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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Metrô terá Operação Especial na volta do feriado, 04/05/2015

Na próxima segunda-feira (04/05/2015), retorno do feriado prolongado do Dia do Trabalho, o Metrô terá estratégia especial de operação. Nesse dia, para atender aos que retornam para a Capital, a abertura das estações será antecipada para as 4 horas da manhã nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha, por onde desembarcam os usuários que chegam pelos terminais rodoviários Tietê, Jabaquara e Barra Funda. A medida também será adotada nas linhas 2-Verde, operada pelo Metrô, e 4-Amarela, operada pela concessionária ViaQuatro. Já na Linha 5-Lilás, a operação ocorrerá no horário habitual, ou seja, a partir das 4h40. 

Amanhã, feriado do Dia do Trabalho, em função da redução de demanda, a frota de trens em circulação será equivalente à utilizada num domingo. No fim de semana, todas as linhas operadas pelo Metrô terão operação normal. 

Para mais informações sobre a rede metroviária, os usuários têm à disposição a Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), que atende diariamente, das 5h30 às 23h30. Já a Central de Atendimento da ViaQuatro atende pelo 0800 770 7100 de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22 horas e aos sábados e domingos, das 8 às 18 horas.

Fonte da Notícia & Imagem: Metrô

Governador promete Linha 6-Laranja concluída apenas em 2020

Mapa da Futura linha 6-Laranja do Metrô
Com a escavação de um poço de ventilação na Avenida Otaviano Alves de Lima - pista local da Marginal do Tietê, sentido Rodovia Castelo Branco -, na Freguesia do Ó, zona norte da capital paulista, Alckmin deu início simbólico às obras.

Serão 15 estações em um total de 15,3 Kms da chamada "linha das universidades", já que atenderá regiões como a da PUC, do Mackenzie e da Unip.

A obra será realizada no formato de PPP e, segundo Alckmin, trata-se de uma das maiores obras do País atualmente, no valor de R$ 9,6 bilhões.

Ainda de acordo com Alckmin, cerca de 70% das áreas das estações já foram desapropriadas, processo que deve ser concluído no primeiro semestre de 2016. O setor privado será responsável pela execução, operação e manutenção do serviço.

Haverá quatro conexões com a atual malha do Metrô e da CPTM: com as Linhas 7-Rubi e 8-Diamante, da CPTM, na Estação Água Branca; com a Linha 4-Amarela, do Metrô, na Futura Estação Higienópolis-Mackenzie; e com a Linha 1-Azul, do Metrô, na Estação São Joaquim.

As estações da Linha 6-Laranja serão: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Sesc Pompeia, Perdizes, PUC-Cardoso de Almeida, Angélica/Pacaembu, Higienópolis/Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim.

O Secretário dos Transportes, Clodoaldo Pelissioni, afirmou que o fato de um só consórcio ser responsável pela obra toda evitará atrasos. "A vantagem é que o consórcio assume toda a obra e todos os sistemas. Quando nós vamos fazer linha de metrô como a 5, temos de 40 a 50 contratos, e às vezes alguma empresa falha, nós temos que rescindir, fazer o contrato novamente", disse.
 
Fonte da Notícia: O Estado de São Paulo
Imagem: Governo de SP

Av. Luiz Carlos Berrini será interditada por 7 dias para obras da Linha 17-Ouro

Para dar continuidade às obras da Linha 17-Ouro do Metrô, em sistema Monotrilho, o Consórcio Monotrilho Integração solicitou à CET a interdição da Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, sentido Morumbi, junto ao cruzamento com a Avenida Jornalista Roberto Marinho. 

A alteração no tráfego será realizada dias 29 e 30/04/2015 e 04 e 05/05/2015, sempre no período entre 23h e 5h, para possibilitar a execução de serviços na estrutura das vigas da futura linha.

Agentes da CET cuidarão da orientação aos motoristas e da sinalização viária no local no período de interdição.

Fonte da Notícia: Metrô

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Governador promete Linha 17-Ouro até Paraisópolis

Obras do Monotrilho da Linha 17-Ouro
O Governador Geraldo Alckmin recebeu representantes da Paraisópolis no Palácio do Governo. Durante o encontro, ele ratificou o compromisso de levar o Monotrilho até a segunda maior favela de São Paulo.

A reunião entre o governador e o líder do movimento #EuAmoParaisópolis, Gilson Rodrigues, foi para debater questões relacionadas ao atraso do processo de construção da Linha 17-Ouro do Metrô. A obra deve melhorar o sistema de transporte público na região do Morumbi, onde a comunidade fica localizada.

Outro assunto tratado foi os projetos de urbanização da Paraisópolis, que incluem moradia popular da CDHU e saneamento básico, que estão paralisados.
 
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária 
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Obras na Futura Estação Higienópolis-Mackenzie interrompe operação da Linha 4-Amarela neste domingo (26.04.2015)

As estações Luz e República da Linha 4-Amarela permanecerão fechadas neste domingo, 26/04/2015, durante todo o dia para a execução de Obras na Futura Estação Higienópolis-Mackenzie. Já no trecho entre as estações Paulista e Butantã a circulação dos trens será normal. 

Assim, a transferência entre a Linha 4 - Amarela e o Metrô só será possível através da estação Consolação da Linha 2-Verde (Vila Prudente - Vila Madalena).

Os passageiros que precisarem acessar a estação Luz, poderão fazê-lo pela Linha 1-Azul (Jabaquara - Tucuruvi) e o acesso para a Estação República poderá ser feito pela Linha 3-Vermelha (Palmeiras/Barra Funda - Corinthians/Itaquera).

Essa interdição parcial da Linha 4-Amarela será necessária para continuidade da montagem do mezanino metálico da Estação Higienópolis-Mackenzie.

A ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela, informará os passageiros sobre essa mudança na operação por meio de mensagens nos monitores dos trens e estações, além de banner em destaque no site. Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), diariamente, das 5h30 às 23h30, ou na Central de Atendimento da concessionária ViaQuatro (0800 770 7100), de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h; sábado e domingo, das 8h às 18h.

Fonte da Notícia & Imagem: Metrô

O desafio dos usuários ao assistir um jogo no Itaquerão após às 22:00

Estação Corinthians-Itaquera (Linha 3-Vermelha)
Como sabem sou corinthiano que costuma frequentar os jogos do time porém quarta feira retrasada (16/04/2015), foi a primeira vez que fui à Itaquera, na Arena Corinthians, para ver um jogo que começaria às 22h. O jogo em questão era Corinthians X San Lorenzo, pela Taça Libertadores, valendo classificação para a próxima fase.

Semana passada, um trem quebrou na Estação Brás por volta das 17h30 e a equipe de manutenção não conseguia

rebocar o trem. O caos estava feito. Hora de pico = linha 3 = problema na linha = caos. Por uma boa parte da linha, os trens estavam passando por apenas 1 via, acarretando velocidade reduzida e maior de tempo de parada nas estações. Foi um efeito domino que levou as linhas 1 e 2 diminuírem suas velocidades porque o sistema estava lotado.

Moro no Butantã e para chegar ao estádio tenho que utilizar as Linhas 4-Amarela e 3-Vermelha, ambas do Metrô. Sabendo do caos, decidi seguir até a Luz, na CPTM, para chegar ao estádio. Já dentro do trem d alinha amarela, por volta das 19h30, o aviso sonoro dizia: “Não vá para Luz. Utilize outras linhas”. Meu plano foi por água a baixo e decidi descer na República mesmo e pegar a Linha 3-Vermelha. Quando ia descer, vários corintianos estavam voltando pro trem e iam para a Luz dizendo que estava o caos a plataforma da linha 3 e iam tentar a Luz. Telejornais mostravam que não estavam deixando todos entrarem na Estação Anhangabaú devido a estação já estar superlotada. Então lá fomos nós para Luz.

Chegando na Luz, via-se o pesadelo. As escadas rolantes da linha Amarela paradas para que as pessoas demorassem mais para chegar ao topo. Anúncios dizendo: “Não vá para CPTM”. Uma gritaria e corre corre começou, porém não sabia o que era, e o anúncio mudou: “Mantenham a calma”. Subimos as escadas e não tinha mais como nem ir para a Linha 1-Azul e nem para CPTM. Muitas pessoas sentadas e paradas.

E lá vamos nós voltar para a República. Na Estação República, a plataforma estava lotada e os trens viam aos poucos e com pouca velocidade. Depois de uns 4 trens e muito empurra empurra, consegui. Anhangabaú, próxima estação, lotada, não entrava ninguém.

O medo chegou na próxima: Sé! O que se via do lado de for a era um mar de gente que já estava ali há horas. E iriam continuar. Meia dúzia entrou. No Brás deu uma esvaziada e depois seguiu-se viagem.

Cheguei em Itaquera e o jogo teve público recorde: mais de 41.000 pessoas. O jogo ficou no 0x0 e terminou às 00h00. Em dia de jogos, o metrô funciona na região até às 00h30 porém a CPTM não. Fui com passos largos até Arthur Alvim e o que passei pra chegar tenderia a ser leve do que estava por vir. Não vinha trens e a estação lotando. Depois de 10 minutos chegou o primeiro já super lotado, vindo de Corinthians – Itaquera. Entrou umas 10 pessoas que tiveram que empurrar pra entrar. Isso já era 00h20 e a funcionária da estação anuncia: “Encerraremos nossas atividades em 10 minutos”. Para que? Revolta e começaram a gritar: “manda trem então”. Faltando 5 minutos para o término da operação veio outro trem lotado e entrei empurrando. Porém, muitas pessoas ficaram na estação. Pais com crianças pequenas, idosos e etc. E pelo andar da carruagem só viria mais 1 trem e me disseram que em Corinthians-Itaquera estava super lotada também.

Não foi um dia fácil e creio que para a saída dos jogos, o Metrô deve melhorar seus serviços. E a pergunta que fica: e nos dias que tiver decisão de pênaltis?

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem de Rafael AC

Metrô esclarece readmissão de funcionários



O Metrô recebeu a sentença judicial que julgou o processo dos 37 funcionários demitidos durante greve realizada em Junho de 2014. A Companhia vai recorrer da decisão, respeitando o princípio de ampla defesa. Cabe esclarecer que a mesma sentença não determina a imediata reintegração, o que somente poderá acontecer ao final do processo, quando acabarem todos os recursos.

O Metrô respeita as decisões judiciais e reitera que as demissões não se basearam no ato de greve, mas tão somente nos abusos cometidos durante os dias de paralisação. Defender os demitidos é ignorar a decisão judicial do TRT, que julgou a greve abusiva e ignorar o sofrimento de quase 5 milhões de usuários diários no Metrô.

As demissões foram motivadas por abusos dos funcionários durante a greve que deixou vários passageiros sem transporte público em São Paulo. Imagens mostram os grevistas impedindo trens de saírem das estações, prejudicando toda a circulação do sistema.

A greve foi considerada abusiva pelo TRT. A paralisação teve início no dia 05/06/2014. O julgamento ocorreu no domingo, dia 8/6, quando o TRT determinou que os empregados em greve retornassem imediatamente ao trabalho, o que foi descumprido pela categoria. Essa atitude desrespeitosa dos grevistas prejudicou a população de São Paulo e mostrou a evidência de se tratar de uma greve com o objetivo único de inviabilizar o início da Copa do Mundo na cidade.

As dispensas dos funcionários tiveram início no dia 09/06/2014, somente após os grevistas terem descumprido a ordem do TRT e mantido a paralisação. As demissões foram fundamentadas em provas documentais e objetivas.  E, desde o início do processo das demissões, a Companhia assegurou a todos o direito de ampla defesa em respeito às garantias individuais e apreço à  categoria dos metroviários.

Fonte da Notícia: Metrô

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Governador informa prazo para finalizar a obra da Linha 5-Lilás

Obras da Futura Estação AACD-Servidor (Linha 5-Lilás)
Uma das três tuneladoras que estão em trabalhos nas obras da Linha 5-lilás do Metrô chegou à Futura Estação AACD-Servidor. Desde o início da operação deste tatuzão, que partiu do Poço Bandeirantes em setembro de 2013, mais de 2.400 metros de túneis já foram construídos.

“Aqui são dez estações que nós vamos entregar. Mais de 10km de Metrô. Chegando até Chácara Klabin, interliga com a Linha 2-Verde, e também até Santa Cruz, interliga com a Linha 1-Azul, a Norte-Sul. Uma expectativa de 780 mil passageiros dia, é a chamada Linha da Saúde. Porque aqui [Linha 5-Lilás] atende o Hospital do Servidor, a AACD, o Hospital São Paulo, o Hospital Edmundo Vasconcelos, muitas clínicas e muitos hospitais”, disse o Governador Geraldo Alckmin.

Prazos

Mais realista em relação a projeções passadas, Alckmin detalhou os prazos das 10 estações em obras da Linha 5-Lilás:

– Primeiro semestre de 2017: Entrega das estações Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin

– Segundo semestre de 2017: As demais estações, com exceção de Campo Belo, que será entregue em 2018.

O investimento na expansão da linha será de R$ 8,9 bilhões, incluindo a compra de 26 novos trens. A previsão é que 781 mil passageiros sejam transportados diariamente nessa linha quando a operação for plena.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem de Leonardokt

Frota K e seus mais variados problemas

Composição K07 do Metrô de São Paulo
Semana passada, vagões de um trem da Frota K se soltaram um do outro e o trem se dividiu em 2. Não foi a primeira vez que um trem da frota causou problemas. Falhas no fechamento das portas, no sistema de ar condicionado e na tração dos trens são os principais problemas da frota K. Operadores do Metrô consideram a frota como "maldita". 

O histórico da frota inclui ainda abertura de portas com trem em movimento, descarrilamento e até mesmo incêndio, o que assusta até operadores experientes. A Frota K roda na Linha 3-Vermelha desde 2011 e é composta por trens da antiga frota Cobrasma (Frota C) reformados pelo consórcio MTTrens, encabeçado pela empresa TTrans, uma das acusadas de formação de cartel na contratação de serviços para reformar os trens e ampliar a malha ferroviária de São Paulo. Em um dos incidentes mais graves, a composição K07 abriu todas as portas, em ambos os lados, na Estação Santa Cecília. 

O mesmo K07 já foi protagonista de um descarrilamento próximo a estação Barra Funda. A composição K01 também é temido pelos operadores. Segundo o sindicato dos Metroviários, ele chegou a pegar fogo em 2011, na Estação Sé. Os usuários foram retirados do trem e a composição foi recolhida. Houve também um incidente onde um trem da frota fechou as portas que atingiram a cabeça de uma usuária. O sinal de fechamento das portas não teria tocado.

“O Metrô quer acobertar essas situações, mas o K-07 é o único trem que opera com um supervisor de maquinista”, diz um funcionário do Metrô paulista que não quis se identificar. “Isso é um absurdo. É como se eles reconhecessem os perigos que o K-07 oferece às pessoas.” 

Fonte da Notícia: Portal Mobilidade SP
Imagem de Diego Siilva (2011)

Justiça determina que 37 metroviários sejam recontratados

A Justiça decidiu semana passada, em 1ª instância, que os 37 metroviários demitidos durante uma greve em junho do ano passado sejam readmitidos pelo Metrô de São Paulo.

O juiz Thiago Melosi Sória, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, considerou "inválidas as dispensas por justa causa" feitas na época. Segundo o magistrado, houve "vício formal" por parte da empresa ao demitir os funcionários, já que não descreveu o que eles haviam feito de errado para serem dispensados.

Ao fim da greve, recordou Sória, o Metrô enviou telegramas idênticos a oito metroviários demitidos, sem relatar a conduta que levou cada um a ser desligado.

Os funcionários, no entanto, só devem ser reintegrados quando não houver mais possibilidade de recurso. Isso porque o Metrô detém uma liminar que impede a readmissão. A empresa informou que "analisará as decisões do Poder Judiciário e se manifestará sobre as medidas cabíveis".

Fonte da Notícia: Estadão

Linha 15-Prata passa a ter horário de funcionamento estendido no final de Abril de 2015


Composição do Monotrilho da Linha 15-Prata
O Secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, afirmou na manhã que o primeiro trecho da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo terá seu horário de funcionamento ampliado para 12 horas diárias ainda em Abril de 2015. 

O funcionamento integral da estrutura só ocorrerá em Agosto de 2015, ou seja, um ano após o Governador Geraldo Alckmin  entregar a obra.

Com isso, o ramal passará a funcionar das 7h às 19h ainda neste mês. Hoje, o percurso de 2,9 km entre as Estações Vila Prudente e Oratório só ocorre das 9h às 14h. Esse trecho do monotrilho foi aberto ao público no fim de Agosto de 2014, mas ainda segue fechado durante a maior parte do dia.

Pelissioni alegou problemas de fornecimento elétrico para justificar a demora de mais de sete meses para a entrega total das duas primeiras estações da Linha 15-Prata. Uma das promessas do governo estadual para a construção de monotrilhos era o menor tempo de execução da obra. Mas a construção da Linha 15-Prata começou em 2009.

- Temos duas empresas fazendo serviços para que possamos estender o horário. Primeiro, é a (fabricante de trens canadense) Bombardier, que está comissionando quatro trens para que a gente possa fazer a operação por 12 horas. Isso está sendo concluído até o final desse mês. E nós temos um problema lá com a questão da energia, que é um contrato (entre) Siemens e MPE. A Siemens oferece equipamentos e a MPE é que faz serviços de ligações de energia. A MPE está com problemas, vocês estão acompanhando a Operação Lava Jato.

Com isso, de acordo com ele, a Siemens está assumindo os serviços da MPE.

- Até o fim de Abril de 2015, queremos colocar ali em operação comercial.

Questionado, no entanto, se a operação já será comercial plena, ou seja, das 4h40 à meia-noite, Pelissioni disse que não.

- É o horário de 12 horas, das 7h às 19h. Depois, a gente tem um outro plano de expansão para até Agosto de 2015.

A Linha 15-Prata terá 26,6 km de extensão, entre a Vila Prudente a Cidade Tiradentes, na zona leste, ao custo de RS 5,5 bilhões.

Fonte da Notícia: Portal R7 
Imagem de Eduardo Ganança

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Metrô terá Operação Especial durante o feriado de Tiradentes (17 à 21/04/2015)

O Metrô terá estratégia diferenciada de operação na próxima terça-feira (21/04/2015), feriado de Tiradentes. Nesse dia, em função da redução de demanda, a frota de trens em circulação será equivalente à utilizada num domingo. 

Na quarta-feira (22/04/2015), para atender aos que retornam do feriado prolongado, a circulação dos trens será antecipada para as 4 horas da manhã nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha, por onde desembarcam os usuários que chegam pelos terminais rodoviários Tietê, Jabaquara e Barra Funda; e Linha 2-Verde. Na Linha 4-Amarela, que é operada pela ViaQuatro, o horário de abertura das estações também será antecipado para as 4 horas. Já na Linha 5-Lilás, a operação terá início no horário habitual, ou seja, a partir das 4h40. 

Para mais informações sobre a rede metroviária, os usuários têm à disposição a Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), que atende diariamente, das 5h30 às 23h30. Já a Central de Atendimento da ViaQuatro atende pelo 0800 770 7100 de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22 horas e aos sábados e domingos, das 8 às 18 horas.

Obras na Futura Estação Higienópolis-Mackenzie interrompe operação da Linha 4-Amarela neste domingo (19.04.2015)

Neste domingo (19/04/2015), as Estações Luz e República da Linha 4-Amarela permanecerão fechadas durante todo o dia para a execução de obras na Estação Higienópolis-Mackenzie. Já no trecho entre as Estações Paulista e Butantã, a circulação dos trens será normal.

Como alternativa, os passageiros serão atendidos no trecho interditado pelo PAESE sobre trilhos, ou seja, eles poderão acessar a estação Luz pela Linha 1-Azul (Jabaquara -Tucuruvi) e a Estação República pela Linha 3-Vermelha (Palmeiras/Barra Funda-Corinthians/Itaquera). Já a transferência entre a Linha 4 e o Metrô só será possível através da estação Consolação da Linha 2-Verde (Vila Prudente - Vila Madalena).

A interdição parcial da Linha 4-Amarela será necessária para continuidade da montagem do mezanino metálico da Estação Higienópolis-Mackenzie

A ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela, informará os passageiros sobre essa mudança na operação por meio de mensagens nos monitores dos trens e estações, além de banner em destaque no site. Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações do Metrô (0800 770 7722), diariamente, das 5h30 às 23h30, ou na Central de Atendimento da concessionária ViaQuatro (0800 770 7100), de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h; sábado e domingo, das 8h às 18h.

Fonte da Notícia & Imagem: Metrô

Av. Roberto Marinho será interditada durante 7 dias para obras da Linha 17-Ouro

Para dar continuidade às obras da Linha 17 - Ouro do Metrô, o Consórcio Monotrilho Integração solicitou à CET a interdição da Av. Jornalista Roberto Marinho, na pista sentido Jabaquara, junto ao cruzamento com a Av. Chucri Zaidan.

A alteração no tráfego será realizada dias 16, 17, 22, 23 e 24/04/2015, sempre no período entre 23 e 05 horas, para possibilitar a montagem da passarela de emergência da futura linha.

Agentes da CET realizarão acompanhamento do evento, orientação aos motoristas e sinalização viária no período de interdição.

Fonte da Notícia: Metrô

Colunista da Revista Veja tem publicidade de livro vetada pelo Metrô de SP

Pátio Jabaquara do Metrô
O Livro Contra a Maré Vermelha, escrito por Rodrigo Constantino e publicado pela Editora Record, teve a veiculação de sua publicidade vetada nos espaços públicos do Metrô de São Paulo. Por meio de publicação em sua página no Facebook, o economista e colunista da Veja.com acusou a empresa de censura e pediu ajuda aos seus seguidores para divulgar o ocorrido.

Lançado no Rio de Janeiro, o livro reúne 80 crônicas de Constantino publicadas em O Globo de 2009 a 2014. “Sempre de modo original, e sem medo de patrulha, o autor destrincha o país em que vivemos e mais uma vez mostra por que é voz incontornável para o Brasil que não barganha com a democracia”, informou a editora em sinopse sobre a obra.

A publicidade vetada pelo Metrô paulista trazia duas peças preparadas para divulgar o conteúdo do livro, com as frases “Oitenta textos que não foram culpa do FHC” e “Cansado do governo? Rodrigo Constantino também”. Segundo o autor, os responsáveis pelo veto “alegaram que não podem utilizar nomes de políticos nem mencionar o governo nesse espaço”.

Em apoio a Constantino, o editor-executivo do Grupo Editorial Record, Carlos Andreazza, publicou nota, também no Facebook, alegando que o veto é um escândalo e uma prática medieval. “A questão fundamental, porém, é outra - e decorre da simples leitura do que foi censurado, cujo conteúdo, goste-se ou não, não fere qualquer direito ou lei: chegará, como parece, o momento em que nada mais poderá ser dito livremente no Brasil?”, questionou o editor.

Procurado pela reportagem do Portal Comunique-se, o Metrô de São Paulo informou que é totalmente favorável a liberdade de expressão e disponibiliza em suas dependências diversos espaços para manifestações artísticas, culturais e publicitárias. Porém, a publicação produzida pela Editora Record não se enquadra nas regras determinadas pelo “Regulamento para Exploração de Mídias em Áreas e Equipamentos de Propriedade da Companhia do Metrô”.

No regulamento consta o seguinte texto: "Artigo 20. É expressamente proibido à Autorizada e a seus empregados ou prepostos:

I - a veiculação de mensagens publicitárias que infrinjam a legislação vigente, atentem contra a moral e os bons costumes, possuam temas de cunho religioso ou político partidário, que possam prejudicar o desenvolvimento operacional do sistema metroviário ou a imagem da Companhia do Metrô e ou que possam suscitar comportamentos inadequados;".
 
Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem: Revista Veja

Vagões do Metrô se descolam na Estação Brás

Passageiros precisaram descer nos trilhos e caminhar até Estação Brás, na Linha 3-Vermelha; de acordo com sindicato, veículo que falhou recebeu o apelido de "trem problema"

Uma falha em um trem da Linha-3 Vermelha do Metrô prejudicou o fluxo em todas as estações da empresa e da CPTM, ontem, em São Paulo.

O Metrô afirma que, por volta das 17h30, o cabo responsável por unir um vagão ao outro de um trem que seguia em direção à estação Corinthians-Itaquera quebrou, impedindo o veículo de se mover.

A falha ocorreu próximo à estação Brás, quando os vagões estavam cheios. Passageiros precisaram descer do veículo e caminhar sobre os trilhos para evacuar o local, já que o trem ficou impossibilitado de seguir adiante. 

Apesar de ninguém ter ficado ferido, a falha gerou um efeito cascata em toda a malha ferroviária da cidade. Estações da linha Vermelha ficaram abarrotadas de pessoas tentando embarcar, já que o Metrô precisou fazer uma manobra entre as estações Brás e Pedro II para todos os trens circularem em via única compartilhada, afetando a velocidade das viagens.

Devido ao fato de o vagão afetado estar localizado bem na parte central trem, foram necessários dois veículos, um de cada lado, para rebocá-lo do local, o que só ocorreu por volta das 19h45, segundo o Metrô.

A situação só começou a se normalizar após esse horário, tornando a volta do paulistano para casa em pleno horário de pico longa e desgastante. As estações da CPTM também acabaram afetadas, já que houve grande fluxo de passageiros do Metrô em direção a elas.

"Trem problema"

O Metrô não confirma qual é a identificação trem que falhou ontem, mas, de acordo com fontes ouvidas pelo iG, foi o K24, conhecido entre os operadores da empresa como o "trem problema".

"O K24 é um trem famoso. Até brincamos com esse apelido de trem-problema, porque as falhas nele não são novidade para nós", afirma Altino dos Prazeres, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. "Os trens são compostos por seis carros, divididos em três blocos. E foi justamente o pedaço de ferro que dividia o bloco do meio que quebrou, desassociando-o do outro vagão. É uma situação grave."

Vice-presidente da Cipa, Alex Santana afirma que, apesar de a ocorrência não ter registrado nenhum ferido, ela poderia ter resultados "catastróficos". "Não foi só um cabo que quebrou, como diz a empresa. O engate é composto por dois ferros acoplados a uma estrutura que tem de aguentar toneladas. O trem ficou, literalmente, em duas partes", afirma ele. "Caso isso acontecesse em uma curva, o carro poderia até ter descarrilado."

De acordo com Santana, não há registro de casos semelhantes na história do Metrô de São Paulo. No entanto, o histórico negativo da Frota K, que transita pela Linha 3-Vermelha, a mais movimentada da capital paulista, é bastante conhecido. Foi nela que, em agosto de 2013, um trem descarrilou. E os casos não pararam por aí, em Setembro de 2014, o sindicato denunciou a ocorrência de quatro incêndios em trens da frota em um curto espaço de 15 dias. Em novembro, a Cipa afirmou que um trem da mesma frota precisou ser rebocado e recolhido devido a trepidações violentas, responsáveis por prejudicar usuários e funcionários. À época, os casos foram negados pelo Metrô.
 
Fonte da Notícia: Portal IG

Linha 6-Laranja poderá alcançar a Zona Leste de SP

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Mapa da Linha 6-Laranja do Metrô
Essa semana começaram enfim as obras da Linha 6-Laranja do Metrô, que deve ligar a Brasilândia à Estação São Joaquim. No evento em que marcou o início das construções, o Governador Geraldo Alckmin afirmou que os trens devem estar em funcionamento com passageiros em 2020
.
Imediatamente brotaram comentários nas redes sociais dos usuários que já não levam mais a sério as promessas, que sucessivamente sofreram atrasos. Neste caso especifico da Linha 6-Laranja, em 2008 o Governo do Estado já prometia a operação para 2012. Os prazos foram constantemente postergados para 2014, 2016, 2018, e agora é esperado para a 2020.

Claro que por se tratar de uma PPP, a concessionária Move São Paulo, que vai tocar as obras e operar a linha, tem interesses óbvios para que as estações estejam em funcionamento o quanto antes.

A Linha 6-Laranja deve crescer ainda nas duas pontas. Ainda em estudos, a linha laranja deverá ser expandida entre São Joaquim e Cidade Líder, na Zona Leste e entre Brasilândia e Bandeirantes.

O trecho São Joaquim-Cidade Líder terá 14,5 km e 13 estações (Aclimação, Largo Cambuci, Alberto Lion, São Carlos, Parque da Mooca, Vila Bertioga, Vila Canero, Anália Franco, Montemagno, Renata, João XXIII, Vila Antonieta e Cidade Líder). Já Brasilândia-Bandeirantes deverá contemplar cinco paradas (Bandeirantes, Vila Clarice, Centro de Convenções Pirituba, Velha Campinas e Morro Grande). A segunda extensão deve abrigar um pátio de estacionamento para quem mora em outras cidades e chega à capital pela Rodovia dos Bandeirantes.

Não existe previsão de obras nestes trechos…

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

Vagões do Metrô se soltam na Estação Brás (Linha 3-Vermelha)

Frota K "descolada" na Estação Brás
No fim da tarde ontem, vagões de um trem da Frota K se soltaram um do outro na Estação Brás da Linha 3-Vermelha do Metrô, o que causou diversas dificuldades para os usuários. O problema afetou toda a linha nos 2 sentidos. Usuários relataram que demoraram mais de uma hora para conseguir embarcar. As linhas 1-Azul e 2-Verde operaram com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido ao problema da Linha 3-Vermelha. A orientação do Metrô foi dar preferência a CPTM. Segundo o Metrô, o problema operacional na Linha 3 foi resolvido por volta das 19:57 e a circulação de trens das Linhas 1-Azul e 2-Verde também entraram em processo de normalização por volta das 20:02. A Estação da Luz ficou superlotada, e alguns usuários relataram brigas, empurra-empurra e pessoas querendo roubar as lojas da estação. O Terminal Parque Dom Pedro II também ficou superlotado, pois muitas pessoas recorreram a SPTrans para escapar dos problemas no Metrô.

Fonte da Notícia & Imagem: Mobilidade SP

terça-feira, 14 de abril de 2015

Metrô de SP X Folha de São Paulo: Quem tem razão?

Com o anúncio de novos prazos na entrega das futuras estações do sistema metroviário de São Paulo, somado a guerra ideológica partidária instalada em nosso país, sobretudo nas redes sociais, o Governo do Estado de São Paulo se vê em uma maré de criticas por conta dos já conhecidos atrasos.

A grande mídia, sabedora do que rende discussão que reverbera em acessos e vendas de jornais aproveita a onda e não economiza nas criticas.

O último episódio envolveu a Linha 15-Prata. A reportagem do jornal “Folha de São Paulo” compara o monotrilho da Vila Prudente com um trem fantasma, ainda que a linha opere com um pouco mais de 3 km de operação em horário reduzido: “Esse é o cenário diário no monotrilho da zona leste de São Paulo, obra do Governo Geraldo Alckmin que parece um trem-fantasma se comparada a qualquer transporte público da cidade” – diz a reportagem, que ainda menciona que as obras estão paradas e questiona o fato da “descoberta” do córrego Mooca tardiamente, que teria acarretado nos atrasos.

Um dos textos ainda compara o elevado do monotrilho com o Elevado Costa e Silva, o minhocão, grande trauma do paulistano, que acabou por degradar a região em que foi erguido.

Metrô rebateu a reportagem

O Departamento de imprensa do Metrô rebateu a matéria, apontando sensacionalismo na abordagem, em um tom incomum adotado pela empresa, cujo o Governo do Estado é seu maior acionista:

A reportagem “Trem-Fantasma” ignora que o monotrilho da Linha 15,-Prata transporte novo e inédito no Brasil, esteja em testes. O título é sensacionalista e não tem lógica dada a condição atual do trecho, que opera em fase de visita controlada e gratuita. São erradas também as informações sobre falha no projeto e paralisação das obras. A questão das galerias pluviais foi identificada no projeto básico e a solução no projeto executivo. As obras de correção do córrego serão iniciadas já em abril. As demais obras da extensão da Linha 15 estão em andamento e não há paralisações. O infográfico que ilustra a matéria deixou de apresentar as novas Linhas 6-Laranja e 18-Bronze. São sete grandes empreendimentos do Metrô, que acrescentarão 104,5 km de trilhos à rede.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus

Polícia investiga morte de deficiente visual nos trilhos da Linha 3-Vermelha

Acidente metrô
Seguranças retirando corpo de deficiente visual morto nos trilhos da Estação Sé
Um deficiente visual morreu na noite de 12/04/2015 ao tentar embarcar em um trem da Linha 3-Vermelha do Metrô. Por volta das 21h50, o usuário caiu no vão entre as composições que partiam no sentido Palmeiras-Barra Funda, na estação Sé, e morreu no local. Ele foi retirado por agentes de segurança do Metrô.

Em nota, a assessoria do Metrô disse que está colaborando com a investigação, que "os funcionários do Metrô estão capacitados a auxiliar usuários portadores de deficiências" e "que todas as estações são acessíveis e dotadas de piso podotátil para que os usuários tenham autonomia de locomoção, se assim desejarem".

Ainda segundo o Metrô, a vítima não solicitou ajuda aos funcionários e teria embarcado na Estação Portuguesa-Tietê, da Linha 1-Azul, acompanhada de outro passageiro.

O caso está sendo investigado pela Delpom.

Fonte da Notícia: Veja São Paulo
Imagem de Fábio Baruk

Escavações para obras da Linha 6-Laranja começaram ontem

Mapa da Futura Linha 6-Laranja
O Governador Geraldo Alckmin iniciou ontem, as obras de escavação do VSE Tietê (poço de ventilação) da Linha 6-Laranja, que ligará a região noroeste da cidade ao centro (Brasilândia - São Joaquim) e está inserida no contexto de um amplo projeto de integração da malha metroferroviária de transporte público do governo do Estado de São Paulo.  O valor do contrato para a construção da Linha 6-Laranja é de R$ 9,6 bilhões.

A escavação começa na Avenida Otaviano Alves de Lima, na Freguesia do Ó, na zona norte da cidade, e será realizada pela Concessionária Move São Paulo, empresa responsável pela construção, operação e manutenção da Linha 6-Laranja de Metrô de São Paulo.

O modelo de PPP é inovador e o investidor privado assume a responsabilidade de execução, operação e manutenção do serviço, sob fiscalização e acompanhamento do poder concedente que, dessa maneira, pode concentrar recursos em outras áreas também essenciais para a população. No caso da Linha 6-Laranja, a iniciativa privada atua desde o início da obra e é responsável pela construção, compra de equipamentos, operação, manutenção e há total integração dos processos. Uma importante vantagem é que o governo somente iniciará o pagamento pelos serviços prestados quando começar a operação.

A Linha 6-Laranja é um projeto de alta complexidade e a previsão de entrega é 2020. Será empregado o que há de mais moderno em mobilidade, tanto do ponto de vista de construção quanto de gestão e operação. É o sistema que se apresenta como a melhor alternativa para as necessidades de São Paulo em termos de mobilidade urbana.

São 15,3 quilômetros subterrâneos, com 15 estações localizadas em uma área urbana bastante populosa. Dois shields, conhecidos como “tatuzões”, partirão em direções distintas a partir do VSE Tietê. Um, vai escavar o túnel em direção a São Joaquim e o outro em direção a Brasilândia. As estações serão Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, Sesc Pompéia, Perdizes, PUC-Cardoso de Almeida, Angélica/Pacaembu, Higienópolis/Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista, São Joaquim.

Quando entrar em operação, a Linha 6-Laranja oferecerá quatro pontos de conexão com a rede metroferroviária: Linha 7-Rubi (Água Branca); Linha 8-Diamante (Água Branca); Linha 4–Amarela (Higienópolis/Mackenzie) e Linha 1-Azul (São Joaquim), reforçando o conceito de rede integrada proposto pelo governo. Serão 32 frentes de trabalho, divididas em 15 estações, 17 postos de ventilação e um pátio de trens. As obras devem gerar cerca de 10 mil novos postos de trabalho diretos e indiretos. A Linha 6-Laranja será totalmente subterrânea, deverá transportar 633 mil pessoas por dia. Além disso, o percurso, que hoje é feito em até 1 hora e meia, passará a ser feito em 23 minutos o que vai facilitar o acesso da população às diferentes oportunidades da cidade nas áreas de lazer, cultura e trabalho.

Fonte da Notícia: Move SP
Imagem: Portal Via Trólebus

Deficiente visual morre ao cair nos trilhos da Linha 3-Vermelha

Estação Sé (Linha 3-Vermelha)
Um deficiente visual de 35 anos morreu na noite de 12.04.2015 ao tentar embarcar em um trem do Metrô na Estação Sé. O acidente ocorreu às 21h40 na plataforma da Linha 3-Vermelha, sentido Barra Funda.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Delpom, André Herculano dos Santos estava desacompanhado e caiu no espaço entre um vagão e outro.

A Polícia Civil instaurou inquérito, requisitou imagens do acidente e perícia.  O caso foi registrado como homicídio culposo.

O Metrô informou que "está colaborando para que a polícia investigue a ocorrência". A empresa diz que o homem caiu entre os vagões de um trem que partia sentido Palmeiras-Barra Funda. Quando entrou na Estação Portuguesa-Tietê, a vítima estava acompanhada por outro passageiro, que o guiava, segundo o Metrô.

"Cabe esclarecer que os funcionários do Metrô estão capacitados a auxiliar usuários portadores de deficiências. Porém, todas as estações do Metrô são acessíveis e dotadas de piso podotátil para que os usuários com deficiência visual tenham autonomia de locomoção, se assim desejarem. Por dia, o Metrô transporta cerca de 2 mil usuários portadores de deficiência de um total de 4,7 milhões de passageiros", completa a nota da companhia.

Fonte da Notícia: G1-SP 
Imagem: Estadão

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela serão retomadas este mês

Obras da Futura Estação São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela)
O Consórcio Corsán-Corviam deve retomar as obras na Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo até o fim de Abril de 2015. Após reuniões entre dirigentes do Metrô, do consórcio e da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, houve acordo que definiu ainda o prazo de 12 meses para a conclusão das Estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire, além do pátio e do terminal de ônibus de Vila Sônia.

O contrato para execução do restante das obras na Linha 4, pelo mesmo consórcio, será rescindido. Haverá nova licitação para que as estações Morumbi e Vila Sônia sejam concluídas.

As obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela, que incluem as quatro estações citadas, foram licitadas em 2011 e começaram em abril de 2012. Em Janeiro de 2015, o Metrô acionou o consórcio por causa da redução do ritmo das obras, que estariam atrasadas.

O acordo entre as partes foi avalizado pelo Bird, que financia a obra, o que, segundo o Metrô, “garante a disponibilidade dos recursos para a conclusão da linha”.

No mês passado, o Governador Geraldo Alckmin anunciou que nova licitação deveria ser feita para que outra empresa assumisse o restante das obras.

Na época, ele disse que o consórcio não tinha equipamentos nem insumos para que as obras continuassem. “Já comunicamos ao Banco Mundial para fazer rescisão contratual. Vamos levantar a garantia e aí, certamente, relicitar a obra”, afirmou.

Em nota, a concessionária havia respondido que, por causa do desequilíbrio econômico-financeiro da obra, vinha fazendo esforços para reajustar o fluxo de pagamentos do projeto de construção da Linha 4-Amarela do Metrô.

“O fato foi gerado por atrasos na entrega e definição dos projetos executivos por parte do Metrô. Além disso, há morosidade na aprovação de novos serviços, cuja responsabilidade está fora do escopo do contrato inicial”, diz a nota.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem: Metrô