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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Governo Estadual afirma que pode cancelar concessão das obras Linha 6-Laranja

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse no dia 27/09/2016, que não descarta a “caducidade” do contrato de concessão com a Move São Paulo, responsável pelas obras e posteriormente operação da Linha 6-Laranja do Metrô.
As construções estão paralisadas por conta de dificuldades na obtenção de recursos. Entre as empresas que formam o consórcio está a Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato.
“A caducidade não está descartada, mas na nossa avaliação é a última medida a ser tomada. Vamos trabalhar intensamente nesse final de ano para que a questão possa ser solucionada”, disse o Secretário.
O titular da pasta afirmou ainda que deve colaborar junto ao BNDES para que a instituição autorize o financiamento de longo prazo para as empresas. “Todo nosso esforço é para que neste final de ano possamos solucionar a questão para retomar as obras”, comentou.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

E-mails provam que houve propina em obras de expansão das Linhas 2-Verde e 4-Amarela

E-mails trocados entre executivos da Odebrecht, e que estão em poder da Lava Jato, indicam que a construtora pagou propina para realizar obras do metrô em São Paulo. As licitações aconteceram em governos do PSDB.
Os e-mails encontrados pela investigação envolvem duas linhas do Metrô de São Paulo: a 2-Verde e a 4-Amarela, última a ser construída. Um deles é de maio de 2006. A mensagem de um executivo da empresa fala de um aditivo contratual de R$ 37 milhões na Linha 2-Verde e menciona três codinomes ligados a valores que, segundo a investigação, se referem à propina.
"Estrela" deveria receber R$ 1,5 milhão. Os outros dois, chamados de "Brasileiro" e "Bragança", receberiam R$ 188 mil cada. Em outro e-mail, também de 2006, é endereçado ao ex-presidente da construtora, Marcelo Odebrecht. Nele um executivo da empresa pede autorização para um pagamento ao codinome "cambada SP", relacionado ao projeto "PPP Linha 4-Amarela".
Para os investigadores, "PPP Linha 4-Amarela" possivelmente quer dizer "parceria público-privada" para a construção da Linha 4-Amarela do Metrô. Os investigadores ainda tentam descobrir a quem se referem esses codinomes.
Os e-mails não vão ser analisados apenas pelos investigadores da Lava Jato. O Ministério Público de São Paulo, que também investiga obras do metrô, informou que vai pedir os documentos para juntar como provas nos inquéritos que apuram se houve pagamento de propina a agentes públicos para favorecimento na realização das obras do Metrô.
O Metrô disse, em nota, que desconhece qualquer irregularidade nas obras e que está à disposição para colaborar com a força-tarefa da Lava Jato.
Também, em nota, o PSDB diz que não tem conhecimento das informações citadas e que defende o aprofundamento das investigações.
A Odebrecht não quis comentar.
Fonte da notícia: G1-SP

Em 2017, Metrô terá o menor investimento desde 2012

O Governo do Estado de São Paulo vai investir 14% menos no metrô em 2017 do que era previsto em relação a todo este ano de 2016.
O número faz parte da proposta de orçamento enviada pelo governador Geraldo Alckmin à  Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Em 2016, a previsão orçamentária reservava R$ 3,89 bilhões para o Metrô. Para 2017, esta previsão será de R$ 2,9 bilhões.
A queda de orçamento reflete a crise econômica, diminuição da arrecadação e a redução do ritmo de obras. Será o menor nível de investimento no metrô desde 2011.
Um dos exemplos é a Linha 6-Laranja, que devem atrasar, sendo concluídas apenas em 2018. Prevista para ligar Brasilândia, na zona norte de São Paulo, à Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul do Metrô, em 2016, a Linha 6-Laranja teve previsão orçamentária de R$ 1,2 bilhão. Já para 2017, esta linha terá somente R$ 259 milhões à disposição.  Boa parte das verbas deste ano foi empenhada porque uma das etapas mais caras para a obra, as desapropriações, foi concluída.  Desde o mês passado, entretanto, as intervenções estão paradas porque o consórcio responsável pelo projeto, por meio de uma Parceria Público-Privada, ainda não conseguiu financiamento para dar andamento ao serviços.
Atrasos nas Linhas 4 Amarela, 15-Prata e 17-Ouro também influenciam na execução do Orçamento. As Linhas 15-Prata e 17-Ouro não são de Metrô e sim, de Monotrilho, modal diferente, com menor capacidade, mas têm custo elevado de implantação e que pertencem à Companhia do Metropolitano.
Já para compra de trens novos, a previsão orçamentária do governo Alckmin é de redução de 25%. Os recursos vêm de entidades como o Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento-Bird. Em 2016, o orçamento era de R$ 1,37 bilhão e, para 2017, será de R$ 1,01 bilhão.
Mais investimentos em Modernização
Se o orçamento reserva menos recursos para ampliação das linhas e compra de mais trens em 2017, de acordo com a previsão enviada por Alckmin, a modernização das linhas em operação devem ter mais recursos. As Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, devem receber R$ 210 milhões para obras e outras melhorias –  valor 27% maior que o reservado para 2016.
Fonte da notícia: Diário do Transporte.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Polícia Federal suspeita que houve propina em obras de expansão das Linhas 2-Verde e 4-Amarela

Com base em 32 conjuntos de mensagens trocadas por e-mail entre executivos da empreiteira Odebrecht, a Polícia Federal organizou uma lista dos casos em que a empresa é suspeita de ter pago propina a políticos para obter vantagens indevidas em contratos com o poder público. Entre elas estão mensagens com pedidos de pagamentos de porcentagens referentes a obras das Linhas 2-Verde e 4-Amarela do Metrô de São Paulo. 

Os e-mails revelam ainda um pedido de pagamento de R$ 500 mil, em 2004, relacionado a uma “ajuda de campanha com vistas a nossos interesses locais”. Na mensagem, assinada pelo diretor da Odebrecht responsável pelo contrato da Linha 4-Amarela, Marcio Pellegrini, ao Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, conhecido como “departamento de propinas” da empreiteira, há uma referência ao codinome “Santo”. 

A PF, contudo, afirma não ter identificado a quem se referem os codinomes destas planilhas e, por isso, os possíveis destinatários destes pagamentos não foram alvo da Operação Omertà, 35.ª fase da Lava Jato.

“Verificou-se que alguns pagamentos eram solicitados explicitamente a título de contribuição para campanhas eleitorais, mas, ao contrário de qualquer alegação de que se tratariam apenas de contribuição popularmente conhecida como caixa 2, encontravam-se diretamente atrelados ao favorecimento futuro da Odebrecht em obras públicas da área de interferência dos agentes políticos”, afirmou o delegado da PF Filipe Hile Pace. 

Ao todo, a PF lista mais de 20 e-mails referentes às obras do metrô paulista, sempre partindo dos diretores e executivos ligados à obra para executivos do “departamento de propinas” e para o então presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Barbosa Júnior, que na maioria dos casos repassava o pedido de pagamento para Marcelo Odebrecht aprovar.

Nas trocas de e-mails aparecem o total de nove apelidos, sendo seis ligados às obras da Linha 2-Verde e a porcentagens de pagamentos que variam de 0,5% a 4%, e dois ligados às obras da Linha 4-Amarela. A Odebrecht participou do consórcio que fez os lotes 1 e 2 da Linha 4-Amarela e também atuou na expansão da Linha 2-Verde, ligando as Estações Ana Rosa e Santos-Imigrantes.

Linha 2-Verde

Em 04/01/2006, por exemplo, Fábio Gandolfo, diretor de contrato da Linha 2-Verde, encaminha a Ubiraci Santos, apontado como um dos responsáveis por fazer as solicitações de pagamentos ilícitos do Setor de Operações Estruturadas, uma planilha com pagamentos para “Corintiano”, “Estrela”, “Bragança” e “Brasileiro”, previstos para 11/01/2006.

Em outro e-mail, de maio, com o assunto “Metro SP”, Gandolfo informa que foi assinado um aditivo contratual referente ao lote 3 da obra, no valor de R$ 37,7 milhões, e pede que seja adicionado as propinas referentes a este aditivo à “Planilha DGI”. Segundo a Lava Jato, a sigla DGI era utilizada com frequência pelos executivos da Odebrecht para se referir aos pagamentos ilícitos e aos acertos do “departamento de propina”.

Neste aditivo, o maior porcentual ficaria, segundo a planilha, com “Estrela”, o equivalente a 4% do valor do contrato, totalizando R$ 1,5 milhão. Rio. Na lista de obras citadas nas mensagens reveladas pela PF, 14 se referem a obras no Rio de Janeiro – 11 na capital, duas em Rio das Ostras e uma em Campos.

Esses e-mails permitem concluir que 16 pessoas ou grupos de pessoas se beneficiaram da propina. Elas são identificadas por codinomes como “Bolinha”, “Pavão”, “Rasputim”, “Barba Negra” e “Casa de Doido”.

Defesa

Por meio de nota, o Governo de São Paulo afirmou que o Governador Geraldo Alckmin não mantém relações com empresários “que não sejam pautadas estritamente pelo interesse público”.

“O Governo de São Paulo está à disposição para colaborar com a força tarefa e já determinou que a CGA solicite compartilhamento de informações.”

Também em nota, a Secretaria de Transportes de São Paulo afirma desconhecer irregularidades em suas obras. “As empresas, contudo, estão à disposição para colaborar com a Força Tarefa da Lava Jato e esclarecer toda e qualquer informações.” 

Consultada pela reportagem, a Odebrecht não quis se manifestar.

Fonte da notícia: MSN


Move-SP anuncia paralisação das obras da Linha 6-Laranja por tempo indeterminado

A concessionária responsável pelas obras da Linha 6-Laranja, do Metrô, Move SP, emitiu uma nota anunciando a paralisação das obras por tempo indeterminado.

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Veja a seguir a nota na íntegra:

São Paulo, 05 de setembro de 2016 – A Concessionária Move São Paulo, Empresa responsável pela construção, operação e manutenção da Linha 6-Laranja, que ligará a região noroeste ao centro da cidade anunciou hoje a suspensão das atividades de construção devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.

A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões (vide box abaixo).

No momento, a Concessionária negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da Parceria Público Privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.

Durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.

Segue inalterada a previsão de gerar 9 mil vagas durante o pico da obra e a criação de 1.000 novos postos de trabalho para início das operações da Linha 6-Laranja assim que as atividades forem retomadas, o que esperamos que ocorra no menor prazo possível.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Lava Jato investiga suspeita de propina da Odebrecht no Metrô de São Paulo

A Lava Jato investiga a suspeita de que a Odebrecht tenha pagado propina em obras do Metrô de São Paulo.
Os investigadores da Lava Jato encontraram diversos e-mails trocados por executivos da Odebrecht. As mensagens indicam que a construtora pode ter feito pagamento de propina em obras de duas linhas do Metrô de São Paulo, como mostra reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo”.
Um e-mail, enviado em maio de 2006, fala sobre um aditivo de R$ 37 milhões na Linha 2-Verde. O funcionário da construtora lista três codinomes e valores.
A maior parte do dinheiro iria para alguém identificado como "Estrela". Outras duas pessoas, apelidadas de "Brasileiro" e "Bragança", ficariam com R$ 188 mil cada.
Em outra mensagem, de agosto de 2006, um executivo escreve para Marcelo Odebrecht: "Peço autorização para o fluxo abaixo: Codinome ‘cambada em SP’, a ser custeado pelo projeto PPP Linha 4-Amarela”.
PPP Linha 4-Amarela possivelmente seria parceria público-privada para a construção da Linha 4-Amarela. A mesma que, durante a obra, desabou e matou sete pessoas no início de 2007.
Numa mensagem de 2004, um diretor da Odebrecht, responsável pelo contrato da Linha 4-Amarela, menciona a executivos da construtora um valor de R$ 500 mil para uma ajuda de campanha - “com vistas a nossos interesses locais”, diz o texto - e a referência ao codinome "Santo".
Os investigadores ainda não sabem quem são esses codinomes mencionados.
Promotores do Ministério Público de São Paulo, que investigam as obras do Metrô de são Paulo, informaram que vão pedir as cópias desses e-mails e outros documentos apreendidos pela Lava Jato na Odebrecht.
O material servirá para complementar ações civis já propostas e inquéritos que apuram suposto pagamento de propina para agentes públicos.
Até investigações que não evoluíram por falta de provas podem ser desarquivadas.
O PSDB declarou que desconhece as informações citadas e que defende o aprofundamento da investigação para que sejam dirimidas dúvidas.
O metrô de São Paulo também afirmou que desconhece qualquer irregularidade em suas obras e que está à disposição da Lava Jato.
A Odebrecht não quis se manifestar.
Fonte da notícia: G1-SP

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Governo Estadual fez sua parte para que obras da Linha 6-Laranja não precisassem ser paralisadas


O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que o governo de São Paulo está fazendo a sua parte para a construção da Linha 6- Laranja do Metrô. No dia 05/09/2016, o consórcio responsável por construir a linha disse que vai parar a obra porque não consegue empréstimo para tocar o projeto.


Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto".

Segundo o Secretário Pelissioni, que é responsável pelo Metrô, a obrigação do Consórcio conseguir o dinheiro para a obra, e que o Estado está cumprindo com sua parte no contrato. Também disse que, se conseguir resolver o problema nos próximos meses, o prazo de entrega deve ser mantido para 2021.

"Por enquanto nós determinados uma auditoria nos canteiros para verificar a quantidade de pessoas e equipamentos trabalhando, estamos toda a semana sendo notificados disso e, junto com a Procuradoria-Geral do Estado, estudando medidas que vão desde multas e penalidades até eventualmente se um empréstimo de longo prazo não puder sair, uma rescrição de contrato, coisa que nós queremos evitar", afirmou o secretário.


Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021. Metade da obra está sendo paga pelo estado e outra metade, pela iniciativa privada, em um modelo de parceria público-privada. Se a linha ficar pronta, o consórcio ficaria com os lucros da bilheteria.


A Linha 6-Laranja, anunciada em 2008, está prevista para ligar a região noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.

O Consórcio Move São Paulo disse que, apesar da paralisação das obras, os processos de indenização seguem normalmente.


Fonte da notícia: G1-SP

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Metrô corta investimentos devido à crise econômica.

Um levantamento feito pela “Folha da São Paulo” aponta queda em investimentos na malha metroviária e na operação. O repórter usou como base informações de execução orçamentária, onde é constatada uma redução nos últimos dois anos.
Na comparação entre o 1º Semestre de 2016 e 2014, o jornal da conta de que a redução em investimentos para manter as quatro linhas foi na ordem de 60%. Já na manutenção e modernização de trens e equipamentos, a retração foi 72% e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.
Em tom elevado de critica, o sindicato dos metroviários afirma que “é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas”.
Já a companhia contesta os dados apresentados pela Folha de São Paulo. “As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal”, diz o Metrô.
O Metrô também cita feitos como a modernização de composições, onde 80 das 98 já foram entregues, reforma de freios e estações. Diz também que crise econômica impactou na expansão da malha, e que foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas, no que diz respeito a ampliação da malha.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ATENÇÃO!! Trecho da Av. Sapopemba é interditado para obras da Futura Estação Jardim Planalto (Linha 15-Prata) dia 25/09/2016

Neste domingo, dia 25/09/2016, das 6 às 22h, para continuidade das obras da Futura Estação Jardim Planalto, da Linha 15-Prata, será necessária a interdição do trânsito na Avenida Sapopemba nas pistas sentindo Centro/Bairro, entre as ruas Francisca Marinho e Milton da Cruz.


A intervenção é para facilitar o içamento da cobertura desta estação. A orientação aos motoristas e a adequação da sinalização viária no local durante a interdição ficará a cargo da CET.

Fonte da Notícia: Metrô

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela são retomadas após mais de um ano paralisadas.

O Governador Geraldo Alckmin anunciou que foram retomadas no dia 12/09/2016, as obras das quatro estações da Linha 4-Amarela do Metrô. Paralisadas desde Julho de 2015, após o contrato com o consórcio responsável ser rescindido, a primeira estação a ser entregue será a Higienópolis-Mackenzie, em um ano. As estações foram prometidas inicialmente para 2014.
"A obra já está novamente contratada. Já deveria estar pronta, lamentavelmente, o consórcio abandonou a obra. Tomamos todas as providencias, porque não há ninguém mais interessados que nós [o governo do Estado] pra entregar as obras. Infelizmente, a empresa quebrou e tivemos que abrir nova licitação", disse o governador.
O contrato para as obras também ficou R$152 milhões mais caro do que o anterior. As obras da segunda fase da linha - que ligará a Luz, no centro, à Vila Sônia, zona oeste da capital - foram iniciadas em 2012, mas o Metrô reiscindiu o contrato em Julho de 2015 pelo não cumprimento do acordo por parte da construtora.
Até Julho de 2015, quando os dois contratos com a empresa Isolux Corsán foram rescindidos por atrasos na execução, o custo seria de R$ 706,9 milhões. Durante a vigência do negócio, o Metrô pagou à empresa R$ 236,9 milhões, 33,7% do total. Das estações previstas, só a Fradique Coutinho foi entregue e entrou em operação em Novembro de 2014.
O Metrô relicitou a obra, dessa vez por R$ 858, 7 milhões. De acordo com Clodoaldo Pelissioni, secretário de transportes metropolitanos, o novo contrato ficou mais caro porque o novo projeto é mais completo que o anterior. "[Agora] a obra saiu com o projeto executivo definitivo. O projeto ficou mais completo, vamos ter menos projeções de aditivos ou modificações. Por isso, saiu um pouco mais cara, mas temos uma convicção maior do cumprimento dos prazos", disse o secretário.
Ainda segundo Pelissioni, o consórcio que abandonou a obra foi multado em R$ 23 milhões e está proibida de participar de licitações de obras do Estado em 2 anos. O pagamento da multa ainda está em disputa judicial, mas, segundo o secretário, assim que for pago, o valor será usado para investimento em outras obras.
Além da entrega da Estação Higienópolis-Mackenzie em 12 meses, o governador informou que o cronograma das obras também prevê a conclusão da Estação Oscar Freire em 15 meses; a Estação São Paulo-Morumbi, em 18 meses; e a Estação Terminal Vila Sônia o terminal de ônibus integrado, em 36 meses.
"Essa daqui [Higienópolis-Mackenzie] é a mais adiantada, está mais de 60% concluída. O túnel sob a Rua da Consolação já está pronto e haverá dois acessos à estação, um pela Consolação e outro na Rua Rio Preto", disse Alckmin.
Fonte da notícia: Revista Ferroviária.

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por tempo indeterminado.

O consórcio Move São Paulo anunciou no dia 05/09/2016 a suspensão das atividades de construção da Linha 6-Laranja do Metrô. Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto". Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021.
A Linha 6-Larajna vai ligar a Região Noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.
O consórcio negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da parceria público privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.
Ainda segundo a empresa, o processo de desapropriação será mantido durante o período de suspensão.
O Governo do Estado de São Paulo disse que já investiu R$ 1,6 bilhão na obra, que não deve nada ao contrato e que vai tomar as medidas cabíveis contra a concessionária.
Sobre a Linha 6-Laranja
A Linha 6-Laranja vai ligar o bairro da Brasilândia, na Zona Norte, até a Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul, no Centro da capital paulista. Mais de 600 mil passageiros devem circular pela linha diariamente. A obra da linha teve início em Abril de 2015.

O trajeto terá 15,9 km incluindo pátios e 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba - Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica - Pacaembu, Higienópolis - Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim. O governo projeta que 29 trens irão atuar ao longo do percurso. Ela fará conexão com outras linhas da CPTM e do Metrô, com a Linha 4-Amarela.
O percurso entre Brasilândia e São Joaquim, que hoje é feito em 90 minutos, passará a ser feito em 23 minutos.
O investimento previsto para a linha é de R$ 9,69 bilhões - metade disso sairá dos cofres do estado e a outra metade pelo consórcio que venceu a licitação.
Fonte da notícia: G1-SP

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ATENÇÃO!!! Avenida Sapopemba será interditada nas madrugadas de 21, 22 e 23/09/2016 para obras da 2ª Fase da Linha 15-Prata

Nos dias 21, 22 e 23/09/2016, sempre das 23h às 05h, a Avenida Sapopemba estará interditada totalmente no sentido bairro, pela continuidade das obras de implantação do Monotrilho da Linha 15-Prata.

A pista centro-bairro da Av. Sapopemba, entre as ruas Francisca Marinho e Milton da Cruz, será fechada ao trânsito de veículos. Esta interdição é necessária para possibilitar a instalação de estrutura metálica na Futura Estação Jardim Planalto.
 
A orientação aos motoristas e a adequação da sinalização viária no local durante a interdição ficará a cargo da CET.

Fonte da Notícia: Metrô

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por falta de verbas

A concessionária Move SP, responsável pelas obras da Linha 6-Laranja do Metrô, anunciou a paralisação das obras por tempo indeterminado.

De acordo com a empresa, “a suspensão das atividades de construção é devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.”

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Ainda estão sendo providenciados junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo, alternativas para o reequilíbrio da PPP de implantação da Linha 6-Laranja. De acordo com a Move SP, “durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.”

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

Linha 6-Laranja do Metrô será inaugurada em 2021

A Linha 6-Laranja que fará a ligação entre a Vila Brasilândia e a Estação São Joaquim, na Linha 1-Azul só vai ficar pronta em 2021, ou seja, um ano a mais em relação a última promessa, que foi 2020.

A informação foi confirmada pelo Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e pelo Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.

O secretário atribuiu esse atraso na Linha 6-Laranja do Metrô à falta de repasse do Governo Federal.

“Nós tivemos por conta de um ano de atraso no recebimento do financiamento federal, da Caixa Econômica Federal, um pequeno atraso no pagamento das desapropriações” – disse em coletiva.

O Consórcio Move, responsável pela construção, quer entregar a linha até 2020, mas o cronograma oficial agora prevê a conclusão para 2021.

A linha deve custar R$ 9,7 bilhões, divididos entre o poder público e a iniciativa privada. Quando estiver pronta, a Linha 6-Laranja deve beneficiar 600 mil passageiros por dia.

São 15 estações em 15,9 quilômetros de extensão: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba-Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim.

A previsão é de que 29 trens circulem neste trajeto. Haverá integração com a CPTM e a Linha 4-Amarela do Metrô.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

Governo de São Paulo pretende iniciar obras da Linha 18-Bronze em 2017

O Governo de São Paulo espera poder iniciar as obras do Monotrilho da Linha 18-Bronze, entre São Paulo e São Bernardo do Campo, passando por Santo André e São Caetano, em 2017.

A afirmação é do Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, em entrevista à Rádio Estadão. “Pretendemos, quem sabe, em 2017, iniciar essas obras”, afirma o titula da pasta.

Iniciadas as obras, o consórcio Vem ABC, vencedor da disputa pública e responsável pelas obras e operação, terá até quatro anos para erguer o meio de transporte, ou seja, em meados de 2021.

A Linha 18-Bronze terá 14,9 Km de extensão e 13 estações, incluindo, ainda, um estacionamento para seis composições ao longo da linha e um pátio de estacionamento nas imediações da Estação Tamanduateí.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Privatização das Linhas 5-Lilás e 17-Ouro devem ser concluídas até o final de 2017

O Governo do Estado de São Paulo bateu o martelo em relação as concessões das Linhas 5-Lilás do Metrô e 17-Ouro do Monotrilho, em reunião ocorrida com o conselho gestor do PED.

Segundo o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, a intenção é finalizar o processo até Julho de 2017, antes da entrega de 9 novas estações da Linha 5-Lilás. “Nós queremos que as novas estações já sejam operadas pelo concessionário”, afirmou.

Em entrevista à imprensa, Pelissioni defendeu a concessão conjunta dos dois ramais. “Vai ser uma concessão única porque as linhas se cruzam no Campo Belo. Há uma sinergia de energia elétrica e integração na estação que está sendo construída lá. Será uma concessão por 30 anos na qual será cobrada uma outorga fixa de entrada e o concessionário receberá uma parcela da tarifa paga por passageiro transportado que continuará sendo arrecadada pelo Metrô. O Estado não vai mais aportar recurso nenhum”, disse o secretário.

O titular da pasta, no entanto, não deu detalhes se a concorrência exigirá das empresas expansão das linhas. No ano passado quando a notícia veio a público, comentou-se que a Linha 5-Lilás poderia ser levado ao Jardim Ângela, a cargo da concessionária que ganharia a disputa.

O Monotrilho da Linha 17-Ouro, tem como seu projeto original a ligação entre o Jabaquara e o Aeroporto de Congonhas, chegando até a Futura Estação São Paulo-Morumbi. Mas atualmente somente o trecho entre Congonhas e Morumbi da CPTM está em obras.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

TCE investiga mais de 60 canteiros de obras abandonados do Monotrilho da Linha 17-Ouro

O TCE fez uma série de questionamentos ao Metrô de São Paulo sobre as obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro, no que diz respeito aos atrasos nas construções e até na escolha do modal.

Assinado pelo Conselheiro Antônio Roque Citadini, o documento questiona também a rapidez que obra deveria ter ocorrido. “Os atos praticados na execução dos serviços descaracterizaram o objeto (sistema de transporte por monotrilho), cujas características são a rapidez da instalação, baixa quantidade de desapropriação e menor interferência na rotina urbana”, diz o relator.

Em outro ponto, Citadini afirma que o Governo do Estado “entrou em uma aventura”“Os elementos existentes no processo demonstram que o Metrô de São Paulo embarcou em uma aventura, quando decidiu construir a Linha 17-Ouro“, afirma.

O TCE questiona também o aumento nos valores de construção, que na avaliação do TCE saltou de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,17 bilhões, sem incluir as estações. A companhia terá o prazo de 30 dias para encaminhar suas respostas.

Secretário rebate

Durante uma entrevista à Rádio CBN, o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que o custo das oito estações do Monotrilho não constava no contrato principal, e foi licitado posteriormente. Segundo ele, as obras deverão ficar em torno de R$ 300 milhões o quilômetro, o que é um “valor mais do que compatível internacionalmente com os monotrilho no mundo”, nas palavras do titular da pasta.

O titular da pasta afirma que o novo cronograma da conta de que o Monotrilho do Morumbi inicie a operação assistida em 2018, com previsão de operação plena em 2019.

Em um tom mais duro, Pelissioni ainda criticou nas entrelinhas a forma com que a imprensa trata as obras. “Infelizmente as vezes os órgãos das imprensa tratam o metrô como a parte da crise toda”, diz o secretário referente a problemas enfrentados pelas construtoras com a operação Lava-Jato, da Polícia Federal.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

Candidato a Prefeitura de São Paulo, João Dória, defende municipalização do Metrô de São Paulo

A equipe de Governo do candidato à Prefeitura de São Paulo do PSDB, o apresentador e empresário João Doria, propõe que em um eventual governo, a companhia do Metrô seja assumida pela administração municipal, de acordo com a Colunista da Folha de São Paulo Monica Bergamo.
Segundo a publicação, com a vitória de Dória, seriam propostos 15 novas linhas metroviárias, por meio de uma licitação internacional.
Atualmente, a expansão, assim como a responsabilidade do Metrô é a cargo do padrinho político de Doria, o Governador Geraldo Alckmin. São tocadas simultaneamente a expansão e construção de 3 linhas de Metrô, outras 2 de monotrilho e mais duas de trem. Em todos os casos foram registrados atrasos.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

Carro colide com viga de obra da Linha 17-Ouro e fica destruído



Um carro bateu em uma pilastra do Monotrilho da Linha 17-Ouro na Avenida Washington Luís, na Zona Sul da capital, na manhã do dia 18/09/2016, de acordo com a CET. O motorista passou por um buraco e perdeu o controle do veículo, que ficou destruído, segundo a Polícia Militar.


O motorista e outras duas pessoas que estavam no carro foram levadas para o Hospital Municipal Arthur Ribeiro de Saboya, no Jabaquara, também na Zona Sul, e já receberam alta, informou a PM.

De acordo com a corporação, a ocorrência foi registrada no 27º Distrito Policial. O carro continuava no local até as 15h30 para ser guinchado. Uma das faixas da via sentido bairro permanece interditada para os demais veículos.

Fonte da notícia: G1-SP

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Governo Estadual irá privatizar Linhas 5-Lilás e 17-Ouro até o final de 2016

O Governo de São Paulo vai conceder as Linhas 5-Lilás do Metrô e 17-Ouro do monotrilho à iniciativa privada de forma conjunta.

Segundo o Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, o edital deverá ser lançado a partir de outubro, e a expectativa é a de que o consórcio vencedor passe a operar as linhas a partir do 1º Semestre de 2017.

As linhas estão situadas na Zona Sul de São Paulo e vão compreender 27,5 km de trilhos e 25 estações quando concluídas. A Linha 5-Lilás já opera com sete estações entre Capão Redondo e Adolfo Pinheiro e está sendo expandida até a Estação Chácara Klabin. Já a Linha 17-Ouro, que chegou a ser prometida para 2014, deve ficar pronta apenas no início de 2019 e vai ligar, em formato de monotrilho, o aeroporto de Congonhas e a Marginal Pinheiros.

Pelissioni afirma que a concessão deverá proporcionar uma melhor gestão de recursos e maior eficácia no funcionamento da linha. “Tem uma sinergia de integração de pessoas que vão usar, de equipes, de compra de energia elétrica”, afirma. As linhas farão integração na Estação Campo Belo.O modelo da concessão será o de outorga fixa de entrada. Ou seja, o consórcio pagará um valor para assumir a operação das linhas, e o governo do estado, por sua vez, fará uma remuneração por passageiro transportado. Com isso, o modelo de operação por meio da iniciativa privada cresce nos Transportes Metropolitanos de São Paulo. A Linha 4-Amarela já é administrada por uma um consórcio de empresas. A intenção do governo de São Paulo é ainda conceder à iniciativa privada a operação de linhas da  CPTM.

Fonte da notícia: G1-SP