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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Portas-plataforma da Estação Vila Matilde começam a funcionar em horário integral

Portas-plataforma da Estação Vila Matilde funcionando normalmente
As portas de plataformas da Estação Vila Matilde, na Linha 3-Vermelha iniciaram o funcionamento em horário integral. A informação foi confirmada pela diretoria da companhia em reunião com blogueiros e atuantes nas redes sociais na noite de ontem (05/04/2016)

Os equipamentos foram instalados a partir de 2010, mas uma das fornecedoras, (a Trends) apresentou problemas financeiros, fazendo com que as obras fossem paralisadas no início de 2011. Eram previstos inicialmente que outras 12 estações teriam os equipamentos que dão mais segurança aos usuários, entre elas Artur Alvim, Penha, Carrão, Tatuapé, Belém, Bresser-Mooca, Brás, Sé, Anhangabaú, República e Marechal Deodoro.

Posteriormente, o Metrô rescindiu o contrato com as empresas que estão prestando o serviço: “Após a finalização da instalação das portas em Vila Matilde, o Metrô iniciará processo de rescisão do contrato (que prevê a instalação em outras 12 estações), já que ficou comprovada, pela experiência em Vila Matilde, a falta de capacidade da empresa em executá-lo.” – disse a nota do Metrô em 2014.

A partir de então, a empresa coreana Poscon assumiu o projeto contratado e retomou os trabalhos de instalação das portas em Junho de 2012.

Frota G

Outra informação que diz respeito a operação da Linha 3-Vermelha, são os trens da Frota G, originalmente adquiridos para rodarem na Linha 2-Verde. Até o momento, cinco composições operam na antiga linha leste-oeste, e até o final de 2016, todos os 16 trens devem ser trazidos ao Pátio Itaquera para prestar serviço na linha mais carregada do sistema metroviário.

De acordo com a diretoria da empresa, a medida ajuda na operação, uma vez que estes trens possuem portas mais largas. Recentemente também foram habilitadas os anúncios automáticos nestas composições, que estão em implantação.

Esta troca de frotas está sendo possível com a entrada de trens modernizados em operação na Linha 2-Verde, configurados com o sistema CBTC, presente na ligação entre os Terminais Vila Madalena e Vila Prudente.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Reproduzida do YouTube

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Portas-Plataforma da Estação Vila Matilde completam 5 anos de instalação e ainda não funcionam

Portas de segurança da estação Vila Matilde do Metrô, instaladas há 5 anos, ficam constantemente abertas. (Foto: Ana Leonardi/G1)
Portas-Plataforma da Estação Vila Matilde ainda não funcionam
As portas automáticas na Estação Vila Matilde, da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, completaram cinco anos sem que o sistema de proteção tenha sido, de fato, colocado em uso regular. O processo de implantação começou em 2010 com o objetivo de diminuir o número de acidentes e suicídios no Metrô.
As portas só deveriam se abrir no momento em que o trem fica emparelhado à estação. Mas, na Estação Vila Matilde, elas ficam constantemente abertas. O Metrô informou ao G1 que rompeu o contrato com a empresa responsável (que previa a instalação em outras 12 estações).

"Ficou comprovada, pela experiência em Vila Matilde, a falta de capacidade de uma das empresas contratadas em executá-lo", afirma o Metrô em nota.

O valor total do contrato era de R$ 71.447.002,16 e, segundo o Metrô, foram pagos somente R$ 8,5 milhões, "correspondentes aos serviços efetivamente prestados."

Por causa do atraso, a empresa chegou a ser multada em 10% do valor do contrato (R$ 7,1 milhões). Os problemas na contratação são alvos de investigação do Ministério Público desde 2013.

De acordo com o Metrô, o consórcio contratado para executar os serviços era formado pelas empresas Poscon (coreana) e Trends (brasileira). "Esta última apresentou problemas de ordem financeira, levando à paralisação temporária dos serviços no início de 2011. Atualmente são feitos testes destes equipamentos aos domingos", afirma o Metrô.

Passageiros que passam diariamente pela estação afirmam que viram o sistema ativo em poucas situações. O usuário Mauro Silva, de 58 anos, embarca em Vila Matilde de segunda à sexta, e nunca viu as portas funcionarem. 

Guilherme Veiga Rossi, de 18 anos, conta também que algumas vezes não conseguiu descer na estação. O trem não parou com as portas paralelas às portas da plataforma, e os usuários não conseguiram sair. Tiveram que esperar a próxima parada e voltar uma estação.

Instalação caótica
 
Durante o período de implantação das portas, os trens circulavam nos dois sentidos por uma única via entre as Estações Penha e Guilhermina-Esperança das 22h do sábado até o final da operação de domingo. Durante esse tempo, os passageiros do Metrô precisavam trocar duas vezes de composição no trecho.

A usuária Marcela Marques de Lima mora próxima à estação e relembra a instalação como um período caótico. “E hoje em dia eu não vejo funcionar com frequência. É dinheiro jogado no lixo”, diz.

Vila Matilde foi a primeira de outras 12 estações da Linha 3-Vermelha que deveriam receber as portas de segurança. Mas, depois dessa primeira etapa do projeto, o contrato foi rescindido.

O sistema de portas de segurança funciona hoje em toda a Linha 4-Amarela; nas estações Sacomã, Tamanduateí e Terminal Vila Prudente, as mais recentes da Linha 2-Verde; na Linha 5-Lilas na Estação Adolfo Pinheiro e na Linha 15-Prata nas estações Terminal Vila Prudente e Oratório.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Ana Leonardi

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Portas Plataformas da Estação Vila Matilde começam a funcionar em Testes

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Portas Plataforma da Estação Vila Matilde (Linha 3-Vermelha) em funcionamento
Neste final de semana o Metrô testou por algumas horas na Estação Vila Matilde da Linha 3-Vermelha, as Portas de Plataforma. A previsão é que até o final deste mês o equipamento esteja funcionando em todo o horário,  sete dias por semana.

Por hora,  apenas está estação terá o equipamento,  conforme informou nota do Metrô

 “Após a finalização da instalação das portas em Vila Matilde, o Metrô iniciará processo de rescisão do contrato (que prevê a instalação em outras 12 estações), já que ficou comprovada, pela experiência em Vila Matilde, a falta de capacidade da empresa em executá-lo.” – diz a nota.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Usuários Metrô SP

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Metrô desiste de instalar Portas Plataformas nas estações da Linha 3-Vermelha

Portas Plataformas na Estação Vila Matilde foram instaladas em 2010 e ainda não funcionam
Instaladas há quatro anos, as portas de plataforma da Estação Vila Matilde, na superlotada Linha 3-Vermelha do Metrô, nunca funcionaram. Agora, a empresa, que é controlada pelo Governo do Estado, promete finalmente entregá-las à operação, em setembro.

Entretanto, outras 12 paradas que receberiam o equipamento - feito para impedir a queda de pessoas e objetos nos trilhos - deixarão de receber o mecanismo, pois o contrato com o consórcio responsável será rescindido.

A decisão foi anunciada por meio de nota do Metrô de São Paulo. De acordo com a companhia, o cancelamento ocorrerá porque faltou "capacidade" às empresas envolvidas no projeto. Dessa forma, estações movimentadas como República e Sé, previstas para ganhar as barreiras de vidro, ficarão sem elas. "O consórcio contratado para executar os serviços era formado por duas empresas: uma coreana (Poscon) e outra brasileira (Trends), que apresentou problemas de ordem financeira, levando à paralisação dos serviços no início de 2011", divulgou a companhia. A empresa estrangeira assumiu sozinha a instalação das defensas na sequência, tendo retomado o serviço em 2012.

Segundo o Metrô, no entanto, houve atraso, o que levou à aplicação de uma multa de cerca de R$ 7 milhões, correspondente a 10% do valor total do pacote contratado de portas de plataformas nas estações antigas. O Ministério Público Estadual chegou a abrir um inquérito no ano passado para investigar a instalação. Havia suspeita de improbidade administrativa.

Atualmente, apenas três estações da Linha 2-Verde, como a Terminal Vila Prudente, e as seis paradas já entregues da Linha 4-Amarela, entre as quais a Paulista e a Butantã, têm o dispositivo. A adoção das portas de plataforma, conforme especialistas, minimizaria atrasos e falhas. Hoje, com a superlotação, muitos passageiros seguram as portas comuns, por exemplo, e causam atrasos.

Gasto. A estudante Raquel Marinovic, de 18 anos, às vezes pega o trem na Estação Vila Matilde. Em sua opinião, até agora, o dinheiro público foi gasto à toa com a colocação das portas na parada. "Isso aqui fica lotado de manhã cedo, com muito empurra-empurra, chega a ser perigoso e elas poderiam ajudar."

Já a esteticista Dariane Simas, de 26 anos, conta que já viu uma bolsa cair nos trilhos, durante um horário de pico. "Tinham de instalar esses equipamentos em todas as estações."

Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo
Imagem de Ricardo Guiamarães

terça-feira, 25 de março de 2014

Portas- Plataforma da Estação Vila Matilde: A novela que nunca termina...

Portas Plataforma da Estação Vila Matilde
O Governo de São Paulo convive há quase quatro anos com uma prova irrefutável da incompetência administrativa na manutenção do Metrô. Quem passa diariamente pela estação Vila Matilde, da Linha 3-Vermelha, se depara com uma série de portas automatizadas para evitar quedas na linha férrea que servem apenas como uma “decoração”.

Na última semana, passei mais uma vez por esta estação e é triste ver todo aquele dinheiro gasto em algo que não serve para nada. A estação da Vila Matilde foi a primeira a ser contemplada pelas novas portas na Linha-3, ainda em 2010. O projeto previa a adoção da tecnologia em outras estações na zona leste e isso, como bem sabemos, nunca aconteceu.

A falta de uso das portas automáticas virou alvo de investigação do Ministério Público, que apura, desde o ano passado, suspeitas de “prejuízo ao erário e atos de improbidade administrativa” na compra dos equipamentos. Não é preciso ser muito inteligente para perceber que houve um grande erro no processo de contratação desse serviço.

Portas semelhantes já funcionam, há algum tempo, nas linhas 4-Amarela e 2-Verde, que operam nas regiões mais nobres da cidade, longe da periferia e da sempre esquecida zona leste. 

Nesta semana, questionei mais uma vez o Metrô sobre o motivo de tal incoerência na estação Vila Matilde e a resposta enviada pela empresa foi vaga, demonstrando que o problema deverá persistir por um bom tempo.

“As portas de plataforma já instaladas na Estação Vila Matilde fazem parte de um plano para a implantação do equipamento nas estações de linhas mais antigas do Metrô. O consórcio vencedor da licitação, contudo, não tem cumprido o cronograma de implantação e foi multado”, disse o Metrô.
 
Segundo reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo no ano passado, o TCE disse que a proposta original previa 48 portas (em 18 estações) por R$ 72,5 milhões, mas essa quantidade foi modificada para 24 e o valor se manteve o mesmo.

O processo de licitação contou com a participação de apenas um consórcio, formado pelas empresas Trends Engenharia, de ex-funcionários do Metrô, e pela fabricante sul-coreana Poscon.

Segundo declaração dada ao jornal pelo Metrô em setembro do ano passado, a previsão era de que as portas automáticas começassem a funcionar até o final do ano passado. Pelo visto, esta será mais uma vergonha pela qual vamos passar no ano da Copa do Mundo, justamente na principal linha que liga a região central à Arena Corinthians, palco da abertura do Mundial no dia 12 de junho.

E ainda teve governante dizendo que seria possível a construção de uma linha para o trem bala até o Rio de Janeiro. Alguém realmente acreditou nisso?
 
Fonte da Notícia: Portal Terra/Folha de SP
Imagem: Via Trólebus

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A questão das portas-plataforma da Estação Vila Matilde


Portas Plataforma na Estação Vila Matilde
Instaladas há três anos e ainda sem uso, as portas de vidro que deveriam aumentar a segurança dos passageiros na estação Vila Matilde da linha 3-vermelha do metrô, a mais superlotada da rede, viraram alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo.

A Promotoria abriu inquérito no mês passado para apurar suspeitas de "prejuízo ao erário e atos de improbidade administrativa" na compra dos equipamentos, que estão sem função desde 2010.

As portas instaladas na estação deveriam impedir a queda de passageiros e objetos nos trilhos, evitar acidentes e ajudar no embarque.

Mas só as molduras foram instaladas, deixando buracos abertos na plataforma.

Esses equipamentos existem nos metrôs de Paris e Seul, por exemplo, além da linha 4-amarela e parte da linha 2-verde em São Paulo.

A investigação da Promotoria foi aberta com base em processo do Tribunal de Contas do Estado para apurar os valores do contrato e os motivos de a instalação das portas não ter sido concluída.
O TCE diz que a proposta original previa 48 portas (em 18 estações) por R$ 72,5 milhões. Em seguida, a quantidade de portas exigida baixou para 24, mas praticamente sem mudança no preço.

A licitação teve como participante só um consórcio --formado pelas empresas Trends Engenharia, de ex-funcionários do Metrô, e pela fabricante sul-coreana Poscon.

O contrato foi assinado em abril de 2009 por R$ 71,4 milhões.

O mesmo inquérito, sob responsabilidade do promotor Saad Mazloum, investiga o contrato assinado com a Alstom em 2008 para a implantação do CBTC, sistema de sinalização mais moderno, em três linhas.

Atraso

A Vila Matilde seria a primeira de 12 estações da linha 3 que receberiam as portas de plataforma.
A previsão era que elas começasse a funcionar em junho de 2010, mas, segundo o Metrô, a Trends teve problemas financeiros e paralisou o serviço no início de 2011.
A instalação foi retomada, mas, agora, há outro problema: como são seis modelos de trens circulando na linha, as portas das composições mais antigas não se encaixam nas molduras.
Funcionários ouvidos pela Folha afirmam, por exemplo, haver risco de um cego bater no vidro ao sair do trem.
O Metrô diz que todos os equipamentos já foram instalados e que agora realiza testes e ajustes para cada modelo. "Após o início da operação do dispositivo na Vila Matilde, até o final deste ano, o sistema será avaliado antes de ser expandido para as demais estações."
O bancário Alexandre Nacif, 40, mora na Vila Matilde e pega o metrô todos os dias. "Nunca vi funcionar. Seria uma boa para evitar que as pessoas caiam na linha", diz.
Ele conta já ter chegado atrasado no trabalho, na avenida Paulista, por conta da lentidão causada por "usuário na via".

Outro Lado

O Metrô diz que a licitação inicialmente previa as portas em três linhas, mas não teve propostas e por isso foi reformulada. "Foi identificada a necessidade de se publicar uma reti-ratificação do edital, adequando a contratação às condições encontradas no mercado e priorizando somente a linha 3-vermelha", afirma.
Além de reduzir a exigência de 24 para 12 portas, o novo edital incluiu serviços de adaptação das plataformas e a previsão de que 80% dos trabalhos fossem realizados à noite.
A companhia diz estar prestando todos os esclarecimentos solicitados e que pagou ao consórcio vencedor "apenas pelo que de fato foi executado". Foram R$ 11,8 milhões pelos serviços em Vila Matilde.
Segundo o Metrô, devido ao atraso no cronograma foi aplicada "a multa máxima prevista em contrato, de aproximadamente R$ 7 milhões".
Após a paralisação do serviço, o Metrô diz ter negociado diretamente com a Poscon, que retomou os serviços em junho de 2012.
Em seu pedido de recuperação judicial, a Trends afirma que entre os motivos que a levaram a quebrar estão as dívidas contraídas para a instalação das portas.
A empresa diz que teve que arcar com todos os custos de importação e instalação e que precisou fazer empréstimos, pois a diferença entre seus pagamentos à parceira coreana e os repasses do Metrô chegava a 11 meses.
"Boa parte da eventual margem de lucro do contrato foi corroída pelos serviços da dívida junto aos bancos", afirma.
Outra dificuldade foi a instalação das portas apenas de madrugada, exigência que deixava o período de trabalho reduzido a duas horas diárias.


Fonte da Notícia:

A VELHA SENHORA. DE SEGUNDA A SEXTA AS 19:00 NO BLOG JORNAL DA CPTM. www.jornaldacptm.blogspot.com.br E TAMBÉM NO NOSSO FACEBOOK
O BLOG JORNAL DO METRÔ ESTÁ DE CARA NOVA. CONFIRA www.jornaldometro.blogspot.com.br