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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Metrô assina contrato para conclusão de obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô de São Paulo assinou contrato com o consórcio TC-Linha, formado pelas empresas Tiisa S/A, Comsa S/A no prazo de 47 meses para finalizar as obras na Linha 4-Amarela, paradas desde 2015.

As construções devem finalizar as Estações Higinopolis-Mackenzie, a próxima a ser inaugura, Oscar Freire na sequencia, São Paulo-Morumbi, e por fim Vila Sônia, prevista para ser entregue em 2019, ou seja, 15 anos após o início das obras da linha, que focaram na primeira fase. Em Vila Sônia deve ser erguido também um terminal de ônibus para atender linhas municipais e metropolitanas.

A estação mais adiantada é a Higienópolis Mackenzie, com cerca de 60% dos trabalhos feitos, e que futuramente fará conexão com a Linha 6-Laranja, em meados de 2020. Já a parada Oscar Freire tem 40% dos trabalhos feitos. Uma nova conexão também é prevista em São Paulo-Morumbi, com a Linha 17-Ouro, no entanto as obras de extensão do monotrilho ainda não foram licitadas.

Com a conclusão, são previstos mais usuários para a Linha 4-Amarela, onde a demanda diária atual de 700 mil deve saltar para 981 mil passageiros.

O Governo de São Paulo ainda tem planos de uma 3ª Fase, rumo a Taboão da Serra, com duas estações novas, uma na divisa entre os municípios e outra no Jardim Jussara.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vencedor da licitação para obras da Linha 4-Amarela deve sair ainda no 1º Semestre de 2016

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O Metrô recebeu ao todo 10 propostas de empresas interessadas em tocar a conclusão da 2ª Fase na Linha 4-Amarela. A expectativa é que após a análise dos documentos, o vencedor seja conhecido ainda no primeiro semestre.

As obras são de conclusão das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. Sobre prazos, os contratos preveem o seguinte cronograma após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a estação Vila Sônia.

As construções desta fase tiveram início em 2012, mas em 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o contrato com o consórcio Corsán-Corviam.

A Linha 4-Amarela deve operar de maneira completa, da Luz à Vila Sônia, em 2019, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente a ligação metroviária atende a Luz ao Butantã.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Último Segundo

domingo, 10 de abril de 2016

Metrô recebe propostas para dar continuidade às obras da Linha 4-Amarela

Interior de composição da Linha 4-Amarela
O Metrô de São Paulo recebeu nesta quarta-feira (06/04/2016) dez propostas dos consórcios interessados em executar as obras civis da 2ª Fase da Linha 4-Amarela. As propostas passarão pela análise da comissão de licitação do Metrô. A empresa espera definir o vencedor e publicar a decisão no Diário Oficial ainda no 1º Semestre de 2016.

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo liberou no final de Março de 2016 a licitação da conclusão da Linha 4-Amarela. O certame estava suspenso desde o dia 17/03/2016, após o tribunal receber manifestações apontando possíveis erros no edital. A sessão de recebimento de abertura das propostas chegou a ser suspensa. Nesta quarta, as manifestações feitas por uma empresa e um advogado foram julgadas improcedentes

As obras da segunda fase da Linha 4-Amarela começaram em 2012 e os contratos foram assinados no fim de 2011 com o consórcio Corsán-Corviam. Em Julho de 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o acordo, pelo não cumprimento por parte da construtora.

O serviço licitado agora compreende a continuidade das obras civis das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. O contrato a ser assinado prevê os seguintes prazos para término dos trabalhos, após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a Estação Terminal Vila Sônia.

Apresentaram propostas as seguintes empresas:

Salini Impregilo S.P.A. - R$ 1.076.595.699,48

Consorcio Linha 4-Amarela fase 2 (Construtora Norberto Odebrecht S.A. e Odebrecht Engenharia e Construção Internacional S.A.) - R$ 874.077.044,18

Consorcio Carioca/Ferrovial (Carioca Christiani-Nielse Engenharia S/A e Ferrovial Agroman S/A) - R$ 863.920.354,06

Construtora e Comércio Camargo Correa S.A. - R$ 1.009.469.498,47
Consórcio TC-Linha 4-Amarela (TIISA-Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A) - R$ 858.734.546,73

Consórcio Ferreira Guedes-Acciona-L4 (Construtora Ferreira Guedes S.A. e Acciona Infraestructuras S.A.) - R$ 988.102.070,42

Composição da Linha 4-Amarela
Consorcio Construcap-Copasa-Assignia Linha 4-Amarela Fase 2 (Construcap-CCPS Engenharia e Comércio S.A., Sociedad Anonima de Obras y Servicios Copasa e Assignia Infraestructuras S.A.) - R$ 849.900.000,00

Construtora Queiroz Galvão S.A. - R$ 939.570.541,21

Consorcio Nova Linha 4 (Andrade Gutierrez Engenharia S.A. e Andrade Gutierrez Europa Africa e Asia S.A.) - R$ 933.755.480,81

Power Construction Corporation of China LTD - R$ 1.328.617.218,31

A linha opera agora com 9 km e 7 estações, de Luz a Butantã. Quando completa, vai operar de Luz à Vila Sônia, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas.

As obras são orçadas em R$ 1,3 bilhão e têm financiamento do Banco Mundial.

A expectativa da Secretaria dos Transportes Metropolitanos é entregar as estações  Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire em 2017, três anos após a primeira estimativa feita pelo Metrô para a conclusão das obras: 2014. Já as estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia deverão ser entregues em 2018.

Contrato rompido
 
O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam era responsável por concluir a Linha 4-Amarela do Metrô, mas que teve o contrato quebrado pelo Metrô após as obras serem paralisadas. A rescisão do contrato foi anunciada pelo Governador Geraldo Alckmin em Fevereiro de 2015, mas ocorreu apenas em Julho.

O Metrô rompeu os contratos de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais. Já o consórcio Isolux Corsán-Corvian disse que as empresas contratadas pelo Metrô atrasaram a entrega dos projetos e isso aumentou o prazo da obra em 50%. “A Isolux está segura de que cumpriu todas as suas obrigações e que a inviabilidade do contrato não pode ser atribuída a qualquer falha ou quebra de contrato por sua parte”, disse
.
O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as Estações Terminal Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue.

A nova licitação prevê o pagamento de R$ 1,3 bilhão à empresa vencedora da licitação porque parte da obra, como as escavações das estações, já está concluída. O Metrô fez um levantamento do que está pronto e calculou o que era necessário para concluir a linha.
 
Fonte da Notícia: G1-SP 
Imagem 1: Créditos Reservados ao Autor
Imagem 2: O Estado de São Paulo

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Metrô recebe 10 propostas para prosseguir com obras da Linha 4-Amarela

Estação da Luz (Linha 4-Amarela)
O Metrô de São Paulo informou agora há pouco que recebeu ontem (06/04/2016), dez propostas na licitação para conclusão da Linha 4-Amarela.

As obras que deveriam ter sido concluídas pelo Consórcio Isolux-Corsán-Corviam em 2014, estão agora orçadas em R$ 1,3 bilhão e devem ser finalizadas somente em 2019.

As intervenções compreendem a construção das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, o Terminal de Ônibus na Vila Sônia, o pátio para trens também na Vila Sônia um túnel de dois quilômetros para fazer uma ligação para este pátio.

O critério principal é o menor preço.

Os valores, propostas, consórcios e empresas apresentados ontem (06/04/2016) são:
  • Salini Impregilo S.P.A. – R$ 1.076.595.699,48
  • Consorcio Linha 4 Amarela fase 2 (Construtora Norberto Odebrecht S.A. e Odebrecht Engenharia e Construção Internacional S.A.) – R$ 874.077.044,18
  • Consorcio Carioca/Ferrovial (Carioca Christiani-Nielse Engenharia S/A e Ferrovial Agroman S/A) – R$ 863.920.354,06
  • Construtora e Comércio Camargo Correa S.A. – R$ 1.009.469.498,47
  • Consórcio TC-Linha 4 Amarela (TIISA-Infraestrutura e Investimentos S/A e COMSA S/A) – R$ 858.734.546,73
  • Consórcio Ferreira Guedes-Acciona-L4 (Construtora Ferreira Guedes S.A. e Acciona Infraestructuras S.A.) – R$ 988.102.070,42
  • Consorcio Construcap-Copasa-Assignia Linha 4 Amarela Fase 2 (Construcap-CCPS Engenharia e Comércio S.A., Sociedad Anonima de Obras y Servicios Copasa e Assignia Infraestructuras S.A.) – R$ 849.900.000,00
  • Construtora Queiroz Galvão S.A. – R$ 939.570.541,21
  • Consorcio Nova Linha 4 (Andrade Gutierrez Engenharia S.A. e Andrade Gutierrez Europa Africa e Asia S.A.) – R$ 933.755.480,81
  • Power Construction Corporation of China LTD – R$ 1.328.617.218,31
A comissão de licitação do Metrô vai analisar as propostas e a expectativa é a de conhecer o vencedor e publicar a decisão no Diário Oficial ainda no primeiro semestre.

Quando completa, a Linha 4-Amarela do Metrô terá em torno de 14 km de extensão entre a Estação da Luz e a Vila Sônia , com 11 estações e uma demanda diária de 980 mil passageiros. Atualmente, a Linha 4-Amarela tem 9 km de extensão com sete estações entre Luz e Butantã.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem: G1-SP

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Licitação para obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela é questionada por Tribunal

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela paralisadas
Um questionamento do conselheiro Antonio Roque Citadini, do TCE, atrasou mais uma vez a abertura dos envelopes da licitação para as obras de conclusão da 2ª Fase da Linha 4-Amarela do Metrô, que deveria ter ocorrido nesta quinta-feira. Com isso, o Metrô terá de responder e aguardar o parecer do TCE-SP para seguir com a concorrência, o que deve atrasar ainda mais a retomada das obras.

Estão incluídas na licitação a conclusão das Estações Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além da extensão da linha com as Estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia e o pátio de manobra.

A abertura dos envelopes já tinha sido adiada por um mês a pedido do Banco Mundial, que financia a obra, porque havia muitos questionamentos das empresas interessadas, e a instituição considerou que todas as dúvidas deveriam ser esclarecidas antes de finalizar a licitação.

O caso de agora se deveu ao questionamento de uma das empresas, a Construcap, que entendia haver ilegalidade em não ser permitida a apresentação de seguro garantia para atender às exigências de garantias do edital, pois não há restrição a essa modalidade na lei de licitações.

Citadini acolheu o pedido, determinou a suspensão do processo e deu 48 horas para o Metrô apresentar explicações.

Por meio de sua assessoria, o  Metrô disse que suspendeu a sessão de entrega das propostas e que irá prestar os esclarecimentos solicitados pelo TCE no prazo estipulado.

Suspensão

O contrato com o Consórcio Isolux Corsán Corviam, que era responsável pelas obras, foi rescindido pelo Governo em Julho de 2015. O consórcio, por sua vez, disse que havia solicitado a rescisão judicialmente dias antes.

A previsão do Metrô era retomar as obras em Abril de 2016. A previsão é que, depois da retomada da construção, a Estação Higienópolis-Mackenzie seja entregue em 12 meses, e a Oscar Freire, em 15 meses.

Fonte da Notícia: Metrô Jornal
Imagem: RMeier

Metrô recebe propostas para dar continuidade às obras da Linha 4-Amarela

Ocorreu hoje (06/04/2016) o recebimento das propostas de consórcios que desejam concluir as obras da Linha 4-Amarela, do Metrô de São Paulo. A obra está orçada em R$ 1,3 bi. A licitante tem de comprovar volume médio anual de construção no patamar de R$ 760 milhões. É permitida a participação em consórcio, mas o edital estipula que a empresa líder tenha sozinha 70% do volume médio nos últimos cinco anos e que as demais atendam, também isoladamente, a pelo menos 30% do mesmo volume.

Após dada a ordem de serviço, o consórcio escolhido tem 12 meses para entregar a Estação Higienópolis-Mackenzie, 15 meses para a Oscar Freire, 18 meses para a São Paulo-Morumbi e 36 meses para a Vila Sônia.

A data para entrega das propostas era para ter sido dia 17/03/2016, porém o TCE havia suspendido a licitação na época e a liberou novamente na semana passada.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

TCE libera licitação para continuidade das obras da Linha 4-Amarela

Estação República (Linha 4-Amarela)
O TCE liberou a licitação para a conclusão da Linha 4-Amarela do Metrô.

O Metrô respondeu aos questionamentos feitos pelo conselheiro Antônio Roque Citadini depois de uma das empresas que ira participar do certame ter apresentado possível falha no edital.

A suspensão ocorreu no dia 17/03/2016 e os conselheiros julgaram semana passada, improcedente a representação da empresa que contestou o certame.

O Metrô deve receber as propostas a partir de hoje (06/04/2016).

As intervenções estão paralisadas desde Julho de 2015.

As obras, orçadas em R$ 1,3 bilhão e que contam com financiamento do Banco Mundial, envolvem a conclusão das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, o terminal de ônibus na Vila Sônia, o pátio para trens também na Vila Sônia um túnel de dois quilômetros para fazer uma ligação para este pátio.

A licitação foi lançada em Novembro de 2015 porque em Julho houve rompimento do contrato entre o consórcio Isulox Corsán-Corviam e o Metrô. O contrato com o consórcio foi assinado em 2012 por R$ 1,8 bilhão.

A Companhia do Metropolitano alega que o consórcio não cumpriu os prazos determinados para as obras. Já o consórcio diz que o Metrô não colaborava com informações e também com especificações técnicas.

A primeira previsão para a conclusão do trecho era 2014, quando a Linha 4-Amarela atenderia o projeto original de ter 13 km entre a Luz e a Vila Sônia, com 11 estações.

A previsão atual é que a obra termine em 2019

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Apontador

terça-feira, 5 de abril de 2016

Obras da Linha 4-Amarela receberão amanhã (06/04/2016) propostas de continuidade

Estação Terminal Butantã (Linha 4-Amarela)
O Metrô de São Paulo informou na manhã de hoje (05/04/2016), que amanhã, 06/04/2016, a partir das 10 h deve receber as propostas para conclusão da 2ª Fase da Linha 4-Amarela 

compreendendo a conclusão das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, o terminal de ônibus na Vila Sônia, o pátio para trens também na Vila Sônia um túnel de dois quilômetros para fazer uma ligação para este pátio.

As obras devem custar em torno de R$ 1,3 bilhão e contam com o financiamento do Banco Mundial.

Em nota, o Metrô explica as novas previsões de prazos. A linha, que deveria ter sido concluída em 2014, agora só deve ser finalizada em 2019

“Amanhã (06/04/2016), às 10h, o Metrô de São Paulo vai realizar a sessão de recebimento e abertura dos envelopes com as propostas dos consórcios de empresas interessadas em executar as obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela.

 O serviço compreende a continuidade das obras civis das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. O vencedor da licitação deve ser conhecido ainda no primeiro semestre deste ano. O contrato a ser assinado prevê os seguintes prazos para conclusão dos trabalhos, após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a Estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a estação Vila Sônia.”

Podem participar empresas isoladamente ou consórcios. Os participantes devem comprovar volume médio anual de construção de R$ 760 milhões. Em caso de consórcio, a empresa líder tem de comprovar que atendeu uma média anual de 70% desse volume exigido nos últimos cinco anos e as demais integrantes do consórcio devem provar que atenderam isoladamente ao menos 30% desse volume.

Os problemas mais recentes em relação à Linha 4-Amarela do Metrô, cujo projeto original prevê 13 quilômetros de extensão entre a Luz e Vila Sônia, com 11 estações, começaram em 2015, quando houve rompimento de contrato entre o Consórcio Isolux Corsán-Corviam e o Metrô

O Metrô alega que rompeu o contrato porque o consórcio não cumpriu os prazos estipulados para o andamento das obras. Já o consórcio diz que foi a iniciativa privada que rompeu o contrato e acusou o Metrô de falta de organização e de cooperação no esclarecimento de questões técnicas.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem: Mobilize

segunda-feira, 4 de abril de 2016

TCE libera licitação para obras de finalização da Linha 4-Amarela

A licitação de obras de finalização na 2ª Fase da Linha 4-Amarela do Metrô foi liberada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, no final de Março de 2016

As construções estão paradas desde julho do ano passado, após rompimento de contrato com o consórcio responsável pelas obras. O conselheiro Antonio Roque Citadini paralisou o processo, após apontado falha no edital por uma empresa. Os conselheiros julgaram a representação improcedente, e o Metrô deve agora prosseguir com o processo.

As entregas eram previstas inicialmente para 2012, depois foram postergadas para 2014 e agora as inaugurações das Estações Higienopolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Terminal Vila Sônia, devem ficar para meados de 2018
 
Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

domingo, 3 de abril de 2016

Licitação para conclusão da Linha 4-Amarela é suspensa

Túnel de obras da Linha 4-Amarela interditado em São Paulo
A licitação para conclusão da Linha 4-Amarela do Metrô em São Paulo foi suspensa momentaneamente pelo TCE

As propostas deveriam ter sido entregues para o Metrô dia 17/03/2016.

A decisão é do conselheiro Antônio Roque Citadini, que levou em conta duas manifestações enviadas ao TCE, que citam eventuais erros no edital de licitação em relação às garantias que devem ser apresentadas por parte das empresas concorrentes.

O Metrô teve 48 horas para se explicar

Depois, o TCE vai analisar a resposta do Metrô e decidir se a licitação continua ou não desta forma.

As obras, orçadas em R$ 1,3 bilhão e que contam com financiamento do Banco Mundial, envolvem a conclusão das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, o terminal de ônibus na Vila Sônia, o pátio para trens também na Vila Sônia um túnel de dois quilômetros para fazer uma ligação para este pátio.

A licitação foi lançada em Novembro de 2015 porque em Julho houve rompimento do contrato entre o consórcio Isulox Corsán-Corviam e o Metrô. O contrato com o consórcio foi assinado em 2012 por R$ 1,8 bilhão.

O Metrô alega que o consórcio não cumpriu os prazos determinados para as obras. Já o consórcio diz que o Metrô não colaborava com informações e também com especificações técnicas.

A primeira previsão para a conclusão do trecho era 2014, quando a Linha 4-Amarela atenderia o projeto original de ter 13 km entre a Luz e a Vila Sônia, com 11 estações.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem de Fernando Nascimento

segunda-feira, 28 de março de 2016

TCE suspende por tempo indeterminado a licitação para obras finais da Linha 4-Amarela

O TCE suspendeu a licitação que retomaria as obras da Linha 4-Amarela, do Metrô, que estão paradas desde 2015. As propostas deveriam ser entregues semana passada na sede do Metrô.

Segundo o Tribunal, o despacho acolhe um pedido feito pela empresa Construcão CCPS Engenharia e Comércio contra alguns pontos do edital. O TCE deu prazo de 2 dias para que o Metrô apresente suas justificativas a empresa.

Em nota, o Metrô informou que suspendeu a entrega das propostas em virtude da decisão laminar do TCE.

A obra prevê o término da 2ª Fase da Linha 4-Amarela com a entrega das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo–Morumbi e Terminal Vila Sônia.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem: G1

terça-feira, 22 de março de 2016

TCE suspende licitação para conclusão das obras da Linha 4-Amarela

Obras da Futura Estação Higienópolis-Mackenzie (Linha 4-Amarela)
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo suspendeu a licitação lançada pelo Metrô no final de 2015 para contratar a empresa que vai concluir a Linha 4-Amarela do Metrô. A obra inclui a conclusão de estações como Higienópolis-Mackenzie e a extensão da linha até a Vila Sônia, na Zona Oeste de São Paulo.

A sessão pública de recebimento e abertura de propostas foi cancelada e poderá ser remarcada para nova data caso a licitação seja retomada.

A decisão do conselheiro do TCE Antonio Roque Citadini cita duas manifestações enviadas ao tribunal apontando possíveis erros no edital em relação à apresentação de garantias por parte das empresas. As manifestações foram feitas por um um advogado e por uma empresa.

Em dois despachos da semana passada, Citatini solicitou esclarecimentos ao Metrô e deu prazo de 48 horas. O Metrô informou que irá prestar os esclarecimentos solicitados no prazo determinado na decisão liminar.

As obras são orçadas em R$ 1,3 bilhão e têm financiamento do Banco Mundial. Os serviços contemplam a conclusão das obras civis e o acabamento das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia (incluindo o terminal de ônibus) e o pátio Vila Sônia de estacionamento e manutenção de trens.

Também está inserida na contratação a implantação de 2 quilômetros de túnel de ligação com o pátio Vila Sônia.

A licitação foi publicada em Novembro de 2015. A suspensão do certame é mais um fato que pode retardar a conclusão da obra. O Governo rompeu em Julho de 2015 o contrato com o consórcio responsável pela construção após atrasos na entrega de quatro estações e paralisação nas obras. O novo edital está disponível no site da Secretaria de Transportes Metropolitanos.

O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam, que teve o contrato rompido, poderá participar da nova licitação, segundo o Metrô, porque uma cláusula que impedia a presença em concorrências futuras da companhia foi derrubada pela Justiça no início de Março de 2016. Na mesma decisão, uma multa de R$ 23,5 milhões aplicada pela paralisação das obras foi suspensa. O Governo de São Paulo recorreu.

A expectativa divulgada pelo Governo de São Paulo em 2015 era que as obras seriam iniciadas em Abril de 2016. Caso o prazo seja mantido, as Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire e São Paulo-Morumbi deverão ser entregues em 2017, três anos após a primeira estimativa feita pelo Metrô para a conclusão das obras: 2014.

Já a Vila Sônia (incluindo terminal de ônibus e pátio), ficará pronta em 2019. O Metrô lançará ainda, até o final de 2016, um outro edital para contratação do complemento da via permanente dos túneis e no Pátio Vila Sônia, orçado em R$ 60 milhões.
Obras da Futura Estação Oscar Freire (Linha 4-Amarela)
Contrato rompido
 
O consórcio espanhol Isolux Corsán-Corviam era responsável por concluir a Linha 4-Amarela do Metrô, mas que teve o contrato quebrado pelo Metrô após as obras serem paralisadas. A rescisão do contrato foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em fevereiro deste ano, mas ocorreu apenas em julho.

O Metrô rompeu os contratos de forma unilateral, alegando que não foram atendidas cláusulas contratuais. Já o consórcio Isolux Corsán-Corvian disse que as empresas contratadas pelo Metrô atrasaram a entrega dos projetos e isso aumentou o prazo da obra em 50%. “A Isolux está segura de que cumpriu todas as suas obrigações e que a inviabilidade do contrato não pode ser atribuída a qualquer falha ou quebra de contrato por sua parte”, disse.

O consórcio foi contratado em 2012 por R$ 1,8 bilhão para construir as Estações Terminal Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie, além de um pátio de manobras e um terminal de ônibus na Vila Sônia. Pouco do serviço contratado, porém, foi entregue.

A nova licitação prevê o pagamento de R$ 1,3 bilhão à empresa vencedora da licitação porque parte da obra, como as escavações das estações, já está concluída. O Metrô fez um levantamento do que está pronto e calculou o que era necessário para concluir a linha.

Por causa do horário, o Metrô disse ao G1 por volta das 19h que não poderia informar o valor pago ao consórcio que teve o contrato cancelado e o custo total da obra até o momento.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem 1: Sérgio Mazzi 
Imagem 2: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja tem previsão de serem concluídas em 2020

Mapa da Futura Linha 6-Laranja do Metrô
Desapropriações da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo devem ser realizadas até o meio do ano. A conclusão do ramal está prevista para o fim de 2020 e vai ligar a região da Brasilândia, na Zona Norte da Capital, à Liberdade, na região central.

São previstas 15 estações com obras tocadas por um consórcio formado pelas construtoras Norberto Odebrecht, Queiroz Galvão e Constran.

O Secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, afirmou que as desapropriações podem dobrar as frentes de trabalho.

"Semana passada terminamos de depositar os recursos para que as áreas possam ser liberadas. De 370, temos 255 liberadas, 300 pagas. Agora vamos concluir os pagamentos e esperamos, no mais tardar, no meio do ano todas as áreas liberadas para que a gente possa ampliar todas as frentes de trabalho", explicou.

O Estado possui convênio com a prefeitura para a liberação de áreas públicas que possibilitou, por exemplo, a mudança das obras do hospital da Brasilândia.

O Governador Geraldo Alckmin afirmou que as quinze estações devem ser entregues de uma vez só.

"Todo o trabalho está sendo feito para que 2020 ela esteja em operação. Como é tudo túnel, é entregue tudo ao mesmo tempo. Todas as estações, todo o trabalho. É uma grande conquista para São Paulo e toda a região Norte", disse.

A entrega da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo foi prometida para dois mil e doze na gestão do ex-governador José Serra. As obras ocorrem desde Abril de 2015; quando as estações ficarem prontas, elas serão concedidas à iniciativa privada, como na Linha 4-Amarela.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem: Governo do Estado de São Paulo