega das propostas técnicas e comerciais está marcada, inicialmente, para o dia 13/01/2016. Com o contrato assinado, a expectativa é de que as obras sejam iniciadas a partir de Abril de 2016 com os seguintes prazos de conclusão:

- Higienópolis-Mackenzie: 12 meses após a ordem de serviço;
- Oscar Freire: 15 meses após a ordem de serviço;
- São Paulo-Morumbi: 18 meses após a ordem de serviço;
- Vila Sônia (incluindo terminal de ônibus e pátio): 36 meses após a ordem de serviço.

O Metrô lançará ainda, até o final do ano, um outro edital para contratação do complemento da via permanente dos túneis e no pátio Vila Sônia, orçado em R$ 60 milhões.

Rescisão unilateral

Em Julho de 2015 , o Metrô rescindiu unilateralmente os contratos com o consórcio Corsan-Corviam pelo não cumprimento dos serviços de construção das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia da Linha 4-Amarela. Somadas, as multas previstas nos contratos são da ordem de R$ 23,5 milhões.  Antes da rescisão, o consórcio foi notificado por não cumprir o escopo dos contratos assinados em 2012, ano de início da 2ª Fase de obras da Linha 4-Amarela, nos prazos estabelecidos. 
 
Fonte da Notícia: Metrô
Imagem: Metrô

Metrô abre licitação para concluir construção da Linha 4-Amarela

Composição da Linha 4-Amarela
O Metrô publicou nesta terça-feira, dia 24/11/2015, o edital de licitação para o término da 2ª Fase da Linha 4-Amarela, que contempla a conclusão das obras civis e acabamento das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia (incluindo o terminal de ônibus) e o Pátio Vila Sônia de estacionamento e manutenção de trens. Também está inserida na contratação a implantação de dois quilômetros de túnel de ligação com o Pátio Vila Sônia.
 
Os trechos deveriam ter sido finalizados em 2014, mas em Julho de 2015 houve rescisão do contrato entre o Metrô e o consórcio Isolux Corsan-Corviam.

A companhia do metropolitano diz que o consórcio não cumpriu prazos e serviços para construção das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia da Linha 4-Amarela e aplicou multas de R$ 23,5 milhões. O consórcio disse, à época, que a rescisão não foi unilateral por metrô e acusou a companhia de falta de planejamento.

Decisão do desembargador Rubens Rihl, da 8ª Câmara de Direito Público suspendeu a multa, atendendo ação do consórcio que alegou dano irreparável, mas o Metrô recorre.

As obras que vão ser licitadas devem ter custo de R$ 1,3 bilhão com financiamento do BIRD.

As propostas técnicas devem ser entregues em 13/01/2016.

De acordo com o Metrô, em nota, as previsões após as assinaturas de contrato indicam que a linha só deve ser concluída em 2019:

– Higienópolis-Mackenzie: 12 meses após a ordem de serviço;
– Oscar Freire: 15 meses após a ordem de serviço;
– São Paulo-Morumbi: 18 meses após a ordem de serviço;
– Vila Sônia (incluindo terminal de ônibus e pátio): 36 meses após a ordem de serviço.

O Metrô lançará ainda, até o final de 2015, outro edital para contratação do complemento da via permanente dos túneis e no Pátio Vila Sônia, orçado em R$ 60 milhões.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Fonte da Imagem: Meu Transporte News-Metrô

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela serão retomadas em 2016

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O Secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, disse que as obras nas estações da Linha 4-Amarela só devem começar novamente a partir de 2016. "Estamos concluindo a valoração, o orçamento e pretendemos, entre o final de agosto e começo de setembro, entregar todos os itens: os orçamentos, o quantitativo e o edital já em inglês para o Banco Mundial".

O antigo contrato para construção das quatro estações - Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo/Morumbi e Vila Sônia foi cancelado por causa do atraso nas obras. A nova licitação deve ocorrer somente em setembro. O início da operação do novo trecho deve ser entregue apenas a partir de 2017 - o ramal começo a ser construído em 2004.

A Estação Higienópolis-Mackenzie está com 60% das obras prontas, mas ainda precisa de mais 12 meses para ficar pronta. No caso da Estação Oscar Freire, há 40% de conclusão dos serviços, e os trabalhos devem durar 15 meses.

Já as Estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia são as mais críticas. No caso da primeira, os serviços não terminam em menos de 18 meses. Na Vila Sônia, as obras só devem ser entregues dois anos após a assinatura dos novos contratos. O cronograma prevê entrega em 2018.

A atual rodada de atrasos da Linha 4 começou em novembro de 2014, quando parte dos trabalhos chegou a parar e Estado e consórcio entraram em conflito. O Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento chegou a ampliar a linha de crédito em mais R$ 20 milhões.

Histórico

O processo de arbitragem da rescisão dos contratos entre o Metrô de São Paulo e o grupo espanhol Isolux Corsán deverá demorar, no mínimo, um ano para ser concluído. As duas partes se acusam de descumprir o contrato para construção de estações da Linha 4-Amarela do Metrô, numa briga que se tornou pública em Fevereiro de 2015. Na ocasião, Alckmin ameaçou rescindir o contrato com a espanhola.

No dia 14/08/2015 foi a vez de a Isolux reclamar da falta de regularização de vários itens dos dois contratos em vigência, como a celebração de aditivos relacionados a prazos e obras. Em carta de 14 páginas enviada ao Metrô, a empresa afirmava que, se os problemas não fossem solucionados, não haveria outra saída a não ser pedir a rescisão do contrato por meio de arbitragem - ou uma rescisão amigável entre as partes.

Fonte da Notícia: Espalhe
Imagem de Garciaex

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela serão reiniciadas em 2016

Linha Amarela do Metrô (Foto: Arte/G1)
Mapa mostra estações inauguradas e em obras da Linha 4-Amarela
O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou na manhã de hoje (18/08/2015) que as obras nas estações da Linha 4- Amarela só irão recomeçar em 2016. A licitação de quatro estações que ainda não tinham sido entregues foi suspensa pelo governo do estado após atraso da contratante.

"Nós já concluímos toda a auditoria do que foi feito, teve que fazer uma auditoria minuciosa das obras que foram realizadas. Estamos concluindo a valoração, o orçamento e pretendemos entre o final de agosto e começo de setembro entregar todos os itens: os orçamentos, o quantitativo, o edital já em inglês para o Banco Mundial", afirmou o secretário, que se reuniu com o gerente de projetos do BIRD ontem (17/08/2015). O modelo de licitação permite a concorrência internacional

A declaração foi dada no Centro Cultural Britânico, na Zona Oeste de São Paulo, onde o Metrô foi premiado pela União Internacional de Transportes Públicos na categoria serviços a clientes por ações inclusivas relacionadas a idosos e deficientes.

De acordo com Pelissioni, o edital da nova licitação será entregue no próximo mês. "Pretendemos no mês de setembro publicar a licitação para que a gente possa ter uma nova empresa realizando as obras no início de 2016".

Para agilizar a entrega das estações que já estão atrasadas, a Secretaria de Transportes Metropolitanos negocia com o Banco Mundial pular o sistema de pré qualificação anterior.

O prazo para entrega das obras da Linha 4-Amarela é de 12 meses para a Estação Higienópolis Mackenzie, 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a São Paulo-Morumbi e de 24 meses para estação Vila Sônia.

Contrato
 
O Governo rescindiu o contrato com o consórcio responsável pela construção de duas das quatro estações que ainda faltam na Linha 4-Amarela do Metrô no dia 30/07/2015. As estações Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie deveriam ser entregues em 2016.

Obra de estação da Linha 4-Amarela do Metrô parada em fevereiro de 2015 (Foto: Reprodução TV Globo)
Canteiros de obras da Linha 4-Amarela estão abandonados
Clodoaldo afirmou ainda que vai cobrar uma multa, prevista em contrato, de R$ 23 milhões do consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam por causa de abandono da obra, descumprimento de normas de qualidade e segurança, além da ausência de pagamento das empresas subcontratadas.

Já o consórcio afirmou que não foi o governo que rescindiu o contrato e sim a própria empresa, porque o Metrô não entregou projetos executivos indispensáveis para a continuidade das obras. 

Segundo o consórcio, a "há cerca de 15 dias, entregou ao Metrô uma carta em que solicitava a regularização dos aditivos e a entrega de projetos executivos, sem os quais a continuidades das obras tornava-se impossível. Como não houve nenhuma manifestação do Metrô, reforçando as limitações gerenciais daquele órgão, a empresa tomou a decisão de pedir a rescisão do contrato e encaminhar a questão para um processo de arbitragem. Isto também significa que nenhuma multa foi aplicada".

O consórcio ainda informou que vai encaminhar a questão em um processo de arbitragem
 
Licitações e suspensões
 
A Linha 4-Amarela terá 11 estações, ao longo de quase 13 km entre a Luz e a Vila Sônia. O contrato para início da 1ª Fase das obras foi assinado em Novembro de 2006. As primeiras estações inauguradas foram Paulista e Faria Lima, em Maio de 2010. A segunda fase de obras teve licitação fechada em 2012 por R$ 1,8 bilhão. Mas, dentro desta etapa, apenas a estação Fradique Coutinho foi aberta, em novembro de 2014.

Depois de ficarem suspensos em 2014, somente os trabalhos nas estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire foram retomados em Abril de 2015, quando o Metrô e a construtora fecharam um acordo. O governo já havia ameaçado romper o contrato por causa de atrasos na obra, mas decidiu pagar mais R$ 20 milhões para o consórcio responsável.

O contrato inicial da linha era de R$ 172 milhões para a construção do Pátio Vila Sônia e das futuras estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire. O consórcio Isolux Corsán-Corviam, responsável pelo trabalho, já havia recebido do Governo Paulista quase R$ 19 milhões em 2014 e mais R$ 20 milhões em 2015. Com os aditivos, o valor inicial subiu para R$ 212 milhões.

Leia a íntegra da nota do consórcio Isolux Corsán-Corviam:
 
Relativamente às obras de estações da Linha 4-Amarela, a Isolux Corsan informa que, há cerca de 15 dias, entregou ao Metrô uma carta em que solicitava a regularização dos aditivos e a entrega de projetos executivos, sem os quais a continuidades das obras tornava-se impossível. Como não houve nenhuma manifestação do Metrô, reforçando as limitações gerenciais daquele órgão, a empresa tomou a decisão de pedir a rescisão do contrato e encaminhar a questão para um processo de arbitragem. Isto também significa que nenhuma multa foi aplicada.

A Isolux Corsan já apresentou ao Metrô um plano de desmobilização das obras e lamenta que o desfecho tenha sido este, mas está convencida que a decisão tomada era a única possível.

Fonte da Notícia & Imagens: G1-SP

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela só serão reiniciadas em 2016

Obras da Futura Estação São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela)
O Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, informou ao portal G1 hoje (18/08/2015), que as obras da Linha 4- Amarela, que foram paralisadas, devem ser retomadas somente em 2016.

“Nós já concluímos toda a auditoria do que foi feito, teve que fazer uma auditoria minuciosa das obras que foram realizadas. Estamos concluindo a valoração, o orçamento e pretendemos entre o final de agosto e começo de setembro entregar todos os itens: os orçamentos, o quantitativo, o edital já em inglês para o Banco Mundial”, afirmou o secretário, que se reuniu com o gerente de projetos do BIRD ontem, 17/08/2015.

Pelissioni disse que o novo edital deve ser entregue em setembro para publicação e as obras devem ser retomadas no início de 2016. O secretário disse ainda que está em conversa com o Banco Mundial para que seja pulada a parte de pré qualificação anterior devido os atrasos.

Estarão no edital a licitação para as obras das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de RMeier

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Obras da Futura Estação Freguesia do Ó (Linha 6-Laranja) começarão amanhã (18/08/2015)

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Mapa da Futura Linha 6-Laranja do Metrô
Um evento que será realizado amanhã (18/08/2015) vai marcar o início da construção da Futura Estação Freguesia do Ó, da linha 6-Laranja, que ligará a Brasilândia à Estação São Joaquim.

De acordo com a Concessionária Move São Paulo, empresa responsável pela construção, operação e manutenção da Linha, as obras deverão ser realizada na Avenida Miguel Conejo, 205 – Freguesia do Ó, na zona norte da cidade. 

A Linha-6 Laranja terá 15,3 km de extensão e 15 estações que irão atender a mais de 633 mil pessoas por dia. Fará conexão com as Linhas 7-Rubi e 8-Diamante da CPTM na Estação Água Branca, com a Linha 4-Amarela na Estação Higienópolis-Mackenzie e com a Linha 1-Azul em São Joaquim.

A previsão é que o trecho entre a Zona Norte e o bairro da Liberdade seja entregue em 2020. Futuramente existem projetos de levar a Linha 6-Laranja rumo a Zona Leste, em direção ao bairro de Cidade Líder, e do lado oposto em direção a Rodovia dos Bandeirantes.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Governo do Estado de São Paulo

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Nova licitação para continuidade das Obras da Linha 4-Amarela esse mês ainda é muito otimista

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou dia 03/08/2015, que o prazo para nova licitação das obras da Linha 4-Amarela do Metrô, previsto pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos para o final deste mês, é "muito otimista". O Governador também disse que vai multar o Consórcio Isolux-Corsán-Corviam por ter deixado quatro estações inacabadas.

Na semana passada, o governo do Estado anunciou o cancelamento do antigo contrato por causa do atraso nas obras. O ramal, que começou a ser construído em 2004 e deve ligar a região central à zona oeste, tinha conclusão prevista para 2014, mas as Estações Higienópolis/Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo/Morumbi e Vila Sônia ainda não foram entregues.

Ao anunciar o fim do acordo com o consórcio responsável pelas obras, o secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, informou que uma nova licitação seria lançada até o final do mês de agosto. Nesta segunda, no entanto, o governador Geraldo Alckmin se mostrou reticente com relação ao prazo. "Seria menos de um mês para relicitar. Vamos tentar. Será relicitado o mais rápido possível", afirmou.

"Infelizmente o Consórcio Isolux-Corsán-Corviam ganhou os dois lotes e só conseguiu entregar uma Estação, que foi a Fradique Coutinho. Uma hora não tinha funcionário e quando tinha funcionário não tinha material de trabalho", disse Alckmin.

Ainda segundo o governador, o Estado propôs às empresas que entregassem apenas as Estações Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, enquanto as outras duas seriam incluídas em nova concorrência. "Perdemos quatro meses e não fizeram nada, então não tem como manter esse contrato." Alckmin também afirmou que vai multar o Consórcio em 10% do valor do contrato por não ter concluído as obras.
 
Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC

Nova licitação para Obras da Linha 4-Amarela sairá em 1 mês

Obras da Futura Estação São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela)
De acordo com artigo publicado pela Folha de São Paulo, os cofres públicos devem sofrer duplo prejuízo com a rescisão do contrato do Metrô com o consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam, que estava a cargo das obras da Linha 4-Amarela.

O primeiro motivo trata-se que o Governo terá que fazer uma nova licitação. Segundo Clodoaldo Pelissioni, secretário estadual dos transportes metropolitanos, afirma que documentos serão enviados na próxima semana ao Banco Mundial, que é o financiador da obra.

Esperamos que entre o final de agosto e o início de setembro consigamos publicar a licitação, para poder retomar as obras [as estações] no início do próximo ano”, diz.

Caso siga este prazo, as estações devem seguir o seguinte cronograma de entrega: Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie e São Paulo-Morumbi para 2017 e Vila Sônia para 2018.

O segundo motivo que trará danos financeiros ao Governo do Estado é o contrato que o Metrô tem com o consórcio ViaQuatro, que opera a linha atualmente, e tem direito de operar o ramal por 30 anos. A empresa diz que tem sido prejudicada financeiramente com os atrasos de entrega de estação e que toda a linha deveria estar pronta em 2010.

Não foram divulgado valores da ação que a ViaQuatro está pedindo ao Governo. Pelissioni diz que o caso está em discussão na Justiça.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem: Metrô

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Atraso na Linha 4-Amarela trará duplo dano financeiro ao Governo Estadual


Obras da Futura Estação São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela)

O rompimento do contrato das obras da Linha 4-Amarela vai provocar um duplo prejuízo financeiro à gestão Alckmin.
O primeiro será devido à nova licitação que será aberta para a conclusão da linha. O secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que documentos serão enviados ao Banco Mundial, que financia a obra, essa semana.

"Esperamos que entre o final de agosto e o início de setembro consigamos publicar a licitação, para poder retomar as obras [as estações] no início do próximo ano", diz.

Assim ficaria mantida a última previsão de conclusão da linha, em 2018. O prazo, porém, depende desse novo plano do governo dar certo, o que inclui concluir em tempo recorde uma licitação para obras deste porte.

O valor do certame ainda não foi calculado, mas o secretário estima que será "elevado". O consórcio Isolux Corsán recebeu R$ 201 milhões dos R$ 559 milhões previstos] , mas o orçamento terá que ser recalculado na nova licitação.

Segundo Pelissioni, além de multar a construtora, o governo também pedirá reparação de danos na Justiça.

Reequilíbrio
O segundo prejuízo do Estado com o novo atraso nas obras virá em processo movido pela concessionária ViaQuatro, responsável por 30 anos pela operação da linha.

A empresa diz ter sido prejudicada pela demanda perdida, pois a linha era para estar pronta desde 2010, transportando um milhão de pessoas por dia. Hoje, com quatro estações em obras e sete em operação, o ramal leva 700 mil passageiros/dia.

A cada atraso no cronograma, cresce a quantia pedida pela concessionária.

Governo e concessionária não revelam os valores discutidos, mas técnicos estimam que a pendência pode atingir dezenas de milhões de reais. Pelissioni diz que o caso está em discussão na Justiça.

Recisão
A gestão Geraldo Alckmin  rescindiu a contratação da obra das novas estações da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo –que deverão sofrer um novo atraso de pelo menos um ano.

O rompimento do contrato foi anunciado com a justificativa de que as empresas do consórcio Isolux Corsán-Corviam, responsável pela construção, não respeitaram prazos, abandonaram os trabalhos, não atenderam normas de qualidade e segurança e deixaram de pagar subcontratadas e fornecedores.

Na assinatura do contrato, em 2006, a previsão do governo tucano era que todas as estações estivessem concluídas até 2010. Agora, a perspectiva mais otimista é 2018.

A linha 4 já opera hoje com sete estações, transporta 700 mil pessoas por dia e é uma das principais da rede, por fazer interligação com outras três do metrô e três de trem.

Nova concorrência será aberta até setembro para selecionar outra empresa que possa concluir as quatro estações pendentes: Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia.

"Não há como esperar mais. O consórcio será duramente penalizado. Todas as multas, punições, inabilitação para participar de licitações", disse Alckmin, ao justificar a rescisão contratual.

O Metrô diz que a decisão foi unilateral e haverá multa de R$ 23 milhões ao consórcio –liderado por uma construtora espanhola que está entre as maiores do mundo.

O consórcio diz que há "limitações gerenciais" no Metrô, que a solicitação de rescisão partiu dele e que cobrará pagamentos não recebidos.

Além das quatro estações pendentes da Linha 4-Amarela, a Corsán era responsável pela Fradique Coutinho, inaugurada em Novembro de 2014.

Essas obras foram iniciadas em Abril de 2012, ao custo total de R$ 559 milhões.

A estação inacabada em estágio mais avançado –com 60% das obras concluídas– é a Higienópolis-Mackenzie, cuja última previsão de abertura era no início de 2016. Agora, ficará para 2017.

O mesmo ocorre com a parada Oscar Freire, que tem 40% das obras realizadas.

As Estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, com obras menos adiantadas, devem ficar prontas no final de 2017 e no início de 2018, respectivamente -caso não haja novos entraves.

A Linha 4-Amarela foi a primeira do Metrô feita por meio de parceria com a iniciativa privada, para agilizar a expansão da rede metroviária paulista.

O Estado pagou a construção e uma concessionária banca trens, equipamentos e a operação. Com a segunda fase completa, ela terá 11 estações e 12,8 km de extensão.

O acidente que abriu uma cratera na estação Pinheiros, em 2007, deixando sete mortos, foi um dos motivos para mudanças nos cronogramas.

Uma linha ligando a Zona Oeste ao centro já constava no primeiro mapa do metrô de São Paulo, em 1968.

O primeiro projeto básico foi consolidado em 1993, e a construção da linha chegou a ser anunciada pelo então Governador Mário Covas (PSDB) em 1995.

Mais atrasos no Metrô
Linha 5-Lilás

Trecho: entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin 
Extensão: 11,5 km
Assinatura: 2010
Previsão inicial de entrega de 11 estações: 2014
Nova previsão: 2018
Atrasos: um dos motivos é porque a Promotoria suspeitou de conluio de empresas

Linha 17-Ouro

Trecho: São Paulo-Morumbi a Congonhas
Extensão: 17,7 km
Assinatura: 2010
Previsão inicial (Copa do Mundo): 2014
Nova previsão: 2017  (três estações até 2016)
Atrasos: problemas com questões ambientais, deterioração de materiais, demora para liberar licença ambiental, desapropriações de solo

Linha 15-Prata

Trajeto: Vila Prudente a Cidade Tiradentes
Extensão: 26,6 km
Assinatura: 2010
Previsão inicial: Final de 2016
Nova previsão: 2018 (três estações até 2016)    

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo
Imagem: RMeier       

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Governador se diz pessimista quanto à nova licitação para continuidade das obras da Linha 4-Amarela saírem ainda este mês

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou ontem (03/08/2015) que crê ser muito otimismo que a nova licitação para a Linha 4-Amarela do Metrô saia ainda este mês. “seria menos de um mês para relicitar. Vamos tentar. Será relicitado o mais rápido possível”, afirmou.

Com relação a multa que deve ser aplicada ao consórcio Isolux-Corsán-Corviam, Alckmin disse que o valor deve ser 10% do valor da obra. “infelizmente o consórcio Isolux-Corsán-Corviam ganhou os dois lotes e só conseguiu entregar uma estação, que foi a Fradique Coutinho. Uma hora não tinha funcionário e quando tinha funcionário não tinha material de trabalho”, emendou.

O Governador lembrou que ainda propos ao consórcio para tocarem as obras de pelo menos Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie e lamenta que se perdeu quatro meses nisso e não houve avanços.

Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

Após rompimento do contrato das obras da Linha 4-Amarela, consórcio critica 'limitações gerenciais' do Metrô de SP

Composições operantes da Linha 4-Amarela
O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam, responsável pela construção de duas das quatro estações que ainda faltam na Linha 4-Amarela do Metrô, na capital paulista, disse que partiu da empresa a decisão de rescindir o contrato com o Metrô e criticou as 'limitações gerenciais' da empresa de transportes.

Segundo o consórcio, a "há cerca de 15 dias, entregou ao Metrô uma carta em que solicitava a regularização dos aditivos e a entrega de projetos executivos, sem os quais a continuidades das obras tornava-se impossível. Como não houve nenhuma manifestação do Metrô, reforçando as limitações gerenciais daquele órgão, a empresa tomou a decisão de pedir a rescisão do contrato e encaminhar a questão para um processo de arbitragem. Isto também significa que nenhuma multa foi aplicada".

O consórcio ainda informou que vai encaminhar a questão em um processo de arbitragem. A empresa diz que já apresentou ao Metrô um plano de desmobilização das obras e lamenta que o desfecho tenha sido este, mas está convencida que a decisão tomada era a única possível.

O Governo de São Paulo decidiu rescindir o contrato com o consórcio responsável pela construção de duas das quatro estações que ainda faltam na Linha 4-Amarela do Metrô, na capital paulista, segundo informou o SPTV. As estações Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie deveriam ser entregues em 2016, mas vão atrasar pelo menos um ano porque será aberta uma nova licitação no segundo semestre deste ano.

O Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou ainda que vai cobrar uma multa, prevista em contrato, de R$ 23 milhões do consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam por causa de abandono da obra, descumprimento de normas de qualidade e segurança, além da ausência de pagamento das empresas subcontratadas.

O que falta

Além das estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire, ainda falta a construção das estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia. Uma licitação também precisou ser aberta para concluir as obras das duas últimas estações porque o consórcio Isolux Córsan-Corviam parou as obras na Linha 4-Amarela.

"Iniciadas as obras no começo do ano [2016], em 12 meses nos vamos entregar Higienópolis, em 15 meses Oscar Freire, 18 meses Morumbi e 24 meses a Vila Sônia", afirmou o secretário estadual de Transportes Metropolitanos.

Licitações e suspensões

A Linha 4-Amarela terá 11 estações, ao longo de quase 13 km entre a Luz e a Vila Sônia. O contrato para início da 1ª Fase das obras foi assinado em Novembro de 2006. As primeiras estações inauguradas foram Paulista e Faria Lima, em Maio de 2010. A 2ª Fase de obras teve licitação fechada em 2012 por R$ 1,8 bilhão. Mas, dentro desta etapa, apenas a Estação Fradique Coutinho foi aberta, em Novembro de 2014.

Depois de ficarem suspensos em 2014, somente os trabalhos nas estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire foram retomados em abril deste ano, quando o Metrô e a construtora fecharam um acordo. O governo já havia ameaçado romper o contrato por causa de atrasos na obra, mas decidiu pagar mais R$ 20 milhões para o consórcio responsável.

O contrato inicial da linha era de R$ 172 milhões para a construção do Pátio Vila Sônia e das futuras estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire. O consórcio Isolux Corsán-Corviam, responsável pelo trabalho, já havia recebido do governo paulista quase R$ 19 milhões no ano passado e mais R$ 20 milhões em 2015. Com os aditivos, o valor inicial subiu para R$ 212 milhões.
 
Fonte da Notícia: G1
Imagem: Mobilize

Com paralisação das obras, Estações Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie serão entregues apenas em 2017

Obras da futura Estação Oscar Freire (Linha 4-Amarela)
As obras das Estações Higienópolis/Mackenzie e Oscar Freire, da Linha 4-Amarela do Metrô, cuja última previsão era que fossem finalizadas em 2016, foram suspensas e o contrato deverá ser rescindido.

Com isso, uma nova licitação precisará ser feita para contratar uma empresa para terminar essas obras. A previsão agora é que ambas fiquem prontas no mínimo em 2017, considerando que as obras sejam retomadas no início do ano que vem.

Segundo o  Secretário Estaduall de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, se as  obras forem iniciadas no começo do ano que vem, em 12 meses deve ser entregue a Higienópolis, em 15 meses a Oscar Freire, 18 meses a Morumbi e em 24 meses a Vila Sônia

Na quinta (30/07/2015), em Brasília, o Governador Geraldo Alckmin disse que já há empresas interessadas em participar do processo.

Queda-de-braço

A rescisão do contrato foi anunciada pela manhã pelo governo estadual como iniciativa sua. À tarde, o consórcio Isolux Corsán-Corviam, que era responsável pela obra, soltou nota dizendo que o cancelamento partira da empresa. À noite, o Metrô emitiu nova nota reafirmando que iniciara a rescisão dos contratos.

Em Fevereiro de 2015, o Metro Jornal havia mostrado que as obras estavam paradas. Em março, após vistoria do Banco Mundial, que financia o empreendimento, ficou acertado que o consórcio terminaria as duas estações. A São Paulo-Morumbi e a Vila Sônia passariam por nova licitação.

O Metrô diz que, em Abril de 2015, os operários da Isolux Corsan-Corviam retornaram aos canteiros, "mas a falta de materiais e equipamentos fez com que os serviços não avançassem e cláusulas contratuais fossem violadas". A companhia alega ter aberto então processo de rescisão unilateral e informa que as multas previstas, somadas, podem chegar a R$ 23 milhões.

De sua parte,  a Isolux  alega ter encaminhado ao Metrô há cerca de 15 dias uma correspondência em que "solicitava a regularização dos aditivos e a entrega de projetos executivos". Diz ter ficado sem resposta do Metrô e, por isso, teria pedido a rescisão do contrato.

O Metrô reafirmou ter sido sua a iniciativa, divulgando carta de 29/07/2015 enviada ao consórcio comunicando o início do processo administrativo.   

Fonte da Notícia: Jornal Metrô

Imagem: O Empreiteiro