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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Manifestantes contra o impeachment causam confusão na Estação República

Manifestantes que participaram de ato no Centro de SP chegam na Estação República do Metrô (Foto: Glauco Araújo/G1)
Manifestantes contra o impeachment fazem confusão na Estação República
Manifestantes que participaram de um ato contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff no Centro de São Paulo pularam as catracas da Estação República da Linha 3-Vermelha do Metrô no início da noite de 16/04/2016. Os manifestantes queriam que o Metrô liberasse as catracas e, enquanto negociavam com a direção da estação, algumas pessoas começaram a pular e passar sem pagar passagem. Seguranças tentam impedir. Houve tumulto e agressões

Segundo o Metrô, ninguém foi detido e dois seguranças ficaram levemente machucados.

O protesto começou na Praça do Patriarca com apresentações de blocos de carnaval. Os manifestantes desfilaram cantando e dançando até a Praça da República. Eles entraram na estação do Metrô para pegar o trem até o Largo da Batata, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, onde os grupos contrários ao impeachment costumam se reunir.

Após a confusão, os manifestantes seguiram viagem e chegaram ao Largo da Batata.

O Metrô afirmou: "por volta de 19h, cerca de 200 desordeiros integrantes do movimento São Paulo Contra o Golpe estavam provavelmente em alguma manifestação próxima à República, pularam os bloqueios da estação e embarcaram. Não foi possível fazer nenhuma detenção, nós tivemos dois agentes de segurança levemente lesionados".

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Glauco Araújo

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Manifestação termina com tumulto na Estação Anhangabaú ontem (28/01/2016)

Homem chuta portão do Metrô Anhangabaú na noite desta quinta-feira  (Foto: Fabio Tito/G1)
Vandalismo na Estação Anhangabaú ontem devido as manifestações
Manifestantes fizeram ontem (28/01/2016) o sétimo ato contra o reajuste da tarifa de transporte público em São Paulo. O protesto organizado pelo Movimento Passe Livre saiu do Largo do Paissandu e foi até a sede da Prefeitura, no Anhangabaú, no Centro de São Paulo. Um manifestante foi detido pela PM, mas a corporação não informou o motivo.

O ato foi acompanhado pela Polícia Militar e seguiu pacífico até a hora da dispersão, por volta de 20h30. Manifestantes realizaram uma "reunião" e queimaram catracas de papelão colocadas em frente à sede da Prefeitura. Em seguida, a estação Anhangabaú do Metrô foi fechada e um grupo tentou entrar. Seguranças da companhia impediram, fecharam os portões e houve tumulto. Um segurança do Metrô foi ferido com uma pedrada na cabeça.

Policiais militares usaram gás de pimenta, que foi jogado no acesso ao portão do Metrô. Houve tumulto. A assessoria de imprensa do Metrô informou que os seguranças da companhia não utilizam gás de pimenta como recurso de defesa. A PM confirma que um segurança do Metrô foi ferido com uma pedrada na cabeça. Não há informações de manifestantes feridos.

Alguns dos participantes do protesto conseguiram entrar antes do fechamento do acesso à estação. A Polícia Militar se posicionou  em frente aos portões da estação.

Segundo o Metrô, a estação foi fechada por causa de um princípio de tumulto no local. Manifestantes que conseguiram entrar na estação se sentaram em frente aos seguranças usando máscaras.

Alguns passageiros que não puderam entrar na estação questionaram os manifestantes. "Todo mundo trabalha e vocês ficam travando o Metrô", disse um homem. Uma manifestante tentou explicar os motivos do protesto e disse que eram os seguranças que estavam impedindo a entrada. Uma mulher ficou nervosa ao ver a estação fechada, também criticou os manifestantes e chorou.

Seguranças impedem que manifestantes invadam o metrô (Foto: Fabio Tito/G1)
Manifestantes aglomerados na Estação Anhangabaú ontem a noite
Veja com foi o ato, minuto a minuto:
 
17h30: Manifestantes se concentram no Largo do Paissandú;
17h32: PMs se posicionam no entorno do Largo Paissandú;
17h40: PM fecha um dos acessos ao Largo do Paissandú;
17h45: Jovens fazem faixas para a manifestação;
17h47: manifestantes distribuem panfletos chamando a população para uma reunião em frente à Prefeitura às 19h e convidando o prefeito e o governador a participarem;
18h: PM define trajeto do ato: Av. São João, Anhangabaú, Rua Líbero Badaró e Viaduto do Chá;
18h20: PM fecha Rua Conselheiro Crispiniano, no entorno do Largo Paissandú;
18h30: Grupo começa a caminhada;
18h38: Grupo faz jogral anunciando início da caminhada até a Prefeitura de SP;
18h45: Protesto passa pelo Vale do Anhangabaú;
18h52: Grupo sobe a Rua Líbero Badaró;
18h55: Grupo chega ao prédio da Prefeitura de São Paulo;
19h: Manifestantes começam reunião sem a presença de Haddad e Alckmin;
19h02: Lúcio Gregório, ex-secretário de Transportes de SP, participa da reunião;
19h08: Grupo senta em frente ao prédio da Prefeitura de São Paulo;
20h: Manifestante joga combustível sobre catracas de mentira;
20h15: Manifestantes colocam fogo em catracas de madeira e papel;
20h29: Grupo sai da Prefeitura de São Paulo e caminha sentido Metrô Anhangabaú;
20h30: Grupo segue pela Rua Xavier de Toledo;
20h37: PM cerca Metrô Angangabaú;
20h42: PM joga gás de pimenta nos manifestantes que forçam entrada da estação do metrô;
20h49: Metrô Anhangabaú é fechada;
21h30: Passageiros discutem com manifestantes;
21h59: Seguranças autorizam entrada aos poucos de passageiros;
22h26: Segurança do Metrô é ferido na cabeça;
22h31: Funcionários avisam que estação foi fechada e não reabre mais nesta quinta;
23h: Apesar do aviso anterior, Metrô volta a abrir Estação Anhangabaú.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagens de Fábio Tito

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Chefia do Metrô não libera as catracas e provoca confronto entre metroviários e manifestantes na Estação Consolação em 14/01/2016

Estação Consolação (Linha 2-Verde) depredada na noite de 14/01/2016
Cenas lamentáveis foram vistas depois do encerramento do terceiro ato contra o aumento das passagens em São Paulo na noite de 14/01/2016. O ato iniciado no Teatro Municipal havia transcorrido sem problemas até seu encerramento no Masp, quando os manifestantes que retornavam para suas casas encontraram as estações de metrô da Avenida Paulista fechadas, elevando desnecessariamente o nível de tensão entre manifestantes e metroviários. Na estação Consolação, depois que ela finalmente foi reaberta para o público, alguns manifestantes tentaram pular a catraca e chocaram-se com o corpo de segurança do Metrô. O que se seguiu foi uma ação equivocada, reconhecida como tática “Black Block”, de um setor minoritário dos manifestantes, canalizando sua revolta contra os agentes da segurança do Metrô e trabalhadores terceirizados, que em nenhum momento atuaram para reprimi-los, e estavam sendo expostos de maneira irresponsável pela Empresa, principalmente quando ocorreu a truculenta ação da tropa de choque da PM colocando todos ali presentes em risco.

Certamente a responsabilidade dessa situação recai sobre a direção do Metrô, descumprindo diversas orientações aprovadas nas Cipas da empresa e que respaldam o trabalhador a não cumprir qualquer função que coloque em risco sua integridade física desnecessariamente, descaracterizando o principal caráter da segurança do Metrô que é de prevenir a integridade física dos trabalhadores e da população. Alckmin disse durante a semana que os protestos contra o aumento tinham um caráter “seletivo”, porém o que vimos de “seletivo” na última quinta feira foram estações fechadas para os manifestantes e mais uma vez a repressão da PM, jogando bombas de gás dentro da estação, atitude bastante diferenciada que ocorreu na época dos atos da direita, onde a catraca foi liberada pela empresa a mando do Governo, fato que foi denunciado aqui e em diversos lugares, justamente sob a alegação de evitar tumultos e garantir a integridade dos funcionários.

Essa escolha do Metrô e do Governo do Estado não é gratuita pois Alckmin quer separar os metroviários da luta contra a tarifa e, ao fomentar situações de confronto como a de ontem, consegue gerar inimizade e desconfiança entre metroviários, manifestantes e uma crescente parcela da população que identifica os trabalhadores do Metrô com as forças repressivas do estado, afastando a possibilidade de união dessa poderosa categoria com outras lutas sociais. Atitudes corretas como a participação do Sindicato dos Metroviários na organização dos atos contra o aumento também são dificultadas por situações como essa, diminuindo a voz da categoria como um todo na sociedade.

A irresponsabilidade da Direção do Metrô, a mando do Governador Alckmin, é tamanha que até mesmo a privatizada Linha 4-Amarela, na dispersão do ato que iniciou-se no Largo da Batata e terminou no metrô Butantã não quis danos ao seu patrimônio e liberou a passagem gratuita aos manifestantes, como se pode ver neste vídeo, também com o objetivo de aproveitar para mostrar uma ação diferenciada do sistema estatal. O Metrô de São Paulo insiste nas orientações de enfrentamento com os manifestantes apenas para causar a discórdia e impedir a unidade dos metroviários com a luta contra o aumento, unidade que teria força para derrotar o governo Alckmin e criar um obstáculo maior para seu plano de privatizar o Metrô, como é o caso da ameaçada Linha 5 Lilás.

Contra os protestos, CUT e CTB fazem o jogo da direita! 

Em sintonia com o interesse de de seus respectivos partidos, que compõe o governo de Fernando Haddad na Prefeitura de São Paulo, e o governo federal de Dilma, CUT e CTB têm atuado fortemente entre os metroviários para criminalizar o movimento contra o aumento e criar a cisão deste com a categoria, inclusive fazendo coro com um discurso de direita visto nos principais meios de comunicação da imprensa oficial. Esse setor raivoso defende a repressão como método de lidar com qualquer problema com a população, o endurecimento do corpo de segurança com tasers, armas e ações ostensivas e a criminalização de qualquer movimento social, dentro da mais tacanha lógica corporativista, através da ideia que "não podemos nos meter nos problemas dos outros".

As centrais governistas se apoiam nesse na esperança talvez de conseguir uma nova base para atuar na categoria e que reverta o quadro de lenta e contínua decadência da sua influência entre os metroviários. Dessa forma, vão repetindo o script que vimos o PT e o PCdoB seguirem em diversos lugares, onde alimentam um setor conservador na defesa de seus interesses mais imediatos e criam futuros adversários, como fizeram no governo federal ao apoiar-se nas bancadas ruralista e evangélicas para governar e depois passou a chama-los de "onda conservadora" quando estes começaram a defender seus próprios interesses.

A CUT e a CTB aproveitam-se oportunisticamente do legítimo medo que a maior parte dos metroviários sente de se ver em uma situação de conflito como a que ocorreu ontem e jogam esse sentimento contra a população e os manifestantes para proteger os interesses dos seus partidos e das empresas de ônibus ansiosas por aumentarem ainda mais seus lucros convenientemente protegidos pelo prefeito que dizem ser "progressista".

O que fazer para superar a distância que existe entre metroviários e a população?

Não concordamos com as atitudes de alguns dos manifestantes que atacaram os metroviários de forma irresponsável, ameaçando a integridade física dos funcionários e dos outros usuários e fornecendo o “espantalho” que o Metrô e a mídia precisam para afastar os metroviários da luta. Assim como já foi feito diversas vezes em eventos e protestos que envolvem um número grande de manifestantes em espaços pequenos como das Estações, e assim como ocorreu no mesmo dia na Linha 4-Amarela, o que deveria ter sido feito para preservar a integridade física dos trabalhadores seria a liberação de catraca, porém essa ação por parte da empresa está provada que só será feita por ela quando convir com os interesses “seletivos” do Governador.

Chamamos o Sindicato dos Metroviários a ter maior protagonismo nessa luta e, junto a cipistas, delegados sindicais e ativistas da categoria, coordene a dispersão dos atos, acompanhando a entrada nas estações de Metrô, evitando o confronto entre manifestantes e trabalhadores, e lutando pela aliança dos metroviários com a população. Também já passou da hora de o Sindicato fazer uma ampla campanha para que os metroviários, principalmente os Agentes da Segurança que são os mais expostos, não atuem em protestos e manifestações, os respaldando através das resoluções das CIPAS em caso de risco, combatendo o assédio das chefias e conscientizando acerca da necessidade de aliança com os setores populares em luta. É necessário utilizar a mídia do sindicato para isso, para além da indispensável presença mais constante nas bases, lançando matérias no Plataforma, em Bilhetes, no site e até mesmo uma cartilha de prevenção de conflitos. A partir disso, estaremos construindo uma forte base dentro e fora da categoria, para que possamos seguir o exemplo de metroviários da Argentina, que em suas lutas, e quando há lutas do conjunto da população, sempre são protagonistas em liberar as catracas, para fortalecer ainda mais as mobilizações contra os ataques dos governos e patrões.

Fonte da Notícia: Esquerda Diário
Imagem de Glauco Araújo

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Palmeirenses e corintianos causam tumulto na Estação Tatuapé do Metrô

Conflito entre torcedores ocorreu na manhã deste sábado (Foto: Cauê Fabiano/G1)
Confusão entre torcedores na Estação Tatuapé (Linha 3-Vermelha)
Um tumulto entre torcedores do Corinthians e do Palmeiras na Estação Tatuapé do Metrô, na Zona Leste de São Paulo, deixou ao menos um torcedor palmeirense e uma agente de segurança do Metrô feridos no último final de semana. A confusão foi presenciada pela reportagem do G1.

Segundo a assessoria do Metrô, torcedores do Corinthians seguiam em um vagão da Linha 3-Vermelha no sentido Corinthians-Itaquera, onde fica a Arena Corinthians. Ao passar pela Estação Tatuapé, avistaram um grupo de palmeirenses, que seguiria de Metrô no sentido oposto, e desceram do trem para ir de encontro a eles.

Os corintianos, segundo o Metrô, acionaram o botão de emergência para parar a composição, que ficou fora de operação das 9h32 às 9h37.

Seguranças do Metrô e policiais militares conseguiram impedir o confronto, mas houve tumulto na estação, que teve o acesso parcialmente fechado nas catracas.

Um torcedor do Palmeiras estava com o rosto sangrando. Uma agente de segurança do Metrô, segundo a companhia, também sofreu  um ferimento leve no rosto, causado por um palmeirense, que foi contido por seguranças.

Os torcedores do palmeiras foram enfileirados na mureta da estação e revistados. Algumas pessoas foram escoltadas para fora da estação, onde havia duas viaturas da PM.

Os torcedores do Corinthians, segundo o Metrô, foram liberados para retomar a viagem sentido Itaquera.

Durante o tumulto, torcedores do Palmeiras intimidavam quem tentava fotografar ou filmar o que estava acontecendo. 

O Metrô informa que não houve danos à estação e que a Linha 3-Vermelha funciona normalmente.

O G1 tentou contato com a assessoria da PM, que ainda não tinha informações sobre o caso. A Delegacia do Metropolitano, onde são registradas ocorrências dentro do Metrô, também não atendeu.

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Cauê Fabiano

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Após tumulto na Estação Ana Rosa, 13 grevistas foram levados para a delegacia/ After turmoil in Ana Rosa Station, 13 strikers were taken to the police station

Treze grevistas foram detidos pela Polícia Militar hoje após confusão ocorrida por volta das 6h30 dento da Estação Ana Rosa do Metrô. De acordo com a PM, o grupo foi encaminhado ao 36º Distrito Policial para prestar esclarecimentos. O major da PM Robson Cabanas, responsável pela operação, explicou que nenhum deles foi preso.

— Foram levados par a delegacia para apurar a conduta de cada um, verificar quem descumpriu a ordem judicial.

Ainda segundo o major, a polícia foi acionada para garantir o funcionamento da estação e do Metrô, seguindo determinação da Justiça, e não houve uso de força física.

— Não tivemos ação violenta de maneira nenhuma.

Nesta manhã, de 80 a 100 grevistas entraram na estação para conversar com outros trabalhadores que não aderiram à greve. O objetivo era convencê-los a não trabalhar. No entanto, com a chegada da Tropa de Choque, as entradas das estações foram bloqueada e a polícia começou a identificar os funcionários que tentavam realizar o piquete, como conta uma grevista de 26 anos que estava no local, mas não quis se identificar.

— Nos encurralaram no mezanino e queriam cadastrar para colocaram na lista de demitidos.

Segundo a grevista, pessoas que estavam do lado de fora conseguiram liberar um dos portões da estação, que estava fechado com cadeado, e diversos funcionários do Metrô saíram da estação. O major da PM confirmou que um dos portões foi arrombado. Com isso, apenas 13 continuam no local e foram levados para a delegacia.

O advogado do Sindicato dos Metroviários, Ricardo Gebrim, confirmou as detenções desta manhã.

— Treze estão detidos acusados de piquete. Estavam exercendo o direito de greve, não consta que tenham praticado nenhuma ilegalidade. Quem sabe serão usados como bode expiatório do governo Alckmin para impedir a greve.

A SSP confirma que 13 pessoas foram levadas para o 36° Distrito Policial após tentarem impedir o funcionamento da estação Ana Rosa do Metrô. Segundo a delegada Roberta Guerra, plantonista do 36° DP, essas pessoas assinarão um termo circunstanciado, que está sendo registrado, e responderão judicialmente pelo artigo 201 do Código Penal — "Participar de suspensão ou abandono coletivo de trabalho, provocando a interrupção de obra pública ou serviço de interesse coletivo". Após a elaboração do documento, elas serão liberadas.

Fonte da Notícia: Portal R7

Thirteen strikers were arrested by military police today after confusion occurred around 6:30 dento Ana Rosa Metro Station. According to the PM, the group was taken to the 36th Police District to provide clarification. The major Cabanas PM Robson, responsible for the operation, explained that none of them was arrested.
- Pair were taken to the police station to investigate the conduct of each, check who violated the court order.
Also according to the major, the police were fired to ensure the operation of the station and the subway, following determination of Justice and there was no use of physical force.
- We had no violent action in any way.
This morning, 80-100 strikers went into the station to talk to other workers who joined the strike. The goal was to convince them not to work. However, with the arrival of Shock Troops, the entries of the stations were blocked and police began to identify employees who attempted to perform picket account as a striker aged 26 who was at the scene but declined to be identified.
- In cornered the mezzanine and registering wanted to put in the list of fired.
According to the striker, who were outside were able to release one of the gates of the station, which was padlocked, and many employees left the subway station. The major PM confirmed that one of the gates was broken into. Thus, only 13 are still in place and were taken to the police station.
The lawyer of the Union of Subway, Ricardo Gebrim, confirmed the arrests this morning.
- Thirteen detainees are accused of picket. Were exercising the right to strike, does not appear to have committed any illegality. Who knows will be used as a scapegoat for Alckmin government to prevent the strike.
The SSP confirmed that 13 people were taken to the 36th Police District after attempting to prevent the operation of the station Ana Rosa Subway. According to Roberta delegated War, the 36th DP on duty, these people sign a comprehensive term that is being recorded, and will respond in court under Article 201 of the Criminal Code - "Attend collective suspension or abandonment of work, causing the interruption of public work or service of collective interest. " After drafting the document, they will be released.

Source of News: Portal R7

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

ATENÇÃO: Metroviários fecham via durante protesto no centro de SP





















Metroviários protestam na região central de São Paulo (Foto: Tatiana Santiago/ G1)
Manifestação de Metroviários nesse momento no Centro de SP
Cerca de 60 metroviários participam de uma manifestação na região central de São Paulo no início da noite de hoje. O grupo estava por volta das 18h40 na Rua Boa Vista, em frente à Secretaria dos Transportes Metropolitanos.

Segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Prazeres, o  protesto é contra o Governador Geraldo Alckmin, a falta de investimentos no Metrô e a reforma superfaturada da Frota K. O Metrô foi procurado e deve manifestar-se ainda hoje

Fonte da Notícia e Imagem: G1

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Polícia considera prematura a ideia de relacionar a falha na semana passada na Linha 3-Vermelha a sabotagem

Em reunião entre a Secretaria de Segurança Publica e a de Transportes Metropolitanos, a policia civil de São Paulo ainda considera prematuro dizer que houve sabotagem durante falha na Linha 3-Vermelha semana passada, onde depois que um trem apresentou falha na Estação Sé, passageiros após ficarem presos em composições no meio dos tuneis, acionaram botão de emergência e desceram na via.

A linha ficou parada por cerca de 5 horas. Na ocasião, tanto o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes quanto o próprio Governador Geraldo Alckmin afirmaram que houve uma “ação orquestrada” de grupos para propagar o tumulto.

De acordo com a rádio Bandeirantes, o secretário Jurandir Fernandes não se pronunciou sobre o ocorrido. O locutor da rádio contou que a policia praticamente desmentiu o secretário, ou seja, falou e não provou.

Fonte da Notícia: Via Trólebus/Rádio Bandeirantes

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

SP vai definir em dez dias como a PM vai atuar em tumulto no Metrô

O Governo do estado de São Paulo vai definir em dez dias um protocolo que dirá como a Polícia Militar poderá atuar em situações de emergência em estações do Metrô, da CPTM e da EMTU. O prazo foi definido na manhã de hoje em reunião entre o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, e o de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. A ideia é que a polícia possa atuar em conjunto com seguranças do Metrô e da CPTM em caso de tumulto.

A medida é uma resposta à confusão ocorrida no Metrô na última terça-feira (4), quando um trem da Linha 3-Vermelha falhou. Passageiros desceram e andaram sobre os trilhos, e parte da linha ficou interrompida por cerca de cinco horas. Houve depredação na Estação Sé.

"Depois das discussões todas nós concluímos pela constituição de um grupo de trabalho formado por representantes da Policia Militar, Técnico-Cientifica e Civil, com representantes do Metrô, da CPTM e da EMTU para discutir um plano de contingência e também um protocolo de  procedimento de atuação de todos os setores", disse o secretário Grella.

O grupo de trabalho criado nesta terça-feira terá o prazo de dez dias para definir a forma de atuação. "Os policiais não estão acostumados a fazer uma intervenção e nem é normal acontecer isso, saber se eles podem adentrar o trilho, em que condições, como deve ser o comportamento da polícia", disse Grella. "O objetivo é de agilizarmos as intervenções de maneira preventiva", completou.

Ele disse que as investigações sobre o tumulto na Linha 3 continuam. "As investigações prosseguem, nós recebemos as imagens [da confusão] na sexta-feira do Metrô e está em posse do presidente do inquérito, elas serão objeto de perícia", afirmou ele.

Falha

O problema da última terça-feira começou por volta das 18h24, quando uma composição apresentou falha na estação Sé, afetando a circulação da linha no horário de pico. Segundo o Metrô, apesar de "a ocorrência operacional ter sido sanada às 18h27, usuários acionaram botões de emergência de sete trens que vinham atrás, em sequência, e desceram às passarelas de emergência, causando a interrupção da operação no trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Sé".

De acordo com o Metrô, os usuários caminharam pelas passarelas laterais e foi preciso desenergizar toda a linha. A circulação de trens foi plenamente normalizada às 23h20 de terça-feira.
O secretário Jurandir Fernandes afirmou ao SPTV que vai instalar mais 1.500 câmeras de segurança nas estações e contratar mais vigilantes para os horários de pico.

O governador de São Paulo disse não acreditar que o fato tenha sido "geração espontânea". "É preciso ser investigado porque não é uma coisa espontânea. [Foi] Muita coincidência", avaliou. 
Alckmin afirmou, ainda, que houve grupos invadindo as estações. Segundo o governador, serão estudadas medidas que possam evitar esse tipo de situação no Metrô. "Aumentar policiamento, segurança, câmera de vídeo e como tecnologicamente evitar esse tipo de questão", declarou.

O governador chegou a usar o termo "sabotagem" para se referir às medidas. "Tecnologia no sentido de evitar que sistemas de segurança possam ser usados por pessoas para fazer sabotagem, para causar prejuízos", disse.

Controle de fluxo

A grande concentração de passageiros provocou desentendimentos entre usuários e seguranças na estação Sé, e a Polícia Militar precisou ser acionada. Às 21h15, os portões da estação estavam fechados, e os funcionários orientavam os passageiros a pegar ônibus ou caminhar até a estação São Bento, da Linha 1-Azul do Metrô. Segundo funcionários do Metrô, todas as estações da Linha 3-Vermelha foram esvaziadas. A assessoria do Metrô, porém, não confirmava no horário a interrupção integral da circulação.

Dentro da estação Sé, passageiros ainda aguardavam às 22h o retorno da circulação. Nervosos, alguns usuários se negavam a deixar a estação e protestavam contra a falta de transporte. Outras pessoas esperavam que o tumulto diminuísse para deixar o local.

A SPTrans informou que, nos trechos onde houve problemas na circulação dos trens do Metrô, o serviço de transporte coletivo municipal operou "com frota cheia, ou seja, com a frota de ônibus disponibilizada pelas operadoras nos horários de pico dos dias úteis". Segundo a SPTrans, o Metrô e a CPTM não solicitaram o acionamento do Paese.

Reflexo na linha

O analista de nutrição Juliano Silva Vieira dos Santos, de 30 anos, estava na composição que ficou parada entre as estações Marechal Deodoro e Santa Cecília. Segundo ele, os passageiros se desesperaram quando o ar-condicionado foi desligado.

"O trem já tinha ficado parado na Barra Funda por um bom tempo. Depois, na estação Deodoro. Quando parou no túnel (entre Deodoro e Santa Cecília), o ar-condicionado estava gelado, mas daí ficou quente de repente. Todo mundo ficou desesperado, porque não conseguia respirar. Algumas pessoas começaram a gritar: 'Vamos sair! Vamos sair!' Foi quando bateram nos botões [de emergência] e abriram as portas. Saímos caminhando em direção à estação Deodoro", contou.

Juliano disse que, em momento algum, os passageiros foram informados por meio do sistema de som ou por algum funcionário sobre o que estava acontecendo.

"Só diziam que um trem estava com problema, mas não falavam o que era nem davam qualquer previsão de retorno da circulação. Depois, anunciaram que havia usuários andando pela via", relatou.

Fonte da Notícia: G1

Para explicar falha na Linha 3-Vermelha semana passada, Metrô inventa Botão "In" Visível

Metroviários receberam com incredulidade o que consideram “mais uma mentira” contada pela direção do Metrô de São Paulo para fugir da responsabilidade pelo caos que tomou conta da Linha 3-Vermelha semana passada. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a empresa agora afirma que a origem dos problemas que então paralisaram parte do sistema por cinco horas foi o acionamento de um “botão secreto” na plataforma da estação Marechal Deodoro, no centro da cidade.

A companhia se refere a um prisma que fica localizado nas extremidades das plataformas, conhecido pelo nome técnico de SPAP, sigla para Sistema de Proteção de Acidentes na Plataforma. Em geral, trazem a inscrição “Emergência”. Quando pressionado, o dispositivo desenergiza os trilhos em três estações: onde foi acionado e nas duas adjacentes. O Metrô afirma que apenas funcionários sabem de sua existência. No entanto, qualquer usuário pode vê-los sem grandes esforços, pois não ficam escondidos. Normalmente, são acompanhados por um intercomunicador. E protegidos por uma estrutura transparente de acrílico.

“O nome 'botão secreto' é engraçado. Não existe botão secreto. Estão sinalizados com a inscrição 'de Emergência'. É para que os funcionários, ao sentirem uma situação insegura na via, pressionem o botão para desenergizar a via. Usuário pode acionar? Pode. Mas não é feita para o usuário. É para o funcionário”, explica àRBA o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior. “Esses botões se localizam em lugares visíveis para facilitar o acionamento, não para dificultar. Em cada plataforma há dois, uma em cada ponta. Há estações que também há botões no meio. Apenas na Sé, existem doze.”

De acordo com o Metrô, três “botões secretos” foram acionados no dia 4 de fevereiro. Primeiro, às 19h36, na estação Marechal Deodoro – o que teria desenergizado as estações Santa Cecília e Palmeiras-Barra Funda. Depois, às 19h41, no Anhangabaú, paralisando Sé e República. Finalmente, às 19h55, na Santa Cecília, com reflexos na Marechal Deodoro e na República. À Folha, a companhia atesta que esses acionamentos, feitos todos eles por usuários, possibilitaram que pessoas circulassem nos trilhos, paralisando o sistema.

Registros oficiais do próprio Metrô obtidos pela RBA demonstram, porém, que já havia ocorrências de usuários caminhando pelas passagens de emergência entre as estações Santa Cecília e Marechal Deodoro às 19h – ou seja, 36 minutos antes de o primeiro “botão secreto” ter sido acionado e 42 minutos depois da primeira pane na porta do K07, trem da frota K que desencadeou o caos. Às 19h12, metroviários também já haviam notificado o Centro de Controle Operacional (CCO) sobre passageiros caminhando pelos túneis no Anhangabaú. Antes de o primeiro SPAP ser acionado, os passageiros já haviam sentido a necessidade de deixar os vagões.

Além disso, metroviários afirmam que apenas a primeira desenergização, ocorrida às 19h36, na estação Marechal Deodoro, foi realmente provocada por usuários. E os registros oficiais da empresa mostram que, por esse motivo, a corrente elétrica tardou apenas três minutos para ser restabelecida – o que ocorreu às 19h39. A segunda desenergização – iniciada às 19h41, no Anhangabaú – foi desencadeada por metroviários. E demorou bem mais tempo para ser normalizada: 28 minutos. Isso porque havia usuários caminhando pelos trilhos, como também mostram relatórios da empresa.

Apesar de não aprovarem o acionamento do SPAP em qualquer situação, funcionários ouvidos pela reportagem compreendem os motivos que levaram um passageiro a apertar o botão na última terça-feira (4). “No meio de um caos, onde os usuários já aguentavam calor e muvuca por quase uma hora, alguém vê um equipamento gigante, bem destacado pela cor, com a palavra Emergência. Com certeza, qualquer um acionaria o botão imaginando que estaria ajudando”, diz um metroviário, que prefere não se identificar com medo de represálias. “A companhia está procurando quem divulgou relatórios internos que demonstram as mentiras que contaram.”

O presidente do sindicato afirma que a fábula do “botão secreto” é apenas mais uma tentativa da empresa para desviar o foco do problema. “Em vez de reconhecê-lo, estão querendo achar bodes expiatórios”, explica, comentando a gravidade da situação. “O sistema é superlotado e certamente causará mais transtornos. Já havíamos avisado. Pode ocorrer novos problemas a qualquer momento. Qualquer falha no trem provoca reflexos e acumula problemas, redundando no caos que vimos semana passada.”

Altino de Melo Prazeres aponta o que considera “grandes problemas” do Metrô. O principal deles, conta, é a “reforma malfeita de trens, apressada e superfaturada”. O sindicalista se refere à frota K, recordista de falhas, que vêm sendo relatadas pela RBA há seis meses. “Os defeitos são reais, não são invenção.” Em segundo lugar, Altino lembra que o Metrô é muito pequeno para o tamanho da cidade. “É como um adulto usar roupas de criança. Se esticar a perna, rasga.”

Finalmente, o presidente do Sindicato dos Metroviários aponta para o desmonte da empresa depois de 20 anos de governos do PSDB no estado de São Paulo. “Há poucos funcionários para atender a um grande número de usuários”, lembra. “Hoje temos 4,6 milhões de passageiros diários. Em 1991, eram mais ou menos 10 mil funcionários para 1,5 milhão de passageiros. Hoje temos 9,6 mil funcionários para atender três vezes mais gente. É uma bomba relógio.”
 
Fonte da Notícia: Folha Press

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Ministério Público quer explicação sobre falha na Linha 3-Vermelha

A problemática Frota K do Metrô. Imagem de William Molina
No fim da semana passada o Ministério Público Estadual solicitou ao presidente do Metrô de São Paulo, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, uma explicação sobre a paralisação que fechou 10 das 18 estações da Linha 3-Vermelha na ultima terça-feira, 4. O prazo de 10 dias foi dado pelo MPE, que informou, nesta sexta-feira, 7, ter reaberto um inquérito civil para investigar panes nos trens do sistema metroviário paulistano.

Frota K

O promotor de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital César Dario Mariano da Silva solicitou a Pacheco cópia da licitação e do contrato de reforma da frota K de trens, a mesma à qual pertence a composição que principiou o tumulto nesta semana.

A Promotoria também quer de Pacheco o “relatório de problemas técnicos sofridos pelos trens desse lote” de 2012 até agora, “discriminando-os objetivamente de acordo com o número do trem e indicando a data do problema e a solução dada”.

Agentes públicos que contrataram a manutenção dos trens que sofreram problemas na terça-feira também devem ser chamados ao MPE, para análise. A promotoria também oficiará o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior, para prestar esclarecimentos sobre a paralisação em dez dias.

Fonte da Notícia: Via Trólebus

Acionamento de botão "secreto" foi a causa do tumulto segundo o Metrô de SP

O tumulto da semana passada no Metrô de São Paulo foi motivado pelo acionamento de um botão "secreto" nas plataformas de três estações por pessoas desautorizadas, informou a companhia.

Segundo a Folha de S.Paulo,  o acionamento desses botões levou os passageiros a invadirem os trilhos, o que causou a paralisação das operações e fechou estações da Linha 3-Vermelha

Os botões, segundo o Metrô, não têm sinalização e são conhecidos principalmente por funcionários da empresa (que os utilizam, por exemplo, se alguém cai nos trilhos), mas também por curiosos com conhecimento específico do funcionamento das estações.

Acionados, eles desligam a energia dos trens e da linha na plataforma da estação e de duas estações seguintes: a que fica antes e a que está depois. O trem para onde está e fica sem luz e sem ventilação.
 
A administração do Metrô de SP afirma ter certeza de que não foram funcionários das estações que apertaram os botões e que foram enviadas imagens do circuito interno à polícia, que apura a possibilidade de sabotagem.
 
Fonte da Notícia: Folha de São Paulo

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Reunião irá definir como os seguranças do Metrô deverão agir em dias que há tumulto no sistema

O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, afirmou hoje que será firmado um protocolo entre a sua pasta, que comanda as polícias civil e militar, e a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, responsável pelo Metrô e pela CPTM, para melhorar a comunicação e a “intervenção” das forças de segurança em dias de caos no serviço de trens. Segundo Grella, a ideia é a polícia ter informações mais rápidas para poder decidir qual força será enviada.

A reunião será na segunda-feira e foi marcada em razão confusão nas estações como na última terça-feira (4). Após falha em uma composição na Linha 3-Vermelha (Palmeiras-Barra Funda/ Corinthians-Itaquera), os dispositivos de segurança foram usados por passageiros que estavam em sete vagões diferentes. A operação na maior parte da linha ficou interrompida por cerca de 5 horas.

O problema começou por volta das 18h24, quando uma composição apresentou falha na estação Sé, afetando a circulação da linha no horário de pico. Segundo o Metrô, apesar de "a ocorrência operacional ter sido sanada às 18h27, usuários acionaram botões de emergência de sete trens que vinham atrás, em sequência, e desceram às passarelas de emergência, causando a interrupção da operação no trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Sé".

De acordo com o Metrô, os usuários caminharam pelas passarelas laterais e foi preciso desenergizar toda a linha. A circulação de trens foi plenamente normalizada às 23h20 de terça-feira.

“Nós temos que ter uma agilização nesse contato para ter um quadro real do que está acontecendo e saber que força policial vai ser mandada”, afirmou.

Grella afirmou que a conversa será com o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes e que o objetivo é estabelecer "um protocolo que permita agilidade. Nós precisamos aperfeiçoar a comunicação para permitir que a polícia, em casos como o que aconteceu, possa agir mais rápido”, disse Grella.

Ainda segundo o secretário, a pasta dos Transportes Metropolitanos já enviou à Polícia Civil imagens dos atos de vandalismo registradas por câmeras do Metrôs durante a confusão da última terça-feira. O Deic vai investigar as imagens. O secretário Jurandir Fernandes disse ao SPTV que vai instalar mais 1.500 câmeras de segurança nas estações e contratar mais vigilantes para os horários de pico. 
Nesta quarta-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a sequência de acionamento de botões de emergência não foi "espontânea" e que houve muita "coincidência".

"Ocorreu problema em uma porta que foi resolvido em menos de 10 minutos. Foram quase 10 botões de emergência apertados simultaneamente, desceram pessoas na linha e ela precisou ser desligada", explicou Alckmin nesta quarta-feira (5), durante um evento sobre câncer na capital paulista.
O governador disse não acreditar que o fato tenha sido "geração espontânea". "É preciso ser investigado porque não é uma coisa espontânea. [Foi] Muita coincidência", avaliou. 

Alckmin afirmou, ainda, que houve grupos invadindo as estações. Segundo o governador, serão estudadas medidas que possam evitar esse tipo de situação no Metrô. "Aumentar policiamento, segurança, câmera de vídeo e como tecnologicamente evitar esse tipo de questão", declarou.
O governador chegou a usar o termo "sabotagem" para se referir às medidas. "Tecnologia no sentido de evitar que sistemas de segurança possam ser usados por pessoas para fazer sabotagem, para causar prejuízos", disse.

Controle de fluxo 
 
A grande concentração de passageiros provocou desentendimentos entre usuários e seguranças na estação Sé, e a Polícia Militar precisou ser acionada. Às 21h15, os portões da estação estavam fechados, e os funcionários orientavam os passageiros a pegar ônibus ou caminhar até a estação São Bento, da Linha 1-Azul do Metrô. Segundo funcionários do Metrô, todas as estações da Linha 3-Vermelha foram esvaziadas. A assessoria do Metrô, porém, não confirmava no horário a interrupção integral da circulação.

Dentro da estação Sé, passageiros ainda aguardavam às 22h o retorno da circulação. Nervosos, alguns usuários se negavam a deixar a estação e protestavam contra a falta de transporte. Outras pessoas esperavam que o tumulto diminuísse para deixar o local.

A SPTrans informou que, nos trechos onde houve problemas na circulação dos trens do Metrô, o serviço de transporte coletivo municipal operou "com frota cheia, ou seja, com a frota de ônibus disponibilizada pelas operadoras nos horários de pico dos dias úteis". Segundo a SPTrans, o Metrô e a CPTM não solicitaram o acionamento do Paese.

Reflexo na linha 
 
O analista de nutrição Juliano Silva Vieira dos Santos, de 30 anos, estava na composição que ficou parada entre as estações Marechal Deodoro e Santa Cecília. Segundo ele, os passageiros se desesperaram quando o ar-condicionado foi desligado.

"O trem já tinha ficado parado na Barra Funda por um bom tempo. Depois, na estação Deodoro. Quando parou no túnel (entre Deodoro e Santa Cecília), o ar-condicionado estava gelado, mas daí ficou quente de repente. Todo mundo ficou desesperado, porque não conseguia respirar. Algumas pessoas começaram a gritar: 'Vamos sair! Vamos sair!' Foi quando bateram nos botões [de emergência] e abriram as portas. Saímos caminhando em direção à Estação Marechal Deodoro", contou.

Juliano disse que, em momento algum, os passageiros foram informados por meio do sistema de som ou por algum funcionário sobre o que estava acontecendo.

"Só diziam que um trem estava com problema, mas não falavam o que era nem davam qualquer previsão de retorno da circulação. Depois, anunciaram que havia usuários andando pela via", relatou.

Segundo o analista de nutrição, alguns passageiros decidiram andar da estação Deodoro até Santa Cecília pelo túnel do Metrô. Cansado de esperar, ele saiu da estação e voltou a pé para a Barra Funda, seu ponto de partida, onde pretendia pegar um ônibus para tentar chegar a Artur Alvim, na Zona Leste – no outro extremo da cidade –, onde mora.

A passageira Paula Lago, de 35 anos, chegou à Estação Bresser da Linha 3-Vermelha às 20h de terça e foi impedida de entrar porque o acesso estava restrito.

"A única informação era que não tinha metrô", afirmou. Ela esperou alguns minutos, e o acesso acabou liberado apenas para viagens até a Sé. "Mas eu fiquei 10 minutos dentro do vagão, sem movimentar", disse. Paula desistiu de tentar e acabou deixando a Estação Bresser.

Fonte da Notícia: G1

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Secretário dos Transportes culpa usuários por tumultos no Metrô

O secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, acusou vândalos por provocar a confusão com a pane na Linha-3-Vermelha ontem. O secretário deu entrevista ao Jornal da Globo, ignorando a sequência de falhas de segurança nos trens.

O cenário presenciado pelos paulistanos começou às 18h20 e só foi solucionado 5 horas depois, às 23h20. Um problema nas portas de um dos trens causou a paralisação em 10 estações da linha Vermelha do Metrô. Usuários passaram mal com o calor e a espera. Tumulto, pânico e o tempo aguardado dentro dos trens lotados, sem ar condicionado ou circulação de ar, de 20 a 40 minutos, fizeram os usuários acionarem os botões de emergência para a abertura de portas em sete carros.

Muitos choravam, houve depredação de placas e vidros quebrados. Na estação Sé, seguranças da empresa tentaram restabelecer a paz no local, ordenando que as pessoas voltassem novamente ao trem. Os passageiros negaram, gerando brigas e mais tumultos.

O Metrô foi questionado pela Folha de S.Paulo e afirmou que o problema se resolveu em 8 minutos, mas que a paralisação havia ocorrido porque os usuários permaneceram nas passarelas. O discurso tanto na resposta à Folha, quanto na nota emitida ontem a noite pelo Metrô, é o mesmo do secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

“O que fui inusitado hoje é que esta falha gerou uma reação em cadeia de um vandalismo inusitado. Esse botão de emergência é acionado quando você tem uma pessoa doente, a pessoa passando mal, alguma situação que o metrô tem que parar. Agora 7 vezes em menos de 40 minutos em pontos distintos da linha 3 por coincidência, mesma linha, esse botão ser acionado é algo inusitado.”

Em seguida, o repórter do Jornal da Globo perguntou se o governo já apurou se foi vandalismo, de fato, em um ato orquestrado. E Jurandir Fernandes respondeu: “Não há dúvida, não há dúvida, nós temos depoimentos, temos câmaras, as imagens mostram isso, que grupos organizados davam palavras, gritavam palavras de ordem, incitavam a população a pular na linha. E nós temos as passarelas, você não precisa andar pela linha”.

As imagens gravadas e fotografias mostram que não havia possibilidades de circulação dos usuários pelas passarelas. Com as estações completamente lotadas, muitas pessoas foram obrigadas a sair do metrô e tomar outras providências para chegar às suas casas.

O sindicato dos Metroviários emitiu nota avaliando que não é a primeira vez que ocorrem falhas de segurança nas composições da frota K. O trem que provocou a pane é o veículo K-07, da composição de trens que foram reformados, de 2008 a 2010, durante os governos de Serra e Alckmin, pelas empresas investigadas de envolvimento em cartel: o chamado Propinoduto Tucano.

Esses contratos foram suspensos nesta segunda-feira (03) pelo Ministério Público Estadual, que constatou que as licitações previam um gasto inicial de R$ 1,6 bilhão e que a assinatura incluía outros contratos somados a esse, gerando um total de R$ 2,5 bilhões.

Durante as investigações, o promotor Marcelo Milani havia exemplificado a dimensão do dinheiro assinado: “Nova York comprou 300 vagões em 2013 por R$ 600 milhões, enquanto o Metrô gastou 4 vezes mais para reformar 98 composições. É um prejuízo absurdo para os cofres públicos”.

A nota do sindicato dos Metroviários informa que depois da divulgação das consecutivas panes nos veículos, o “Metrô dificultou o acesso de seus trabalhadores ao sistema de registro de falhas dos trens, conhecido como S-GUT”, com restrições. O programa mencionado registra todas as falhas das composições em operação na malha metroviária da cidade, sendo possível identificar a quantidade e tipos de panes.

“Dificultar o acesso a informações não resolverá as falhas. O que o Metrô está fazendo é esconder as informações, acobertando os indícios de corrupção que afetam diretamente a população. É mais fácil fingir que as falhas não existem e as vidas dos usuários e metroviários não estão em risco”, afirmou o sindicato.
 
Fonte da Notícia: Jornal GGN

Secretário atribui tumulto da Linha 3-Vermelha a "Grupos organizados"

O Secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, atribuiu a "grupos organizados" o tumulto na Linha 3-Vermelha do Metrô no fim da tarde ontem, durante a interrupção da circulação dos trens . 

Em entrevista ao Jornal da Globo, Jurandir disse que o incidente será investigado.

O secretário admitiu que houve falha na operação de uma das composições, mas criticou o uso indiscriminado do botão de emergência pelos passageiros. "O que foi inusitado é que essa falha gerou uma reação em cadeia de vandalismo. 

Esse botão é acionado quando você tem uma pessoa doente, uma pessoa passando mal. Agora, [acionar] sete vezes em menos de 40 minutos em pontos distintos da Linha 3 é algo inusitado", afirmou.

Questionado se a ação foi orquestrada e se houve vandalismo, Jurandir foi categórico: "Não há dúvidas, temos depoimentos, câmeras. 

As imagens mostram isso. Grupos organizados gritavam palavras de ordem e incitavam a população a pular nas linhas, dizendo que iriam parar o Metrô hoje (terça-feira)".

De acordo com a assessoria do Metrô, a falha em uma composição levou usuários a acionar o botão de emergência em sete trens, o que interrompeu a circulação da Linha 3-Vermelha.

O Metrô informou, em nota, que a Polícia Militar foi acionada e as estações tiveram que ser fechadas "por questões de segurança". Segundo o comunicado, na Estação Sé "foram registrados atos de vandalismo às composições e agressão aos empregados" da companhia. Há relatos de hidrantes e vidros quebrados.

A confusão começou por volta das 18h24, quando uma composição apresentou falha na Estação República, afetando a circulação da linha no horário de pico. 

Segundo o Metrô, apesar de "a ocorrência operacional ter sido sanada às 18h27, usuários acionaram botões de emergência de sete trens que vinham atrás, em sequência, e desceram às passarelas de emergência, causando a interrupção da operação no trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Sé". 

Os usuários caminharam pelas passarelas laterais, e foi preciso desenergizar toda a linha.
Fonte da Notícia: G1

ostagem 1000: Após tumultos, Linha 3-Vermelha funcionou normalmente na manhã de hoje

Usuários andaram nos trilhos da Linha 3-Vermelha após falha
O Metrô de São Paulo iniciou as operações normalmente na manhã de hoje, após ficar quase cinco horas sem funcionar na noite de ontem. O tumulto na Linha 3-Vermelha, que faz ligação entre o centro e a zona leste da cidade, começou na Estação Sé, no horário de pico de uma das estações mais movimentadas da capital.

O Corpo de Bombeiros informou que atendeu a ocorrências de pessoas que passaram mal por causa do calor, mas não registrou nenhum caso mais grave.

Segundo a assessoria de imprensa do metrô, todo o problema começou às 18h19, depois que um trem apresentou falha no fechamento das portas. A ocorrência foi resolvida em menos de dez minutos. O trem foi evacuado e seguiu viagem vazio.

Porém, usuários de sete trens que vinham atrás acionaram botões de emergência, fazendo com que as composições parassem. Em seguida, desceram às passarelas de emergência, causando interrupção no trecho entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Sé. Alguns passageiros caminharam sobre os trilhos, que tiveram de ser desernegizados. As estações desse trecho foram fechadas por questão de segurança.

De acordo com o metrô, a confusão resultou em atos de vandalismo nas composições, e funcionários do metrô foram agredidos. A Polícia Militar, que precisou ser acionada, informou que ninguém foi detido.
Texto Editado por Talita Cavalcante
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

Falha causa quebra-quebra na Linha 3-Vermelha

Passageiros do Metrô provocaram quebra-quebra e tumulto ontem em estações da Linha 3- Vermelha, na região central de São Paulo, após uma falha deixar uma composição parada na Estação República. O problema ocorreu por volta das 19 horas. Usuários acionaram o botão de emergência e saíram do trem caminhando pela passarela de emergência e pelos trilhos. Vidros dos trens foram quebrados e pessoas passaram mal.

Passageiros de outros trens também acionaram o sistema de emergência para abrir as portas. A maior parte das composições da Linha 3 – Vermelha não tem ar-condicionado. As estações ficaram lotadas. Na confusão, passageiros discutiram com funcionários e seguranças e depredaram parte das barreiras que dividem o fluxo na Estação Sé.

Por volta das 20h30, o Metrô informou que o problema havia sido resolvido, mas que a circulação de trens continuava em velocidade reduzida.

À tarde, também houve paralisação na Linha 4-Amarela, operada pela concessionária ViaQuatro. Passageiros reclamaram que a circulação havia sido interrompida entre as Estações Paulista e Luz. Houve uma pane elétrica, segundo a empresa. A linha operou parcialmente – o que afetou o deslocamento na Linha 1- Azul.
 
Fonte da Notícia: Estadão