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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Em 2017, Metrô terá o menor investimento desde 2012

O Governo do Estado de São Paulo vai investir 14% menos no metrô em 2017 do que era previsto em relação a todo este ano de 2016.
O número faz parte da proposta de orçamento enviada pelo governador Geraldo Alckmin à  Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Em 2016, a previsão orçamentária reservava R$ 3,89 bilhões para o Metrô. Para 2017, esta previsão será de R$ 2,9 bilhões.
A queda de orçamento reflete a crise econômica, diminuição da arrecadação e a redução do ritmo de obras. Será o menor nível de investimento no metrô desde 2011.
Um dos exemplos é a Linha 6-Laranja, que devem atrasar, sendo concluídas apenas em 2018. Prevista para ligar Brasilândia, na zona norte de São Paulo, à Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul do Metrô, em 2016, a Linha 6-Laranja teve previsão orçamentária de R$ 1,2 bilhão. Já para 2017, esta linha terá somente R$ 259 milhões à disposição.  Boa parte das verbas deste ano foi empenhada porque uma das etapas mais caras para a obra, as desapropriações, foi concluída.  Desde o mês passado, entretanto, as intervenções estão paradas porque o consórcio responsável pelo projeto, por meio de uma Parceria Público-Privada, ainda não conseguiu financiamento para dar andamento ao serviços.
Atrasos nas Linhas 4 Amarela, 15-Prata e 17-Ouro também influenciam na execução do Orçamento. As Linhas 15-Prata e 17-Ouro não são de Metrô e sim, de Monotrilho, modal diferente, com menor capacidade, mas têm custo elevado de implantação e que pertencem à Companhia do Metropolitano.
Já para compra de trens novos, a previsão orçamentária do governo Alckmin é de redução de 25%. Os recursos vêm de entidades como o Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento-Bird. Em 2016, o orçamento era de R$ 1,37 bilhão e, para 2017, será de R$ 1,01 bilhão.
Mais investimentos em Modernização
Se o orçamento reserva menos recursos para ampliação das linhas e compra de mais trens em 2017, de acordo com a previsão enviada por Alckmin, a modernização das linhas em operação devem ter mais recursos. As Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, devem receber R$ 210 milhões para obras e outras melhorias –  valor 27% maior que o reservado para 2016.
Fonte da notícia: Diário do Transporte.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Metrô corta investimentos devido à crise econômica.

Um levantamento feito pela “Folha da São Paulo” aponta queda em investimentos na malha metroviária e na operação. O repórter usou como base informações de execução orçamentária, onde é constatada uma redução nos últimos dois anos.
Na comparação entre o 1º Semestre de 2016 e 2014, o jornal da conta de que a redução em investimentos para manter as quatro linhas foi na ordem de 60%. Já na manutenção e modernização de trens e equipamentos, a retração foi 72% e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.
Em tom elevado de critica, o sindicato dos metroviários afirma que “é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas”.
Já a companhia contesta os dados apresentados pela Folha de São Paulo. “As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal”, diz o Metrô.
O Metrô também cita feitos como a modernização de composições, onde 80 das 98 já foram entregues, reforma de freios e estações. Diz também que crise econômica impactou na expansão da malha, e que foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas, no que diz respeito a ampliação da malha.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Metrô corta investimentos em obras e operação devido a crise econômica

Um levantamento feito pelo jornal “Folha de São Paulo” mostra queda em investimentos na expansão da malha metroviária e na operação. A publicação usou como base informações de execução orçamentária, onde é constatada uma redução nos últimos dois anos.

Na comparação entre o 1º Semestre de 2016 e 2014, o jornal da conta de que a redução em investimentos para manter as quatro linhas foi na ordem de 60%. Já na manutenção e modernização de trens e equipamentos, a retração foi 72% e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.

Em tom elevado de critica, o sindicato dos metroviários afirma que “é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas”.

Já o Metrô contesta os dados apresentados pela Folha de São Paulo. “As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal”, diz o Metrô.

O Metrô também cita feitos como a modernização de composições, onde 80 das 98 já foram entregues, reforma de freios e estações. Diz também que crise econômica impactou na expansão da malha, e que foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas, no que diz respeito a ampliação da malha.

Um outro levantamento do site “Fiquem Sabendo” apontou que a quantidade de panes notáveis no sistema metroviário de São Paulo cresceu 27% no período entre 2011 e 2015.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Metrô sofre cortes drásticos de investimentos em obras e operação devido à crise econômica

Pressionado pela crise financeira, pela redução no número de passageiros pagantes e pelo aumento no total de beneficiários de gratuidades, o Metrô de São Paulo teve uma queda drástica em seus investimentos no primeiro semestre deste ano.
Levantamento baseado em informações de execução orçamentária da própria companhia aponta redução nos últimos dois anos no dinheiro desembolsado tanto para expandir como para manter linhas, trens e estações.
Em relação ao 1º Semestre de 2014, a queda foi de 60% nos recursos com operação das quatro linhas que administra, de 72% nos investimentos em manutenção e modernização de trens e equipamentos e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.
Se dedicou R$ 54 milhões à operação no primeiro semestre de 2014, incluindo verbas de manutenção e administração das linhas; nos primeiros seis meses de 2016, foram somente R$ 22 milhões.
No quesito melhorias da infraestrutura das linhas e qualidade dos trens, os gastos caíram de R$ 192 milhões para R$ 55 milhões nesse período.
O Governo Geraldo Alckmin atribui a diferença a fatores diversos –além da crise econômica, cita que parte das melhorias foi feita antes e que trabalha com cronograma de gastos do ano inteiro, e não apenas de um semestre.
Para os 4,7 milhões de passageiros do metrô, no entanto, existem indícios de impacto na qualidade dos serviços e atrasos em obras.
Como revelou a Folha, a companhia tinha 14 trens a menos disponíveis para operação em janeiro deste ano do que há cinco anos atrás.
Além disso, pelo menos cinco trens da empresa foram retirados de operação neste ano para servir de estoque de peças de reposição para outras composições —mais um sinal de que a manutenção estava em nível insuficiente.
Funcionários também afirmam que cada vez mais faltam peças para reposição. Com menos trens à disposição, mais lotados ficam os vagões, especialmente nos horários de pico, e maiores são os intervalos entre as viagens.
Os usuários precisam esperar mais neste ano do que em 2010 nas duas linhas mais utilizadas do sistema: a 1-Azul (onde a demora média foi de 122 para 129 segundos) e a 3-Vermelha (onde ela subiu de 112 para 128 segundos).
Freio na expansão
Além da queda nos gastos com operação e modernização, o Metrô colocou um freio nos investimentos dedicados ao seu plano de expansão.
Considerando apenas a expansão das Linhas 5-Lilás e 15-Prata e a construção do monotrilho da Linha 17-Ouro, os recursos investidos diminuíram de R$ 1,4 bilhão nos primeiros seis meses de 2014 para R$ 940 milhões em igual período deste ano. A maior redução ocorreu na Linha 17-Ouro, com queda de 76%: de R$ 236 milhões para R$ 58 milhões. Essas obras estão atrasadas e tiveram seus prazos postergados pela gestão Alckmin.
Diferentemente do que ocorreu em 2014 e 2015, o Metrô não desembolsou em 2016 nem um centavo na extensão da Linha 2-Verde ou em novos projetos de expansão.
Na Linha 4-Amarela, o ritmo de gastos também diminuiu, mas porque a empresa escolhida pelo governo rompeu o contrato, e houve necessidade de promover nova licitação, o que levou a uma longa paralisação nas obras.
O Sindicato dos Metroviários afirma que a redução nos investimentos "é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas". O Metrô planeja seis de suas nove linhas, a maioria em obras, sob gestão privada.
Outro lado
O Metrô cita vários fatores para a diminuição de gastos no primeiro semestre de 2016. Afirma que a crise econômica impactou na expansão da malha, que também foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas.
A companhia, da gestão Alckmin, diz ainda que considera as verbas de um ano fiscal completo, e não apenas de seis meses. Sobre manutenção e modernização, declara que já entregou diversas melhorias em anos anteriores.
"As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal", defende a empresa.
Segundo o Metrô, os recursos podem ser maiores ou menores de acordo com a etapa de execução das obras ou entrega de trens e serviços. Como exemplo, cita a expansão da Linha 5-Lilás, que já tem 100% dos 11,5 km de túneis escavados. Agora, "os serviços estão concentrados no acabamento das vias e das estações –o que implica num investimento muito menor".
Sobre os investimentos em modernização, a companhia diz que "a quantidade de recursos para a rubrica 'recapacitação e modernização das linhas' acompanha os grandes investimentos feitos nos últimos anos".
A empresa afirma que 80 das 98 composições contratadas já foram entregues e cita a implantação de sistema de freios ABS nos trens das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, além da revitalização de 21 estações.
Sobre a redução nos gastos com a expansão da malha, a companhia declara que "o governo do Estado mantém investimentos essenciais para a mobilidade urbana na capital, mesmo com alta da inflação e dos juros, queda do PIB e diminuição da arrecadação do ICMS, reflexos da crise econômica do país".
Por fim, o Metrô diz que a redução dos recursos para obras de expansão da Linha 4-Amarela e de construção da Linha 17-Ouro está relacionada ao abandono dos trabalhos pelas empresas.
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária/Folha de São Paulo 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Com queda de investimentos, Governo sugere que Metrô busque receitas próprias

Estação Tamanduateí (Linha 2-Verde)
Se a crise econômica, que teve início na crise fiscal, afeta o desempenho da Prefeitura de São Paulo para a expansão da malha de corredores de ônibus, o mesmo fator interfere na arrecadação do Governo Estadual e, como consequência, no ritmo de obras de ampliação da malha de Metrô e para os três Monotrilhos.

Na LDO referente a 2017, enviada pela gestão de Geraldo Alckmin para a Assembleia Legislativa, o Governo do Estado de São Paulo prevê uma queda de arrecadação na ordem de R$ 16,5 bilhões.

A receita para 2017 será de R$ 193,5 bilhões. Para este ano, já com a correção da inflação, a receita prevista é de R$ 210 bilhões.

As previsões de despesas, como consequência, também tiveram queda.

Mantendo o ritmo de investimento para este ano, a gestão Alckmin deve aplicar R$ 205,6 bilhões. Já para 2017, a previsão é de R$ 191,7 bilhões.

Poderes relacionados ou indiretos à administração, mas que dependem de verbas estaduais, terão autonomia para cortar gastos por conta própria. Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Defensoria do Estado e Ministério Público do Estado de São Paulo podem publicar atos estabelecendo o total de verbas a serem contingenciadas caso haja necessidade ao longo de 2017.

Outra novidade no documento é que empresas e autarquias com participação do Estado, como o Metrô e a Sabesp, deverão buscar receitas próprias e outras alternativas para expansão das atividades. Esta previsão não constava nas últimas edições da LDO.

Assim, por exemplo, o metrô deverá buscar mais alternativas de receita.

Na proposta, o Governo do Estado colocou estimativas de avanço de obras e modernizações em diversas áreas.  Para transporte e mobilidade as principais previsões são:

– Linha 4-Amarela : avanço de 25% nas obras
– Linha 17-Ouro:  avanço de 20% nas obras linha
– Linha 15-Prata: avanço de 14% nas obras
– Linha 18-Bronze: sem previsão
– Construção da Rodovia do Contorno da Tamoios Litoral Norte: avanço de 30% nas obras
– Trecho Norte do Rodoanel: avanço de 27,5% nas obras
– Modernização de barcos de travessias litorâneas: 10% de renovação de frota 

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Galeria da Arquitetura

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

BOMBA! Obras de expansão da Linha 2-Verde são canceladas até 2017

Mapa de expansão da Linha 2-Verde até Guarulhos
 
O Governo Estadual suspendeu pelo período de um ano o início das obras para expansão da Linha 2-Verde até Guarulhos. Atualmente, a linha vai da Estação Vila Madalena, na Zona Oeste de São Paulo, até a Vila Prudente, na Zona Leste.


A suspensão do contrato foi oficializada no Diário Oficial do estado no dia 31/12/2015. Segundo o texto, a suspensão ocorre desde o dia 01/01 até o dia 21/12/2016. O governo alegou que a suspensão ocorreu devido ao ajuste fiscal da União e que irá priorizar as obras em andamento

O Metrô de São Paulo conseguiu em 2012 a licença ambiental da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente para prosseguir com as obras de expansão da Linha-2 Verde. No entanto, a emissão da ordem de serviço para o início das obras era adiada desde setembro de 2014, data em que o governo terminou a licitação do projeto e assinou contrato com oito consórcios para executar da obra em lotes. O início das obras estava previsto para o ano passado.

A Linha 2-Verde terá 14,4 km de extensão e contará com 13 estações: Orfanato, Água Rasa, Anália Franco, Vila Formosa, Guilherme Giorgi, Nova Manchester, Aricanduva, Penha, Penha de França, Tiquatira, Paulo Freire, Ponte Grande e Dutra, essas duas últimas estações estão localizadas em Guarulhos.

Com a linha completa em operação, de Vila Madalena até Guarulhos, a estimativa é que mais de 1,7 milhão de passageiros serão transportados diariamente pela Linha 2-Verde.

Desde que o Governador Geraldo Alckmin foi reeleito em 2014, quatro linhas de transportes foram suspensas antes do início das obras. Além da extensão da Linha 2- Verde, foram suspensas as obras no monotrilho da linha 15- Prata, que iria de São Mateus até a Cidade Tiradentes na Zona Leste, a Linha 17-Ouro na ligação entre o Morumbi até Jabaquara na Zona Sul, e a Linha 18-Bronze do Monotrilho que ia ligar a capital paulista até a região do ABC.

Nota Metrô
 
"Em decorrência da não liberação de limite pela União durante o Plano de Ajuste Fiscal, no segundo semestre de 2015, de um financiamento de R$ 2,5 bilhões via BNDES previstos para a extensão da Linha 2- Verde, os oito contratos da obra foram suspensos até dezembro de 2016. Priorizando a conclusão de empreendimentos já iniciados, o Governo do Estado decidiu realocar os recursos de outro financiamento do BNDES destinado à Linha 2-Verde (R$ 1,5 bilhão) para a conclusão de duas obras já em andamento: R$ 760 milhões para a Linha 5-Lilás e R$ 740 milhões para a Linha 6-Laranja. A medida foi aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo em Dezembro de 2015", afirmou a Secretaria de Transportes Metropolitanos, em nota.


Fonte da Notícia: G1-SP 
Créditos do Mapa Reservados ao Autor

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Metrô terá recuo de investimentos em 2016

O Governo do Estado de São Paulo enviou a Assembleia Legislativa a proposta de Orçamento do Estado para 2016. Segundo projeções feitas pelo jornal “O Estado de São Paulo”, comparando com 2015, o valor destinado para a ampliação do Metrô seria 28% menor já considerado a inflação do perído, representando corte de R$ 1 bilhão em investimentos.

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos não concorda com o percentual apontada pela reportagem, mas diz que somando com os investimentos feitos pela própria secretaria no metrô admite uma queda, que seria de 5%, sem contar a inflação.

O Metrô lembra que desde 2010 já inaugurou 16km de extensão da rede e 13 novas estações. E que neste período houve um aumento de 1 milhão de passageiros.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus