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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Metrô tem prejuízo de R$ 19 mil após vandalismo de domingo (03/04/2016)

Composição H54 (Linha 3-Vermelha) depredada dia 03/04/2016
O Metrô informou em nota, hoje (07/04/2016), que o prejuízo com a briga entre torcedores do Palmeiras e Corinthians na estação Brás é de R$ 19 mil. Foram destruídos vidros, janelas e bancos de um trem, além dos estragos em material de reposição e de limpeza da estação.

O texto ainda informa do “prejuízo social”, pois a circulação dos trens ficou interrompida por mais de 50 minutos. O Metrô diz que deve acionar a Justiça após a identificação dos responsáveis.

Briga de torcidas
 
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, afirmou que 43 torcedores envolvidos na confusão entre as torcidas Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e Gaviões da Fiel, do Corinthians, que resultou em uma morte e feridos no último domingo (03/04/2016), já foram identificados. O secretário, que esteve em  Cerquilho (SP), hoje (07/04/2016), afirmou que os torcedores serão encaminhados para a Federação Paulista para que sejam banidos dos estádios.


“Já identificamos 43 torcedores que se envolveram em ocorrências. Vamos encaminhá-los para a Federação Paulista para serem banidos de frequentar qualquer estádio. Vamos também encaminhar para o Ministério Público e ao Poder Judiciário para medidas penais. Mas não basta somente identificar e punir. Nós vamos identificar aqueles que lideram esses 43. A legislação penal no Brasil é fraca, pois o artigo específico do estatuto do torcedor é brando. Temos uma legislação fraca, mas podemos trabalhar com o que existe”, ressalta.

Briga entre torcidas
 
O encontro das torcidas Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, e Gaviões da Fiel, do Corinthians, terminou em confusão e deixou um morto e feridos na capital paulista e na Grande São Paulo neste domingo (03/04/2016). Os torcedores seguiam para o estádio do Pacaembu, na Zona Oeste da cidade, onde os dois times se enfrentaram.


Em São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo, um homem que passava pela região e não fazia parte de nenhuma torcida, segundo a polícia, morreu e três pessoas foram detidas. Cerca de 50 torcedores dos dois times se encontraram na Estação São Miguel Paulista (Linha 12-Safira da CPTM), na Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, por volta das 10h20.

Durante a confusão, houve um disparo de arma de fogo, que atingiu o pedestre no coração. A vítima não resistiu aos ferimentos. Foram apreendidas barras de ferro e pedaços de madeira. O caso será registrado no 63º DP, da Vila Jacuí.

Fonte da Notícia: G1-SP 
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

domingo, 3 de abril de 2016

Briga de torcedores na Estação Brás termina em vandalismo em Metrô e uma morte

Composição H54 (Linha 3-Vermelha) depredada hoje a tarde
Horas antes do clássico entre Palmeiras e Corinthians no Pacaembu, episódios lamentáveis foram registrados em São Paulo hoje (03/04/2016). Uma pessoa, que não estava envolvida em uma briga, morreu baleada em São Miguel Paulista, confirmou a Polícia Militar.

"A Mancha Verde e a Gaviões entraram em confronto na entrada da estação de trem de São Miguel. Houve disparo de arma de fogo antes da chegada do reforço policial. Um senhor, que não é torcedor, foi alvejado no coração e veio a óbito", disse o o tenente-coronel da Polícia Militar Luiz Gonzaga ao jornal Folha de S. Paulo.

O caso vai ser investigado pela 63ª delegacia, no bairro da Vila Jacuí, na zona leste. Em contato com a reportagem, o órgão confirmou a investigação, mas não adiantou se havia presos ou detalhes sobre a vítima.

Houve também um conflito na estação Brás do metrô paulista, o que causou a paralisação dos trens da Linha 3-Vermelha), segundo a Rádio BandNews. O mesmo veículo ainda noticia uma outra briga que ocorreu em Guarulhos no Jardim Santa Francisca e causou a prisão de 25 pessoas.

Segundo a assessoria do Metrô, não foi possível ainda saber o tamanho do prejuízo.

Já a assessoria de imprensa da Polícia Militar confirmou o conflito na parte interna da estação Brás, que ocasionou a depredação de um trem. Quando a polícia chegou ao local, já não havia mais torcedores. 

O ESPN entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, que informou estar apurando as informações sobre as confusões.

Fonte da Notícia: ESPN
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Metrô funciona com menos trens do que deveria nos horários de pico

Lotação no Metrô de São Paulo


O Metrô funciona como um carrossel: são 40 trens nas Linhas 3 e 1, 22 na Linha 2  e 7 trens na Linha 5. Se algum desses trens sofre uma pane e precisa ser recolhido, existem composições extras: duas para as Linhas 1, 2 e 3 e um trem reserva para a Linha 5. Esse é o cenário ideal nos horários de pico. Mas, na prática, o que ocorre é diferente.
“Há dias em que chega a faltar cinco (trens), ou, mesmo no horário de pico, (a frota) chega a completar os 40 (trens), mas eles vão entrando atrasados porque estavam em manutenção”, explica Paulo Pasim, controlador da Linha 3, Vermelha, desde 1991.

De acordo com ele, os trens reformados da Frota K são hoje os principais responsáveis por interrupções no sistema. Nos dois últimos dias, por exemplo, os trens K01 e K05 tiveram que ser recolhidos depois de apresentar falhas nas portas. Para o metrô, no entanto, essa não é a realidade: das 696 intervenções sofridas pelos trens da frota k em 30 dias, reveladas pela CBN, o diretor de operações, Mario Fioratti, disse que apenas 380 estariam relacionadas a questões operacionais e que o número é compatível com o que se esperava dos trens com dois anos de operação.

“Vamos lembrar que esses trens necessitam de pequenos ajustes”, diz Fioratti.

Os funcionários ouvidos pela reportagem, no entanto, garantem que os trens da frota k passam mais tempo do que os outros na manutenção. Uma comparação entre a quilometragem rodada por três composições de cada frota ao longo de 21 dias mostrou que os da Frota K chegam a percorrer quase 100km por dia a menos do que os trens mais antigos. E não são apenas as falhas técnicas que estão prejudicando a prestação de serviços na linha vermelha. Os trens reformados chegam prontos para rodar em um sistema que ainda não foi implementado pelo metrô, o CBTC, como explicam esses dois funcionários que não quiseram se identificar:

“Eles (os trens) não têm como rodar, então estão sendo feitas adaptações que demoram. O último que veio para essa adaptação demorou mais de seis meses para rodar.”

“São cerca de nove ou dez trens parados. Eles estão adaptando o equipamento antigo nesta frota reformada, o que causa falhas no sistema, como travamento de tela.”

O software, de fabricação da Alstom, custou R$ 780 milhões e ainda está em fase de testes. O promotor Marcelo Milani esteve nos pátios do metrô e encontrou diversos trens parados aguardando a adaptação.

“O cronograma físico da implantação do contrato não está ocorrendo. Isso significa trens parados”, esclarece Milani.

O diretor de operações do Metrô, Mário Fioratti, desmente os funcionários e o promotor.

"Nós não temos trens modernizados que não estão sendo utilizados, a não ser seis trens que estão reservados para a Linha 2-Verde"
 
Hoje, a direção do Metrô vai se reunir com o promotor Marcelo Milani, que recomendou a suspensão dos contratos de modernização dos trens e de implementação do CBTC.

Fonte da Notícia: CBN-SP

DESEJAMOS A TODOS UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2013