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sexta-feira, 10 de junho de 2016

TCE quer respostas sobre prejuízos ao Metrô para beneficiar empresa privada

Interior de composição da Linha 4-Amarela
Dois conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo querem explicações sobre os prejuízos causados à Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) para beneficiar a Linha 4-Amarela, operada pelo consórcio privado ViaQuatro. Entre 2011 e 2015, o Governo Paulista deixou de repassar R$ 1,1 bilhão ao Metrô, relativo à remuneração pelo transporte de passageiros. O dado foi extraído dos balanços da estatal dos anos de 2013 e 2015.
 
Os conselheiros Sidney Estanislau Beraldo – relator do processo das contas de 2015 do governador – e a Conselheira Cristiana de Castro Moraes - relatora do processo das contas de 2015 do Metrô – deram cinco e dez dias, respectivamente, para que sejam informados quais são as operações financeiras do governo paulista relativas à concessão da Linha 4-Amarela. Os despachos são direcionados ao presidente do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo, ao secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissoni, e ao secretário de Governo, Saulo de Castro.

O Balanço Social do Metrô referente a 2013, registra perdas de R$ 199 milhões, ante R$ 214 milhões em 2012 e R$ 238 milhões em 2011. O relatório referente ao ano passado demonstra R$ 332 milhões em 2014 e R$ 135 milhões em 2015. Os documentos apontam déficits em “convênios e contratos”, no item “perdas de contas a receber”, referentes à ViaQuatro – formada por Camargo Corrêa (60%), Montgomery Participações S/A (30%) e Mitsui&Co Ltda. (10%).

A origem das perdas é a priorização da concessionária privada no repasse dos valores devidos pelo transporte dos passageiros. Embora o Metrô tenha uma maior extensão de linhas e atenda um maior número de passageiros (3,8 milhões de passageiros por dia útil, ante 700 mil da Linha 4-Amarela), acaba prejudicado na distribuição dos recursos, pois a ViaQuatro não só recebe primeiro, como detém uma remuneração diferente, conforme registra o próprio Relatório da Administração do Metrô, de 2013.

Todo o dinheiro arrecadado com a tarifa é remetido ao Governo Estadual, que efetua o pagamento dias depois, por meio de uma câmara de compensação. O contrato de concessão garante prioridade à ViaQuatro no saque. O acordo também definiu o reajuste anual, em fevereiro, na tarifa da Linha 4-Amarela, independente de haver aumento no sistema público. Essa revisão utiliza uma fórmula que leva em conta a inflação medida pelo IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas, e pelo IPC da Fipe.

Com base na fórmula, a reportagem calculou que a tarifa cheia paga à ViaQuatro, pelo governo Alckmin, seria hoje de R$ 3,8276. Já a tarifa integrada seria de R$ 1,9138. Tanto a concessionária como a Secretaria de Transportes Metropolitanos do Governo Paulista, não responderam à reportagem para esclarecer esse ponto. A tarifa cheia da ViaQuatro – referente aos passageiros que entram e saem do sistema na Linha 4-Amarela – superou a do Metrô em 2013. Enquanto o serviço público tinha cobrança de R$ 3,00, a concessionária recebia R$ 3,126.

Fonte da Notícia: Rede Brasil Atual 
Imagem de Amauri Barichelo

terça-feira, 7 de junho de 2016

TCE cobra operações e manutenções realizadas diariamente no Metrô

Manutenção nos trilhos do Metrô de São Paulo
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo cobrou esclarecimentos sobre a operacionalização da frota do Metrô e também sobre investimentos da companhia ao longo dos anos e satisfação dos usuários quanto aos serviços prestados no sistema. O pedido, baseado em um relatório técnico do Metrô, aponta que haverá precarização na qualidade do serviço em razão da queda de 25% no repasse para as gratuidades. O Governo tem 15 dias para responder à Corte de Contas. Essa é a terceira vez neste mês que o Tribunal de Contas do Estado questiona a gestão tucana sobre os serviços.

No documento publicado no Diário Oficial, o conselheiro Antonio Roque Citadini, decano da Corte, aponta que haverá repasse para as gratuidades de um valor R$ 111 milhões menor do que o previsto na Lei Orçamentária.

Anotando que em 2014 o repasse foi da ordem de 93%; em 2015, da ordem de 80%, tal situação ‘…leva ao aumento de encargos que não deveriam ser assumidos pelo Metrô’, concluindo, neste ponto, que mesmo com as medidas que a Diretoria afirma adotar, o ‘… contingenciamento de recursos acabará por impactar na qualidade dos serviços prestados em decorrência da quantidade de pessoal e de horas dedicadas à prestação de serviços’, considerou Citadini. Ele cita o relatório técnico no despacho.

Citadini justifica que há informações sobre “presumível existência de irregularidades”.

Em março, o governador Alckmin afirmou que a queda no repasse prova a eficiência do sistema. “O Metrô está mais eficiente, exigindo um repasse menor”, declarou durante evento em Hortolândia, no interior de São Paulo.
Composição K02 na Estação Corinthians-Itaquera (Linha 3-Vermelha)

O estudo da Companhia, apresentado ao Tribunal de Contas do Estado no dia 11/05/2016, aponta que apesar da melhora nos indicadores de qualidade do serviço em 2015 em relação a 2014, é possível afirmar que ‘… apresentam performances comparáveis ao ano de 2012′”, no intervalo médio entre trens nos picos e o tempo médio para se percorrer 1 quilômetro nos momentos de maior trânsito.

A análise técnica destaca que sete trens fora de circulação são usados como fonte para repor peças de outros veículos que são reformados. “Faltou comprovar se há previsão contratual da sistemática utilizada de retirar peças e utilizar em outro trem, não afetar a garantia das peças; também não houve comprovação de que isto não influencia o seu funcionamento”.

Sobre as condições dos trens, 77 foram modernizados, três estão nas modernizadoras, 18 serão encaminhados para modernizar; há previsão de recebimento de seis trens em 2016 e de 15 em 2017; três devem entrar em operação até Outubro de 2016; outros 18 até o fim do 1º Trimestre de 2018, segundo a empresa.

Dia 06/05/2016, a Corte encaminhou dois despachos ao governador e ao presidente do Metrô cobrando explicações sobre os repasses e pagamentos relativos à Linha 4-Amarela. O pedido foi motivado pelo calote de R$ 332,7 milhões que o governo do Estado deu à companhia por não repassar valores de compensações tarifárias destinado à quitação de obrigações tarifárias. De acordo com o TCE, a documentação foi entregue e está sob análise.

Com a palavra, o Metrô

A assessoria de imprensa do Metrô informou em nota que ‘irá prestar todos os esclarecimentos necessários ao Tribunal de Contas do Estado’.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagens 1 e 2: Reproduzidas do You Tube

terça-feira, 17 de maio de 2016

Governo envia ao TCE dados sobre prejuízo no Metrô de São Paulo

Composição K24 do Metrô (Linha 3-Vermelha)
O Governo de São Paulo protocolou semana passada informações sobre pagamentos relativos à Concessão da Linha 4-Amarela do Metrô, informou o TCE. O órgão havia dado até o dia 12/05/2016para que a gestão Geraldo Alckmin enviasse os dados.

Os pagamentos provocaram um prejuízo de R$ 332 milhões ao Metrô, por conta da diferença entre o que é pago à ViaQuatro, concessionária da Linha 4-Amarela, e o que é arrecadado de tarifa.

O despacho do relator das contas do Governo, conselheiro Sidney Beraldo, foi encaminhado à Secretaria de Governo de São Paulo e à Secretaria de Transportes Metropolitanos. Os documentos foram protocolados às 16h39 de 12/05/2016.

Outro oficio, da conselheira Cristiana de Castro Moraes, foi enviado ao diretor do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo, solicitando esclarecimento em dez dias sobre a operação financeira que envolve a Câmara de Compensação e os valores transferidos ao Consórcio da Linha 4-Amarela, bem assim se esse procedimento causou prejuízos aos resultados da Companhia do Metrô.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos e o Metrô afirmaram que irão prestar todos os esclarecimentos necessários ao Tribunal de Contas do Estado. Segundo a secretaria, "o que ocorreu foi simples correção de um lançamento contábil equivocado pelo Metrô em seu Relatório de Administração"

Prejuízo
 
O Governo de São Paulo causou um prejuízo de R$ 332 milhões ao Metrô de São Paulo, da qual detém o controle, por conta da diferença entre o que é pago à ViaQuatro, concessionária da Linha 4-Amarela do sistema, e o que é arrecadado de tarifa.

A dívida já existia em 2014, mas apenas no ano passado houve o reconhecimento de que ela não seria paga e, por isso, contabilizada como perda nas contas da companhia. Foi firmado um acordo pelo qual o governo assume a responsabilidade pelo “pelo equacionamento dos efeitos suportados pelo Metrô” na medida em que houver impacto na “sustentabilidade econômico-financeira” da empresa.

O prejuízo surgiu porque existe uma diferença entre a tarifa paga pelo usuário e a que é repassada ao Metrô, à CPTM – também controlada pelo Governo – e à ViaQuatro.

Os pagamentos às três empresas saem de um caixa comum chamado de câmara de compensação, para onde vai o dinheiro arrecadado com as tarifas pagas pelos usuários de transporte público.

O pagamento ao Metrô e à CPTM, entretanto, ocorre só após a dedução dos pagamentos à ViaQuatro. O Metrô alega que, com isso, tem tido arrecadação tarifária deficitária desde que a Linha 4-Amarela começou a operar – a operação comercial plena teve início em 2011.

Composição G25 do Metrô (Linha 3-Vermelha)
A prioridade de pagamentos à concessionária da Linha 4-Amarela está prevista no contrato firmado em 2006 e assinado, por parte do governo, pelo então secretário de Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes, nomeado por Alckmin e mantido no cargo pelo então Governador Claudio Lembo, vice que assumiu o comando do Estado para que o tucano concorresse à Presidência da República.

Em evento em São Roque, Alckmin foi perguntado se o governo vai conseguir pagar a dívida até o final do ano. "O Governo não tem nenhuma dívida com o Metrô. Matéria totalmente desinformada", respondeu o governador

Nota do Governo do Estado
 
Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos, "o que ocorreu foi simples correção de um lançamento contábil equivocado pelo Metrô em seu Relatório de Administração, na medida em que não havia uma obrigação legal ou contratual com o Estado que desse suporte jurídico ao reconhecimento da pretensa dívida".

"A Assembleia de Acionistas aprovou, em 30/10/2014, o balanço após firmado o compromisso entre Governo do Estado e Metrô, de buscar no exercício seguinte o equacionamento para a questão contábil", diz a nota.

"O Estado, interessado na saúde econômica-financeira do Metrô, firmou em 2015 termo de acordo assegurando o aporte de recursos com a finalidade de equacionar os efeitos da diferença entre o valor retirado pelo Metrô de acordo com as regras de rateio tarifário e o valor da tarifa pública. O Metrô reitera que não houve prejuízo aos usuários e tampouco na qualidade dos serviços oferecidos pela companhia", diz a nota.

De conta a receber para prejuízo
 
O Metrô entende que responsabilidade por garantir a diferença entre a remuneração paga à ViaQuatro e arrecadação tarifária é do Governo do Estado.

Em 2014, essa diferença estava em R$ 332,7 milhões. Naquele ano, porém, o valor ainda era contabilizado pelo Metrô como uma conta a receber, embora o Metrô já admitisse que era pequena a possibilidade de o governo fazer o pagamento.

Em Outubro de 2015, Governo e Metrô fecharam um termo de acordo sobre o assunto, e a dívida foi reconhecida formalmente como um prejuízo.  A companhia fechou o ano com um prejuízo de R$ 93 milhões.

José Carlos Nascimento, diretor financeiro do Metrô, disse ao SPTV que "essa perda não afetou em qualquer momento a qualidade do serviço oferecido pelo Metrô".

"Os investimentos não ficaram comprometidos por conta desse recurso porque os investimentos são garantidos por financiamentos e empréstimos contraídos juntos a instituições financeiras e pelo recurso transferido pelo governo do Estado pelo Tesouro Estadual."

Fonte da Notícia: G1-SP 
Imagem 1: Samuel Tuzi
Imagem  2: YouTube

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Governo entrega ao TCE resposta sobre supostas pedaladas fiscais no Metrô

Composição I15 do Metrô (Linha 1-Azul)
O Governo do Estado de São Paulo entregou ontem (12/05/2016), as respostas ao TCE sobre prejuízo de R$ 332 milhões ao Metrô por causa de repasses de diferenças tarifárias de integrações para a ViaQuarto, empresa operadora da Linha 4-Amarela, a única companhia privada que até o momento opera o sistema metroferroviário.

Agora, os técnicos do TCE vão analisar as justificativas e podem pedir outros esclarecimentos em casos de dúvidas ou sugerir punições se constatarem irregularidades.

Dois pedidos de esclarecimentos foram encaminhados à Secretaria de Transportes Metropolitanos na semana passada, um do conselheiro Sidney Beraldo e outro assinado pela conselheira Cristiana de Castro Moraes.

Os valores que totalizaram R$ 332 milhões foram repassados entre 2011 e 2014.

Segundo Governo do Estado, a prioridade de pagamentos para a concessionária da Linha 4-Amarela é prevista no contrato firmado em 2006.

Em nota, a Secretaria de Transportes Metropolitanos nega irregularidades:

“O que ocorreu foi simples correção de um lançamento contábil equivocado pelo Metrô em seu Relatório de Administração, na medida em que não havia uma obrigação legal ou contratual com o Estado que desse suporte jurídico ao reconhecimento da pretensa dívida… A Assembleia de Acionistas aprovou, em 30/10/2014, o balanço após firmado o compromisso entre Governo do Estado e Metrô, de buscar no exercício seguinte o equacionamento para a questão contábil … O Estado, interessado na saúde econômica-financeira do Metrô, firmou em 2015 termo de acordo assegurando o aporte de recursos com a finalidade de equacionar os efeitos da diferença entre o valor retirado pelo Metrô de acordo com as regras de rateio tarifário e o valor da tarifa pública. O Metrô reitera que não houve prejuízo aos usuários e tampouco na qualidade dos serviços oferecidos pela companhia”

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Metrô

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Colombianos são presos por furtarem celulares na Estação Sé

Estação Sé (Linhas 1-Azul e 3-Vermelha)
Cinco colombianos especializados em roubar celulares no Metrô foram presos ontem (11/05/2016) na Estação Sé depois de serem identificados por seguranças que trabalham sem uniforme, entre os passageiros. As informações são do SPTV.
 
“Um deles já é conhecido no sistema pela prática de furto de celulares, foi feito acompanhamento, quando chegou na Sé uma equipe já uniformizada veio em apoio e foi realizada a abordagem”, diz Ailton Ferraz, supervisor de segurança do Metrô.

Os assaltantes estavam com 11 celulares, sendo 8 roubados ontem (11/05/2016). Uma das vítimas estava dentro do vagão chegando à Estação Carrão.

“Ele ficou de pé na minha frente, empurrou até com um pouco de força. Como não dava pra reagir, eu fiquei com uma mão atrás e a outra em cima, segurando. Quando eu desci na parada seguinte, que é a Estação Bresser, eu senti falta. Aí não deu mais tempo de correr atrás deles”, relata José Ari Silva, que trabalha como mestre de obras.

As dicas para quem usa o Metrô são não desfilar com o celular na mão e evitar usar ao máximo usar o celular em lugares de grande aglomeração.

Fonte da Notícia: G1-SP
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

TCE dá prazo de 5 dias para "pedaladas fiscais" do Metrô serem esclarecidas

Frota H do Metrô de São Paulo (Linha 3-Vermelha)
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo determinou que o Governo do Estado terá cinco dias de prazo para esclarecer prejuízo de R$ 332 milhões aos cofres do Metrô de são Paulo, referentes a repasses para complementação da tarifa para a ViaQuatro, operadora privada da Linha 4-Amarela .

O despacho do conselheiro Sidney Beraldo já foi encaminhado para a Secretaria do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria dos Transportes Metropolitanos.

Já a conselheira Cristiana de Castro Moraes enviou ao diretor do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo, ofício pedindo esclarecimentos que devem ser prestados em até dez dias sobre operação financeira que envolve a Câmara de Compensação e os valores transferidos para o Consórcio que opera a Linha 4-Amarela do Metrô.

O caso tem sido classificado como uma pedalada da gestão para beneficiar a empresa privada.

Os valores que totalizaram R$ 332 milhões foram repassados entre 2011 e 2014.

Segundo Governo do Estado, a prioridade de pagamentos para a concessionária da Linha 4-Amarela é prevista no contrato firmado em 2006.

Em nota, a Secretaria de Transportes Metropolitanos nega irregularidades:

“O que ocorreu foi simples correção de um lançamento contábil equivocado pelo Metrô em seu Relatório de Administração, na medida em que não havia uma obrigação legal ou contratual com o Estado que desse suporte jurídico ao reconhecimento da pretensa dívida… A Assembleia de Acionistas aprovou, em 30/10/2014, o balanço após firmado o compromisso entre Governo do Estado e Metrô, de buscar no exercício seguinte o equacionamento para a questão contábil … O Estado, interessado na saúde econômica-financeira do Metrô, firmou em 2015 termo de acordo assegurando o aporte de recursos com a finalidade de equacionar os efeitos da diferença entre o valor retirado pelo Metrô de acordo com as regras de rateio tarifário e o valor da tarifa pública. O Metrô reitera que não houve prejuízo aos usuários e tampouco na qualidade dos serviços oferecidos pela companhia”

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem de William Molina

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Suposta pedalada fiscal no Metrô exige cobrança do TCE

Estação Terminal Jabaquara (Linha 1-Azul)
Após suposto prejuízo de R$ 332 milhões onde o Governo Estadual teria deixado de repassar o montante ao Metrô, e ter destinado o recurso à Concessão da Linha 4-Amarela, o Tribunal de Contas Estadual solicitou explicações a administração pública. Os documentos devem ser enviados em cinco dias. O valor deveria ter sido usado para compensar gratuidades na passagem do Metrô

Oposicionistas afirmam que a administração de Geraldo Alckmin teria dado uma “pedalada”, mesmo termo que está sendo usado como base no processo de Impeachment da Presidente Dilma Rousseff.

Outro oficio, da conselheira Cristiana de Castro Moraes, pede explicações sobre a operação financeira que envolve a Câmara de Compensação e os valores transferidos.

Em um comunicado, a Secretaria de Transportes Metropolitanos e o Metrô dizem que devem prestar os esclarecimentos. O Governador Geraldo Alckmin nega que exista dívida com a companhia.

A STM diz ainda que “o que ocorreu foi simples correção de um lançamento contábil equivocado pelo Metrô em seu Relatório de Administração, na medida em que não havia uma obrigação legal ou contratual com o Estado que desse suporte jurídico ao reconhecimento da pretensa dívida”.

O Estado diz ainda que “firmou em 2015 termo de acordo assegurando o aporte de recursos com a finalidade de equacionar os efeitos da diferença entre o valor retirado pelo Metrô de acordo com as regras de rateio tarifário e o valor da tarifa pública“.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Meu Transporte News-Metrô

sexta-feira, 6 de maio de 2016

TCE dá 5 dias para prejuízo no Metrô de São Paulo ser esclarecido

Estação Terminal Vila Prudente (Linhas 2-Verde e 15-Prata)
O Tribunal de Contas do Estado deu um prazo de cinco dias para o Governo de São Paulo, enviar informações sobre pagamentos relativos à Concessão da Linha 4-Amarela, que provocou um prejuízo de R$ 332 milhões ao Metrô, da qual detém o controle, por conta da diferença entre o que é pago à ViaQuatro, concessionária da Linha 4-Amarela do sistema, e o que é arrecadado de tarifa.

O despacho do relator das contas do governo, conselheiro Sidney Beraldo, foi encaminhado à Secretaria de Governo de São Paulo e à Secretaria de Transportes Metropolitanos.

Outro oficio, da conselheira Cristiana de Castro Moraes, foi enviado ao diretor do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo, solicitando esclarecimento em dez dias sobre a operação financeira que envolve a Câmara de Compensação e os valores transferidos ao Consórcio da Linha 4-Amarela, bem assim se esse procedimento causou prejuízos aos resultados da Companhia do Metrô.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos e a Companhia do Metrô afirmaram que irão prestar todos os esclarecimentos necessários ao Tribunal de Contas do Estado. Segundo a secretaria, "o que ocorreu foi simples correção de um lançamento contábil equivocado pelo Metrô em seu Relatório de Administração"

Prejuízo
 
O Governo de São Paulo causou um prejuízo de R$ 332 milhões à Companhia do Metropolitano de São Paulo, da qual detém o controle, por conta da diferença entre o que é pago à ViaQuatro, concessionária da Linha 4-Amarela do sistema, e o que é arrecadado de tarifa.

A dívida já existia em 2014, mas apenas no ano passado houve o reconhecimento de que ela não seria paga e, por isso, contabilizada como perda nas contas da companhia. Foi firmado um acordo pelo qual o governo assume a responsabilidade pelo “pelo equacionamento dos efeitos suportados pelo Metrô” na medida em que houver impacto na “sustentabilidade econômico-financeira” da empresa.

O prejuízo surgiu porque existe uma diferença entre a tarifa paga pelo usuário e a que é repassada ao Metrô, à CPTM) – também controlada pelo Governo – e à ViaQuatro.

Os pagamentos às três empresas saem de um caixa comum chamado de câmara de compensação, para onde vai o dinheiro arrecadado com as tarifas pagas pelos usuários de transporte público.

O pagamento ao Metrô e à CPTM, entretanto, ocorre só após a dedução dos pagamentos à ViaQuatro. O Metrô alega que, com isso, tem tido arrecadação tarifária deficitária desde que a Linha 4-Amarela começou a operar – a operação comercial plena teve início em 2011.

A prioridade de pagamentos à concessionária da Linha 4-Amarela está prevista no contrato firmado em 2006 e assinado, por parte do governo, pelo então secretário de Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes, nomeado por Alckmin e mantido no cargo pelo então governador Claudio Lembo, vice que assumiu o comando do Estado para que o tucano concorresse à Presidência da República.

Em evento em São Roque na manhã de hoje (06/05/2016), Alckmin foi perguntado se o governo vai conseguir pagar a dívida até o final de 2016. "O Governo não tem nenhuma dívida com o Metrô. Matéria totalmente desinformada", respondeu o Governador

Nota do Governo
 
Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos, "o que ocorreu foi simples correção de um lançamento contábil equivocado pelo Metrô em seu Relatório de Administração, na medida em que não havia uma obrigação legal ou contratual com o Estado que desse suporte jurídico ao reconhecimento da pretensa dívida".

"A Assembleia de Acionistas aprovou, em 30/10/2014, o balanço após firmado o compromisso entre Governo do Estado e Metrô, de buscar no exercício seguinte o equacionamento para a questão contábil", diz a nota.

"O Estado, interessado na saúde econômica-financeira do Metrô, firmou em 2015 termo de acordo assegurando o aporte de recursos com a finalidade de equacionar os efeitos da diferença entre o valor retirado pelo Metrô de acordo com as regras de rateio tarifário e o valor da tarifa pública. O Metrô reitera que não houve prejuízo aos usuários e tampouco na qualidade dos serviços oferecidos pela companhia", diz a nota.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: UOL

Governo provoca prejuízo de R$ 332 milhões no Metrô de São Paulo

Frota L da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo
O Governo de São Paulo causou um prejuízo de R$ 332 milhões ao Metrô, do qual detém o controle, por conta da diferença entre o que é pago à ViaQuatro, concessionária da Linha 4-Amarela do sistema, e o que é arrecadado de tarifa.

A dívida já existia em 2014, mas apenas no ano passado houve o reconhecimento de que ela não seria paga e, por isso, contabilizada como perda nas contas da companhia. Foi firmado um acordo pelo qual o governo assume a responsabilidade pelo “pelo equacionamento dos efeitos suportados pelo Metrô” na medida em que houver impacto na “sustentabilidade econômico-financeira” da empresa.

O prejuízo surgiu porque existe uma diferença entre a tarifa paga pelo usuário e a que é repassada ao Metrô, à CPTM – também controlada pelo governo – e à ViaQuatro.

Os pagamentos às três empresas saem de um caixa comum chamado de câmara de compensação, para onde vai o dinheiro arrecadado com as tarifas pagas pelos usuários de transporte público.

O pagamento ao Metrô e à CPTM, entretanto, ocorre só após a dedução dos pagamentos à ViaQuatro. O Metrô alega que, com isso, tem tido arrecadação tarifária deficitária desde que a Linha 4-Amarela começou a operar – a operação comercial plena teve início em 2011.

A prioridade de pagamentos à concessionária da Linha 4-Amarela está prevista no contrato firmado em 2006 e assinado, por parte do governo, pelo então secretário de Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes, nomeado por Alckmin e mantido no cargo pelo então Governador Claudio Lembo, vice que assumiu o comando do Estado para que o tucano concorresse à Presidência da República.
Frota K da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo

De conta a receber para prejuízo
 
O Metrô entende que responsabilidade por garantir a diferença entre a remuneração paga à ViaQuatro e arrecadação tarifária é do Governo do Estado.

Em 2014, essa diferença estava em R$ 332,7 milhões. Naquele ano, porém, o valor ainda era contabilizado pelo Metrô como uma conta a receber, embora o Metrô já admitisse que era pequena a possibilidade de o Governo fazer o pagamento.

Em Outubro de 2015, Governo e Metrô fecharam um termo de acordo sobre o assunto, e a dívida foi reconhecida formalmente como um prejuízo. O Metrô fechou o ano com um prejuízo de R$ 93 milhões.

José Carlos Nascimento, diretor financeiro do Metrô, disse ao SPTV que "essa perda não afetou em qualquer momento a qualidade do serviço oferecido pelo Metrô".

"Os investimentos não ficaram comprometidos por conta desse recurso porque os investimentos são garantidos por financiamentos e empréstimos contraídos juntos ainstituições financeiras e pelo recurso transferido pelo governo do Estado pelo Tesouro Estadual."

As equipes de fiscalização do Tribunal de Contas do Estado ainda não analisaram as contas do Metrô de 2015. O dados serão consolidados em um relatório de fiscalização que servirá de base para análise dos órgãos técnicos. O Metrô poderá se manifestar e, segundo o TCE “em sua argumentação e justificativas, a companhia deverá, inclusive, informar as medidas que serão adotadas (ou foram adotadas) para cobrar os seus credores.”

O caso ficará sob responsabilidade da conselheira Cristiana de Castro Moraes e o julgamento só deve ocorrer em 2017.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagens de Lucas Souza

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Briga na Estação Armênia termina em morte

Corpo morto na calçada da Estação Armênia ontem a noite
Uma pessoa morreu depois se envolver em uma briga na Avenida do Estado, em frente à Estação Armênia da Linha 1-Azul, na região central de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, aparentemente, a vítima foi esfaqueada.

De acordo com a polícia, por volta das 17h30, duas pessoas começaram a brigar no local. Alguém que presenciou a confusão acionou a PM porque pensou que se tratava de uma tentativa de assalto, o que foi descartado posteriormente.

Um dos envolvidos na briga acabou morrendo na hora. Outra pessoa sofreu cerca de oito perfurações e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. Não há informações sobre o estado de saúde do ferido nem o motivo da briga.

Roubo no Metrô

Dois homens roubaram celulares de três usuários do Metrô na Estação Carrão, da Linha 3-Vermelha. Os suspeitos foram perseguidos pelos agentes de segurança, que conseguiram recuperar dois aparelhos.

Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, os suspeitos conseguiram fugir pelos trilhos. Os usuários foram orientados a registrarem boletim de ocorrência na Delpom, mas optaram por não fazê-lo.
 
Fonte da Notícia & Imagem: Diário da CPTM

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Jovem morre de infarto após assaltar usuários na Estação Tatuapé

Estação Tatuapé (Linha 3-Vermelha)
Dia 07.04.2015, um rapaz de 23 anos tentou furtar o celular de uma mulher na Estação Tatuapé (Linha 3-Vermelha) e teve um fim trágico.

Segundo a assessoria do Metrô, a ocorrência aconteceu às 16h45. Após a tentativa não sucedida de furto e ao som de gritos de "pega ladrão", o homem correu em direção a plataforma.

A segurança foi acionada e, o que seria uma possível abordagem com seguimento de prisão, se transformou em um atendimento de socorro. Assim que chegaram ao local, os funcionários perceberam que o rapaz já estava no chão, passando mal.

Ele foi levado ao Pronto Socorro Municipal Tatuapé, mas não resistiu a caminho do hospital. 
Fonte da Notícia: Portal Ig
Imagem: Tecnisa

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Roubos na CPTM e no Metrô crescem 39,5% em 2014

O número de roubos registrado dentro das estações e trens do Metrô e da CPTM disparou nos primeiros oito meses de 2014. De acordo com dados da SSP, foram 247 casos entre janeiro e fevereiro, ante 177 no mesmo período de 2013. Uma alta de 39,5%.

Os meses que mais tiveram roubos denunciados foram fevereiro (45) e abril (41). O professor de Educação Física Guilherme Gomes, de 22 anos, relata o ataque sofrido na Linha 3-Vermelha do metrô. "Colocaram uma faca na minha barriga quando saía de um vagão no Brás para roubar meu celular. Como era no horário de pico, ele conseguiu escapar. Acionei os seguranças, mas não teve jeito", diz Gomes.

Só dentro do metrô, que ontem completou 40 anos de operação, o número de roubos a mão armada cresceu 18,6% entre janeiro e julho. Os dados foram obtidos pelo por meio da Lei de Acesso à Informação.

Enquanto nos sete primeiros meses do ano houve 89 registros por parte de passageiros na Delpom, no mesmo período do ano passado foram 75.
 
Em nota, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos afirma que o número de roubos na malha metroferroviária aponta para uma estabilidade. O órgão afirma que segue investindo em segurança. "Metrô e CPTM disponibilizam mais de 2,6 mil agentes de segurança e quase 5 mil câmeras monitoramento. Os equipamentos são integrados aos Centros de Controle de Segurança, conectados à Central de Operações da Polícia Militar."

O passageiros podem denunciar atitudes suspeitas pelo SMS-Denúncia: 9-7233-2252 (Metrô) e 9-7150-4949 (CPTM).

'Está longe do ideal'

"Este aumento é reflexo da criminalidade em todo o Estado, que também está aumentando. O que quero dizer é o seguinte: o metrô e a CPTM não ficam aparte do Estado, sendo assim, os números só demonstram o que vive São Paulo atualmente. O principal agravante do índice é que são roubos. Os furtos, quando uma pessoa é roubada sem perceber, são ainda maiores.

Além disso, um outro fator que facilita o crescimento do número de roubos é que dentro do metrô e da CPTM, o registro da queixa é mais rápido do que na periferia, por exemplo. Porque assim que a vítima é assaltada, há sempre um agente próximo para atendê-la. Nos extremos da cidade, a pessoa tem que se dirigir até uma delegacia ou ligar para que um policial militar vá até o local para atender a solicitação."

Análise - 'Números aceitáveis'
"Com base nos números informados, posso avaliar que a segurança no metrô e na CPTM é eficiente. Tendo como referência o volume de pessoas transportadas diariamente, o número de roubos é aceitável. Claro que não posso afirmar que é o ideal, já que o ideal é que não haja roubos.
 
Agora, temos que avaliar bem: analisando uma cidade como São Paulo, que é perigosa, e um meio de transporte que move tantas pessoas como o metrô, os números da criminalidade dentro das composições e plataformas estão em uma margem aceitável.

Conheço muito bem as seguranças que cuidam do Metrô e da CPTM. São muito bem treinados e capacitados. E sabemos que a população paulistana colabora muito também. Não há motivo para preocupação."
 
Fonte da Notícia e Imagem: Diário da CPTM

terça-feira, 1 de julho de 2014

Em 3 Jogos da Copa do Mundo, 70 furtos de ingressos são registrados no Itaquerão/In 3 games of the World Cup, 70 thefts ticket are logged in Itaquerão

Durante os Três Jogos da Copa do Mundo realizados na Arena Corinthians, em São Paulo, cerca de 70 furtos de ingressos foram registrados pela delegacia instalada no prédio da Fatec, ao lado do estádio. A maioria dos casos aconteceram no metrô, no entorno do estádio e até mesmo dentro do perímetro da Fifa, tanto com estrangeiros como com brasileiros.

Nos jogos entre Uruguai e Inglaterra dia 19 e Chile e Holanda dia 23, a reportagem ouviu relatos de torcedores dessas seleções, além de brasileiros. Mesmo aqueles que apresentaram foto do ingresso nominal, RG e Boletim de Ocorrência, comprovando ter comprado o bilhete, não tiveram seus ingressos reimpressos pela entidade.

Já no primeiro jogo do Mundial, entre Brasil e Croácia, quando os torcedores apresentaram B.O, conseguiram reimprimir seu ingresso na base da Fifa.

No jogo entre Uruguai e Inglaterra, um casal uruguaio, que não quis se identificar, foi roubado ainda na estação de metrô. Os ingressos foram retirados da mochila quando o rapaz foi puxado pelo ombro. Os dois chegaram a ir para a delegacia e abrir ocorrência, mas acabaram assistindo, aflitos, a entrada da celeste pela televisão.

No terceiro jogo em São Paulo, a cena se repetiu: diversos torcedores furtados chegavam para tentar, sem sucesso, reimprimir o ingresso para assistir a partida. Só que dessa vez, o número de furtos foi menor: 10. Na partida entre Uruguai e Inglaterra foram 20 ocorrências e no jogo da abertura, 40.

"A Fifa não nos deu nenhuma justificativa do motivo de não reimprimirem mais os ingressos para os torcedores", diz o delegado Igor Vilhora.

O chileno Carlos Baeza Leiva teve seu ingresso furtado dentro do perímetro da Fifa. Depois de já ter apresentado o ingresso duas vezes, Baeza o guardou no bolso e quando foi solicitado que o apresentasse pela terceira vez deu-se conta que não estava mais com o bilhete. "Assisti ao jogo entre Chile e Espanha no Maracanã e não precisei ficar mostrando os ingressos tantas vezes", desabafa.

Nos dois últimos jogos, para chegar até a Arena Corinthians, os torcedores passavam por dois bloqueios antes das catracas. Os voluntários pedem em português, espanhol e inglês em um megafone que os torcedores fiquem com os ingressos em mãos.

Além disso, placas no percurso também solicitam que os torcedores se preparem para mostrar o bilhete nas barreiras. E é neste momento em que, geralmente, os furtos acontecem, pois os bilhetes do Mundial têm um papel diferenciado que não pode ser dobrado ou amassado.

"Já pedimos para que a Fifa mude a forma de mostrar o ingresso na entrada do estádio, mas eles não nos responderam", conta o delegado Vilhora.

O holandês Ronald van der Meer vem acompanhando todos os jogos de seu país no Mundial. E acabou não podendo assistir a vitória da equipe sobre o Chile por 2 a 0, pois o ingresso foi furtado do seu bolso no metrô. Junto do ingresso estava seu celular, que não foi levado. "Eu ficava conferindo a todo hora para ver se o tudo estava no bolso. Na última vez que senti, só tinha o celular", conta.

"Hoje ninguém quer saber de celular. O ingresso é muito mais valioso", brinca o torcedor brasileiro Leandro Júlio, que também foi furtado antes mesmo de chegar na primeira barreira.

A história de Ademilson Silva e sua filha Luana teve um final feliz. Ele ganhou os ingressos para a partida de presente e quando chegavam ao estádio perceberam que os ingressos não estavam mais com eles. "Os bilhetes caíram no metrô e não percebemos. Chegamos aqui na Central de Ingressos da Fifa para tentar bloqueá-los e os turistas que os encontraram no metrô devolveram", explica.

Outro Lado

A assessoria da Fifa disse que a entidade deixou de reimprimir os bilhetes para os torcedores furtados para evitar confusões e porque houve casos de pessoas agitando de má fé para ter outro ingresso.

A entidade ainda respondeu que a área de bloqueio é de responsabilidade da cidade sede e o que importa é a hora de passar na catraca.

A única possibilidade, de acordo com cada caso, de ter o ingresso reimpresso é se o furto ocorreu a no mínimo um dia antes da partida. Para isso, o torcedor deve procurar o centro de ingressos no Ibirapuera.
 
Ilegal

Os ingressos são vendidos por aproximadamente U$ 800 dólares nos arredores do estádio. A reportagem presenciou a prisão de um cambista francês que estava com 15 ingressos para a partida entre Chile e Holanda. O material foi apreendido.

"Caso seja constatada qualquer irregularidade no ingresso [falsificação ou roubo], a consequência será a impossibilidade do acesso do torcedor aos estádios e a inutilização do ingresso", afirma o advogado especialista em propriedade intelectual e entretenimento André Giacchetta.

De acordo com as regras da Copa, a Fifa não é obrigada a substituir quaisquer ingressos, independente do motivo. Além disso, o B.O não é suficiente para demonstrar a compra do ingresso, o torcedor deverá apresentar outros documentos que comprovem a aquisição.
 
Fonte da Notícia: Folha de São Paulo

During the three games of the World Cup held in the Arena Corinthians in São Paulo, about 70 thefts recorded by the police tickets were installed in the building Fatec, next to the stadium. Most cases occurred in the subway, around the stadium and even within the perimeter of FIFA, with both foreign and Brazilian.
 
In games between Uruguay and England 19th and Chile and the Netherlands on 23, the report heard reports of fans of these teams, as well as Brazilians. Even those who submitted the photo nominal ticket, RG and police reports, proving to have bought the ticket, did not have their tickets reprinted by the entity.
 
In the first game of the World Cup between Brazil and Croatia, where fans had BO, managed to reprint your ticket at the base of Fifa.
 
In the match between Uruguay and England, a Uruguayan couple, who declined to be named, was also stolen in the subway station. Tickets were removed from the backpack when the boy was pulled by the shoulder. The two came to go to the police station and open occurrence but just watching, the afflicted, the entry of the heavenly television.
 
In the third game in Sao Paulo, the scene repeated itself: stolen many fans came to try, unsuccessfully, to reprint the ticket to watch the match. Only this time, the number of thefts was lower: 10. On match between Uruguay and England were 20 occurrences in the game and the opening 40.
 
"FIFA gave us no explanation of why not reprint more tickets for the fans," said the delegate Igor Vilhora.
 
The Chilean Carlos Baeza Leiva had his ticket stolen within the perimeter of Fifa. Having already submitted the ticket twice, Baeza kept it in his pocket and when he was asked to present the third time he realized he was no longer with the ticket. "I watched the match between Chile and Spain at the Maracana and I did not get tickets showing so many times," sighs.
 
In the last two games to get to the Arena Corinthians, fans passed by two locks before the turnstiles. The volunteers ask in Portuguese, Spanish and English on a megaphone that fans stay with tickets in hand.
 
Moreover, the route cards also request that fans get ready to show the ticket barriers. And this time the thefts usually occur because the tickets the World have a unique role that can not be bent or compressed.
 
"We have asked for FIFA to change the way to show the ticket at the entrance of the stadium, but they did not answer us," said the delegate Vilhora.
 
The Dutchman Ronald van der Meer has been following every game of his country in World. And ended up not being able to watch the team's victory over Chile by 2-0, because the ticket was stolen from his pocket on the subway. Along the ticket was his cell phone, which was not taken. "I was checking the whole time to see if everything was in his pocket. Last time we felt we only had the phone," he says.
 
"Today nobody cares cell. Admission is much more valuable," jokes the Brazilian fans Leandro Julius, who was also stolen before they even reach the first barrier.
 
The story of Ademilson Luana Silva and his daughter had a happy ending. He won the tickets for this match and when they came to the stadium realized that tickets were no longer with them. "The airplane fell on the subway and not realized. Arrived here in Central Ticket FIFA to try to block them and tourists who met on the subway returned," he explains.
 
Other side
 
The advisory FIFA said that the entity ceased to reprint the stolen tickets for fans to avoid confusion and because there have been cases of people waving in bad faith to get another ticket.
 
The organization also said that the blocking area is the responsibility of the host city and what matters is the time to spend at the turnstile.
 
The only possibility, according to each case, have reprinted the ticket is whether the theft occurred at least one day before departure. For this, the supporter should seek the center of tickets at Ibirapuera.

Ilegal

Tickets are sold for approximately $ 800 U.S. dollars around the stadium. The report witnessed the arrest of a French scalper who was 15 tickets to the match between Chile and the Netherlands. The material was seized.
 
"If you found any irregularity in ticket [forgery or theft], the consequence will be the impossibility supporter of the stadiums and the destruction of the ticket," says lawyer specializing in intellectual property and entertainment André Giacchetta.
 
According to the rules of FIFA, FIFA is not required to replace any ticket, regardless of the reason. Moreover, the BO is not sufficient to demonstrate the purchase of ticket, fans must submit other documents evidencing the purchase.

Source of News: Folha de São Paulo