Pesquisa

Mostrando postagens com marcador Frota E. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Frota E. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Metrô possui composições com mais de 40 anos em operação

Composição A41 (Linha 1-Azul)
Iniciada em 2009, a troca da frota de trens do Metrô de São Paulo por modelos novos ou modernizados ainda não acabou. E, até hoje, não há previsão de quando irá terminar.

Nas quatro principais linhas operadas pelo governo de São Paulo (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás), das 150 composições existentes, 115 já contam com câmeras de segurança, ar-condicionado e sistema de freios com controle de patinagem e deslizamento, segundo dados da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado. As mudanças nos trens estão "aumentando a sua capacidade de transporte e melhorando o conforto e segurança à viagem dos passageiros", segundo a secretaria.

Do total de 115 composições reformadas, 19 estão, agora, em "testes protocolares" para entrar em operação. Ou seja, atualmente 96 trens novos ou reformados atendem a população.

Suspeita de cartel

Em Março de 2009, na gestão José Serra (PSDB), a Linha 2-Verde ganhou o primeiro dos 16 trens novos fabricados pela Alstom. Na ocasião, os contratos sobre a compra das composições já estavam sendo analisados pelo TCE. Há dois anos, o Ministério Público de São Paulo ofereceu denúncias de suspeita de cartel em diferentes licitações do sistema metroferroviário paulista.

Também em 2009 começou o processo de modernização de trens das linhas 1-azul e 3-vermelha. O primeiro deles foi entregue em 2011, já no governo Geraldo Alckmin, também do PSDB. Há cinco anos, durante cerimônia de entrega de trens reformados, Alckmin prometeu que as 98 composições originais das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha seriam modernizadas até 2014, quando o Brasil realizou a Copa do Mundo. Mas, até hoje, o Metrô não tem uma data certa sobre quando o processo de reforma deve acabar. 

Composição D41 (Linha 1-Azul)
Até 2017, mais seis composições devem ser modernizadas, "restando apenas 18 para completar o processo", disse a secretaria ao UOL, por nota, sem falar em prazo. Com esses números, São Paulo terá 139 composições reformadas ou novas no futuro.

Porém, tomando por base esses dados, o sistema ainda teria trens antigos em operação. Seriam exatamente 11, todos da Frota E, de 1999, presente na Linha 2-Verde. Segundo a STM, ainda não há previsão sobre quando elas serão reformadas em razão de "corte orçamentário".

Frota antiga

Enquanto a reforma nos trens do Metrô não é concluída, estão em operação 14 composições da Frota A, de 1974, quatro da Frota D, de 1982, e onze da Frota E, de 1999.

Para o coordenador do curso de engenharia do Mackenzie Luiz Vicente Figueira de Mello, o fato de haver trens antigos em circulação não é problema se houver "manutenção preventiva". "O que importa é a frequência com que ela ocorre. Assim, você garante que um trem antigo continue circulando", diz o acadêmico. Mestre em transportes e professor do Centro Universitário FEI, Creso de Franco Peixoto concorda. "A efetivação plena dessa política de manutenção garante segurança e qualidade ao serviço prestado."

A STM confirma que os trens do metrô passam por manutenção periódica, mas não tem como confirmar de quanto em quanto tempo isso acontece porque os prazos são diferentes para cada item das composições.

O custo total previsto com a modernização de trens do Metrô é de R$ 1,75 bilhão. Até agora, o governo diz já ter gasto R$ 1,36 bilhão.

Fonte da Notícia: UOL
Imagem 1: Derick Roney 
Imagem 2: You Tube

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

TCE denuncia irregularidade na compra das Frotas E e G do Metrô

Frota E (Alston 1998/99) do Metrô de São Paulo
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo caracterizou como irregular a compra dos 16 trens da Frota G do Metrô, adquiridas da Alstom que custaram R$ 828 milhões em valores atualizados.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, o órgão entendeu que o Metrô usou um contrato de 1992 para fazer a aquisição em 2007. A medida iria contra a Lei de Licitações, onde os contratos devam possuir uma duração máxima de cinco anos.

O Metrô afirma que o contrato de 1992 previa a compra de 22 trens, mas apenas 11 foram entregues, as composições da Frota E. A companhia afirma que o contrato continuava válido porque os trens não haviam sido fornecidos e acrescentou outros cinco na compra.

A companhia diz ainda que na época o próprio TCE autorizou a compra, e que foi mais barato comprar da Astom, no entanto o Tribunal agora considera que a companhia não conseguiu provar a tal vantagem econômica. A Alstom por sua vez diz que cumpre com as leis brasileiras nas contratações que realiza.

Treze trens da Frota G operam na Linha 2-Verde, e outros 5 na Linha 3-Vermelha. As 11 composições da Frota E também rodam na linha 2-Verde.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus/Folha de São Paulo
Imagem de Eduardo Ganança

domingo, 30 de março de 2014

Princípio de incêndio na Frota E do Metrô de São Paulo

Frota E do Metrô quase pega fogo na Linha 2-Verde
Semana passada, usuários que embarcaram na estação Vila Prudente, da Linha 2-Verde, levaram um grande susto ao chegarem à próxima parada, a Tamanduateí. Conforme relatos, houve pânico e correria, pois acreditaram que o trem estava pegando fogo.

“Por volta das 18h15, quando o trem parou na plataforma da estação Vila Prudente, já sentimos um cheiro de queimado forte e as portas abriram com dificuldade. Mesmo assim, todos embarcaram. Ao chegarmos à estação Tamanduateí, houve gritaria e pânico, pois o trem estava pegando fogo. Diante do tumulto, funcionários do Metrô contiveram o princípio de incêndio, mas, o que mais me chamou a atenção foi que em nenhum momento foi dada qualquer explicação sobre o motivo do acidente. Somente pediram para aguardar o próximo trem”, conta o estudante Alexandre França.


O Metrô afirmou que não houve princípio de incêndio. De acordo com a Cia., ocorreu travamento do freio do trem, o que provoca muita fumaça. A composição foi esvaziada e encaminhada para manutenção.
 
Fonte da Notícia e Imagem: Folha de Vila Prudente