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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mais composições modernizadas são canibalizadas pelo Metrô de São Paulo

L35
Composição L35 recém-canibalizada pelo Metrô
O Metrô de São Paulo, administrada pelo Governo Geraldo Alckmin (PSDB), ampliou a retirada de peças de trens para realizar manutenção de outras composições, o que é chamado de “canibalização” pelos metroviários, segundo denúncia do sindicato da categoria. Um mês atrás eram cinco e agora são nove. Os sindicalistas afirmam que há um esquema de maquiagem e transferência contínua entre os pátios da companhia para que não fique visível o desmonte.
 
Os primeiros trens “canibalizados”, conforme publicou a Rede Brasil Atuaç, foram as composições H59, K09, K17, K21 e L43. A essas se somam os trens L28, L30, L35, I10. São modelos de trens novos ou reformados que entraram em operação em 2010 (Frota H) e 2011 (os demais). A Frota K, por exemplo, é formada por 25 trens da frota C que foram modernizados – em um pacote de 98 composições modernizadas ao custo de R$ 1,7 bilhão.

Segundo os trabalhadores, o Metrô está com falta de aproximadamente 3 mil itens no setor de manutenção, dentre os quais, bancos de passageiros e de operadores, lâmpadas, faróis, motores de tração, redutores, vidros de janelas, portas, fechaduras, contrassapatas e até extintores de incêndio. Uma situação que vem ocorrendo há dois anos, segundo o sindicato.

Dos trens que estão sendo desmontados tudo o que pode ser aproveitado em outras composições é retirado: fechaduras de portas, bancos, luminárias, painel de operação, freios. Carcaças, placas de isolamento e fiação ficam expostas no interior dos vagões. Segundo o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior, o corte que Alckmin fez no repasse dos valores referentes às gratuidades no Metrô – aproximadamente R$ 255 milhões em 2014 e 2015 – é o que está afetando a aquisição de equipamentos e, também, o serviço à população.

No ano passado, por conta do contingenciamento de R$ 66,1 milhões da verba prevista para ser repassada ao Metrô como pagamento pelos passageiros com direito à gratuidade, a companhia fechou o ano de 2015 deficitária em R$ 73,9 milhões. Se o valor tivesse sido entregue, o prejuízo seria de R$ 7,8 milhões.

De acordo com os metroviários, os trens ficam parados no Pátio Itaquera (PIT) ou no Pátio Jabaquara (PAT) e são levados para o Estacionamento Pátio Belém (EPB) onde têm as peças retiradas, mas são maquiados para parecer inteiros. As peças são mandadas para a manutenção e os trens devolvidos ao local de onde saíram. Toda a ação ocorre nos finais de semana, sendo exigida a realização de hora extra dos servidores da manutenção.
J47
Composição J47 recém-canibalizada pelo Metrô

Segundo Altino, os trabalhadores do setor de manutenção estão sendo pressionados a liberar os trens para que voltem à circulação, mesmo que não estejam em condições. “A população é a mais prejudicada pela situação atual do serviço. Para que a situação não fique ainda pior existe uma pressão para que os trens sejam liberados, mesmo não estando 100%. Isso faz parte de um projeto do governo Alckmin de precarizar o Metrô para justificar a privatização”, afirmou.

Além desses, outros dez trens que poderiam servir as Linhas 1-Azul e 3-Vermelha estão parados porque o sistema com o qual eles operam (CBTC) é incompatível com o sistema implementado na via (ATO). São as composições L40, L41, I07, I23, J32, J40, J42, J44, J47 e J48. Por fim, a composição I12 está fora de operação desde 2012 devido a uma investigação do Ministério Público Estadual sobre uma colisão decorrida de uma falha no sistema operacional do veículo.

O número total de trens parados supera a chamada reserva técnica do Metrô, relativa a 10% do total de trens em operação, utilizada para substituir trens que eventualmente venham a falhar. O Metrô opera com 165 trens, e poderia ter até 17 trens ativos em reserva. Hoje há 20 composições inoperantes, segundo os metroviários. A estatal mantém as Linhas 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente), 3-Vermelha (Barra Funda-Itaquera) e 5-Lilás (Capão Redondo-Adolfo Pinheiro).

O CBTC está operante na Linha 2-Verde desde Fevereiro de 2016, mas, segundo os metroviários, vem apresentando falhas e ainda não contribui para reduzir o espaço entre as composições, que aumentaria a oferta de trens à população. O sistema foi adquirido há oito anos, por R$ 700 milhões, e deveria ter entrado em operação em todo o sistema até o final de 2014. "Pelo tempo que este sistema está parado podemos considerar um imenso prejuízo para a população, que até hoje não conta com melhor oferta do serviço, conforme prometido", disse Altino.

Em reunião no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, para explicar o que está ocorrendo no Metrô, o diretor de Operações do Metrô, Mário Fioratti Filho, disse tratar-se de uma “opção”, uma “estratégia de manutenção” que é feita em metrôs “no mundo todo”. “Se temos falha de uma peça em um trem, que está na garantia, mando a peça para o fabricante e retiro uma outra de um trem que esteja esperando a vez para realização de testes. Assim, não retiro o trem de circulação. Temos uma fila de trens e utilizamos sempre o último da fila”, completou.

Fonte da Notícia & Imagens: Rede Brasil Atual

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Metrô explica canibalização de composições do Metrô recém-modernizadas

Composição K09 (modernizada) foi canibalizada antes de operar
Funcionários do Metrô se reuniram com membros do Tribunal de Contas do Estado para esclarecimentos sobre trens parados em pátios da companhia. Nos últimos dias foi noticiado pela imprensa que os trens H59, I12, K09, K21 e L43 estariam servindo como uma espécie de almoxarifado de itens de reposição para outras composições em operação. A notícia partiu de funcionários da empresa que não quiseram se identificar.

Mas para o diretor de operações da companhia, Mário Fioratti Filho, o uso de componentes de trens que aguardam manutenção é pratica normal e usual, feita em sistemas de metrôs “no mundo todo”, e que a empresa utiliza das peças de trens parados, para não comprometer a operação de comboios em operação.

“Se temos falha de uma peça em um trem, que está na garantia, mando a peça para o fabricante e retiro uma outra de um trem que esteja esperando a vez para realização de testes. Assim não retiro o trem de circulação. Temos uma fila de trens e utilizamos sempre o último da fila”, completou Fioratti.

O diretor disse ainda que as novas composições vêm apenas com algumas peças sobressalentes, e que outras são repostas pela empresa que fabricou ou modernizou o trem, usando a garantia da composição. Após um tempo de operação, o estoque vai sendo composto, de acordo com a necessidade.

Sendo ou não comum a prática feita pelo Metrô, a notícia vem em tempos de debates acirrados por conta de crise política do país. As falas do diretor de operação foram noticias no site “Rede Brasil Atual“, que atribui de maneira negativa o fato ao Governo de Geraldo Alckmin, do PSDB, e uma possível redução de repasse da administração estadual à companhia. De qualquer forma, a operação não foi defasada já que os trens fazem parte da reserva técnica.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem de Samuel Tuzi

sexta-feira, 11 de março de 2016

TCE quer explicações do Metrô sobre composições novas/reformadas paradas

Frota H do Metrô de São Paulo
Após denuncias de funcionários do Metrô de São Paulo sobre paralisação de pelo menos cinco trens, onde peças das composições foram usadas em outras, em operação, o Tribunal de Contas do Estado solicitou explicações.

Os trens “canibalizados” estão no pátio Itaquera, e são das frotas recém reformadas K e L, além de uma composição nova da Frota H, segundo denúncia dos metroviários relatadas no jornal “Folha de São Paulo”.

A solicitação foi feita pelo Conselheiro Antonio Roque Citadini, segundo despacho do Diário Oficial do Estado. Apesar da paralisação, a operação dos trens não foi afetada por que se trata de uma reserva técnica, segundo a companhia. O Metrô disse ainda em nota ao jornal, que os trens estão em manutenção periódica.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Isto É

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

70% das composições antigas do Metrô já estão modernizadas

Composição modernizada I06 do Metrô
Na ultima semana a Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo ganhou mais um trem modernizado, a composição L44 reformada pela Alstom. Junto com o trem operam outros 21 que foram reformados, além de 23 composições antigas, das frotas A e D.

Já na Linha 3-Vermelha, toda a frota é composta ou por composições revitalizadas, ou por novas, os trens das frotas G e H. Das 98 composições programas para serem repaginadas, 68 trens já passaram pelo processo que representa quase 70% dos trabalhos. Destes, 15 trens aguardam nos pátios do Metrô para a liberação da operação comercial.

Modernização

A reforma foi dividia em 4 lotes, entre eles a antiga Frota C que foi modernizada pela Ttrans: É a frota K. Já a antiga Frota D esta sendo modernizada pela Alstom, que após os trabalhos volta como frota L. Também esta a cargo da Alstom junto com a Siemens a modernização de parte da Frota A, que após os trabalhos retorna como Frota I. Por fim, a outra parte da frota A está sendo modernizada pela Bombardier, retornando como Frota J. Atualmente 7 trens estão nas empresas citadas acima em processo de revitalização.

Principais itens da modernização:

– Substituição do sistema de tração, utilizando tecnologia de inversores e motores de tração, para torná-la mais eficiente e de menor custo de manutenção;

– Substituição do sistema de ventilação por ar refrigerado, aprimoramento no sistema de iluminação do salão e troca dos bancos;

– Instalação de câmeras e equipamentos de detecção de incêndio no salão de passageiros para melhorar as condições de segurança;

– Instalação de rede de dados informatizada, para transmissão e recepção das condições dos equipamentos dos trens e sistema de registrador de eventos (caixa preta) dos equipamentos que desempenham função de segurança;

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de Robinson Ferreira

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Frota K e seus mais variados problemas

Composição K07 do Metrô de São Paulo
Semana passada, vagões de um trem da Frota K se soltaram um do outro e o trem se dividiu em 2. Não foi a primeira vez que um trem da frota causou problemas. Falhas no fechamento das portas, no sistema de ar condicionado e na tração dos trens são os principais problemas da frota K. Operadores do Metrô consideram a frota como "maldita". 

O histórico da frota inclui ainda abertura de portas com trem em movimento, descarrilamento e até mesmo incêndio, o que assusta até operadores experientes. A Frota K roda na Linha 3-Vermelha desde 2011 e é composta por trens da antiga frota Cobrasma (Frota C) reformados pelo consórcio MTTrens, encabeçado pela empresa TTrans, uma das acusadas de formação de cartel na contratação de serviços para reformar os trens e ampliar a malha ferroviária de São Paulo. Em um dos incidentes mais graves, a composição K07 abriu todas as portas, em ambos os lados, na Estação Santa Cecília. 

O mesmo K07 já foi protagonista de um descarrilamento próximo a estação Barra Funda. A composição K01 também é temido pelos operadores. Segundo o sindicato dos Metroviários, ele chegou a pegar fogo em 2011, na Estação Sé. Os usuários foram retirados do trem e a composição foi recolhida. Houve também um incidente onde um trem da frota fechou as portas que atingiram a cabeça de uma usuária. O sinal de fechamento das portas não teria tocado.

“O Metrô quer acobertar essas situações, mas o K-07 é o único trem que opera com um supervisor de maquinista”, diz um funcionário do Metrô paulista que não quis se identificar. “Isso é um absurdo. É como se eles reconhecessem os perigos que o K-07 oferece às pessoas.” 

Fonte da Notícia: Portal Mobilidade SP
Imagem de Diego Siilva (2011)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Vagões do Metrô se descolam na Estação Brás

Passageiros precisaram descer nos trilhos e caminhar até Estação Brás, na Linha 3-Vermelha; de acordo com sindicato, veículo que falhou recebeu o apelido de "trem problema"

Uma falha em um trem da Linha-3 Vermelha do Metrô prejudicou o fluxo em todas as estações da empresa e da CPTM, ontem, em São Paulo.

O Metrô afirma que, por volta das 17h30, o cabo responsável por unir um vagão ao outro de um trem que seguia em direção à estação Corinthians-Itaquera quebrou, impedindo o veículo de se mover.

A falha ocorreu próximo à estação Brás, quando os vagões estavam cheios. Passageiros precisaram descer do veículo e caminhar sobre os trilhos para evacuar o local, já que o trem ficou impossibilitado de seguir adiante. 

Apesar de ninguém ter ficado ferido, a falha gerou um efeito cascata em toda a malha ferroviária da cidade. Estações da linha Vermelha ficaram abarrotadas de pessoas tentando embarcar, já que o Metrô precisou fazer uma manobra entre as estações Brás e Pedro II para todos os trens circularem em via única compartilhada, afetando a velocidade das viagens.

Devido ao fato de o vagão afetado estar localizado bem na parte central trem, foram necessários dois veículos, um de cada lado, para rebocá-lo do local, o que só ocorreu por volta das 19h45, segundo o Metrô.

A situação só começou a se normalizar após esse horário, tornando a volta do paulistano para casa em pleno horário de pico longa e desgastante. As estações da CPTM também acabaram afetadas, já que houve grande fluxo de passageiros do Metrô em direção a elas.

"Trem problema"

O Metrô não confirma qual é a identificação trem que falhou ontem, mas, de acordo com fontes ouvidas pelo iG, foi o K24, conhecido entre os operadores da empresa como o "trem problema".

"O K24 é um trem famoso. Até brincamos com esse apelido de trem-problema, porque as falhas nele não são novidade para nós", afirma Altino dos Prazeres, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. "Os trens são compostos por seis carros, divididos em três blocos. E foi justamente o pedaço de ferro que dividia o bloco do meio que quebrou, desassociando-o do outro vagão. É uma situação grave."

Vice-presidente da Cipa, Alex Santana afirma que, apesar de a ocorrência não ter registrado nenhum ferido, ela poderia ter resultados "catastróficos". "Não foi só um cabo que quebrou, como diz a empresa. O engate é composto por dois ferros acoplados a uma estrutura que tem de aguentar toneladas. O trem ficou, literalmente, em duas partes", afirma ele. "Caso isso acontecesse em uma curva, o carro poderia até ter descarrilado."

De acordo com Santana, não há registro de casos semelhantes na história do Metrô de São Paulo. No entanto, o histórico negativo da Frota K, que transita pela Linha 3-Vermelha, a mais movimentada da capital paulista, é bastante conhecido. Foi nela que, em agosto de 2013, um trem descarrilou. E os casos não pararam por aí, em Setembro de 2014, o sindicato denunciou a ocorrência de quatro incêndios em trens da frota em um curto espaço de 15 dias. Em novembro, a Cipa afirmou que um trem da mesma frota precisou ser rebocado e recolhido devido a trepidações violentas, responsáveis por prejudicar usuários e funcionários. À época, os casos foram negados pelo Metrô.
 
Fonte da Notícia: Portal IG

Vagões do Metrô se soltam na Estação Brás (Linha 3-Vermelha)

Frota K "descolada" na Estação Brás
No fim da tarde ontem, vagões de um trem da Frota K se soltaram um do outro na Estação Brás da Linha 3-Vermelha do Metrô, o que causou diversas dificuldades para os usuários. O problema afetou toda a linha nos 2 sentidos. Usuários relataram que demoraram mais de uma hora para conseguir embarcar. As linhas 1-Azul e 2-Verde operaram com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido ao problema da Linha 3-Vermelha. A orientação do Metrô foi dar preferência a CPTM. Segundo o Metrô, o problema operacional na Linha 3 foi resolvido por volta das 19:57 e a circulação de trens das Linhas 1-Azul e 2-Verde também entraram em processo de normalização por volta das 20:02. A Estação da Luz ficou superlotada, e alguns usuários relataram brigas, empurra-empurra e pessoas querendo roubar as lojas da estação. O Terminal Parque Dom Pedro II também ficou superlotado, pois muitas pessoas recorreram a SPTrans para escapar dos problemas no Metrô.

Fonte da Notícia & Imagem: Mobilidade SP

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Linhas 1-Azul e 3-Vermelha passam a contar com mais 2 composições modernizadas

Frota J do Metrô de SP
Na ultima semana outros 2 trens modernizados iniciaram a operação comercial: a composição J36 na Linha 1-Azul e a K23 na Linha 3-Vermelha. Atualmente 49 trens modernizados operam nas linhas gerenciadas pela companhia do Metrô. Outras 13 composições estão nos pátios da empresa em processo de testes. 

Apenas 3 trens estão em processo de modernização. Outras 33 composições antigas ainda operam nos ramais. Os contratos para reforma de 98 trens foi firmado entre 2008 e 2010, com previsão de entrega até 2014. Existe uma denuncia do Ministério Público que aponta que os trens custaram mais caros do que se o Metrô comprasse composições novas. O Metrô, no entanto, nega que a ação tenha causado prejuízo.

As reformas contemplam alteração da identidade visual e introdução de novas máscaras, adesivos e pintura, substituição do sistema de tração, instalação de ar refrigerado, aprimoramento no sistema de iluminação do salão e troca dos bancos, além de instalação de câmeras e equipamentos de detecção de incêndio no salão de passageiros.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem de Diego Silva

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Passageira é ferida por "porta silenciosa" na Linha 3-Vermelha

Frota K do Metrô de São Paulo
A jornalista Marise Catharine de Souza Oliveira, de 23 anos, disse que teve a cabeça presa pela porta do Metrô ao tentar sair da Estação Penha, na Linha 3-Vermelha, semana passada. Segundo Marise, ao sair, a porta fechou sem o aviso sonoro. “Não deu tempo de sair, a cabeça que saiu primeiro e eu fiquei presa”, relatou.

Procurado pelo G1, o Metrô disse "que não houve registro da ocorrência no sistema". Marise disse que os usuários que estavam dentro do vagão a ajudaram e a puxaram para dentro. Em seguida, a porta abriu novamente, ela saiu e ficou sentada até se sentir melhor.

“Fiquei muito tonta e com ânsia de vomito”. Segundo ela, não havia nenhum funcionário do Metrô no local, e a jornalista decidiu não solicitar ajuda. “Não pedi ajuda de ninguém, nem nada”.

O trem que Marise estava era o K176. Segundo ela, essa frota é alvo de muitas críticas pelos usuários nas redes sociais. Em 2014, o G1 publicou notícias sobre um descarrilamento de um trem da mesma frota.

A jornalista foi ao médico e exames não detectaram fraturas. No entanto, ela terá que usar um colar cervical por cinco dias e retornar após esse tempo para uma reavaliação. Ela disse que na manhã do dia seguinte foi procurada pelo Metrô pelo Twitter após publicar o caso na rede social. Marise disse que não pretende pedir indenização, que "só espera que o Metrô tome providências dessa Frota K pela segurança da população".

Em nota, o Metrô disse que "fez contato com a usuária para levantar as informações necessárias à apuração e solução, já que ela não solicitou a ajuda de empregados na ocasião. Vale lembrar que o Metrô oferece atendimento em primeiros socorros e, em caso de necessidade, realiza o encaminhamento para hospital da rede pública ou de convênio próprio mais próximo da estação."

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Samuel Tuzi

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Frota K do Metrô tem sua reforma/modernização concluída

Composição K24 do Metrô de São Paulo
Metrô recebeu a ultima composição da Frota K semana passada, a K02. O Trem esta no pátio Belém da companhia e deve iniciar o processo de testes para então ser inserido na frota da Linha 3-Vermelha. 

As 25 composições que foram reformadas são dos anos de 1979 a 1986, e foram produzidas originalmente pelo consórcio Francoral/Société MTE/JS/BBC/TCO/Cobrasma, na fábrica desta última localizada no município de Sumaré (hoje Hortolândia).

O consórcio responsável pela reforma foi o MTTrens, que é composto pelas empresas Grupo MPE, Temoinsa e T/Trans. A modernização foi feita na cidade de Três Rios no Rio de Janeiro, onde as composições foram e voltaram pela antiga ferrovia Central do Brasil.

Antiga composição C17 do Metrô de São Paulo
A emblemática frota K é apontada pelo sindicato dos metroviários como problemática, onde panes como descarrilamento, superaquecimento e até abertura de portas em movimento são listadas em ocorrências denunciadas pelos trabalhadores. O Metrô no entanto afirma que a frota passa pelo mesmo rigoroso processo de manutenção em que as outras composições são submetidas.

Problemática ou não, a Frota K é a série que possuí o maior número de trens em operação, e foi o conjunto de composições que teve seus trabalhos de reforma mais rápidos, sendo a única série que foi modernizada no prazo de 2014.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagens de Samuel Tuzi e William Molina

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Trens do Metrô passam a anunciar próxima estações em inglês

Frota K do Metrô de SP: Mesmo com problemas, apresenta novidades
Faltando um pouco mais de uma semana para a Copa do Mundo no Brasil, o Metrô da maior cidade que vai abrigar a abertura da copa do mundo, decidiu incluir mensagens em Inglês. Pelo menos o aviso na língua estrangeira foi ouvido em um trem da Frota K, que opera na Linha 3-Vermelha, ramal metroviário que dará acesso ao estádio de Itaquera. Porem não foi incluído as conexões com a CPTM. Áudio disponibilizado por Ana Paula Aranha:

O Metrô já adaptou parte de sua comunicação visual com o idioma estrangeiro, incluindo os painéis informativos nas estações.

Na apenas pela copa do mundo, mas esta comunicação é essencial para a maior cidade Brasileira. Recentemente a capital paulista foi eleita como preferida de turistas brasileiros e estrangeiros que viajam pelo Brasil, segundo o site colaborativo Trip Advisor. 

Fonte da Notícia: Via Trólebus
Imagem de Diego Silva

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Novamente, Frota K circula com porta de maquinário aberta em São Paulo

Frota K do Metrô de São Paulo
Um passageiro do Metrô de São Paulo filmou a porta de uma composição da Linha 3-Vermelha com a porta do maquinário aberta. O vídeo, publicado no Youtube dia 02.05.2014, mostra o carro K071, que é um dos trens reformados pertencentes à Frota K.

Com todos esses componentes expostos, nada impediria que algum vândalo danificasse tais máquinas, ou pior, ficasse ferido ao tocar em algum componente. Segundo o autor do vídeo, Wellington Lacerda, um funcionário do Metrô tentou fechar a porta e ela não trancou

Fonte da Notícia: Portal Terra
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

quinta-feira, 6 de março de 2014

Operadores do Metrô estão evitando a Frota K do Metrô

Frota K do Metrô de São Paulo
Corriqueiras, falhas no fechamento das portas, no sistema de ar condicionado e na tração dos trens são os principais problemas da Frota K, considerada “maldita” pelos operadores do Metrô de São Paulo. 

O histórico da frota, que inclui ainda abertura de portas com trem em movimento, descarrilamento e até mesmo incêndio, assusta até mesmo experientes operadores.

A Frota K roda na Linha 3-Vermelha desde 2011 e é composta por trens da antiga frota da empresa Cobrasma que estão sendo reformados pelo consórcio MTTrens, encabeçado pela empresa TTrans, uma das acusadas de formação de cartel na contratação de serviços para reformar os trens e ampliar a malha ferroviária de São Paulo. 

Ao todo são 20 trens, em que oito estão parados, dez estão rodando e dois passam por reforma, segundo o Sindicato dos Metroviários. 

O Metrô diz que a frota k é composta por 11 trens, mas não informou se todos estão em circulação ou estão sendo reformados no momento. Também não informou quanto custou a reforma dos trens da frota K.

“O pessoal [operadores] trabalha com bastante receio porque a frota K tem muita falha. Mas as que metem mais medo é de abrir a porta do lado oposto porque coloca em risco a vida do usuário. Eu tive sorte porque ainda só tive falhas corriqueiras, mas não tem nenhum operador que não tenha passado pela frota K sem que não tenham nenhum problema para contar”, diz um operador, que trabalha na Linha 3 há quatro anos e meio.

De acordo com Altino Melo Prazeres Junior, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, o emperramento de uma única porta em um trem causa problema para os usuários de todo o sistema.

“O Metrô funciona em sistema de carrossel. As portas emperram abertas ou fechadas. Cada trem têm seis carros e 48 portas, mas basta o problema em uma porta em um trem para parar o sistema inteiro.”

Limpeza

Em um dos incidentes mais graves, em outubro do ano passado, o o trem K07 abriu todas as portas, em ambos os lados, na Estação Santa Cecília. Após a falha, a equipe de manutenção do Metrô concluiu que "baixa isolação na fiação de comando de portas devido à infiltração de água na caixa de passagem dos cabos" causou o problema e recomentou que a limpeza dos trens fosse feita apenas com pano úmido para evitar que a água atingisse os circuitos que controlam as portas, de acordo com um relatório da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

“A partir de 07/10/2013, a LPI (limpeza do piso) dos trens da frota K será efetuada sem uso de água, mas sim de pano molhado para evitar infiltração de umidade na fiação que causou a abertura de portas do trem K07 do lado oposto em 02/10/2013”, diz o texto.

Operadores disseram ao iG que a recomendação foi seguida e o Metrô ainda vedou a caixa onde ficam as fiações, no entanto, o problema persistiu e relatórios da Cipa relataram cinco problemas diferentes nos trens K01, K05, K11 e K24 nos últimos quatro meses.

“Parece pouco, mas são problemas que aconteciam há 20 anos nas outras frotas e foram resolvidos”, diz um operador em condição de anonimato.

Ar condicionado

Para Prazeres Junior, as falhas da frota K ainda são amplificadas pela lotação da linha. “Quando você tem um problema no ar condicionado em um trem lotado, é lógico que fica desconfortável para todo mundo na composição. Os trens da frota K não têm janelas. Óbvio que ninguém vai ficar confortável quando o ar condicionado deixa de funcionar e aperta os botões de emergência mesmo para sair do trem. Isso acarreta outros problemas porque os funcionários tem que desenergizar a via e todo o sistema fica paralisado”, diz Prazeres Junior, em referência ao problema que aconteceu no último dia 4 de fevereiro.

Na ocasião, o trem K07 apresentou uma falha no sistema de ar condicionado e parou na estação Sé (região central), por volta das 18h. 

Os usuários de vários trens, que foram parando ao longo da linha, acionaram o botão de emergência, saíram dos trens e andaram nos trilhos. Com isso, os funcionários precisaram cortar a energia da via, o que cortou o ar condicionado de outras composições. A linha ficou travada por cerca de cinco horas, houve quebra-quebra e a polícia precisou ser acionada.

Prazeres Júnior afirma ainda que esse mesmo trem foi protagonista de um descarrilamento em agosto do ano passado próximo a estação Barra Funda.

Por causa das consequentes falhas, o sindicato dos Metroviários chegou a produzir um relatório em que apontou 696 falhas em sete trens reformados da frota K entre outubro e novembro do ano passado. Segundo o relatório, mais de 300 dessas falhas ocorreram no trem K07. 

O trem K01 também é temido pelos operadores. Segundo o sindicato, ele chegou a pegar fogo em 2011, na estação Sé. Os usuários foram retirados do trem e a composição foi recolhida. Ninguém ficou ferido.

Sistema CTBC

Os problemas da frota ainda incluem a instalação do sistema chamado de CTBC, que permite a comunicação direta entre os trens, sem interferencia humana, possibilitando a redução da distância entre eles e, consequentemente, diminuindo o intervalo entre as composições.

Sistema de R$ 750 milhões que reduz espera no Metrô só funciona aos domingos

Prazeres Junior diz que o contrato de reforma da frota K incluiu a instalação do sistema de CTBC, no entanto, afirma que a Linha 3 ainda não está pronta para receber a tecnologia.

“O Metrô tem esse problema de projeto e planejamento. Os trens reformados, que saíram com o CBTC, tiveram que receber novamente o sistema ATC, usado atualmente
São chamados de trens 'Frankenstein'. Isso é como comprar um carro elétrico sem postos para reabastecimento”, diz Prazeres Junior.

Pela instalação do sistema, o Metrô pagou R$ 750 milhões em 2008. A previsão inicial era que o CTBC estivesse completamente instalado na Linha 2-Verde (Vila Prudente/Vila Madalena) em dezembro de 2009 e, em 2011, também nas linhas 1-Azul (Jabaquara/Tucuruvi) e 3-Vermelha. Atualmente, funciona integralmente na Linha 4-Amarela (Luz/Butantã), sob concessão à iniciativa privada.

Investigação

As reformas dos trens de São Paulo são alvo de investigação do Ministério Público, sob suspeita de formação de cartel. O promotor Marcelo Milani, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, responsável pela investigação, pediu a companhia, no começo do mês passado, a suspensão do contrato de reformas de 98 trens da Linha 3 e Linha 1-Azul.

As investigações apontaram que houve irregularidade (falta de concorrência) na licitação da contratação das empresas responsáveis pelas reformas. Segundo o promotor, as reformas custaram 85% do preço de um trem novo. O Metrô informou, na ocasião, que o custo da reforma era de 65%, o que justificaria a reforma. Mesmo assim, a companhia suspendeu os contratos por 90 dias.
Ministério Público ouvirá empresas envolvidas em supostas fraudes no metrô em SP

Resposta

Sobre a instalação do CBTC, o Metrô informou em nota que “o sistema está em implantação nas linhas 1 e 3 do Metrô. Na Linha 2, o sistema de sinalização já opera no trecho Vila Prudente – Sacomã e está em fase experimental no restante da linha". A companhia não informou, no entanto, quando o sistema será integralmente instalado e nem se pronunciou sobre a troca dos sistemas.

A respeito do número de falhas apontada pelo sindicato entre outubro e novembro do ano passado, o Metrô disse que o sindicato contabilizou como falha "intervenções de manutenção realizadas”. “Entre o que o sindicato insiste em chamar de falha podemos citar, por exemplo, 140 ações de limpeza e troca de filtros de ar condicionado realizados na frota em ações programadas rotineiramente. Entre outras atividades programadas, também há 96 registros de lubrificação e troca de óleo. Sem contar trocas de vidros quebrados, reposição de extintores de incêndio etc”, informou a companhia em nota.

O Metrô informou ainda que todos os trens do sistema, inclusive os da frota K, passam por manutenção preventiva diárias. Disse ainda que a frota K apresenta desempenho semelhante aos trens das demais frotas novas ou reformadas. “Essas frotas, que recentemente iniciaram sua operação (sejam com trens novos ou modernizados), necessitam de um período de ajustes até que comecem a apresentar seu melhor desempenho”.
Fonte da Notícia: IG
Foto de Samuel Tuzi 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O Metrô e sua temível Frota K...

Na quarta-feira 12, o Centro de Controle Operacional do Metrô de São Paulo registrou uma falha no sistema de fechamento de portas de um trem que saía da estação Bresser-Mooca e tinha como destino a estação Corinthians-Itaquera, ambas integrantes da Linha-3 Vermelha. O problema impediu que o veículo seguisse viagem com as portas fechadas, colocando em risco a segurança dos passageiros. No mesmo dia – e no mesmo trajeto – houve um defeito no sistema de tração e o trem passou a operar no modo manual, em que o limite de velocidade permitido é de 30 quilômetros por hora. As duas falhas fizeram com que na estação Tatuapé o trem fosse evacuado. A paralisação, que ocorreu por volta das 18 horas, durou 30 minutos, impediu a passagem de outras composições e gerou atrasos na rede inteira. O trem que apresentou problema é conhecido como K-07, o mesmo que descarrilou em agosto do ano passado. “O Metrô quer acobertar essas situações, mas o K-07 é o único trem que opera com um supervisor de maquinista”, diz um funcionário do Metrô paulista que não quis se identificar. “Isso é um absurdo. É como se eles reconhecessem os perigos que o K-07 oferece às pessoas.”
IEpag50a52Frota_K-1.jpg O K-07 é um dos dez trens que integram a chamada frota K, que está no centro do caso de corrupção na área de transportes sobre trilhos paulista nas gestões de José Serra e Geraldo Alckmin. Como ISTOÉ revelou há dois anos, o Ministério Público investiga irregularidades nas reformas das composições da frota K. Ao contrário do argumento do Metrô de que os reparos seriam vantajosos por razões econômicas, constatou-se que os veículos foram renovados a preços mais altos do que o de um trem novo em folha. A modernização de 98 trens – incluindo os da frota K – das Linhas Azul e Vermelha foi orçada em R$ 1,6 bilhão. A conta final, porém, chegou a R$ 2,5 bilhões, o que representa um rombo de R$ 857 milhões aos cofres públicos. De acordo com a apuração do Ministério Público de São Paulo, dos 98 trens que precisavam ser reformados, somente 46 foram entregues. Hoje, restam 52 composições sem reforma, mas que permanecem em circulação.
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As falhas da frota K são o retrato pronto e acabado de como a corrupção é nefasta. Poucas vezes foi possível comprovar uma relação tão direta entre a malversação dos recursos públicos e os prejuízos causados às pessoas. Agora, dois dossiês obtidos com exclusividade por ISTOÉ junto ao Sindicato dos Metroviários revelam que, além de colocar em risco a vida de operadores e usuários, o lote de trens reformados pelo consórcio liderado pela Alston e investigado pelo Ministério Público causa um prejuízo anual de R$ 168 milhões ao governo de São Paulo. De acordo com o Sindicato dos Metroviários, os trens da temível frota K são obrigados a parar para fazer manutenção com frequência maior do que outras linhas, graças às recorrentes falhas. Isso gera danos aos usuários e perdas ao Erário. O último dossiê produzido pelo Sindicato dos Metroviários, entre outubro e novembro do ano passado, registrou 696 problemas somente nesse período em sete trens que haviam sido reformados. Desses, mais de 300 falhas ocorreram no trem K-07.
IEpag50a52Frota_K-2.jpg O caso mais grave foi a pane que paralisou os trens da Linha-3 Vermelha no dia 4 de fevereiro. De acordo com um relatório produzido pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), foram levantadas dez anormalidades técnicas nas composições, o que contraria a afirmação do secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, de que o tumulto teria sido causado por “grupos organizados” (ver quadro). “Os seguranças do Metrô relataram na reunião extraordinária que não viram ninguém com o rosto coberto ou pessoas envolvidas em atos de vandalismo que pudessem caracterizar grupos organizados”, disse à ISTOÉ um condutor da Linha Vermelha. Os perigos são imensos diante da quantidade de usuários da Linha 3 do Metrô. São aproximadamente 629 mil passageiros por dia. Para atender à forte demanda, os trens são colocados em circulação mesmo apresentando falhas graves. “Provar a eficiência dos trens se torna uma prioridade em detrimento da segurança das pessoas”, diz um funcionário do Metrô. O mesmo operador diz que os maquinistas foram impedidos de ter acesso aos softwares que registram as falhas técnicas. “É inadmissível uma sequência de falhas como as que foram vistas em um metrô moderno como o de São Paulo, que transporta milhões de usuários”, afirma Cláudio Weber Abramo, diretor-executivo da ONG Transparência Brasil.
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Procurado por ISTOÉ, o Metrô informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “todos os sistemas de metrô do mundo estão sujeitos a falhas e elas são proporcionais ao número de viagens realizadas, à quilometragem percorrida e à quantidade de passageiros”. A assessoria informou ainda que “os trens da frota K passam pelo mesmo processo de manutenção preventiva das demais frotas novas ou modernizadas. Essas frotas, que recentemente iniciaram sua operação, necessitam de um período de ajustes até que comecem a apresentar seu melhor desempenho”. O problema é que parte da Frota K circula desde 2011.  
Fonte da Notícia a Imagem: Diário da CPTM

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

ATENÇÃO: Metroviários fecham via durante protesto no centro de SP





















Metroviários protestam na região central de São Paulo (Foto: Tatiana Santiago/ G1)
Manifestação de Metroviários nesse momento no Centro de SP
Cerca de 60 metroviários participam de uma manifestação na região central de São Paulo no início da noite de hoje. O grupo estava por volta das 18h40 na Rua Boa Vista, em frente à Secretaria dos Transportes Metropolitanos.

Segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Prazeres, o  protesto é contra o Governador Geraldo Alckmin, a falta de investimentos no Metrô e a reforma superfaturada da Frota K. O Metrô foi procurado e deve manifestar-se ainda hoje

Fonte da Notícia e Imagem: G1

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Segundo Jornal, Frota K tem novo problema no fechamento das portas


Frota K do Metrô de SP é a mais problemática da atualidade
Uma nova “falha grave” foi registrada em um trem da Frota K do Metrô. De acordo com informações do Jornal “Rede Brasil Atual, desta vez a composição K24 abriu as portas durante o percurso entre as estações Marechal Deodoro e Palmeiras-Barra Funda. A falha foi registrada as 13h40 de 08.02.2014. A informação foi repassada por metroviários que atuaram na ocorrência, e que preferem não se identificar para evitar represálias. O problema foi no sexto carro quando uma das portas do sexto carro abriu-se e fechou-se sozinha, inesperadamente e sem comando da cabine. O condutor percebeu a pane e aplicou freios de emergência, trafegando em velocidade reduzida até a plataforma.

O jornal afirma que a companhia do Metrô se recusou a considerar tal problema como falha grave: “Abertura de portas em movimento é uma das falhas mais preocupantes do sistema metroviário”, explica um funcionário ao jornal. “É grave principalmente para os usuários. Se houver gente encostada na porta, ela pode cair na via, ser atropelada ou eletrocutada. São vários os riscos.”

Fonte da Notícia: Via Trólebus/Rede Brasil Atual
Imagem de Samuel Tuzi

Polícia considera prematura a ideia de relacionar a falha na semana passada na Linha 3-Vermelha a sabotagem

Em reunião entre a Secretaria de Segurança Publica e a de Transportes Metropolitanos, a policia civil de São Paulo ainda considera prematuro dizer que houve sabotagem durante falha na Linha 3-Vermelha semana passada, onde depois que um trem apresentou falha na Estação Sé, passageiros após ficarem presos em composições no meio dos tuneis, acionaram botão de emergência e desceram na via.

A linha ficou parada por cerca de 5 horas. Na ocasião, tanto o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes quanto o próprio Governador Geraldo Alckmin afirmaram que houve uma “ação orquestrada” de grupos para propagar o tumulto.

De acordo com a rádio Bandeirantes, o secretário Jurandir Fernandes não se pronunciou sobre o ocorrido. O locutor da rádio contou que a policia praticamente desmentiu o secretário, ou seja, falou e não provou.

Fonte da Notícia: Via Trólebus/Rádio Bandeirantes

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Ministério Público quer explicação sobre falha na Linha 3-Vermelha

A problemática Frota K do Metrô. Imagem de William Molina
No fim da semana passada o Ministério Público Estadual solicitou ao presidente do Metrô de São Paulo, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, uma explicação sobre a paralisação que fechou 10 das 18 estações da Linha 3-Vermelha na ultima terça-feira, 4. O prazo de 10 dias foi dado pelo MPE, que informou, nesta sexta-feira, 7, ter reaberto um inquérito civil para investigar panes nos trens do sistema metroviário paulistano.

Frota K

O promotor de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital César Dario Mariano da Silva solicitou a Pacheco cópia da licitação e do contrato de reforma da frota K de trens, a mesma à qual pertence a composição que principiou o tumulto nesta semana.

A Promotoria também quer de Pacheco o “relatório de problemas técnicos sofridos pelos trens desse lote” de 2012 até agora, “discriminando-os objetivamente de acordo com o número do trem e indicando a data do problema e a solução dada”.

Agentes públicos que contrataram a manutenção dos trens que sofreram problemas na terça-feira também devem ser chamados ao MPE, para análise. A promotoria também oficiará o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior, para prestar esclarecimentos sobre a paralisação em dez dias.

Fonte da Notícia: Via Trólebus

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Falha na Linha 3-Vermelha terça feira foi causada pelo famoso Trem K07

Frota K do Metrô de SP. Créditos Reservados ao Autor
O trem que apresentou falha na Linha 3-Vermelha do Metrô dia 04.02.2014 pertence à Frota K e foi o mesmo que descarrilou em agosto de 2013, perto da estação Barra Funda, segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo , Altino de Melo Prazeres. Procurado, o Metrô não se manifestou até por volta de meio-dia de ontem

Na terça-feira, o problema começou por volta das 18h, quando uma composição apresentou falha na estação Sé, afetando a circulação da linha no horário de pico. Após a falha, o botão de emergência começou a ser acionado em vários trens. Como alguns passageiros, começaram a caminhar na via, o Metrô teve que cortar o fornecimento de energia e, consequentemente o ar condicionado. Ao todo, sete botões foram acionados, o que gerou um “efeito cascata”, segundo o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e travou a linha por cerca de 5 horas.

“O problema [que provocou o tumulto] foi com o K-07, que é o mesmo trem que descarrilhou em agosto de 2013. Esse trem faz parte da frota K. Todo mundo sabe que pode dar problema. O Metrô estava trabalhando na sorte. O sindicato tinha advertido que, particularmente em horário de pico, poderia dar problema em cadeia”, afirmou o presidente do sindicado ao G1 .

Quando ocorreu o problema na estação Barra Funda, em 2013, os trens circularam em via única e os passageiros foram retirados pela passarela de emergência.

De acordo com o presidente do sindicato, os trens da frota K têm apresentado falhas frequentes. Em um relatório produzido entre 10 de outubro e 9 de novembro de 2013, foram registrados 696 problemas em sete trens reformados. Desses, mais de 300 dessas falhas ocorreram nesse trem K-07.

Grupos organizados 
 
O secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, atribuiu o tumulto a "grupos organizados" . Porém, reconheceu, nesta quarta, a dificuldade para identificar quem teria encabeçado a ação. "Todo esse movimento é difuso, não há uma liderança. O que se percebe é que algumas pessoas incitaram com palavras de ordem, na Praça da Sé, que todos os usuários pulassem para a linha e tocaram fogo em um túnel entre a Praça da Sé e o Parque Dom Pedro", disse.

Para Altino de Melo Prazeres, o secretário deveria ter reconhecido o problema. “Ele tentou mudar o foco e jogar a culpa para uma parte da população. Teve um problema no trem, que não surgiu do acaso. Ele já foi denunciado pelo sindicado ao Ministério Público. Esses trens passaram por uma reforma muito ruim. Ele devia ter reconheço o problema da frota K e anunciar um investimento pesado”, afirmou.

Investigação 
 
O Ministério Público investiga um contrato para reforma de 98 trens do Metrô de São Paulo. a promotoria cobrou que as empresas contratadas para a reforma devem pagar R$ 800 milhões de prejuízo que causaram aos cofres públicos por causa de uma suposta formação de cartel e da falta de competição em licitações. Caso o pagamento não seja feito, o MP deve entrar com ação contra as empresas. Dia 31.01.2014, o Metrô anunciou a suspensão por 90 dias dos contratos de reforma de 98 trens das linhas 1 (Azul) e 3 (Vermelha).

Fonte da Notícia: G1

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Frota K do Metrô oferece risco a usuários

Frota K e seus riscos aos passageiros
Um levantamento obtido com exclusividade pela Rádio CBN mostrou que os trens da Frota K, que circulam pela Linha 3-Vermelha, apresentaram ao longo de 30 dias quase 700 falhas técnicas.
Portas que se abrem com o trem em movimento, sistema de freios ineficiente, um descarrilamento e até um incêndio. Todos esses problemas aconteceram com trens da frota K. As composições viraram o pesadelo dos condutores do Metrô.
Funcionários que concordaram em denunciar os problemas testemunhados todos os dias desde que tivessem a identidade preservada relatam o que acontece:
“Quando eu vejo que é a Frota K já fico com receio de pegar o trem para operar. Você não consegue imaginar o que pode acontecer durante a circulação e você que está no comando é que vai ter que tentar resolver alguma situação emergencial”, conta um deles. Já outro profissional desabafa: “Você não sabe se sai de Itaquera e chega em Barra Funda ou se (o trem) vai parar no meio do caminho.”

O diretor de Operações do Metrô de SP, Mario Fioratti, minimiza a gravidade dos incidentes. Segundo ele, as composições reformadas estão em fase de adaptação e, por isso, acabam tendo mais problemas. Fioratti garante que os trens da frota K são seguros. “Os trens da frota K têm atendido plenamente ao conforto dos usuários e à segurança. Não há absolutamente nenhuma restrição.”

No entanto, para os funcionários, o número de falhas e a gravidade delas são a prova de que existe risco: “O trem andar devagar é o menor dos riscos que o usuário corre. Há risco de ele (o trem) abrir porta para o lado oposto. Então é indiscutível que há risco para quem está usando e para quem está operando o trem”.

Fonte da Notícia: Rádio CBN
Foto de Diogo Vianna

DESEJAMOS A TODOS UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2013