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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Candidato a Prefeitura de São Paulo, Levy Fidélix, passeia no Monotrilho da Linha 15-Prata

 Fogos de artifício, câmeras e bandeiras tremulando: foi em ritmo de festa que o candidato à Prefeitura de São Paulo Levy Fidelix recebeu a reportagem do R7 para uma entrevista na zona leste da cidade. O ponto de encontro foi o monotrilho, na estação Oratório. Ele diz ser mentor desse modal de transporte no Brasil, a que chama de "aerotrem". O governo de São Paulo teria copiado sua ideia. 

— Me sinto muito satisfeito pelo [José] Serra e pelo [Geraldo] Alckmin terem dado prosseguimento a essa ideia, que não passou a ser minha, passou a ser do povo.

Durante seu passeio pelo monotrilho, o candidato mostrou grande satisfação e foi só elogios ao local: “Esse é o conforto imaginado. Ar condicionado é fundamental. Local para sentar. Com isso nós temos o aerotrem como o sonhado”.

Fidelix diz que, se eleito, vai expandir o meio de transporte.

— O trem é esse mesmo: moderno e rápido. Essa companhia é uma das melhores. Esse é o meu sonho em matéria de trem, mas não em matéria de estação. Poderia ter sido uma estação menor. Comigo teriam estações menores e a altura das pilastras não precisa ser tão grande.

No percurso entregue até agora, de apenas duas estações, o candidato conversou com alguns passageiros e perguntou o que eles estavam achando. Uma usuária da linha disse que o monotrilho é “nota 10”. Ao ouvir a avaliação positiva, Fidelix reivindicou a invenção: “Você sabe que essa ideia é minha, né”? A mulher afirmou que não sabia, mas que agora está chegando mais rápido em casa.

Ao abordar outro usuário e possível eleitor, o candidato avisou que estava concorrendo à prefeitura. O homem perguntou quantos votos ele achava que iria receber. No mesmo momento, o político disse: “A questão ganhar ou não são outros quinhentos. Eu sou um candidato de ideias”. Logo em seguida, recebeu uma avaliação positiva: “Eu vou votar no senhor”.

Em sua 14º eleição, Fidelix diz que não ganha nas urnas porque as campanhas são desleais e só quem tem dinheiro consegue vencer. Mesmo assim, ele acredita que vai receber um número significativo de votos. Questionado pela reportagem se ele aceitaria um cargo em uma secretaria, caso perca as eleições, o candidato disse que “esse convite não veio”.

— Se vier, vamos avaliar. Eu estudei muito todos os tipos de trem. Eu estou sempre contribuindo e colaborando.

Fonte da Notícia: Portal R7

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Candidato a Prefeitura de São Paulo, João Dória, defende municipalização do Metrô de São Paulo

A equipe de Governo do candidato à Prefeitura de São Paulo do PSDB, o apresentador e empresário João Doria, propõe que em um eventual governo, a companhia do Metrô seja assumida pela administração municipal, de acordo com a Colunista da Folha de São Paulo Monica Bergamo.
Segundo a publicação, com a vitória de Dória, seriam propostos 15 novas linhas metroviárias, por meio de uma licitação internacional.
Atualmente, a expansão, assim como a responsabilidade do Metrô é a cargo do padrinho político de Doria, o Governador Geraldo Alckmin. São tocadas simultaneamente a expansão e construção de 3 linhas de Metrô, outras 2 de monotrilho e mais duas de trem. Em todos os casos foram registrados atrasos.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 15 de março de 2016

Comissão aprova Tarifa Zero no transporte público em dias de eleições

Um dia antes da revelação de que o Governo do Estado de São Paulo teria deixado de repassar R$ 66 milhões ao Metrô referentes a gratuidades, o que prejudicou o orçamento da companhia, deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovaram três projetos de lei que pretendem aumentar o uso gratuito dos transportes coletivos.

Dia 01/03/2016, a Comissão de Transporte e Comunicações, presidida pelo deputado Orlando Morando, aprovou o Projeto de Lei PL 52/2013, do ex deputado Alcides Amazonas, que visa tornar gratuito o transporte coletivo urbano e metropolitano no dia de eleições. De acordo com a proposta, as empresas de ônibus municipais, as empresas de ônibus que prestam serviços nas linhas gerenciadas pela EMTU, os ônibus e trólebus no Corredor ABD, os trens da CPTM e  Metrô devem transportar gratuitamente os eleitores que apresentarem o título das 6h às 19h.

“Como o voto no Brasil é obrigatório, o eleitor deve comparecer ao local da eleição munido de seus documentos e dentro do horário estabelecido, arcando com a despesa do transporte em dia que, a rigor, não teria esse tipo de custo, já que a eleição ocorre sempre aos domingos.  Cabe ao Poder Público garantir que o do direito de voto seja exercido em condições de igualdade por todos os eleitores, sendo este direito um dos pilares da democracia. Acontece que, muitas vezes, o exercício do direito de sufrágio é utilizado como instrumento de barganha, diante da onerosidade da locomoção até o local da votação e, por este motivo, entendemos que o projeto ora apresentado poderá reduzir o problema, com a possibilidade de extinção de uma das formas de crime eleitoral que ainda vem sendo praticada. Finalmente, o projeto em tela pode representar uma grande colaboração para diminuir os níveis de abstenção nos dias de eleição.  Assim, conto com o apoio dos meus nobres colegas para a aprovação do presente projeto.” – diz a justificativa.

A comissão também aprovou nesta terça-feira, a gratuidade nos transportes intermunicipais rodoviários para as eleições. O projeto de lei PL 22/2004, do Deputado Ênio Tatto ,prevê a gratuidade da passagem nos ônibus intermunicipais nas rodovias estaduais paulistas no dia de pleito eleitoral para os cargos públicos.

Nos dois casos, a gratuidade seria concedida independentemente da renda e da idade dos passageiros.

Nenhuma das propostas deixa clara a forma de obtenção de recursos para bancar estas gratuidades e nem como será o controle para verificar se o passageiro está indo votar ou faz o uso para aproveitar a não cobrança de tarifa.

Dificilmente os projetos serão aprovados pelo executivo por causa dos impactos financeiros, mas os deputados garantem que vão pressionar para a concessão dos benefícios.

Trabalhadores aposentados do Transporte:

Outro projeto também determina gratuidade aos trabalhadores aposentados do setor de transportes em ônibus intermunicipais gerenciados pela EMTU,  no corredor Metropolitano ABD também gerenciado pela EMTU,  Metrô e trens da CPTM .

Hoje a gratuidade é garantida a trabalhadores na ativa. O projeto 392/2013 também é do ex deputado Alcides Amazonas e prevê a gratuidade independentemente da idade do aposentado no setor de transportes.

“Ademais, os condutores aposentados têm mais do que o direito de cidadão ao passe livre – eles têm o direito moral. Afinal, durante toda a vida eles estiveram presentes nos ônibus, cumprindo seu dever com dedicação e se possuem a condição de aposentados é porque deram a cota de sacrifícios para que o sistema funcionasse. Por que agora eles devem ser, muitas vezes, até privados de usar um ônibus, metrô ou trem, dada a tarifa elevada e a pequena aposentadoria? Não é justo que esses trabalhadores que passaram a maior parte do tempo de suas vidas dentro dos ônibus, metrô e trens, agora estejam praticamente impedidos de utilizá-los”

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Após fim das eleições estaduais, sites do Metrô e da CPTM voltam ao ar

Passadas as eleições estaduais os sites do Metrô e da CPTM retornaram a ativa. Também foi normalizado o atendimento nas redes sociais para com os passageiros que utilizam estes canais, como o twitter, Facebook e Youtube.

O serviço havia sido suspenso em Julho afim de não conflitar com a legislação eleitoral. o Governo do Estado tomou a medida preventiva para evitar possíveis representações na Justiça.

O governo disse na época que “em atendimento à legislação eleitoral (Lei nº 9.504/1997), os endereços eletrônicos das secretarias e demais órgãos públicos estaduais estão com suas atividades temporariamente suspensas até fim do período eleitoral”.

 Porém, o site da EMTU permanece parcialmente fora do ar.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Após Alckmin ser reeleito governador, sites do Metrô e da CPTM ainda estão fora do ar

Por conta das eleições, o Governo de São Paulo restringiu o conteúdo e a atualização de dados em seus sites e perfis em redes sociais.  A restrição começou no dia 05/07/2014, véspera do início oficial da campanha eleitoral. No entanto, mesmo após o término das eleições, serviços como ocorrências envolvendo o Corpo de Bombeiros deixaram de ser exibidos.

De acordo com o Palácio dos Bandeirantes, as atualizações ainda não voltaram porque é preciso aguardar a proclamação do resultado do primeiro turno, que é feita pelo TRE.

O TRE explica que a divulgação dos resultados foi feita na tarde de ontem, mas que, no entanto, a proclamação não tem uma data definida para ser feita, pois, é preciso aguardar a avaliação de eventuais reclamações contra os candidatos e julgamento de recursos.

Segundo o Governo, a medida ocorre em obediência à legislação eleitoral, já que o Governador Geraldo Alckmin foi candidato à reeleição. Páginas da Prefeitura de São Paulo, como da CET e da SPTrans, não foram afetadas, pois o Prefeito Fernando Haddad não concorre a nenhum cargo neste pleito.

Por conta disso, páginas oficiais de Sabesp, Secretaria da Segurança Pública, Metrô, CPTM, PM e Polícia Civil e até os perfis no Twitter e no Facebook destes órgãos acabaram afetados.

Lei das Eleições

Lei das Eleições (9.504/97) estabelece que, nos três meses que antecedem as eleições (neste ano, o dia 5 de outubro), é proibido aos agentes públicos cujos cargos estejam em disputa autorizar "publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral".

O objetivo da restrição é para preservar a igualdade de oportunidades entre candidatos e, caso algum deles em cargo público descumpra a medida, corre o risco de ter o registro de candidatura ou o cargo cassado, ter a divulgação suspensa imediatamente e ainda pagar multa que varia de R$ 5.320,50 a R$ 106.410,00.

A lei, porém, não deixa claro se informações úteis como a situação das linhas do Metrô poderiam ser consideradas "caso de grave e urgente necessidade pública" e ficar fora da restrição. Procurado para comentar se a lei abrange inclusive esse tipo de dado público, o TSE informou que poderia se pronunciar.

Serviços disponíveis

Outros serviços, porém, estão disponíveis, como a Delegacia Eletrônica no site da Polícia Civil e o informe diário sobre o nível das represas no da Sabesp. No lugar do tradicional layout de páginas como o da Secretaria da Segurança Pública, que continha até 04.10.2014 fotos e notícias de prisões e de procurados, há apenas alguns links e o seguinte aviso: "Em atendimento à legislação eleitoral (Lei 9.504/1997), os demais conteúdos deste site ficarão indisponíveis de 05/07/2014 até o final da eleição estadual em São Paulo".

Fonte da Notícia: G1

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Trens do Metrô fazem propaganda proíbida em período de campanha eleitoral

Frota K (K11) do Metrô foi modernizado e possui propaganda em sua lataria sobre tal reforma
Passados mais de dois meses do início da campanha eleitoral, diversos trens do Metrô de São Paulo e da CPTM continuam circulando com adesivos alusivos à sua compra ou reforma pelas duas empresas, que são controladas pelo governo do Estado. A Lei Eleitoral, entretanto, proíbe propaganda institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas de órgãos públicos nos três meses que antecedem as eleições - o 1.º turno será disputado em 5 de outubro e o Governador Geraldo Alckmin é candidato à reeleição.

Em 2010, quando o tucano disputava a eleição, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo aplicou multa de R$ 5 mil ao Metrô, então sob o governo de Alberto Goldman, também do PSDB, por entender que publicidade similar feria a legislação. O caso foi denunciado pela Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo. Na época, o juiz eleitoral auxiliar Luis Francisco Aguilar Cortez determinou, além da multa, a remoção imediata dos adesivos, afixados na lateral das composições.

Ontem, a reportagem flagrou vários trens do Metrô e da CPTM rodando com o mesmo tipo de adesivo de quatro anos atrás. Eles informam o número que cada composição ocupa na lista de reformas ou compra das duas empresas. Alguns adesivos ainda contêm a marca d'água do programa “Expansão SP”, amplamente divulgado em meios de comunicação pela gestão do ex-governador José Serra, que hoje disputa vaga no Senado por São Paulo. Só pelo Metrô, circulam por dia cerca 5 milhões de pessoas.

No entendimento do advogado Arthur Rollo, membro da Comissão de Direito Eleitoral da seccional paulista da OAB-SP, os adesivos ferem a Lei Eleitoral. “Nesse caso específico, cabe representação por qualquer partido político que se sentir prejudicado ou por parte do Ministério Público para determinar que se retire imediatamente os adesivos dos trens. Isso é informação institucional e tem o poder de desequilibrar a disputa e sugestionar o usuário.”

Ainda segundo o especialista, se o material for mantido, o registro de candidatura de Alckmin poderia ser cassado. Rollo se diz surpreso de o governo ter mantido esse material afixado, já que se mostrou “preciosista” em remover propaganda institucional em outras áreas, como placas de obras e até mesmo nos sites de órgãos como o próprio Metrô e a CPTM.

As duas empresas estão entre as principais vitrines do governo de Alckmin, apesar de elas terem vários atrasos n a entrega das obras. Embora sejam descritos como “novos” na publicidade, trens de uma frota entregue em 2009 no Metrô ainda circulavam com os adesivos. Em nota, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos afirmou que “os dizeres dos adesivos identificados pela reportagem não caracterizam propaganda eleitoral, apenas informam se o trem é novo ou modernizado”.

Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CPI do Metrô de SP será instalada no Congresso só depois das eleições

A CPI mista do Congresso que vai investigar o cartel do Metrô de São Paulo vai começar os trabalhos somente depois das eleições. Apesar de o PT ter interesse em instalar a comissão de inquérito para desgastar a gestão do PSDB em São Paulo, o Palácio do Planalto teme que as investigações arranhem a imagem de membros da sigla a um mês das eleições.

Deputados da oposição prometem apresentar um elo entre a Alstom e a gestão do PT no governo federal, o que acendeu o sinal de alerta no Planalto e abriu caminho para o adiamento dos trabalhos. A CPI já foi oficialmente criada, mas precisa eleger o presidente e o relator para ser efetivamente instalada.

O senador Eduardo Suplicy, membro mais idoso da comissão de inquérito, abriu a reunião semana passada para que a CPI fosse instalada. Sem quórum, o petista adiou o início dos trabalhos para o dia 7 de outubro - próxima data em que haverá votações no Congresso, já depois do primeiro turno das eleições.

Havia também nos bastidores uma disputa entre PT e PMDB pela relatoria da comissão, mas os peemedebistas indicaram o presidente da CPI, que será o senador João Alberto (PMDB-MA). O PT indicou para a relatoria o deputado Renato Simões, ex-deputado estadual que fez forte oposição ao PSDB em São Paulo.

O cartel em licitações para obras e serviços de manutenção do Metrô e da CPTM teria operado de 1998 a 2008, com o aval de três gestões do PSDB em São Paulo -Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, que é candidato à reeleição.

Em Julho de 2013, o Jornal Folha de S.Paulo revelou que a multinacional Siemens delatou a autoridades antitruste a existência do cartel e fez acordo que lhe garantirá imunidade se as denúncias forem comprovadas. Além da Siemens, o cartel envolvia as empresas Alstom, Bombardier, CAF e Mitsui.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Maioria dos candidatos ao Governo de São Paulo quer prioridade na CPTM e no Metrô

Atual Governador de SP, Geraldo Alckmin
Na semana passada trouxemos, com base na postagem do blog via Trólebus as propostas dos 3 candidatos mais bem colocados em pesquisa de intensão de voto. Porem, como vivemos em uma democracia faltou as propostas dos demais que Pleiteiam o palacio dos bandeirantes. confira aqui as propostas destes candidatos, divulgado no portal G1:

Wagner Farias (PCB)

“Nós defendemos que não há outra forma de atingir esta meta, se não por um investimento maciço num transporte coletivo 100% público, gratuito e de qualidade. Para que isso aconteça, pelo governo estadual nós vamos criar uma empresa pública estatal que articule, que integre, Metrô, CPTM e o transporte intermunicipal como forma de favorecer o transporte coletivo ao individual”, disse Farias.

Gilberto Maringoni (PSOL)

“Todos os anos entram em circulação em São Paulo cerca de 200 mil novos automóveis. Só que não se constrói o número igual ou equivalente de ruas e avenidas. O que que isso indica? Indica que este é o caminho do caos, do engarrafamento sem saída. A gente quer a saída. A saída é o estado investir em transporte público: metrô, trem, ônibus e monotrilho. Agora, pra isso, o estado tem que recuperar a sua capacidade de planejamento, de investimento e de desenvolvimento”, disse Maringoni.

Raimundo Sena (PCO)

“Hoje, bilhões dos recursos públicos são gastos para financiar a aquisição do carro próprio, causando um grande tumulto de carros nas ruas. A solução tem que ser investir, prioritariamente, em transporte sobre trilhos. E hoje, esse investimento tem sido muito pequeno, fazendo com que essas linhas de trens e metrôs cresçam a passos de tartaruga”, disse Sena.

Gilberto Natalini (PV)

“Em um governo do Partido Verde, transporte sobre trilhos é prioridade máxima, dentro e entre as cidades. Trens, metrô, veículo leve sobre trilhos, são formas rápidas, eficientes, baratas e limpas de transporte. A bicicleta também tem seu lugar. Nós não somos contra os automóveis, mas não podemos ser escravos deles. Desta maneira, o Partido Verde pretende melhorar a mobilidade urbana na Grande São Paulo”, disse Natalini.

Walter Ciglioni (PRTB)

“Mobilidade urbana o partido PRTB tem discutido a anos. Questão prioritária que nós colocamos aqui hoje e o governo usa. Monotrilho e aero trem têm que ser aplicados nesta área. Metrô: metrô custa caro, nós temos que tratar com a parceria público-privada, é importantíssimo, tem que se estender o metrô. Ônibus tem pouco no estado, o cidadão sabe disso, ele pega e sabe que é complicado. E o transporte por linha férrea como tinha na Fepasa”, disse Ciglioni.

Laércio Benko (PHS)

“Mobilidade urbana é qualidade de vida, vamos investir em metrô, construindo de oito a dez quilômetros por ano, tirando assim o atraso de São Paulo nesta área. Vamos concluir as obras do rodoanel, que já duram mais de 20 anos e, apesar de não terem sido concluídas, já foram até pedageadas. E vamos finalmente investir pesadamente em ciclovias, esse modal de transporte que tem tudo a ver com sustentabilidade e qualidade de vida”, disse Benko.

Fonte da Notícia: G1/Portal Via Trólebus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor