Pesquisa

Mostrando postagens com marcador Paralisação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paralisação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Governo Estadual afirma que pode cancelar concessão das obras Linha 6-Laranja

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse no dia 27/09/2016, que não descarta a “caducidade” do contrato de concessão com a Move São Paulo, responsável pelas obras e posteriormente operação da Linha 6-Laranja do Metrô.
As construções estão paralisadas por conta de dificuldades na obtenção de recursos. Entre as empresas que formam o consórcio está a Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato.
“A caducidade não está descartada, mas na nossa avaliação é a última medida a ser tomada. Vamos trabalhar intensamente nesse final de ano para que a questão possa ser solucionada”, disse o Secretário.
O titular da pasta afirmou ainda que deve colaborar junto ao BNDES para que a instituição autorize o financiamento de longo prazo para as empresas. “Todo nosso esforço é para que neste final de ano possamos solucionar a questão para retomar as obras”, comentou.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Move-SP anuncia paralisação das obras da Linha 6-Laranja por tempo indeterminado

A concessionária responsável pelas obras da Linha 6-Laranja, do Metrô, Move SP, emitiu uma nota anunciando a paralisação das obras por tempo indeterminado.

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Veja a seguir a nota na íntegra:

São Paulo, 05 de setembro de 2016 – A Concessionária Move São Paulo, Empresa responsável pela construção, operação e manutenção da Linha 6-Laranja, que ligará a região noroeste ao centro da cidade anunciou hoje a suspensão das atividades de construção devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.

A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões (vide box abaixo).

No momento, a Concessionária negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da Parceria Público Privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.

Durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.

Segue inalterada a previsão de gerar 9 mil vagas durante o pico da obra e a criação de 1.000 novos postos de trabalho para início das operações da Linha 6-Laranja assim que as atividades forem retomadas, o que esperamos que ocorra no menor prazo possível.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Governo Estadual fez sua parte para que obras da Linha 6-Laranja não precisassem ser paralisadas


O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirma que o governo de São Paulo está fazendo a sua parte para a construção da Linha 6- Laranja do Metrô. No dia 05/09/2016, o consórcio responsável por construir a linha disse que vai parar a obra porque não consegue empréstimo para tocar o projeto.


Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto".

Segundo o Secretário Pelissioni, que é responsável pelo Metrô, a obrigação do Consórcio conseguir o dinheiro para a obra, e que o Estado está cumprindo com sua parte no contrato. Também disse que, se conseguir resolver o problema nos próximos meses, o prazo de entrega deve ser mantido para 2021.

"Por enquanto nós determinados uma auditoria nos canteiros para verificar a quantidade de pessoas e equipamentos trabalhando, estamos toda a semana sendo notificados disso e, junto com a Procuradoria-Geral do Estado, estudando medidas que vão desde multas e penalidades até eventualmente se um empréstimo de longo prazo não puder sair, uma rescrição de contrato, coisa que nós queremos evitar", afirmou o secretário.


Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021. Metade da obra está sendo paga pelo estado e outra metade, pela iniciativa privada, em um modelo de parceria público-privada. Se a linha ficar pronta, o consórcio ficaria com os lucros da bilheteria.


A Linha 6-Laranja, anunciada em 2008, está prevista para ligar a região noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.

O Consórcio Move São Paulo disse que, apesar da paralisação das obras, os processos de indenização seguem normalmente.


Fonte da notícia: G1-SP

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por tempo indeterminado.

O consórcio Move São Paulo anunciou no dia 05/09/2016 a suspensão das atividades de construção da Linha 6-Laranja do Metrô. Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto". Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021.
A Linha 6-Larajna vai ligar a Região Noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.
O consórcio negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da parceria público privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.
Ainda segundo a empresa, o processo de desapropriação será mantido durante o período de suspensão.
O Governo do Estado de São Paulo disse que já investiu R$ 1,6 bilhão na obra, que não deve nada ao contrato e que vai tomar as medidas cabíveis contra a concessionária.
Sobre a Linha 6-Laranja
A Linha 6-Laranja vai ligar o bairro da Brasilândia, na Zona Norte, até a Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul, no Centro da capital paulista. Mais de 600 mil passageiros devem circular pela linha diariamente. A obra da linha teve início em Abril de 2015.

O trajeto terá 15,9 km incluindo pátios e 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba - Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica - Pacaembu, Higienópolis - Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim. O governo projeta que 29 trens irão atuar ao longo do percurso. Ela fará conexão com outras linhas da CPTM e do Metrô, com a Linha 4-Amarela.
O percurso entre Brasilândia e São Joaquim, que hoje é feito em 90 minutos, passará a ser feito em 23 minutos.
O investimento previsto para a linha é de R$ 9,69 bilhões - metade disso sairá dos cofres do estado e a outra metade pelo consórcio que venceu a licitação.
Fonte da notícia: G1-SP

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por falta de verbas

A concessionária Move SP, responsável pelas obras da Linha 6-Laranja do Metrô, anunciou a paralisação das obras por tempo indeterminado.

De acordo com a empresa, “a suspensão das atividades de construção é devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.”

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Ainda estão sendo providenciados junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo, alternativas para o reequilíbrio da PPP de implantação da Linha 6-Laranja. De acordo com a Move SP, “durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.”

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

TCE investiga mais de 60 canteiros de obras abandonados do Monotrilho da Linha 17-Ouro

O TCE fez uma série de questionamentos ao Metrô de São Paulo sobre as obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro, no que diz respeito aos atrasos nas construções e até na escolha do modal.

Assinado pelo Conselheiro Antônio Roque Citadini, o documento questiona também a rapidez que obra deveria ter ocorrido. “Os atos praticados na execução dos serviços descaracterizaram o objeto (sistema de transporte por monotrilho), cujas características são a rapidez da instalação, baixa quantidade de desapropriação e menor interferência na rotina urbana”, diz o relator.

Em outro ponto, Citadini afirma que o Governo do Estado “entrou em uma aventura”“Os elementos existentes no processo demonstram que o Metrô de São Paulo embarcou em uma aventura, quando decidiu construir a Linha 17-Ouro“, afirma.

O TCE questiona também o aumento nos valores de construção, que na avaliação do TCE saltou de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,17 bilhões, sem incluir as estações. A companhia terá o prazo de 30 dias para encaminhar suas respostas.

Secretário rebate

Durante uma entrevista à Rádio CBN, o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que o custo das oito estações do Monotrilho não constava no contrato principal, e foi licitado posteriormente. Segundo ele, as obras deverão ficar em torno de R$ 300 milhões o quilômetro, o que é um “valor mais do que compatível internacionalmente com os monotrilho no mundo”, nas palavras do titular da pasta.

O titular da pasta afirma que o novo cronograma da conta de que o Monotrilho do Morumbi inicie a operação assistida em 2018, com previsão de operação plena em 2019.

Em um tom mais duro, Pelissioni ainda criticou nas entrelinhas a forma com que a imprensa trata as obras. “Infelizmente as vezes os órgãos das imprensa tratam o metrô como a parte da crise toda”, diz o secretário referente a problemas enfrentados pelas construtoras com a operação Lava-Jato, da Polícia Federal.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Tribunal de Contas cobra explicações do Metrô sobre obras da Linha 17-Ouro

 O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo deu prazo de 30 dias para o Metrô responder a questionamentos sobre os contratos e as obras da Linha-17-Ouro.

No despacho publicado no Diário Oficial, o TCE diz que falta clareza a respeito dos valores da contratação, já que o Metrô informou em Junho de 2013 que a obra custaria R$ 3,175 bilhões milhões. Quase três vezes mais que o previsto em 2010.

O conselheiro que assina o texto, Roque Citadini, lista 64 questões que precisam ser esclarecidas pelo Metrô. Entre elas, o dinheiro gasto com a reconstrução da ciclovia da Marginal Pinheiros.

Interditada para a obra do Monotrilho, teve que passar por uma reforma em mais de sete quilômetros. O TCE apurou que o Metrô pagou R$ 1258 por metro construído. Enquanto prefeituras como a de São Paulo e a de Campinas efetuaram os mesmos serviços por R$ 200 o metro construído.

Histórico
 
Quando o Governo do Estado escolheu o monotrilho para transportar os passageiros na região do Aeroporto de Congonhas e do Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, calculou que iria gastar menos do que para construir uma linha do Metrô.

O Monotrilho tem 8 km que inicialmente iriam custar R$ 1,3 bilhão. Se fosse Metrô, custaria R$ 4,5 bilhões, segundo cálculo do próprio Metrô. Desde que o contrato foi assinado, em 2010, a obra vem sofrendo atrasos e acréscimos nos valores. Esse é um dos questionamentos do Tribunal de contas do estado.

O Metrô disse que acredita na viabilidade da obra. E que o valor atual da obra da linha dezessete ouro é de dois bilhões e setecentos milhões de reais.

"Todos os processos licitatórios, os contratos obedecem rigidamente às leis, então nós vamos responder tudo aquilo que foi questionado", afirma Paulo Sergio Meca, diretor de obras do Metrô.

Fonte da Notícia: G1-SP

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Dobra número de falhas operacionais no Metrô nos últimos 5 anos

Um levantamento feito pelo jornal “Folha de São Paulo” aponta aumento no número de falhas registrados no Metrô de São Paulo, onde o índice mostra que quase dobraram o número de panes, que consequentemente afetam o deslocamento dos passageiros, as chamadas “velocidades reduzidas e maior tempo de parada”, quando a paralisação se dá mais que cinco minutos.

Em 2010 foram 30 ocorrências intituladas de “notáveis”. Já no primeiro semestre deste ano já foi atingido a casa dos 44. Este cenário corresponde a operação das Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata. Por outro lado, a rede não cresceu nem em número de quilômetros percorridos, e em extensão de rede cresceu pouco.

Confira ano a ano:

– 2010: 30 falhas pontuais;
– 2011: 56 falhas pontuais;
– 2012: 71 falhas pontuais;
– 2013: 71 falhas pontuais;
– 2014: 73 falhas pontuais;
– 2015: 76 falhas pontuais;

O Metrô de São Paulo disse em nota ao jornal que o aumento nas falhas está relacionado ao programa de modernização das composições. Os engenheiros explicam que quando uma composições retorna à operação, existe um período de adaptação, resultando nas falhas.

Os problemas em trens, segundo a série histórica vem apresentando discreta melhora. Confira:

– 2010: 22 falhas notáveis em trens;
– 2011: 33 falhas notáveis em trens;
– 2012: 49 falhas notáveis em trens;
– 2013: 45 falhas notáveis em trens;
– 2014: 43 falhas notáveis em trens;
– 2015: 42 falhas notáveis em trens;

O Metrô ainda discorda da maneira com que os dados foram interpretados pelo jornal. “O total de falhas no período analisado está praticamente constante porque enquanto trens novos entram em operação, outros já estão estabelecidos”. A companhia diz ainda que a avaliação do jornal é isolada e simplista.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

TCE afirma que Metrô se arriscou ao construir Linha 17-Ouro agora

O Tribunal de Contas do Estado questiona o Governo Estadual sobre as obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro, em cerca de 60 pontos que deverá ser esclarecido pelo Metrô. Assinado pelo Conselheiro Antônio Roque Citadini, o documento questiona a escolha do modal, que deveria ter sido entregue em 2014.

“Os atos praticados na execução dos serviços descaracterizaram o objeto (sistema de transporte por monotrilho), cujas características são a rapidez da instalação, baixa quantidade de desapropriação e menor interferência na rotina urbana”, diz o relator.

Uma das justificativas do Governo do Estado na escolha do modal, quando foi anunciado as obras da Linha 17-Ouro, era a rapidez nas construções, em comparação com outros sistemas.

Citadini fez duras criticas ao projeto em si, afirmando que o Metrô “embarcou em uma aventura”. “Os elementos existentes no processo demonstram que o Metrô de São Paulo embarcou em uma aventura, quando decidiu construir a Linha 17-Ouro“, afirma.

Outro ponto levantado é referente ao custo da obra, que na avaliação do TCE saltou de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,17 bilhões, sem incluir as estações.

O Metrô terá o prazo de 30 dias para encaminhar suas respostas ao TCE-SP. Em resposta ao jornal “O Estado de São Paulo“, o Metrô disse que consórcios abandonaram as obras, causando paralisação nas construções, e posteriormente tiveram contratos rescindidos.

O Metrô afirma também que as obras que estavam paralisadas em quatro estações foram retomadas, e que em breve os trabalhos que dizem respeito a trens e vias deverão ser retomados em breve. O Metrô diz ainda que deve prestar todos esclarecimentos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Metrô contrata consórcio para retomar obras de pátio da Linha 17-Ouro

O Metrô de São Paulo contratou um novo consórcio para tocar obras do Monotrilho que vai ligar o Aeroporto de Congonhas à Marginal Pinheiros e que estavam paradas pelo menos desde Janeiro de 2016. Trata-se da construção de um pátio de manobras na Avenida Jornalista Roberto Marinho, nas proximidades da Avenida Washington Luís, e que é essencial para que a linha possa funcionar.
As responsáveis pela obra serão as construtoras Tiisa, Triunfo e DP Barros, que receberão R$ 162 milhões para tocar a obra. O Metrô prevê emitir a ordem de serviço ainda nesta semana. Com isso, o consórcio terá um prazo de até 30 dias para começar os trabalhos. O prazo de vigência do contrato é de 24 meses.
A previsão atual do Metrô é colocar o monotrilho em funcionamento em 2018, quatro anos após a previsão inicial do governo de São Paulo de inaugurar o serviço em 2014.
Diversos atrasos dificultaram o andamento das obras do monotrilho, e as frentes de trabalho foram totalmente paralisadas nos últimos 12 meses por problemas na execução dos contratos. A construção de estações já havia sido retomada em Junho de 2016 e, agora, o Metrô faz um novo contrato para a retomada da construção do pátio de manobras
O Metrô tenta ainda retomar a construção dos pilares e da via em si, já que o contrato está em renegociação judicial.
A Linha 17-Ouro terá 7,7 km e 7 estações. A gestão Geraldo Alckmin congelou a construção dos outros trechos previstos para a linha e que atenderia regiões da periferia. Um deles iria da Estação Morumbi da CPTM e passaria por Paraisópolis e pelo estádio do Morumbi. A outra ligação começaria na Vila Santa Catarina, perto do aeroporto de Congonhas, e chegaria à Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul.
Atrasos
Em Janeiro de 2016, o Metrõ anunciou o rompimento do contrato com o Consórcio Pátio Monotrilho, responsável pelo pátio de manobras, e trocou acusações com a empresa Andrade Gutierrez, alegando abandono dos canteiros. Já o consórcio afirmou que o Metrô era o responsável pelos atrasos e que não fornecia, por exemplo, projetos executivos necessários à obra. O Metrô negou.
Uma das dificuldades para retomar a construção do pátio de manobras foi a declaração de inidoneidade da empresa Mendes Júnior pelo governo federal nas investigações da Operação Lava Jato. Assim, a Mendes Júnior, que tinha sido a segunda colocada na licitação para a construção do pátio de manobras, não pôde assumir a obra. O consórcio contratado agora, formado por Tiisa, Triunfo e DP Barros, tinha ficado em terceiro.
O secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, prevê que o monotrilho deverá funcionar apenas com operação assistida em 2018. Isso significa que os trens deverão operar inicialmente apenas em parte do dia, possivelmente em intervalos de menor fluxo.
"Em 2018 ainda a gente quer ter trens sendo testado, pelo menos trens sendo testados, pelo menos operação assistida, com as obras já concluídas", afirmou Clodoaldo Pelissioni ao SPTV. A operação comercial, ou seja, durante todo o dia, é uma "possibilidade", segundo o secretário. "Vamos trabalhar para isso".
A operação assistida também foi adotada no trecho já inaugurado do Monotrilho da Zona Leste, a Linha 15-Prata. A linha funcionou em horário reduzido por cerca de um ano, entre 2014 e 2015, no trecho entre as Estações Oratório e Terminal Vila Prudente.
 
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária/G1

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela serão retomadas em Agosto de 2016

Após um ano de paralisação, as obras para concluir quatro estações da Linha 4-Amarela do Metrô vão ser retomadas em Agosto de 2016. O Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou que deu ordem de serviço para terminar as obras e que os trabalhadores voltarão à atividade em até 15 dias. A previsão é de que as estações, prometidas para 2014, sejam concluídas em 2019.

"Na semana que vem, ou no máximo em 15 dias, teremos a retomadas obras, com empregados trabalhando", afirmou o secretário dos Transportes em entrevista à Rádio Estadão. "A partir do início da retomada, a Estação Higienópolis-Mackenzie deve ficar pronta em 12 meses. A Oscar Freire, em 15 meses. E a Estação São Paulo-Morumbi termina em 18 meses", disse.

A última estação a ser entregue será a Vila Sônia, na zona oeste, cujo prazo de conclusão é de 36 meses, ou três anos, após o reinício das obras. Ela fará integração com terminal de ônibus. "Nós vamos trabalhar muito para cumprir esse novo cronograma, acreditamos que não vamos ter problemas", afirmou Pelissioni.

O contrato para retomar e concluir a extensão da Linha 4-Amarela foi assinado há duas semanas no valor de R$ 858,7 milhões, com o consórcio TC-Linha, que é formado pelas empresas Tiisa S/A e Comsa S/A. Somado aos valores já executados, o custo total da obra será de R$ 1,1 bilhão, cerca de 55% mais caro do que o previsto.

Até Julho de 2015, quando os dois contratos com a empresa Isolux Corsán foram rescindidos pelo Metrô por atrasos na execução, o custo total seria de R$ 706,9 milhões. Durante a vigência do negócio, o Metrô pagou à empresa R$ 236,9 milhões, 33,7% do total. Das cinco estações previstas, só a Fradique Coutinho foi entregue e entrou em operação em  Novembro de 2014.

Fonte da Notícia: Diário do Grande ABC

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Presidente Michel Temer encaminhará estudo para iniciar obras da Linha 18-Bronze

O Presidente da República, Michel Temer, prometeu encaminhar um estudo para destravar a Linha 18-Bronze, do Monotrilho, que ligará a Estação Tamanduateí ao ABC Paulista. Sugeriu ainda ajuda financeira da União para a linha.

O Presidente Michel Temer encaminhou estudo de como o Governo Federal pode ajudar a tirar essa obra vital de Mobilidade Urbana do papel. Haverá estudo que envolva pontos além da liberação da verba pela Cofiex. Quem sabe até com recursos da União para que a Linha 18-Bronze possa sair do papel. Na próxima semana teremos agenda com ministros designados para tratar desse assunto”, disse o deputado Alex Manente.

Em Dezembro de 2015, a Cofiex recusou a liberação de crédito para o Governo Paulista para a Linha 18-Bronze alegando falta de comprovação de capacidade financeira de pagamento. A verba seria destinada a desapropriações. A obra e a manutenção da linha ficará a cargo da iniciativa privada.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Obras da Linha 17-Ouro podem sofrer novo atraso

O Monotrilho da Linha 17-Ouro, da Zona Sul de São Paulo, que deveria ligar a região do Aeroporto de Congonhas até a Marginal do Rio Pinheiros, deve sofrer novo atraso.

A obra completa entre o Jabaquara e a região do Paraisópolis, estava prevista para ser entregue até 2014. Agora a previsão é para depois de 2017.

O atraso da Linha 17-Ouro também pode impactar a Linha 18-Bronze do Monotrilho do ABC Paulista. Isso porque uma das cláusulas do contrato para liberação de recursos determina que a Linha 18-Bronze só poderá operar após testes já com passageiros na Linha 17-Ouro.

A interpretação é do Ministério das Cidades, mas o metrô tem uma visão diferente desta cláusula.

O atraso da Linha 17-Ouro desta vez se dá por causa da declaração de inidoneidade da construtora Mendes Júnior.

No dia 28/04/2016, a Controladoria Geral da União publicou no Diário Oficial da União declaração de inidoneidade proibindo a Mendes Júnior de assinar novos contratos com a administração pública. Até então o contrato com o Metrô não havia sido assinado.

A Mendes Júnior foi a opção do Metrô por causa da rescisão do contrato com as antigas empreiteiras, Andrade Gutierrez e CR Almeida, que tinham reduzido o ritmo de construção, praticamente parando as obras no final de 2015. A alegação foi dificuldades financeiras.

Em vez de realizar nova licitação, o Metrô optou por chamar a segunda colocada na licitação do Monotrilho da Linha 17-Ouro para a construção de um pátio de manobras de trens leves na Avenida Jornalista Roberto Marinho. Essa construtora foi justamente a Mendes Júnior.

Há uma discussão em relação à inidoneidade.

Uma interpretação jurídica diz que quando uma empresa é considerada inidônea, ela não pode assinar contratos com a esfera de poder que registrou eventual problema. Neste caso, a Mendes Júnior não poderia assinar contratos com a União, mas estaria liberada para o Estado.

No entanto, uma jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça diz que quando a lei declara que uma empresa não pode assinar contratos por inidoneidade, o termo administração pública vale para todos os entes federativos, incluindo empresas estaduais, como é o Metrô.

Segundo o Metrô, a possibilidade de assinatura de contrato com a Mendes Júnior está sendo estudada.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Presidente Michel Temer deverá reavaliar Monotrilho da Linha 18-Bronze

Sem previsão para início das obras do Monotrilho da Linha 18-Bronze, desde que a Cofiex, do Ministério do Planejamento, rejeitou solicitação de autorização do Governo do Estado para captação de financiamentos estrangeiros, que seriam usados em desapropriações, o presidente interino, Michel Temer, prometem reavaliar a questão.

“Relatei sobre as travas da Linha 18-Bronze, obra vital para o Grande ABC. O Meirelles prometeu analisar o caso, pediu para que eu detalhasse os problemas por e-mail e que ele iria ver o que seria possível fazer. Falei para eles que a Linha 18-Bronze vai ao encontro do planejamento do Novo Governo, de retomada de crescimento por meio de investimentos”, disse o Deputado Estadual Orlando Morando.

Em 2015, o Cofiex barrou a contratação alegando que o governo do Estado não tinha como comprovar capacidade financeira de pagamento.

A Linha 18-Bronze deverá ter 15,7 km de extensão, com previsão de transportar 314.000 passageiros por dia. As obras deveriam ter sido iniciadas em 2015.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Presidente Michel Temer irá reavaliar paralisação das obras da Linha 18-Bronze

O Presidente da República, Michel Temer, e o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, se comprometeram a reanalisar a decisão do Governo da ex-presidente Dilma Rousseff sobre a Linha 18-Bronze, que ligará o Grande ABC ao sistema de Metrô da Capital. No fim de 2015, a Cofiex, do Ministério do Planejamento, rejeitou pedido de autorização do governo do Estado para captação de recursos estrangeiros para início das desapropriações, o que travou o começo das obras.

A sinalização de Temer e Meirelles foi feita ontem ao deputado estadual Orlando Morando (PSDB-São Bernardo), que participou de encontro com a cúpula do governo. O chefe interino da Nação recebeu cerca de 200 empresários no Palácio do Planalto para debater os rumos econômicos do País e Morando, como vice-presidente da Apas, esteve presente. Depois da agenda, Temer, Meirelles e ministros almoçaram com alguns convidados – entre eles o tucano de São Bernardo.

“Relatei sobre as travas da Linha 18-Bronze, obra vital para o Grande ABC. O Meirelles prometeu analisar o caso, pediu para que eu detalhasse os problemas por e-mail e que ele iria ver o que seria possível fazer. Falei para eles que a Linha 18-Bronze vai ao encontro do planejamento do novo governo, de retomada de crescimento por meio de investimentos”, afirmou Morando.

Em reunião da Cofiex do dia 15/12/2015, o Governo do Estado de São Paulo foi impedido de contratação de empréstimo internacional US$ 182,7 milhões (R$ 637 milhões) sob a justificativa de falta de comprovação de capacidade financeira de pagamento. Essa verba seria utilizada para desapropriações. A gestão estadual apontou que, sem o dinheiro para as desapropriações, é impossível iniciar as intervenções.

A Linha 18-Bronze, com 15,7 km de extensão e previsão é transportar 314 mil passageiros por dia, tem custo estimado R$ 4,26 bilhões no total, sendo R$ 1,92 bilhão responsabilidade do poder público (repartido entre Estado e União) e R$ 1,92 bilhão da iniciativa privada, além de desapropriações. Passará por Santo André, São Bernardo e São Caetano. Com contrato assinado em 2014, o plano inicial era começar as operações em 2017. Não há mais prazo de entrega.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária

terça-feira, 3 de maio de 2016

Obras de conclusão da Linha 4-Amarela ficarão 54% mais caras

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O trecho restante da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo deve ficar ao menos 54% mais caro que o contrato que deveria ter sido cumprido pelo Consórcio Isolux-Corsán-Corviam.

Em 2011, quando venceu a licitação para a segunda fase da linha, o consórcio receberia um valor de R$ 706,9 milhões.

Em Julho de 2015, houve o rompimento do contrato após descumprimento dos prazos de execuções de obras, segundo o Metrô.

O Consórcio já recebeu R$ 236,9 milhões, 33,7% do total.

Agora, com a nova licitação em andamento, a menor proposta de preço é de R$ 849,9 milhões, apresentada pelo consórcio da Construcap-Copasa-Assignia.

Se esta proposta for aceita, de acordo com reportagem de Fábio Leite, de O Estado de São Paulo, a obra do 2º trecho vai custar R$ 1,08 bilhão. Mas se o consórcio que ofereceu o menor preço não cumprir outras exigências técnicas, pode ser classificada uma proposta com valor mais alto ainda.

As intervenções compreendem a construção das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, o terminal de ônibus na Vila Sônia, o pátio para trens também na Vila Sônia um túnel de dois quilômetros para fazer uma ligação para este pátio.

A linha opera em 8,9 quilômetros entre as Estações da Luz e Fradique Coutinho, esta a única estação da 2ª Fase de obras concluída pelo Consórcio Isolux-Corsán-Corviam. A operação começou em Novembro de 2014.

As obras totais, que deveriam ser concluídas em 2014, agora só devem ser entregues em 2019.

Quando completa, a Linha 4-Amarela do Metrô terá em torno de 14 km de extensão entre a Estação da Luz e a Vila Sônia, com 11 estações e uma demanda diária de 980 mil passageiros .

A Estação Higienópolis-Mackenzie foi paralisada com 60% das obras prontas, e a Oscar Freire, com 40%, segundo o Metrô.

Especialistas contestam justamente isso. O fato de uma obra ficar mais cara que o inicial, sendo que parte dela já foi concluída. O Metrô diz que não há como comparar os valores acertados em 2011 e os atuais de 2016. O Metrô lembrou que a nova licitação inclui readequações dos trabalhos e acréscimos dos serviços. De acordo com o metrô, o orçamento para licitação atual chegou a R$ 1,28 bilhão e que as propostas são inferiores a este valor. O Metrô também lembrou que quando assinou contrato com consórcio Isolux-Corsán-Corviam obteve um desconto de 40,7% já que o valor à época proposto era de R$ 942,9 milhões, o que equivale a R$ 1,16 bilhão e valores atuais corrigidos pela inflação.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem de Marco Staffa

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Metrô abre licitação para construção de via permanente nas obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô publicou no Diário Oficial a abertura da licitação para a contratação da empresa que vai construir a via permanente da 2ª Fase da Linha 4-Amarela.

O serviço será financiado pelo Banco Mundial e compreende a elaboração do projeto, execução da obra, homologação e testes da via que terá a extensão de cerca de dois quilômetros, permitindo chegar até a futura estação Vila Sônia.

A via permanente é a base de concreto instalada ao longo da linha, que recebe os trilhos por onde passam os trens. Na Linha 4-Amarela, serão instaladas sob esta base, o chamado sistema massa mola, que age como amortecedor, diminuindo as vibrações durante a passagem das composições e absorvendo ruídos.

O edital já está disponível para consulta no site do Metrô e a sessão de recebimento das propostas será no dia 02/06/2016. A empresa que ofertar o menor valor para a execução dos serviços, atendendo as exigências técnicas, será contratada.

Retomadas das obras das estações
 
Em Abril de 2016, o Metrô recebeu as propostas dos consórcios interessados em executar as obras civis das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia da Linha 4-Amarela. Ao todo, 10 consórcios apresentaram seus documentos e as respectivas ofertas financeiras. Agora, todas as propostas passam pela análise da comissão de licitação do Metrô e a expectativa é a de conhecer o vencedor e publicar a decisão no Diário Oficial ainda neste primeiro semestre.

As obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela começaram em 2012 e os contratos foram assinados no fim de 2011 com o consórcio Corsán-Corviam. Em Julho de 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o acordo, pelo não cumprimento por parte da construtora.

Quando completa, a Linha 4-Amarela vai operar de Luz à Vila Sônia, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente, a linha opera com 9 km e 7 estações, de Luz a Butantã.
 
Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

Empresa Mendes Júnior será encarrega de construir pátio de manobra das composições da Linha 17-Ouro

monotrilho-sergio-mazzi-l17-ouro-2016
Obras da Linha 17-Ouro do Monotrilho paralisadas
De acordo com notícia divulgada pelo jornal Valor Econômico, a construtora Mendes Junior deve tocar as obras do Pátio de manobras da Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo. Ela foi a segunda colocada na licitação, perdendo para o consórcio Andrade Gutierrez e CR Almeida que rescindiu contrato. Falta uma certidão negativa de débito prometida para hoje. A ideia é assinar o contrato ainda em abril e retomar o canteiro de obras em Maio de 2016.

A parte de obras civis dele, como pilares e vigas, está a cargo das empreiteiras Andrade Gutierrez e CR Almeida e será reformulada. De acordo com o secretário dos transportes metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, após a Justiça ter negado pedido de reequilíbrio feito pela Andrade Gutierrez, a empresa propôs ao governo terminar sua parte, mas com um escopo menor que o original. Irá implementar as 132 vigas que já tinha produzido, as vigas curvas, e fabricar mais 250 vigas que faltam. Depois teremos de licitar praticamente só a colocação das vigas, disse Pelissioni.

Com isso, ficará pendente agora a Estação Morumbi, que conecta com a Linha 9-Esmeralda e o restante da implantação das vigas. Para estes casos, haverá uma nova licitação.

O consórcio TIDP foi o único que não teve problema até o momento em tocar as obras do Monotrilho. Responsável pela construção das estações Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, fez acordo com o Metrô e realizará também as obras das estações Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan.

Já o grupo brasileiro MPE anunciou que vai sair das obras da linha. O consórcio participa como um dos fornecedores de material rodante, sistemas e sinalização. A empresa da Malásia Scomi, parceira da MPE no projeto, vai assumir toda a encomenda. O monotrilho é um sistema de transporte que circula em vias elevadas com os trens movidos a propulsão elétrica sobre pneus de borracha.

A Scomi diz que houve um acordo entre as partes e que a decisão de assumir toda a encomenda está inserida na estratégia de posicionamento da empresa no mercado brasileiro, onde pretende alçar voos maiores, com o fornecimento de trens da Linha 18-Bronze do Metrô.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Metrô define consórcio que deverá seguir com as obras da Linha 17-Ouro

O Metrô aprovou a contratação do consórcio TIDP formado pelas empresas Tiisa e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, para a construção das Estações Campo Belo (integrada com a Linha 5-Lilás do Metrô), Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, do Monotrilho da Linha 17-Ouro. O Metrô aguarda a apresentação da documentação para assinatura do contrato.

Orçado em cerca de R$ 74 milhões, o contrato contempla as obras civil bruta, de acabamento, comunicação visual, hidráulica e paisagismo das três estações que compõem o Lote 2 da linha. Os trabalhos devem iniciar neste 1º Semestre de 2016.

Quando concluídas, essas três estações deverão receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas / Jd. Aeroporto a Morumbi-CPTM. A previsão é que sejam entregues à população em 17 meses após a assinatura do contrato.

Este mesmo consórcio já está construindo as Estações Vereador José Diniz, Brooklin Paulista, Jardim Aeroporto e Congonhas, todas da mesma linha.

Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vencedor da licitação para obras da Linha 4-Amarela deve sair ainda no 1º Semestre de 2016

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O Metrô recebeu ao todo 10 propostas de empresas interessadas em tocar a conclusão da 2ª Fase na Linha 4-Amarela. A expectativa é que após a análise dos documentos, o vencedor seja conhecido ainda no primeiro semestre.

As obras são de conclusão das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. Sobre prazos, os contratos preveem o seguinte cronograma após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a estação Vila Sônia.

As construções desta fase tiveram início em 2012, mas em 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o contrato com o consórcio Corsán-Corviam.

A Linha 4-Amarela deve operar de maneira completa, da Luz à Vila Sônia, em 2019, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente a ligação metroviária atende a Luz ao Butantã.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Último Segundo