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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela são retomadas após mais de um ano paralisadas.

O Governador Geraldo Alckmin anunciou que foram retomadas no dia 12/09/2016, as obras das quatro estações da Linha 4-Amarela do Metrô. Paralisadas desde Julho de 2015, após o contrato com o consórcio responsável ser rescindido, a primeira estação a ser entregue será a Higienópolis-Mackenzie, em um ano. As estações foram prometidas inicialmente para 2014.
"A obra já está novamente contratada. Já deveria estar pronta, lamentavelmente, o consórcio abandonou a obra. Tomamos todas as providencias, porque não há ninguém mais interessados que nós [o governo do Estado] pra entregar as obras. Infelizmente, a empresa quebrou e tivemos que abrir nova licitação", disse o governador.
O contrato para as obras também ficou R$152 milhões mais caro do que o anterior. As obras da segunda fase da linha - que ligará a Luz, no centro, à Vila Sônia, zona oeste da capital - foram iniciadas em 2012, mas o Metrô reiscindiu o contrato em Julho de 2015 pelo não cumprimento do acordo por parte da construtora.
Até Julho de 2015, quando os dois contratos com a empresa Isolux Corsán foram rescindidos por atrasos na execução, o custo seria de R$ 706,9 milhões. Durante a vigência do negócio, o Metrô pagou à empresa R$ 236,9 milhões, 33,7% do total. Das estações previstas, só a Fradique Coutinho foi entregue e entrou em operação em Novembro de 2014.
O Metrô relicitou a obra, dessa vez por R$ 858, 7 milhões. De acordo com Clodoaldo Pelissioni, secretário de transportes metropolitanos, o novo contrato ficou mais caro porque o novo projeto é mais completo que o anterior. "[Agora] a obra saiu com o projeto executivo definitivo. O projeto ficou mais completo, vamos ter menos projeções de aditivos ou modificações. Por isso, saiu um pouco mais cara, mas temos uma convicção maior do cumprimento dos prazos", disse o secretário.
Ainda segundo Pelissioni, o consórcio que abandonou a obra foi multado em R$ 23 milhões e está proibida de participar de licitações de obras do Estado em 2 anos. O pagamento da multa ainda está em disputa judicial, mas, segundo o secretário, assim que for pago, o valor será usado para investimento em outras obras.
Além da entrega da Estação Higienópolis-Mackenzie em 12 meses, o governador informou que o cronograma das obras também prevê a conclusão da Estação Oscar Freire em 15 meses; a Estação São Paulo-Morumbi, em 18 meses; e a Estação Terminal Vila Sônia o terminal de ônibus integrado, em 36 meses.
"Essa daqui [Higienópolis-Mackenzie] é a mais adiantada, está mais de 60% concluída. O túnel sob a Rua da Consolação já está pronto e haverá dois acessos à estação, um pela Consolação e outro na Rua Rio Preto", disse Alckmin.
Fonte da notícia: Revista Ferroviária.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Linha 6-Laranja do Metrô será inaugurada em 2021

A Linha 6-Laranja que fará a ligação entre a Vila Brasilândia e a Estação São Joaquim, na Linha 1-Azul só vai ficar pronta em 2021, ou seja, um ano a mais em relação a última promessa, que foi 2020.

A informação foi confirmada pelo Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e pelo Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.

O secretário atribuiu esse atraso na Linha 6-Laranja do Metrô à falta de repasse do Governo Federal.

“Nós tivemos por conta de um ano de atraso no recebimento do financiamento federal, da Caixa Econômica Federal, um pequeno atraso no pagamento das desapropriações” – disse em coletiva.

O Consórcio Move, responsável pela construção, quer entregar a linha até 2020, mas o cronograma oficial agora prevê a conclusão para 2021.

A linha deve custar R$ 9,7 bilhões, divididos entre o poder público e a iniciativa privada. Quando estiver pronta, a Linha 6-Laranja deve beneficiar 600 mil passageiros por dia.

São 15 estações em 15,9 quilômetros de extensão: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba-Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim.

A previsão é de que 29 trens circulem neste trajeto. Haverá integração com a CPTM e a Linha 4-Amarela do Metrô.

Fonte da Notícia: Diário do Transporte

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela são retomadas

O Governo de São Paulo retomou nesta sexta, 12/08/2016, as obras de conclusão da 2ª Fase da Linha 4-Amarela do Metrô.

As construções concentram-se nas Estações Higienópolis-Mackenzie, que será entregue em um ano, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi, e por fim Vila Sônia, está última com previsão de abertura em 2019.

“A obra já está novamente contratada. Já deveria estar pronta, lamentavelmente, o consórcio abandonou a obra. Tomamos todas as providencias, porque não há ninguém mais interessados que nós [o Governo do Estado] pra entregar as obras. Infelizmente, a empresa quebrou e tivemos que abrir nova licitação”, disse o governador Geraldo Alckmin.

As empresas, no entanto,  dizem que o Metrô atrasou projetos, dificultando o prosseguimento das obras.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela serão retomadas em Agosto de 2016 e Linha 5-Lilás será entregue em 2017

Em entrevista a Rádio Globo, o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que as obras da Linha 4-Amarela, do Metrô serão retomadas em Agosto de 2016. A Estação Higienópolis-Mackenzie deve ser entregue em 9 meses, Oscar Freire em 12 meses e São Paulo-Morumbi em 18 meses. Já a Vila Sônia demorará 2 anos e meio. Todas as 4 estações terão obras retomadas ao mesmo tempo.

Com relação a Linha 5-Lilás, do Metrô, o Governador prometeu entregar 10 estações em 2017. A exceção fica para Estação Campo Belo, que ficará para 2018.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Obras da Linha 6-Laranja atrasam e serão finalizadas somente em 2021

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a Linha-6 Laranja do Metrô da capital vai ficar pronta com um ano de atraso.

A entrega de todas as 15 estações da linha, que vai ligar a Vila Brasilândia à Estação São Joaquim estava prevista para entrega simultânea em 2020. É a segunda vez que a entrega da obra é adiada. Na época da assinatura do contrato, a estimativa era que os trens operassem em 2018.

"Será entregue o mais rápido possível (a linha). Agora, nós começamos (a obra) praticamente no ano passado. Geralmente são seis anos de obra, se começou em 2015 (será entregue em) 2021. Se nós pudermos, vamos antecipar", disse o governador, durante evento para o início das obras de escavação da Estação João Paulo I, na Freguesia do Ó.

Ainda segundo Alckmin, três estações já tiveram as obras iniciadas: João Paulo I, Santa Marina e Freguesia do Ó, o que representa 9% de toda a obra prevista para a linha. O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que o prazo de entrega da linha foi adiado por um atraso no financiamento do governo federal.

"Por conta de um ano de atraso no recebimento do financiamento federal, da Caixa Econômica Federal, tivemos um pequeno atraso no pagamento das desapropriações", afirmou.

Ainda segundo Pelissioni, a concessionária Move São Paulo, responsável pelas obras, tem interesse em entregar a linha ainda em 2020, mas o cronograma oficial da operação é para o início de 2021.

Queda de passageiros
 
Alckmin também afirmou que a queda de passageiros e, consequentemente da receita tarifária do Metrô, não traz impactos para a construção de novas linhas e estações.

O jornal O Estado de S. Paulo mostrou que a média diária de pessoas transportadas nas seis linhas caiu de 4,46 milhões, entre Janeiro e Maio de 2015, para 4,37 milhões no mesmo período de 2016 - o que deve resultar em queda de até R$ 60 milhões na receita tarifária de 2016.

"Essa obra aqui (da Linha 6-Laranja) é feita pelo poder privado e o governo pagará a contraprestação a partir do momento que esteja em operação. As demais obras do metro estão cobertas com financiamento, inclusive a maioria com financiamento externo. Houve uma queda de usuário. A crise é tão grave, que as pessoas pararam até andar de Metrô, mas nenhum outro órgão federado investe tanto no Metrô como São Paulo", disse Alckmin.

Linha 6-Laranja
 
A Linha 6-Laranja também contará com as Estações Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba, Sesc Pompeia, Perdizes, PUC/Cardoso de Almeida, Angélica/Pacaembu, 14 Bis e Bela Vista. Além dessas, haverá quatro pontos de conexão com outros ramais: a Estação Água Branca (Linha 7-Rubi e Linha 8-Diamante, da CPTM), a Higienópolis/Mackenzie (Linha 4-Amarela do Metrô) e São Joaquim (Linha 1-Azul do Metrô).

Fonte da Notícia: Revista Época

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Linha 6-Laranja será inaugurada com um ano de atraso por causa do Governo Federal

Prometida para ser entregue em 2020, a Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo ficará pronta com um ano de atraso.
"Ela [linha] será entregue o mais rápido possível. Agora, nós começamos praticamente no ano passado. Geralmente são seis anos de obra. Se começou em 2015 [será entregue em] 2021", afirmou o Governador Geraldo Alckmin durante início das obras da Estação João Paulo I.
O Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, responsabilizou o Governo Federal pelo atraso.
"Nós tivemos por conta de um ano de atraso no recebimento do financiamento federal, da Caixa Econômica Federal, um pequeno atraso no pagamento das desapropriações", afirmou. Ele ressaltou que a concessionária Move tem interesse em entregar ainda em 2020, mas a data oficial de entrega e operação da linha ficou para o início de 2021.
A linha vai ligar o bairro da Brasilândia, na Zona Norte, até a Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul, no Centro de São Paulo. Mais de 600 mil passageiros devem circular pela linha diariamente. A obra da linha teve início em Abril de 2015.
Polêmica
 
Em 2011, o projeto da Linha foi alvo de polêmica após alguns moradores de Higienópolis se posicionarem contra a localização da Estação Angélica. Uma das moradoras chegou a dizer que a estação traria "gente diferenciada" para o bairro

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Trajeto
 
O trajeto terá 15,9 km incluindo pátios e 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba - Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica - Pacaembu, Higienópolis - Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim. O governo projeta que 29 trens irão atuar ao longo do percurso. Ela fará conexão com outras linhas da CPTM e do Metrô, com a Linha 4-Amarela.
O percurso entre Brasilândia e São Joaquim, que hoje é feito em 90 minutos, passará a ser feito em 23 minutos.
O investimento previsto para a linha é de R$ 9,69 bilhões - metade disso sairá dos cofres do estado e a outra metade pelo consórcio que venceu a licitação.
Fonte da Notícia: G1-SP

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Projeto da Futura Estação Morumbi (Linha 17-Ouro) é alterado

Depois da retomada das obras das Estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, da Linha 17-Ouro, o foco fica para o Pátio Água Espraiada e a Estação Morumbi que ainda estão com as construções paradas.

O contrato para a retomada do pátio foi assinado em Junho de 2016 com a volta das obras para Julho de 2016. O governador disse que o contrato de sistema para a linha está a espera de uma decisão judicial para ser retomada.

Com relação a Estação Morumbi, que se conectará com a Linha 9-Esmeralda, da CPTM, o diretor de operações do Metrô, Mario Fioratti, disse que uma nova licitação deve ser feita em breve pois o projeto original foi reformulado. “O projeto original não previa acesso direto de rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM. Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído”, afirma o diretor.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Metrô assina contrato para conclusão de obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô de São Paulo assinou contrato com o consórcio TC-Linha, formado pelas empresas Tiisa S/A, Comsa S/A no prazo de 47 meses para finalizar as obras na Linha 4-Amarela, paradas desde 2015.

As construções devem finalizar as Estações Higinopolis-Mackenzie, a próxima a ser inaugura, Oscar Freire na sequencia, São Paulo-Morumbi, e por fim Vila Sônia, prevista para ser entregue em 2019, ou seja, 15 anos após o início das obras da linha, que focaram na primeira fase. Em Vila Sônia deve ser erguido também um terminal de ônibus para atender linhas municipais e metropolitanas.

A estação mais adiantada é a Higienópolis Mackenzie, com cerca de 60% dos trabalhos feitos, e que futuramente fará conexão com a Linha 6-Laranja, em meados de 2020. Já a parada Oscar Freire tem 40% dos trabalhos feitos. Uma nova conexão também é prevista em São Paulo-Morumbi, com a Linha 17-Ouro, no entanto as obras de extensão do monotrilho ainda não foram licitadas.

Com a conclusão, são previstos mais usuários para a Linha 4-Amarela, onde a demanda diária atual de 700 mil deve saltar para 981 mil passageiros.

O Governo de São Paulo ainda tem planos de uma 3ª Fase, rumo a Taboão da Serra, com duas estações novas, uma na divisa entre os municípios e outra no Jardim Jussara.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

terça-feira, 19 de julho de 2016

Entrega da Linha 6-Laranja é prorrogada para 2021


A entrega das obras da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo, que ligará a Brasilândia à Liberdade, deve atrasar em um ano, informou o Governador Geraldo Alckmin. A construção foi iniciada no ano passado, com prazo protelado de 2020 para 2021. 

"Por conta um ano de atraso no recebimento do financiamento da Caixa Econômica Federal, tivemos um pequeno atraso no pagamento das desapropriações", explicou Clodoaldo Pelissioni, Secretário de Transportes Metropolitanos. Segundo ele, a entrega poderá ser antecipada caso as obras sigam um ritmo rápido. 

"O consórcio é o maior interessado [na entrega rápida], porque ele começa a receber a contraprestação do Estado depois que o trem estiver operando", disse o governador, que participou hoje do início das obras na Estação João Paulo I, da Linha 6-Larnaja, por onde passarão 31 mil passageiros por dia. 

A estação terá área de 16,9 mil metros quadrados, com profundidade de 44 metros. Toda a linha é PPP, com 15,3 km subterrâneos, 15 estações e quatro pontos de conexão com outras linhas do Metrô e da CPTM. Em um dos trechos, o Metrô passará por baixo do Rio Tietê. Segundo Alckmin, 9% da obra estão concluídas. 

Fonte da Notícia: Portal Terra

Futura Estação Jardim Planalto (Linha 15-Prata) começa a ganhar forma

Das sete estações em obras da Linha 15-Prata, a Estação Jardim Planalto é a mais adiantada. No começo de Julho de 2016 o fotografo Sergio Mazzi registrou imagens das construções. Segundo informações de bastidores, o lançamento das vigas-guias da plataforma devem ser içadas em breve, e novas máquinas estão previstas para chegarem até o final deste mês para acelerar a obra.

A 2ª Fase do Monotrilho da Linha 15-Prata está previsto para ser entregue em 2018. O Governo do Estado anunciou recentemente que deve conceder à operação da linha para a iniciativa privada. A medida deve fazer com que o estado arrecade dinheiro para o término de outras linhas e evite contratação de mais funcionários do Metrô.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Inauguração da Linha 6-Laranja é adiada

O Governo de São Paulo postergou o prazo de entrega das obras da Linha 6-Laranja para 2021. O Governador Geraldo Alckmin confirmou a nova previsão, durante cerimônia de início de escavação da Futura Estação João Paulo I, no bairro da Freguesia do Ó.

A previsão inicial era que o trecho entre a Brasilândia e a Santa Marina, na conexão com os trens da CPTM, estaria pronto em 2018. Depois o prazo foi adiado para 2020, e agora um ano após esta última data. Das 15 paradas da Linha 6-Laranja, três tiveram as construções iniciadas: João Paulo I, Santa Marina e Freguesia do Ó.

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, atribui os atrasos a lentidão de repasses de verbas do Governo Federal, o que afetou o processo de desapropriações de imóveis necessários às construções.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Após retomar obras da Linha 17-Ouro, Metrô muda projeto da Futura Estação Morumbi


O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.

As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em Janeiro de 2016 após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas anteontem, segundo informou o Governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse ontem, referindo-se a um lote de obras que prevê três estações: Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan. A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em Julho de 2016", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo Governo - para nós, estava tudo ordem -, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o País está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso
A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi da CPTM", explicou Fioratti.

"Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô. Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da Linha 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras
A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 km de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda da CPTM. O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em Dezembro de 2015. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal do Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5- Lilás.

Fonte da Notícia: Revista Época

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Obras na Futura Estação Vila Cordeiro (Linha 17-Ouro) alteram tráfego na Av. Roberto Marinho entre 15 e 17/07/2016

O Metrô informa que, para dar continuidade às obras de implantação da Futura Estação Vila Cordeiro, da Linha 17-Ouro, solicitou à CET a interdição do trecho da Avenida Roberto Marinho entre as ruas Nova York e Ribeiro do Vale, no sentido Jabaquara-Marginal Pinheiros, a partir das 22h de hoje, dia 15/07/2016. Os veículos voltarão a circular normalmente no local às 5h de amanhã, dia 16/07/2016.
 
Ainda no sábado, os serviços serão retomados a partir das 20h com nova interdição na Avenida Roberto Marinho, desta vez sendo feita no trecho entre as Ruas Miguel Sutil e Paschoal Pais, no sentido Marginal Pinheiros-Jabaquara. A normalização plena do viário está prevista para às 12h do domingo, dia 17/07/2016.
 
As orientações para o motorista sobre as mudanças no tráfego de veículos ficarão a cargo da CET.
 
Fonte da Notícia: Metrô

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Linha 6-Laranja terá estação mais profunda do Metrô de São Paulo e de toda América Latina

A Estação Higienópolis-Mackenzie, da Linha 6-Laranja, será a mais profunda da cidade. De acordo com a concessionária Move São Paulo, responsável pela obra, o terminal terá 69 metros de profundidade e ficará abaixo da Linha 4-Amarela, que terá conexão na mesma parada. Ainda de acordo com a empresa, este poço é o maior já construído para transporte não só na capital, mas em toda a América Latina.

Na mesma linha, outras estações também contarão com uma profundidade maior do que a média. A parada Itaberaba, na Freguesia do Ó, ficará a 68 metros abaixo do nível das ruas. Na parada PUC, em Perdizes, o trem passará a 61 de profundidade. Para efeito de comparação, a Estação Pinheiros, da Linha 4-Amarela, exibe 30 metros de profundidade, quase metade da medida da Higienópolis-Mackenzie.

Fonte da Notícia: Veja São Paulo

terça-feira, 12 de julho de 2016

Obras da Linha 17-Ouro são retomadas e Estação Morumbi tem projeto alterado

O Metrô terá de redesenhar a Futura Estação Morumbi do Monotrilho, da Linha 17-Ouro, ramal cujas obras foram retomadas nesta semana, após cinco meses de paralisação. Assim, a ligação do Aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, prometida pelo Governo Geraldo Alckmin para a Copa do Mundo de 2014, não tem mais data para se concretizar.
As obras da Linha 17-Ouro, suspensas em janeiro após desentendimentos entre o Metrô e as empreiteiras encarregadas da obra, foram retomadas na terça-feira (21), segundo informou o governador. "Já estamos hoje com cem trabalhadores", disse na quarta (22), referindo-se a um lote de obras que prevê três estações --Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan.

A construção da linha é dividida em quatro contratos. Um deles é das vigas, trens e sistemas, assinado com um consórcio liderado pelas Empresas Andrade Gutierrez (obras) e Scomi (trens). Dois dos contratos vão para a construção das estações. O quarto é do Pátio de Manobras Água Espraiada. Apenas o primeiro lote, com as Estações Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, não sofreu paralisações até agora.

"Para o Pátio Água Espraiada há previsão de assinatura de contrato ainda este mês e retomada de obras em julho", afirmou o governador. "Quanto aos sistemas, estamos aguardando só uma decisão judicial para retomar imediatamente. A Linha 17-Ouro teve interrupção não pelo governo --para nós, estava tudo ordem--, mas porque as empresas estão tendo dificuldade frente ao momento econômico que o país está vivendo", justificou Alckmin.

Novo atraso

A Estação Morumbi ficará de fora dessa retomada e passará por nova licitação. Segundo o diretor de Operações do Metrô, Mario Fioratti, os técnicos da companhia constataram que a demanda prevista para aquela estação, que terá conexão com a Linha 9-Esmeralda da CPTM, estava subdimensionada. Sem informar números, explicou que os estudos apontam que a parada receberá mais pessoas do que o primeiro projeto suportaria.

"O projeto original não previa acesso direto da rua para a estação. O usuário teria de entrar pela Estação Morumbi (da CPTM)", explicou Fioratti. "Serão duas estações independentes, interligadas por um mezanino que será construído", continua o diretor. Essa nova estação será objeto de uma licitação exclusiva, que será lançada em breve, segundo o Metrô.

Um problema dessa natureza já aconteceu quando foi feita a conexão entre as Estações Paulista, da Linha 4-Amarela, e Consolação, da 2-Verde. Depois que a ligação entre as paradas foi aberta e a demanda nos túneis de conexão se mostrou maior do que o previsto, a companhia passou a adotar medidas como desligar as esteiras rolantes nos horários de pico, mudar o piso tátil para portadores de deficiência visual e instalar divisórias para organizar o fluxo de passageiros. Ao menos dois tumultos chegaram a ser registrados em 2014, por causa da superlotação no local.

Obras

A Linha 17-Ouro originalmente tinha previsão de alcançar 18 quilômetros de extensão. Ligaria a Estação Jabaquara, da Linha 1-Azul do Metrô, na zona sul, à Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela, na zona oeste - passando, no percurso, por Congonhas e pelas Linhas 5-Lilás (em obras) e 9-Esmeralda da CPTM.

O Estado revisou a promessa, cancelando metade do ramal em dezembro. Agora, o único trecho previsto para sair do papel é entre Congonhas e a Marginal Pinheiros, sem conexão com nenhum outro ramal metroferroviário, ao menos até a conclusão da Linha 5-Lilás.
 
Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo 

Obras da Futura Estação 14 Bis (Linha 6-Laranja) começarão em Julho de 2016

Quem passa pela Praça 14 Bis, na Bela Vista, já viu que há tapumes ao redor da praça para as obras da Futura Estação da Linha 6-Laranja no local. De acordo com publicação da Veja São Paulo, as obras ali começam em Julho de 2016

Outra notícia é que a escola de samba, Vai Vai, que seria desapropriada para as obras da estação não será mais. O objetivo era abrir espaço ao poço de acesso à Estação 14 Bis. Mas a Secretaria dos Transportes Metropolitanos decidiu transferir a estrutura para um posto de gasolina desativado. A previsão é que a praça fique fechada por quatro anos para a construção do Metrô. Após esse prazo, ela será reaberta com novo paisagismo e equipamentos de ginástica.

Quando concluída, a Futura Linha 6-Laranja terá 16 estações, ligando São Joaquim a Vila Brasilândia com conexões nas Linhas 7-Rubi e 8-Diamante, da CPTM, e 1-Azul e 4-Amarela do Metrô.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Obras da Linha 17-Ouro voltam a todo vapor

Foram retomadas no final de Junho de 2016, as obras em três estações do monotrilho da Linha 17-Ouro: Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Campo Belo, está última que fará conexão com extensão da Linha 5-Lilás, entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin.

As construções estavam paradas desde o ano passado, quando o Metrô rompeu com o consórcio responsável pelas obras. Os trabalhos foram assumidos pelo consórcio TIDP, formado pelas empresas Tiisa-Infraestrutura e Investimentos S/A e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, cujo o contrato foi assinado em abril deste ano.

O mesmo consórcio deve ainda assumir as obras do Pátio de Manobras Água Espraiada, em cima do piscinão de mesmo nome. “A terceira colocada do grupo Tiisa manifestou o interesse em assumir a obra. Nós imaginamos em um prazo de 30 dias ter o contrato assinado, para até o final de julho retomar as obras do pátio”, disse o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, ao G1.

A previsão é que as construções das três paradas estejam prontas em 17 meses, ou seja, final de 2017.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Trecho da Rua Otonis é interditado por 70 dias para obras da 2ª Fase da Linha 5-Lilás

Desde o dia 02/07/2016, a Rua dos Otonis, no trecho entre as ruas Pedro de Toledo e Varpa, está totalmente interditado para o trânsito de veículos. A interdição é necessária para possibilitar a conclusão das obras de montagem do prédio das salas técnicas da Futura Estação Hospital São Paulo, da Linha 5-Lilás. Já os pedestres poderão se deslocar normalmente pela calçada no trecho interditado.
 
A interdição está prevista para durar 70 dias. Durante este período, a Rua dos Otonis passará a ser mão dupla do número 885 (esquina com a Rua Varpa) ao número 915 (esquina com a Rua Loefgren). Também haverá proibição de estacionamento de veículos na altura do número 880 da Rua dos Otonis.
A orientação aos motoristas e a adequação da sinalização viária no local durante a interdição ficará a cargo da CET.

Fonte da Notícia: Metrô

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Linha 15-Prata e sua significativa evolução nas obras

Seguem as obras do Monotrilho da Linha 15-Prata da Estação Oratório rumo a São Mateus.

No final de Março de 2016, foram concluídas as obras de desvio do Córrego da Mooca, sob a avenida Luiz Inácio de Anhaia Mello, local onde devem abrigar as Futuras Estações São Lucas, Camilo Haddad e Vila Tolstói.

O fato do córrego foi determinante para os atrasos nas construções. Em entrevista recente à imprensa, um diretor do Metrô explicou que só foi possível constatar o córrego após o início das obras.

A previsão atual é que o Monotrilho da Linha 15-Prata chegue até São Mateus em 2018
 
Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Metrô é eleito o melhor transporte público de São Paulo pelo segundo ano consecutivo

Assim como tantos vizinhos de obras do Metrô, Paulo Menezes, 56, é adepto da "vistoria via janela". Do imóvel onde mora no Campo Belo, na zona sul paulistana, o presidente da empresa de trens costuma dar uma olhada em um dos pontos de obra da 2ª Fase da Linha 5-Lilás. "Sábado, vou fazer feira e dou uma passadinha lá também. E ali andou bem, está quase pronto."

Três estações dessa linha devem ser as próximas a serem abertas na cidade. "Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin", diz Menezes, com uma mapinha da rede em mãos. "Essas estão programadas para entrar em operação em Julho de 2017."

O executivo responde, mesmo antes de ser perguntado, à ansiedade dos moradores, que querem saber quando terão novas linhas à disposição. Isso porque o metrô é considerado pelos paulistanos o melhor serviço de transporte de São Paulo por 54% dos entrevistados das classes A e B.

O favoritismo acentua-se entre moradores da zona norte (63%) e pessoas com mais 41 anos (59%) e ensino superior (60%). Trata-se do segundo ano em que o Metrô aparece no topo.

"A rapidez do sistema ainda é o chamariz para o usuário do transporte público", diz Menezes. "Ele sabe que pegará o metrô aqui e descerá lá no prazo esperado. Aliás, quando isso não acontece, é que vem a reclamação." Mas, é claro, ainda há muito o que melhorar. São Paulo, diz ele, está entre os melhores no intervalo de circulação dos trens, limpeza e custo de energia, mas fica para trás na segurança dentro dos trens e das estações e na venda de bilhetes. Reduzir filas e ter um atendimento melhor também constam das metas.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária