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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Metrô corta investimentos devido à crise econômica.

Um levantamento feito pela “Folha da São Paulo” aponta queda em investimentos na malha metroviária e na operação. O repórter usou como base informações de execução orçamentária, onde é constatada uma redução nos últimos dois anos.
Na comparação entre o 1º Semestre de 2016 e 2014, o jornal da conta de que a redução em investimentos para manter as quatro linhas foi na ordem de 60%. Já na manutenção e modernização de trens e equipamentos, a retração foi 72% e de 33% no total destinado às obras de expansão da malha metroviária.
Em tom elevado de critica, o sindicato dos metroviários afirma que “é uma política de sucateamento para justificar a privatização das linhas”.
Já a companhia contesta os dados apresentados pela Folha de São Paulo. “As conclusões da reportagem acerca da execução orçamentária são prematuras, pois os percentuais definitivos são conhecidos quando do fechamento do ano fiscal”, diz o Metrô.
O Metrô também cita feitos como a modernização de composições, onde 80 das 98 já foram entregues, reforma de freios e estações. Diz também que crise econômica impactou na expansão da malha, e que foi prejudicada pelo abandono de obras por empresas, no que diz respeito a ampliação da malha.
Fonte da notícia: Portal Via Trólebus

Metrô terminará instalação do CBTC nas três principais linhas apenas em 2021

O prazo de implantação do CBTC nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, do Metrô de São Paulo, tem um novo prazo máximo: 2021. Atualmente a nova tecnologia está operante e sendo ajustada na Linha 2-Verde.
A funcionalidade foi contratada em 2008 por R$ 780 milhões, e deveria ser implantada nas três linhas em 2011. Em 2015, o Governo Estadual chegou afirmar que estudava reincidir o contrato, e que havia aberto um procedimento arbitral internacional para tratar das divergências e prejuízos sofridos pelo Estado de São Paulo e por sua população em consequência do atraso na implantação do sistema. 
A Alstom, por sua vez, afirmava que o Metrô não finalizou obras físicas nas três linhas para que o sistema fosse implantado, e que a companhia queria um produto muito mais sofisticado do que estava previsto no contrato.
Então, ambas as partes pediram a suspensão da arbitragem porque discutiam um acordo, firmado em 27 de janeiro deste ano, onde Metrô e a Alstom desistem dos valores que reivindicavam, inclusive da multa de R$ 78 milhões aplicada na empresa francesa.
Em entrevista à Folha de São Paulo, o Secretária de Transportes Metropolitanos disse que o acordo “foi a melhor opção porque evitou a rescisão de um contrato com mais de 60% de execução e que implicaria na busca e contratação de uma nova ferramenta com os mesmos requisitos técnicos”.
O novo sistema de sinalização promete reduzir o intervalo em 20%. Meses após a implantação da Linha 2-Verde, segundo informações preliminares do Metrô, em uma reunião com blogueiros e atuantes nas redes sociais, foi informado que a nova funcionalidade pode contribuir para economia de energia, e que a condução dos trens na nova tecnologia são mais suaves, sem “trancos” costumeiros das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha.
Quando o CBTC estiver implantado na Linha 3-Vermelha, o intervalo entre os trens será reduzido de 124 segundos para 75 segundos em horário de pico.

Fonte da notícia: Portal Via Trolebus

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Candidato a Prefeitura de São Paulo, Levy Fidélix, passeia no Monotrilho da Linha 15-Prata

 Fogos de artifício, câmeras e bandeiras tremulando: foi em ritmo de festa que o candidato à Prefeitura de São Paulo Levy Fidelix recebeu a reportagem do R7 para uma entrevista na zona leste da cidade. O ponto de encontro foi o monotrilho, na estação Oratório. Ele diz ser mentor desse modal de transporte no Brasil, a que chama de "aerotrem". O governo de São Paulo teria copiado sua ideia. 

— Me sinto muito satisfeito pelo [José] Serra e pelo [Geraldo] Alckmin terem dado prosseguimento a essa ideia, que não passou a ser minha, passou a ser do povo.

Durante seu passeio pelo monotrilho, o candidato mostrou grande satisfação e foi só elogios ao local: “Esse é o conforto imaginado. Ar condicionado é fundamental. Local para sentar. Com isso nós temos o aerotrem como o sonhado”.

Fidelix diz que, se eleito, vai expandir o meio de transporte.

— O trem é esse mesmo: moderno e rápido. Essa companhia é uma das melhores. Esse é o meu sonho em matéria de trem, mas não em matéria de estação. Poderia ter sido uma estação menor. Comigo teriam estações menores e a altura das pilastras não precisa ser tão grande.

No percurso entregue até agora, de apenas duas estações, o candidato conversou com alguns passageiros e perguntou o que eles estavam achando. Uma usuária da linha disse que o monotrilho é “nota 10”. Ao ouvir a avaliação positiva, Fidelix reivindicou a invenção: “Você sabe que essa ideia é minha, né”? A mulher afirmou que não sabia, mas que agora está chegando mais rápido em casa.

Ao abordar outro usuário e possível eleitor, o candidato avisou que estava concorrendo à prefeitura. O homem perguntou quantos votos ele achava que iria receber. No mesmo momento, o político disse: “A questão ganhar ou não são outros quinhentos. Eu sou um candidato de ideias”. Logo em seguida, recebeu uma avaliação positiva: “Eu vou votar no senhor”.

Em sua 14º eleição, Fidelix diz que não ganha nas urnas porque as campanhas são desleais e só quem tem dinheiro consegue vencer. Mesmo assim, ele acredita que vai receber um número significativo de votos. Questionado pela reportagem se ele aceitaria um cargo em uma secretaria, caso perca as eleições, o candidato disse que “esse convite não veio”.

— Se vier, vamos avaliar. Eu estudei muito todos os tipos de trem. Eu estou sempre contribuindo e colaborando.

Fonte da Notícia: Portal R7

Dança contemporânea é apresentada na Estação Capão Redondo amanhã (28/09/2016)

Amanhã, dia 28/09/2016, às 15h, a Estação Terminal Capão Redondo, da Linha 5-Lilás, será palco das apresentações de dança contemporânea "Desvelo" e "A Praga da Dança".

As duas intervenções artísticas fazem parte da programação do Circuito Vozes do Corpo, evento promovido pela Cia Sansacroma .

A apresentação dos artistas no 7º Circuito Vozes do Corpo conta com o apoio do Metrô.

Fonte da Notícia: Metrô

domingo, 25 de setembro de 2016

Off-Topic: Um projeto feito de sustentabilidade, juventude e amor


Entre apelidos e brincadeiras trocados por alunos novatos e veteranos da USP durante uma rotineira reunião do projeto de extensão do curso de biologia, o clima divertido com que se apresentam as tardes de quartas-feiras no Jardim do Instituto de Biociências da universidade conduz à uma conversa agradável que acaba por definir os futuros rumos e atividades da CAMBIO (Comissão Ambiental da Biologia), que visa em sua amplitude agir sobre os problemas presentes na sociedade e abranger os três conceitos que compõem a sustentabilidade no que diz respeito ao âmbito econômico, ambiental e social.

Constituída por jovens estudantes cujos pensamentos cooperam para alcançar objetivos sustentáveis, a CAMBIO possui atividades proporcionadas pelos mesmos. Feiras de livros, projetos de doações e o projeto de compostagem no instituto de biociências foram apenas uns dos diversos que levaram Paulo Kioshi Yamashita a se tornar membro da comissão em 2014, afirmando ainda que o vê como um meio de retribuição à sociedade por estar estudando em uma universidade pública.

Apesar de atualmente a comissão contar com a média de seus 30 participantes majoritariamente estudantes do curso de biologia, a CAMBIO assegura não querer se restringir a pessoas de uma só área nem somente de estudantes da USP, uma vez que necessita da integração daqueles cuja divergência de pensamentos, conhecimentos e experiências faça expandir cada vez mais as metas do projeto.
Embora difícil escolher uma ação entre tantas capazes de mudar sua forma de pensar e agir em sociedade, Paulo afirma que a mais marcante é uma pela qual se empenha em reverter os quadros problemáticos de saúde, alimentação e política  que os indígenas das Aldeias Tekoa Pyau e Tekoa Ytú, no Jaraguá, vivenciam e também aproximar as novas gerações da natureza. “Quando falamos a palavra ’aldeia’ logo pensamos em ocas, fogueiras e muita vegetação, porém, quando vemos a realidade dessas aldeias remanescentes em São Paulo e outros locais urbanos vemos que o aspecto é bem diferente”, explica ele.
 

Processo de compostagem
Para participar do projeto, o membro da CAMBIO brinca que não precisa de muito, só de um abraço e muito carinho e reforça que a filosofia do projeto é capaz de mudar vidas: “quando uma criança recebe um brinquedo com um sorriso; quando uma pessoa recebe aquelas roupas com um abraço; quando as pessoas saem carregando um monte de livros nas mãos com uma felicidade imensa ou quando uma criança Guarani te abraça só por você estar ali com ela, isso, definitivamente, muda a vida de todos os envolvidos.
Reportagem de Amanda Sodré e Carolina Gouveia Martins Araujo
Imagens: Amanda Sodré





Off-topic: Alternativa sustentável


A cidade de São Paulo encara como um desafio já conhecido a questão da mobilidade pública e do transporte, no ponto que diz respeito às políticas ambientais e sustentáveis do país. A opção pelo carro, juntamente com as taxas de urbanização que crescem hoje em dia e as limitações das políticas públicas de transporte coletivo levou não somente à paralisia do trânsito como aos problemas ambientais de poluição atmosférica e de ocupação do espaço público. 
Pode-se dizer que o transporte motorizado individual é insustentável, porque gera congestionamentos e contribui para um ciclo responsável pela degradação da qualidade do ar, aquecimento global e comprometimento da qualidade de vida nas cidades, no que diz respeito ao aumento significativo nos níveis de ruídos, perda de tempo, degradação do espaço público, atropelamentos e stress, entre outros problemas.  
Os veículos elétricos são uma ótima opção para uso privado. O transporte público, entretanto, tem suas limitações, pois ônibus elétricos requerem linhas elétricas aéreas ou longos tempos de recarga para ficar em execução.
No caso dos ônibus, a eletricidade vem de energia hidroelétrica e o tempo de carga não interfere no fluxo de trânsito. A cobertura montada para o sistema de carregamento é conectada no próprio ônibus e alimenta também os componentes eletrônicos do interior, como iluminação e portas automáticas. Já os flash-carregadores serão colocados em cada 3 ou 4 pontos parada e o design do carregador é alterado para atender às necessidades de cada parada.
Se tudo funcionar como o planejado, o transporte de massa ficará mais inteligente, tornando as cidades mais limpas, reduzindo os ruídos, a poluição e o custo de operação do transporte público e também contribuindo para a melhoria da cidade.
Reportagem: Amanda Sodré Soares e Carolina Gouveia Martins Araujo


 

 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Linha 15-Prata ficará fechada domingo (25/09/2016) para testes com o CBTC

No próximo domingo (25/09/2016), a Linha 15-Prata de monotrilho do Metrô terá horário diferenciado de funcionamento. As Estações Terminal Vila Prudente e Oratório, que normalmente atendem das 6h às 20 horas, permanecerão fechadas ao público até as 13 horas. A mudança ocorre para a realização de testes no sistema de controle dos trens, programados para acontecer aos domingos por ser dia de menor demanda de passageiros.

Como opção de transporte, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE, que circularão no trecho interditado até a reabertura das duas estações.

Nas demais linhas metroviárias, o horário de funcionamento das estações não terá variação. O Metrô recomenda aos usuários que adquiram antecipadamente os bilhetes das viagens.

Para informar sobre as alterações programadas, o Metrô emitirá mensagens sonoras pelos sistemas de som das estações e dos trens, colocará cartazes nas estações das linhas envolvidas e publicará informativos nas redes sociais. Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), diariamente, das 5h30 às 23h30.

Fonte da Notícia: Metrô

ATENÇÃO!! Trecho da Av. Sapopemba é interditado para obras da Futura Estação Jardim Planalto (Linha 15-Prata) dia 25/09/2016

Neste domingo, dia 25/09/2016, das 6 às 22h, para continuidade das obras da Futura Estação Jardim Planalto, da Linha 15-Prata, será necessária a interdição do trânsito na Avenida Sapopemba nas pistas sentindo Centro/Bairro, entre as ruas Francisca Marinho e Milton da Cruz.


A intervenção é para facilitar o içamento da cobertura desta estação. A orientação aos motoristas e a adequação da sinalização viária no local durante a interdição ficará a cargo da CET.

Fonte da Notícia: Metrô

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Metrô irá privatizar 17 terminais de ônibus interligados às estações.

O Metrô de São Paulo estuda conceder para a iniciativa privada 17 terminais de ônibus que são anexos a 13 estações das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha.
O objetivo é gerar uma receita extra de R$ 158 milhões por ano.
Nos espaços poderão ser construídos shoppings, hotéis, áreas de eventos, estacionamentos, escolas, moradias e laboratórios.
O Metrô deve se aproveitar do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo que incentiva empreendimentos em terrenos próximos a redes de metrofeereoviárias e de ônibus de alta capacidade.
Dos 17 terminais, nove possuem terrenos que podem ser identificados com potencial construtivo de 245 mil metros quadrados.
De acordo com reportagem de Bruno Ribeiro, do Jornal O Estado de São Paulo deve ocorrer uma audiência pública para detalhar como será a concessão.
A previsão é de que apenas um concessionário, que oferecer a maior contrapartida, assuma todos os espaços por até 40 anos.
Não será concedida a área interna das estações.
Pelos 17 terminais passam por dia em torno de 935 mil pessoas e 274 linhas de ônibus.
Os terminais que devem ser concedidos são:
Linha 1-Azul:Parada Inglesa, Santana, Armênia e Ana Rosa.
Linha 3-Vermelha:Artur Alvim, Patriarca Norte, Vila Matilde Norte, Penha Norte, Carrão Norte, Carrão Sul, Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Belém Norte, Belém Sul, Brás, Barra Funda Sul e Barra Funda Turística.
Fonte da notícia: Diário do Transporte.

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela são retomadas após mais de um ano paralisadas.

O Governador Geraldo Alckmin anunciou que foram retomadas no dia 12/09/2016, as obras das quatro estações da Linha 4-Amarela do Metrô. Paralisadas desde Julho de 2015, após o contrato com o consórcio responsável ser rescindido, a primeira estação a ser entregue será a Higienópolis-Mackenzie, em um ano. As estações foram prometidas inicialmente para 2014.
"A obra já está novamente contratada. Já deveria estar pronta, lamentavelmente, o consórcio abandonou a obra. Tomamos todas as providencias, porque não há ninguém mais interessados que nós [o governo do Estado] pra entregar as obras. Infelizmente, a empresa quebrou e tivemos que abrir nova licitação", disse o governador.
O contrato para as obras também ficou R$152 milhões mais caro do que o anterior. As obras da segunda fase da linha - que ligará a Luz, no centro, à Vila Sônia, zona oeste da capital - foram iniciadas em 2012, mas o Metrô reiscindiu o contrato em Julho de 2015 pelo não cumprimento do acordo por parte da construtora.
Até Julho de 2015, quando os dois contratos com a empresa Isolux Corsán foram rescindidos por atrasos na execução, o custo seria de R$ 706,9 milhões. Durante a vigência do negócio, o Metrô pagou à empresa R$ 236,9 milhões, 33,7% do total. Das estações previstas, só a Fradique Coutinho foi entregue e entrou em operação em Novembro de 2014.
O Metrô relicitou a obra, dessa vez por R$ 858, 7 milhões. De acordo com Clodoaldo Pelissioni, secretário de transportes metropolitanos, o novo contrato ficou mais caro porque o novo projeto é mais completo que o anterior. "[Agora] a obra saiu com o projeto executivo definitivo. O projeto ficou mais completo, vamos ter menos projeções de aditivos ou modificações. Por isso, saiu um pouco mais cara, mas temos uma convicção maior do cumprimento dos prazos", disse o secretário.
Ainda segundo Pelissioni, o consórcio que abandonou a obra foi multado em R$ 23 milhões e está proibida de participar de licitações de obras do Estado em 2 anos. O pagamento da multa ainda está em disputa judicial, mas, segundo o secretário, assim que for pago, o valor será usado para investimento em outras obras.
Além da entrega da Estação Higienópolis-Mackenzie em 12 meses, o governador informou que o cronograma das obras também prevê a conclusão da Estação Oscar Freire em 15 meses; a Estação São Paulo-Morumbi, em 18 meses; e a Estação Terminal Vila Sônia o terminal de ônibus integrado, em 36 meses.
"Essa daqui [Higienópolis-Mackenzie] é a mais adiantada, está mais de 60% concluída. O túnel sob a Rua da Consolação já está pronto e haverá dois acessos à estação, um pela Consolação e outro na Rua Rio Preto", disse Alckmin.
Fonte da notícia: Revista Ferroviária.

Polícia prende homem que atacava passageiros com seringas no Metrô.

Um morador de rua suspeito de atacar mulheres com seringas no Metrô de São Paulo foi preso no dia 20/09/2016 na Estação Terminal Palmeiras-Barra Funda, da Linha 3-Vermelha, na Zona Oeste da capital. Segundo o delegado Rogério Marques, da Delpom , Benedito José da Silva, de 62 anos, foi detido com 21 agulhas de seringas numa das plataformas de embarque.
A polícia suspeita que as agulhas foram coletadas em postos de saúde da capital. De acordo com o delegado, Silva, que teria distúrbios mentais, foi identificado por meio do retrato falado feito com base no relato da mãe de uma das vítimas. A mulher foi atacada na Estação Sé do Metrô, no dia 18/08/2016. A mãe da vítima identificou o morador de rua como autor do ataque, afirmou o delegado.
Detido, o suspeito foi levado à delegacia, onde prestou depoimento. Em seguida, foi a um hospital para tratar feridas nas pernas, disse o delegado. Segundo Marques, já foi pedida sua prisão preventiva ou internação psiquiátrica.
A polícia aguarda agora a resposta da Justiça e segue com operações rotineiras de buscas por outros dois suspeitos de ataques com seringas no sistema público de transporte, afirmou Marques. As investigações são conduzidas pela Delpom.
Ataques parecidos.
No dia 15/09/2016, retratos falados de outros dois suspeitos de ataques com seringas foram divulgados pela polícia. Eles também teriam feito vítimas em estações do Metrô da capital. Um homem foi preso por ações semelhantes no fim de Julho de 2016.
Fonte da notícia: G1-SP

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por tempo indeterminado.

O consórcio Move São Paulo anunciou no dia 05/09/2016 a suspensão das atividades de construção da Linha 6-Laranja do Metrô. Segundo as empresas envolvidas, a suspensão se deve às "dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do projeto". Prometida para ser entregue em 2020, a obra está prevista pelo governo para ser entregue em 2021.
A Linha 6-Larajna vai ligar a Região Noroeste de São Paulo ao Centro da cidade. "A decisão resguarda o interesse público na medida em que mitiga danos à viabilidade do empreendimento e preserva as atividades já executadas, com investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões", argumenta o consórcio.
O consórcio negocia junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo alternativas para o reequilíbrio da parceria público privada de implantação da Linha 6-Laranja de Metrô.
Ainda segundo a empresa, o processo de desapropriação será mantido durante o período de suspensão.
O Governo do Estado de São Paulo disse que já investiu R$ 1,6 bilhão na obra, que não deve nada ao contrato e que vai tomar as medidas cabíveis contra a concessionária.
Sobre a Linha 6-Laranja
A Linha 6-Laranja vai ligar o bairro da Brasilândia, na Zona Norte, até a Estação São Joaquim, da Linha 1-Azul, no Centro da capital paulista. Mais de 600 mil passageiros devem circular pela linha diariamente. A obra da linha teve início em Abril de 2015.

O trajeto terá 15,9 km incluindo pátios e 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba - Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Pompéia, Perdizes, Cardoso de Almeida, Angélica - Pacaembu, Higienópolis - Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim. O governo projeta que 29 trens irão atuar ao longo do percurso. Ela fará conexão com outras linhas da CPTM e do Metrô, com a Linha 4-Amarela.
O percurso entre Brasilândia e São Joaquim, que hoje é feito em 90 minutos, passará a ser feito em 23 minutos.
O investimento previsto para a linha é de R$ 9,69 bilhões - metade disso sairá dos cofres do estado e a outra metade pelo consórcio que venceu a licitação.
Fonte da notícia: G1-SP

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ATENÇÃO!!! Avenida Sapopemba será interditada nas madrugadas de 21, 22 e 23/09/2016 para obras da 2ª Fase da Linha 15-Prata

Nos dias 21, 22 e 23/09/2016, sempre das 23h às 05h, a Avenida Sapopemba estará interditada totalmente no sentido bairro, pela continuidade das obras de implantação do Monotrilho da Linha 15-Prata.

A pista centro-bairro da Av. Sapopemba, entre as ruas Francisca Marinho e Milton da Cruz, será fechada ao trânsito de veículos. Esta interdição é necessária para possibilitar a instalação de estrutura metálica na Futura Estação Jardim Planalto.
 
A orientação aos motoristas e a adequação da sinalização viária no local durante a interdição ficará a cargo da CET.

Fonte da Notícia: Metrô

Metrô realiza audiência pública amanhã (22/09/2016) para discutir privatização de 17 terminais de ônibus

O Metrô de São Paulo fará amanhã (22/09/2016), às 10h, audiência pública para apresentar a proposta de concessão à iniciativa privada de 17 terminais de ônibus anexos às estações das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha. O objetivo é melhorar a oferta de serviços aos usuários dos terminais, obter receitas acessórias e desonerar a Companhia.

A concessão dos terminais será feita mediante remuneração ao Metrô, além de encargos de administração, conservação, manutenção e vigilância do local. A exploração das áreas poderá ser aberta a novos tipos de negócios. No caso dos terminais edificáveis (9), poderá ser utilizado o espaço aéreo para empreendimentos como hospitais, laboratórios, escolas, shoppings, escritórios, consultórios, hotéis e unidades habitacionais para locação.  A ideia inicial é lançar um único lote de concessão, sendo vencedor quem oferecer a maior contrapartida à companhia. Nesse cenário, de comercialização integral dos terminais, pelo prazo de 40 anos, o Metrô espera obter mais de R$ 150 milhões, além da desoneração dos custos de manutenção dessas áreas.

Os 17 terminais de ônibus que serão alvo da licitação são: Parada Inglesa, Santana, Armênia, Ana Rosa, Artur Alvim, Patriarca Norte, Vila Matilde Norte, Penha Norte, Carrão Norte, Carrão Sul, Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Belém Norte, Belém Sul, Brás, Barra Funda Sul e Barra Funda Turística. 

Diariamente, cerca de 935 mil usuários circulam por esses terminais, que recebem 274 linhas de ônibus. Nove dos terminais poderão ser edificáveis. O potencial construtivo é de até 245 mil metros quadrados. 

A audiência pública será realizada no Instituto de Engenharia situado na Rua Dr. Dante Pazzanese, 120. Os avisos correspondentes ao edital da licitação serão publicados na forma da lei 8.666/93.

Fonte da Notícia: Metrô

Estação Santana receberá oficina de Ikebana amanhã (22/09/2016)

Os usuários do Metrô interessados em conhecer um pouco sobre a história do Ikebana, arte milenar japonesa baseada na elaboração e de arranjos florais, podem participar de uma oficina sobre o assunto na Estação Santana, da Linha 1-Azul, amanhã (22/09/2016), às 12h.
 
Ikebana é um termo em japonês que significa flores vivas, utilizadas como oferenda religiosa com um padrão fixo: um triângulo de três pontas, que representa o céu, a terra e o homem, enfatizando a harmonia das cores no espaço e na forma.

O Ikebana possui diversos estilos em sua montagem, entre eles o empilhamento de galhos, flores e arranjos, todos respeitando a natureza. 

A professora responsável pela oficina é Emiko Ide, docente da Escola Sogetsu, que integra a Associação de Ikebana no Brasil.

Fonte da notícia: Metrô

Metrô irá instalar "shoppings" nas estações para atrair recursos financeiros

Com dificuldades financeiras e número de passageiros pagantes em queda, o Metrô de São Paulo quer turbinar suas atividades fora dos trilhos para obter mais receitas.
Uma das estratégias da empresa para isso é a concessão à iniciativa privada de centros comerciais e shoppings em estações integradas a terminais de ônibus da cidade.

Cinco projetos já estão em andamento: a expansão do Shopping Itaquera, com aumento de 50% em seu tamanho e investimento de R$ 275 milhões, e a construção de shoppings ou centros comerciais nas estações Marechal Deodoro, Vila Mariana, Vila Madalena e São Bento.

O plano do Metrô é atingir 17 terminais de integração com empreendimentos privados nos próximos anos.

Raquel Verdenacci, gerente de novos negócios da companhia, disse à Folha que, nesse pacote de 17 estações, a empresa não está aberta somente para shoppings, mas também para centros hospitalares ou educacionais.

"O que fazemos é oferecer a exploração do espaço aéreo das nossas propriedades. O que será explorado fica a critério dos interessados", diz.

Atualmente, o Metrô tem cinco shoppings que funcionam em sistema de concessão. Esse modelo define uma remuneração mínima anual ou um percentual do faturamento bruto do centro comercial (o valor que for maior) como contrapartida em troca da exploração da área.

Shoppings no Metrô
 
Cinco centros comerciais já funcionam em estações; outros projetos estão em implantação


Cinco centros comerciais já funcionam em estações; outros projetos estão em implantação
Somados, os shopping Itaquera, Santa Cruz, Tucuruvi, Boulevard Tatuapé e Tatuapé renderam receita de R$ 46 milhões ao Metrô em 2015.

Isso representa 25% do total de R$ 186,4 milhões das receitas não tarifárias obtidas pela companhia no ano passado. É um valor superior ao obtido na exploração de publicidade, lojas e espaços nas estações e telefonia.

Embora os números e prazos desse projeto de expansão comercial ainda sejam sigilosos, somente a ampliação do shopping Itaquera renderá R$ 4 milhões adicionais à empresa. Essa obra deverá estar pronta para o Dia das Mães de 2018, ano em que também deve ser inaugurado o empreendimento da estação Marechal Deodoro, cuja documentação já está em análise na prefeitura.

"A crise econômica traz efeitos para todos, mas estamos trabalhando para minimizar seu impacto no Metrô, desonerar seus custos. Ter um empreendimento colado em uma estação do metrô é uma ótima oportunidade, temos mais de 4 milhões de usuários por dia", afirma José Carlos Nascimento, diretor financeiro do Metrô.

Em 2015, a empresa arrecadou R$ 1,7 bilhão com receitas tarifárias. Em 2016, a companhia espera arrecadar R$ 60 milhões a menos, razão pela qual deseja alavancar outras fontes de receita.


Em meio à crise econômica, prejudicaram as contas do Metrô a queda de passageiros pagantes e o aumento de beneficiários de gratuidades e descontos, como estudantes, idosos e deficientes.

Aquilo que o Metrô deixa de arrecadar com as gratuidades deve ser reembolsado pelo governo do Estado, mas esse, em 2015, deixou de repassar R$ 66 milhões dos R$ 330 milhões previstos.

Com menos recursos, o Metrô corta custos de operação, o que prejudica a manutenção de trens e a qualidade do serviço. Os investimentos em expansão da rede não são afetados, pois essas obras são pagas diretamente pelo governo.

Além disso, por falta de moedas para o troco, a companhia tem sido forçada a dar desconto nas passagens de R$ 3,80 compradas em dinheiro nos guichês das estações.

São Bento

O centro comercial previsto pelo Metrô para a Estação São Bento terá uma característica diferente dos demais: ele não será um shopping vertical.

A proposta da companhia, que está mais avançada que as demais, é aproveitar e revitalizar o boulevard que já existe na estação, na saída próxima ao Mosteiro de São Bento. Até optar por essa licitação, a empresa negociava a locação de espaços individualmente; hoje, no local, muitos deles estão de portas fechadas.

Cerca de 45 espaços integrarão o novo centro comercial, tanto na área livre quanto na área paga (depois das catracas). A maioria dos estabelecimentos deverá ser destinado para alimentação, com restaurantes e redes de fast foods.

Metrô de SP quer turbinar suas atividades fora dos trilhos para obter mais receitas

Obtida pela Folha de São Paulo, a proposta do Metrô prevê 1.700 m² de área locável, em um total de 4.500 m². A manutenção desse espaço deverá ser realizada pela iniciativa privada.

Inicialmente batizado de Complexo São Bento, o empreendimento terá prazo de dez anos de concessão, com possibilidade de renovação por igual período.

A remuneração mínima esperada pela companhia é de R$ 960 mil anuais, distribuídos entre a arrecadação com aluguel e o alívio em contas de manutenção, segurança e IPTU.

É exigido ainda um investimento mínimo inicial de R$ 3 milhões em infraestrutura, com reformas de rede hidráulica e elétrica, instalação de sistema de exaustão e equipamento de segurança e incêndio.

"Esse empreendimento está do lado da Ladeira Porto Geral, imaginamos que será muito atraente para quem descer na Estação São Bento para fazer compras na Rua 25 de Março", avalia José Carlos Nascimento, diretor financeiro do Metrô.

Nascimento acredita que, com a revitalização, o complexo também volte a oferecer atrações culturais.

Destinada a operadoras de shoppings, centros comerciais e consórcios de franquias, a licitação deve ter seu edital publicado até o final de Setembro de 2016.

Já no caso dos outros empreendimentos, uma audiência pública será realizada em Outubro de 2016 para que seus planos ainda sejam discutidos. 

Fonte da Notícia: Folha de São Paulo

Bicicletários da Linha 4-Amarela passam a exigir cadastro biométrico

Os usuários interessados em usar os bicicletários da Linha 4-Amarela tiveram até o último dia 18/09/2016 para realizar cadastramento biométrico. Desde essa data, o acesso é permitido somente para usuários registrados.
Primeiro é necessário preencher um pré-cadastro no site da empresa (www.viaquatro.com.br/bicicletario) com dados pessoais e aceitar o termo de uso. Para conclusão e confirmação do cadastro, o ciclista deve ir a um dos bicicletários da Linha 4-Amarela, localizados nas Estações Fradique Coutinho, Pinheiros ou Butantã, e apresentar documento original com foto, comprovante de residência e o número de protocolo gerado no pré-cadastro feito pela internet.
Vagas
Estação Pinheiros: 123 vagas
Estação Butantã: 150 vagas
Estação Fradique Coutinho: 86 vagas

Horário de Funcionamento
 
·       Bicicletário Estação Butantã: 6h às 22h Diariamente
·       Bicicletários estações Pinheiros e Fradique Coutinho: 4h40 à meia-noite - Domingo a sexta-feira e 4h40 à 1h – Sábado

Mais informações estão disponíveis no link http://www.viaquatro.com.br/guia-do-usuario/bicicletario ou podem ser obtidas na central de atendimento 0800 770 7100.
 
Fonte da Notícia: Diário da CPTM

Metrô negocia pagamento de R$ 108 milhões de dívidas por modernização de 98 composições

O Metrô de São Paulo reconheceu mais duas dívidas milionárias com consórcios contratados em 2009 para reformar 98 trens das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha. Os débitos somam R$ 108 milhões e o pagamento em parcelas até Abril de 2017 foi negociado com a Alstom Brasil Energia e Transporte, empresa acusada pelo Ministério Público Estadual de integrar um cartel para fraudar licitações de metrô e trens durante os Governos José Serra e Geraldo Alckmin, ambos do PSDB. Com isso, as dívidas do Metrô acumuladas com fornecedores já chegam a R$ 150 milhões.
O maior débito, no valor de R$ 70,8 milhões, é com o Consórcio Reformas Metrô (Alstom e Iesa), para “modernização” de 22 trens e fornecimento de equipamentos na Linha 3-Vermelha. Outra dívida, de R$ 37,5 milhões, é com o Consórcio Modertrem (Alstom e Siemens), para reforma de 25 trens da Linha 1-Azul. O Estado mostrou que o Metrô já havia negociado pagamento de R$ 41 milhões de dívidas com o Consórcio BTT (Bombardier, Temoinsa e Tejofran), contratado para reformar 26 trens da Linha 1-Azul.
O Metrô afirmou, em nota, que “o procedimento é totalmente legal e previsto nas relações com fornecedores de serviços e obras” e que “não há qualquer prejuízo” à empresa e “nos serviços prestados aos usuários com os parcelamentos”.
Ao todo, o Metrô assinou quatro contratos em Abril de 2009 para reforma de 98 trens no valor de R$ 1,7 bilhão. Até agora, 80 trens já foram reformados. Segundo denúncia feita pelo MPE à Justiça em 2015, houve conluio entre as empresas para dividir as contratações e os valores apresentados na licitação tiveram sobrepreço de R$ 122 milhões. Seis executivos das empresas viraram réus. O Metrô afirmou à época que a denúncia não envolvia nenhum funcionário da estatal, que não compactua com irregularidades e colabora com a Justiça.
Fonte da notícia: Revista Ferroviária.

Metrô de São Paulo perde 300.000 passageiros por dia nos últimos 12 meses

Em meio à crise econômica e a alta do desemprego, o Metrô de São Paulo perdeu 300 mil passageiros diários, em comparação com 2015. A queda no número de usuários se acentuou neste mês. Entre janeiro e maio, a companhia registrou 100 mil passageiros a menos por dia, em relação ao mesmo período de 2015.
Segundo o Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, o Metrô transportou diariamente 4,7 milhões de passageiros por dia na média de julho de 2015. Neste ano, porém, houve queda de 6,3%, chegando a 4,4 milhões de usuários diários.
Esse índice considera as Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata, do Metrô, mas exclui a Linha 4-Amarela, administrada pela ViaQuatro. Em junho, último mês com balanço fechado, a concessionária registrou queda de 1,43% no número de passageiros da Linha 4. Foram 693,6 mil, em média, em dia útil, em junho de 2015, ante 683,7 mil no mesmo mês deste ano.
"Números recentes falam em 1,6 milhão de desempregados na Grande São Paulo, e o Metrô tem transportado a menos cerca de 300 mil pessoas por dia", disse Pelissioni, em entrevista à Rádio Estadão. Segundo o secretário, o recuo é reflexo da "crise econômica pela qual passa o País".
O Secretário negou que o aumento na concessão de gratuidades tenha grande impacto nas finanças da companhia, mas afirmou que o menor número de usuários tem diminuído os recursos do Metrô. "Cada vez eu tenho menos receita e as despesas são as mesmas: energia, funcionários", disse. "O que tem impactado o caixa é a própria crise econômica."
A pasta não informou qual foi a queda na receita tarifária do Metrô. Em Junho de 2016, o diretor de Operações da empresa, Mário Fioratti, disse que, graças à queda no número de passageiros,de 86 mil a 100 mil por dia (sem considerar a Linha 4-Amarela) ,havia previsão de redução de R$ 60 milhões no orçamento para 2016. Recentemente, a companhia abriu um Plano de Demissão Voluntária, o primeiro desde 1998.
Explicação
Especialista em transportes, o engenheiro de tráfego Horácio Augusto Figueira aponta a crise econômica como a causa "mais provável" para a redução do número de passageiros. "As pessoas acabam deixando a faculdade de lado ou ficando desempregadas. A demanda cai naturalmente."
Para Figueira, o índice triplicar em poucos meses se explica pelo tamanho da demanda do Metrô. "Qualquer variação implica em um número muito grande de pessoas", disse o especialista que, usuário do transporte, tem notado os trens "menos cheios". "Isso não justifica qualquer discurso para parar de investir, porque a demanda vai voltar. É um bom momento para se planejar."
Outra hipótese do especialista é que os usuários estejam migrando para outros meios de transporte. Em Junho de 2016, a SPTrans viu crescer o número de passageiros em 2,4%, em comparação com o mesmo mês de 2015.
Fonte da notícia: Diário do Grande ABC

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Obras da Linha 6-Laranja são paralisadas por falta de verbas

A concessionária Move SP, responsável pelas obras da Linha 6-Laranja do Metrô, anunciou a paralisação das obras por tempo indeterminado.

De acordo com a empresa, “a suspensão das atividades de construção é devido às dificuldades vivenciadas na contratação do financiamento de longo prazo, condição indispensável à continuidade do Projeto.”

Ela faz parte do grupo Odebrecht, que vem enfrentando problemas com a Operação Lava Jato, e, por consequência, a tomada de empréstimos está sendo mais difícil. A concessionária também será responsável pela manutenção da linha quando ela estiver pronta.

Ainda estão sendo providenciados junto ao BNDES e ao Governo do Estado de São Paulo, alternativas para o reequilíbrio da PPP de implantação da Linha 6-Laranja. De acordo com a Move SP, “durante esse período serão mantidos o processo de desapropriação, o atendimento à comunidade e a logística para recebimento dos tatuzões já adquiridos.”

Fonte da Notícia: Diário do Transporte