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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Falha elétrica atingiu Linha 1-Azul na manhã de hoje (07/10/2016)

A operação na Linha 1-Azul teve problemas na manhã de hoje, 07/10/2016, por conta de falta de energia elétrica. A ocorrência teve início por volta das 8h30 da manhã, e somente após as 9h30 a circulação começou a ser normalizada.

O trecho entre as estações Sé e Luz chegou a ficar interrompido. Com a pane, as linha 2-Verde e 3-Vermelha chegaram a ter velocidades reduzidas e maior tempo de paradas.

Segundo o Metrô, o problema foi na região da Estação São Bento.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Metrô registra aumento de falhas operacionais em todas as linhas nos últimos anos.

O número de falhas graves no Metrô de São Paulo mais que dobrou em cinco anos, e a tendência de alta continua em 2016, segundo dados obtidos pela Folha de São Paulo por meio de Lei de Acesso à Informação.
Em 2010, houve 30 ocorrências notáveis —nomenclatura técnica para panes que resultam em paralisação das linhas, ainda que parcial. Em 2015, 76, aumento de 153%.
No primeiro semestre deste ano, já foram 44, praticamente uma a cada quatro dias.
Os números obtidos se referem às quatro linhas operadas pelo próprio Metrô (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata), a cargo do Governo Geraldo Alckmin.
Essas falhas graves podem ocorrer tanto nos trens como em equipamentos da rede.
Na prática, afetam a vida não só de quem fica preso nos vagões por pelo menos cinco minutos —tempo para caracterizar uma ocorrência notável— como dos demais usuários, já que há um efeito cascata nas linhas do metrô.
Uma falha aumenta os intervalos de viagem, a lotação dos trens e as filas para embarque. Em algumas dessas panes, os trens precisam ser encaminhados para manutenção corretiva, retirando composições de circulação.
Considerando apenas os problemas registrados nos trens, a quantidade passou de 22 para 42 nos últimos cinco anos, alta de 91%.
O Tribunal de Contas do Estado concluiu, com base em dados do Metrô, que cerca de 92 mil viagens de trens deixaram de ser feitas em 2015 em razão de falhas ou problemas de manutenção.
Nos últimos cinco anos, não houve aumento significativo da frota, que passou de 150 para 154 trens, tampouco no volume de quilômetros percorridos pelas composições, que subiu de 18,2 milhões para 18,9 milhões.
Além disso, não houve crescimento expressivo nessa malha metroviária gerenciada pelo Estado, que de 65,3 km chegou a 68,5 km.
O volume de passageiros transportados aumentou 45% no período, mas ainda assim em ritmo mais modesto que as panes graves.
A gestão Alckmin afirma que a alta das panes se deve à adaptação de trens modernizados recentemente.
Funcionários, porém, citam a redução de investimentos na operação, manutenção e modernização de linhas, trens e estações e, como revelou a Folha de São Paulo, a falta de peças e a terceirização no serviço em trens novos e reformados.
Em março, a reportagem mostrou a situação de cinco trens retirados de operação para servir de estoque de peças de reposição para outros. O Metrô tem enfrentado falta de recursos —em 2015, a gestão Alckmin deu calote de R$ 66 milhões na empresa, referente à verba de gratuidades.
O consultor Peter Alouche, especialista em trilhos e que trabalhou décadas no Metrô, ressalta que a rede é pequena para "um dos mais elevados números de passageiros por km de linha no mundo".
Para ele, a alta das falhas pode estar ligada à interferência da implantação nos últimos anos do CTBC, que promete reduzir os intervalos entre trens.
"Enquanto não estiver em operação adequada, isso interfere no sistema convencional e causa incidentes", afirma. O sistema só foi implantado integralmente na Linha 2-Verde. O cronograma de entrega hoje se estende até 2021.
Outro lado
Segundo o Metrô, o aumento de 153% nas panes graves em um período de cinco anos se deve ao retorno de trens do processo de modernização.
De 2010 a 2016, o Metrô colocou em operação 80 trens modernizados. O contrato prevê a entrega de outros 18, o que resultará em 98 composições renovadas.
Em nota, a empresa ligada à gestão Alckmin diz que "quanto mais novo for um trem, maior será o número de ocorrências apresentadas justamente porque equipamentos novos passam por fase controlada de estabilização de desempenho até alcançarem sua máxima eficiência".
Segundo a companhia, "a avaliação da variação das ocorrências notáveis não pode ser feita de forma isolada e simplista". "O total de falhas do período analisado está praticamente constante porque enquanto alguns trens novos entram em operação, outros já estão estabilizados", prossegue.
A empresa destaca que todo trem novo ou modernizado requer acompanhamento técnico em seu período inicial de operação.
Fonte da notícia: Revista Ferroviária.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Dobra número de falhas operacionais no Metrô nos últimos 5 anos

Um levantamento feito pelo jornal “Folha de São Paulo” aponta aumento no número de falhas registrados no Metrô de São Paulo, onde o índice mostra que quase dobraram o número de panes, que consequentemente afetam o deslocamento dos passageiros, as chamadas “velocidades reduzidas e maior tempo de parada”, quando a paralisação se dá mais que cinco minutos.

Em 2010 foram 30 ocorrências intituladas de “notáveis”. Já no primeiro semestre deste ano já foi atingido a casa dos 44. Este cenário corresponde a operação das Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata. Por outro lado, a rede não cresceu nem em número de quilômetros percorridos, e em extensão de rede cresceu pouco.

Confira ano a ano:

– 2010: 30 falhas pontuais;
– 2011: 56 falhas pontuais;
– 2012: 71 falhas pontuais;
– 2013: 71 falhas pontuais;
– 2014: 73 falhas pontuais;
– 2015: 76 falhas pontuais;

O Metrô de São Paulo disse em nota ao jornal que o aumento nas falhas está relacionado ao programa de modernização das composições. Os engenheiros explicam que quando uma composições retorna à operação, existe um período de adaptação, resultando nas falhas.

Os problemas em trens, segundo a série histórica vem apresentando discreta melhora. Confira:

– 2010: 22 falhas notáveis em trens;
– 2011: 33 falhas notáveis em trens;
– 2012: 49 falhas notáveis em trens;
– 2013: 45 falhas notáveis em trens;
– 2014: 43 falhas notáveis em trens;
– 2015: 42 falhas notáveis em trens;

O Metrô ainda discorda da maneira com que os dados foram interpretados pelo jornal. “O total de falhas no período analisado está praticamente constante porque enquanto trens novos entram em operação, outros já estão estabelecidos”. A companhia diz ainda que a avaliação do jornal é isolada e simplista.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Ministério Público deve investigar contrato entre Alstom e Metrô de São Paulo para instalação do CBTC

A nova onda de notícias que envolve o Metrô de São Paulo e Ministério Público é a troca do sistema de sinalização, o CBTC. De acordo com publicação da TV Globo, o MP deve questionar na Justiça a prorrogação da implementação da tecnologia, até o ano de 2021.

O sistema opera na Linha 2-Verde entre as Estações Terminal Vila Prudente e a Vila Madalena, e 60% dos trabalhos estão concluídos para levar a sinalização nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, que deve reduzir intervalo e aumentar a capacidade de transporte.

Segundo a reportagem, no ano de 2016, onde desde fevereiro, a Linha 2-Verde opera com o CTBC, foram registradas 10 falhas notáveis. Em 2015 foram 7, e em 2014, 5 ocorrências. De acordo ainda com os dados, as falhas demoraram em média de 23 minutos para serem resolvidas.

A publicação, no entanto, não especifica se todas as falhas tiveram relação com o sistema de sinalização.

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, diz que é normal haver um período de maturação quando há a implantação de uma nova tecnologia. “Quando você faz uma modificação, você tem algum período de falha“, diz.

Clodoaldo diz ainda que o acordo vai beneficiar os passageiros. “Tem um equívoco ao analisar essa questão de valores, são valores pedidos, a arbitragem ainda não tinha julgado os valores ainda. O governo podia tanto ganhar valores a mais como perder. Então foi decidido, tínhamos duas decisões a tomar: ou rescindíamos o contrato, depois teríamos que licitar novamente, ou fazíamos uma repactuação contratual, o que foi inclusive apoiado pela procuradoria geral do estado, que é a advocacia do estado”, afirma.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Falha operacionais na Linha 2-Verde aumentam com a implantação do CBTC

O número de falhas na Linha 2-Verde aumentou em 2016, mesmo ano em que o Metrô concluiu a instalação de um sistema que deveria diminuir o intervalo entre os trens. Foram 10 falhas em 2016, mais que as 7 registradas em 2015 e as 5 de 2014. Os dados foram obtidos pelo SPTV por meio da Lei de Acesso à Informação e considera as falhas notáveis, quando atrasam a operação.
 
Em média, cada falha levou 23 minutos para ser resolvida.

A tecnologia chamada CBTC começou a ser instalada em 2008 e deveria ter sido concluída em 2011. Na Linha 2-Verde, a instalação acabou em Fevereiro de 2015. A situação é pior nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, que só terão o sistema de forma integral em 2021, segundo o Metrô.

O CTBC consiste em um sistema com antenas e transmissores dentro dos trens e nos túneis. Um computador controla toda a movimentação das composições. Na prática, isso poderia diminuir o intervalo entre as composições e também a superlotação.

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que é normal haver um período de maturação quando há a implantação de uma nova tecnologia. "Quando você faz uma modificação, você tem algum período de falha", diz.

A empresa contratada em 2008 para instalar o sistema foi a Alstom, que é investigada por suposta prática de cartel em licitações do Governo de São Paulo. O preço previsto para o serviço foi de R$ 780 milhões.

Fonte da Notícia: G1-SP

Falha prejudicou Linha 2-Verde na tarde de 05/08/2016

Uma interferência entre as Estações Terminal Vila Madalena e Paraíso da Linha 2-Verde causou tumulto e lotação em todas as estações do modal no fim da tarde de 05/08/2016. Durante cerca de trinta minutos, os trens circularam em velocidade reduzida. 

O tráfego comprometido, em plena hora do rush, prejudicou a locomoção de vários usuários. Na Estação Terminal Vila Prudente, por exemplo, usuários aguardam cerca de 13 minutos para embarcar no trem. Às 18h30, o problema foi resolvido e a circulação voltou a fluir normalmente.

Fonte da Notícia: Veja São Paulo

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Linha 2-Verde registra aumento nas falhas operacionais após a operação do CBTC

O Metrô de São Paulo registrou um aumento no número de falhas e atrasos na linha em que foi implantado um sistema que deveria melhorar a qualidade do serviço. O contrato é alvo de ação do Ministério Público.

No Metrô de São Paulo tem sempre alguém com uma história de trem parado na linha.

“Ele está funcionando normal. Aí, vai, ele para do nada. Ninguém sabe como, para do nada”, conta um passageiro.

Desde fevereiro, a linha tem um sistema digital de controle. As antenas de transmissão instaladas em cima dos trilhos registram quando o trem passa e enviam a informação para o sistema.

O sistema deveria melhorar o desempenho da linha, mas um relatório do Metrô revelou que de janeiro a junho aconteceram dez falhas, com atrasos de 23 minutos em média. Em 2015 inteiro, sem o sistema, foram sete. Em 2014, cinco. Em 2013, dez.

O contrato ainda prevê a instalação do sistema em outras duas linhas. Ele foi fechado em 2008, no Governo de José Serra com a empresa Alstom. O valor era de R$ 780 milhões e o prazo de entrega era 2010.

A Alstom não conseguiu cumprir o contrato. O governo de São Paulo, então, aplicou uma multa de R$ 78 milhões e ameaçou romper o negócio com a multinacional francesa.

A “Folha de S. Paulo” publicou dia 24/07/2016 que a Alstom alegou que o Metrô não tinha feito obras para implantação do sistema e que o Metrô exigiu mudanças que aumentaram o custo em R$ 173 milhões. Já o Metrô alegava que os atrasos da Alstom provocaram prejuízo de quase R$ 300 milhões.

O caso foi parar numa corte internacional de arbitragem, conforme estava previsto no contrato. Em Janeiro de 2016, eles chegaram a um acordo.

Segundo o jornal, o Governo de Geraldo Alckmin perdoou uma dívida de R$ 116 milhões: é a diferença entre o prejuízo que o Governo Estadual diz que teve com o atraso do sistema e o que a Alstom diz que gastou a mais em obras. A entrega final do equipamento ficou para 2021.

O contrato já estava sendo investigado pelo Ministério Público, que denunciou a Alstom em outras três ações civis.

“Essa implementação não se referia apenas à Linha 2-Verde, mas se referia também à Linha 1-Azul e à Linha 3-Vermelha, que não tem perspectiva nenhuma de ser implantado, tornando-se absolutamente lesivo ao estado”, disse o promotor de Justiça Marcelo Milani.

O Governo de São Paulo negou que o Metrô tenha perdoado a dívida.

“Tem um equívoco ao analisar essa questão de valores, são valores pedidos. O governo podia tanto ganhar valores a mais como perder. Ou rescindíamos o contrato, e depois teríamos que licitar novamente, ou fazíamos uma repactuação contratual, o que foi inclusive apoiado pela Procuradoria-Geral do Estado, que é a advocacia do estado”, afirmou o Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.

A Alstom declarou que a repactuação do contrato foi aprovada pelos órgãos competentes e homologada pelo Tribunal Arbitral e pela Corte da Câmara de Comércio Internacional, e que o contrato está sendo executado.

Fonte da Notícia: Rede Globo-Jornal Nacional

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Falhas afetaram Metrô e CPTM na manhã de ontem (09/06/2016)

Linhas 3-Vermelha do Metrô, 7-Rubi e 12-Safira da CPTM tiveram problemas na manhã desta ontem (09/06/2016)

No Metrô, uma interferência na via na Estação Bresser-Mooca atrasou a viagem, com as composições operando com velocidade reduzida e maior tempo de parada.

Já na CPTM, uma falha no sistema elétrico afetou a operação da Linha 7-Rubi, e uma falha em um equipamento de via prejudicou os passageiros da Linha 12-Safira.

As 8h30, os problemas nas Linhas 3-Vermelha e 12-Safira tinham sido solucionados, e a circulação estava em processo de normalização.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 24 de maio de 2016

Falha operacional atingiu Linhas 1-Azul e 2-Verde ontem (23/05/2016)

Passageiros da Linha 2-Verde enfrentaram problemas na tarde de ontem (23/05/2016). Por conta de falta de energia elétrica, a circulação está com restrição em todo o trecho da linha que liga a Vila Prudente até a Vila Madalena. A pane teve início por volta 16:48h, e a falha foi sanada às 17:21h.

Mais cedo, por conta de uma falha em equipamento de via, os trens da Linha 2-Verde operaram com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre 13:23h e 14:25h. Por medida de segurança, os trens da Linha 1-Azul também tiveram a circulação alterada.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Falha atingiu Linha 2-Verde no começo da noite de hoje (12/05/2016)

Passageiros da Linha 2-Verde enfrentaram problemas no final de tarde de hoje (12/05/2016). Uma falha em um trem na Estação Consolação causou transtornos na circulação das composições.

O problema foi registrado por volta das 17h00, e minutos depois o trem foi recolhido.

Mais cedo, por volta do meio dia, outro trem apresentou problemas. A ligação metroviária ficou com velocidade reduzida e maior tempo de parada por cerca de 10 minutos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Falha operacional atingiu Linha 2-Verde na noite de 12/04/2016

Estação Santos-Imigrantes (Linha 2-Verde) lotada após falha operacional
Os trens da Linha 2-Verde do Metrô operavam com velocidade reduzida e maior tempo de parada no final de tarde e começo de noite de 12/04/2016 por conta de uma interferência na via.

De acordo com o aplicativo “Direto do Metrô” a ocorrência foi registrada entre as estações Ana Rosa e Paraíso. O problema teve início por volta das 17h30. Por volta das 18h00 a falha havia sido sanada. Depois às 18h14, o site do Metrô voltou a informar que o problema persistia.

De acordo com a assessoria da companhia, uma falha em um equipamento de via tinha sido detectada no trecho. O problema foi resolvido às 21h11.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Último Segundo-IG

domingo, 10 de abril de 2016

Falha afetou Linha 1-Azul nesta sexta (08/04/2016)

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Estação Ana Rosa (Linha 1-Azul) lotada na noite de 08/04/2016
Uma falha com um trem na Estação Ana Rosa afetou a circulação das composições na Linha 1-Azul no começo de noite de 08/04/2016.

O problema teve início por volta das 18h40 e foi sanado às 20h06, quando a circulação começou a ser normalizada. As estações da linha tiveram restrições nos bloqueios por questões de segurança.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 14 de março de 2016

Falha atingiu Linha 2-Verde na manhã de hoje (14/03/2016)

Passageiros que utilizam a Linhas 2-Verde do Metrô enfrentaram problemas na manhã de hoje (14/03/2016). Por volta das 7h30, um trem apresentou falha na Estação Consolação, causando lentidão na operação. Mais tarde, um outro trem na Estação Paraíso teve uma avaria, por volta das 7h45.

Com a ocorrência, as composições da Linha 1-Azul, por questões operacionais, também tiveram velocidade reduzida e maior tempos de parada.

O problema persistia por volta de 8h00 

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 10 de março de 2016

Falhas afetaram as 3 principais linhas de Metrô dia 08/03/2016

Estação Sé (Linha 1-Azul) lotada após falha operacional
Uma série de oscilações na rede elétrica externa às estações do Metrô de São Paulo,dia 08/03/2016, provocavam velocidade reduzida na circulação de trens e maior tempo de parada em estações das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha.

As operações da Linha 2-Verde foram normalizadas por volta das 18h10. Às 18h15, a circulação padrão foi restabelecida na Linha 3-Vermelha. O mesmo aconteceu com os trens da Linha 1-Azul, às 18h25.

Segundo o Metrô, a medida foi adotada como parte de um procedimento de segurança depois que oscilações de energia impediram, às 17h13, a circulação de trens das linhas 3-Vermelha e 2-Verde, e às 17h30, o funcionamento do setor norte da Linha 1-Azul.

Na primeira linha, a circulação entre as estações Itaquera e Penha ficou impedida por cerca de sete minutos, até as 17h20. Já na segunda, a energia levou dois minutos para ser restabelecida, por volta das 17h15. O maior intervalo sem energia ocorreu na Linha 1-Azul, das 17h30 às 17h51.

Em nota, a AES Eletropaulo informou que houve uma oscilação no Sistema Interligado Nacional, “o que acarretou na interrupção do fornecimento de energia elétrica por até 2 minutos de 14 Subestações”. Isso afetou bairros da Zona Leste e “as estações do Metrô Tamanduateí, Tatuapé, Guilhermina-Esperança e da CPTM São Caetano”. Ainda de acordo com a concessionária, “o sistema foi normalizado às 17h15 e as causas deste evento estão sendo apuradas”.

Pouco depois, às 17h32, “houve o desligamento de uma linha de transmissão da AES Eletropaulo, o que acarretou a interrupção do fornecimento de energia elétrica por 2 minutos para 1 Subestação” que alimenta “parte da região central de São Paulo (Pari e Bom Retiro)”.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem: Band

quinta-feira, 3 de março de 2016

Falhas no Metrô cresceram 27% em 5 anos

Gráfico com as panes separadas por linhas, disponibilizado no site "Fiquem Sabendo" Levantamento do site “Fiquem Sabendo” aponta que a quantidade de panes notáveis no sistema metroviário de São Paulo cresceu 27% no período entre 2011 e 2015. A pesquisa exclui a Linha 4-Amarela, que é operada por uma concessionária privada, a ViaQuatro.

De acordo com o estudo feito com base na lei de acesso as informações, o número de panes saltou de 58 em 2011 para 74 e 2015. Ao mesmo tempo, o número de passageiros transportados cresceu cerca de 3%, de 1,087 bilhão em 2011 para 1,116 bilhão em 2015, nas 4 linhas operadas pelo Metrô.

Panes por linhas

Os dados ainda revelam que a Linha 1-Azul foi a que mais registrou aumento no número de falhas. Em 2011 eram 15 enquanto em 2015 foram 29 falhas, ou seja, quase o dobro. Por outro lado, a Linha 3-Vermelha havia registrado em 2011, 14 falhas notáveis. No ano seguinte foram 35, e em 2015, 22 problemas, evidenciando redução no número de restrições na ligação entre Itaquera e Barra Funda.

Ao mesmo tempo em que aumentam as ocorrências na Linha 1-Azul, e diminuem na Linha 3-Vermelha, o número de composições novas e reformadas em ambas as linhas também são diferentes: Na Linha 1-Azul, ainda rodam 14 trens da Frota A da década de 1970 e 4 trens da Frota D de década de 1980.

Já na Linha 3-Vermelha, operam apenas trens novos ou reformados, inclusive com trens da Frota G, originalmente adquiridos para rodar na Linha 2-Verde. Neste período do levantamento, todos os trens da Frota H (7 composições) foram realocados da Linha 1-Azul para a Linha 3-Vermelha.

O que diz o Metrô?

Em resposta a publicação, o Metrô de São Paulo diz que o número de panes esta dentro do aceitável mundialmente. “No ano de 2015, o número de quilômetros percorridos aumentou na comparação ao realizado em 2014. Em 2015, foram percorridos 18,9 milhões de quilômetros pelos trens do Metrô. No ano de 2014, os trens haviam percorrido 18,1 milhões de quilômetros. Ou seja, um aumento de 4,5% na quilometragem percorrida”, diz a nota.

A companhia diz ainda que esta diferença no número de quilômetro percorrido, “apresenta estabilidade entre os anos de 2014 e 2015, mantendo-se dentro dos padrões internacionais de qualidade e segurança”. A empresa diz ainda que sua rede é considerada internacionalmente como um dos dez melhores do mundo.

Mesmo com o aumento no número de falhas, o sistema ainda é considerado confiável em relação aos demais meios de transporte. Segundo a pesquisa “Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (IRBEM)”, realizada pelo Ibope em 2014 com 1512 moradores, o Metrô de São Paulo é o terceiro colocado no ranking de confiança da população da capital paulista. Foram avaliadas 24 instituições e órgãos públicos.

O Metrô obteve 71% de confiança entre os paulistanos, ficando atrás dos Correios (com 82%) e pelo Corpo de Bombeiros (93%).

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem: Fiquem Sabendo

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Linha 3-Vermelha volta a ter velocidade normal próximo a Estação Arthur Alvim

A Linha 3-Vermelha do Metrô circulou com velocidade reduzida das 4h40 da manhã de ontem (26/01/2016) até a madrugada de hoje (27/01/2016) na Zona Leste de São Paulo. A demora foi reflexo do solapamento do solo na Radial Leste, próximo ao muro da Estação Artur Alvim, após o temporal que atingiu a região na segunda-feira (25/01/2016).

Com o afundamento do solo, a circulação entre as Estações Carrão e Itaquera ficou mais lenta por medida de segurança. A ciclovia foi interditada no local do solapamento.

A operação Paese foi acionada e ônibus foram colocados para atender a grande demanda de passageiros e auxiliar na transferência até a Estação Tatuapé, durante os horários de pico. O Metrô trabalha junto da Subprefeitura da Penha na recomposição da galeria de águas pluviais sob a Radial Leste, que originou o buraco.

Fonte da Notícia: G1-SP


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

ATENÇÃO: Metrô opera com velocidade reduzida próximo a Estação Arthur Alvim

Passageiros da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo enfrentam lentidão desde a manhã de hoje (26/01/2016). Um solapamento de solo próximo ao muro da Estação Arthur Alvim na Radial Leste, afetou a circulação dos trens, por medida de segurança. O problema também afeta a ciclovia Caminho Verde.

A operação Paese foi acionada a partir das 5h30 com ônibus que tiveram os itinerários de suas linhas estendidos, e o atendimento passou a ser realizado da estação Itaquera para a estação Carrão.

As obras de reparo estão a cargo da prefeitura de São Paulo. O Metrô informa em nota que “colabora com a Subprefeitura da Penha na recomposição da galeria de águas pluviais sob a Radial Leste, na altura da estação Artur Alvim”. Até as 16h30 a situação não havia sido normalizada.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Solo afunda próximo a Estação Arthur Alvim (Linha 3-Vermelha)

Abertura de cratera próximo a Estação Arthur Alvim
Parte do solo afundou na Avenida Doutor Luiz Ayres (Radial Leste), na altura da rua Dr. Moacir Tavolaro, em frente ao Metrô Arthur Alvin, da Linha 3-Vermelha, na zona leste da Capital, por volta das 22h de ontem (25/01/2016).

De acordo com a CET, havia no local uma obra de galeria pluvial. Por conta da forte chuva desta segunda-feira, parte do solo começou a ceder.

Na madrugada de hoje (26/01/2016), a situação piorou: houve o afundamento de solo e parte do lastro de sustentação do muro do Metrô caiu. O buraco, segundo a CET, tem cinco metros de profundidade e cinco de largura.

Segundo informações da assessoria do Metrô, funcionários já estão pelo local para tentar recuperar essa parte do muro que caiu. Por conta disso, a velocidade da Linha 3-Vermelha ficará reduzida.

De acordo com a CET, uma faixa da via permanece interditada, juntamente com a ciclovia e a calçada, no sentido centro. Apenas uma faixa ficará livre para o trânsito de veículos. Com isso, a circulação pode se complicar durante a manhã, devido ao tráfego intenso na região.

Equipes da Defesa Civil e da Subprefeitura também estão pelo local trabalhando para recuperar a via. Não há previsão de liberação da pista.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal R7

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Falha afeta Linha 2-Verde por quase três horas na manhã de hoje

Tumulto na Linha 2-Verde na manhã de hoje
Passageiros que utilizam a Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo enfrentaram uma lotação acima do normal, na manhã de hoje. A empresa informou que os trens precisaram circular com velocidade reduzida e maior tempo de parada, devido a uma “interferência na via” e, mais tarde, esclareceu que houve falha em um equipamento.
 
Por volta das 9h, o leitor Anderson Alves registrou o tumulto na Estação Alto do Ipiranga. Na mesma faixa de horário, a leitora Thais Fernandes da Silva fotografou uma multidão circulando pelas escadas da estação Vila Prudente.

Às 9h30, a linha continuava com problemas e uma mensagem no site do Metrô afirmava que a “interferência” aconteceu entre as estações Terminal Vila Prudente e Sacomã. Uma hora mais tarde, a página indicava que a operação na linha já estava normal.

Procurado pelo Terra , o Metrô afirmou que a falha ocorreu às 6h45, no trecho entre as estações Tamanduateí e Sacomã, e que a situação foi normalizada às 10h, aproximadamente. A empresa informou que, para minimizar o impacto do problema, solicitou o Paese à SPTrans, que disponibilizou 12 ônibus para transportar usuários de Terminal Vila Prudente a Sacomã.

Para viabilizar a atuação das equipes de manutenção, o Metrô também adotou uma estratégia de via via singela, com circulação de trens por via única, no trecho entre Terminal Vila Prudente e Alto do Ipiranga.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Terra

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

AGORA: Fortes chuvas provocam estragos no Metrô e na CPTM


Passageiros esperando trem na Estação Tamanduateí
A forte chuva que atinge São Paulo na tarde de hoje deixa as zonas norte, leste, parte da sul, centro e a marginal Tietê em estado de atenção para alagamentos. Apesar disso, não há registro de alagamento na cidade.

De acordo com o CGE, da prefeitura, a zona norte, leste, centro e marginal Tietê estão em atenção desde as 13h30. Parte da região sul está em atenção desde as 14h15.

Um trecho da Linha 10-Turquesa da CPTM entre as estações São Caetano e Santo André, na região de Utinga, está interditado desde as 14h40 devido a alagamento na via. A companhia informou que já foi solicitado o Paese. As demais linhas da CTPM funcionam normalmente.

Por conta da chuva, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha do Metrô funcionam com velocidade reduzida e maior tempo de parada. A Linha 4-Amarela e 5-Lilás funcionam normalmente.

Chove forte nos bairros Mooca, Vila Prudente, Aricanduva, Vila Formosa e São Mateus (zona leste), em boa parte da região central e na região do Ipiranga e Vila Mariana (zona sul). Apesar disso, não há registro de alagamentos na capital paulista. Houve registro de granizo na região da Vila Maria (zona norte), Vila Matilde (zona leste) e na Consolação (centro)

O distrito de São Miguel Paulista, no extremo leste da capital, está desde as 23h do dia 16 de fevereiro em estado de alerta, após um braço do rio Tietê transbordar na região. Construída nas várzeas do rio, o bairro Vila Itaim ficou embaixo d'água. E assim está até hoje.

De acordo com os meteorologistas, a chuva desta quarta está associada ao calor e à grande disponibilidade de umidade na atmosfera. A tendência é de que as chuvas se desloquem gradualmente para a região do ABC paulista.

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo
Imagem: Érico Vasconcelos