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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Composições sem operadores estão cada vez mais frequentes no Metrô de São Paulo


Composição da Linha 15-Prata do Monotrilho funciona sem operador
Metrô guiado sem a presença de operador. Turistas que visitam a Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo podem ver como novidade, mas a funcionalidade já usada há algumas décadas mundo afora.

A adoção de sistemas metroviários sem condutor é cada mais frequente, e o último país que se tem notícia com a intenção de implantar a tecnologia é o Canada, onde a rede de Montreal deve 

instalar uma linha automática com 67 quilômetros de extensão, segundo o portal Railway Gazette.

A nova ligação ainda está em projeto, mas já é cotada como a terceira maior linha automática do mundo, ficando atrás do metrô de Dubai, com 80 km de linhas operadas sem condutores, além da rede automatizada de Vancouver, com 68 km.

De acordo com o site Metrobits.org, a primeira linha metroviária sem operador é a de Osaka, no Japão, instalada em 1981. O levantamento aponta pelo menos 37 sistemas deste tipo instados até o ano de 2013, porém o número é maior, já que excluí o Monotrilho da Linha 15-Prata de São Paulo.

América do Sul

Na América latina, apenas o Brasil detém da tecnologia na Linha 4-Amarela e na Linha 15-Prata. Futuras ligações como a 6-Laranja e 17-Ouro devem ser nas mesmas configurações. Além disso, o Metrô de Lima, no Peru, as futuras linhas 2 e 4, com previsão de entrega em 2019, também devem possuir trens automáticos.

Já na capital do Chile, Santiago, as futuras linhas 3 e 6, que estão em construção, já receberam os novos trens com tecnologia driverless
 
Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Créditos da Imagem Reservados ao Autor

Linha 4-Amarela informa tempo de chegada do próximo trem em estações

Painel informativo implantado em estações da Linha 4-Amarela
Desde 18/04/2016, quem viaja na Linha 4-Amarela sabe exatamente quando irá embarcar no próximo trem. A ViaQuatro, concessionária responsável pela operação e manutenção da linha, coloca em funcionamento uma nova ferramenta tecnológica que passa a informar nos monitores das plataformas quantos segundos faltam para o trem chegar às estações intermediárias (Pinheiros, Faria Lima, Fradique Coutinho, Paulista e República). No caso das estações terminais, Butantã e Luz, o sistema informa o tempo de partida dos trens.
A ViaQuatro é pioneira, e até hoje, a única operadora no Brasil a lançar esse serviço. A previsão do horário de chegada somente é possível graças ao CBTC utilizado pela ViaQuatro. Em algumas linhas de metrô do mundo com sistemas automáticos semelhantes ao da Linha 4-Amarela esse tipo de serviço também foi adotado.
A ferramenta inédita foi inteiramente desenvolvida pelos colaboradores da ViaQuatro. “Precisamos sempre aprimorar nossos serviços com o emprego de tecnologias cada vez mais avançadas e inovadoras. Com isso é possível suprir as exigências crescentes da população por maior regularidade, conforto e eficiência no sistema de transporte público. Nosso esforço tem sido reconhecido no alto índice de satisfação obtido junto aos usuários”, afirma o presidente da concessionária ViaQuatro, Harald Zwetkoff.
Sempre atenta à melhoria do serviço prestado, nos próximos quatro meses a ViaQuatro irá observar o impacto da iniciativa no comportamento dos passageiros. O cronômetro deve oferecer ao usuário a chance de programar sua viagem com maior tranquilidade. A expectativa é que a iniciativa estimule mudanças no comportamento de alguns passageiros, evitando correrias e interferências na operação comercial
A contagem regressiva é baseada no intervalo real entre os trens na Linha 4-Amarela, que nos horários de pico é de 2,5 minutos. O cronômetro zera quando o trem entra na plataforma e o monitor passa a exibir os vídeos educativos produzidos pela ViaQuatro e o status da operação de todas as linhas do Metrô e da CPTM. A contagem recomeça quando o trem parte. Nas sete estações estão instalados oito monitores em cada plataforma.
Fonte da Notícia e Imagem: Via Quatro

Sorrisos invadem estações do Metrô no Dia Internacional do Sorriso

Hoje (28/04/2016), é comemorado o “Dia Mundial do Sorriso”. Para marcar a data uma ação divertida foi promovida no Metrô de São Paulo. Bocas gigantes, com os lábios pintados e grafitados, ficarão expostas nas Estações Sé, Terminal Vila Prudente, Ana Rosa, Brás, Paraíso, República, Vila Madalena e Trianon-Masp. Ao todo, nove “sorrisões” vão levar mais alegria ao trajeto dos passageiros do sistema.

As instalações foram customizadas por grafiteiros e artistas plásticos reconhecidos nacionalmente. Ao lado das esculturas, localizadas nas Estações Terminal Vila Prudente, Ana Rosa e Brás, haverá a exibição de projeções visuais que vão proporcionar mais interatividade à mostra.

A iniciativa faz parte da 2ª edição do projeto “Sorriso para Todos”, desenvolvida pela Colgate, cujo objetivo é lembrar as pessoas sobre importância de cuidar bem da saúde bucal. Hábitos diários como a escovação e o uso correto do fio dental são fundamentais para manter os dentes “em dia”.

Curiosidades do “Dia Mundial do Sorriso”
 
Segundo relatos, a data foi criada pelo americano Harvey Ball, em 1963, na cidade de Massachussets. O mais interessante é que Ball é o idealizador do símbolo Smiley, atualmente, muito utilizado nas redes sociais.

Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mais composições modernizadas são canibalizadas pelo Metrô de São Paulo

L35
Composição L35 recém-canibalizada pelo Metrô
O Metrô de São Paulo, administrada pelo Governo Geraldo Alckmin (PSDB), ampliou a retirada de peças de trens para realizar manutenção de outras composições, o que é chamado de “canibalização” pelos metroviários, segundo denúncia do sindicato da categoria. Um mês atrás eram cinco e agora são nove. Os sindicalistas afirmam que há um esquema de maquiagem e transferência contínua entre os pátios da companhia para que não fique visível o desmonte.
 
Os primeiros trens “canibalizados”, conforme publicou a Rede Brasil Atuaç, foram as composições H59, K09, K17, K21 e L43. A essas se somam os trens L28, L30, L35, I10. São modelos de trens novos ou reformados que entraram em operação em 2010 (Frota H) e 2011 (os demais). A Frota K, por exemplo, é formada por 25 trens da frota C que foram modernizados – em um pacote de 98 composições modernizadas ao custo de R$ 1,7 bilhão.

Segundo os trabalhadores, o Metrô está com falta de aproximadamente 3 mil itens no setor de manutenção, dentre os quais, bancos de passageiros e de operadores, lâmpadas, faróis, motores de tração, redutores, vidros de janelas, portas, fechaduras, contrassapatas e até extintores de incêndio. Uma situação que vem ocorrendo há dois anos, segundo o sindicato.

Dos trens que estão sendo desmontados tudo o que pode ser aproveitado em outras composições é retirado: fechaduras de portas, bancos, luminárias, painel de operação, freios. Carcaças, placas de isolamento e fiação ficam expostas no interior dos vagões. Segundo o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior, o corte que Alckmin fez no repasse dos valores referentes às gratuidades no Metrô – aproximadamente R$ 255 milhões em 2014 e 2015 – é o que está afetando a aquisição de equipamentos e, também, o serviço à população.

No ano passado, por conta do contingenciamento de R$ 66,1 milhões da verba prevista para ser repassada ao Metrô como pagamento pelos passageiros com direito à gratuidade, a companhia fechou o ano de 2015 deficitária em R$ 73,9 milhões. Se o valor tivesse sido entregue, o prejuízo seria de R$ 7,8 milhões.

De acordo com os metroviários, os trens ficam parados no Pátio Itaquera (PIT) ou no Pátio Jabaquara (PAT) e são levados para o Estacionamento Pátio Belém (EPB) onde têm as peças retiradas, mas são maquiados para parecer inteiros. As peças são mandadas para a manutenção e os trens devolvidos ao local de onde saíram. Toda a ação ocorre nos finais de semana, sendo exigida a realização de hora extra dos servidores da manutenção.
J47
Composição J47 recém-canibalizada pelo Metrô

Segundo Altino, os trabalhadores do setor de manutenção estão sendo pressionados a liberar os trens para que voltem à circulação, mesmo que não estejam em condições. “A população é a mais prejudicada pela situação atual do serviço. Para que a situação não fique ainda pior existe uma pressão para que os trens sejam liberados, mesmo não estando 100%. Isso faz parte de um projeto do governo Alckmin de precarizar o Metrô para justificar a privatização”, afirmou.

Além desses, outros dez trens que poderiam servir as Linhas 1-Azul e 3-Vermelha estão parados porque o sistema com o qual eles operam (CBTC) é incompatível com o sistema implementado na via (ATO). São as composições L40, L41, I07, I23, J32, J40, J42, J44, J47 e J48. Por fim, a composição I12 está fora de operação desde 2012 devido a uma investigação do Ministério Público Estadual sobre uma colisão decorrida de uma falha no sistema operacional do veículo.

O número total de trens parados supera a chamada reserva técnica do Metrô, relativa a 10% do total de trens em operação, utilizada para substituir trens que eventualmente venham a falhar. O Metrô opera com 165 trens, e poderia ter até 17 trens ativos em reserva. Hoje há 20 composições inoperantes, segundo os metroviários. A estatal mantém as Linhas 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente), 3-Vermelha (Barra Funda-Itaquera) e 5-Lilás (Capão Redondo-Adolfo Pinheiro).

O CBTC está operante na Linha 2-Verde desde Fevereiro de 2016, mas, segundo os metroviários, vem apresentando falhas e ainda não contribui para reduzir o espaço entre as composições, que aumentaria a oferta de trens à população. O sistema foi adquirido há oito anos, por R$ 700 milhões, e deveria ter entrado em operação em todo o sistema até o final de 2014. "Pelo tempo que este sistema está parado podemos considerar um imenso prejuízo para a população, que até hoje não conta com melhor oferta do serviço, conforme prometido", disse Altino.

Em reunião no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, para explicar o que está ocorrendo no Metrô, o diretor de Operações do Metrô, Mário Fioratti Filho, disse tratar-se de uma “opção”, uma “estratégia de manutenção” que é feita em metrôs “no mundo todo”. “Se temos falha de uma peça em um trem, que está na garantia, mando a peça para o fabricante e retiro uma outra de um trem que esteja esperando a vez para realização de testes. Assim, não retiro o trem de circulação. Temos uma fila de trens e utilizamos sempre o último da fila”, completou.

Fonte da Notícia & Imagens: Rede Brasil Atual

Metrô abre licitação para construção de via permanente nas obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela

O Metrô publicou no Diário Oficial a abertura da licitação para a contratação da empresa que vai construir a via permanente da 2ª Fase da Linha 4-Amarela.

O serviço será financiado pelo Banco Mundial e compreende a elaboração do projeto, execução da obra, homologação e testes da via que terá a extensão de cerca de dois quilômetros, permitindo chegar até a futura estação Vila Sônia.

A via permanente é a base de concreto instalada ao longo da linha, que recebe os trilhos por onde passam os trens. Na Linha 4-Amarela, serão instaladas sob esta base, o chamado sistema massa mola, que age como amortecedor, diminuindo as vibrações durante a passagem das composições e absorvendo ruídos.

O edital já está disponível para consulta no site do Metrô e a sessão de recebimento das propostas será no dia 02/06/2016. A empresa que ofertar o menor valor para a execução dos serviços, atendendo as exigências técnicas, será contratada.

Retomadas das obras das estações
 
Em Abril de 2016, o Metrô recebeu as propostas dos consórcios interessados em executar as obras civis das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia da Linha 4-Amarela. Ao todo, 10 consórcios apresentaram seus documentos e as respectivas ofertas financeiras. Agora, todas as propostas passam pela análise da comissão de licitação do Metrô e a expectativa é a de conhecer o vencedor e publicar a decisão no Diário Oficial ainda neste primeiro semestre.

As obras da 2ª Fase da Linha 4-Amarela começaram em 2012 e os contratos foram assinados no fim de 2011 com o consórcio Corsán-Corviam. Em Julho de 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o acordo, pelo não cumprimento por parte da construtora.

Quando completa, a Linha 4-Amarela vai operar de Luz à Vila Sônia, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente, a linha opera com 9 km e 7 estações, de Luz a Butantã.
 
Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

Megatatuzão termina escavação na última estação da expansão da Linha 5-Lilás

Governador acompanha chegada do Tatuzão a Estação Chácara Klabin
O Governador Geraldo Alckmin acompanhou a chegada do equipamento de perfuração conhecido como “Megatatuzão” na estação Chácara Klabin, que é a última do prolongamento da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo. 



"Hoje é um dia histórico, esse é o maior Tatuzão, ele tem 10,5 metros de diâmetro, pesa 1.500 toneladas, um dos maiores do mundo, feito na Alemanha. E essa é uma linha integradora porque lá em Santo Amaro ela integra com a abertura da Linha 9-Esmeralda da CPTM, em Campo Belo vai integrar com a Linha 17-Ouro do Aeroporto de Congonhas, em Santa Cruz ela integra norte/sul, que é a Linha 1-Azul. E aqui em Chácara Klabin integra com a Linha 2-Verde, que é a da Paulista", explicou o governador.

Para a expansão da Linha 5-Lilás, o Governo do Estado faz um investimento de R$ 9,5 bilhões, incluindo a compra de 26 novos trens da Frota P. O empreendimento gera 5.500 empregos diretos. Após a estação Adolfo Pinheiro, entregue em 2014, serão mais 10 km de extensão e outras 10 estações: Alto da Boa Vista; Borba Gato; Brooklin; Campo Belo; Eucaliptos; Moema; AACD-Servidor; Hospital São Paulo; Santa Cruz e Chácara Klabin.

"A Linha 6 também vai crescer muito, então nós poderemos chegar no começo do ano que vem com quase 20 mil pessoas trabalhando no sistema metroferroviário. A construção civil gera bastante emprego", completou Alckmin. 

Ao longo de todo o percurso, a máquina construiu 4.500 metros de túneis e instalou 3.600 anéis de concreto, desde o início de sua operação, em Setembro de 2013.

Após a chegada à estação Chácara Klabin, o tatuzão vai cumprir sua última etapa, escavando mais 362 metros de túnel até o Poço Dionísio da Costa. Os outros dois túneis já foram concluídos pelas duas tuneladoras menores, conhecidas como Lina e Tarsila. Eles são paralelos, têm 4,9 km cada e estão no trecho entre as Estações Adolfo Pinheiro e Campo Belo.
Governador acompanha chegada do Tatuzão a Estação Chácara Klabin

Antes de chegar nesta estação, o equipamento partiu do canteiro de obras da Estação Santa Cruz e escavou 880 metros, instalando 580 anéis de concreto.

Esta será a última viagem do Megatatuzão, que construiu também os túneis da Linha 4-Amarela, foi reformado para trabalhar na Linha 5-Lilás e será desmontado após a conclusão desta obra.

A previsão é que 781 mil passageiros sejam transportados diariamente na Linha 5-Lilás quando a operação for plena.

Primeira linha do Metrô construída por três tatuzões

O equipamento é uma das três máquinas empregadas na construção do prolongamento da Linha 5-Lilás. Ao mesmo tempo em que perfura o solo, também instala o revestimento estrutural do túnel, com anéis de concreto e fibras de aço. Ao todo, esse tatuzão percorrerá uma distância de 5,7 km, construindo 4,8 km de túneis entre os poços Bandeirantes (depois da Estação Campo Belo) e Dionísio da Costa (após a Estação Terminal Chácara Klabin), instalando 3.241 anéis. Nesse trecho ficarão as estações Eucaliptos, Moema, AACD-Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin.

Fabricada na Alemanha, a máquina possui 75 metros de comprimento, roda de corte de 10,5 metros de diâmetro, pesa 1,5 mil toneladas e conta com vários compartimentos ao longo da sua extensão. Para sua operação são necessárias 180 pessoas, sendo 50 profissionais em cada turno, além de 30 operários de apoio.

Os outros dois tatuzões possuíam roda de corte menor, com 6,3 metros de diâmetro, e construíram simultaneamente túneis paralelos entre as estações Adolfo Pinheiro (já funcionando) e Campo Belo. O prolongamento da Linha 5-Lilás foi o primeira da história do Metrô a ser perfurado por três tuneladoras.

Estação Chácara Klabin

A Estação da Linha 5-Lilás ficará embaixo da atual estação com o mesmo nome da Linha 2-Verde. Serão mais 15 mil metros quadrados de área construída, com elevadores e escadas rolantes, deixando a estação totalmente acessível. Os acessos serão os mesmos da atual estação, que fica na Rua Vergueiro, próximo ao número 3.800.

Fonte da Notícia e Imagens: Governo do Estado de São Paulo

Edital para moradia em cima da Linha 3-Vermelha deve sair até Julho de 2016

Estação Bresser-Mooca (Linha 3-Vermelha)
Viabilizada com base na nova Lei de Zoneamento, a proposta prevê a construção de 7 mil moradias em cima e no entorno das estações de Metrô Bresser, Belém e Brás, todas na Linha 3-Vermelha, que corta a zona leste. As unidades serão erguidas no perímetro que vai do Parque Dom Pedro até o Viaduto Salim Farah Maluf, passando pela Avenida Celso Garcia e a Rua da Mooca.

A pretensão neste caso, como deve ocorrer na PPP do Tiquatira, é erguer unidades nos dois modelos existentes de construção popular: HIS e HMP.

Para o Secretário Estadual de Habitação, Rodrigo Garcia, a proposta representa a conjunção de vários objetivos, além da construção de moradia popular, como requalificação urbana e integração social.

A possibilidade de erguer torres sem limite de altura em cima de estações de metrô foi autorizada pelos vereadores no fim de Fevereiro de 2016, durante votação da revisão da lei que define quais os usos e ocupações do solo são permitidos na cidade. O Zoneamento agora prevê essa condição como forma de aumentar o adensamento em áreas da cidade dotadas de transporte público - foco também do Plano Diretor de 2014.

Nova York

A liberação dada pela Câmara Municipal de São Paulo vale tanto para as áreas operacionais, ou seja, sobre as estações e terminais já construídos, como para as áreas que ainda estão ociosas, mas que ainda pertencem ao Metrô ou à CPTM. O modelo pretendido pela gestão estadual tem como inspiração os condomínios populares erguidos sobre estações de Nova York. Lá, os prédios são "colados" às linhas.

Além das três estações citadas, outras podem despertar interesse do mercado, seja para projetos residenciais ou comerciais. Nessa lista estão áreas das estações Jabaquara e Tucuruvi, na Linha 1-Azul, e Barra Funda, na Linha 3-Vermelha.

Fonte da Notícia: Revista Ferroviária
Imagem de Paulo Pinto

Empresa Mendes Júnior será encarrega de construir pátio de manobra das composições da Linha 17-Ouro

monotrilho-sergio-mazzi-l17-ouro-2016
Obras da Linha 17-Ouro do Monotrilho paralisadas
De acordo com notícia divulgada pelo jornal Valor Econômico, a construtora Mendes Junior deve tocar as obras do Pátio de manobras da Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo. Ela foi a segunda colocada na licitação, perdendo para o consórcio Andrade Gutierrez e CR Almeida que rescindiu contrato. Falta uma certidão negativa de débito prometida para hoje. A ideia é assinar o contrato ainda em abril e retomar o canteiro de obras em Maio de 2016.

A parte de obras civis dele, como pilares e vigas, está a cargo das empreiteiras Andrade Gutierrez e CR Almeida e será reformulada. De acordo com o secretário dos transportes metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, após a Justiça ter negado pedido de reequilíbrio feito pela Andrade Gutierrez, a empresa propôs ao governo terminar sua parte, mas com um escopo menor que o original. Irá implementar as 132 vigas que já tinha produzido, as vigas curvas, e fabricar mais 250 vigas que faltam. Depois teremos de licitar praticamente só a colocação das vigas, disse Pelissioni.

Com isso, ficará pendente agora a Estação Morumbi, que conecta com a Linha 9-Esmeralda e o restante da implantação das vigas. Para estes casos, haverá uma nova licitação.

O consórcio TIDP foi o único que não teve problema até o momento em tocar as obras do Monotrilho. Responsável pela construção das estações Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista e Vereador José Diniz, fez acordo com o Metrô e realizará também as obras das estações Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan.

Já o grupo brasileiro MPE anunciou que vai sair das obras da linha. O consórcio participa como um dos fornecedores de material rodante, sistemas e sinalização. A empresa da Malásia Scomi, parceira da MPE no projeto, vai assumir toda a encomenda. O monotrilho é um sistema de transporte que circula em vias elevadas com os trens movidos a propulsão elétrica sobre pneus de borracha.

A Scomi diz que houve um acordo entre as partes e que a decisão de assumir toda a encomenda está inserida na estratégia de posicionamento da empresa no mercado brasileiro, onde pretende alçar voos maiores, com o fornecimento de trens da Linha 18-Bronze do Metrô.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

Posto de moedas na Estação Sé já trocou mais de R$ 128.000

Implantado pelo Metrô, devido à escassez de moedas em circulação, quadro que continua afetando diversos setores da economia brasileira que necessitam de dinheiro trocado, o Posto de Troca de Moedas, instalado na Estação Sé, completa hoje dois meses de atividades. A iniciativa tem por objetivo melhorar as condições de troco nas estações do sistema metroviário, reduzindo desta forma a formação de filas e facilitando um embarque mais rápido.
 
Nesse período, graças a colaboração de milhares de usuários, já foram arrecadados mais de R$ 128.000 em moedas, que foram trocadas por cédulas. As moedas de R$ 0,50 totalizam quase R$ 32 mil e as de R$ 1,00 pouco mais de R$ 56 mil, respectivamente, deste montante. Já as moedas mais utilizadas para troco nas bilheterias, tiveram captação menores, porém não menos importantes. Foram quase R$ 8 mil em moedas de R$ 0,05; pouco mais de R$ 15 mil em moedas de R$ 0,10 e valores pouco acima de R$ 17.000 em moedas de R$ 0,25.

O posto funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, e tem dois guichês de atendimento: um para ser acessado pela área livre (não paga) da estação e outro para quem já está na área paga.

A troca por cédulas é válida para toda a família de moedas: R$ 0,05/ R$ 0,10/ R$ 0,25/ R$ 0,50 e R$ 1,00.

As moedas recebidas no Posto da Sé são encaminhadas para as outras estações do sistema.

Fonte da Notícia & Imagem: Metrô

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Metrô terá Operação Especial durante o feriado de Tiradentes (21/04 à 25/04/2016)

Na próxima segunda-feira (25/04/2016), dia de retorno do feriado prolongado de Tiradentes, a abertura das estações metroviárias das Linhas 1-Azul, 2- Verde, 3-Vermelha e 4-Amarela (operada pela concessionária ViaQuatro) será antecipada para as 4 horas da madrugada - 40 minutos mais cedo do que o habitual. A medida tem por objetivo atender os usuários que desembarcam na capital pelos terminais rodoviários Tietê e Jabaquara (integrados à Linha 1-Azul) e Barra Funda (integrado à Linha 3-Vermelha). Na Linha 5-Lilás, a abertura das estações ocorrerá no horário normal, a partir das 4h40. Também não haverá mudanças no horário de funcionamento do Monotrilho da Linha 15-Prata, que atende diariamente das 6h às 20 horas.

Na quinta-feira (21/04/2016), feriado do "Dia de Tiradentes", o horário de funcionamento das linhas será o tradicional, ou seja das 4h40 à meia-noite. A frota de trens em circulação, em razão da menor demanda, será semelhante a utilizada num domingo. Como nos demais feriados, quem pretende pedalar pela cidade encontrará no Metrô ótima opção para transportar as bicicletas durante todo o dia. Lembrando, porém, que só é permitido o embarque de até quatro bikes por trem, sempre utilizando o último vagão; que a utilização das escadas rolantes com a bicicleta pode ser feita apenas no sentido de subida, após embarque dos demais usuários; e que nunca deve-se fazer uso dos elevadores portando bicicletas.

Já na sexta-feira e durante o final de semana, não haverá mudanças nos horários de abertura das estações, bem como na oferta de viagens programada para todas as linhas. O Metrô recomenda aos usuários que adquiram as passagens antecipadamente. 

Para mais informações sobre a operação da rede metroviária, os usuários têm à disposição a Central de Informações do Metrô (tel. 0800 770 7722), que funciona todos os dias, das 5h30 às 23h30. Já a Central de Atendimento da ViaQuatro atende pelo tel. 0800 770 7100 de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22 horas, e aos sábados e domingos, das 8h às 18 horas. 

Fonte da Notícia & Imagem: Metrô

Tatuzão conclui escavações das obras de expansão da Linha 5-Lilás

Chegada do Tatuzão na Estação Terminal Chácara Klabin (Linha 5-Lilás)
O Governador Geraldo Alckmin acompanhou semana passada a chegada do equipamento de perfuração conhecido como “Megatatuzão” na Estação Terminal Chácara Klabin, que é a última do prolongamento da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo.

"Hoje é um dia histórico, esse é o maior Tatuzão, ele tem 10,5 metros de diâmetro, pesa 1.500 toneladas, um dos maiores do mundo, feito na Alemanha. E essa é uma linha integradora porque lá em Santo Amaro ela integra com a abertura da Linha 9 da CPTM, em Campo Belo vai integrar com a Linha 17-Ouro do Aeroporto de Congonhas, em Santa Cruz ela integra norte/sul, que é a Linha 1-Azul. E aqui em Chácara Klabin integra com a Linha 2-Verde, que é a da Paulista", explicou o Governador.

Para a expansão da Linha 5-Lilás, o Governo do Estado faz um investimento de R$ 9,5 bilhões, incluindo a compra de 26 novos trens. O empreendimento gera 5.500 empregos diretos. Após a estação Adolfo Pinheiro, entregue em 2014, serão mais 10 km de extensão e outras 10 estações: Alto da Boa Vista; Borba Gato; Brooklin; Campo Belo; Eucaliptos; Moema; AACD-Servidor; Hospital São Paulo; Santa Cruz e Chácara Klabin.

"A Linha 6-Laranja também vai crescer muito, então nós poderemos chegar no começo do ano que vem com quase 20 mil pessoas trabalhando no sistema metroferroviário. A construção civil gera bastante emprego", completou Alckmin.

Ao longo de todo o percurso, a máquina construiu 4.500 metros de túneis e instalou 3.600 anéis de concreto, desde o início de sua operação, em Setembro de 2013.

Após a chegada à estação Chácara Klabin, o tatuzão vai cumprir sua última etapa, escavando mais 362 metros de túnel até o Poço Dionísio da Costa. Os outros dois túneis já foram concluídos pelas duas tuneladoras menores, conhecidas como Lina e Tarsila. Eles são paralelos, têm 4,9 km cada e estão no trecho entre as estações Adolfo Pinheiro e Campo Belo.

Antes de chegar nesta estação, o equipamento partiu do canteiro de obras da Estação Santa Cruz e escavou 880 metros, instalando 580 anéis de concreto.
 
Esta será a última viagem do Megatatuzão, que construiu também os túneis da Linha 4-Amarela, foi reformado para trabalhar na Linha 5-Lilás e será desmontado após a conclusão desta obra

A previsão é que 781 mil passageiros sejam transportados diariamente na Linha 5-Lilás quando a operação for plena.

Primeira linha do Metrô construída por três tatuzões

O equipamento é uma das três máquinas empregadas na construção do prolongamento da Linha 5-Lilás. Ao mesmo tempo em que perfura o solo, também instala o revestimento estrutural do túnel, com anéis de concreto e fibras de aço. Ao todo, esse tatuzão percorrerá uma distância de 5,7 km, construindo 4,8 km de túneis entre os poços Bandeirantes (depois da Estação Campo Belo) e Dionísio da Costa (após a Estação Chácara Klabin), instalando 3.241 anéis. Nesse trecho ficarão as Estações Eucaliptos, Moema, AACD-Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin.

Fabricada na Alemanha, a máquina possui 75 metros de comprimento, roda de corte de 10,5 metros de diâmetro, pesa 1,5 mil toneladas e conta com vários compartimentos ao longo da sua extensão. Para sua operação são necessárias 180 pessoas, sendo 50 profissionais em cada turno, além de 30 operários de apoio.

Os outros dois tatuzões possuíam roda de corte menor, com 6,3 metros de diâmetro, e construíram simultaneamente túneis paralelos entre as estações Adolfo Pinheiro (já funcionando) e Campo Belo. O prolongamento da Linha 5-Lilás foi o primeira da história do Metrô a ser perfurado por três tuneladoras.

Estação Terminal Chácara Klabin

A estação da Linha 5-Lilás ficará embaixo da atual estação com o mesmo nome da Linha 2-Verde. Serão mais 15 mil metros quadrados de área construída, com elevadores e escadas rolantes, deixando a estação totalmente acessível. Os acessos serão os mesmos da atual estação, que fica na Rua Vergueiro, próximo ao número 3.800.

Fonte da Notícia: Metrô
Imagem 1: RMeier
Imagem 2: Metrô

Metrô planeja plano de demissão voluntária para funcionários da companhia

O Metrô de São Paulo planeja reduzir o número de empregados com um Plano de Demissão Voluntária como alternativa para acertar as contas da instituição. Algumas vantagens vão ser oferecidas para os funcionários que decidirem pedir demissão. As informações são do SPTV.
 
O Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni confirmou o plano, em entrevista à repórter Luisa Silvestrini, da CBN. "Tem funcionários com mais de 70 anos nós estamos num programa de aprovar um PDV do Metrô, que nós vamos pagar três anos de plano de saúde pra aqueles que quiserem sair", disse Pelissioni.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos não informou o número de funcionários que planeja desligar nem que setores terão cortes. O Metrô diz que a tarifa foi reajustada em 8,57% em Janeiro de 2016 de R$ 3,50 para R$ 3,80, abaixo da inflação.

O Programa de Demissão Voluntária do Metrô de São Paulo está aprovado por todos os órgãos competentes e será encaminhado para consulta final  da Procuradoria Geral do Estado.

Fonte da Notícia: G1-SP

Monitor informa tempo de espera por próxima composição na Linha 4-Amarela

Monitor mostra intervalo de Trens na Linha4-Amarela. Foto: perfil @Linha4Amarela no twitter, do Grupo Diário
Painel de informações instalado nas estações da Linha 4-Amarela
Passageiros da Linha 4-Amarela contam com uma nova funcionalidade. Monitores instalados nas plataformas mostram o intervalo das composições.

De acordo com o perfil no twitter @Linha4Amarela, televisores nestas configurações foram registrados nas estações Luz e Pinheiros. Nos terminais, o equipamento mostra a partida do próximo trem, e nas paradas a chegada das composições.
 
Demais linhas

Em 2010, segundo comunicado do Governo Estadual, o Metrô previa que suas linhas tivessem a funcionalidade. Foram adquiridos 900 monitores multimídia LCD, com a finalidade de informar dados como tempo de chegada dos trens na plataforma, além de avisos institucionais e informações gerais ao público em estações das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha.

Na época, o governo informou que as informações poderia ser transmitidas aos usuários graças à interface tecnológica com os novos sistemas de sinalização, telecomunicações e controle de tráfego.

No entanto, a medida ainda depende da conclusão da instalação do CBTC que esta em fase de ajustes na Linha 2-Verde. De acordo com reunião entre blogueiros e atuantes das redes sociais junto ao Metrô, somente após a finalização da implantação na ligação entre a Vila Madalena e a Vila Prudente, a tecnologia será levada para as Linhas 1-Azul e 3-Vermelha.

Fonte da Notícia & Imagem: Portal Via Trólebus

Metrô define consórcio que deverá seguir com as obras da Linha 17-Ouro

O Metrô aprovou a contratação do consórcio TIDP formado pelas empresas Tiisa e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, para a construção das Estações Campo Belo (integrada com a Linha 5-Lilás do Metrô), Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, do Monotrilho da Linha 17-Ouro. O Metrô aguarda a apresentação da documentação para assinatura do contrato.

Orçado em cerca de R$ 74 milhões, o contrato contempla as obras civil bruta, de acabamento, comunicação visual, hidráulica e paisagismo das três estações que compõem o Lote 2 da linha. Os trabalhos devem iniciar neste 1º Semestre de 2016.

Quando concluídas, essas três estações deverão receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas / Jd. Aeroporto a Morumbi-CPTM. A previsão é que sejam entregues à população em 17 meses após a assinatura do contrato.

Este mesmo consórcio já está construindo as Estações Vereador José Diniz, Brooklin Paulista, Jardim Aeroporto e Congonhas, todas da mesma linha.

Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

Tempo de espera por composições aumentam nas estações de Metrô

Composição I05 na Estação Consolação (Linha 2-Verde)
Levantamento da “Folha de São Paulo” aponta aumento de espera dos passageiros no intervalo entre trens do metrô de São Paulo, no horário de pico. O texto diz que a companhia não conseguiu cumprir meta de diminuição de intervalo em partes das linhas. A pesquisa foi feita por meio da lei de Acesso à informação. Já o Metrô atribui a demora à falhas e problemas com chuvas

Linha 3-Vermelha

A espera na linha que liga Corinthians-Itaquera a Palmeiras-Barra Funda passou de 120 segundos em 2010 para 128 segundos em Janeiro de 2016, segundo o levantamento. No ano passado este número ficou em 129 segundos.

O Metrô, em nota ao jornal, atribui o problema às fortes chuvas que ocasionaram a um solapamento na Avenida Radial Leste, na altura da Estação Artur Alvim, o que na pratica não tem relação com problemas de falhas da frota administrada pelo Metrô.

Linha 1-Azul

O levantamento aponta que a média era de 127 segundos em 2010 na antiga linha Norte-Sul, e que em 2014 ficou em 144 segundos em 2014, e 132 segundos em 2015. Em Janeiro de 2016 a demora ficou em 129 segundos.

A companhia atribui o problema a uma falha de tração, que fez com que uma composição precisasse ser rebocada, prejudicando o funcionamento da linha no dia 08/01/2016, o que influencia no resultado.

O texto cita ainda aumento de espera na Linhas 5-Lilás, de dez segundos entre 2010 e 2015, e que na Linha 2-Verde, o tempo de demora diminuiu, de 157 segundos em 2010 em média, para 153 segundos em 2015.

CBTC

O jornal menciona ainda a implantação do CTBC, que traria redução de 120 para 100 segundos, comprado em 2008 com previsão inicial para operação em 2010.

Somente em 11/02/2016, a tecnologia passou a ser usada diariamente. A empresa alega dificuldades da fornecedora Alstom em implantar a nova sinalização, onde chegou até a aplicar multa pelos atrasos.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus 
Imagem de Nicolas Gordiano

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vencedor da licitação para obras da Linha 4-Amarela deve sair ainda no 1º Semestre de 2016

Estação Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela)
O Metrô recebeu ao todo 10 propostas de empresas interessadas em tocar a conclusão da 2ª Fase na Linha 4-Amarela. A expectativa é que após a análise dos documentos, o vencedor seja conhecido ainda no primeiro semestre.

As obras são de conclusão das Estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, além do terminal de ônibus anexo a esta última. Sobre prazos, os contratos preveem o seguinte cronograma após a emissão da ordem de serviço: 12 meses para a estação Higienópolis-Mackenzie; 15 meses para a estação Oscar Freire, 18 meses para a estação São Paulo-Morumbi; e 36 meses para a estação Vila Sônia.

As construções desta fase tiveram início em 2012, mas em 2015 o Metrô rescindiu unilateralmente o contrato com o consórcio Corsán-Corviam.

A Linha 4-Amarela deve operar de maneira completa, da Luz à Vila Sônia, em 2019, com um total de 14 km, 11 estações e demanda diária de 981 mil pessoas. Atualmente a ligação metroviária atende a Luz ao Butantã.

Fonte da Notícia: Portal Via Trólebus
Imagem: Último Segundo

Estações Sé e Brás do Metrô recebem clínica médica expressa a partir de amanhã (19/04/2016)

As Estações Sé e Brás do Metrô serão as próximas a abrigarem uma clínica médica expressa para a realização de diagnósticos simples, testes rápidos, aplicações de vacinas e avaliações físicas, a preços populares. Com a parceria entre a Companhia do Metrô e a clínica Dr. Agora, serão três unidades para consultas disponíveis na rede de metrô, que já conta com uma clínica na estação Santana.

O serviço estará disponível a partir de amanhã 919/04/2016) na Estação Sé e do dia 24/04/2016 na Estação Brás. Nestes locais, a clínica vai promover durante três dias testes gratuitos de glicemia, aferição de pressão e orientações médicas.

Na Sé, a clínica vai ocupar um espaço de quase 20 m², próximo ao acesso da estação para a Catedral. Já no Brás, o espaço será de 32 m² no mezanino, próximo aos acessos para as plataformas no sentido Corinthians-Itaquera.

Nas clínicas, que contarão com médicos e técnicos de enfermagem, poderão ser feitos atendimentos a patologias como amigdalite, sinusite, conjuntivite, resfriado comum, gripe, diarreia aguda, rinite, otite externa e infecção no trato urinário. Os pacientes passarão por triagem e cadastramento rápido para, em seguida, receberem o atendimento médico e a prescrição de acordo com a enfermidade diagnosticada.

A implantação de unidades do Dr. Agora no Metrô começou como um piloto na Estação Santana e, com o resultado positivo, foi ampliada para as estações Sé e Brás. A iniciativa foi inspirada nas clínicas populares dos Estados Unidos, com a proposta de atender pessoas que precisam de atendimento médico rápido, eficaz e acessível, sem filas e sem a necessidade de agendamentos, em locais de fácil acesso.

Programação de exames gratuitos
 
Estação Sé: Durante os dias 19, 20 e 21/04/2016, das 12h00 às 15h, haverá teste de glicemia, aferição de pressão e orientações médicas gratuitamente.

Estação Brás: Durante os dias 25, 26 e 27/04/2016, das 12h00 às 15h, haverá teste de glicemia, aferição de pressão e orientações médicas gratuitamente.

Fonte da Notícia e Imagem: Metrô

Metrô implantará programa de demissão voluntária para funcionários

O Metrô vai implantar um programa de demissão voluntária para reduzir os gastos da folha salarial. Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, a medida já foi aprovado por todos os órgãos competentes e agora será encaminhada à Procuradoria Geral do Estado para consulta final.
Os detalhes do PDV não foram divulgados, mas a Secretaria garantiu que não haverá prejuízo aos usuários do metrô porque, a cada adesão ao plano, haverá substituição simultânea do servidor na prestação de serviços. Segundo a assessoria de imprensa do metrô, o objetivo é reduzir custos. 

O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres, disse semana passada à Agência Brasil que ainda não recebeu informações sobre o PDV, mas ressaltou que vê a medida com ceticismo e teme perda da qualidade desse meio de transporte. 

“As contratações têm ocorrido a conta-gotas, não têm sido feitas substituições dos afastamentos por morte, nem por outros tipos de desligamento e, desde 2015, estão interrompidas as chamadas de concursados”, afirmou Prazeres. Para o sindicalista, o PDV indica que há interesse em privatizar os serviços. 

De acordo com Prazeres, atualmente, trabalham no metrô entre 9,4 mil e 9,5 mil servidores.
A Agência Brasil entrou em contato com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos para repercutir as declarações do presidente do Sindicato dos Metroviários sobre a redução do quadro de funcionários, a sinalização de interesse em privatizar os serviços e a interrupção das chamadas de concursados.

Fonte da Notícia: Portal Terra

Novo consórcio é contratado para concluir obras da Linha 17-Ouro

Mapa arte monotrilho metrô sp (Foto: Editoria de Arte/G1)O Metrô de São Paulo divulgou que contratou o consórcio TIDP, formado pelas empresas Tiisa-Infraestrutura e Investimentos S/A e DP Barros Pavimentação e construção LTDA, para a retomada da construção das Estações Campo Belo (integrada com a Linha 5-Lilás do Metrô), Vila Cordeiro e Chucri Zaidan, do Monotrilho da Linha 17-Ouro. Os trabalhos devem recomeçar ainda no primeiro semestre de 2016.

Os trilhos são executados por outro consórcio, segundo o Metrô. A previsão é que as obras das três estações sejam entregues em 17 meses após a assinatura do contrato. Quando concluídas, em funcionamento, e com os trilhos também entregues, as estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan devem receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas/Jardim Aeroporto ao Morumbi-CPTM.

No começo do ano, o Metrô rescindiu contratos com os consórcios responsáveis pela obra porque os canteiros foram abandonados, segundo a companhia. O Metrô disse que notificou várias vezes as empresas para retomarem os trabalhos, mas que, mesmo assim, o consórcio desacelerou o ritmo das obras e não cumpriu os prazos estabelecidos. Já a Andrade Gutierrez disse em comunicado que quem atrasou foi o Metrô e que ajuizou ação para rescindir as obras em Dezembro de 2015

O consórcio TIDP ficou em terceiro lugar na licitação aberta pelo Metrô para a construção desse trecho do monotrilho e também já está construindo as estações Vereador José Diniz, Brooklin Paulista, Jardim Aeroporto e Congonhas, todas da mesma linha. O segundo colocado na licitação foi procurado pela companhia, mas não teve interesse em assumir a obra, de acordo com o Metrô.

Estações
 
Orçado em cerca de R$ 74 milhões, o contrato contempla as obras civil bruta, de acabamento, comunicação visual, hidráulica e paisagismo das três estações que compõem o lote 2 da linha. Quando concluídas, as estações Campo Belo, Vila Cordeiro e Chucri Zaidan devem receber 80 mil passageiros diariamente, com a Linha 17-Ouro operando de Congonhas / Jardim Aeroporto ao Morumbi-CPTM. A previsão é que as obras sejam entregues em 17 meses após a assinatura do contrato.
Obras da Linha 17-Ouro paralisadas

Extremos
 
Inicialmente, o Monotrilho da Linha 17-Ouro previa atender extremos da cidade, como a ligação entre o Aeroporto de Congonhas e a Estação Jabaquara, ou o trecho até a Futura Estação São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela do Metrô.

Em Agosto de 2015, o Governador Geraldo Alckmin já tinha mandado congelar 17 das 36 estações inicialmente previstas da linha na Zona Sul da capital. À época, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos disse que a prioridade era “concluir os trechos que já possuem obras avançadas antes de abrir novas frentes de trabalho”.

Canteiro abandonado
 
O monotrilho que está sendo construído há três anos na Avenida Jornalista Roberto Marinho, na Zona Sul, virou abrigo para moradores de rua e, em alguns trechos, para usuários de drogas. Em dezembro de 2015, o G1 publicou reportagem que mostra que a área se parece cada vez mais ao degradado Minhocão, na região central de São Paulo.

O espaço virou também um depósito de lixo e entulho. Entre roupas e pedaços de obras, é possível encontrar também pneus cheios de água, um ambiente favorável para a reprodução do mosquito que transmite a dengue.

Debaixo dos pilares e das futuras estações, os sem-teto montaram coberturas de papelão para dormir. Sob o monotrilho, os novos moradores vivem livres da chuva entre as duas pistas da Avenida Roberto Marinho e do Córrego Água Espraiada.

Um dos moradores afirma que está ali há um ano e que não quer sair. “É o que temos hoje. Estamos abandonados aqui. Mas melhor assim, porque prefeitura só aparece se for para tirar a gente”, afirmou ele, que pediu para não ser identificado com medo de ter de deixar o local.

Fonte da Notícia & Imagem 1: G1-SP
Imagem 2: Metrô

Manifestantes contra o impeachment causam confusão na Estação República

Manifestantes que participaram de ato no Centro de SP chegam na Estação República do Metrô (Foto: Glauco Araújo/G1)
Manifestantes contra o impeachment fazem confusão na Estação República
Manifestantes que participaram de um ato contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff no Centro de São Paulo pularam as catracas da Estação República da Linha 3-Vermelha do Metrô no início da noite de 16/04/2016. Os manifestantes queriam que o Metrô liberasse as catracas e, enquanto negociavam com a direção da estação, algumas pessoas começaram a pular e passar sem pagar passagem. Seguranças tentam impedir. Houve tumulto e agressões

Segundo o Metrô, ninguém foi detido e dois seguranças ficaram levemente machucados.

O protesto começou na Praça do Patriarca com apresentações de blocos de carnaval. Os manifestantes desfilaram cantando e dançando até a Praça da República. Eles entraram na estação do Metrô para pegar o trem até o Largo da Batata, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, onde os grupos contrários ao impeachment costumam se reunir.

Após a confusão, os manifestantes seguiram viagem e chegaram ao Largo da Batata.

O Metrô afirmou: "por volta de 19h, cerca de 200 desordeiros integrantes do movimento São Paulo Contra o Golpe estavam provavelmente em alguma manifestação próxima à República, pularam os bloqueios da estação e embarcaram. Não foi possível fazer nenhuma detenção, nós tivemos dois agentes de segurança levemente lesionados".

Fonte da Notícia: G1-SP
Imagem de Glauco Araújo