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terça-feira, 19 de julho de 2016

Saiba como solicitar o Bilhete Único do Desemprego para o Metrô

O Metrô de São Paulo oferece um bilhete especial para os desempregados. O trabalhador demitido sem justa causa, há no mínimo um mês e no máximo seis meses, consegue o benefício para andar três meses de graça nesses meios de transporte.

Para o bilhete do Metrô, o usuário tem que ir na Estação Marechal Deodoro. Os documentos necessários são: carteira de identidade, carteira de trabalho e rescisão do contrato.

A taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo chega a 17%. São quase um milhão e 900.000 pessoas sem emprego. O Metrô já emitiu, até agora, 54% de todo o volume de bilhetes de 2015.

Serviço
 
Estação Marechal Deodoro, de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 16h, exceto feriados e pontes de feriados.
Documentação necessária: Carteira de Identidade; Carteira de Trabalho, com baixa do último emprego; Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, sem justa causa.

Fonte da Notícia: G1-SP

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Metroviários tem aumento acima da inflação em 9 dos últimos 10 anos

Sem metrô, passageiros esperam ônibus no terminal Parque Dom Pedro 2º, em São Paulo
Greve do Metrô em 2006
Os metroviários de São Paulo, que ameaçaram promover uma nova Greve semana passada, obtiveram reajuste acima da inflação em nove dos últimos dez anos. O ano de 2010 foi a única exceção, quando os trabalhadores do Metrô conseguiram somente a reposição do índice inflacionário. É o que mostra levantamento feito pela Folha durante mais uma negociação salarial entre a empresa e representantes da categoria, que terão nova audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho na tarde de 31/05/2016.

A primeira tentativa de acordo perante a Justiça, na semana passada, não foi bem-sucedida. O Metrô ofereceu 7,5% de reajuste nos salários, abaixo da inflação do período, enquanto os trabalhadores pediam 10,82% de recomposição, acrescido de 6,59% de aumento real. O piso salarial da categoria é de R$ 1.891,25. Dia 30/05/2016, o Metrô elevou sua proposta e ofereceu o reajuste da inflação segundo o IPC-Fipe, de 10,03%, parcelado em duas vezes, extensivo a todos os benefícios. "Com isso, a empresa espera chegar a um acordo com o Sindicato dos Metroviários que evite prejuízos aos milhões de usuários do sistema e à população de São Paulo", diz a empresa.


Representantes dos trabalhadores, contudo, já indicaram que a proposta não é suficiente. Caso o impasse continue, a paralisação de 24 horas começa a 0h de quarta. Nos últimos dez anos, os funcionários do Metrô promoveram cinco greves que levaram a cidade a suspender o rodízio de veículos: em agosto de 2006, em Junho e Agosto de 2007, em Maio de 2012 e em Junho de 2014 –uma semana antes da abertura da Copa do Mundo em São Paulo.


Em todas essas paralisações, os metroviários conseguiram obter mais do que a reposição da inflação medida pelo IPC/Fipe. Em nota, o Metrô diz que "sempre empenhou todos os esforços para atender da melhor maneira possível aos pleitos de seus funcionários". A empresa afirma que, neste ano, "continua buscando a melhor alternativa econômica que, ao mesmo tempo, atenda aos trabalhadores e seja suportada pela companhia para não comprometer seu equilíbrio financeiro".

Fonte da Notícia e Imagem: Folha de São Paulo

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Metroviários tem aumento acima da inflação em 9 dos últimos 10 anos

Os metroviários de São Paulo, que ameaçaram promover uma nova greve ontem (1/06/2016) , obtiveram reajuste acima da inflação em nove dos últimos dez anos. O ano de 2010 foi a única exceção, quando os trabalhadores do Metrô conseguiram somente a reposição do índice inflacionário.


Nos últimos dez anos, os funcionários do Metrô promoveram cinco greves que levaram a cidade a suspender o rodízio de veículos: em Agosto de 2006, em Junho e Agosto de 2007, em Maio de 2012 e em Junho de 2014 –uma semana antes da abertura da Copa em São Paulo.

Em todas essas paralisações, os metroviários conseguiram obter mais do que a reposição da inflação medida pelo IPC/Fipe. Em nota, o Metrô diz que "sempre empenhou todos os esforços para atender da melhor maneira possível aos pleitos de seus funcionários".

A empresa afirma que, neste ano, "continua buscando a melhor alternativa econômica que, ao mesmo tempo, atenda aos trabalhadores e seja suportada pela companhia para não comprometer seu equilíbrio financeiro".

A situação econômica do Metrô tem se deteriorado recentemente. No ano passado, a gestão Geraldo Alckmin deu um calote de R$ 66 milhões na empresa, um dinheiro que seria usado para cobrir os custos da política de gratuidades no transporte. Haverá novo corte nos repasses neste ano.

Outro calote do governo paulista ao Metrô, este de R$ 333 milhões, ocorreu para pagar obrigações contratuais com a operadora privada da Linha 4-Amarela. Sem essas verbas, a companhia é forçada a cortar custos e abrir mão de investimentos e de melhorias no serviço que presta à população e no quadro de funcionários.

Alex Fernandes, secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, diz que o salário não é o eixo principal das reivindicações: "O mais importante para nós é ter melhores condições de trabalho, mais contratações de funcionários e não haver aumento do preço da tarifa".

Fernandes também questiona o levantamento da Folha de São Paulo: "É preciso considerar que nossa reivindicação é sempre segundo o índice feito pelo Dieese, não pela Fipe. Nessa conta, nós nunca conseguimos ter o reajuste que pleiteamos".

O secretário-geral do sindicato diz ainda que a categoria estaria disposta a trabalhar no dia proposto para a greve, desde que o Metrô aceite manter catracas abertas para a população. O Metrô tem cerca de 9.500 funcionários, sendo que dois terços deles estão diretamente envolvidos na operação dos trens e estações.

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo
Créditos da Imagem Reservados ao Autor