Pesquisa

Mostrando postagens com marcador Cortes de Gastos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cortes de Gastos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Metrô corta investimentos em obras e operação devido a crise econômica

Um levantamento feito pelo jornal “Folha de São Paulo” mostra queda em investimentos na expansão da malha metroviária e na operação. A publicação usou como base informações de execução orçamentária, onde é constatada uma redução nos últimos dois anos.

Na comparação entre o 1º Semestre de 2016 e 2014, o jornal da conta de que a redução em investimentos para manter as quatro linhas foi na ordem de 60%. Já na manutenção e modernização de trens e equipamentos, a retração foi 72% e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.

Em tom elevado de critica, o sindicato dos metroviários afirma que “é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas”.

Já o Metrô contesta os dados apresentados pela Folha de São Paulo. “As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal”, diz o Metrô.

O Metrô também cita feitos como a modernização de composições, onde 80 das 98 já foram entregues, reforma de freios e estações. Diz também que crise econômica impactou na expansão da malha, e que foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas, no que diz respeito a ampliação da malha.

Um outro levantamento do site “Fiquem Sabendo” apontou que a quantidade de panes notáveis no sistema metroviário de São Paulo cresceu 27% no período entre 2011 e 2015.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Com queda de investimentos, Governo sugere que Metrô busque receitas próprias

Estação Tamanduateí (Linha 2-Verde)
Se a crise econômica, que teve início na crise fiscal, afeta o desempenho da Prefeitura de São Paulo para a expansão da malha de corredores de ônibus, o mesmo fator interfere na arrecadação do Governo Estadual e, como consequência, no ritmo de obras de ampliação da malha de Metrô e para os três Monotrilhos.

Na LDO referente a 2017, enviada pela gestão de Geraldo Alckmin para a Assembleia Legislativa, o Governo do Estado de São Paulo prevê uma queda de arrecadação na ordem de R$ 16,5 bilhões.

A receita para 2017 será de R$ 193,5 bilhões. Para este ano, já com a correção da inflação, a receita prevista é de R$ 210 bilhões.

As previsões de despesas, como consequência, também tiveram queda.

Mantendo o ritmo de investimento para este ano, a gestão Alckmin deve aplicar R$ 205,6 bilhões. Já para 2017, a previsão é de R$ 191,7 bilhões.

Poderes relacionados ou indiretos à administração, mas que dependem de verbas estaduais, terão autonomia para cortar gastos por conta própria. Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Defensoria do Estado e Ministério Público do Estado de São Paulo podem publicar atos estabelecendo o total de verbas a serem contingenciadas caso haja necessidade ao longo de 2017.

Outra novidade no documento é que empresas e autarquias com participação do Estado, como o Metrô e a Sabesp, deverão buscar receitas próprias e outras alternativas para expansão das atividades. Esta previsão não constava nas últimas edições da LDO.

Assim, por exemplo, o metrô deverá buscar mais alternativas de receita.

Na proposta, o Governo do Estado colocou estimativas de avanço de obras e modernizações em diversas áreas.  Para transporte e mobilidade as principais previsões são:

– Linha 4-Amarela : avanço de 25% nas obras
– Linha 17-Ouro:  avanço de 20% nas obras linha
– Linha 15-Prata: avanço de 14% nas obras
– Linha 18-Bronze: sem previsão
– Construção da Rodovia do Contorno da Tamoios Litoral Norte: avanço de 30% nas obras
– Trecho Norte do Rodoanel: avanço de 27,5% nas obras
– Modernização de barcos de travessias litorâneas: 10% de renovação de frota 

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus
Imagem: Galeria da Arquitetura

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Em crise, Governo irá remanejar investimentos em obras do Metrô

Obras na Futura Estação Santa Cruz (Linha 5-Lilás)
O Governo do Estado de São Paulo diz sentir os efeitos da crise econômica no país principalmente em relação à queda de arrecadação.

Segundo o Secretário Estadual da Fazenda, Renato Villela, em entrevista ao Jornal Valor Econômico, a estimativa por causa do desaquecimento econômico, é de continuidade da redução de arrecadação do ICMS, tributo estadual.

Em 2015, houve um contingenciamento de R$ 6,6 bilhões, diante de uma queda de 5,7% na arrecadação.

Para 2016, devem ser poupados R$ 6,8 bilhões de recursos, dentre os quais, R$ 2 bilhões em investimentos, incluindo transportes.

Uma das alternativas, de acordo com o secretário, é remanejar recursos de empréstimos na ordem de R$ 2 bilhões já autorizados e contratados, mas não desembolsados. O secretário explica, por exemplo, que parte do dinheiro que seria destinado para o prolongamento até Guarulhos da Linha 2-Verde do Metrô, que teve as obras congeladas, pode ir para outras intervenções na área.

“Estamos focalizando os recursos desses empréstimos para outras obras. Para isso há todo um processo, é preciso ter o acordo dos órgãos financiadores, do Tesouro Nacional…

A Linha 2-Verde do Metrô poderá ter recursos direcionados para as Linhas 5-Lilás e 6-Laranja (do Metrô).”

O Secretário disse que já há concordância do Tesouro Nacional e de instituições financeiras sobre algumas transferências.

O Governo do Estado de São Paulo deve levar propostas de renegociação das dívidas dos Estados com a União para a reunião de governadores de todo o país, que deve ocorrer neste mês de fevereiro.

Dentro desta proposta, estão mudanças de indexadores das dívidas e também o prolongamento para que os débitos com o Governo Federal sejam quitados.

Fonte da Notícia: Blog Ponto de Ônibus 
Imagem de RMeier