Pesquisa

Mostrando postagens com marcador Redução de Velocidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Redução de Velocidade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Falha elétrica atingiu Linha 1-Azul na manhã de hoje (07/10/2016)

A operação na Linha 1-Azul teve problemas na manhã de hoje, 07/10/2016, por conta de falta de energia elétrica. A ocorrência teve início por volta das 8h30 da manhã, e somente após as 9h30 a circulação começou a ser normalizada.

O trecho entre as estações Sé e Luz chegou a ficar interrompido. Com a pane, as linha 2-Verde e 3-Vermelha chegaram a ter velocidades reduzidas e maior tempo de paradas.

Segundo o Metrô, o problema foi na região da Estação São Bento.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Falha operacionais na Linha 2-Verde aumentam com a implantação do CBTC

O número de falhas na Linha 2-Verde aumentou em 2016, mesmo ano em que o Metrô concluiu a instalação de um sistema que deveria diminuir o intervalo entre os trens. Foram 10 falhas em 2016, mais que as 7 registradas em 2015 e as 5 de 2014. Os dados foram obtidos pelo SPTV por meio da Lei de Acesso à Informação e considera as falhas notáveis, quando atrasam a operação.
 
Em média, cada falha levou 23 minutos para ser resolvida.

A tecnologia chamada CBTC começou a ser instalada em 2008 e deveria ter sido concluída em 2011. Na Linha 2-Verde, a instalação acabou em Fevereiro de 2015. A situação é pior nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, que só terão o sistema de forma integral em 2021, segundo o Metrô.

O CTBC consiste em um sistema com antenas e transmissores dentro dos trens e nos túneis. Um computador controla toda a movimentação das composições. Na prática, isso poderia diminuir o intervalo entre as composições e também a superlotação.

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que é normal haver um período de maturação quando há a implantação de uma nova tecnologia. "Quando você faz uma modificação, você tem algum período de falha", diz.

A empresa contratada em 2008 para instalar o sistema foi a Alstom, que é investigada por suposta prática de cartel em licitações do Governo de São Paulo. O preço previsto para o serviço foi de R$ 780 milhões.

Fonte da Notícia: G1-SP

Falha prejudicou Linha 2-Verde na tarde de 05/08/2016

Uma interferência entre as Estações Terminal Vila Madalena e Paraíso da Linha 2-Verde causou tumulto e lotação em todas as estações do modal no fim da tarde de 05/08/2016. Durante cerca de trinta minutos, os trens circularam em velocidade reduzida. 

O tráfego comprometido, em plena hora do rush, prejudicou a locomoção de vários usuários. Na Estação Terminal Vila Prudente, por exemplo, usuários aguardam cerca de 13 minutos para embarcar no trem. Às 18h30, o problema foi resolvido e a circulação voltou a fluir normalmente.

Fonte da Notícia: Veja São Paulo

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Linha 2-Verde registra aumento nas falhas operacionais após a operação do CBTC

O Metrô de São Paulo registrou um aumento no número de falhas e atrasos na linha em que foi implantado um sistema que deveria melhorar a qualidade do serviço. O contrato é alvo de ação do Ministério Público.

No Metrô de São Paulo tem sempre alguém com uma história de trem parado na linha.

“Ele está funcionando normal. Aí, vai, ele para do nada. Ninguém sabe como, para do nada”, conta um passageiro.

Desde fevereiro, a linha tem um sistema digital de controle. As antenas de transmissão instaladas em cima dos trilhos registram quando o trem passa e enviam a informação para o sistema.

O sistema deveria melhorar o desempenho da linha, mas um relatório do Metrô revelou que de janeiro a junho aconteceram dez falhas, com atrasos de 23 minutos em média. Em 2015 inteiro, sem o sistema, foram sete. Em 2014, cinco. Em 2013, dez.

O contrato ainda prevê a instalação do sistema em outras duas linhas. Ele foi fechado em 2008, no Governo de José Serra com a empresa Alstom. O valor era de R$ 780 milhões e o prazo de entrega era 2010.

A Alstom não conseguiu cumprir o contrato. O governo de São Paulo, então, aplicou uma multa de R$ 78 milhões e ameaçou romper o negócio com a multinacional francesa.

A “Folha de S. Paulo” publicou dia 24/07/2016 que a Alstom alegou que o Metrô não tinha feito obras para implantação do sistema e que o Metrô exigiu mudanças que aumentaram o custo em R$ 173 milhões. Já o Metrô alegava que os atrasos da Alstom provocaram prejuízo de quase R$ 300 milhões.

O caso foi parar numa corte internacional de arbitragem, conforme estava previsto no contrato. Em Janeiro de 2016, eles chegaram a um acordo.

Segundo o jornal, o Governo de Geraldo Alckmin perdoou uma dívida de R$ 116 milhões: é a diferença entre o prejuízo que o Governo Estadual diz que teve com o atraso do sistema e o que a Alstom diz que gastou a mais em obras. A entrega final do equipamento ficou para 2021.

O contrato já estava sendo investigado pelo Ministério Público, que denunciou a Alstom em outras três ações civis.

“Essa implementação não se referia apenas à Linha 2-Verde, mas se referia também à Linha 1-Azul e à Linha 3-Vermelha, que não tem perspectiva nenhuma de ser implantado, tornando-se absolutamente lesivo ao estado”, disse o promotor de Justiça Marcelo Milani.

O Governo de São Paulo negou que o Metrô tenha perdoado a dívida.

“Tem um equívoco ao analisar essa questão de valores, são valores pedidos. O governo podia tanto ganhar valores a mais como perder. Ou rescindíamos o contrato, e depois teríamos que licitar novamente, ou fazíamos uma repactuação contratual, o que foi inclusive apoiado pela Procuradoria-Geral do Estado, que é a advocacia do estado”, afirmou o Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.

A Alstom declarou que a repactuação do contrato foi aprovada pelos órgãos competentes e homologada pelo Tribunal Arbitral e pela Corte da Câmara de Comércio Internacional, e que o contrato está sendo executado.

Fonte da Notícia: Rede Globo-Jornal Nacional